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Na fotografia visualiza-se o Comodoro Sarmento Rodrigues, ao centro, com o Ministro Aleke Banda, primeiro à direita.
Na fotografia visualiza-se o Contra-Almirante Sarmento Rodrigues, primeiro à direita, no American Club of Lisbon.
Na fotografia visualiza-se o Comodoro Sarmento Rodrigues, primeiro à esquerda, com o Ministro Aleke Banda, terceiro à esquerda.
Na fotografia visualiza-se o Comodoro Sarmento Rodrigues, terceiro à esquerda, com Mário Coluna, primeiro à esquerda a cumprimentar o Dr. Aleke Banda, Ministro do Malawi.
Na fotografia visualiza-se o Comodoro Sarmento Rodrigues, primeiro à esquerda, com o Ministro Aleke Banda, quarto à esquerda.
Na fotografia visualiza-se o Contra-Almirante Sarmento Rodrigues, ao centro, na Procuradoria dos Estudantes Ultramarinos.
Viagem a Macau 1939-1940. Visita do governador de Port-Said.
No Funchal. Fotografia 1: 2TEN Sacramento Monteiro, 1TEN Boaventura Gonçalves, 1TEN Eng. Maq. Nav. Almino Martins da Silva, CTEN Quelhas de Lima (Comandante), 1TEN Marques dos Santos (Imediato), 2TEN Méd. Naval Silva Xavier, 2TEN Salema e Santos, STEN Adm. Nav. Tomaz Rodrigues Cancela e 2TEN Horácio de Oliveira (Oficial de Dia). Fotografia 2: 2TEN Horácio de Oliveira, 1TEN Eng. Maq. Nav. Almino Martins da Silva, 2TEN Salema e Santos, 2TEN Sacramento Monteiro e um visitante. Fotografia 3: na ponte baixa o Comandante Quelhas de Lima e visitantes; na ponte alta o oficial de quarto 2TEN Salema e Santos.
Fotografia da Guarnição, no Funchal. Oficiais, da esquerda para a direita: 2TEN Horácio de Oliveira, 2TEN Sacramento Monteiro, 1TEN Boaventura Gonçalves, 1TEN Marques dos Santos (Imediato), CTEN Quelhas Lima (Comandante), 1TEN Eng. Maq. Nav. Almino Martins da Silva, 2TEN Méd. Nav. Silva Xavier, 2TEN Salema e Santos e STEN Adm. Nav. Tomaz Rodrigues Cancela.
A caminho do Extremo-Oriente, debaixo de mau tempo, no Mediterrâneo.
Em Port-Said, a caminho do Extremo-Oriente. Oficiais: 2TEN Méd. Naval Ruben Lavoura, 2TEN Salema e Santos, CTEN Ramalho Rosa (Comandante), Sr. Loisidis (Consul de Portugal em Port-Said, 1TEN Costa Pereira (Imediato), 2TEN Sousa e Costa e 2TEN Adm. Naval Cupertino Guerra.
Em baixo, à direita, Juan Valera, Cruzeiro Seixas, Javier, Valentín e Gema Ortega na Galeria São Mamede.
Galeria São Mamede, em baixo, Valentín ao lado da diretora da galeria, seguindo-se Cruzeiro Seixas, Gema Ortega e Juan Valera.
Lisboa: Confluência, 1946-1948. Contém os n.º 1 a 53, de 1946-05-11 a 1948-05-01. Inclui "Crítica: Rio turvo, por Branquinho da Fonseca (Editorial Inquérito)", n.º 6, 1946-06-15, p. 10-13; "O baile: Capítulo inédito do romance Porta de Minerva, de Branquinho da Fonseca", n.º 16, 1946-08-24, p. 5-6 e n.º 17, 1946-08-31, p. 9-10; "Crítica: As grandes viagens portuguesas: Seleção, prefácio e notas de Branquinho da Fonseca, Portugália Editora", n.º 28, 1946-11-16; e "Uma carta de Branquinho da Fonseca", n.º 30, 1946-11-30, p. 2 e 16.
Augusto Ferreira Torres nasceu em Lisboa em 1863. Aos 10 anos era um dos assíduos ouvintes na Congregação, de que era pastor o bispo D. Angel Herreros de Mora. Recebeu lições bíblicas e de Hermenêutica Sagrada, não só do reverendo Mora, mas também do reverendo José Nunes Chaves. Em 1881 pregou o seu primeiro sermão na Igreja Lusitana de S. Paulo, da qual era ministro o reverendo Cândido Joaquim de Sousa. Foi instituído diácono em 1889 e seria ordenado presbítero em 1892. Também foi professor do Colégio Evangélico Lusitano de S. Paulo, ajudava o reverendo Cândido como evangelista e recebeu as ordens de presbítero em 1892. Quando o reverendo Cândido Sousa foi pastorear a Igreja Evangélica de S. Pedro, o Sínodo nomeou o reverendo Torres ministro da Igreja Lusitana de S. Paulo. Colaborou no jornal "A Reforma" e foi redator do jornal "O Evangelista", sendo os seus artigos muitos apreciados. Faleceu no ano de 1898.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Em aditamento ao ofício de 23 de maio de 1845, relativo ao processo instaurado sobre o crime de estupro violento cometido por José Maria, do lugar de Sarafujo, freguesia de Santo Isidoro, no julgado de Mafra, na pessoa de uma exposta de oito anos, dada a criar pela Santa Casa da Misericórdia daquela cidade, remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 11 de janeiro de 1847, com a cópia da sentença proferida em 27 de junho de 1845, pela qual o réu foi condenado a seis meses de prisão. Uma vez que esta sentença não deixa avaliar a justiça da mesma, o Procurador-Geral informa que exigiu do procurador régio que lhe remeta outra certidão da sentença, acompanhada dos quesitos ao júri, para, na presença dela, se poder conhecer da justiça do julgado e se tomarem as providências adequadas.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do requerimento em que os oficiais da armada Paulo Centurini e Rafael da Silva Campos se queixam da demora na remessa do juízo de direito da comarca de faro para a Relação do distrito, da apelação interposta pelo Ministério Público da sentença proferida naquele juízo que julgou má presa a apreensão feita no dia 23 de setembro de 1845, no iate português "Restauração", carregado de tabaco e outros objetos de contrabando. Remete um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Faro, de 12 de julho de 1846, em que informa que esta causa ainda não foi julgada na primeira instância, devido ao atraso que teve no juízo de direito do 1.º Distrito Criminal de Lisboa o cumprimento de uma deprecada para a inquirição de uma testemunha referida do sumário, mas que brevemente o processo vai entrar em julgamento.
Segundo o extrato do ofício do tenente-coronel Duarte José Fava, datado de 29-12-1810, em anexo, a estrada militar que liga Lisboa ao Sobral encontra-se totalmente reedificada desde o primeiro Forte do Sobral até ao alto da Calçada do Trancão, devendo ainda continuar até à Ponte de Loures, a qual sendo uma obra tão útil deve ser mantida, o que não está a acontecer, pois os proprietários dos terrenos e prédios contíguos à estrada dificultando o despejo das águas das chuvas pelas suas propriedades, estas ficam estagnadas na estrada, prejudicando muito o trânsito público e a conservação da mesma, chegando ao ponto de taparem os abulheiros, que foram mandados construir para interromper a passagem das águas.
"Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Sendo considerado que os Hospitais de novo estabelecidos em Lisboa talvez não sejam suficientes para o número de doentes, que devem evacuar dos Hospitais situados fora da Linha Fortificada, e parecendo-me conveniente que próximo à mesma Linha, mas pela parte interior haja algum Hospital; tenho expedido as ordens para que esteja tudo pronto a estabelecer-se no Convento de Mafra um bom Hospital: o que participo a Vossa Excelência para sua devida inteligência, e para que haja de me dizer o seu parecer sobre o número de enfermos com que se deverá calcular para a remessa de roupas, utensílios, empregados, etc. Deus guarde V.ª Ex.ª. Palácio do Governo, em 6 de Outubro de 1810. D. Miguel Pereira Forjaz. Senhor Guilherme Carr Beresford".
A visita do Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira, a Mafra, realizada no dia 6 de Janeiro de 1956, teve como propósito a inauguração de vários melhoramentos no concelho, tendo sido noticiada no jornal "O Concelho de Mafra" (nº 609, de Janeiro de 1956). De acordo com a notícia, a visita iniciou-se com a inauguração do Miradouro de Mafra, seguindo-se a dos novos arruamentos no bairro residencial da Quinta da Mimosa. Depois, a comitiva visitou as novas instalações das oficinas, armazéns e parque de viaturas da Câmara Municipal, ao tempo ainda não concluídas. Posteriormente, a caminho de Santo Isidoro, onde se veio a inaugurar um fontanário, lavadouro e bebedouro coberto para animais, a comitiva parou no Sobreiro, onde Cremilde Batalha, trajada a rigor "à moda saloia", ofereceu ao Governador Civil peças de cerâmica da autoria do ceramista José Franco, também aí presente. Na Ericeira, recebida primeiramente por membros das Juntas de Freguesia e da Junta de Turismo, a comitiva visitou o Parque de Santa Marta, então ainda em fase de obra de "embelezamento", reunindo-se depois na sala do edifício dos balneários para um aperitivo. Posteriormente, após uma paragem no Gradil, onde aguardavam as crianças da Casa Mãe do Gradil, com a sua directora, D.ª Maria de Jesus Alcântara Mota, a comitiva chegou à Enxara do Bispo, onde houve uma "apoteótica recepção e foi servido um lauto almoço". Aí, inaugurou-se a rede de distribuição de energia eléctrica, o que aconteceu posteriormente em Vila Pouca, Alcainça e Rogel, onde a população serviu igualmente "finíssimas" merendas. Para além do Governador Civil de Lisboa e do Presidente da Câmara Municipal de Mafra, estiveram também presentes, entre outros, membros da Comissão Distrital da União Nacional, nomeadamente o seu presidente, tenente-coronel Cortez Lobão, e o Dr. Afonso Marchueta, e a D.ª Maria Augusta Teixeira Botelho, Presidente da Cooperativa Agrícola dos Produtores de Leite do concelho de Mafra.
Refere a ausência de Alfredo Pimenta no dia combinado. Solicita a sua opinião e sugere encontrar-se no intervalo, entre o regresso a Lisboa e a partida para Paris.
Confirma a sua presença em Lisboa desde o dia onze. Comenta o seu estado de saúde e pede para Alfredo Pimenta não a visitar nesta altura. Agradece as orquídeas.
O registado: Maria Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1832/05/17 Pai: Luís José de [Bulhões] Naturalidade (freguesia e concelho): Lisboa Mãe: Ana Maria do Carmo Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Devolve o original de Alfredo Pimenta e os dez exemplares do periódico reclamados. Conta que a censura do Porto suspendeu o artigo mas que foi obrigada a levantar a suspensão por ordens de Lisboa. Agradece a honra dada.
Manifesta a sua estranheza pelo artigo de Alfredo Pimenta relativo à reedição da "Crónica da Guiné". Chama a atenção para a carta aberta que enviou para o "Diário de Lisboa" sobre o assunto.
Dá informações sobre a ida de Egas Mendes de Carvalho e Marques de Carvalho a Lisboa para apoiarem a Liga 28 de Maio. Sugere a união entre a Liga Integralista e a Liga 28 de Maio.
"Renovação do emprazamento, em três vidas, do casal de Paderne, feito por Sebastião Lopes, capelão do Duque e prior de Guimarães. Escrito em Lisboa na rua da Mouraria, onde estava o prior".
Informa que já está no Porto. Avisa que, quando chegar a Lisboa, visitará Alfredo Pimenta. Conta que apreciou, bem como Carlos de Almada, o artigo de resposta a Rebelo.
Lamenta o facto de Alfredo Pimenta ter deixado Lisboa sem ter liquidado as contas e esclarece a urgência do pedido. Contém um post scriptum a solicitar que dê autorização do pagamento para casa.
Exequentes: O Visconde e Viscondessa de Vila Nova de El-Rei, da cidade de Lisboa. Executados: João Batista Martins Pereira de Abreu e mulher, da freguesia de São Jorge de Abadim, julgado de Cabeceiras de Basto.
Habilitante: José Custódio Fernandes, da freguesia de Santo Emílião, julgado da Póvoa de Lanhoso. Habilitados: José Bernardino Mendes Vieira, da cidade de Lisboa, e outros da freguesia de Arosa e Império do Brasil.
João Korrodi retira a sua candidatura à presidência da "distrital de Lisboa" do CDS e pede a demissão do cargo de adjunto do director do Gabinete de Estudos dos centristas.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que gostaria de ser deputado, apesar de preferir ser ministro. A lista de deputados do CDS pelo círculo de Lisboa.
Exequentes: Os Visconde e Viscondessa de Vila Nova do Souto, da cidade de Lisboa. Executados: João Pereira e esposa, da freguesia de São Jorge de Abadim, julgado de Cabeceiras de Basto.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, apela à participação numa grande manifestação em Lisboa contra a repressão policial dos trabalhadores e dos sindicatos na Polónia.
O vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, envia um telegrama ao Governador de Macau em que afirma serem «muito sinceras e as melhores as intenções do Governo de Lisboa em relação ao território».
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, afirma que Portugal e Espanha partilham os mesmo ideais. Anuncio da abertura da linha aérea Lisboa-Barcelona.
Autores: O Provedor e Mesários da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães. Réus: O Conde da Lousã, D. Gregório José Ferreira de Eça e Menezes, e sobrinhos, da cidade de Lisboa.
O Secretário-Geral do PCP, Álvaro Cunhal, defende que a Embaixada da China, em Lisboa, irá ser um centro de conspiração e animação das forças que estão contra a democracia portuguesa.
Certificados do padre Francisco Nogueira, da freguesia de Santa Maria de Ribeiros, referente à celebração das missas instituída por Jerónimo de Freitas e Silva, de Lisboa, pela alma de seus pais e irmãos. Registo do notário.
Exequente: Maria da Madre Deus Rita Haucourt de Sousa Padilha, como administradora de seu marido, da cidade de Lisboa. Executado: Francisco Peixoto Pereira Pinto Coelho, da cidade do Porto.
Autores: Joana Maria Gomes de Macedo, da freguesia de Santa Maria de Souto. e António Ribeiro Neves, da cidade de Lisboa. Réus: João Duarte de Macedo e esposa Maria Rosa Marques, da freguesia de Santa Maria de Souto.
Autor: Manuel José Lopes Cunha, da freguesia de Taíde, concelho de Lanhoso. Réus: Manuel José Vieira de Andrade, residente em Lisboa, e esposa Maria Quitéria, da vila de Guimarães.
Exequentes: Joaquim Novais Moreira hoje Manuel Alberto Colaço por si e como tutor e administrador de seus filhos, da cidade de Lisboa. Executados: Manuel António de Oliveira, da freguesia de São Torcato, e outros.
Autores: O Visconde e a Viscondessa de Vila Nova de Souto de El Rei, da cidade de Lisboa. Réu: Domingos Gonçalves, da freguesia de São Jorge de Abadim, julgado de Cabeceiras de Basto.
Apresenta-se a Alfredo Pimenta e refere que, em tempos, o substituiu no ensino. Informa que é funcionário da Câmara Municipal de Lisboa e que pretende ser nomeado para o lugar de chefe de secção.
Opúsculo de exortação apostólica com introdução à sua leitura feita pelo Senhor Cardeal-Patriarca, contém a mensagem de Paulo VI para o VIII Dia Mundial da Paz. Edição do "Centro de Documentação Pastoral Patriarcado", Lisboa.
Livro de cariz religioso, da autoria de Bonifácio Bernardo. Edições Didaskalia, Lisboa Depósito Legal: 4225/84 O baptismo, na riqueza teológica que o constitui, faz parte integrante da fé da Igreja.
Livro de cariz religioso, da autoria de J. Freitas Ferreira e outros. Edições Didaskalia, Lisboa Depósito Legal: 4225/84 Recolha de conferências e comunicações apresentadas em Simpósio de Teologia, realizadas na Universidade Católica Portuguesa.
José Miguel Júdice sobre o conflito interno do CDS desencadeado por Freitas do Amaral e Lucas Pires. Critica a forma como o PSD tem tratado as eleições autárquicas em Lisboa.
Noticia que Freitas do Amaral afirma que o CDS não será a muleta do PSD nem tão pouco um partido satélite nas próximas eleições autárquicas. Particulariza a Câmara Municipal de Lisboa.
Refere-se ao Decreto sobre vinho. Fala sobre um empréstimo monetário. Tece comentários elogiosos à cultura de Alfredo Pimenta sobre História da C. de Jesus. Relata a conversa com o Vilela acerca da restauração da Sé de Lisboa.
Deseja que a cópia do ofício, que o João Rocha lhe disse que já tinha seguido para Lisboa, já esteja em poder de Alfredo Pimenta. Tece comentários críticos sobre um artigo. Pergunta se recebeu o cartão do A. L.
O registado: Senhorinha Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: desconhecida Pai: Diogo da Costa Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Lisboa Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Arrendamento que fez António Fernandes da Rocha, morador na cidade de Lisboa, a quem pertenciam os frutos da igreja de São Martinho de Fareja, do Priorado, por um ano, a Paulo Francisco, morador na Rua da Sapateira.
Arrendamento que fez Diogo Fernandes da Rocha, morador na cidade de Lisboa, a quem pertenciam os frutos das Searas do Priorado, por um ano, a Amador Dias, cutileiro, morador na Rua Nova das Oliveiras.
Sobestabelecimento que fez Manuel Pereira da Silva aos doutores Gonçalo Nunes e Francisco Lopes Bocarro, André Gomes, Bento Gil, advogados na cidade de Lisboa, e a Domingos de Andrade, morador na dita cidade.
Arrendamento que fez Diogo Fernandes da Rocha, morador na cidade de Lisboa, a quem pertenciam da metade da renda da igreja de São Tiago da vila de Murça, por dois anos, a Duarte Pereira Cales, mercador.
Revogação de procuração que fizeram os senhores do Cabido aos doutores Gonçalo Nunes e Francisco Lopes Bocarro, advogados na cidade de Lisboa, e a Domingos de Andrade, morador na dita cidade.
Procuração que fez Sebastião Francisco, mercador, morador na Rua dos Mercadores, e João Fernandes Branco, mercador, morador na dita rua, a Jerónimo Ferreira Guimarães, João Fernandes Felgueiras, Agostinho Alvares Costa, moradores na cidade de Lisboa.
Procuração que fizeram Francisco Antunes, marchante, e sua mulher Catarina Gonçalves, aos licenciados João Machado de Miranda, José da Costa Sodré, advogados nesta vila, e a outros nas cidades de Braga, Porto e Lisboa.
Procuração que fizeram Gonçalo Pinheiro, mercador, morador na freguesia de São Romão de Arões, e Jerónimo da Silva de Freitas, morador na vila, a Belchior Ribeiro e Agostinho Alvares da Costa, ambos da cidade de Lisboa.
Agradece a forma acolhedora como foi recebido, em Lisboa e convida o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral a visitar, oficialmente, a França. Contém despacho.
Pede para hospedar duas filhas na sua próxima ida a Lisboa. Participa o envio de recorte do "Diário do Minho" para avaliar possível resposta. Informa dos pagamentos efetuados e das obras por realizar.
Descreve a reação dos vimaranenses a propósito do agradecimento de Lisboa a [Salazar]. Refere-se ao Marechal Tito, às convulsões na Bélgica e às palavras do Salazar proferidas no Terreiro do Paço.
Comunica que, contra a sua vontade, teve que adiar a sua ida a Lisboa. Informa que o Dr. Gaspar Gomes Alves vai fazer uns concursos. Pede que se empenhe em ajudá-lo.
Refere-se às contas do expediente do Arquivo. Pergunta onde pudera adquirir os folhetos de Alfredo Pimenta sobre os prémios do Secretariada, e o da Conquista de Lisboa. Tece comentários críticos ao Gonçalves das estampilhas.
Reporta-se ao pagamento de salários aos funcionários do Arquivo Municipal de Guimarães e à conferência de Alfredo Pimenta a realizar em Braga. Refere-se às notícias sobre os atentados em Lisboa.
Deseja felicidades para a conferência em Coimbra. Tece comentários elogiosos ao de Alfredo Pimenta publicado no "Diário de Lisboa". Comunica que elucidado com as instruções sobre o trabalho "Cartas de Reis".
Informa que o João Rocha estava muito satisfeito com o curso das coisas em Lisboa, nomeadamente com o discurso do Salazar. Reporta-se à mudança de instalações do Arquivo Municipal.
Refere-se às obras para a instalação do Arquivo Municipal. Tece comentários críticos ao artigo de [Norberto] publicado no “Diário de Lisboa” sobre o republicanismo e as ofensas de Alfredo Pimenta ao José M. Rodrigues.
O registado: Francisco Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: 1835/12/08 Pai: Francisco José Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Mãe: Maria José Naturalidade (freguesia e concelho): Lisboa Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Trata da sua árvore genealógica. Participa que conta que Alfredo Pimenta não vá para Lisboa sem os visitar. Comunica que está ansioso por combinar com João Gomes Ribeiro a ida à Madre Deus.
Autor: O Ministério Público. Réus: Tomásia da Silva Lisboa, sua filha Francisca Rosa e a cunhada desta por nome Rita, todos da freguesia de São Miguel de Creixomil, comarca de Guimarães.
Prazo que fez o Cabido de umas casas e rossio em Santo André de Gondisalves, termo da cidade de Braga, com privilégio das tábuas vermelhas, a Dona Catarina Sofia Creme Vanzellar, viúva de António Creme, moradora na cidade de Lisboa.
Trespasse de renda que faz José de Freitas Guimarães, assistente na cidade de Lisboa, rendeiro da renda do Priorado, a José Francisco de Abreu, morador na Rua de Santa Luzia.
Trespasse de renda que faz José de Freitas Guimarães, assistente na cidade de Lisboa, rendeiro da renda do Priorado, a António Francisco Peneda, estalajadeiro, morador na Rua de Trás dos Oleiros.
Autoras: Maria das Dores Santos e e Maria Romana das Dores Santos, testamentárias de Antónia Luísa Ribeiro, falecida, da rua de São Joaquim, freguesia de Santa Isabel, cidade de Lisboa.
Traslado do acrescido nos autos carta precatória cível extraída dos autos de arrecadação de espólio por óbito de António Ribeiro dos Santos, natural da cidade de Guimarães e morador que foi na cidade de Lisboa.