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ENTFE - Entrada de Faxes e E-mails
Artigo sobre a retirada da documentação da misericórdia do Arquivo Histórico.
Propriedades do cabido e do bispo. Contém próprios, foros e capelas. Inclui testamentos.
Demarcações da freguesia de São Mamede de Troviscoso e do Couto de Barbeita; Procurações para assistir à medição e demarcação de bens, e tomar escritura de reconhecimento de foreiro relativos ao mosteiro de São João de Longos Vales; reconhecimentos relativos ao mosteiro de São João de Longos Vales; regimento das demarcações e tombos dos bens dos Colégios de Coimbra e Évora e outro relatório aos bens do Mosteiro de Santa Maria de Carqueija; vedorias relativas ao mosteiro de São Fins.
Demarcações da freguesia de São Mamede de Troviscoso e do Couto de Barbeita; Procurações para assistir à medição e demarcação de bens, e tomar escritura de reconhecimento de foreiro relativos ao mosteiro de São João de Longos Vales; reconhecimentos relativos ao mosteiro de São João de Longos Vales; regimento das demarcações e tombos dos bens dos Colégios de Coimbra e Évora e outro relatório aos bens do Mosteiro de Santa Maria de Carqueija; vedorias relativas ao mosteiro de São Fins.
Demarcações da freguesia de São Mamede de Troviscoso e do Couto de Barbeita; Procurações para assistir à medição e demarcação de bens, e tomar escritura de reconhecimento de foreiro relativos ao mosteiro de São João de Longos Vales; reconhecimentos relativos ao mosteiro de São João de Longos Vales; regimento das demarcações e tombos dos bens dos Colégios de Coimbra e Évora e outro relatório aos bens do Mosteiro de Santa Maria de Carqueija; vedorias relativas ao mosteiro de São Fins.
O Conselho da Fazenda foi instituído por Regimento em 20 de Novembro de 1591, que converteu num único os três tribunais do Reino, Índia, África e Contos, que então funcionavam separadamente. Esta reforma tinha como objectivo alcançar um maior rigor administrativo e uma maior celeridade no despacho das partes. O Conselho da Fazenda era composto por um vedor (que, cumulativamente, era o seu presidente), por quatro conselheiros e por quatro escrivães. O expediente encontrava-se distribuído por quatro repartições, sendo a primeira a do Reino e do Assentamento, a segunda a da Índia, Mina, Guiné, Brasil, ilhas de São Tomé e Cabo Verde, a terceira a das ilhas dos Açores e Madeira e dos Mestrados das Ordens Militares e a quarta a de África, Contos e Terças. O Conselho da Fazenda herdou, de um modo geral, as competências dos antigos vedores da Fazenda, expostas nos Regimentos e Ordenações da Fazenda, de 17 de Outubro de 1516 e que consistiam em arrendar, aforar ou emprazar todos os bens e rendas reais, no Reino e Domínios Ultramarinos, e fazer proceder aos respectivos pagamentos; dar assistência aos negócios da Índia e prover ao apresto das armadas; ordenar melhoramentos e reparos em lezírias, paços e fortalezas; vigiar toda a escrituração da contabilidade pública; decidir, por via voluntária ou contenciosa, todas as acções relativas a bens e direitos detidos ou contestados à Coroa; fazer proceder, por meio da elaboração de tombos, à descrição de todos os bens da Coroa; despachar todas as despesas do Estado com os seus funcionários, segundo critérios de direito vigente (estava excluído da sua competência o despacho de graças e mercês de bens reais). As amplas competências dos Conselho da Fazenda foram restringidas por várias reformas administrativas ao longo do séc. XVII, entre as quais se destacaram: a nova regulamentação da Casa dos Contos do Reino e Casa, exposta no Regimento dos Contos, de 3 de Setembro de 1627, que concedeu a esta instituição maior autonomia jurídico-processual nas acções de contabilidade pública; a criação do Conselho Ultramarino, por Regimento de 14 de Julho de 1642, que retirou ao Conselho da Fazenda toda a jurisdição sobre bens situados nos Domínios Ultramarinos (com excepção das ilhas dos Açores e da Madeira e dos lugares do Norte de África, que continuaram sob administração do Conselho da Fazenda); a criação, por Alvará de 18 de Janeiro de 1643, da junta dos Três Estados, à qual foi cometida a administração de importantes rendimentos, como os direitos da décima, do real da água, das caixas de açúcar e da Chancelaria-Mor da Corte e Reino. As competências do Conselho da Fazenda foram reformuladas por Lei de 22 de Dezembro de 1761, pela qual lhe ficaram atribuídas, a título exclusivo, as jurisdições voluntária e contenciosa sobre toda a natureza de bens da Coroa. Por Alvará de 17 de Dezembro de 1790, foi o Conselho da Fazenda reunido ao Erário Régio e com a criação e regulamentação da Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda, por Decretos de 15 de Dezembro de 1788 e de 8 de Outubro de 1812, ficou a sua esfera de competências cada vez mais confinada às de um tribunal superior fiscal. A estrutura interna do Conselho da Fazenda sofreu algumas alterações durante os sécs. XVII a XIX, quer como consequência da introdução de várias reformas administrativas quer da emergência de novas realidades económicas. Assim, com a criação do Conselho Ultramarino, ficou a Repartição da Índia, Mina, Guiné, Brasil, ilhas de São Tomé e Cabo Verde convertida na Repartição da Índia e Armazéns. Por Alvará de 25 de Agosto de 1770, foi extinta a Repartição de África, Contos e Terças, passando as suas competências para a Repartição das Ilhas e Mestrados das Ordens Militares. Por Decreto de 23 de Janeiro de 1804, fundiram-se as Repartições das Ilhas e Mestrados das Ordens Militares e da Índia e Armazéns, dando origem à Repartição da Índia e Ordens. Por Resolução de 30 de Outubro de 1824, foi criada a Repartição do Tombo Geral do Reino e por Decreto de 11 de Dezembro de 1830 foi criada a Repartição das Capelas da Coroa. O Conselho da Fazenda foi formalmente extinto pelo Decreto nº 22, de 16 de Maio de 1832, que se efectivou por Decreto de 31 de Julho de 1833, tendo-lhe sucedido o Tribunal do Tesouro Público.
Inclui certidões de capelas; certidões e autos de conta de capelas de missas; doação de casas à irmandade com a obrigação de dizer missas e de pagar os dotes de órfãs de irmãos segundo o número e valor indicados; tombo das capelas do coro, instituídas pelo prior João Antunes Monteiro; certidão da escritura padrão da capela; carta de arrematação relativa a capelas; documentos e quitações sobre transações dos rendimentos das capelas; pensões pagas a diversas religiosas por escrituras feitas com a irmandade; ordem de suspensão das capelas do coro da irmandade; requerimento de um capelão contra a irmandade para que lhe seja pago o tempo que serviu; recibos de capelas instituídas; certidões de quitação relativas aos encargos com as capelas que a irmandade administrava; certidão das capelas instituídas por el-rei D. Afonso IV e sua mulher Dona Brites na Sé de Lisboa e redução dos encargos pios; verbas de redução de encargos de diversas capelas; recibos e certificados dos valores referentes a multas impostas aos capelães; recibos relativos aos pagamentos ao Hospital de S. José dos encargos de capelas; certidão de testamento e legado. Integra ainda certidões de missas de diferentes instituidores e um livro de registo das certidões de missas passadas pelos capelães pelas almas dos irmãos.
Inclui desenhos de diferentes perspetivas e pormenores da Igreja de São Nicolau e de um retábulo de igreja não identificado. Alguns destes documentos estão assinados pelo Marquês de Pombal; prospeto de melhoramento no alçado lateral junto da sua igreja com frente para a rua dos Douradores; cópia da inscrição latina, e sua tradução, esculpida na pedra principal lançada no alicerce da construção da nova Igreja de São Nicolau, iniciada em 1 de Setembro de 1776, a qual foi benzida pelo Arcebispo de Lacedemónia, Dom António Bonifácio Coelho; notas, ofícios e circulares, relações de peditórios, doações, prospeto e minutas com as condições do empréstimo e empréstimos relativos às obras de edificação da Igreja de São Nicolau. Integra também documentação diversa referente à gestão das propriedades rústicas e urbanas pertencentes à irmandade, da qual destacamos: livro do "Tombo da demarcação e medição da Quinta de Corroios de Teófilo Borges de Brito, e das mais propriedades, e pinhais pertencentes a ela"; conta corrente, declaração de receita para efeitos de pagamento da décima, apontamentos sobre arrendamentos e outros documentos relativos às casas e horta designada de “Feiticeira”, em Arroios; contratos de arrendamento da marinha de sal de Setúbal, denominada “o Gaifão”; doação e requerimento pedindo indemnização do rendimento dos covais e para que a irmandade tomasse posse das lojas que estão por baixo da Igreja de São Nicolau; conhecimentos dos depósitos das rendas dos inquilinos de prédios pertencentes à irmandade.
Inclui: 1- um inventário geral das acções activas e passivas da Irmandade do Santíssimo Sacramento: apólices do empréstimo para as obras da Igreja, padrões de juro próprios da Irmandade, propriedades de casas, foros, dívidas à Irmandade por empréstimo de dinheiro a juros com padrões ou casas hipotecadas, entre outros (f. 2-7, com acrescentos noutros fólios); 2- um inventário dos bens móveis: prata, ornamentos, paramentos, capas, roupa branca, tocheiros, castiçais e outros; 3 - um registo em formato comum nos livros Diários, ou seja, o local e data (dia, mês e ano) ao centro da página, o descritivo da receita ou despesa, período a que diz respeito, referência ao livro de receita ou despesa e fólio respectivo e as quantias recebidas ou entregues, com os valores em numeral divididos em metal e em papel (folhas 7 e 8 e 12 a 20). No ano de 1806 todos os registos possuem, na margem esquerda, a referência ao Livro de Tombo (ver série ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/10) ou ao Livro de Contas Correntes (ver série PT-INSE-ISSIE/GP/01-02). No ano de 1807 não existem estas anotações marginais. Tesoureiro: Marcos Aurélio Rodrigues; Miguel José Rodrigues. Escrivão: José de Carvalho e Araújo.
O conjunto documental distribui-se pelas seguintes áreas: prazos, tombo e sentença.
Carta manuscrita assinada, de Lisboa. Papel timbrado "Arquivo Nacional da Torre do Tombo".
Carta manuscrita assinada, de Lisboa. Papel timbrado do "R.T. Arquivo Nacional da Torre do Tombo".
Bilhete postal com uma gravura da Praia do Tombo em Moçâmedes.
Declara que separou os documentos relativos à questão entre o Estado e a Colegiada de Guimarães sobre os documentos que estão na Torre do Tombo em que tomaram parte Herculano e Soromenho e que não encontrou a relação formulada pelo Alexandre Herculano a que o abade de Tagilde refere no Acheologo Português vol. IX, pág. 84. Afirma que não sabe mais notícias da Câmara e que foi um erro o João Rocha ter remetido a circular sem primeiro ouvir Alfredo Pimenta. Presta informações sobre o Francisco da Costa e sobre a genealogia dos Margaride.
Contém: - "traslado da carta de D. Afonso V e da visitação do bispo sabinense". 1461. Refere a Torre do Tombo, Gomes Eanes de Zurara, cronista e guarda-mor, e Fernão de Elvas, escrivão das escrituras, - "traslado da supressão de uma prebenda para o mestrescolado e processo discernido sobre ela". 1430, - "traslado do instrumento da vacante de uma conesia que se suprimiu no mestrescolado". 1431, - "traslado da sentença apostólica por que consta da supressão de uma conesia no mestrescolado e da data da bula de sua Santidade sobre a supressão dela". 1453, - "traslado de uma sentença dada sobre a entrada do arcediagado de Sobradelo".1514
Trata de um a questão de foro financeiro, da criação de um prémio pela Câmara Municipal de Guimarães, do envio do Boletim [de Trabalhos Históricos] à Torre do Tombo, do preço do feijão, da conferência de Alfredo Pimenta de 23 de outubro e da comenda do Souto. Presta informações sobre o Luís Gonzaga Pereira, o Antonino e o João de Deus. Fala do encontro do João Rocha com o Mariano. Tece comentários críticos ao artigo de Augusto de Castro, publicado no " Diário de Notícias", aos versos do Hernanni de Lencastre, e ao César Augusto do Bombarral.
Contém uma advertência sobre o conteúdo do livro, referindo que além do registo das rendas de casas e propriedades em Guimarães também fazem parte deste tombo as de Braga e Porto, bem como, rendas pagas pelo convento e missas que mandam dizer fora deste. Inclui registos de títulos de casas e propriedades, registos de casas próprias e das obrigações do convento, assentos de títulos dos documentos de várias coisas particulares não pertencentes às suas propriedades. Existem, ainda, um alvará régio (1760), um requerimento e certidão de outro alvará (1784). Nº original: 1.
Reporta-se às fichas do pessoal do Arquivo ao pagamento da Câmara Municipal dos salários dos funcionários do Arquivo. Declara que vai às Finanças tentar que cumpram o Decreto de 28 de Dezembro de 1931 e que auto de entrega seja com o presidente da Câmara. Refere que acha que a circular que o Cardoso remeteu aos diretores vai ser publicada nos jornais e que se Alfredo Pimenta não a leu na Torre do Tombo poderá lê-la na imprensa. Tece comentários elogiosos à "Tribuna Livre" publicada n' "A Voz". Reporta-se à reunião do júri do Secretariado para atribuição dos prémios literários. Critica o padre Costa.
Solicita que Alfredo Pimenta interceda junto do Ministro da Instrução sobre a pretensão dos alunos do Curso Superior de Bibliotecário e Arquivista. Pede atenção para o seu requerimento, a fim de conseguir a transferência para a Torre do Tombo, e explica o motivo. Contém uma carta dactilografada dirigida ao inspetor-geral das Bibliotecas e Arquivos a solicitar que não seja permitido o preenchimento das vagas que ocorrerem nas bibliotecas e arquivos de Lisboa por transferência dos atuais funcionários, mas apenas por futuros diplomados desse curso.
Rações que que possuiam Pedro de Miranda, Manuel Ferreira e João de Sá. Concelho de Freixo de Espada à Cinta.
Nesta secção reúnem-se todos os conjuntos documentais que testemunham a administração financeira da Irmandade: orçamentos e contas de gerência (1841-1985), registo de orçamentos (1931-1946); livros de receita e despesa dos tesoureiros (1752-1763), os subconjuntos de livros de receita do tesoureiro (1763-1804), de despesa do tesoureiro (1763-1805), de administração das capelas e outros legados pios (1720-1768) e de despesa de obras (c. 1775-1824); inclui-se ainda nesta secção as séries de receita e despesa da Fábrica da Igreja (1753-1802), dos documentos comprovativos das receitas e despesas (1724-1882 e 1934-1987), receita e despesa do andador (1775-1802) e a subsérie de registo de receita e despesa da Fábrica, quando o seu registo estava à responsabilidade do Procurador (1804-1827), a de demonstração das despesas anuais da Irmandade (1806), escrituração mensal da Irmandade (1806-1807), conta da receita e despesa do tesoureiro (1806-1822), tombo dos bens e rendimentos da Irmandade (1806-1820), conta corrente com os devedores e credores da Irmandade (1771-1822) e com o procurador da Mesa (1812-1817), de registo de conhecimentos (1814-1846), as séries de livros Diário (1822-1947), Cofre e Contas (1822-1843 e 1844-1945), Razão (1822-1864), receita por lembrança (1822-1828), Livro dos Padrões (1822-1834) e cartas de padrão (1605-1813), extractos de contas por verbas orçamentais (1890-1892), Legados Pios (1891-1946), de receita e despesa da imagem do Senhor Jesus dos Passos (1904-1910), Livro Caixa da Comissão Administrativa (1911-1912) e da Irmandade (1938-1986), a de balanço da despesa (1934-1938), a de livro de verbas (1978-1985), de movimento diário de receita e despesa (1993-1995), as séries de livros de guias de despesa (1901-1909) e de receita (1923-1924), das cadernetas de recibos de quotas pagas pelos irmãos (1894-1971), recibos de donativos e jóias (1922-1938), verbetes para a passagem de quotas (1936), lista de donativos para obras (1939) e a colecção de recibos de rendas de casas (1911-1979). Esta secção inclui ainda duas subsecções: Cofre dos Socorros (1893-1935) e Conta Particular do Tesoureiro Colffs (1790-1803).
Alberto de Gusmão Navarro agradece a assinatura do Tombo Historico Genealogico de Portugal. Informa que não pode dar dados sobre Ferreiras pois o nobiliário de Afonso Torres não tem referências. Convida JAM a publicar no Tombo. Carta manuscrita assinada.
Casais, foros, pensões e rendas, prazos. Procurações para tratar de tudo o que respeita ao Tombo dos prazos.
Livro manuscrito com capas de couro muito deterioradas. Livro do Tombo dos Bens do Concelho de Landim.
Correspondência recebida relacionada com assuntos pessoais e familiares. Destaca-se um pedido dirigido ao guarda-mor da Torre do Tombo.
Francisco José da Silva Basto, tabelião público, certifica o livro "Tombos e Memória dos legatários, obrigações e deixas".
Livro de Património Municipal onde se encontram registados bens pertencentes à Câmara Municipal de Évora no ano de 1831.
(Lisboa) - Mensagem de felicitação pela eleição de António Lino Neto para o cargo de sócio [correspondente da Classe de Letras] da Academia das Ciências de Lisboa.
[Lisboa] - Agradecimento pela oferta da obra intitulada “Elementos de Economia Política” e felicitação do seu autor.
[s.l.] - Pedido de protecção para José António Mónica, candidato ao concurso de cônsules.
Antes do termo de abertura, no fl. [1], é registada, com data de 25 de Abril de 1754, a nomeação de Joaquim Pereira Marinho para Protector e Administrador da Capelinha de Nossa Senhora da Lapa, o qual fica responsável pela numeração e rubrica deste livro destinado ao Inventário, receita e despesa de tudo o que pertencer à Senhora da Lapa «(...) sita no primeiro pateo das escadas da porta principal da mesma Bazilica» (de acordo com o termo de abertura no fl. 1). Contém um resumo histórico relativo ao culto e capela de Nossa Senhora da Lapa (fls. 2-3). Índice no fólio 3. Registo da receita (ex.: esmolas dos fiéis, vendas de peças de ouro e prata) e da despesa (ex.: impressão de estampas, cera, ramos para festas, panos, obras). Contas apresentadas ao Secretário da Irmandade. Remissão para o Livro das Contas Gerais da Irmandade no qual estariam registados os valores destas contas. No fólio 84 começa um novo registo da despesa. No fólio 154: «Inventário de todos os paramentos e Alfayas pertencentes à Capella de Nossa Senhora da Lapa da Igreja da Assumpção de Nossa Senhora do Socorro dos Clerigos pobres desta cidade do Porto», 1762. Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 198.
Requerido por Domingos Francisco da freguesia de Santa Marinha de Anais.
A favor de Diogo Gomes de Abreu, que é arcediago do couto, reitor e abade da igreja de Cervães. Localidades: Cervães, São Salvador, Vila Verde
A favor do reverendo Senhor Lopo Gordo, abade das ditas paróquias. Localidades: Tadim, São Bartolomeu, Braga; Fradelos, São Martinho, Braga.
Em favor de Álvaro Gil, abade dela, a mando do Senhor Dom Diogo de Sousa, Arcebispo de Braga. Localidades: Tabuaçãs, São Julião, Vieira do Minho.
Sita na terra de Santa Cruz de Riba Tâmega, a favor de Gonçalo Álvaro Sanhudo, capelão da dita igreja. Localidades: Vila Caiz, São Miguel, Amarante.
Que é da apresentação do Senhor Arcebispo de Braga, a favor de Francisco Borges, abade daquela freguesia. Localidades: Vilaça, São Miguel, Montalegre.
A favor de Melchior do Amaral, fidalgo e Desembargador do Paço. Localidades: Rio Covo, Santa Eulália, Barcelos.
Que jazem em terra de Aguiar de Sousa, termo da cidade do Porto, que mandou fazer Estevão Ribeiro, abade e reitor da dita igreja. Localidades: Eiriz, São João Evangelista, Paços de Ferreira.
Pertencente ao couto de Geraz do Lima, concelho de Viana do Castelo, a favor de António Barbosa, abade da dita igreja.