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Livro Copiador de Correspondência Expedida pela Tesouraria da Sociedade Farmacêutica Lusitana, de 13 de agosto de 1858 a 25 de abril de 1861, organizado cronologicamente e contendo cópias manuscritas de correspondência expedida sobre diversos assuntos, nomeadamente sobre eleições para os cargos da tesouraria, registo de pagamento de quotas, jornais, diplomas e estampilhas, envio de jornais a sócios, admissão e demissão de sócios, nomeação de delegados, louvores pelos serviços prestados à Sociedade, enganos no envio de recibos e cobranças, relação de sócios sem dívidas, envio de cópias de estatutos aos sócios, pedido de doação monetária à Sociedade Farmacêutica Lusitana para investimento na sua sede. Entre os destinatários encontram-se Abílio Nunes Guardado, Adelino Augusto Pereira de Carvalho, Agostinho Dias Lima, Ângelo Joaquim Bravo, António Caetano de Bastos, António Cândido de Assunção Nunes, António Correia de Figueiredo, António de Oliveira Melo, António Francisco das Neves, António Francisco Romano Baptista, António Gomes Roberto, António Jacinto de Sousa, António Joaquim Ferreira, António Joaquim Rosado e Silva, António José Lopes da Silva, António Manuel Rodrigues, António Maria Caeiro, António Mendes de Matos, António Pais da Cunha Mamede, António Quirino de Sousa, António Rodrigues Vidal, Augusto César Marques, Augusto Joaquim da Costa Pereira Calheiros, Belchior Rosado Caeiro, Bernardo José Gonçalves, Caetano José de Araújo, Cândido Joaquim Xavier Cordeiro, Cândido Marcelino Borges, Cândido Máximo dos Reis Chaves, Domingos António Soeiro, Domingos Barata Diniz, Eduardo Júlio Janvrot, Félix da Fonseca Moura, Filipe Fernandes Calçado, Francisco Maria Supico, Francisco Ribeiro de Magalhães, Francisco Xavier de Sousa, Frederico José da Silva Nobreza, Januário José de Miranda, João António Silveira, João Augusto Penedo, João Bernardo de Miranda, João Carlos de Matos, João Crisóstomo de Almeida, João de Deus Baptista, João José de Sousa Magalhães, João José Pereira Amado, Joaquim António Pinto, Joaquim José da Veiga, Joaquim José Rodrigues, Joaquim José Roquete, Joaquim Pinto Madureira, Joaquim Urbano da Veiga, Joaquim Vicente da Silva, José António da Cunha, José António Lopes, José Félix Nunes Franco, José Joaquim Brochados Caldas, José Manuel Teixeira Malheiro, José Mendes dos Santos, José Ribeiro Guimarães Drack, Luís António da Costa, Manuel José da Silva Rosa, Manuel Luís da Silva Saturnino, Manuel Maria Teixeira, Manuel de Ornelas, Maurício de Andrade, Narciso José Gomes do Souto, Policarpo dos Reis Mendo Costa, Rafael Gonçalves de Azevedo, Sebastião A. G. da Silva, Tomás Paulo da Palma. Nomes referidos na correspondência que não constam da lista de destinatários: Anacleto António Rodrigues de Oliveira, António de Sousa Dias, António Joaquim Pereira, João Crisóstomo Pereira Barroso, Joaquim da Costa Neves, Joaquim José Alves, José Tedeschi, Manuel Nepomuceno, Raposo Sobrinho, Sebastião Betâmio de Almeida.
Pasta contendo documentos avulsos relativos às Sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana para elaboração de atas. Contém documentos datados entre 8 de setembro de 1927 e 31 de julho de 1928, nomeadamente minutas datilografadas e manuscritas das sessões; moções, propostas e cartas de sócios; pareceres de sócios e comissões da Sociedade; editais; circulares; correspondência recebida e expedida; recortes de jornais; convites aos sócios; ficha de proposta para admissão de sócios; rótulos e etiquetas. São abordados diversos assuntos nomeadamente sobre as leis de defesa da saúde pública; orçamento para aquisição de um vitral para a sede da Sociedade; criação do sindicato dos fabricantes de produtos farmacêuticos e especialidades; uniformização dos preços dos medicamentos; atraso na transcrição das atas a partir de 22 de agosto de 1927; projeto de lei das associações de socorros mútuos; pautas alfandegárias sobre artigos de vidro (ampolas de vidro neutro, tubo de vidro neutro para ampolas); quotas; admissão e demissão de sócios; admissão a sócios honorários de Achilles Alfredo da Silveira Machado, Leopoldo Lopez Perez e José Alemão de Mendonça Cisneiro e Faria; I Congresso Nacional de Farmácia; Farmácia Pancada; farmácias militares; lei do exercício profissional; exercício ilegal de farmácia; Federação Nacional de Farmacêuticos; caixa de reformas para farmacêuticos; cooperativa farmacêutica; limite de abertura de farmácias; suspensão do selo nas especialidades farmacêuticas; formulários de medicamentos; uniformidade do título de farmacêutico; identificação do açafrão; Rodrigo Maria Frazão; votos de sentimento pelo falecimento de Francisco Silvestre do Rego, Vicente José de Seiça e Júlio Henriques; regimento do preço dos medicamentos; subscrição para a Casa da Química; transcrição de parte do plano de revisão da farmacopeia portuguesa; colaboração na exposição médico-cirúrgica e de higiene do III Congresso Nacional de Medicina; transcrição da “Contribuição para um estudo de método único de dosagem de mercúrio nos seus sais com aplicação na terapêutica”; sobre o trabalho de Goes de Oliveira “Ensaio dos Fármacos nos nossos Laboratórios”; abertura ilegal de farmácias; aviso convocatório da Sociedade publicado nos jornais “A Voz”, “O Século”, “Diário de Notícias”; aprovação e transcrição de alguns artigos do estatuto da Sociedade; imposto camarário a farmácias; horário de trabalho das farmácias; eleições de Corpos Gerentes; doações à biblioteca da Sociedade; pós de Dower; receitas veterinárias; exercício ilegal das profissões sanitárias. Contém rótulos e etiquetas de diversos organismos: Sociedade Industrial Farmacêutica, Raúl de Campos Palermo, Farmácia Marques, Farmácia Cruz e Costa, Pharmacia Barral, Pharmacia Lima Amaro, Farmácia Campos, farmácia André, Sociedade de Produtos Químicos e Farmacêuticos, Farmácia Vieira, Farmácia da Mutualidade Obrig. na Doença, Farmácia da Misericórdia, Elísio dos Santos Rolinho, Farmácia Correia, Adelino Bairrão, Farmácia Neves, Pharmacia Emílio Fragoso, M. Grillo Júnior, Farmácia Oliveira, Pharmacia Internacional de Lisboa, Pharmacia Ferreira & Germano Lª, Farmácia Silva Sardo, Alberto Malta, Pharmacia Barbosa, Farmácia Estácio.
Esta série contém uma recolha de artigos em boletins, jornais, actas sobre a JNA e o IAPO, geralmente acompanhados por apontamentos de Manuel de Lucena: Pasta 1 – Dois exemplares, um deles pertencendo a Regina Borges, da publicação “Para a valorização da agricultura. O regime de comercialização do azeite e dos óleos alimentares (1965-66)”, portaria n.º 21 741 de 22 de Dezembro de 1965. Pasta 2 – Notas de leitura manuscritas por Manuel de Lucena sobre vários artigos publicados no Boletim da JNA e no Boletim do IAPO; fotocópias de quadros anexos e de artigos completos desses mesmos boletins, incluindo o de uma lista de todos os trabalhos publicados no Boletim da JNA entre 1946 e 1972. Contém ainda: o folheto de divulgação “O olival: cultura e granjeio” de J. Mira Galvão, Lisboa, edição da JNA, 1940; fotocópias de partes da obra “Da genuinidade dos óleos vegetais” de Ana Afonso Braga da Cruz Ferrão; fotocópia de duas notícias publicadas no Diário de Lisboa: “Carta do deputado eng.º Camilo de Mendonça a propósito de comunicado do Grémio Nacional dos Industriais de Óleos” e “O Grémio Nacional dos Óleos Vegetais esclarece a opinião pública a propósito do discurso de um deputado na Assembleia Nacional”. - fotocópia de extractos do Diário das sessões da Assembleia Nacional: n.º 29 de 28 de Fevereiro de 1970, n.º 161 de 24 de Fevereiro de 1972, e n.º 203 de 6 de Dezembro de 1972.
Documentação relacionada com a Igreja de São Lourenço e a Capela de Nossa Senhora da Luz, situadas na freguesia de Carnide, 2.º Bairro de Lisboa, nomeadamente: pedido de reparações no edifício; condições para o arrendamento em hasta pública do quintal anexo à Capela da Luz; páginas de jornais contendo o edital que publicita o arrendamento; orçamentos relativos a reparações; entrega de objectos provenientes da Capela de Nossa Senhora da Luz em Carnide ao Museu Nacional de Arte Antiga; parecer do Conselho de Arte e Arqueologia sobre o estabelecimento do culto católico na igreja de Nossa Senhora da Luz facilitando "a conservação desse belo exemplar arquitetónico", mediante as reparações consideradas indispensáveis, com vista à utilização da antiga igreja matriz de Carnide como escola "desde que esse aproveitamento não prejudique não só os azulejos que revestem, a toda a altura, as paredes do corpo da referida igreja e que em lambris, decoram a Capela-Mor, como as cantarias da época primitiva"; conta-corrente das receitas e despesas entre 8 a 11 de Setembro de 1916; pedido de abertura de uma porta do parque do quartel do 1.º Grupo de Metralhadoras para a casa antecedente e anexa à sacristia da Igreja da Luz.
Desafectação do culto da igreja do antigo Convento de Santa Joana, situado na Rua de Santa Marta, freguesia de Camões, do 3.º Bairro da cidade de Lisboa, a fim de se proceder ao alargamento e melhor instalação dos arquivos do Ministério das Finanças, tendo em consideração que a poucos metros de distância fica situada a igreja paroquial do Coração de Jesus, com capacidade para a celebração do culto católico. Venda em hasta pública dos respectivos móveis, utensílios, paramentos e alfaias. Contém editais e informação detalhada da Comissão Jurisdicional dos Bens Cultuais com as orientações para a realização do leilão; páginas de jornais com as publicitações; listagem dos objectos vendidos, dos respectivos adjudicatários, valor da avaliação e da venda; comprovativo do depósito na Caixa Geral de Depósitos da importância de 96.421$00 resultante da venda em hasta pública; cópia do auto de entrega datado de 18 de Junho de 1918, à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e Senhor Jesus de Santa Via-Sacra dos objectos que se encontravam na igreja do extinto Convento de Santa Joana, devidamente discriminados; assim como listagem dos objectos recebidos pelo Conselho de Arte e Arqueologia de Lisboa, com destino aos museus da circunscrição, nomeadamente ao Museu Nacional de Arte Antiga, maioritariamente dos séculos XVII e XVIII.
Notas e informações sobre o estado de degradação das estradas entre o Tejo e a Venda Nova, relatório sobre o estado da estrada de Abrantes ao Codes e do ramal de Sardoal; requerimentos de proprietários reclamando indemnizações pelos prejuízos sofridos e pagamento de expropriações, reclamações por dívidas referentes a trabalhos de fiscalização e construção em diversos lances da estrada Abrantes a Castelo Branco . Relatório do estado em que se encontrava a extensão concluída da estrada do Tejo ao Codes quando a Direcção das Obras Públicas do Distrito de Santarém tomou conta da Secção de Abrantes; orçamentos de reparação dos lanços dados por prontos na estrada de Abrantes por Castelo Branco a Salvaterra do Extremo e orçamento de grande reparação do lanço da estrada do Tejo à Venda Nova; pareceres do Conselho de Obras Públicas. Constituição de uma Comissão para avaliar as dívidas do Estado por indemnizações, expropriações, jornais, materiais, despesas de administração e de fiscalização relativos a vários lances da estrada de Abrantes a Castelo Branco - nomeação e memorando sobre as dívidas. Relatório sobre o estado das estradas a cargo da Secção de Abrantes; requisições de fundos e pedidos de libertação de verbas.
Ofícios, brochuras, jornais referentes à Exposição Universal de Paris de 1867 ou a Segunda Exposição Universal ou "Exposition Universelle d'Art et d'Industrie" (Exposição Universal de Arte e Indústria), que se realizou entre 1 de abril e 3 de novembro de 1867 no Campo de Marte, em Paris. Circular aos Governadores Civis de 18 de Dezembro de 1865 e 12 de Abril de 1866 da Comissão Encarregada dos Trabalhos Preparatórios para a Exposição Universal de Paris. Circular de convite aos industriais. Correspondência com o Ministério e outras autoridades. Carta de Georges Aumont, arquitecto paisagista dirigida ao Conde d'Ávila, Comissário Real da Exposição a informar que os trabalhos dos jardins do Champs de Mars lhe foram adjudicados pela Comissão Imperial Francesa. Exemplares do jornal "L'Exhibiton" de 1866. Documentos relativos ao processo para a eleição dos artistas que hão-de visitar a Exposição por conta do Governo. Registo contabilistico de recebimentos e despesas com transporte de objectos, pagamentos a expositores e funcionários. Minuta de Relatório sobre a exposição bastante rasurado e com uma nota inicial " Remeto a V. Exª a minuta do relatório que V. Ex. prometeu mandar pôr a limpo. (...) Não vou pessoalmente porque temo que a victima que tiver de copiair o relatório me assassine." assinado Viriato. Ofícios dos vários participantes na Exposição. Relação de prémios concedidos aos expositores portugueses. Desenho (1) vegetal colorido da secção do Parque Campo de Marte atribuído ao reino de Portugal.
A unidade de instalação é composta por documentação relativa a obras de construção e manutenção da Estrada Nacional nº 76 de Vila Nova de Portimão á estação de Monchique (lanço de Saboia a Monchique), da Estrada Distrital nº 191 de Aljezur á Mina de São Domingos (ponte sobre o Rio Guadiana em Mértola), da Estrada Distrital nº 175 da Ribeira de São Manços a Beja. Contém mapas de despesa, ordens de pagamento a funcionários e empreiteiros, caderneta de ponto de jornais. Contém também outros documentos: mapas de requisições de despesa para as obras em várias estradas (Estrada Real nº 75, Estrada Distrital nº 175, Estrada Distrital nº 176, Estrada Distrital nº 180, Estrada Distrital nº 185, Estrada Distrital nº 189, Estrada Distrital nº 191, Estrada Distrital nº 197, Estrada Nacional nº 19); mapa de previsão de despesa a 5 anos em várias estradas do distrito (08/05/1906); mapas de conta corrente; mapas do estado (obras) das estradas; mapa do pessoal contratado pela Direção de Obras Públicas (29/03/1911); diploma de nomeação de cantoneiro (01/07/1912); processo de um abandono feito por um comerciante a um trabalhador despedido da obra da Estrada Distrital nº 189 (28/11/1907); recibos de pagamento de despesa com a publicação de anúncios (concursos de adjudicação); termos de compra (20/09/1904); auto de arrematação de duas acácias (22/07/1919); auto de licitação ; ordem de serviço; guia de marcha.
Sobre actos ilegais praticados pela Junta de Freguesia de Alcântara da cidade de Lisboa com o arrendamento da Capela de Santo Amaro e de um terreno anexo a esta à Sociedade Filarmónica Alunos de Harmonia, convicta que estava a Junta de que a referida Capela era sua propriedade. A Capela de Santo Amaro estava, pelo seu valor artístico e histórico, classificada como monumento nacional. Dificuldade de entrega de um tapete persa daquela capela ao Museu Nacional de Arte Antiga. Inclui relação dos artigos encontrados na Capela de Santo Amaro que devem ser vendidos em hasta pública; edital e condições de venda dos objectos em hasta pública; páginas de jornais contendo anúncios sobre o leilão do recheio da Capela de Santo Amaro; relação dos artigos que foram vendidos em leilão no dia 6 de Dezembro de 1920, dos artigos que não tiveram licitantes, dos artigos requisitados para o Museu Nacional de Arte Antiga e dos artigos que ficaram na Capela de Santo Amaro; auto de posse lavrado a 14 de Dezembro de 1920 na Capela de Santo Amaro, situada no Largo de Santo Amaro, de diversos bens existentes na capela para a Junta de Freguesia de Alcântara.
Trata-se de um conjunto de cinco recortes de outros tantos jornais. Inicia-se cronologicamente com "o diário", ocupando quase por completo uma página, num artigo de divulgação do atual Solar dos Zagallos, contendo algumas grosseiras incorreções, históricas e cronológicas, intitulado "Almada encontrou na Sobreda o seu natural Palácio da Cultura", de Adelino Tavares da Silva. Segue-se o "Jornal de Almada", com o artigo sobre a criação da freguesia da Sobreda, intitulado "Sobreda de Caparica", por Luiz Oosterbeek, onde é feita referência ao Solar dos Zagallos. Em seguida, o "Jornal da Região", apresenta na rubrica "Cantinhos da Região" um artigo de divulgação de Célia de Sousa, "Sobreda. O Velho Solar", que, ao contrário do primeiro, apresenta dados fidedignos, fazendo citações das fontes . Os seguintes, respetivamente, "A Capital" e o "DN" apresentam breves notícias, respetivamente "Restauros incorrectos danificam igrejas", referindo Mário Zagalo, no Porto e "Falsos diplomas comprados na Net", referindo Paulo Zagalo e Melo, responsável pela Comissão de Fulbright, assuntos que nada têm a ver com a família Zagalo ou o respetivo Solar, na Sobreda.
Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024. Documentos: 1 número de cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974. "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura. Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram." • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: EXPOSIÇÕES pós-1981.
Coleção composta por documentação que abrange a atividade científica e pessoal do antropólogo João Pina-Cabral. No caso da atividade científica, contém um maço com fotocópias do registo do trabalho pago a jornaleiros entre 1951 e 1974, anotadas a manuscrito e dois maços de fotocópias do primeiro maço. A documentação original pertence Arquivo Familiar da Casa dos "Morgados de Landim" e estas cópias foram produzidas durante o seu trabalho de campo em Ponte de Barca (1978-1985); 40 cassetes com entrevistas realizadas durante o seu trabalho de campo em Macau (1989-1991) e um conjunto variado de jornais macaenses e outras publicações (1995-1996). No caso da atividade pessoal, a coleção contém um álbum de cartões postais (1905) e dois álbuns fotográficos (1908-1909 e 1909-1956) provenientes de Elaine Sanceau (1896-1978), amiga da família Pina-Cabral; um álbum de cartões postais e vários postais avulsos recolhidos pelo Comandante Daniel Pina Cabral, avô de João Pina-Cabral, durante um périplo por África (1924); um álbum contendo um estudo realizado pelo comandante Daniel Pina Cabral (entre 1939-1940) sobre a farolagem na costa de Angola e um conjunto variado de postais avulsos recolhidos por João Pina Cabral e por Ana Avelina Dos Santos de Pina Cabral (mãe de João Pina-Cabral).
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias da igreja de São Bernardo, extinto Seminário de Portalegre, que teve lugar nos dias 13 a 15 de Novembro de 1921, de que se obteve o montante de 23.748$30. Inclui relatório do oficial da Secretaria da Comissão Central de Execução da Lei da Separação sobre aquela venda bem como da situação de outros bens da Capela de Santo André, da Capela de São Bartolomeu, da igreja do Recolhimento de São Braz e da Irmandade da Ordem Terceira de São Francisco. Inclui páginas de jornais com anúncios do leilão; listagem dos móveis, utensílios e alfaias da igreja do extinto Seminário de São Bernardo de Portalegre, com a designação, o nome do adjudicatário, a avaliação e o montante pelo qual foi vendido; assim como referência aos objectos que deveriam dar entrada no Museu Regional e os sinos da torre da igreja pretendidos por cedência pelo Grémio Planetário para serem fundidos a fim de integrarem um monumento aos mortos da Grande Guerra.
Venda em hasta pública de móveis, utensílios, paramentos e alfaias de igrejas situadas no concelho de Arronches, distrito de Portalegre que se encontravam encerradas ao culto, muitas delas anteriormente à proclamação da República. Contém a lista dos bens vendidos provenientes da Igreja do Espiríto Santo; Igreja de Nossa Senhora da Luz; Igreja de Nossa Senhora do Carmo dos Matos; Capela de São Brás; Capela de Santo António e Capela de Santo Isidro que perfizeram a quantia 14.436$60. A venda ocorreu nos dias 26 a 28 de Março de 1922 com percalços motivados pelo recebimento de telegramas do Ministro da Justiça e dos Cultos que ordenava a suspensão da venda dos objectos em Arronches e a sua realização na cidade de Elvas. Inclui páginas de jornais a anunciar a realização do leilão; listagem dos objectos que deviam dar entrada no Museu Nacional de Arte Antiga existentes na igreja matriz de Arronches e na Capela de Nossa Senhora do Carmo dos Matos; nota dos registos de nascimento, casamento e óbito efectuados civilmente no concelho de Arronches antes de 5 de Outubro de 1910; indicação da data de encerramento ao culto dos mencionados templos.
Venda em hasta pública a 6 de Dezembro de 1923 dos móveis, paramentos e alfaias da antiga Capela de Nossa Senhora da Conceição, do lugar de Agualva, freguesia de Belas, concelho de Sintra e distrito de Lisboa e que rendeu a quantia de 14.650$50. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Desta capela foram separados para o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, uma insígnia da Ordem de Cristo e um paramento composto de uma casula, duas dalmáticas, três manípulos e duas estolas de gorgorão e brocatel, do século XVII. Inclui ainda auto de entrega de um conjunto de bens que se encontravam na posse da Junta de Freguesia de Belas e que passaram para a posse da Comissão Central de Execução da Lei da Separação, com vista à sua venda em hasta pública.
Manuel Maria de Oliveira Ramos nasceu em Ovar, 1862 e morreu em Lisboa, 1931. Foi professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, notabilizou-se como crítico musical e de arte nos jornais de Lisboa e Porto. Era filho do jornalista João de Oliveira Ramos, conhecido como o Pai Ramos. Estudou na Escola do Exército e seguiu a carreira militar. Licenciado pela Universidade de Coimbra, foi professor dos liceus. Em 1904, com a reforma do Curso Superior de Letras, tornou-se professor universitário, lecionando durante 26 anos História Geral e História de Portugal.Foi também professor no Colégio Militar e na Escola Normal Superior. Em 1917, foi tutor do príncipe real D. Luís Filipe em História e Literatura.Escreveu as obras A Música Portuguesa (1881) e A Baixela Barahona - Um Problema de Arte (1900), e traduziu livros de Júlio Verne, bem como a História Universal, de G. Oncken, a História da Época dos Descobrimentos, de Sophus Ruge, e O Casamento de Fígaro, de Beaumarchais. Colaborou na Enciclopédia Portuguesa, de Maximiano de Lemos, e na História da Literatura Portuguesa Ilustrada, dirigida por Forjaz Sampaio. O seu nome consta na lista de colaboradores da revista A Arte Musical (1898-1915). Fonte: Wikipédia.
Boletim Municipal do mês de Abril de 1990. Possui os seguintes artigos: - O Dia dos Relógios de Sol - Obras, aquisições e subsídios concedidos pela Câmara no anterior mandato – Obras; Bens patrimoniais/aquisições; Bolsas de estudo e subsídios - Na Vidigueira só abrem cafés (entrevista) - Noticiário: subsídio à Liga dos Amigos da Vidigueira; subsídio ao Clube de Futebol Vasco da Gama para pagamento de obras no pavilhão gimnodesportivo; construção da capela mortuária e torre do relógio de Marmelar; instalação da iluminação pública na estrada que atravessa a vila; conclusão do Centro de Dia de Marmelar, bem como, da delegação da Junta de Freguesia de Pedrógão e do posto médico; subsídio à Sociedade Recreativa União Vila Fradense; pagamento de transportes escolares; inauguração das novas instalações da Repartição de Finanças e da Tesouraria da Fazenda Pública; actividades na área desportiva; Jogos Concelhios; escola de natação; cinema e exposições na Biblioteca (exposição de jornais); II Mostra de Doçaria Regional no Centro de Dia de Vila de Frades; Mostra de Artesanato - Piscinas são prioridade - Calendarização das reuniões ordinárias de Câmara - Câmara aguarda actividade da nova cooperativa (Cooperativa Agrícola Fruti-Horticultura do concelho de Vidigueira) - Pelouros
Aglomerado de pessoas, composto maioritariamente por mulheres e crianças, posando para a fotografia em redor de uma mesa onde observamos várias bandejas com frutas, copos e bebidas. A primeira menina, em cima, usando chapéu, da esquerda para a direita, é Armanda Rosa Mendes, seguida das irmãs (também usando chapéu) Maria Justina Rosa Mendes e Maria das Dores Rosa Mendes. No canto superior direito encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “1ª Volta a Portugal bicicleta, 1927”. No verso, inscrita também a caneta, visualiza-se a seguinte mensagem: «1ª Volta a Portugal em Bicicleta. 2 de Maio de 1927. Comissão de senhoras que distribuíram refrescos e frutas aos corredores». Da esquerda para a direita, ao lado do jovem "ardina" com chapéu do “Diário de Notícias”, encontramos «dona Maria Pires, dona Catarina Ferreira, dona Mariana Contente, dona Maria Santana, dona Ana Sequeira, dona Maria sequeira, dona Júlia Santana». A 1ª Volta a Portugal em bicicleta realizou-se efectivamente em 1927, mais exactamente com início a 26 de Abril. A Volta foi realizada por parceria entre os jornais Diário de Notícias e Os Sports e percorreu o país durante 20 dias num percurso de 2000 km repartidos por 18 etapas. António Augusto Carvalho foi o primeiro vencedor daquela que viria a ser chamada de Prova Rainha do ciclismo português, continuando hoje em dia a marcar o panorama desportivo nacional.
Informa dos tumultos que se verificam em Londres devido ao descontentamento generalizado pelo novo lançamento de impostos para cobrir o deficit das finanças públicas e das dificuldades que o Ministério enfrenta para remediar a situação. Todos aguardam com ansiedade pelo discurso do principe-regente na abertura do Parlamento. Defende que também é necessário reformar o Parlamento inglês por estar corrompido e que esta situação repercute-se no bom funcionamento dos orgãos de governo. Louva o trabalho do Conde da Barca em prol "da sua Patria tendo reconduzido a aquella ordem de preminencia que deve occupar a justo título". Elogia o recém-nomeado ministro inglês para a Corte do Rio de Janeiro, Sr. Thorthon, dizendo que irá ao encontro deste para contrapor as informações malignas que o predecessor, Lord Strangford, lhe comunicou. Comenta o desempenho do Conde de Palmela. Informa que os jornais noticiaram a assinatura de um Tratado de Comércio entre Portugal e a Aústria, onde as manufaturas desta entratrariam no Brasil sem pagar direitos. Fala num novo imposto sobre os produtos do Brasil. Informa que Manuel de Sousa Freire ofereceu-lhe ajuda nos negócios, o que o incentiva a prosseguir. Remete o discurso do Príncipe na abertura do Parlamento [inglês], o qual lhe valeu insultos e agressões vindas da população. Anotou na última página: "Copia da Carta de 29 de Janeiro por via de Lisboa".
Informa dos tumultos que se verificam em Londres devido ao descontentamento generalizado pelo novo lançamento de impostos para cobrir o deficit das finanças públicas e das dificuldades que o Ministério enfrenta para remediar a situação. Todos aguardam com ansiedade pelo discurso do principe-regente na abertura do Parlamento. Defende que também é necessário reformar o Parlamento inglês por estar corrompido e que esta situação repercute-se no bom funcionamento dos orgãos de governo. Louva o trabalho do Conde da Barca em prol "da sua Patria tendo reconduzido a aquella ordem de preminencia que deve occupar a justo título". Elogia o recém-nomeado ministro inglês para a Corte do Rio de Janeiro, Sr. Thorthon, dizendo que irá ao encontro deste para contrapor as informações malignas que o predecessor, Lord Strangford, lhe comunicou. Comenta o desempenho do Conde de Palmela. Informa que os jornais noticiaram a assinatura de um Tratado de Comércio entre Portugal e a Aústria, onde as manufaturas desta entrariam no Brasil sem pagar direitos. Fala num novo imposto sobre os produtos do Brasil. Informa que Manuel de Sousa Freire ofereceu-lhe ajuda nos negócios, o que o incentiva a prosseguir. Remete o discurso do Príncipe na abertura do Parlamento [inglês], o qual lhe valeu insultos e agressões vindas da população. Junto remete cópia da carta de 20 de Janeiro.
Apesar de já ter escrito no dia 6 do presente, volta a fazê-lo em virtude das notícias ultimamente recebidas. Lamenta que o seu nome não conste da lista de nomeações de Cônsules de Portugal que foi publicada nos jornais no dia 20 so corrente. Sustentando que "até aos estrangeiros parece estranho, que os agentes de uma nação sejaó escolhidos entre os que a ella naó pertencem". Vai fazer todps os esforços para ir a essa capital [do Rio de Janeiro]. Roga ao destinatário para que o empregue, por forma a não passar o resto da sua vida em mendigo depois de 16 anos injustamente expatriado, oprimido e atormentado. Comenta as mudanças verificadas no ministério francês e que se não se adoptarem outras medidas o Rei será mal servido. Circulam moedas com a efígie de Napoleão II, suspeitando-se que as mesmas são feitas em Inglaterra e na Aústria; grande circulação de proclamações e outros escritos incendiários; não há um só oficial da polícia que seja fiel ao rei; por todo o lado encontram-se indivíduos que, com palavras e distribuição de bebidas, procuram seduzir o povo tal como aconteceu umas semanas antes de Napoleão desembarcar em Cannes. Em face destes acontecimentos teme um acontecimento funesto para breve.
Assume a responsabilidade pela nova orientação do "Correio Braziliense". Comenta os artigos que tem escrito para o "Morning Chronicle". Os ingleses receiam tanto que o rei estabeleça definitivamente a sede da monarquia no Brasil que chegaram a aprontar uma nau para restituir a família real a Lisboa. Refere-se à evacuação das tropas inglesas da Madeira. Revela que Mr. Canning, nomeado Embaixador em Lisboa sob a influência do Conde do Funchal, [Embaixador em Londres], foi o autor do artigo publicado onde eram atribuídas a António de Araújo as culpas da retirada da Corte para o Brasil, e que conjuntamente com Lord Strangford foi o arquitetaram o "Triunvirato dos Sousas". António de Saldanha da Gama, [Min. Plenipotenciário para o Congresso de Viena], esteve de passagem em Londres e lamentou que, perante tamanha influência dos jornais na opinião pública, a Corte portuguesa gaste dinheiro com o Investigador [Portuguez] ao invés de comprar um jornalista inglês. Pede proteção para ser nomeado conselheiro ou secretário extraordinário na Embaixada de Londres.
NÓVOAS, Manuel José (Manel do Outeiro). Filho de Manuel José Nóvoas, natural de Paços, e de Joana Rita Esteves, natural de Paderne. Nasceu em Paderne a --/3/1861. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, morava no lugar de Midão, quando casou na igreja do mosteiro a 6/5/1885 com a sua conterrânea Virgínia do Rosário dos Santos Vaz, de 17 anos de idade, solteira, residente no lugar da Portela, filha de Francisco António dos Santos Vaz e de Amália de Castro Araújo, proprietários. // Ficou viúvo a 1/9/1888. // Teve comércio no lugar da Portela de Paderne e Café no lugar do Peso. Fez parte da Junta de freguesia. // Pelas suas correspondências, disseminadas por vários jornais, mormente para o “Jornal de Melgaço”, infere-se que era um indivíduo culto. // Em 1917 concorreu às eleições em uma lista liderada pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães. // Fez parte da Comissão Camarária em 1919. // No dia 20/7/1919, na festa de Santa Maria Madalena, cantou no coro. // No Notícias de Melgaço n.º 78, de 21/9/1930, publicou um artigo interessante. // No Notícias de Melgaço n.º 80, de 5/10/1930, publicou um artigo, ao qual deu o título “O gado em palpos de aranha!” // A seguir, no NM 81, de 12/10/1930, publicou um artigo “Pelas Aldeias”, no qual falou da festa da Senhora do Rosário. // Morreu no lugar da Portela a --/--/1931. // Com geração. // Nota: no Correio de Melgaço n.º 108, de 24/7/1914, diz-se que ele era solicitador encartado (!).
BARROS, Timóteo Joaquim. Filho de Joaquim do Carmo Álvares de Barros (*), proprietário, solteiro, e de Maria da Anunciação Alves da Costa, solteira, serviçal. Neto paterno de Caetano José de Abreu Cunha Araújo e de Margarida Carolina de Castro Álvares de Barros; neto materno de Olímpia Rosa Alves da Costa. Nasceu na Vila a 24/1/1899 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Miguel Augusto Ferreira, casado, escrivão de direito e tabelião, e sua filha Alcinda Maria Augusta Ferreira, solteira. // Ainda novo partiu para Lisboa, mas manteve sempre contacto com Melgaço através dos jornais da terra natal. Nessa cidade casou a 22/12/19--, com Adelaide do Céu Cardoso, de 29 anos de idade, filha de Carolina Amália Cardoso, natural de Bravães, Ponte da Barca (em 1930 já estava casado; trabalhava na Casa Calheiros & Oliveira, Lda.) // Em 1935 esteve em Melgaço, em casa dos familiares do Rio do Porto. // Foi caixeiro-viajante e teve uma drogaria na Rua Campo de Ourique, 242. // A sua esposa finou-se a 4/2/1960. // Faleceu no Campo Grande, Lisboa, a 5/12/1976. // Com geração. /// (*) Foi reconhecido oficialmente pelo seu progenitor (o seu pai e a sua mãe acabaram por se casar).
MELO, Maria de Lurdes. Filha de Sofia de Jesus Maria Alves de Melo (e de António “Ferrador”, segundo consta). Neta materna de José Joaquim Alves de Melo e de Belmira Rosa Sanches. Nasceu na Rua do Espírito Santo a 6/6/1910 e foi batizada na igreja de SMP a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Rodrigues, casado, padeiro, e Maria Angélica Esteves, solteira, criada de servir. // Faleceu a 17/11/1916, com apenas seis anos de idade. // Os jornais locais “Correio de Melgaço” e “Jornal de Melgaço” deram a notícia com algum destaque. // No seu assento de óbito pode ler-se: «Às 9.30 horas de 17/11/1916 faleceu, de tuberculose intestinal, Maria de Lourdes Alves de Melo, filha de pai incógnito e de Sofia de Jesus Maria Alves de Melo, solteira, doméstica, da Vila. A falecida vai ser sepultada no cemitério desta Vila. A declaração de óbito foi feita por Belchior da Rocha, casado. Depois deste registo ser lido e conferido com o seu extracto, vai ser assinado por mim, José Joaquim de Abreu, oficial do Registo Civil, e pelas testemunhas Aniceto José Rodrigues, proprietário, e José Maria Pereira, lavrador, ambos solteiros, desta Vila, não assinando o declarante por não saber.»
Contém registos fotográficos da VI Festa do Teatro em Almada «[...] uma organização da Companhia de Teatro de Almada e da Câmara Municipal, tendo como palcos, fundamentalmente, o do Teatro Municipal e, ao ar livre, espaços da Quinta da Cerca. Trata-se de um festival internacional, que contará com a participação de companhias de Espanha, de Itália, da União Soviética, da Bulgária e da RFA, para além de várias companhias portuguesas. A VI Festa do Teatro começará com a representação de "O Baile" pelo grupo "A Barraca", na sala da Incrível Almadense. [...]» A personalidade homenageada nesta edição foi António Magalhães, pela colaboração prestada a grupos profissionais de teatro, pela constância de espectador ao longo de mais de meio século, pela vocação de colecionador de tudo o que diz respeito ao teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. In: Festa da Cidade: Muito por onde escolher. Almada Autarquias Povo. Almada: Câmara Municipal, N.º 70 (jun. 1989), p. 3.
Recortes de imprensa dos jornais "El Sol", "O Az", "La voz", "O sport de Lisboa", "La libertad", "Diário de Noticias", "Os sports", "O Século", "La Nacion", "El liberal", "Motor", "Hóquei club de Portugal", "Record", "El imparcial" e "Notícias da Beira", sobre o desafio ibérico de atletismo; a preparação para os Jogos Olímpicos de Amesterdão, o rescaldo dos jogos de Paris, provas nacionais desportivas. Contém os seguintes títulos: "España vence a Portugal en el primer "match" ibérico", "Perante a lei olimpica os jogadores que foram a Paris são profissionais", "Os jogadores? Não!", "Grande acontecimento desportivo. Brilhante jornada do velho e glorioso Bemfica - Três retumbantes vitórias em Futebol, Civlismo e Hockey. O maior estádio da Peninsula inaugurar-se-ha oficialmente, nas Amoreiras, em 6 de Dezembro", "Triunfo definitivo de España en el "Match" Iberico", "Uma questão interessante", "El «match» ibérico de atletismo dio fin con la victoria de España", "Chegou ontem a Madrid a «équipe» portuguesa de desportos atleticos", "Homenagem aos Olimpistas", "Jogos Olimpicos, distribuição de premios aos vencedores", entre outros.
Recortes dos jornais "ABC", "Diário de Noticias", "Sports", "Sport Lisboa", "Boletim da A.C.M.", "O Século", "O Diário de Lisboa" sobre homenagens ao Comité Olímpico Português, estatutos. Contém os seguintes títulos: "Banquete de homenagem ao pintor Eduardo Malta", "Homenagem ao «Comité» Olímpico Português, "Homenagem ao Comité Olimpico Portugues, realiza-se amanhã com um banquete", "Uma justa homenagem. No próximo dia 26 realiza-se um banquete em honra da Comissão Executiva do COP, "Os Sports" e o entrudo", "Estatutos da Federação Portugueza de Sports Atleticos", "O Chefe do Estado procedeu ontem, na Sociedade de Geografia, à distribuição de diplomas e medalhas aos atletas das olimpiadas de Paris e Amesterdam", "Homenagem ao «Comité» Olimpico Português", "A mensagem ao «Comité» Olimpico Português conta já uma mil assinaturas, "Efectua-se hoje à noite o banquete de homenagem ao «Comité» Olimpico", "O banquete de hoje. O «Comité» Olimpico e o que nos disse esta tarde o engenheiro Nobre Guedes", "O Banquete em honra da Comissão Executiva do Comité Olímpico Português", "Foi brilhante a homenagem prestada ao COP", "É esta noite, na Sociedade de Geografia, a sessão de homenagem aos nossos desportistas olimpicos.
Contém 7 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Amesterdão 1928, numeradas sequencialmente com "processo n.º..." e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência sobre as provas de Pentatlo Moderno; os preparativos para a participação nos Jogos Olímpicos, como contactos com o Attaché, os cartões de identidade, alojamento, indumentária e dados pessoais dos concorrentes e membros da Comissão Executiva do COP. Contém recortes de jornais sobre a participação portuguesa nos Jogos, desenhos sobre a indumentária dos atletas de atletismo, ciclismo, esgrima, luta, pesos e traje formal de toda a equipa, na capa n.º 39. A capa n.º 34 contém recortes de jornal sobre as provas de Pentatlo Moderno e a capa n.º 40 inclui 2 postais oficiais da Olimpíada, os programas de voos da "Royal Dutch Airlines", guias da cidade de Amesterdão, Holanda e da IX Olimpíada com diversas informações pertinentes dobre o evento e o regulamento e protocolos dos Jogos Olímpicos Modernos, com a carta dos jogos e o regulamento dos congressos olímpicos. A unidade de instalação também contém cartões com "Lista geral dos processos", "Membros do Comité Olímpico Português- endereços e telefones" e "Lista das federações". Capas existentes na unidade de instalação: capa n.º 34- II Pentatlo Moderno; capa n.º 35- Generalidades J. O.; capa n.º 37- Indicações e assuntos gerais; capa n.º 38- Attaché; capa n.º 39- Indumentária e dados da Comissão Executiva; capa n.º 40- Documents Officiels; capa n.º 41- Fotografias e elementos para folhas e bilhetes de identidade.
Contém 5 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos das XII e da XVI Olimpíadas, numeradas sequencialmente com "processo n.º..." e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com estabelecimentos comerciais, jornais e outros acerca do uso indevido dos termos e emblema olímpicos por parte daqueles, tendo o Comité o direito exclusivo do uso dos mesmos, por despacho de 7 de dezembro de 1949, publicado no Diário do Governo, n.º 291, II série de 17 de dezembro de 1949. Contém também documentação relativa à comparência de Luís Figueira na Conferência Médica de Oslo; cópias de apólices de seguro feitas ao recheio da antiga sede na Av. da Liberdade e um suplemento à apólice original; e correspondência trocada com várias entidades acerca da aquisição de diversos bens e serviços pelo COP. Capas existentes na UI: capa n.º 41- Vários; capa n.º 42- Medicina desportiva e assuntos relacionados; capa n.º 43- Documentos relativos ao COP; capa n.º 45- Distribuição de regras olímpicas; capa n.º 46- Defesa dos termos e emblema olímpico.
Livro de Registo de Correspondência Recebida da Sociedade Farmacêutica Lusitana, de 1 de janeiro de 1917 a 25 de novembro de 1917. O livro encontra-se organizado com um índice alfabético, em duas colunas, uma com o nome dos remetentes, outra com a data do ofício, resumo, e nº de registo de entrada. Contém resumos manuscritos sobre diversos assuntos, nomeadamente o consumo mensal de papel para o jornal, envio de boletins, convites para conferências, receção de jornais, informações sobre o curso de farmácia, envio de exemplar do regimento de preços dos medicamentos, exercício ilegal de farmácia, legislação farmacêutica, eleição de comissões e corpos gerentes, pedido de consultas, projeto de reforma do exercício de farmácia, programas do curso de parasitologia, retificação de moradas, obrigações, assinatura de boletins, pagamento de diplomas e quotas. Entre os remetentes encontram-se Abel Martinho de Sousa Alves, Alberto da Costa Veiga, Alfredo Teodoro Simões Manso, Antonino Alves Barata, Artur Barreiros, Associação de Advogados, Associação de Agricultura, Augusto José Carlos de Oliveira, Augusto Pereira da Silva, Câmara Municipal de Lisboa, Centro Farmacêutico Português, César Augusto Simões, Companhia do Crédito Predial, Companhia do Gás, Escola de Medicina Tropical, Fernando Silva Baptista, Fortunato da Rocha Paiva, Francisco Carvalho, Francisco de Sousa Gomes, Hermínio Ramos de Vasconcelos, Inspeção Geral de Saúde, Jaime Costa, João Artur do Cruzeiro Seixas, João José da Costa, João Simões Costa, Joaquim do Nascimento Viegas Soares, Maria de Mesquita Lopes, Rodrigo Esteves Gusmão, Victor Branco.
Livro de Atas das Sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana correspondentes ao período de 23 de fevereiro de 1915 a 30 de novembro de 1916. O livro contém termo de abertura e encerramento com assinatura de José Alemão de Mendonça Cisneiros e Faria (presidente). Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre expediente; leitura e aprovação das atas anteriores; correspondência; solicitações de membros; consultas ou pedidos de parecer; admissão e demissão de sócios; Escola de Farmácia de Lisboa; Associação dos Farmacêuticos Portugueses; Mealheiro das Viúvas e Órfãos dos Operários que morreram de desastre no trabalho; Organização dos Farmacêuticos Milicianos; Direção Geral de Saúde; Câmara Municipal de Lisboa; Associação dos Médicos; Sociedade da Cruz Vermelha; Direção Geral de Alfândegas; concurso e prémio José Dionísio Correia; parecer da Comissão Revisora de Contas da Sociedade; eleições; aniversário da Sociedade; receita e despesa do ano económico de 1914 a 1915; jornais; relatório de ocorrências; reforma e regulamentação do exercício de farmácia; estatutos; regimento de preços e prática de descontos; inspeção e análise de medicamentos; reforma dos serviços farmacêuticos do exército; horário de trabalho; falta de medicamentos; votos de sentimentos e de agradecimentos; ofertas para a biblioteca; adaptação da Sociedade ao período de guerra e inatividade civil; criação de comissão de registo de farmacêuticos mobilizados; espaçamento das sessões.
Livro de Atas das Sessões Literárias da Sociedade Farmacêutica Lusitana correspondentes ao período de 11 de agosto de 1885 a 10 de dezembro de 1889. Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre expediente, leitura e despacho de correspondência; admissão de sócios efetivos, correspondentes, eliminação de sócios; processos judiciais; análises ao laboratório; pareceres das Comissões; eleições; moções e requerimentos de membros; artigo "Era Nova" de 28 de agosto de 1885; farmacêuticos de primeira e segunda classe; publicações em jornais; abusos por parte de droguistas; manipulação de medicamentos por não farmacêuticos; legislação farmacêutica; parecer relativo à venda de drogas e medicamentos; reforma do ensino farmacêutico; representação dirigida pela Classe Farmacêutica de Braga aos gerentes da Sociedade; cedência de diplomas de farmacêuticos a práticos; farmácias homeopáticas; aparecimento de medicamentos e formulações específicas; regimento de preços dos medicamentos; exercício ilegal da farmácia; envio do jornal da Sociedade para a Biblioteca do Município de Lisboa; propriedade e direção técnica de farmácia; Sociedade de Geografia; Escola Geográfica Colonial; Conselho de Instrução Pública; Centro Pharmaceutico; jornal "Pharmacia Portugueza"; jornal de Pharmacia e Chimica; revista de Medicina Militar; jornal "A Gazeta de Pharmacia"; Câmara Municipal de Lisboa; referência às obras oferecidas à Sociedade; obra "Synonymia chimico-pharmaceutica"; votos de sentimento, louvor, congratulação e agradecimento.
Livro de atas do Conselho Administrativo da Sociedade Farmacêutica Lusitana, de 21 de setembro de 1845 a 9 de setembro de 1899, num total de 45 atas. Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre eleições de comissões; quotas; termos de entrega dos valores e documentos de tesouraria; leitura e tratamento de assuntos de expediente e correspondência de membros; apresentação de livros; receitas, despesas e orçamento para vários anos económicos; coleção de moedas da África Portuguesa (Maputas de Angola); compra de material e livros científicos para a biblioteca; compra e venda de utensílios para o Laboratório; menção sobre o envio de circulares aos sócios; assinatura de jornais: “Journal de Connaissances Médicales”, “Monde Pharmaceutique”, “Union Pharmaceutique”; regimento de preços dos medicamentos; obras e concertos diversos; contribuições monetárias para monumentos; proposta de aquisição de edifício próprio para a Sociedade; gratificações e louvores a colaboradores da Sociedade; admissão e demissão de sócios; apólices de seguro; abertura do gabinete de leitura; distribuição do catálogo da biblioteca; Associação Serviço Voluntário de Ambulâncias em Incêndios.
Comunicação feita no I Congresso Internacional de Farmácia, em dezembro de 1927, pelo professor da Faculdade de Farmácia do Porto Doutor Manuel Rodrigues Ferro. Este documento consiste na comunicação, dactilografada, intitulada “O Decréscimo da População em Portugal – os inconvenientes do uso de produtos antigenésicos”. Contém comentários, rasuras e anotações realizadas provavelmente pelo seu autor. Está dividida em duas partes: uma primeira sobre o “Movimento fisiológico e deficits da população portuguesa” e uma segunda sobre as “Causas que influem no Decrescimento da População” e “Medidas que contribuem para melhorar o deficit da População Portuguesa”. Neste documento Manuel Rodrigues Ferros estabelece um paralelismo entre a realidade portuguesa e de outros países europeus. Entre a bibliografia mencionada destaque para os jornais periódicos tais como “O Século”, “Novidades”, entre outros e os Censos Populacionais de 1920. Contém um documento estatístico representativo do número de casamentos, óbitos e nascimentos entre 1912 e 1929. Entre as principais causas, apontadas por Manuel Rodrigues Ferro, para o decréscimo populacional destaque para o aborto criminoso, feminismo, dificuldades económicas, decadência da fé religiosa, lei do morgadio que permitiu a divisão da propriedade, convulsões político-sociais, egoísmo, entre outras.
Série composta por 1 caixa: CAIXA 9 COTA ATUAL: (6-XXXIX-3-2/9) - Instruções permanentes (IP's) do serviço; - Relatórios; - Notas ao Comando; - Manual para instrução dos reparos de 4" (elaborado por JMF); - Manual para instrução da direcção de tiro FKC (idem); - Apontamentos manuscritos s/serviço no mar em Moçambique; - Reprodução de artº " O balde da Beira"; - reproduções de noticias de jornais s/chegada do navio a Lisboa, em 1968; - Mapas de Moçambique; - Cópia do BI e boletim de condução de J.C.O.M.F. ; - Cópia de Louvor; - Declaração de entrega do serviço de artilharia da fragata "Álvares Cabral"; - Cópia de guia de licença; - Cópia de autorização de saída para o estrangeiro; - Cópia de carta enviada ao Ministro da Marinha, Abril 1968; - Cópia de carta enviada à família, Abril 1968; - Cópia de rascunho de requerimento de passagem à Reserva Ab; - Cópia de extracto da Ordem da Armada, I Série, nº 51, de 6 de Setembro de 1974; - Cópia de termo de licenciamento; - Cópia de licença militar; - Cópia de nota biográfica de J.M.F. para os oficiais da comissão da fragata"Álvares Cabral" em Moçambique 1966-1968, escrita em 2009, a pedido do Almirante Jaime Montalvão e Silva; - Cópia de ficha biográfica para o "Livro do curso Luís de Camões da EN", escrita em 2011.
- Instruções permanentes (IP's) do serviço; - Relatórios; - Notas ao Comando; - Manual para instrução dos reparos de 4" (elaborado por JMF); - Manual para instrução da direcção de tiro FKC (idem); - Apontamentos manuscritos s/serviço no mar em Moçambique; - Reprodução de artº " O balde da Beira"; - reproduções de noticias de jornais s/chegada do navio a Lisboa, em 1968; - Mapas de Moçambique; - Cópia do BI e boletim de condução de J.C.O.M.F. ; - Cópia de Louvor; - Declaração de entrega do serviço de artilharia da fragata "Álvares Cabral"; - Cópia de guia de licença; - Cópia de autorização de saída para o estrangeiro; - Cópia de carta enviada ao Ministro da Marinha, Abril 1968; - Cópia de carta enviada à família, Abril 1968; - Cópia de rascunho de requerimento de passagem à Reserva Ab; - Cópia de extracto da Ordem da Armada, I Série, nº 51, de 6 de Setembro de 1974; - Cópia de termo de licenciamento; - Cópia de licença militar; - Cópia de nota biográfica de J.M.F. para os oficiais da comissão da fragata"Álvares Cabral" em Moçambique 1966-1968, escrita em 2009, a pedido do Almirante Jaime Montalvão e Silva; - Cópia de ficha biográfica para o "Livro do curso Luís de Camões da EN", escrita em 2011.
As primeiros 19 fotografias do álbum nº 5 estão ligadas ao curso de Guarda-marinha a bordo do C/T "Vouga" e a várias manobras de aeronave, assim como mais 7 fotografias avulso. Nas três primeiras páginas do álbum podemos visualizar vários exercícios realizados durante o curso de Guarda-marinha e várias imagens de grupo dos alunos que nele participaram. Os documentos avulso são fotografias, recortes de jornais e uma ementa do almoço em homenagem ao Comandante e Oficiais do "Gil Eanes". Encontramos também uma fotografia de grupo dos Oficiais que participaram no curso de especialização em Aviação Naval, onde podemos encontrar o 1º Tenente Jerónimo Henriques Jorge. Observamos ainda os Oficiais da Escola de Aviação Naval com o Diretor C. M. G. Afonso Cerqueira, assim como fotografias tiradas durante o voo do 1º Tenente Jerónimo Henriques Jorge. Uma fotografia da zona inundada pelo Tejo, uma imagem da aérea da base aeronaval de S. Jacinto. Tendo também uma imagem e um recorte do jornal "O Século" referentes ao acidente de aéreo.
Recortes de Imprensa referentes à Banda da Armada. Inclui extractos dos seguintes jornais e revistas: "Jornal de Notícias", "Notícias do Sul", "O Primeiro de Janeiro", "A defesa", "A Tribuna", "Diário de Notícias", "A Tarde", "Correio da Manhã", "Notícias da Covilhã", "O Dia", "Jornal Novo", "A Capital", "Comércio do Porto", "Baluarte", "Nova Vida", "Diário de Lisboa", "Notícias de Guimarães", "Jornal de Abrantes", "Voz da Nazaré", "Revista da Armada", "Jornal da Madeira", "A Bola", "Jornal do Algarve", "O Setubalense", "Açoriano Oriental", "Diário dos Açores", "O Telegrafo", "Correio dos Açores", "A União", "Diário Insular", "Correio da Horta", Câmara Municipal de Gouveia, "Jornal do Povo", "Cidade de Tomar", "O Século", "O Montemorense", "O Mourense", "Eco das Torres", "A Voz do Povo", "Sesimbra - Boletim Municipal", "Voz do Operário", "Tal e Qual", "Jornal do Barreiro", "Farol de Esposende", "O Açoriano" e "O Caminhense". Referências sobre exibições da Banda da Armada em Aveiro, Évora, Lisboa, Covilhã, Porto, Setúbal, Viseu, Guimarães, Abrantes, Nazaré, Funchal, Vila Real de Santo António, Ponta Delgada, Pico, Angra do Heroísmo, Horta, Gouveia, Tomar, Moura, Montemor, Póvoa de Varzim, Sesimbra, Barreiro, Esposende, Caminha e Almada.
Muito jovem ainda, dezoito anos, colaborou em vários jornais, como o "Comércio de Guimarães", "O Século", "Jornal de Notícias", "Diário de Lisboa", "Diário Popular" e "Primeiro de Janeiro", fundando também em 1927 o jornal a “Penha”, com a intenção de defender os interesses e as belezas da Montanha. Em 1932, com apenas 23 de idade, sozinho, iniciou a publicação do "Notícias de Guimarães". Foi membro da Mesa Da Irmandade de N.ª S.ª do Carmo da Penha; presidiu por três vezes à Direção do Rotary Clube de Guimarães; foi presidente do Conselho Municipal de Guimarães; foi Diretor da Associação dos Antigos Estudantes do Liceu de Guimarães, da qual é Sócio Fundador. Pertenceu à Direção do Grémio do Comércio de Guimarães e foi Presidente das Comissões que promoveram as Festas Gualterianas, entre os anos de 1969 e 1973. Presidiu à Assembleia Geral do Lar de Santo António durante alguns anos e fez parte da Comissão Promotora do Congresso Histórico “Guimarães e a sua Colegiada em 1979”. Sócio Benemérito da Sociedade Protetora dos Animais; Sócio Honorário da Associação Fúnebre Familiar Operária Vimaranense; Sócio Honorário do Vitória Sport Clube; Sócio Honorário da Sociedade Martins Sarmento; Sócio Benfeitor do Instituto Português de Antropologia e, pelos serviços prestados, o jornal de que é Diretor, foi nomeado Sócio Benemérito da Liga dos Combatentes da Grande Guerra. Foi Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães (1972-1996) da qual é Irmão Honorário. É também Irmão Honorário da Santa Casa da Misericórdia de Londrina e Irmão Benemérito da União das Misericórdias Portuguesas, instituição que ajudou a fundar. Como Provedor, deu grande impulso à Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, fundando o Lar Rainha D. Leonor e o Lar Emídio Guerreiro. Reestruturou o Lar de Donim e reativou o Acolhimento das Trinas e de “S. Paio”. Foi Prior da Venerável Ordem Terceira de S. Domingos; Juiz da Irmandade de S. Gualter e membro da Comissão Instaladora da Fraternidade Nun’Alvares. Comendador da Ordem de Malta e por ocasião das Bodas de Ouro do seu jornal, recebeu de S.S. o Papa João Paulo II a bênção especial. Em 9 de Dezembro de 1987, foi recebido em audiência especial por João Paulo II. Recebeu a Cruz de agradecimento louro da Junta Núcleo de Guimarães do Corpo Nacional de Escutas. Em 1994, no mês de Junho, e em sessão solene realizada no Paço dos Duques de Bragança, recebeu a Medalha de Ouro da Cidade. Em 10 de Junho de 2005, nas comemorações do Dia de Portugal realizada em Guimarães, foi condecorado pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, com a Ordem de Mérito - Grau Comendador. Antonino Dias Pinto de Castro nasceu na Praça de São Tiago, Oliveira, Guimarães em 9 de Dezembro de 1909. Faleceu a 25 de Setembro de 2008. In: https://www.nicolinos.pt/arquivo/507
“No dia 3 de fevereiro de 1908, na freguesia de São Paio, desta cidade, nasceu João Xavier de Carvalho. Filho de uma família simples frequentou a instrução primária até à 3ª classe, onde já era notado por ser um aluno exemplar. Começou a trabalhar com 12 anos de idade, passando por várias profissões e, no dia 1 de julho de 1938, foi admitido como Oficial de Diligências, na Câmara Municipal de Guimarães, onde, até aos 70 anos de idade, desempenhou as suas funções com maior dedicação. Fundou a "Alcateia 81 D. João I", dirigindo-a durante vários anos, com grande entusiasmo e carinho. Foi chefe adjunto dos Escuteiros do Núcleo de Guimarães, pertencendo à Fraternidade Nun`Álvares onde se manteve até ao fim da sua vida. Fez parte de várias Irmandades e Confrarias, e outras coletividades, como por exemplo, os 20 Arautos, Caixeiros, Associação artística, etc..Foi presidente da direção das Associações Mutualistas; Artística Vimaranense e Fúnebre Familiar Operária Vimaranense, bem como membro de várias Comissões de Festas da Cidade e vice-presidente de uma Comissão da Marcha Gualteriana. Em 1953, no Centro Pastoral de Guimarães, iniciou o teatro infantil, do qual era diretor artístico, que se exibia com regularidade no seu salão de festas e ainda no Teatro Jordão, Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim, S. Geraldo em Braga, Salões Paroquiais do concelho de Guimarães e de Rio Mau em Vila do Conde e outros. Grande impulsionador e organizador dos deslumbrantes cortejos históricos, que desde 1967 até à década de 70, abrilhantou as festas da cidade e as comemorações do 24 de junho, desfilando pelas ruas da cidade. Era ainda menino e moço fazia já versos, serenatas e teatros, colaborando mais tarde nos jornais “Diário do Minho”, “Conquistador”, “Comércio do Porto”, “Comércio de Guimarães”, “Notícias de Guimarães”, “Colina Sagrada” e “Pica-Pau”. Nos jornais Notícias de Guimarães, Comércio de Guimarães e Conquistador, destacaram-se as “Farpas”, “Picadelas” e “Ferros Curtos”, respetivamente, que com um certo humor inofensivo criticavam determinados factos e acontecimentos passados, principalmente na nossa cidade, usando o pseudónimo de “Darmoa” e “Reivax”. Durante muitos anos, fez para o grupo popular os “Amigos da Cidade” a letra para os Reis, as quais tinham o pseudónimo de J. Reivax. Foi desde o início – e isto durante anos – o autor e realizador dos Reis dos Caixeiros, revista em verso e com orquestra de sabor crítico e vimaranense, que exibia no Restaurante Jordão, Teatro Jordão, Salões dos Solares da nossa terra, bem como na Cadeia de Guimarães, na data festiva dos Reis, para angariar fundos para a Marcha Gualteriana. Na década de 60 saiu para a rua, integrado na Marcha Gualteriana, um carro por ele idealizado sobre Gil Vicente. João Xavier de Carvalho, foi um grande impulsionador de teatro amador em Guimarães, sendo fundador, diretor artístico, ensaiador e ator do Grupo Cénico “Mocidade Alegre”, em 1928, bem como do “Grupo Dramático e Orfeónico Vimaranense”, em 1932. Também fundador diretor artístico, do “Teatro dos Caixeiros“, exibiu, ensaiou e atuou várias vezes no Teatro Jordão, peças de autoria do Padre Gaspar Roriz, André Brun, outros autores e dele próprio. “O Auto de S. Torcato” do autor Francisco Ventura, ensaiado pelo J. Xavier de Carvalho, foi representado pela 1ª vez no adro do Mosteiro de São Torcato, na noite de 4 de julho de 1954.Para comemorar o nascimento do Padre Gaspar Roriz, apresentou a peça “Os dois Marçanos”. No dia 8 de abril de 1957, com o Teatro dos Caixeiros, pôs em cena a Comédia em 1 ato, original de André Brun, “Meu marido que Deus haja”. De autoria do padre Gaspar Roriz, a peça em 2 atos, “O herói minhoto”, dedicada à Sub-Agência em Guimarães da Liga dos Combatentes da Grande Guerra, terminando com uma deslumbrante apoteose em homenagem aos soldados de Portugal. Por iniciativa da Câmara Municipal de Guimarães, comemorou-se em junho de 1957, 3º Festival de Gil Vicente no Paços dos Duques de Bragança, (…) onde João Xavier de Carvalho, acompanhado por um magnífico elenco do Teatro dos Caixeiros, apresentou com brilho a “Farsa de Inês Pereira” e o “Auto da visitação” (Monólogo do vaqueiro) de Gil Vicente. No dia 8 de abril de 1959, mais uma vez apresentou no Teatro Jordão, de autoria do padre Gaspar Roriz, a peça “O sonho dum operário”. Xavier de Carvalho escreveu várias peças de teatro, sendo a 1ª “O grilo caloteiro”. Tantas se lhe seguiram, como por ex. Helena, Pátria, Naufrágio. As peças de sua autoria “Coração de bronze”, “Orfanato”, “Abraço paternal” e “A morte do gordo”, foram ensaiadas por ele e representadas pelos alunos do 7º ano do liceu. Pela Companhia de Teatro Rafael de Oliveira de Lisboa, foi representada a peça também da autoria “Olha a beiça”. Levou à cena no Teatro Jordão, várias peças de teatro de sua autoria com a então Juventude Escolar Católica Portuguesa (JEC), bem como das empregadas da casa de Sta. Zita, da qual era diretor artístico, destacando-se as peças “Milagre de Sta. Zita”, do ano de 1945, “Roubo da joia”, de 1946, “Intriga”, “Espadelada”. João Xavier de Carvalho, possuidor de uma grande alma de poeta, impulsionou sempre o teatro na juventude, não só na sua amada cidade, mas também, nos diversos pontos do país e do globo, como por exemplo, a peça de sua autoria “Cruz de guerra”, que foi representada na China pelos escuteiros, bem como nas missões de Angola e Moçambique; fez também a peça “Auto de beato Nuno”, para ser representada pelos Escuteiros. Além de todas as peças já citadas, existem ainda muitas mais, das quais se destacam as seguintes: “Sublime missão”, “Juramento de amor”, “O imigrante”, “As manas bebianas no Carnaval”, “A cartomante” de 1960, “A ceguinha” de agosto de 1961, “ A paralítica” de dezembro de 1961, “A grande Frederica” de 1962, “A francesa” de 1969, “O auto da paz”, “O telefone”, etc., etc., peças estas que foram representadas no salão paroquial de Oliveira, pelas crianças e jovens. É de salientar que quase todas as peças de sua autoria, são escritas em verso. Escreveu em verso também, vários coros falados, de entre os quais, “Os novos escolhem Deus”, “Por D. Nuno de Portugal”, “As criadas escolhem Deus” e durante vários anos, as letras para os Coros dos carros de S. Torcato. O teatro não morreu com ele. Encontra-se ainda bem vivo no coração de muitos que trabalharam e foram ensaiados por ele, recitando alguns poemas e até representando teatros da sua autoria nos mais imprevisíveis lugares. Escritor e poeta, que junto de sua esposa e incutindo nos seus filhos o gosto pelo teatro, deixou bem patente um testemunho de amor e respeito, não só nas pessoas que ao longo da sua vida o ajudaram no seu trabalho de teatro amador, como também a esta cidade, a qual ele dedicou toda a sua vida, trabalhando com carinho e empenho, para sempre enaltecer este berço da Nacionalidade Portuguesa.” Por: Maria Alice de Xavier Carvalho Oliveira. Guimarães, 20 de setembro de 1989
Programa de História Contemporânea de Portugal, 1989-90; enunciados de testes; correspondência relacionada com exames e aulas; comunicação de apresentação da cadeira de História Contemporânea; crítica ao parlamentarismo em Portugal; Projeto de investigação em Macau (25-05-1987); desdobrável do "V encontro de professores de História (maio de 1987)"; reprodução de artigo "António Rodrigues Sampaio. Jornalista de Lisboa e promotor das classes laboriosas" por Franquelim Neiva Soares-oferta do autor; circular do secretário do Centro de História da FLUP; ofício INIC; criação da Revista de História da UP; fichas individuais de colaboradores do centro HC/1; comunicação de Manuel Inácio Pestana "Um sereníssimo Estado dentro do Estado: a Casa de Bragança, uma estrutura sócio-política paralela e derivada" apresentada no III Encontro de Historiadores Portugueses e Soviéticos; recortes de jornais; cronologia de eleições; Guia do Estudante-História-4º ano-1990/91; esquema caraterizador das épocas Moderna e Contemporânea (várias fotocópias; "Os nossos arquivos" - apontamentos e recortes de jornais; aviso do Centro de História FLUP sobre fotocópias e reproduções; apontamentos sobre urbanização, população urbana, demografia, distinção entre Época Moderna e Época Contemporânea, aumento dos prédios rústicos e urbanos 1877/1907, população profissional - 1911, bibliografia sobre população, cronologia 1 de junho de 1990 e 31 de maio de 1991 de emigração para o Brasil, programa primitivo do Partido Socialista; fotocópia da equiparação a doutor em História; desdobrável do ciclo de conferências de História Contemporânea em Portugal, resumos curriculares de Isolino Vaz, Rogério Henriques e Helena Silva Lopes (fotocópia), currículo manuscrito de Victor Sá, a partir de 1960, pelo próprio - fotocópia; relatório de atividades entre 1 de junho de 1989 e 31 de maio de 1990, relatório de atividades (manuscrito) entre 1 de junho de 1990 e 31 de maio de 1991; relatório quiquenal 1984-1989; certidão da Presidência do Conselho de Ministro sobre informação desfavorável da PIDE para ingresso no Ensino Técnico Profissional; licença sabática - ofício; sumário da lição de índole pedagógica para provas para o grau de agregado (1978); atividades culturais e científicas de Vítor Sá (1975-79); cópia de sentença sobre retificação dos cadernos eleitorais (1949); carta de Gaspar Martins ??; nomeação definitiva para professor associado - cópias de publicação de Diário da República e pareceres de Luís António de Oliveira Ramos e Cândido Augusto Dias dos Santos (1984); ofício da Direção Geral dos Serviços Académicos da Universidade de Coimbra informando dia e hora das provas de doutoramento de que Victor de Sá foi parte do júri; cópia de DR com equiparação a bolseiro fora do país; apontamentos sobre trabalhos e conferências entre 1986 e 1989; relatório da 25ª conferência internacional de historiadores do Movimento Operário; curriculum vitae 1977; relatório 1979; "Minha posição face ao Estatuto do Corpo Docente (outubro 1981), ofício da UNL; memorandum sobre Víctor Sá; pareceres científicos (cópias); cópia de termo de posse - 1985; listagem das obras de Victor Sá; cópia de "Resposta do autor ao seu crítico"; "Damião Rodrigues"; relatório 1978.