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Contém: um exemplar do documento «O MAD e a Situação Presente», (10 de novembro de 1983); duas cópias da carta de Manuela Silva aos responsáveis do MAD, (25 de junho de 1983); carta de Teresa Santa Clara Gomes e João Lourenço, (21 de junho de 1983); missiva aos aderentes do MAD na região de Lisboa, [s. d.]; um exemplar do comunicado final do encontro de 14 e 15 de maio de 1983; um exemplar do documento «agir localmente/pensar globalmente – critérios sobre métodos de acção e formas de organização», (14 e 15 de maio de 1983); um exemplar de uma «ficha de adesão» ao MAD [s. d.]; um exemplar anotado do texto «é uma aspiração nacional, e uma exigência da democracia, restaurar a esperança no desenvolvimento», [s. d.]; um exemplar anotado do texto «causas e efeitos da crise», [s. d.]; uma cópia do texto «reflexão sobre a forma de intervenção do MAD», [s. d.]; uma cópia da segunda versão do texto «é uma aspiração nacional, e uma exigência da democracia, restaurar a esperança no desenvolvimento», [s. d.]; cópia de um texto de Diogo Duarte sobre «para o aprofundamento da democracia», [s. d.].
Documentos relativos à Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) relativos ao período em que Manuela Silva assumiu a presidência deste organismo. Contém: estatutos da CNJP; listas e cartões de contactos de entidades religiosas e civis; lista das comissões episcopais da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) para o triénio 2005-2008; programa do colóquio «Pontos de Encontro. Por um Desenvolvimento Global e Solidário», (8 a 12 de maio de 2007); uma Declaração de D. Carlos Azevedo, Bispo auxiliar de Lisboa e secretário da Conferência Episcopal, (17 de novembro de 2005); um e-mail de Isabel Guerra, (8 de fevereiro de 2006); um cartão de D. Ilídio Leandro, Bispo de Viseu, [s. d.]; um cartão de D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima, [s. d.]; um cartão de Manuel Carvalho da Silva, Secretário-geral da CGTP- Intersindical Nacional, [s. d.]; um exemplar da publicação da CNJP, que contém um artigo de Manuela Silva sobre «Direito a não ser pobre», (março/abril de 2007); um exemplar da Petição feita à Assembleia da República para que a pobreza fosse reconhecida como «uma violação grave dos direitos humanos», (setembro 2007); um exemplar do Manifesto da CNJP como «uma tomada de posição pública acerca do grave problema da pobreza e da exclusão no país e no mundo», (25 de maio de 2007); uma circular do Instituto de Apoio à Criança (IAC) assinada por Manuela Eanes, sobre a «clarificação do conceito de "superior interesse da criança"», (24 de março de 2008).
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a D. Martinho de Castelo Branco, fidalgo da casa real, de uma quinta que se chama do Outeiro, junto a Pernes, com terras de pão, vinha, olival e árvores e de outras propriedades da mesa arcebispal de Évora, por vinte escudos de ouro e mais oitocentos reais, pagos pelo São João Baptista. D. Martinho já antes trazia os mesmos bens emprazados dos quais era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. Seu pai, D. Francisco de Castelo Branco, camareiro mor do rei D. João III, já trouxera os mesmos bens que também lhe foram renovados em emprazamento, por vinte escudos de ouro, por respeito ao facto de Gonçalo Vaz de Castelo Branco, avô de D. Francisco, ter tirado e desenrolado os ditos bens das pessoas que os traziam. A renovação é feita na sequência de um alvará de D. Henrique, datado de 24 de Abril de 1563, e de uma avaliação dos bens em causa promovida por Pedro Afonso Rebelo, morador em Santarém. Redactor: Cristovão da Costa, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a D. Martinho de Castelo Branco, fidalgo da casa real, de diversos bens da mesa arcebispal de Évora, situados no termo de Santarém e na Aldeia Galega, na Golegã e no termo de Ourém, por quatro escudos de ouro do cunho de Portugal e mais trezentos e cinquenta reais, pagos pelo São João Baptista. D. Martinho já antes trazia os mesmos bens emprazados dos quais era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. Seu pai, D. Francisco de Castelo Branco, camareiro mor do rei D. João III, já trouxera os mesmos bens que também lhe foram renovados em emprazamento, por quatro escudos de ouro do cunho de Portugal, por respeito ao facto de Gonçalo Vaz de Castelo Branco, avô de D. Francisco, ter tirado e desenrolado os ditos bens das pessoas que os traziam. A renovação é feita na sequência de um alvará de D. Henrique, datado de 18 de Julho de 1562, e de uma avaliação dos bens em causa promovida por Pedro Afonso Rebelo, morador em Santarém. Redactor: Cristovão da Costa, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Sentença régia de D. Manuel dirigida a João Gonçalves, juiz dos direitos reais do Redondo relativa a um feito que foi perante o rei em apelação e que opunha o conde do Redondo, como autor, a Rui Fernades, lavrador, morador no termo da vila, como réu. Refere-se ao pagamento das jugadas da vila. Quem fosse de fora a terra lavrar nas herdades do termo do Redondo tinha de pagar jugada aos senhorios e este lavrador trazia três herdades: a da Calva que está onde se chama Alcorovisca; a da Cabeça Gorda e a do Bispo, que era dos pobres da serra de Ossa. O réu vivia numa herdade no termo da vila onde chama Alcorovisca e devia ser obrigado a pagar ao conde cinco moios de trigo de jugada. Porém, os pobres da serra de Ossa tinham o privilégio de os lavradores das suas herdades não pagarem jugada. Redactor: Fernando Álvares, por João Serrão cavaleiro da casa do rei, escrivão de seus feitos Localidade de redacção: Lisboa
Carta de Vasco Domingues, chantre de Braga, inquiridor, visitador de [...] nos reinos de Portugal e do Algarve e juiz delegado especialmente deputado pelo Papa, onde traslada uma bula de Gregório XI, escrita em latim, que fora apresentada pelos pobres ermitães da Serra de Ossa a D.Pedro, bispo de Coimbra e da igreja de Toledo, também inquiridor e visitador do Papa nos reinos de Portugal e do Algarve. O conteúdo da bula e desta carta é referente às examinações e inquisições dos ermitães que viviam nas montanhas e lugares ermos do bispado de Évora que eram de difícil acesso. Assim, Vasco Domingues, incumbe o bispo de Coimbra, o vigário de Lisboa e o chantre de Évora dessa função. Os lugares da existência de ermitérios citados são: Serra Venia (?), Montemor-o-Novo, Cabeço de Vide e mata de Serpa. Aos ditos pobre é também concedido que ninguém lhes faça desacato ou os moleste, nem prendam, sob pena de excomunhão e outras maiores penas determinadas pelos ordinários (bispos e prelados) em nome do Papa. Redactor: João Afonso de Coimbra, tabelião geral do rei em Portugal Localização específica da redacção: Na quinta de Cambeses, arcebispado de Braga
Anexação de bens do convento de São Francisco de Estremoz ao convento das Chagas de Cristo de Vila Viçosa. Feita por frei André da Insula, ministro geral da Ordem de São Francisco dos Frades Menores, após visita à província do Algarve, em que verificou que no convento de São Francisco de Estremoz havia muitas capelas e outras administrações de fazendas e rendas, e encargos de missas e outras obrigações espirituais que diversos defuntos deixaram com os ditos bens. E por o convento ter sido reduzido a abservância regular por autoridade apostólica havia poucos anos os padres que depois nele residiram não podiam nem podem ter os referidos bens temporais nem a sua administração. Assim, o Papa decidiu que as rendas que tivessem se aplicassem aos conventos de Santa Clara mais próximos. Por isso, manda incorporar todos os bens e rendas do convento de São Francisco de Estremoz no convento das Chagas de Cristo de Vila Viçosa, excepto os bens da capela que instituiu Margarida Vicente, mulher de Vasco Esteves de Gatuz, moradora em Estremoz, que são anexados ao convento de Nossa Senhora da Esperança de Vila Viçosa. Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: No convento de São Francisco
Aforamento feito pela comenda de São Miguel da Freiria de Évora de uma vinha no termo da cidade, no posto do Degebe, a Catarina Figueira, mulher de Manuel Carvalho, que vive de sua fazenda. Mendo Estevens, pai de Catarina Figueira, morador no Alandroal, e agora assistente e morador em Évora nas casas onde se realiza o acto, era foreiro da vinha por prazo de três vidas, de que era a terceira pessoa, e de que pagava o foro de trinta e cinco reis. Queria agora fazer a renovação do prazo, para o que obtivera uma provisão régia, nomeando como sucessor a sua filha. O senhorio está representado pelo licenciado Pedro de Faria de Abreu, advogado na cidade e nela morador na rua do Raimundo, como feitor e procurador do doutor e frei Gregório Mascarenhas, homem fidalgo da casa de Sua Majestade e cavaleiro professo da ordem de São Bento de Avis, comendador da Comenda de São Miguel da Freiria de Évora e morador em Lisboa. Redactor: António Pires, tabelião das notas. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua de Machede, nas casas de morada de Manuel Carvalho.
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e Rodrigo Eanes, cabreiro, e Lourenço Gonçalves, moradores na cidade, que apresentaram uma procuração feita por João de Lisboa, tabelião em Monsaraz a 12 de Fevereiro de 1487, pela qual Diogo Gonçalves e sua mulher Beatriz Gonçalves, moradores em Monsaraz, davam poder aos sobreditos sobre todos os bens que tinham em Évora e em outros lugares. Pelos procuradores foi dito que Diogo Gonçalves e sua mulher traziam aforada uma vinha da igreja, localizada no termo de Évora, no caminho de Estremoz, junto com a Lagardona – confronta com vinha da Fagunda; com vinha de Gonçalo Lourenço, cabreiro; com vinha de Afonso Anes baluga, todos foreiros à igreja; com azinhaga do Concelho; e com o dito caminho – por quarenta reais e uma galinha, pagos pelo Natal. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil do imóvel a João Vaz do Alamo, lavrador na herdade de Francisco (?) Fuseiro, morador no outeiro de Vila Nova da dita cidade, homem solteiro, por dois mil reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se aforamento, pelo mesmo foro. Redactor: João Furtado, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Critica os "padres abexins" e o fato de ter sido lida a carta do Cardeal Patriarca de Lisboa contra Alfredo Pimenta durante a missa na Igreja do Carmo. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Acusa a receção da carta e dos três estudos, que agradece. Tece comentários sobre a nota do Patriarca de Lisboa relativa a Alfredo Pimenta. Considera que se está a atravessar uma crise espiritual e alerta para o perigo vermelho. Refere a persistência da Roménia em lutar contra o inimigo. Tece comentários sobre o racionamento que existe na Roménia. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Tece comentários sobre o incidente entre Alfredo Pimenta e o Cardeal Patriarca. Refere a acusação contra Armindo Monteiro sobre favorecer mais os interesses de Inglaterra do que os de Portugal. Participa a nomeação de Palmela para embaixador em Londres. Comenta sobre o seu regresso a Lisboa e os graves problemas que assolam o país. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Anuncia que um grupo de admiradores irá deslocar-se à Madre Deus para o apoiar. Manifesta solidariedade com Alfredo Pimenta na questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Aborda a questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Tece comentários críticos um artigo publicado n’ "A Esfera" e pergunta se existe alguma carta impressa, da autoria de Alfredo Pimenta, cujo assunto é a «Censura» Alude à ameaça de perda de Timor. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Informa que os seis da "Tertúlia" estiveram reunidos para lhe telefonarem e que a epístola do Cardeal Patriarca de Lisboa foi para dar cumprimento a instruções vindas de Roma. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Informa que na missa de domingo da igreja do Carmo, na altura do Evangelho, foi lida a carta do Cardeal Patriarca de Lisboa dirigida a Alfredo Pimenta. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Critica os artigos laudatórios à URSS publicados no Diário de Lourenço Marques. Recorte de imprensa com o título "Direção Proibida". Aborda a questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Integra correspondência, nomeadamente com a Federação Portuguesa de Patinagem; David Costa Alves, sucessor de António Fernandes da Lapa - Mestre Calafate; Direção - Geral das Alfandegas; Direção Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas; 100 À Hora - Automobilismo, Turismo Motociclismo; Sporting Clube Paivense; Automóvel Club de Portugal; Futebol Clube do Porto, Clube Turístico e Desportivo de Vizela; Federação Portuguesa de Campismo; Futebol Clube Bairrense; Estrela e Vigorosa Sport; Escuderia de Vigo; Clube Nacional de Montanhismo; Clube de Campismo de Lisboa; Secção de Campismo do Clube dos Galitos Vitória Sport Clube Aveiro; Turismo - Hóquei Clube das Caldas das Taipas; Sport Lisboa e Benfica; Sport Comércio e Salgueiros; Clube de Campismo do Porto; Amadores de Pesca Reunidos; Académico Futebol Clube; Ateneu Comercial de Lisboa; Grupo Desportivo e Cultural da Junta Nacional dos Produtos Pecuniários; sobre atividades turísticas, desportivas e lúdicas.
Albino Maria Pereira Forjaz de Sampaio nasceu em Lisboa, a 19 de janeiro de 1884, faleceu em Lisboa, a 13 de março de 1949. Foi um escritor português, autor de um dos livros mais vendidos em Portugal durante o século XX, "Palavras Cínicas". In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Albino_Forjaz_de_Sampaio
Nicolau Anastácio de Bettencourt foi médico bacteriologista, investigador e professor. Lecionou bacteriologia, parasitologia e clínica médica na Faculdade de Medicina de Lisboa. Director do Instituto Bacteriológico Câmara Pestana. Irmão e discípulo de Aníbal de Bettencourt. Foi presidente da Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 664
Alberto Eduardo Valado Navarro nasceu no Porto em 1 de abril de 1891, faleceu em Lisboa a 18 de agosto de 1972. Licenciado em direito pela Universidade de Coimbra, exerceu essencialmente a carreira de advogado, à exceção dos anos de 1923 a 1925, em que foi vereador da Câmara Municipal de Lisboa. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/n/navarro_alberto_eduardo_valado.pdf
João António de Matos Romão (N. Gáfete-Crato, 1882; ob. Lisboa, 1960). Docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Escola Normal Superior, nas cadeiras de Filosofia, Psicologia, Lógica, História da Filosofia, Filosofia da Ciência e Psicologia Experimental (UC). In: http://memoria.ul.pt/index.php/Romão,_João_António_de_Matos
Resultante da fusão entre a Companhia Lisbonense de Iluminação a Gás (1848) e a Companhia Gás de Lisboa (1887), constituiu-se a 10 de Junho de 1891, em Lisboa, a sociedade Companhias Reunidas de Gás e Electricidade (CRGE), para produzir e distribuir gás e eletricidade. In:https://www.colecoesfundacaoedp.edp.pt/nyron/library/catalog/winlibimg.aspx?skey=DD412E2BBAFF49A8A17AEC431481E18C&doc=187300&img=178927
Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva nasce em Lisboa a 19 de dezembro de 1901 e faleceu a 20 de fevereiro de 1978. Foi um poeta, romancista, cronista, académico e intelectual português que se destacou como autor de Mau Tempo no Canal, e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitorino_Nem%C3%A9sio
Nasceu em Lisboa, a 15 de julho de 1886. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra (1909), foi advogado, deputado e provedor da Misericórdia de Lisboa. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2020/11/03/quem-foi-quem-na-toponimia-do-municipio-de-vila-real-3/ https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/p/pinto_antonio_de_sousa_madeira.pdf
Artur Maciel, nome profissional e literário de Artur Santiago Maciel da Costa, (Lisboa, 21 de Fevereiro de 1900 — Lisboa, 18 de Dezembro de 1977), foi um jornalista e escritor português. Colaborou nos seguintes jornais: O Século da Noite, A Voz, Noite, Diário de Notícias. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Artur_Maciel
Caetano Maria Beirão da Veiga foi professor auxiliar, ordinário, diretor interino e professor catedrático do Instituto Comercial de Lisboa. Ocupou outros cargos públicos como: Subdiretor do Instituto Superior de Comércio de Lisboa. Vogal do Concelho de Serviços Técnicos Aduaneiros. Presidente do Concelho Fiscal da Administração Geral do Estado. In: http://cad.cgtp.pt/
José Justino Teixeira Botelho (Ajuda, 9 de março de 1864 — Lisboa, 16 de janeiro de 1956), foi um oficial de Artilharia do Exército Português, onde atingiu o posto de general, diretor do Colégio Militar, escritor e historiador militar. Foi sócio da Academia das Ciências de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Justino_Teixeira_Botelho
Carlos Pinto da Cruz e Melo foi médico otorrinolaringologista e professor. Cursou medicina na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa e prosseguiu a sua formação em Berlim e Viena. Lecionou otorrinolaringologia na Faculdade de Medicina de Lisboa e foi director do Hospital de Santa Marta (1928-1931). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 665
Nasceu em São José, Lisboa, a 13 de Outubro de 1859, faleceu na Encarnação, Lisboa, a 14 de Setembro de 1937, casou com José Pedro Paulo Melo Figueiredo Pais Amaral (1853-1914), 2º visconde de Taveiro e 1º conde de Santar. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/António_Joaquim_Vieira_de_Magalhães
Discurso sobre o projecto de lei dos acidentes de trabalho, proferido nas sessões da Câmara dos Deputados (22 a 28 de Novembro de 1911) e reproduzidos no Diário da mesma Câmara • Assuntos: Acidentes de trabalho.
Dissertação para a cadeira de Direito Civil do 3º ano da Universidade de Coimbra • Assuntos: Anarquismo .
Publicada no Diário do Governo nº 200, 1ª série, de 4 de Setembro de 1924 • Assuntos: Inquilinato .
Existências: Anno I, Nº 3 (03-05-1900), Nº 5 (05-05-1900), Nº 6 (06-05-1900), Nº 8 (08-05-1900) • Assuntos: Socialismo .
Existências: IX Ano (XIV), Nº 2920 (5771); IX Ano (XIV), Nº 2904 (5755); IX Ano (XIV), Nº 2917 (5768), IX Ano (XIV), Nº 2918 (5769) - (1904) • Assuntos: Republicanismo .
Conferência proferida em Faro no dia 17 de Dez. de 1933, em sessão de propaganda do Estado Novo • Assuntos: Corporativismo .
Existências: Vol. VI, Nº 8 e 9 (1939); Vol. IX, Nº 1 - Nº 12 (1942); Vol. XI, Nº 8 (1944) • Assuntos: Saúde e assistência.
Publicações de Propaganda do Grémio Montanha • Assuntos: Anti-clericalismo .
Existências: Ano I, Fasc I - II (1939); Ano II, Fasc. I - II (1940); Ano III, Fasc. I - II (1941); Ano IV, Fasc. I - II (1942); Ano V, Fasc. I - II (1943) • Assuntos: Associativismo.