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Filiação: José Meneses Távora e de Brites Mendonça. Freguesia: Lisboa. Concelho: Lisboa. Distrito: Lisboa. Mestre Escola.
Comunicação de Manuela Silva sobre «A mulher e as Novas Tecnologias. Introdução enquadrante», apresentado no Seminário sobre “A Mulher” organizado pela Comissão da Condição Feminina em dezembro de 1986. Juntamente com esta encontram-se duas recensões críticas ao livro de Manuela Silva «O emprego das mulheres em Portugal. A "mão invisível" na discriminação sexual no emprego», publicado em 1983, feitas por António Mil Homens e Daniel Bessa. Anexa a Comunicação de Manuela Silva sobre «A mulher e as Novas Tecnologias. Introdução enquadrante», apresentado no Seminário sobre “A Mulher” organizado pela Comissão da Condição Feminina em dezembro de 1986. Juntamente com esta encontram-se duas recensões críticas ao livro de Manuela Silva «O emprego das mulheres em Portugal. A "mão invisível" na discriminação sexual no emprego», publicado em 1983, feitas por António Mil Homens e Daniel Bessa. Anexa a uma das recensões está a carta de António Mil-Homens, com data de 23 de março de 1984, enviando a Manuela Silva o texto da sua recensão. Notas da comunicação de Manuela Silva no Centro de Reflexão Cristã (CRC) em abril de 1984 sobre «A libertação da Mulher - perspectivas de futuro». Contém também a cópia de um recorte do Diário de Notícias sobre a participação de Manuela Silva, Alfredo Bruto da Costa, António Matos Ferreira e o padre Pires Lopes num colóquio promovido pelo Centro de Reflexão Cristã (CRC) na igreja de Arroios, em Lisboa, sobre encíclica Laborem Exercens: «a mulher tem direito a trabalhar fora do lar».ma das recensões está a carta de António Mil-Homens enviando a Manuela Silva a sua presença. Notas da comunicação de Manuela Silva no Centro de Reflexão Cristã (CRC) em abril de 1984 sobre «A libertação da Mulher- perspectivas de futuro». Agregado surge a cópia de um recorte do Diário de Notícias sobre a participação de Manuela Silva, Alfredo Bruto da Costa, António Matos Ferreira e o padre Pires Lopes num colóquio promovido pelo Centro de Reflexão Cristã (CRC) na igreja de Arroios, em Lisboa, sobre encíclica Laborem Exercens: «a mulher tem direito a trabalhar fora do lar».
Texto datilografado do "Regime das Misericórdias" do arcebispo-primaz de Braga e de [Álvaro da Costa] Machado Vilela, sem data; conjunto de cópias datilografadas de documentos solicitadas por Joaquim Trigo de Negreiros, remetidos pela Direção-Geral da Assistência em 1960; texto datilografado do pedido de ereção canónica da Misericórdia de Vila Verde, pelo presidente da Comissão Fundadora, Álvaro da Costa Machado Vilela, de novembro de 1943; texto datilografado do Compromisso da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde, de junho de 1944; texto datilografado do "Relatório do projeto de decreto-lei contendo algumas disposições sobre o regime das misericórdias" de [1950]; cópia do despacho de J[osé] D[inis] Fonseca a dar aprovação do compromisso da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde, de 17 de junho de 1944; "Estatutos da Fundação Bissaya-Barreto" de 1958. "Regulamento de Instituto de S. Miguel", com a seguinte aposição: "B. Cruz. Lisboa, 26/11/1946"; "Envelope de Generosidade em favor dos Seminários da Diocese de Coimbra", entregue aos fiéis à entrada da igreja a 17 de novembro de 1963; pagela evocativa do padre Luís Lopes de Melo; folheto com ideias base para as palestras da "1.ª Jornada das Mães de Família"; brochura com os "Estatutos da União de Caridade Portuguesa, de 1946, tendo inclusa uma carta e cartão de Maria Alice de Sousa Dias Ferreira Deusdado; brochura com o "Relatório das aulas da Real Casa Pia de Lisboa apresentado à excelentíssima administração pelo sub-director encarregado da direcção das aulas José António Simões Rapozo em 7 de junho de 1874"; cópia datilografada da ata da sessão da Mesa da Santa Casa da Misericórdia do Porto, de 2 de julho de 1974, acerca da entrevista com o secretário de Estado da Saúde, que contém em anexo cópia de carta remetida a ministro dos Assuntos Sociais pelo provedor Domingos Braga da Cruz, de 11 de junho de 1974; cópia datilografa do projeto de diploma acerca da "Actividade de assistência da Igreja Católica em Portugal", com a indicação do punho de Carlos Diniz da Fonseca, datado de 26 de fevereiro de 1960, referindo que foi o autor do projeto de diploma, embora volvidos alguns anos já não concorde inteiramente com algumas disposições.
Inclui cópias, rascunhos e minutas de cartas de Ruy Cinatti, endereçadas a vários destinatários, nacionais e estrangeiros, no âmbito da sua atividade literária e científica e, também, no âmbito das suas ocupações profissionais. Integra um amplo leque de assuntos, entre os quais destacamos a preparação dos contratos de direitos de autor; a troca de conhecimentos e obras literárias; a partilha de informação acerca de Timor e sobre as investigações antropológicas levadas a cabo pelo remetente. Engloba também correspondência de cariz pessoal, destacando-se a troca de notícias com amigos e a partilha de informação sobre a educação do remetente, bem como sobre a gestão das propriedades familiares, nomeadamente o imóvel denominado Vale da Vaca. A título exemplificativo, elencamos alguns dos correspondentes de Ruy Cinatti: Amélia Monteiro Gomes (avó); António Vaz Monteiro Gomes (pai); Amélia Vaz Monteiro Gomes (meia-irmã); Alfredo Afonso Barreto; António d'Avillez; António Spínola; Caetano Xavier Furtado; Manuel de Abreu Ferreira de Carvalho (Governador de Timor); D. António Ribeiro; Xavier Maria Figueras; Óscar Freire de Vasconcelos Ruas (Governador de Timor); Carlos Baptista da Silva; Cécile Cotin; Constantino Varela Cid; David Hicks; Eugénio Lisboa; Francis Stilwell; Helena [Cidade Moura]; Jaime Jorge; Jaime Leitão; Jean R. Langland; João Palma Ferreira; Manuel Joaquim Pintado; Victor White; Joaquim Horta Carreira; Robert B. M. Barton; Ruben A. Leitão; Ruy Belo; Sebastião da Gama; Sérgio Gandon Fernandes; Joaquim Manuel Magalhães; José Blanc de Portugal; José Cutileiro; José Giorgo Sampayo d'Orey; José Hermano Saraiva; Leonor de Carvalho e Daun e Lorena; Leopoldo [de Almeida]; Marcelo Caetano; Maria de Lurdes Lopes Dias; Mariana de Sena; Sophia de Mello Breyner Andresen; T.S. Eliot; University of London - School of Oriental and African Studies; University of Oxford - Pitt Rivers Museum; University of the Witwaterseand, Johannesburg - Department of Romance Studies; Centro de Estudos de Antropologia Cultural; Centro Eça de Queirós; Fundação Calouste Gulbenkian; Museu, Laboratório e Jardim Botânico da Universidade de Lisboa; Oxford Union Society; Research Laboratory for Archaeology and the History of Art. Integra, ainda, uma carta remetida por Júlio Celso Delgado, pseudónimo de Ruy Cinatti, ao Dr. Amândio César e algumas missivas sem a identificação do remetente, cuja autoria foi atribuída a Ruy Cinatti.
Copiador de correspondência entre a Cáritas Portuguesa e o Ministério das Finanças, incluindo o ministro e subsecretários de Estado e organismos dependentes, como Direção-Geral da Contabilidade Pública, Repartição do Abono de Família e das Pensões, Repartição do Tesouro, 11.ª Repartição de Contabilidade Pública, Direção-Geral das Contribuições e Impostos. Entre os assuntos tratados: angariação de fundos através da promoção de festa no Jardim Zoológico com a finalidade de se comprar agasalhos para as crianças austríacas, 1947; campanha de Natal, 1947; logística de transportes das crianças austríacas, 1948-1950; campanha de angariação de fundos para o Programa de Acolhimento Temporário de Crianças, 1948; filme oferecido pela Cáritas Suíça, 1948; Campanha Cáritas de 1948; pedidos de subsídios; pedido de isenções fiscais; organização de duas festas no Pavilhão de Desportos para angariação de fundos para o transportes de crianças, 1950; angariação de fundos para a obra de proteção das crianças, 1951; transportes de crianças, 1951; Programa de Ajuda Alimentar, com arroz, manteiga, leite em pó, feijão, pasta de carne e farinha, 1950; angariação de lembranças para militares portugueses na Índia, com comissão composta por Cruz Vermelha, Mocidade Portuguesa, Cáritas Portuguesa, Diário Popular, Armazém Porto de Lisboa, 1954; cedência da Administração Geral do Porto de Lisboa de armazém no entreposto de Alcântara Norte, 1955; socorro às vítimas dos temporais na Madeira e nos Açores através de bens enviados pela National Catholic Welfare Conference, 1956-1957; planos sobre bens a distribuir por famílias, instituições e crianças, 1957; conflito entre Cáritas e Cruz Vermelha Portuguesa sobre a gestão de fundos, 1957; socorro de emergência às vítimas da erupção do Vulcão dos Capelinhos, 1957; concessão de um subsídio através do Fundo de Socorro Social, 1957; angariação de fundos para Hungria no Teatro Variedades, com a revista Não faças ondas, de Fernando Santos e Carlos Lopes, com música Carlos Dias e João Nobre, 1957; envio de géneros para as militares portuguesas na Índia, 1958; construção de um Pavilhão de Portugal na Semana do Ano Mundial do Refugiado em 1960, em Genebra; empréstimos para pagamento de passagens a emigrantes açorianos, em colaboração com a Junta da Emigração, 1959; envio de maços de tabaco para militares em Angola, 1961; venda de caridade no Natal de 1962; Lar de S. José na Av. da República, n.º 84, para o acolhimento de refugiados goeses, 1965; relação de donativos da Cáritas às colónias, 1967; pagamento de fretes marítimos, 1967.
Inclui cartas, postais e telegramas recebidos por Ruy Cinatti, no âmbito da sua atividade literária e científica e, também, no âmbito das suas ocupações profissionais e relações pessoais. No que se refere à atividade literária de Ruy Cinatti, destacam-se as referências aos contratos de direitos de autor do destinatário, bem como a partilha de ideias e textos literários. Ao nível da correspondência de âmbito profissional e científico, salientam-se as informações sobre Timor e sobre as investigações antropológicas levadas a cabo pelo destinatário. Na correspondência de cariz pessoal recebida sublinha-se a informação sobre a gestão das propriedades da família (concretamente o imóvel denominado Vale da Vaca), a troca de notícias com amigos, as referências a processos jurídicos em que o destinatário era implicado. Integra também uma carta de Paul [?] para Ruy Cinatti com informação sobre António e José Vaz Monteiro Gomes, relativo ao tempo de estudantes na Universidade de Liverpool. A título exemplificativo, elencamos alguns dos correspondentes de Ruy Cinatti: António Vaz Monteiro Gomes (pai); Amélia Monteiro Gomes (avó); Amélia Vaz Monteiro Gomes (meia-irmã); Alfredo Afonso Barreto; Constantino Varela Cid; David Hicks; D. António Ribeiro; António d'Avillez; António Spínola; Caetano Xavier Furtado; Carlos Baptista da Silva; Cécile Cotin; Eugénio Lisboa; Francis Stilwell; Jaime Jorge; Jaime Leitão; Jean R. Langland; João Palma Ferreira; Joaquim Horta Carreira; Joaquim Manuel Magalhães; José Blanc de Portugal; José Cutileiro; José Giorgo Sampayo d'Orey; Manuel Joaquim Pintado; José Hermano Saraiva; Xavier Maria Figueiras; Leonor de Carvalho e Daun e Lorena; Leopoldo [de Almeida]; Marcelo Caetano; Maria de Lurdes Lopes Dias; Mariana de Sena; Helena [Cidade Moura]; Agatha Christie[???? Não será Amy??]; Miúcha; Vítor Cunha Rego; Walter Raunig; Victor White, O.P.; Pedro de Avillez; Robert B. M. Barton; Ruben A. Leitão; Ruy Belo; Sebastião da Gama; Snu Abecassis; Sophia de Mello Breyner Andresen; T.S. Eliot; Sérgio Gandon Fernandes; professor Morinson; professor van Steenis; Centro de Estudos de Antropologia Cultural; Centro Eça de Queirós; Fundação Calouste Gulbenkian; Museu, Laboratório e Jardim Botânico da Universidade de Lisboa; Oxford Union Society; Research Laboratory for Archaeology and the History of Art; University of London - School of Oriental and African Studies; University of Oxford - Pitt Rivers Museum; University of the Witwaterseand, Johannesburg - Department of Romance Studies.
Joaquim Belford Correia da Silva foi um escritor português, nasceu em Lisboa, a 14 de junho de 1908, faleceu em Lisboa, a 10 de junho de 1979, conhecido como Joaquim Paço d'Arcos. Exerceu diferentes cargos, mas destacou-se como romancista, dramaturgo, ensaísta e poeta, premiado diversas vezes, foi muito lido nos anos 40 e 50 do século XX. Colaborou na revista Portugal Colonial (1931-1937) e na Revista Municipal (1939-1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Paço_d%27Arcos
Joaquim Belford Correia da Silva foi um escritor português, nasceu em Lisboa, a 14 de junho de 1908, faleceu em Lisboa, a 10 de junho de 1979, conhecido como Joaquim Paço d'Arcos. Exerceu diferentes cargos, mas destacou-se como romancista, dramaturgo, ensaísta e poeta, premiado diversas vezes, foi muito lido nos anos 40 e 50 do século XX. Colaborou na revista Portugal Colonial (1931-1937) e na Revista Municipal (1939-1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Paço_d%27Arcos
Foi um pianista, compositor, maestro e musicógrafo. Nasceu em São Tomé, São Tomé e Príncipe, a 22 de Abril de 1868, faleceu em Lisboa, a 1 de Junho de 1948. Estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, então designado Conservatório Real de Lisboa. Destacou-se no piano, tendo composto a sua primeira peça musical com 5 anos de idade. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vianna_da_Motta#Biografia
Lisboa: Bertrand, 1950. Dedicatória: «Ao Branquinho da Fonseca, velho camarada de Coimbra, esta desgarrada do seu amigo e admirador Vitorino Nemésio».
Ed. do autor: Lisboa, 1948. Dedicatória: «Ao Branquinho da Fonseca, com um abraço "em Poesia" do seu velho amigo e admirador dedicado, Carlos Queirós, 27-11-1948»
2ª ed. Lisboa: Panorama, 1960. Col. História, 23. Dedicatória: «Ao Branquinho da Fonseca, querido camarada e amigo, esta segunda via de um velho livro coimbrão. Vitorino Nemésio».
Lisboa: Livraria Morais, 1959. Col. Círculo de poesia. Dedicatória: «A Branquinho da Fonseca, querido camarada e amigo. Do seu velho Nemésio».
Lisboa: Bertrand, [1956]. Dedicatória: «Ao Branquinho da Fonseca, querido camarada e amigo, com a velha admiração e estima do Vitorino Nemésio».
5.ª ed. Lisboa: Livraria Sam Carlos, 1974. Dedicatória: «Para a Exma. Sra. D. Manuela Branquinho da Fonseca com os cumprimentos do editor, ??? Lx, 28/2/75»
Lisboa: Ed. da autora, 1973. Dedicatória: «A Maria Manuel Branquinho da Fonseca, com a maior estima e a maior saudade tempos mais felizes, Fernanda de Castro, 1974»
Lisboa: Portugália, [196-?]. Dedicatória: «A Maria Manuel e Dr. Branquinho da Fonseca, com grande amizade e profunda admiração. Maria da Graça Freire, março 1962»
Lisboa: Editorial Organizações, 1963. Col. Best-sellers, 7. Dedicatória: «Para a Maria Manuel e Dr. Branquinho da Fonseca, uma lembrança da Maria da Graça Freire, ??? setembro 1965»
Contém as séries: Regulamentos e projetos de regulamentos do Real Yacht Club e Estatutos e projetos de estatutos da associação Naval de Lisboa
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Costa, Diretor da Faculdade de Ciências Sócias e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Primeiro outorgante: Manuel Augusto Meirinho Martins, Presidente do Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas da Universidade de Lisboa (ISCSP/ULisboa). Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Carte-visite efectuada pelo estúdio "Phoebus Photographia Moderna", situado na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Impressão da casa comercial na frente e verso do cartão.
Dedicatória à SHE: "D. Julia Mendes", "Ao distincto Grupo da Sociedade Harmonia Eborense offerece Julia Mendes / Lisboa 14 de Junho de 1902"
Dedicatória: "Emilia Lopes offerece Lisboa [?]/1902", "Emilia Lopes offerece ao seu querido Augusto com muitos parabéns. 13 de Julho de 1896"
Contém as séries: Atas do Conselho Executivo da Associação Naval de Lisboa; Atas de termos de posse; e Relatórios de gerência
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Artur António da Costa Tavares da Silva, representante da firma Lisboa & Tavares - Promoção de Eventos Culturais, Lda
Raul Moutinho Pereira Caldas nasceu em Silves a 21-01-1891 e faleceu em Lisboa a 19-04-1967. In: https://geneall.net/pt/nome/55410/raul-moutinho-pereira-caldas-2-conde-de-silves/
Mário Gonçalves Viana foi crítico literário e escritor português. Fez os estudos secundários em Coimbra, tendo-se licenciado em Direito na Universidade de Lisboa em 1923.
Carlos Zeferino Viana Pinto Coelho (Lisboa, 4 de junho de 1879 - Lisboa, 20 de dezembro de 1968) foi um notável advogado de Lisboa. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, exerceu a advocacia e foi Presidente do Conselho Superior da Ordem dos Advogados Portugueses. Membro de uma família com uma longa dinastia de juristas, era neto do seu homónimo Dr. Carlos Zeferino Pinto Coelho, notável jurisconsulto e político do século XIX, filho do Dr. Domingos Pinto Coelho, Bastonário da Ordem dos Advogados, e irmão do Dr. José Gabriel Pinto Coelho, professor catedrático de Direito e Reitor da Universidade de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Zeferino_Viana_Pinto_Coelho
Nasceu em Lisboa a 29 de janeiro de 1886 e faleceu em 1972, professor da Faculdade de Direito de Lisboa. Licenciado por Coimbra em 1907, doutor em 1911, logo se transfere para a nova escola jurídica de Lisboa, onde funda o grupo de Ciências Económicas. Destaca-se como regente da cadeira de Finanças. Desempenhou vários cargos: administrador do Banco de Portugal a partir de 1919, assumindo o cargo de Vice-Governador da instituição em 1931; Procurador à Câmara Corporativa desde 1935, é o relator do II Plano de Fomento, em 1954; Diretor da Faculdade de Direito de Lisboa em 1950-1953. In: http://www.politipedia.pt/silva-fernando-emygdio-da-1886-1972/
Virgínia de Bivar Robertes Rau (Lisboa, Anjos, 4 de dezembro de 1907 - Lisboa, 2 de novembro de 1973) foi uma historiadora portuguesa. Era filha de Luís Rau, Jr. (Lisboa, 26 de Outubro de 1865 - 9 de Julho de 1943), de ascendência Alemã, e de sua mulher (casados em Lisboa a 1 de Março de 1902) Matilde de Bivar de Paula Robertes (Lisboa, 24 de Setembro de 1879 - 23 de Dezembro de 1961), de ascendência Espanhola. Terminou o seu curso dos liceus em 1927, matriculou-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mas a partir de 1928 passou a viver no estrangeiro, onde frequentou vários cursos. Em 1939, devido ao início da Segunda Guerra Mundial, regressou a Lisboa, onde recomeçou a frequência da secção de Ciências Históricas e Filosóficas da Faculdade de Letras. Em 1943 concluiu a sua licenciatura, com 16 valores. Em 1947 alcançou o grau de doutora em Ciências Históricas, sendo aprovada com distinção (18 valores). Em 1951 foi aprovada em concurso de provas públicas para professora extraordinária da sua Faculdade, onde no ano seguinte atingiu a cátedra. Fundou e dirigiu o Centro de Estudos Históricos (Instituto de Alta Cultura), anexo à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (atual Centro de História da Universidade de Lisboa), entre 1958 e 1973, tendo sido diretora da Faculdade entre 1964 e 1969. Foi membro da Academia Portuguesa da História. Publicou um vasto conjunto de obras sobre a História Medieval e Moderna em Portugal. https://pt.wikipedia.org/wiki/Virgínia_Rau
A Livraria Avelar Machado, situa-se em Lisboa, foi fundada em 1876 ao serviço do livro antigo e da cultura. http://www.alfarrabistaavelarmachado.pt/pt/go/quem-somos
Manuel da Cruz Malpique nasceu em Nisa a 28 de setembro de 1902 e faleceu no Porto a 6 de setembro de 1992. Em 1918 começou a frequentar o liceu de Portalegre. Concluído o liceu, matriculou-se em Lisboa, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Obteve as duas licenciaturas em 1928. Feita a Escola Normal Superior de Lisboa e aprovado no exame de estado, lecionou nos Liceus de Faro, Angra do Heroísmo e Luanda. Em 1948 tomou posse do lugar de professor no Liceu Alexandre Herculano, no Porto onde se manteve até se aposentar. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_da_Cruz_Malpique
Requerente: Sociedade Nacional de Petróleos (SONAP) S.A.R.L., com sede em Lisboa Assunto: Transferência dos direitos de ocupação da via pública das bombas auto-medidoras de gasolina em favor de Domingos Alves Machado & C.ª Lda.
Documentação respeitante às funções e actividades desenvolvidas por António Lino Neto no âmbito da advocacia. Integra documentos que aludem à sua nomeação para funções específicas, nomeadamente no seio de uma Comissão responsável pela actualização da legislação sobre a propriedade 103 intelectual; correspondência avulsa com pedidos de informação/ assistência jurídica e com referências à sua colaboração com a Associação dos Jurisconsultos Católicos Portugueses ou com a Associação dos Advogados de Lisboa; recortes de imprensa com informação sobre algumas das intervenções de Lino Neto em juízo ou em acções cíveis extrajudiciais; peças de processos judiciais que contaram com a intervenção directa de Lino Neto e que se desenvolveram em torno de assuntos como: a restituição da posse e domínio sobre o edifício do Seminário do Funchal; a defesa do padre João Fernandes Moreno (pároco de Moledo do Vinho), acusado de participar num movimento monárquico; a defesa da firma «Aliança Agrícola e Comercial Lda.», num processo de concorrência industrial. Compreende, ainda, cópias de requerimentos e recursos redigidos por Lino Neto, respeitantes, entre outros assuntos, à defesa dos interesses da Irmandade do S. S. de Santa Engrácia e do culto na igreja de Santa Cruz do Castelo; a minuta de uma missiva, comunicando oficialmente a cessação das actividades ligadas à advocacia.
Inclui diversos documentos pertencentes ao processo judicial relacionado com a instalação de uma nova empresa industrial, de farinação do peixe e aproveitamento de produtos seus derivados, na localidade de Ginjal (concelho de Almada). António Lino Neto representou judicialmente a firma Aliança Agrícola e Comercial Lda. (apoiada pela sociedade «Sereia» Fábrica de Adubos Orgânicos), que contestava a autorização concedida à nova indústria, projectada pela Cooperativa dos Armadores de Pesca de Arrasto. Destacam-se os seguintes documentos: certidões e escrituras relativas à constituição das empresas envolvidas; cópias e minutas de petições dirigidas ao Ministro da Economia, ao Supremo Tribunal Administrativo e à Câmara Municipal de Lisboa; cópia do despacho ministerial favorável à instalação da fábrica; minutas de recursos judiciais e de alegações elaboradas por António Lino Neto; cópia do Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo (Secção de Contencioso Administrativo), de 27 de Abril de 1951, confirmando a autorização para a instalação da nova fábrica; cópia de uma última petição subscrita pelo advogado da firma Aliança Agrícola e Comercial Lda., solicitando a ordenação dos termos necessários para interpor o recurso do Acórdão para o Tribunal Pleno. Contém, por fim, uma nota manuscrita com a descrição sumária do processo.
Inclui cartas, ofícios, circulares e telegramas dirigidos a António Lino Neto por correspondentes diversos, sobre os seguintes assuntos: pedidos de informação e parecer relacionados com regulamentos de associações católicas, nomeadamente das Conferências de São Vicente de Paulo, do Corpo de Scouts Católicos Portugueses, da Associação Núcleo Católico Telégrafo-Postal e da Junta Nacional Portuguesa da Associação Católica Internacional para Obras de Protecção às Raparigas; convites para festividades e solenidades religiosas; convites para a inscrição de António Lino Neto em associações católicas, como a Associação das Três Rosas do Escolhido; convites para a realização de conferências; pedidos de apoio e colaboração, entre outras entidades, por parte da Associação Católica de Operários dos Lanifícios de Loriga e da Juventude Católica de Lisboa. Integra também cartas de terceiros, coligidas por Lino Neto, com informação sobre a criação do Corpo de Escutas Católicos Portugueses. Sublinha-se, ainda, o pedido de divulgação da Irmandade do Sagrado Coração de Jesus, sedeada na Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Cruz (Carvoeira, Torres Vedras); a cópia de uma carta colectiva dirigida ao papa Pio XII, relacionada com o título do bispo de Leiria e com informação sobre associações católicas.
Inclui diversos artigos do jornal «Novidades» com informação sobre os trabalhos do I Congresso Nacional dos Homens Católicos. Destacam-se os seguintes títulos: “Na sociedade de Geografia. O 1.º Congresso Nacional dos Homens Católicos inaugurouse em esplendorosa sessão sob a presidência 141 do Senhor cardeal-patriarca [...] “(ano LXV, n.º 17.997, 08/12/1950, p. 1 e p. 6); “Firmeza na fé na Sé Patriarcal de Lisboa. Milhares de homens católicos assistiram ao solene Pontifical com edificante devoção [...]” (ano LXV, n.º 17.998, 09/12/1950, p. 1 e p. 6); “Energia na acção. O Santo Padre dirige hoje uma mensagem ao Congresso Nacional dos Homens Católicos [...]” (ano LXV, n.º 17.999, 10/12/1950, pp. 1-6); “Horas de apoteose. Os portugueses têm obrigação de ser católicos e de ser apostólicos disse sua Santidade Pio XII [...] (ano LXV, n.º 10.000, 11/12/1950, pp. 1-6). Inclui ainda um artigo do jornal «O Distrito de Portalegre» (ano 67.º n.º 4181, p. 1 e p. 4), intitulado “No Bom Caminho” e, por fim, um artigo do semanário católico «Folha de Domingo» (ano XXXVII, n.º 1858, 17/12/1950, p. 1 e p. 3), com a publicação de uma mensagem do Santo Padre Pio XII aos homens católicos portugueses, no encerramento do Congresso.
Separata do volume “Conferências realizadas no ano lectivo de 1932-1933”, com a publicação da conferência proferida por António Lino Neto no Instituto Superior de Agronomia, em 28 de Fevereiro de 1934. Este trabalho segmenta-se em onze capítulos, entre eles: “A questão agrária como fundo da crise contemporânea”; “Desvio da função económica da terra”; “Socialismo do Estado em Portugal quanto à fruição dos meios de produção”; “A indústria dos 88 lacticínios como um dos melhores meios de reintegrar a terra no seu destino social”; “Regime jurídico do leite e seus derivados”; “Conclusão: o salvamento da sociedade pelo regresso à terra em pequena propriedade e sobretudo pela exploração pecuária lactígena”. Inclui também duas provas fotográficas com a representação de António Lino Neto durante a conferência; artigos de imprensa publicados no jornal «O Século» (01/03/1934), «A Voz» (ano VII, n.º 344, p. 3), «Diário de Lisboa» (ano 13.º, n.º 4075, p. 1), «O Comércio do Porto» (ano LXXIX, n.º 82, p. 1) e «Diário de Notícias» (08/11/1934, n.º 24711, p. 5), com resumos, transcrições e comentários sobre a intervenção de Lino Neto.
Contém cartas, bilhetes-postais, telegramas e cartões de José Frederico Laranjo [1846-1910], remetidos maioritariamente de Lisboa e Castelo de Vide para António Lino Neto. Entre os diversos assuntos tratados, destacam-se os seguintes: pedidos e recomendações a favor de estudantes e militares; pedidos de artigos e traduções para «O Distrito de Portalegre»; considerações sobre artigos da autoria de António Lino Neto. Sublinha-se também a informação relativa às actividades desenvolvidas por remetente e destinatário; ao jornal «O Distrito de Portalegre», nomeadamente sobre a sua orientação política; ao Partido Progressista (listas de candidatos a eleições, alianças políticas e acordos eleitorais). Salientam-se, ainda, as referências a [António] Sardinha, a José [Caetano] Rebelo, a [George Wheelhouse] Robinson, ao conde de Arnoso, a [António Eusébio] Benito Maçãs, entre outros indivíduos. Inclui também uma carta dirigida à esposa de António Lino Neto, afilhada do remetente, com informação relativa à constituição de listas eleitorais do Partido Progressista e, por fim, duas cartas de José Frederico Laranjo dirigidas a outros remetentes, nas quais é mencionado o nome de António Lino Neto.
Documentação relacionada com o exercício de cargos e funções nos sectores público e administrativo do Estado, por provimento directo (nomeação ou designação) dos titulares de órgãos de soberania ou obtidos por sufrágio (directo). Estes cargos distinguem-se da actividade político-partidária, pois não foram apoiados ou patrocinados por partidos políticos. Integra alvarás, decretos, informações, ofícios, cartas, artigos de imprensa, entre outros documentos, que comprovam o exercício de cargos e funções nos seguintes organismos dependentes da administração central ou local do Estado: Direcção-deal das Alfandegas (Conselho do Serviço Técnico Aduaneiro e Comissão Revisora de Pautas do Conselho Técnico Aduaneiro); União da Agricultura, Comércio e 416 Indústria (Directoria e Comissão de Finanças); Vereação da Câmara Municipal de Lisboa; Secretaria-deal do Governo Civil de Portalegre; Comissão nomeada para estudar a reorganização administrativa da província de Moçambique; Comissão do Governo, incumbida de inspeccionar a Companhia deal do Crédito Predial; Comissão nomeada para estudar o alcance e a modalidade das instituições de beneficência Portuguesas; Comissão encarregada de colaborar na reforma do Ensino Técnico Superior. Sublinham-se ainda as referências à participação de Lino Neto em júris de concursos no Ministério dos Negócios Estrangeiros e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Inclui recortes de vários jornais, publicados durante o ano de 1922, nomeadamente «A Época», «Correio da Manhã», «Diário do Minho», «Diário de Notícias», «A Monarquia», «A Ordem», «Tribuna», «O Primeiro de Janeiro», «O Dia», «Diário de Lisboa», «O Século», com informação sobre o Centro Católico Português. Sublinham-se os seguintes temas: a orientação e os objectivos do Centro Católico; as relações entre a Igreja e o Estado; a relação do Centro com outros partidos políticos, em particular com o Partido Monárquico (artigos de Garcia Moreno e Alfredo Pimenta); eleições (candidatos e alianças políticas); Congresso realizado na Sociedade de Geografia, em 29 e 30 de Abril de 1922 (programa dos trabalhos, imagens, resumos das sessões e 543 conclusões); projectos da minoria católica no Parlamento; a acção parlamentar dos deputados do Centro, sobretudo no âmbito dos projectos relacionado com o ensino religioso e com a defesa dos bens da Igreja; as divergências de orientação entre António Lino Neto e Fernando de Sousa. Contém também informação sobre os seguintes assuntos: o incidente parlamentar relacionado com a representação oficial da Câmara dos Deputados na cerimónia fúnebre pela alma do papa Bento XV; a cerimónia de imposição do barrete cardinalício ao núncio apostólico em Portugal, Achille Locatelli; a posição de Guerra Junqueiro sobre as relações entre a Igreja e o Estado.
Inclui recortes de imprensa de diversos jornais, com excertos ou relatos de discursos e intervenções parlamentares de António Lino Neto, entre os quais: discurso sobre a reivindicação dos católicos quanto à celebração do baptismo; discurso sobre a “desamortização dos baldios”; discurso no qual manifestou a necessidade do orçamento do Ministério da Justiça contemplar a Comissão da Lei de Separação e das Congregações Religiosas; intervenção propondo um voto de saudação pelo octogésimo aniversário do cardeal-patriarca de Lisboa; discurso sobre a questão de Moçambique; discurso proferido em finais de Julho de 1923, sobre a política religiosa e a acção do Centro Católico; discurso proferido a 12 de Maio de 1924, sobre a “redução dos juros do empréstimo”; discurso sobre as liberdades religiosas; discurso sobre as exéquias do papa Bento XV; discurso sobre os bens dos estabelecimentos de beneficência; discurso sobre o encerramento do colégio-hospício do “Corpus Christi”, em Vila Nova de Gaia; discurso sobre a comemoração dos feitos de Gago Coutinho e Sacadura Cabral.
Textos da autoria de Guilherme Braga da Cruz para apresentações públicas ou para edição em publicações. Alguns destes textos estão ligados à documentação da subseção "Participante em encontros científicos", mas por lhes ter sido dada uma autonomia e ênfase maior por parte de autor, que não se esgotou na sua apresentação pública, eles foram remetidos para esta série. Para além dos textos escritos para o "Boletim da Faculdade de Direito", discursos proferidos em doutoramentos solenes, prefácios, notícias necrológias e recensões, contém os seguintes textos, muitos deles com as várias fases de composição intactas: "O problema da sucessão dos ascendentes no antigo direito grego", "Direito romano vulgar ocidental", "O jurisconsulto romano", "Formação histórica do moderno direito privado português e brasileiro", "A sucessão legítima no Código Euriciano", "Os pactos sucessórios no antigo direito português", "O Código de Napoleão na formação do moderno direito civil português", "O movimento abolicionista e a abolição da pena de morte em Portugal (Resenha histórica)", "O direito subsidiário na história do direito português", "Relação do latim com o Direito". Fora do campo do direito encontra-se também o texto "Exposição enviada pelo Senado Universitário de Coimbra ao Senado Universitário de Lisboa".
Conjunto documental que enquadra a atividade de Guilherme Braga da Cruz na esfera académica e científica, enquanto investigador e cientista. Concretiza-se pela sua colaboração em comissões organizadoras ou executivas, participação em encontros científicos, diferentes momentos de preparação de textos científicos e ainda a sua consagração na academia, pela atribuição de doutoramentos "honoris-causa". Enquanto investigador esteve também ligado a diversas instituições científicas: sócio efetivo do Instituto de Coimbra, membro da Comissão Portuguesa do Comité International des Sciences Historiques, académico de número da Academia Portuguesa da História, sócio fundador da Sociedade Internacional Francisco Suárez, membro da Académie de Legislation, sócio correspondente estrangeiro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, membro da Sociedade Jean Bodin, membro da Comissão Redatora da "Revista de Legislação e de Jurisprudência", diretor da Verbo-Enciclopédia Luso-brasileira de Cultura, membro do Centro Português de Estudos Europeus, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, membro do Seminário de História do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, membro da Académie Internationale des Sciences Politiques, académico correspondente da Academia Internacional de Cultura Portuguesa, membro da Sociedade Europeia de Cultura, vice-presidente honorário da Alliance Française e membro do Max-Planck-Institut für europäische Rechtsgeschichte.
Documentação de propaganda eleitoral recolhida ou recebida por José Maria Braga da Cruz relativa a vários momentos eleitorais em Portugal. Manifesto eleitoral de [1855] de apelo ao voto em José Borges de Faria; manifesto eleitoral de 30 de outubro de 1885 de apelo ao voto no marquês de Vallada; manifesto do qual apenas contém o primeiro fólio, não datado; fotocópia do manifesto da União Liberal Bracarense de 30 de março de 1901; boletim interno da Comissão Distrital de Braga dos Serviços da Candidatura do General Norton de Matos, às eleições presidenciais de 1949; manifestos e boletins de voto a apelar ao voto na Lista B e na Lista A às eleições legislativas de 1969, remetidos a José Maria Braga da Cruz, contendo também os que foram remetidos a outros familiares seus; manifestos dos candidatos pela Lista D às eleições legislativas de 1969; manifesto da Comissão Democrática Eleitoral do Distrito de Lisboa; folhetim de apelo ao voto nos Candidatos da Unidade Democrática; manifesto ao "Povo da Cidade de Braga" a convocar para uma concentração na Praça do Município, pelas 19 horas de 26 de abril de 1974 para comemorar a "data histórica do 25 de abril"; brochuras e folhetos com declarações de princípios do Partido do Centro Democrático Social, de 1974; declarações de princípios do Partido Socialista, de 1974, e brochuras com as linhas programáticas do Partido Popular Democrático.
Inclui certidões de capelas; certidões e autos de conta de capelas de missas; doação de casas à irmandade com a obrigação de dizer missas e de pagar os dotes de órfãs de irmãos segundo o número e valor indicados; tombo das capelas do coro, instituídas pelo prior João Antunes Monteiro; certidão da escritura padrão da capela; carta de arrematação relativa a capelas; documentos e quitações sobre transações dos rendimentos das capelas; pensões pagas a diversas religiosas por escrituras feitas com a irmandade; ordem de suspensão das capelas do coro da irmandade; requerimento de um capelão contra a irmandade para que lhe seja pago o tempo que serviu; recibos de capelas instituídas; certidões de quitação relativas aos encargos com as capelas que a irmandade administrava; certidão das capelas instituídas por el-rei D. Afonso IV e sua mulher Dona Brites na Sé de Lisboa e redução dos encargos pios; verbas de redução de encargos de diversas capelas; recibos e certificados dos valores referentes a multas impostas aos capelães; recibos relativos aos pagamentos ao Hospital de S. José dos encargos de capelas; certidão de testamento e legado. Integra ainda certidões de missas de diferentes instituidores e um livro de registo das certidões de missas passadas pelos capelães pelas almas dos irmãos.
Escritura de renovação do prazo em vida de três pessoas e obrigação da Quinta do Dolivo estabelecido entre o frei Manuel do Rosário, religioso da Ordem de São Domingos e procurador geral dos Mosteiros da Anunciada e Rosa da mesma Ordem, nomeado por procuração, e Francisco da Silva, em nome e como procurador de Luísa Maria da Silva, viúva de José de Moura Barroso, o qual disse perante testemunhas que tendo a sua constituinte a pacífica posse de uma quinta que consta de casas, pomar, olival e terras de pasto e vinhas, sita na freguesia de Almargem do Bispo, termo de Lisboa, sendo o prazo do dolo de Livre nomeação, a qual lhe nomeara seu primo, o desembargador João da Cruz Dinis Pinheiro, por verba de testamento e cuja nomeação a dita constituinte aceitara com o protesto de não consentir no gravame que lhe pesava pois pretendera o dito Mosteiro acrescentar-lhe a terça parte mais do foro que pagava. Esse protesto levou o dito Mosteiro a pleitear contra Luísa Maria da Silva no Juízo da Correção do Cível da Corte e na sentença que se proferiu contra o dito Mosteiro se determinara não ser aquele o modo de poder obrigar a dita sua constituinte à renovação pretendida com o dito acrescentamento.
Trata-se do primeiro livro dos termos de entrada dos irmãos da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau. O livro está organizado em duas partes. Na primeira encontra-se uma listagem alfabética dos irmãos com os respetivos números das páginas onde os termos se encontram. A segunda parte é constituída pelos termos de entrada, os quais contêm a data em que foi aceito(a) como irmão(ã) da Irmandade do Santíssimo Sacramento, a confirmação de reunir todos os requisitos para a admissão e os deveres (cumprir as "obrigações impostas pelo Compromisso, e termos da Mesa, Definição, ou Junta grande; e acceitar os cargos e lugares para que for eleito (…) e logrará todos os suffragios e mais graças concedidas aos mesmos irmãos." Os termos estão assinados pelo escrivão da Mesa e pelo irmão admitido. Os termos podem incluir informação adicional diversa: morada do irmão, data em que se passou a patente, data do falecimento, número de missas que foram ditas pela sua alma, por exemplo. O livro foi feito em Lisboa na "Officina Patriarchal de Francisco Luiz Ameno", em 1756 "post Terraemotum I".
Contém certidão da sentença que os juízes do ofício de confeiteiro obtiveram no Desembargo do Paço sobre as licenças concedidas a várias pessoas para venderem doces pertencentes ao seu ofício (1759-12-05). Encontram-se também juntamente encadernados: carta requisitória e inibitória dirigida ao Excelentíssimo Vigário Geral do Patriarcado de Lisboa (1780-12-18); requerimento de Baltasar Rodrigues de Aguiar contra os mestres do ofício de confeiteiro por terem acusado o suplicante de ter transgredido os dogmas da religião católica ao ter as suas lojas abertas desde o meio dia de 5.ª feira até ao outro meio-dia de 6.ª feira da Paixão, obtendo licença para vender com a porta meia aberta (1781-04-10-1781-04-11); requerimento de Mariana Filiteria, viúva de Matias Freire Pedroso, mestre confeiteiro, que havendo ficado com a loja aberta, voltou a casar-se com oficial do mesmo ofício, Cristóvão José que aprendera o ofício com o seu finado marido e pede que seja examinado por não ter o tempo necessário para o exercício do ofício (1787-12-15); requerimento de João Rodrigues Lima, o qual sendo português, solicita licença para vender em sua loja bebidas (1778-12-23-1779-01-13).
Série documental constituída por onze livros destinados ao registo diário das receitas e despesas da Irmandade do Santíssimo Sacramento. No primeiro livro, iniciado em 1822, quando se procedeu a uma reforma da escrituração contabilística da Irmandade, regista-se sequencialmente as receitas e despesas, organizadas cronologicamente, pela data em que se efectuam os recebimentos e pagamentos. A partir de 1844, já no segundo livro, os assentos da receita aparecem separados dos da despesa (os primeiros à esquerda e os segundos à direita), com o saldo no final de cada ano civil. A partir de 1859 (segundo as Instruções do Governo Civil de Lisboa de 15 de Novembro de 1859, Art.º 14.º, §º único), no final de cada ano económico, apresenta um termo de encerramento das contas da receita e despesa da Irmandade, assinado pelos membros da Mesa, surgindo também uma anotação do escrivão em como as contas tinham sido aprovadas em Conselho de Distrito e data de aprovação (Instruções…, Art.º 26.º). As verbas da receita são rubricadas pelo tesoureiro e pelo escrivão e as verbas da despesa são rubricadas apenas pelo escrivão (Instruções…, Art.º 13.º). A partir de 1937 os termos de encerramento das contas aparecem no final de cada ano civil (Decreto-lei n.º 25299, de 6 de Maio de 1935).
Série composta de dois livros com o registo de acórdãos da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja da Encarnação. Tem transcrição autenticada das escrituras celebradas entre o Cabido da Sé de Lisboa e a Condessa de Pontével, D. Elvira Maria de Vilhena, relativamente à fundação e edificação da Igreja com o título de Nossa Senhora da Encarnação e a que concede a Fábrica da Igreja e rendimento dos covais e sepulturas no corpo da Igreja à Irmandade do Santíssimo Sacramento, em contrapartida do cumprimento das obrigações descritas no mesmo documento. Apresenta ainda o registo de termos de aceitação de legados, avaliação de casas recebidas por doação ou testamento, de instituição de capelas, nomeação de dotes instituídos pelos testadores, acórdãos relativos a dinheiro que se deu a juro, cofre de três chaves com dinheiro da Irmandade, provimento e despedimento de capelães, provimento de meninos de coro e sacristia, acórdãos relativos à nomeação de um Procurador-geral, sobre a aposentadoria do andador, provimentos do andador, sineiro e outros empregados, aumento de ordenados, sobre a reedificação e obras na Igreja, para se edificarem casas por detrás da Igreja para aluguer, entre muitos outros assuntos.
Livro das actas das sessões da Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e das reuniões da Assembleia-geral da Irmandade. Tem assinalado, antes da transcrição da Acta, se se trata de uma sessão da Mesa ou de uma Assembleia-geral. As actas deste livro estão numeradas de 555 a 610, com numeração seguida, independentemente de se tratar de actas das sessões da Mesa ou da Assembleia-geral. Possui apenas o termo de encerramento. Não tem Termo de abertura, e no encerramento diz-se “(…) rubricadas por mim Padre Manuel Martins, Presidente da Comissão Administrativa, a partir da página cento e quatorze, por ter sido nesta página que tomou posse a Comissão de que sou presidente, por nomeação do Senhor Patriarca. Lisboa 18 Out.º 1989”. Na acta n.º 607, de 1989-10-18 tem uma anotação que diz que “ O Senhor Padre Manuel Martins Paroco da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação leu o documento do Patriarcado com data de onze de Outubro de mil novecentos e oitenta e nove e devidamente arquivado que nomeava os presentes para uma Comissão Administrativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação”. Refere ainda a necessidade de renovação dos Estatutos, tendo por base a Conferência Episcopal de Abril de 1987. Estavam presentes o Padre Manuel Martins (Presidente) e os Senhores António Martins Lopes (Secretário) e Carlos Alberto de Almeida (Tesoureiro).
Série documental constituída por nove livros, com registos relativos ao período compreendido entre 1822 e 1945. Entre 1822 e 1843, correspondendo ao primeiro livro e parte do segundo, os assentos da receita e despesa estão todos descriminados, correspondendo a cada entrada e saída de valores do Cofre da Irmandade. A partir de 1844, conforme as Instruções do Governo Civil de Lisboa de 12 de Dezembro de 1843, o registo descriminado da receita e despesa consta do livro "Diário". Neste livro de Contas a receita e despesa aparecem com os valores acumulados anualmente, por verbas orçamentais. No final de cada ano económico apresenta-se um termo de encerramento da conta da receita e despesa, assinado pelos membros da Mesa da Irmandade. O Livro de Contas era enviado, juntamente com os orçamentos e com os documentos de despesa, devidamente numerados e organizados em maços, também por verbas orçamentais, ao Administrador do Bairro Alto que, depois do seu exame e conferência, enviava para aprovação ao Conselho de Distrito, que registava no Livro de Contas um termo do Acórdão de aprovação das contas pelo referido Conselho. Entre 1844 e 1859 eram enviados também os Livros "Diário", situação que se alterou com as Instruções do Governo Civil de 1859.
Registam-se a prata, paramentos, frontais, pavilhões, imagens, alfaias que servem ao culto, objectos de latão, mobília, loiça e livros e, no final, possui um suplemento com acrescentos ao inventário (f. 1 a 9). Apresenta também um inventário dos objectos a cargo do Tesoureiro da Igreja: prata, latão e paramentos, que estavam registados também no inventário geral, descrito atrás (f. 9); o inventário dos objectos a cargo do Andador (f. 10); das inscrições e mais títulos de juro, próprios e hipotecados à Irmandade que se achavam no cofre e das quais a nova mesa tomou conta em 2 de Junho de 1857 (f. 10 v.º - 11 v.º); das inscrições, títulos de dívida distratada pela Lei de 12 de Agosto de 1853; dos Títulos de dívida da Câmara Municipal de Lisboa, Apólice da Companhia do Grão Pará e Maranhão, Padrão de Capital e um Alvará em que o Rei faz mercê à Irmandade de 4 arrobas de cera (1758-08-21). Apresenta igualmente o assento das propriedades da Irmandade (f. 12-12 v.º); o Inventário dos papéis e documentos existentes no Cartório da Irmandade (f. 13-35), uma advertência (f. 36) e assentam-se diversas observações e notas feitas por ocasião da posse da Comissão Administrativa em Janeiro de 1858 (f. 36-37). Fazem-se ainda alterações e adições ao inventário (nos f. 37 e seguintes), com acrescentos de castiçais, prata e quadros da Sacristia.
Cópias parciais de textos sobre Serviço Social: Grupo HUSAC - Humanizar o atendimento à criança (1991); Amédée Thévenet - L'aide sociale aujourd'hui aprés da décentrallisation (1990); Elie Alfandari - Action et aide sociales (1989); Bernard Lory - La politique d'action sociale (s.d.); apontamentos sobre elaboração de projectos; Eliana Gersão - Crianças SOS: estudos de casos de menores carecidos de apoio educativo urgente referenciados em Lisboa e no Porto (s. d.); Aldaíza Sposati - Serviço Social em tempos de democracia; Michelle Desrosiers - Interventions Sociale en milieu syndical...; Alda Sposati, Maria do Carmo Falcão Sónia Maria Teixeira Fleury - Os direitos (dos desassistidos) sociais (1989); J. Bergeret - Abrégé de Psychologie Pathologique: théorie et clinique (1976); Carta dos direitos e deveres dos doentes (1999); Revista Justiça, 1 (1989); Revista Psicoterapia Breve, 3 (1989); Revista Liga, 5 (1987); Associação Nacional de Direito ao Crédito - Sete teses a favor do micro-crédito em Portugal; Bureau Régional de L'Europe - Le role du travailleur social dans les services psychiatriques (Nice, 1972); Isabel Maria Lucena Lopes - texto sobre intervenção social na área da saúde; Boletim do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência, 17 (1972); Aldaiza Sposati - Padrões da reprodução social na "Sociedade Providencia" (1988); José Paulo Netto - Portugal do fascismo à revolução (1986).
Documentação referente à realização dos seguintes Conselhos Gerais da Cáritas Portuguesa: 11.º (1967-07-26), 12.º (1968-06-26 e 27), 13.º (1970-06-03 a 05); 14.º (1971-07-05 a 07), 15.º (1972-10-16 a 18). 11.º Conselho Geral: em questão económica, uniformização de quotas, estruturação da Cáritas metropolitana e ultramarina, data da realização do peditório nacional da Cáritas, projeto de realização de colónias de férias, fabrico de pão, roupas e taras, projeto piloto da Comissão Diocesana de Lisboa, emigração, relação entre as comissões diocesanas e a Cáritas Portuguesa, criação e funções do Gabinete Técnico. 12.º Conselho Geral: estruturação das comissões diocesanas, problemas com a distribuição de géneros, quotizações, marcação da data do Dia da Cáritas (4.º Domingo da Quaresma), o Gabinete Técnico passa a denominar-se Gabinete Sócio-Pastoral, revisão dos estatutos, financiamento pós-programa alimentar, relatório da Comissão Central de 1967. 13.º Conselho Geral: conferências de D. António Ribeiro sobre a caridade, projeto de estatutos, contribuição para as vítimas de terramoto no Peru, ajuda americana apenas com envio de roupas, relatórios e contas das comissões diocesanas, posição da Caritas Internationalis, eventual publicação de um Boletim com a colaboração das comissões diocesanas, emigração. 14.º Conselho Geral: tipos de apoio (Centros Sociais, Jardins Infantis e Creches, Colónias de Férias e Casas de Retiros), ciganos em Fátima, campanha de Natal; emigração e Obra Católica Portuguesa de Migrações. 15.º Conselho Geral: Cáritas francesa e belga, criação de um Gabinete de Comunicação Social, Dia Cáritas, programação.
[Documentação relativa a propostas e projectos de luta contra a pobreza. Contém Ministério do Trabalho e da Solidariedade - 2000 das palavras aos actos... Erradicação da Pobreza, 1997-2006; documentos do Programa Europeu de luta contra a pobreza (boletins e working papers; Stratégies et obstacles dans le programme européen de lutte contre la pauvreté; L'action avec les familles marginalisées; L'action communautaire dans la lutte contre la pauvreté; revista Poverty today vol. 2, 1(1988); Jornal Notícias do microcrédito 23 (2005) e documentação relativo ao encontro "O futuro do Microcrédito" (2001); Lofty ideals tangible results (1988); Glenda Cimino - L'action avec les famille marginalisees (1982); Pauvreté et transformation des institutions; Comissão das Comunidades Europeias - Para uma Europa das solidariedades (1992); Cidadania para quem precisa. A Assistência Social na cidade de S. Paulo de 1989 a 1992; Projecto AM 22 P - Ruralidade em transformação no concelho de Almeida; Relatório do II Programa Europeu de Luta contra a Pobreza; folheto Recomeçar. Associação para o desenvolvimento de acções de Inserção Social e Profissional (1991); Conselho Municipal das Comunidades Imigrantes e das Minorias Étnicas - Lisboa é também a nossa cara; Stratégies pour les Droits Sociaux; Revista Pretextos 0 (2000); Projectos de Chelas, Nova Esperança da Galiza, Alfange; Seminário Novos Desafios ao Serviço Social, rendimento mínimo e Inserção; Encontro Nacional de Projectos Integrados de Desenvolvimento Comunitário (1987); Folhetos e Boletim OIKOS Ano VII, 31 (1996), Ano II, 12 (1993), Ano III, 11 (1993); Ano III, 16 (1994), Ano V, 26 (1995), Ano III, 14 (1993); Boletin del CEBS Ano VII, 24-25 (1990)]
Dossier com elementos para a História do Serviço Social em Portugal: recolha biográfica sobre os fundadores da Associação de Serviço Social, Irene Pimentel - A assistência social e familiar do Estado Novo nos anos 30 e 40 (Análise Social, XXXIV, 151-152 (1999), p. 477-508; texto de Teresa Oliveira - As Florinhas da Rua; Mulheres na Assembleia Nacional (1933-1974); Áurea Adão e Maria José Remédios - A narratividade educativa na 1ª fase da governação de Oliveira Salazar. A voz das mulheres na Assembleia Nacional portuguesa (1935-1945) (Revista Lusófona de Educação, 5 (2005), p. 85-109; Mocidade Portuguesa; cópia dos Estatutos da Associação de Serviço Social (1935) e registo na Secretaria Geral do Patriarcado de Lisboa; publicação em Diário do Governo/República de estatutos da Associação de Serviço Social (1959), cópia do NIF da Associação de Serviço Social; correspondência relativa à Associação (integração de sócios); listas de presenças em reuniões da Associação (1968-1998); listas dos associados fundadores e corpos gerentes; contas de gerência da Associação em 1968; relatório de actividade do Instituto Superior de Serviço Social (1967-1968; 1968-1969; 1969-1970).
Copiador de correspondência entre Cáritas Portuguesa e o Cardeal Patriarca de Lisboa. Assuntos principais: decreto de nomeação da Comissão Central para o triénio de 1956-1958; irregularidades na distribuição dos géneros provenientes do Programa de Ajuda Alimentar norte americana, 1957; envio dos orçamentos e contas gerência; demissão de Maria das Neves Rebelo de Sousa da Comissão Central, 1957; utilização de casa da Bela Vista por refugiados húngaros, 1958; donativos para a Hungria, 1959; mapas de distribuição de géneros; ida do Pe. Gamboa a Paris, a convite do Secours Catholique, para reunião dos Capelães das Prisões, 1959; esboço de plano de auxílio ao clero idoso e inválido, 1960; géneros para os seminários do Patriarcado, 1961; Secção de Emigração e Obra Católica Portuguesa de Migrações, 1962; espaço para arquivo da Cáritas, 1962; dia do peditório da Cáritas, 1963; transferência da sede da Av. António Augusto de Aguiar para a Av. da República, 1965; estudo previsional sobre a Cáritas Portuguesa e planos de ação para 1973, 1974-1979 e 1980-1985; Dia Cáritas de 1973; pedido de um terreno no Seminário dos Olivais para se construir um armazém para a Cáritas, 1973.
Copiador de correspondência entre a Cáritas Portuguesa e os Ministérios da Economia, das Comunicações, do Exército, incluindo os ministros e subsecretários de Estado e organismos dependentes: Direção-Geral do Comércio e Indústria, Intendência-Geral dos Abastecimentos, Junta Nacional dos Produtos Pecuários, Direção-Geral de Transportes Terrestres, Comando Territorial Independente da Guiné e Secretariado Nacional de Informação e Cultura Popular e Turismo. Assuntos principais: transporte das crianças, 1949-1953; abastecimento de géneros alimentares nas colónias de verão de Olhão, Lisboa e Porto para crianças dos bairros da lata, 1954; Pavilhão de Portugal na Exposição de Genebra, Ano Mundial do Refugiado, 1960; diligências destino de géneros distribuídos pela Cáritas, 1963; despachos sobre aquisição de leite, farinha e queijo e contrato estabelecido entre a Cáritas Portuguesa e a Junta Nacional dos Produtos Pecuários para a compra e venda de leite em pó, 1969-1971; pedido de instalação de telefones na sede da Cáritas e no entreposto de Alcântara, 1947 e 1956; pedidos de isenção de taxas no transportes de mercadorias, 1957-1958; envio de encomendas postais para a Guiné, 1963.
Processo referente a ajuda humanitária da Cáritas Portuguesa após o início da guerra colonial em Angola. Segundo nota de imprensa [s.d.], a Cáritas Portuguesa e a Cruz Vermelha Portuguesa vão prestar auxílio aos deslocados dos distritos do Zaire e de Uíge, tanto aos que se deslocam para o continente europeu quer aos que procuram refúgio em territórios vizinhos. A Cáritas tomou a seu cargo, sobretudo, crianças e mulheres. Uma missão da Cáritas no terreno planeava a distribuição de alimentos, vestuário e medicamentos. Contém: lista de entidades, por tipologia, a quem foram remetidas circulares com apelo da Cáritas [s.d.]; relação de bens remetidos por barco para as Comissões Diocesanas de Nova Lisboa, Malange, Sá da Bandeira, Silva Porto (1961-06-19); resumo da 1.ª remessa para Leopoldville (1961-07-05); remessas prontas a seguir para Leopoldville e Luanda (1961-07-05); resumo das remessas enviadas para Leopoldville (1961-04-23); resumo das remessas enviadas por navio e avião para a Diocese de Luanda (1961-05-05 a 1961-08-29); quadro resumo dos donativos da Cáritas Portuguesa enviados para Angola e Leopoldville (1961-09-16).
Álbum com 80 fotografias (p&b) da visita da Delegação do CRS a Portugal [1958] no qual se destaca a ida ao Cais e Armazém de Alcântara e ao roupeiro nacional. Fotografias de cartazes, recortes de jornal acerca do programa, de utilização dos bens doados, pesagem e reembalamento de farinha/leite em pó; desembarque de bens alimentares oferecidos pelo CRS, com indicação manuscrita que se trata do desembarque na Alfândega de Alcântara em 1962; Armazém Central descarga de 1959; fotografia com o timbre FlyTWA e no verso inscrição 1.ª remessa para o [Porto] 1958-05-17; Armazéns da Charneca - Roupeiro 1972; Rua de Entrecampos - fazer alcofas para bebés (1965) e Av. da República - roupeiro (1965). Nas fotografias consegue-se ler nas caixas destinadas a instituições: "Atenção. Esta caixa terá de ser devolvida por intermédio da Entidade transportada à sede da Cáritas em Lisboa. Caso contrário será enviado à cobrança recibo no valor de 10$00." "Estes géneros terão obrigatoriamente de ser consumidos pelas crianças a quem se destinam não podendo de modo algum ser vendidos ou trocados por outros géneros. Generosa oferta do Povo dos Estados Unidos da América à Caritas Portuguesa por intermédio da Caritas Americana National Catholic Welfare Conference".
Documentação referente a: projeto de Estatutos, 1996; Assembleia Geral, 1996; Contas, 1995; peditório de rua, 1996; formação Melhoria no Atendimento, 1999; Relatório global da atividades anual da Cáritas Diocesana de Bragança, 2003; Relatórios globais de atividades anuais das Cáritas Diocesanas de Évora, Braga, Leiria-Fátima, Setúbal, Beja, Portalegre e Castelo Branco, Algarve, Aveiro, Porto, 2003; Relatório de atividades da Cáritas Arquidiocesana de Braga, 2002 e Plano de ação, 2003; Ficha de presença da reunião Zona Norte de 2004-07-10; Folha de Presenças do Encontro Nacional de Cáritas Paroquiais, 2004-11-27; Ordem de trabalhos da reunião da Direção Nacional, 2001-06-06; Junta de Freguesia de Benfica, 2005; Reunião da Plataforma Portuguesa do AIM, 2005; Comunicado final da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, 2001-04; 1.º Congresso Democracia Portuguesa, 2004; formação por Paulo Trindade Ferreira, Fátima, 1998-05-09; Sessão As Empresas perante a Segurança Social, 2005; Conselho Português para os Refugiados, 2005; Fundação António Silva Leal; Comissão Episcopal da Ação Social e Caritativa, Secretariado Nacional da Ação Social e Caritativa, XXI Semana Nacional de Pastoral Social sobre o tema "Imigração humanizada - desenvolvimento solidário"; apontamentos manuscritos de visita às instalações F. Ameixoeira, 2003; I Encontro Nacional de Cáritas Paroquiais, 2001; Obra do Ardina; Associação Portuguesa de Escolas Católicas; Cáritas Diocesana de Lisboa; Semana do Microcrédito; Conselho Económico e Social; ANIMAR - Fórum Interpelação Cívica ao Poder Político pelas Organizações e Movimentos Cívicos; Associação de Jovens Elvenses; IQF - Seminário Serviços de Proximidade: serviços de ação social, competitividade, competência e formação.
Maço constituído por documentação relativa ao testamento deixado pelo Reverendo António Pereira Pena da Fonseca (Irmão e Ex-Deputado da Irmandade dos Clérigos do Porto, natural da Freguesia de São Salvador de Pena Maior, Bispado do Porto, Presbítero do Hábito de São Pedro e morador na Viela dos Gatos, Freguesia da Sé). Esta unidade de informação contém ainda os testamentos e/ ou as verbas testamentais de Manuel Pereira Soares (Irmão da Irmandade dos Clérigos do Porto); do Reverendo Doutor Francisco Xavier de Araújo (morador na Rua das Flores); do Padre Manuel de Barros Pereira (Presbítero Secular falecido na Enfermaria da Irmandade); do Reverendo Afonso de Barros Trovão (Abade de São Cristóvão de Mafamude); do Padre Teodósio Álvares Pereira (Presbítero Secular e morador no Bairro de São Lázaro); do Reverendo João de Santa Maria (Clérigo do Hábito de São Pedro); do Reverendo Padre Eleutério António Soares de Sousa; do Reverendo Beneficiado Manuel de Faria Monteiro (Irmão da Irmandade e assistente na cidade de Lisboa) e do Irmão Secular Francisco João Martins (falecido em 1760-05-11).
Correspondência entre a Comissão Central da Cáritas Portuguesa, a Assembleia Geral de Trabalhadores e diferentes entidades nacionais e internacionais referente a diversas atividades da instituição. Contém: pedidos da ajuda às congéneres europeias e norte-americana da Cáritas; comunicação à Junta da Salvação Nacional; negativo de stencil de carta enviada por Manuel Matos Dias à Junta de Salvação Nacional, [s.d.]; regulamento inter-serviços; processo de escrutínio de trabalhadores para a Assembleia Geral de Trabalhadores; correspondência entre os trabalhadores da Comissão Central da Cáritas Portuguesa, na sequência de Assembleias Gerais de 1974-05-21 e 1974-08-12 e o Cardeal-Patriarca de Lisboa (inclui Documento confidencial, exclusivamente divulgado ao Episcopado e destinado a uma análise objectiva da situação grave vivida pela Cáritas e a evitar uma informação unilateral, incompleta e distorcida, abrangendo diligências para encontrar armazém de géneros alimentícios, com referências a Matinha, Av. Elias Garcia, Seminário dos Olivais e Ameixoeira); correspondência com a Caritas Catholique Belge para Manuel Matos Dias, felicitando sobre a evolução dos acontecimentos em Portugal (1974-06-10); ajuda de emergência a Cabo Verde; projeto de estatutos.
Textos sobre a sociedade portuguesa. Contém: Acácio Catarino, A realidade social portuguesa à luz da Solicitude Social da Igreja, 1989-04-28; Ernâni Lopes, Problemas fundamentais da economia portuguesa, AIP, 1988-04-07; Comissão Nacional Justiça e Paz, Solidários na construção de uma sociedade mais humana, [s.d.]; Béatrice Varine, Portugal, dix ans de démocratie, Problèmes politiques et sociaux, 507, 1985; Comissão Nacional Justiça e Paz, Solidários na construção de uma sociedade mais humana, 1989; Acácio Catarino, Sinais dos tempos nos problemas sociais, [s.d.]; Acácio Catarino, Aspectos da situação económica-social da população portuguesa, 1987-06-01; Acácio Catarino, Aspectos da situação sócio-económica em Portugal, 1987-04-22; Acácio Catarino, Sugestões (esquema), 1985-01-11; Acácio Catarino, Aspectos da situação sócio-económica portuguesa à luz da Encíclica Solicitude Social da Igreja (SSI), [s.d.]; Acácio Catarino, Aspectos da situação e prespectivas sociais em Portugal, Fátima, 1989-04-28; Acácio Catarino, Problemática social actual, segundo a Encíclica Solicitude Social da Igreja (SSI), Santarém, 1988-04-19; Acácio Catarino, Encíclica Solicitude Social da Igreja, Vigararia de Lisboa III, 1988-05-07; Maria Filomena Alvim, General picture of the social situation in Portugal, X European Caritas Regional Conference, [s.d.]; E você, já morreu?, 1996.
Documentação sobre iniciativas da Comunidade Económica Europeia, com a seguinte organização temática: CEE, 1984-1986; ajuda de emergência ONG's; Igreja; ONG's - financiamento; emprego; mulheres; pobreza; pobreza e falta de abrigo. Contém os seguintes estudos: Acácio Catarino, Problemas do trabalho, na perspectiva da comunidade europeia, Caldas da Rainha, 1992-01-11; Ernâni Lopes, Reflexão cristã e construção europeia, Universidade Católica Portuguesa, , Lisboa, 1988-11-03; Jorge Borges de Macedo, Fundo cultural europeu e matriz cristã, Universidade Católica Portuguesa, 1988-11-03; Luís Campos e Cunha, Portugal, Europa e o 3.º mundo, Semana de Estudos Teológicos, [s.d.]; Comission of the European Communities, Comission Report to the Council, on coopertaion with non-governamental organization (NGOs) active in the development field with special reference to the confinacing of project (1982 budget), 1983-05-30; Comission of the European Communities, The general conditions of the scheme for project confinancing in developing countries between the European Communities and non-governamental organizations (NGOs), 1983-01; Comission of the European Communities, General conditions for the confinancing by the European Communities and non-governamental organizations (NGOs) of projects to raise public awareness in the Community of world development issues, 1984-01; Vítor Martins, Europa social, a partilha de responsabilidades entre estados nacionais e União Europeia, Fundação Gulbenkian, 1997-05-07; Relatório de atividades de 1984 do Office Catholique d'Information sur les Problèmes Européens (OCIPE).
Entre as certidões de missas, encontram-se alguns documentos de natureza distinta, tal como recibos (ex.: dois recibos do Estabelecimento e Fábrica de Paramenteiro Júlio Rodrigues Machado, de 1890-02-24; um recibo da Oficina Carpinteiro Francisco José Aires, de 1890-06-17); um convite para participar na comissão executiva da grande subscrição nacional a favor da defesa do país (datado de 1890-08-10); cópia do assento de óbito de Luís de Castro Guimarães, da freguesia de Santa Justa de Lisboa (datado de 1881-06-28) e um requerimento de José Maria Coelho, para ocupar uma cadeira vaga no Coro da Irmandade dos Clérigos (datado de 1897-01-02). Este maço contém igualmente documentação relativa ao legado de José Barbosa de Albuquerque, que instituiu uma quantia anual a distribuir à freguesia de Santa Maria de Oliveira, concelho de Mesão Frio, da qual era Abade. Esta documentação é constituída por declarações do pároco da referida freguesia em como recebeu da parte da Irmandade dos Clérigos a quantia prevista, através do seu procurador na cidade do Porto. Estas declarações são relativas às seguintes datas: 1867-07-01, 1868-08-15, 1871-09-18, 1872-07-11, 1872-07-17, 1888-07-17, 1891- 07-15 e 1892-07-27.
Documentação referente a organizações não governamentais. no qual se destacam os seguintes assuntos: condições de financiamento da CEE a projectos em países em via de desenvolvimento, 1983; Europe Information Développement, 1985; 1.ª e 2.ª reuniões e ata de constituição das Organizações Não Governamentais (1985); documentação de participante na Conferência das Organizações Não Governamentais, São Tomé, 1986; Conferência Internacional "Cooperação para o Desenvolvimento - o contributo das ONG", Lisboa, 1986; lista indicativa das organizaçãoes não governamentais em contacto com a Direção Geral do Desenvolvimento, 1988; regulamento interno de organização e funcionamento [1988]; relatório de atividades da Comissão Permanente das Organizações Não Governamentais Portuguesas para a Cooperação e Desenvolvimento, 1988, 1995; Assembleia Geral das ONG, 1988; acta n.º 16 da reunião nacional das ONG's portuguesas, 1990; correspondência, 1988-1998; convocatória e ata da 27.ª reunião nacional das ONG's portuguesas, 1992 (em anexo: apontamentos manuscritos referentes a preparação de relatótio de atividades da Cáritas Portuguesa, 1991); estatutos, 1994; documentação das reuniões nacionais da Plataforma Portuguesa das ONGD de 1995-10-24, 1996-05-27, 1996-02-28, 1996-10-07, 1997-06-30; estatutos, 1998; Lista das ONG para o Desenvolvimento reconhecidas pela Reunião Nacional de 1985, de 1986 e em 1987-01-12; Reunião do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros com as Organizações não Governamentais inscritas na Plataforma Nacional, [1996?] (contém proposta de lei das ONG e nota sobre o estatuto do cooperante e do voluntário para a cooperação).
Pasta de trabalho de Acácio Catarino referente a preparação do Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social, assinado em 1996-12-19 pelo Primeiro-Ministro e pelos presidentes da Associação Nacional de Municípios Portugueses, da Associação Nacional de Freguesias, da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social, da União das Misericórdias Portuguesas e da União das Mutualidades Portuguesas. Contém: correspondência; presenças nas reuniões interministeriais, Lisboa, 1996; Nota interna de Acácio Catarino para o Gabinete MSSS sobre IPSS (em sentido lato), Contrato Social de Legislatura, 1995-11-04; 1.º Esboço de anteprojecto do Contrato Social de Legislatura, [1996-02] (apresentação de Acácio Catarino e com correções manuscritas); 1.º Esboço de anteprojecto do Pacto Social de Legislatura, [s.d.]; Esboço de anteprojecto do Pacto Social de Legislatura (3.ª versão), [1996]-02-26; Anteprojecto do Pacto Social de Legislatura (4.ª versão), 1996-03-08; Anteprojecto do Pacto Social de Legislatura (5.ª versão), 1996-03-19 e 1996-04; Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social, propostas da ANMP, ANAFRE e UIPSS, [s.d.]; Ministério da Solidariedade e Segurança Social, Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social (projecto), 1996-05; Acácio Catarino, Contrato (ou Pacto) Social de Legislatura (Tópicos), 1996-05-16; Ministério da Solidariedade e Segurança Social, Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social (projecto), 1996-09; Ministério da Solidariedade e Segurança Social, Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social, Edição da União das Mutualidades Portuguesas, 1998.
Documentação referente a atividades da Acção Católica Rural, ACR. Contém: conclusões do I Seminário sobre o mundo rural no Portugal Europeu; correspondência; programa e conclusões dos conselhos diocesanos da ACR; Dia da Família Rural do Oeste, 1996; Conselho Nacional, 1997; programa da Semana de Estudos da Ação Católica Rural, 1997; colóquio "Nova mentalidade sobre o trabalho/emprego", 1998; programa-convite Mesa redonda sobre Mundo Rural do Oeste - que futuro?, 1999; Cadernos do Mundo Rural sobre os trabalhos da Assembleia Geral da FIMARC, Recife, 1982; notas manuscritas de Acácio Catarino; Quem educa hoje?, 9.ª Semana de Estudos Rurais, promovida pela ACR-Lisboa, Ribamar, 1983-08; Acácio Catarino, Voluntariado, iniciativas e organização, 1998-10-17; desdobrável do Seminário "Mundo Rural, ano 2000, O Homem, primeiro", Albergaria-a-Velha, 1997-09-27 e 28; Região do Oeste, 1995 (Suplemento de Alvorado, 740; apontamentos manuscritos; agenda do Conselho/Assembleia Diocesana da ACR, 1996-06-20 e 21; documento de reflexão sobre os Desafios ao Movimento na mira da nova evangelização deste mundo da Região Pastoral do Oeste.
Documentação referente à Acção Católica Portuguesa. Contém: lista de antigos assistentes nacionais da ACP, [s.d.]; Folha de apoio a campanha da LAC, [s.d.] (com descrição de atuação de membro da LAC, da Secção do Salão, Faial, Açores, sobre a sua atuação numa campanha e destinada a publicação no jornal da organização); I Jornadas da Acção Católica Portuguesa, 1995; documento preliminar de conclusões da II Reunião do Forum dos Movimentos da Acção Católica, 1997; Acção Católica Rural, Jornadas Sociais 1984; Conclusões dos Conselhos Nacionais de 1997 e 1998; JARC, CRC, Centro Cultura Estudos Rurais, Movimento Graal, Acção Católica dos Mais Novos, Jornadas Rurais, 1983; LOC - Liga Operária Católica, zona dos Olivais, 1985; correspondência, 1993; Boletim de Militantes da LOC com separata (estatutos e regulamento interno); programa de ação da LOC/MTC, 1998/1999; Movimento Rural Cristão, Assembleia Diocesana, 1977; Pastoral Operária, Conselho Presbiteral do Patriarcado de Lisboa, 1980; Novos caminhos para a pastoral operária em Portugal, 1996; Estatutos da Pastoral Operária, [s.d.]; REDE, Rede de Entreajuda na Comercialização, 9-12, 1978; Jovem Rural, 10, 1980; Caminhos Novos, Grito Rural e Caravana, n.º especial, 1982; folheto sobre o IV Dia do Agricultor, 1982-04-18.
Consulta acerca do ofício em que o Cardeal Patriarca pede autorização para entregar aos párocos, tesoureiros ou fábricas títulos de dívida pública que correspondam às quotas a que têm direito em virtude da incorporação do rendimento de diversas colegiadas no património do Seminário ou, pelo menos, a deduzir 30% naquelas quotas. Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção dos Negócios Eclesiásticos do Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, de 16 de maio de 1896, informação do secretário da Procuradoria-Geral da Coroa e Fazenda e ofício do Patriarcado de Lisboa, de 27 de abril de 1896, com uma relação dos encargos que o Seminário Patriarcal satisfaz anualmente a párocos, coadjutores, tesoureiros, fábricas e irmandades, em virtude da incorporação dos rendimentos das colegiadas extintas no património do Seminário. O processo foi distribuído ao então Ajudante da Procuradoria-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, em 21 de maio de 1896, tendo sido arquivado em 25 de novembro de 1903. Não tem parecer.
Inclui recortes de publicações periódicas com diversas representações caricaturais de António Lino Neto. Predominam as referências à sua actividade político-partidária e ao Centro Católico Português, com destaque para os seguintes recortes: «O Século» de 31/12/1922, com desenho de Adão e a seguinte legenda “Fim do ano...do sr. Lino Neto”; «O Século» de 29/09/1924 com a seguinte legenda “O sr. Lino Neto discursando”; «O Século» de 22/02/1925, com desenho do Dr. Ox e a legenda “Sol e dó político”; «Diário de Notícias» de 28/06/1925 com desenho de Eduardo Faria, intitulado “Procurando acesso na celeste mansão...Governamental”; «O Primeiro de Janeiro» de 28/05/1925, com desenho de D. Fuas; «Diário de Lisboa» de 24/12/1924, com desenho de Francisco Valença, intitulado “Acepipes do Natal. A festa da família política”; [«A Ideia Nacional»] de 13/04/1927, com desenho de Armando Boaventura, intitulado “prontos para comer...”; «Correio da Manhã» de 27/12/1922, com a reprodução de um desenho de Francisco Valença, publicado primeiramente no jornal «Mundo», sob o título “Homenagem do ‘Mundo’ ao sr. Lino Neto”. Sublinha-se ainda um desenho Joaquim Manuel Correia.
Inclui cartas remetidas a José Frederico Laranjo por diversos cidadãos portugueses, nomeadamente: Luís Carlos [Simões Ferreira] (1); Alberto Pimentel (2); António da Costa (4); Francisco Marques de Sousa Viterbo (1); Gomes Coelho (1); Júlio de Vilhena (1); A. Figueiredo (1); António [Maria] de Campos Júnior (1); João Penha [de Oliveira Fortuna] (2); António José de Barros e Sá (1); Anselmo José Braamcamp (3); José Luciano de Castro [Pereira Corte- Real] (1); Emídio Navarro (2); Vicente Ferrer Neto Paiva (1); [Henrique] de Barros Gomes (1); José Tomás de Sousa Martins (1); Maria Amália Vaz de Carvalho (1); António dos Santos Viegas (2), Mariano de Carvalho (1); A. A. da Fonseca Pinto (1); Júlio de Castilho (1). Entre os vários assuntos tratados, destacam-se os seguintes: apreciações críticas das obras da autoria do destinatário; agradecimentos pelo envio de opúsculos, livros e outros escritos; pedidos de artigos; alusão às diversas áreas de interesse e de actividade de José Frederico Laranjo; informações sobre o jornal «O Distrito de Portalegre» e sobre a organização do [Partido Progressista Português]. Integra, ainda, uma missiva de Maria Amália Vaz de Carvalho dirigida [à esposa de Frederico Laranjo] com mensagem de apologia ao carácter e ao talento do seu marido. Integra, por fim, duas cartas dirigidas a remetente identificado como “Casanova”, uma do conde de Ficalho e outra de remetente ilegível com timbre da Secção de Zoologia do Museu de Lisboa.
Processo relativo a Manuel José Ribeiro, alferes do batalhão de caçadores n.º 5, habilitado com o curso de engenharia, provido em concurso no lugar de lente substituto de engenharia rural no Instituto Agrícola. Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral das Contribuições Diretas do Ministério da Fazenda, de 11 de novembro de 1889, e o processo n.º 1844 (livro 7.º), remetido como anexo. O processo foi distribuído ao Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico Arouca a 14 de novembro de 1889 e foi arquivado a 1 de maio de 1902. Não tem parecer. Contém ainda o ofício da mesma proveniência, de 30 de maio de 1887, solicitando resposta ao processo remetido à Procuradoria-Geral da Coroa e Fazenda, de 30 de maio de 1887, acerca dos direitos de mercê relativos aos lentes da Escola Politécnica de Lisboa e de outras escolas de instrução superiores, e minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico Arouca, de 16 de junho de 1887.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 17 de dezembro de 1844, e cópia de outros do seu delegado na comarca de Estremoz, em que participa que, no dia 15 de outubro, foi preso pelo administrador do concelho João Mendes, um mendigo, que foi posto à disposição do juízo de direito, constando do rol dos culpados de um dos escrivães que "se acha culpado por vadio e suspeito de ladrão", encontrando-se o processo na Relação desde 20 de maio de 1829. Interrogado, referiu ter sido condenado há cerca de vinte anos a dois anos de degredo para Castro Marim, unindo-se, algum tempo depois de estar no local do degredo, à guerrilha constitucional do Batalha e, depois de esta ter sido dispersa, "tem andado por onde lhe tem parecido". O delegado pede instruções para saber como deve proceder. O Procurador-Geral propõe que se o Ministério do Reino informe se o preso fez alguns serviços à causa constitucional, como alega, e se assim for, esta circunstância deverá valer-lhe o perdão régio; se assim não for, deverá ser remetido para Castro Marim.
O Petardo foi um quinzenário católico humorístico, publicado no Porto (em Lisboa, entre 15 de outubro de 1903 e 11 de março de 1906), entre 1 de julho de 1902 e 1 de outubro de 1910, aos dias 1 e 15 de cada mês, com textos assinados por pseudónimos e entre-cortados por caricaturas. O anonimato dos colaboradores a coberto de pseudónimo era, inclusive, condição de admissão para colaborador do jornal. A redação e administração estavam a cargo do Padre Benevenuto de Sousa (1860-1948), a partir do Outeiro, em Torres Novas, embora fosse editado, publicado e impresso no Porto sob a responsabilidade do editor responsável António Pacheco. O Petardo apresentava-se como órgão satírico católico e nacionalista, que combatia a dissolução político-social em que Portugal se encontrava, atribuindo as culpas à fundação do Partido Socialista (1875), do Partido Republicano e do Partido Progressista (ambos de 1876). A circulação de O Petardo radicou-se na sua natureza católica, que lhe abriu caminho junto de um vasto público alvo e lhe permitiu angariar colaboradores a partir da rede institucional da Igreja. Com efeito, muitos dos seus colaboradores foram seminaristas ou padres sediados em seminários dispersos pelo continente e ilhas. Inicialmente com quatro páginas, a partir do n.º 7 (de 1 de outubro de 1902), o seu formato passou a ser mais reduzido, mas mais volumoso em páginas, que passaram a ser oito. A capilha contém dois exemplares do número 166 (Ano VII) de 1909-05-15, do jornal O Petardo. Um dos exemplares encontra-se incompleto.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, João Rebelo da Costa Cabral, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 12 de agosto de 1847, em que expõe que, a 9 de setembro de 1846, expediu ordens ao seu delegado na comarca de Tavira para que apurasse o facto de que é acusado o juiz de direito daquela comarca, o bacharel José da Fonseca Veiga, declarando todas as circunstâncias do caso e quais as pessoas que o presenciaram, e indicasse os médicos mais inteligentes para emitirem a sua opinião médico-legal, mas, em consequência dos acontecimentos políticos que ocorreram no Algarve, não teve resposta até àquela data. O facto de que o juiz de direito era acusado consistia numa ordem que deu para se disparar um tiro contra o réu José António Domingues, quando, após ser enforcado na comarca de Tavira, no dia 24 de novembro de 1845, na altura do seu enterramento, mostrou sinais de vida.
Contém documentação da autoria de Manuela Silva sobre problemáticas como a liberdade e política social. Contém: rascunho manuscrito de um livro sobre «A revolução de liberdade», [s. d.]; dois índices de livros sobre «Temas de Política Social» e «Temas de planeamento social»; dois exemplares do artigo de Manuela Silva sobre «O desenvolvimento económico e a política social», (janeiro de 1969); texto de Manuela Silva sobre «A promoção social e o desenvolvimento regional», (25 de fevereiro de 1969); texto de Manuela Silva sobre «Notas sobre alguns aspectos da metodologia do planeamento social», [s. d.]; anotações de Manuela Silva sobre «Desenvolvimento para quê? Como?», (1970); texto de Manuela Silva sobre «Bases para uma política coordenada de acção social destinada à população jovem da aglomeração de Lisboa», (12 de junho de 1968); comunicação de Manuela Silva sobre «L'enseignement et la recherche de la politique sociale au Portugal», (fevereiro de 1973); texto de Manuela Silva sobre «A saúde e os aspectos sociais do III Plano de Fomento» (1969); comunicação de Manuela Silva «A planificação da vida económica», (14 de abril de 1970).