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Recorte do jornal "Correio da Manhã", publicado a 20 de junho de 1983, sobre a corrida, entre o Marquês de Pombal e o Estádio Nacional, do Dia Olímpico.
Púlpito da capela de Nossa Senhora da Conceição no Palácio Nacional de Queluz. galardoada com o 1º prémio individual do II Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Vista parcial Palácio Nacional da Pena com a torre do relógio. Fotografia concorrente ao III Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Arcada do túnel de acesso ao Palácio Nacional da Pena. Galardoada com o 3º prémio do II Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Vista parcial do Castelo dos Mouros e do Palácio Nacional da Pena. Fotografia concorrente ao III Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Vista parcial dos contrafortes do tunel de acesso ao Palácio Nacional da Pena. Galardoada com a menção honrosa no IV Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Vista geral do palácio Nacional de Sintra quando o terreiro ainda se encontrava circundado pelas casas de aposentadorias e do Almoxarifado demolidas em 1911.
Fachada principal do Palácio Nacional de Sintra e vista parcial da Vila de Sintra. galardoada com a menção honrosa no III Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Vista geral do palácio Nacional de Sintra quando o terreiro ainda se encontrava circundado pelas casas de aposentadorias e do almoxarifado demolidas em 1911.
Vista parcial do lago dos cisnes no Palácio Nacional da Pena. Fotografia concorrente ao III Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Vista parcial da Serra de Sintra com o Palácio Nacional da Pena. Fotografia concorrente ao IV Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Estátua em frente à Pousada do Palácio Nacional de Queluz com a torre do relógio. Fotografia concorrente ao III Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Pormenor de um portão em ferro e candeeiro do Palácio Nacional de Queluz. Galardoada com a menção honrosa do III Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Vista parcial de um lago no jardim do Palácio Nacional de Queluz. Fotografia concorrente ao Salão de Arte Fotográfica de Sintra na categoria A.
Vista parcial da Vila de Sintra e Estefânia no inicio do século XX quando o palácio Nacional de Sintra ainda se encontrava circundado pelas casas do almoxarifado.
Troço da estrada nacional n.º 247 entre Sintra e a Ribeira de Sintra com a linha do elétrico. 1º prémio do IV Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Vista panorâmica da Vila de Sintra com o vale da Raposa, o Palácio Nacional de Sintra e a serra de Sintra.
Coluna torsa manuelina no jardim da preta do Palácio Nacional de Sintra e vista parcial da Vila de Sintra e serra.
Mobiliário da sala dos aposentos de D. Afonso XIII, rei de Espanha, no Palácio Nacional da Pena aquando da sua vista a Portugal em 1909.
Vista geral do palácio Nacional de Sintra quando o terreiro ainda se encontrava circundado pelas casas de aposentadorias e do almoxarifado demolidas entre 1912 e 1921.
Autuação da carta de ordem passada a bem da Fazenda Pública Nacional [Lisboa], para se cumprir o resgate das dividas do Major Pedro Nunes Leal, morador em Cascais.
Vista geral do palácio Nacional de Sintra quando o terreiro ainda se encontrava circundado pelas casas de aposentadorias e do almoxarifado demolidas entre 1912 e 1921.
Iluminação noturna do terreiro do palácio Nacional de Sintra e fogo de artificio durante as festas de Nossa Senhora do Cabo.
Vista geral dos pórtcos de entrada do palácio Nacional da Pena, o portal monumental ou porta férrea e a porta árabe.
Subsérie composta por livro de atas das sessões da Assembleia Geral do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos correspondentes ao período de 1936 a 1972.
Série composta por atas das sessões da Direção da Secção Distrital de Viseu do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos entre 1937 e 1942.
Conjunto de modelos de distintivos ou emblemas para bata dos farmacêuticos e diretores técnicos propostos pela Comissão Administrativa do Sindicato Nacional.
Processo de J. Mendonça, sócio do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos. Contém correspondência trocada com o Sindicato referente ao pagamento de quotas.
Unidade composta por documentação relativa à passagem de sócios da Associação dos Farmacêuticos do Centro de Portugal para o Sindicato Nacional dos Farmacêuticos aquando a extinção da Associação.
Diploma de Sócio protetor da Associação dos Bombeiros Voluntários de Lisboa atribuído ao Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, em sessão do dia 20 de julho de 1949.
Carta de H. O. Owen recusando o convite de Manoel Maria Sarmento Rodrigues, alegando o sentido do dever e aludindo à situação nacional e internacional.
Livro de registo das ocorrências, onde se registam as ocorrências importantes a bordo, especialmente as que envolvem perda para a Fazenda Nacional/Estado, infrações disciplinares, sinistros marítimos, etc.
Livro de registo das ocorrências, onde se registam as ocorrências importantes a bordo, especialmente as que envolvem perda para a Fazenda Nacional/Estado, infrações disciplinares, sinistros marítimos, etc.
Livro de registo das ocorrências, onde se registam as ocorrências importantes a bordo, especialmente as que envolvem perda para a Fazenda Nacional/Estado, infrações disciplinares, sinistros marítimos, etc.
Fotografia onde se visualiza, em Mecufi, à chegada do Governador-Geral, guarda de honra, em formatura, no momento de hastear a Bandeira Nacional.
Fotocópia do Comunicado do Governo de Transição anunciando a intenção de tornar o dia 20 de Janeiro, feriado nacional, em memório de Amílcar Cabral.
Américo Tomás; diversas fotografias, como por exemplo, F.I.P., Emb. de França, Assembleia Nacional, Audiências diversas, Palácio de Belém, Colares, Evóra, com Artistas, etc.
Edição: Comissão Cultural de Marinha Texto: - Jorge Manuel Flores (Membro da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos portugueses e docente da Universidade Lusíada)
- A importância atual do mar; - Caracterização da atividade marítima nacional; - Potencialidades e vulnerabilidades; - Atividade portuária; - Marinha de Guerra, - Indústria Naval; - Cadeia de transportes;
Destacamos neste álbum um conjunto de positivos que nos direcionam para algumas missões e viagens, no território Nacional, Europeu e Estados Unidos.
Correspondência recebida referente a munições e explosivos, circulares sobre da Cordoaria Nacional, vistoria ao N.R.P. rovuma, mapa de infrações de pesca cometidas nas águas sob jurisdição Portuguesa, etc.
Livro de registo das ocorrências, onde se registam as ocorrências importantes a bordo, especialmente as que envolvem perda para a Fazenda Nacional/Estado, infrações disciplinares, sinistros marítimos, etc.
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Manuel José Gonçalves Grilo nasceu a 04-05-1895 em Mondim de Basto. Tirou o curso do Magistério Primário. Foi presidente da Comissão Distrital de Vila Real da União Nacional, delegado da Mocidade Portuguesa, diretor delegado dos Serviços Municipalizados de Vila Real, presidente da Federação das Casas do Povo do Distrito de Vila Real, em cuja qualidade integrou a Câmara Corporativa, em representação dos trabalhadores. In:https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/g/grilo_manuel_jose_goncalves.pdf
Poeta de graciosa inspiração, autor de versos que ficaram dispersos por revistas e jornais literários. Grande amante de Arte foi, durante muitos anos, o animador da Sociedade Nacional de Belas-Artes, que lhe ficou a dever relevantes serviços como Secretário-Geral. Publicou. O título de 2.º Visconde de Idanha foi-lhe renovado, em verificação de segunda vida, por Decreto de D. Carlos I de Portugal. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_Rego_Correia_Freire_Manoel_Torres_de_Aboim
João da Silva Correia foi professor catedrático da Faculdade de Letras e vice-reitor da Universidade de Lisboa. Desempenhou também, entre outros cargos de vogal do Conselho Superior de Instrução Pública e de chefe gabinete do Ministro da Instrução, Dr. Alfredo Magalhães. Foi Bibliotecário da Biblioteca Nacional e sócio correspondente da Academia das Ciências. In: Cartas dos Outros para Alfredo Pimenta / Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Guimarães: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, 1963, pp. 373-374
O Fundo de Fomento da Habitação foi criado no ano de 1969 e extinto em 1982, contando portanto uma existência relativamente breve de 13 anos. O Decreto-Lei 49033 de 28 de Maio de 1969 cria esta instituição sob a forma de organismo com autonomia administrativa e financeira e com os propósitos simples mas ambiciosos de inserir o fomento de habitação social na política de equipamento e integrar a política nacional de habitação com o planeamento urbano.
Luís Cristiano Cinatti Keil (1881–1947) foi um importante conservador de arte português, colaborador de José de Figueiredo na organização do Museu Nacional de Arte Antiga, e autor de numerosa obra de investigação e crítica de arte. Luís Keil era o terceiro filho do compositor, pintor, poeta e coleccionador Alfredo Keil e de Cleyde Maria Margarida Cinnatti. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Keil
Nasceu no Porto, foi professor universitário e político ligado ao Estado Novo, exerceu diversos cargos de responsabilidade política nos governos liderados por António de Oliveira Salazar, entre os quais o de Ministro das Finanças (1940-1950) e o de presidente da Junta Central da Legião Portuguesa e da União Nacional. Foi o principal expoente da teoria corporativa portuguesa. Era Monárquico. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/José_Pinto_da_Costa_Leite
Fundador do Diário de Lisboa (1921-1990) e redator principal de "A Pátria", cargo que ocupou até 1921, ano em que fundou o Diário de Lisboa, de que foi logo diretor durante 35 anos. Colaborou em diversas publicações periódicas como a revista Arte & vida (1904-1906), Atlântida (1915-1920) e no Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas (1941-1945). A 9 de Junho de 1941 foi feito Comendador da Ordem Militar de Santiago da Espada. In: https://pt.wikipedia.org
Nasceu em Lisboa, em 08 de Fevereiro de 1898, faleceu a 1 de setembro de 1972. Licenciado em Direito, pela Universidade de Lisboa (1919), foi um dos mais ilustres políticos e banqueiros do tempo do Estado Novo. De entre a sua vasta biografia destaca-se a sua atividade no Ministério das Colónias e no Banco Nacional Ultramarino. In: https://www.cgd.pt/Institucional/Patrimonio-Historico-CGD/Estudos/Pages/Francisco-Vieira-Machado-Governador-BNU.aspx
Tomás de Melo Breyner, 4.º conde de Mafra, foi médico, dermatologista, venereologista e professor. Lecionou venereologia na Faculdade de Medicina de Lisboa. Médico dos hospitais civis de Lisboa. Director da consulta externa de doenças venéreas no Hospital do Desterro. Monárquico constitucionalista. Aderiu à Liga Nacional (1915) e pertenceu à direcção da Cruzada Nun’Álvares desde 1918. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 662
Henrique Lopes de Mendonça foi um militar da Armada, professor, historiador naval, escritor, poeta e dramaturgo. Sócio da Academia das Ciências, de que foi presidente (1915). Foi o autor da letra da marcha “A Portuguesa” (1890), adoptada como hino nacional pela República. Literariamente, foi um dos mais eminentes “lepidópteros”, segundo a terminologia dos homens do Orpheu. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 670
Foi um pianista, compositor, maestro e musicógrafo. Nasceu em São Tomé, São Tomé e Príncipe, a 22 de Abril de 1868, faleceu em Lisboa, a 1 de Junho de 1948. Estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, então designado Conservatório Real de Lisboa. Destacou-se no piano, tendo composto a sua primeira peça musical com 5 anos de idade. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vianna_da_Motta#Biografia
Diogo Freitas do Amaral exerceu vários cargos políticos: Membro do Conselho de Estado(1974-75 e 1985); Fundador e Presidente do CDS (1974-1982); Deputado à Assembleia Constituinte (1975-1976); Deputado à Assembleia da República (1976-1983); Vice-Primeiro Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1980); Primeiro-Ministro interino (1980-81); Vice-Primeiro Ministro e Ministro da Defesa Nacional (1981-83) e Presidente da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83)e candidato a Presidente da República (1986).
Alberto Pinheiro Torres nasceu em Braga, a 2 de Novembro de 1874, foi um advogado, jornalista, escritor e político ligado aos meios conservadores do Integralismo Lusitano, formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi membro fundador do Centro Católico Português (1917), onde qual ocupou várias funções diretivas, deputado na Assembleia Nacional do Estado Novo e grão-mestre da Ordem do Santo Sepulcro. Faleceu no Porto, a 31 de Julho de 1962.
O Grémio do Comércio do Concelho de Guimarães foi um organismo primário da organização corporativa instituída pelo Estado Novo, criado em 1939 e extinto em 1975. Funcionava como associação representativa dos interesses dos comerciantes locais, com competências reguladoras, administrativas e disciplinares, integrando-se na estrutura corporativa nacional. Durante o seu funcionamento, produziu documentação diversa, incluindo atas, registos de sócios, correspondência e relatórios financeiros, que refletem a sua atividade administrativa e a dinâmica económica do concelho no período em questão.
A Academia Portuguesa da História, instituição científica de utilidade pública, restaurada pelo decreto-lei n° 26611, de 19 de maio de 1936, é a legítima herdeira da mais antiga academia nacional – a academia real da história portuguesa – fundada por D. João V, pelo decreto de 8 de dezembro de 1720. Herdeira da figura da história, a Academia Portuguesa da História, restaurada sob a divisa RestituetOmnia, começou as suas atividades a 9 de janeiro de 1938, data da primeira reunião do conselho académico.
Francisco de Barcelos Rolão Preto nasceu no Gavião a 12 de Fevereiro de 1893 e faleceu em Lisboa, 18 de Dezembro de 1977. Era filho de António Adolfo Sanches Rolão Preto e de sua mulher Maria Rita Gaspar de Barcelos. Francisco de Barcelos Rolão Preto foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano e líder dos Nacional-Sindicalistas. Estaria mais tarde ligado à Oposição Democrática ao Estado Novo. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Rol%C3%A3o_Preto
Marcello José das Neves Alves Caetano nasceu em Lisboa a 17 de agosto de 1906 e faleceu no Rio de Janeiro a 26 de outubro de 1980. Produziu uma obra vasta de investigação no domínio do Direito administrativo, do Direito constitucional e da história do Direito em Portugal, para além do Direito corporativo, o que aliás se casava intimamente com as suas responsabilidades e opções políticas. É, de resto, autor do projeto do Código Administrativo de 1936, e o primeiro docente universitário a lecionar Direito corporativo em universidades portuguesas. De facto, tendo-se iniciado na política como seguidor do Integralismo Lusitano, aderiu ao Estado Novo criado por Salazar e ocupou numerosos cargos de alta responsabilidade, a nível partidário (presidente da Comissão Executiva da União Nacional), na direção dos organismos milícias do regime (Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa), em estruturas essenciais das forças de apoio político ao regime (procurador, vice-presidente e presidente da Câmara Corporativa) e ainda a nível governamental (foi Ministro das Colónias e Ministro da Presidência). Ascendeu efetivamente à chefia do Governo, mas por escolha do presidente da República, almirante Américo Thomaz, após se verificar a incapacidade de Salazar para continuar no exercício de funções. Entre 1968 e 1974, procura construir uma política de "evolução na continuidade", concedendo alguma abertura política à oposição, admitindo mesmo no seio da União Nacional (rebatizada Ação Nacional Popular) um grupo de jovens liberais com forte espírito crítico e grande dinamismo. Tentou, sem sucesso, uma política de equilíbrio. Cairia, por fim, em resultado da conspiração que iria dar origem ao 25 de abril de 1974, após o qual foi autorizado a seguir para o exílio, no Brasil, onde se dedicou à docência e revelou, em livros de carácter memorialístico, o seu grande azedume perante a evolução dos acontecimentos em Portugal. In: https://www.infopedia.pt/$marcello-caetano
O Banco de Portugal foi criado por decreto régio em 19 de novembro de 1846, com a função de banco comercial e de banco emissor. Surgiu da fusão do Banco de Lisboa, um banco comercial e emissor, e da Companhia Confiança Nacional, uma sociedade de investimento especializada no financiamento da dívida pública. Foi fundado com o estatuto de sociedade anónima e, até à sua nacionalização, em 1974, era maioritariamente privado. https://www.bportugal.pt/page/historia?mlid=818
Maria Fernanda Teles de Castro de Quadros Ferro (Lisboa, 8 de dezembro de 1900 - Lisboa, 19 de dezembro de 1994) foi uma escritora, poetisa, escritora, tradutora portuguesa. Fundadora e diretora da Associação Nacional dos Parques Infantis e da revista "Bem Viver" e de diversas ações em prol do turismo. Escreveu músicas para fado, marchas e canções infantis e, também, argumentos para cinema e bailado. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernanda_de_Castro