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Capitão Tenente Augusto Vidal de Castilho Barreto e Noronha, Capitão de Fragata António Marques da Silva, maquinista de 1ª classe Guilherme António Teixeira, capelão naval de 1ª classe Domingos Lopes da Silva (sentados) e 3º oficial da fazenda Alfredo Lopes Ribeiro, 2º Tenente Eduardo João da Costa Oliveira, facultativo de 1ª classe Luís Augusto Rodrigues, 2º Tenente António Carlos Velasco Celestino Soares, 1º Tenente Júlio Ferreira Barbas, maquinista de 2ª classe José Vaz dos Santos, aspirante maquinista de 2ª classe Joaquim Antunes, maquinista de 2ª classe João Nunes Mourão, maquinista de 3ª classe Francisco Domingos da Cunha, aspirante maquinista de 2ª classe Francisco Gonçalves Serra, 2º Tenente Francisco Gomes Xavier de Matos e 1º Tenente Adolfo Augusto Nandim de Carvalho (de pé).
Capitão Tenente Augusto Vidal de Castilho Barreto e Noronha, Capitão de Fragata António Marques da Silva, maquinista de 1ª classe Guilherme António Teixeira, capelão naval de 1ª classe Domingos Lopes da Silva (sentados) e 3º oficial da fazenda Alfredo Lopes Ribeiro, 2º Tenente Eduardo João da Costa Oliveira, facultativo de 1ª classe Luís Augusto Rodrigues, 2º Tenente António Carlos Velasco Celestino Soares, 1º Tenente Júlio Ferreira Barbas, maquinista de 2ª classe José Vaz dos Santos, aspirante maquinista de 2ª classe Joaquim Antunes, maquinista de 2ª classe João Nunes Mourão, maquinista de 3ª classe Francisco Domingos da Cunha, aspirante maquinista de 2ª classe Francisco Gonçalves Serra, 2º Tenente Francisco Gomes Xavier de Matos e 1º Tenente Adolfo Augusto Nandim de Carvalho (de pé).
J.A. Arantes Pedroso, Vitorino Gomes da Costa, Henrique Eduardo Macieira, Artur J. Reis e maquinista P.G. Serra e Alfredo Guilherme Howell, M.E. Correia, J.E. Batalha, João Baptista Ferreira e J.C. Alcobia (sentados) e Mariano da Silva, António P. Vale, A. Ramos da Costa, João de Sousa Bandeira, A. Soares de Andrea, Inácio Loforte, L. Caetano Pereira, D.L. Câmara Leme, Alberto C.F. Pinto Basto e Albano de Morais Carvalho (de pé).
A primitiva Feira do Gado tinha lugar nos dias 11 e 24 de cada mês e realizava-se nos terrenos a sul da Igreja Matriz. Mais tarde, passou a ter lugar apenas uma vez por mês e daí a designação de “Feira dos Onze”. Nos anos 20, a Feira dos Onze passou para o Urgal, onde acabou os seus dias nos anos 60. Daí que, até aos dias de hoje, o local seja conhecido por “Feira dos Onze”.
A primitiva Feira do Gado tinha lugar nos dias 11 e 24 de cada mês e realizava-se nos terrenos a sul da Igreja Matriz. Mais tarde, passou a ter lugar apenas uma vez por mês e daí a designação de “Feira dos Onze”. Nos anos 20, a Feira dos Onze passou para o Urgal, onde acabou os seus dias nos anos 60. Daí que, até aos dias de hoje, o local seja conhecido por “Feira dos Onze”.
A primitiva Feira do Gado tinha lugar nos dias 11 e 24 de cada mês e realizava-se nos terrenos a sul da Igreja Matriz. Mais tarde, passou a ter lugar apenas uma vez por mês e daí a designação de “Feira dos Onze”. Nos anos 20, a Feira dos Onze passou para o Urgal, onde acabou os seus dias nos anos 60. Daí que, até aos dias de hoje, o local seja conhecido por “Feira dos Onze”.
A primitiva Feira do Gado tinha lugar nos dias 11 e 24 de cada mês e realizava-se nos terrenos a sul da Igreja Matriz. Mais tarde, passou a ter lugar apenas uma vez por mês e daí a designação de “Feira dos Onze”. Nos anos 20, a Feira dos Onze passou para o Urgal, onde acabou os seus dias nos anos 60. Daí que, até aos dias de hoje, o local seja conhecido por “Feira dos Onze”.
A primitiva Feira do Gado tinha lugar nos dias 11 e 24 de cada mês e realizava-se nos terrenos a sul da Igreja Matriz. Mais tarde, passou a ter lugar apenas uma vez por mês e daí a designação de “Feira dos Onze”. Nos anos 20, a Feira dos Onze passou para o Urgal, onde acabou os seus dias nos anos 60. Daí que, até aos dias de hoje, o local seja conhecido por “Feira dos Onze”.
A primitiva Feira do Gado tinha lugar nos dias 11 e 24 de cada mês e realizava-se nos terrenos a sul da Igreja Matriz. Mais tarde, passou a ter lugar apenas uma vez por mês e daí a designação de “Feira dos Onze”. Nos anos 20, a Feira dos Onze passou para o Urgal, onde acabou os seus dias nos anos 60. Daí que, até aos dias de hoje, o local seja conhecido por “Feira dos Onze”.
A primitiva Feira do Gado tinha lugar nos dias 11 e 24 de cada mês e realizava-se nos terrenos a sul da Igreja Matriz. Mais tarde, passou a ter lugar apenas uma vez por mês e daí a designação de “Feira dos Onze”. Nos anos 20, a Feira dos Onze passou para o Urgal, onde acabou os seus dias nos anos 60. Daí que, até aos dias de hoje, o local seja conhecido por “Feira dos Onze”.
A primitiva Feira do Gado tinha lugar nos dias 11 e 24 de cada mês e realizava-se nos terrenos a sul da Igreja Matriz. Mais tarde, passou a ter lugar apenas uma vez por mês e daí a designação de “Feira dos Onze”. Nos anos 20, a Feira dos Onze passou para o Urgal, onde acabou os seus dias nos anos 60. Daí que, até aos dias de hoje, o local seja conhecido por “Feira dos Onze”.