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Instituído através do decreto-lei n.º 15.971, de 21 de Setembro de 1928, o Liceu Nacional D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, destinou-se inicialmente a abrigar uma população estudantil exclusivamente feminina, característica que manteve até ao ano de 1974. Instalado a princípio no Palácio Côrte-Real, situado na Rua do Quelhas, 36, passou a ocupar instalações na Rua de S. Bernardo, 14 a 16, entre 1936 e 1938. A partir deste último ano transferiu-se para aquele que ainda hoje é o edifício-sede do Agrupamento de Escolas D. Filipa de Lencastre, AEDFL, instituição homologada por despacho de 26 de Junho de 2007 e consagrada pelo decreto-lei 299/2007, de 22 de Agosto do mesmo ano. In: http://www.aedfl.pt/quem-somos/
Integra correspondência, nomeadamente com a A. Castro Poças Lda.; prof. Amândio Silva; Araújo & Sobrinho, SCRS.; Bernardino de Oliveira; Caldeira, Lda.; Camilo Gonçalves Matos; Quaresma de Matos Lda. - Casa das Bandeiras; Casa Forte Companhia Horticolo-Agricola Portuense, Lda.; Companhia União Fabril, CUF; Domingos Oliveira, SUCRS, Lda.; Emílio de Azevedo Campos, Lda.; F. Ramada - Aços e Indústrias - S. A. R. L.; Imprensa Nacional; Joaquim de Oliveira, Sucr.; pintor Júlio Rezende; Lusogolfe - Sociedade Portuguesa de Minigolfe, Lda.; Lusotufo - Indústrias Têxteis Irmãos Rolas, S. A. R. L.; Maria Aurora de Freitas; Escultora Maria Irene Vilar; Metalúrgica da Longra, Lda.; Moura, Pereira e Paiva, Lda.; Neolux Lda.; Remington Rand; Salvador Domingos Pereira; Simão Guimarães, filhos, Lda.; Somaco, Sociedade de Materiais para Construção; Foto Comercial- Teófilo Rego; Tipografia a Desportiva, Lda.; Tipografia Porto Médico; Lda., designadamente sobre aquisição de materiais e equipamentos para a Junta, pinturas murais, a fresco, no pavilhão do Parque de Jogos da Junta; minigolfe.
O registado: António Adelino da Silveira Correia de Almeida Delduque da Costa Nº registo: 937 Naturalidade (freguesia e concelho): Urgezes Santo Estêvão, Guimarães Data de nascimento: 1916/05/31 Pai: Adelino Delduque da Costa Profissão: Alferes da Guarda Nacional Republicana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria Maior, Viana do Castelo Mãe: Joana da Silveira Correia de Almeida Delduque da Costa Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): São Vicente de Fora, Lisboa Averbamentos: Emancipado em 1935; assento de casamento n.º 165 com Adelaide Rosa de Jesus Rodrigues em 1937; assento de casamento n.º 54 com Maria Julieta da Cruz e Melo; dissolução do casamento por divórcio com Maria Julieta da Cruz e Melo por sentença do tribunal em 1949; Casamento com Maria Pereira de Oliveira em 1950; transcrito sob o n.º 74 em 1969.
Narra a mudança, “a livraria é um trambolho, para quem não tem casa própria!”. Nomeia os estudos que conclui, um para “a História do Peres”, e a introdução às teorias de Newton em Portugal apresentada ao Congresso de História das Ciências onde travou “discussão interessantíssima” com F. Enriques, Henri Berr e Reymond. Dá conta da hesitação burocrática do director da Imprensa Nacional, com quem falou, quanto à sorte de Novos Estudos. “Aguardo, com gula, a sua História. Dissentiremos, necessariamente, e até em público e raso”; discute O idealismo kantiano, considerando Paulsen insuperável. Impossibilitado de enviar livros, persiste em pedir a autores que o façam. Aguarda a dica da hora e dia do trânsito de AP por Coimbra. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Sobre Zurara; tem capítulo redigido, mas o livro emperrou. Não quer responder a Pereira da Rosa (de O Século), mas não pode consentir que o enlameiem como «adepto de Moscovo» e agente da «dissolução nacional». De novo, a impressão dos Estudos de AP emperrou na falta de papel, mas ora irá marchar; em relação à carta de AP à redacção do Instituto, aconselha «meias-palavras». O extremismo da situação presente apavora-o e interroga-se: “Onde o princípio cristão da coexistência mútua no espaço, isto é, nas nossas fronteiras?”; daí o seu lema actual, o de um liberdadeiro: nem César, nem Pompeu. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Felicita pela resolução do ministro da Educação Nacional em relação à questão da Academia Portuguesa da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Felicita pela justiça que lhe foi feita pelo Ministro [da Educação Nacional]. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Felicita Alfredo Pimenta pela justiça que lhe foi feita pelo Ministro da Educação Nacional. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Integra correspondência, nomeadamente com a A Nova Licoreira portuguesa, Lda.; Adriano Pinto & Irmão, Lda.; Almeida - Cruz; particulares; Barral Almeida & C.ª; Conjunto Ligeiro Castro Dias; Casalinho; Casa Pereirinha; Casa do Povo de Vizela; Confeitaria Ateneia; Conferência de S. Vicente de Paula da Freguesia de S. Miguel das Caldas; Paróquia de São João das Caldas; Diário do Norte; Conjunto Dyno Faria; Progredior; Confeções Caravela, Lda.; Empresa Ernesto Campos; Hotel Sul Americano; Empresa Hoteleira de Vizela; Fábrica de Encerados da Restauração, Lda.; Fábrica Nacional de Margarina; Gonzalez, Byass & Co.; Guarda Nacional Republicana; Estabelecimentos - I Granadeiro , S.A.R.L.; Joaquim Moreira dos Santos & Irmão; particulares; Companhia de Seguros Império; Pároco de São Miguel das Caldas; engenheiro Luíz Pinto Magalhães; M. B. B. Teixeira, Lda.; Arquiteto Mário Azevedo; Mário de Carvalho - Delegado da Direção Geral de Desportos no Porto; Jornal de Notícias; Comércio do Porto; O Primeiro de Janeiro; Jornal de Notícias; Diário do Norte; Diário do Minho; Correio do Minho; conjunto Académico "Os Kings"; Orquestra Sabá; Orquestra Brasil; Passatempo Musical - Empresa Leonildo Belo de Almeida; Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim; Casa do Povo de Barqueiros; Grupo Típico Cancioneiro de Águeda; Rancho Folclórico de Torres Novas; Rancho Folclórico Típico de Santa Maria da Reguenga; Rancho Folclórico de Paços de Brandão; Rancho do Douro Litoral; Rancho Infantil de Matosinhos; Rancho Regional do Cabo; Rancho das Rendilheiras da Praça; Real Companhia Velha; Real Companhia Vinícola do Norte de Portugal; Bombeiros Voluntários de Vizela; Saboaria e Perfumaria Confiança; Sociedade de Produtos Lácteos (Nestlé); Sociedade de Tecidos de Vizela; Santa Casa de Misericórdia de Vizela; Sandeman & Cª; Sociedade de Vinhos Borges & Irmão; Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses; Conjunto Tony Araújo, sobre atividades comerciais e turísticas. Inclui fotografia do conjunto Tony Araújo.
Contém os seguintes documentos: relações dos eleitores da Assembleia Nacional e do Presidente da Republica organizada pelas Comissões Eleitorais das freguesias de São Tomé de Abação, São João de Airão, Aldão, Arosa, Barco, Santa Leocádia de Briteiros, São Salvador de Briteiros, Brito, Caldelas, Calvos, Balazar, São Martinho de Candoso, São Tiago de Candoso, Castelões, Conde, Costa, Creixomil, Fermentões, Donim, Figueiredo, Gandarela, Gémeos, Gominhães, Gondar, Infantas, Leitões, Longos, Lordelo, Mesão Frio, Moreira de Cónegos, Nespereira, Oliveira do Castelo, Pencelo, Santo Tirso de Prazins, Santa Eufémia de Prazins, São Jorge de Selho, Rendufe, São Martinho de Sande, São Paio, São Sebastião, São Torcato, São Lourenço de Selho, Silvares, Tagilde, Urgezes, Vermil e São Faustino de Vizela; relações do recenseamento geral dos Chefes de Família, com direito a votos nas eleições das Juntas de Freguesia de Souto São Salvador, Serzedo, Gondar, Caldelas, Aldão, Lordelo, Oliveira do Castelo, São Martinho de Sande, Vila Nova de Sande, São Paio e São Sebastião; verbetes do recenseamento eleitoral; relações dos indivíduos que devem ser inscritos ou eliminados no recenseamento dos chefes de família das freguesias de Urgezes, Santa Maria de Souto, Serzedelo, São Jorge de Selho, São Cristovão de Selho, São Torcato, Vila Nova de Sande, São Martinho de Sande, Ronfe, Santo Tirso de Prazins, São João de Ponte, Polvoreira, Pencelo, Moreira de Cónegos, Mesão Frio, Lordelo, Longos, Infantas, São Sebastião, São paio, Oliveira do Castelo, Gondomar, Gandarela, Fermentões, Creixomil, Costa, Caldelas, São Martinho de Candoso, São Miguel das Caldas, São João das Caldas, Brito, São Salvador de Briteiros, Balazar e Azurém; relação dos funcionários com direito de voto do Liceu Nacional de Guimarães.
Envia um abraço de regozijo pelo facto de o Ministro da Educação Nacional lhe ter feito justiça. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Dá os parabéns pelo parecer justo do Ministro da Educação Nacional. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Felicita Alfredo Pimenta pela justiça feita no despacho emanado pelo Ministro da Educação Nacional. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Felicita pelo gesto de justiça do ministro da Educação Nacional. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Os motivos de ter escrito o livro, após despacho favorável da sentença do ministro da Educação Nacional sobre o caso de exoneração da Academia Portuguesa da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Felicita pela justiça feita pelo Ministro da Educação Nacional sobre a questão da Academia Portuguesa da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Felicita pela justiça que o ministro da Educação Nacional fez a Alfredo Pimenta no «caso» da Academia Portuguesa da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Tece comentários sobre a exposição de Alfredo Pimenta à Assembleia Nacional acerca da sua contenda com a Academia Portuguesa da História. Relata a conversa com M. Araújo acerca do aniversário de Alfredo Pimenta. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Contém, nomeadamente os seguintes documentos: recenseamento geral dos chefes de família com direito a voto nas eleições das Juntas de Freguesia de Azurém, São Sebastião, São Lourenço de Sande, Ponte, Pencelo, São Clemente de Sande, Rendufe, Santa Eufémia de Prazins, Pinheiro, Moreira de Cónegos, Infias, Leitões, Longos, Oleiros, Mesão Frio, Lordelo e São Vicente de Mascotelos; caderno de chamadas do recenseamento dos eleitores com direito de voto na eleição de deputados à assembleia nacional, freguesia de Oliveira do Castelo (1ª assembleia); ofícios; certidões de afixação; relações dos indivíduos que devem ser inscritos ou eliminados do recenseamento dos chefes de família das freguesias de Azurém, Brito, São João das Caldas, Caldelas, Costa, Creixomil, Donim, Guardizela, Oliveira do Castelo, São Paio, São Sebastião, Lordelo, São Torcato, São Jorge de Selho e Urgezes; verbetes do recenseamento eleitoral; edital do recenseamento eleitoral; correspondência; relações do pessoal do Regimento de Infantaria nº 2, do Grupo de Companhias de Trem Automóvel, da Guarda Nacional Republicana, da secretaria notarial, da Conservatória do registo Civil, do Destacamento do Forte do Alto do Duque, do Grémio da Lavoura de Guimarães, da Delegação Concelhia da Intendência Geral dos Abastecimentos, dos Serviços Municipalizados de Água da Câmara Municipal de Guimarães, da 1ª Circunscrição Florestal, das cadeias civis centrais de Lisboa, do Regimento de Infantaria, nº 8, da Escola Industrial e Comercial de Francisco de Holanda, da Direção de Estradas, do Batalhão de Telegrafistas, dos Serviços Municipalizados de Gás e de Eletricidade, da 1ª Companhia de Saúde, do Grupo de Artilharia Contra aeronaves, nº 3 e do Liceu Martins Sarmento.
O caso de Alfredo Pimenta na Academia Portuguesa de História e a decisão do Ministério da Educação Nacional. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Faz referência à decisão do Ministro da Educação Nacional relativamente à questão da Academia Portuguesa da História. Tece comentários sobre o artigo «Monárquicos e Talassas». Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Processo de venda em hasta pública de diversos bens pertencentes à Igreja Paroquial de Santa Maria de Loures, classificada monumento nacional, situada no distrito de Lisboa, bem como a cedência de alguns objectos ao Museu Nacional de Arte Antiga. Contém a relação dos objectos para venda avaliados em 6.165$50, páginas de jornais contendo anúncios publicitando o leilão e a lista dos objectos que deram entrada no Museu Nacional de Arte Antiga.
Conjunto de 30 provas referentes à visita do Presidente do Comité Olímpico Internacional, Sr. Avery Brundage, a Lisboa, em fevereiro de 1968. Vários aspetos do Estádio Nacional; mesa de reuniões com os membros do Comité Olímpico de Portugal e Avery Brundage com transmissão para a Emissora Nacional; aspetos de cerimónia, evento; entrega de prémios, diplomas. A visita de Avery Brundage a Portugal coincidiu com a inauguração da Avenida Pierre de Coubertin no Estádio Nacional, a 22 de fevereiro de 1968.
Francisco de Paula Leite Pinto, nasceu em Lisboa, a 16 de Outubro de 1902, faleceu a 29 de Maio de 2000, foi um professor universitário, engenheiro, escritor e político português no período do Estado Novo. Na sua atividade política destacam-se o cargo de Ministro da Educação Nacional (1955-1961) e de deputado à Assembleia Nacional (1938-1942). Como professor, iniciou a carreira no ensino liceal, posteriormente, foi professor catedrático do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (1940-1973) da Universidade Técnica de Lisboa, instituição onde desempenhou o cargo de reitor (1963-1966), e na Escola do Exército. Continuou a docência fora de Portugal depois do 25 de Abril, em França e no Brasil. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Paula_Leite_Pinto
José Manuel da Costa nasceu a 11 de abril de 1904 em Marvão, Distrito de Portalegre. Licenciou-se em Direito, Letras e em Filologia Românica. Em 1930 concluiu o curso de Magistério Liceal (Português e Francês) e foi diplomado pela Escola Normal Superior. Em 1942 foi eleito Deputado da Assembleia Nacional na III Legislatura (1942-1945), na VII legislatura (1957-1961) pelo círculo de Viseu e na VIII (1961-1965) e IX (1965-1969) Legislaturas pelo círculo de Portalegre.Em 1944 torna-se chefe de gabinete de Salazar e dois anos mais tarde, ou seja, em 1946 assume o cargo de Diretor Geral do Ensino Liceal. Foi nomeado em 1951 Secretário Nacional de Informação, cargo que exerceu até 1955, data em que foi nomeado Chefe de gabinete da Presidência do Conselho (1955). A partir de 1956 torna-se Diretor do "Diário da Manhã" tendo abandonado em 1959. Exerceu funções como administrador por parte do Estado na Companhia Portuguesa Rádio Marconi. In: https://ahpweb.parlamento.pt/
João Francisco de Barbosa Azevedo de Sande Aires de Campos, conhecido pelo pseudónimo literário João Ameal, nasceu em Coimbra em 1902 e faleceu na mesmo cidade em 1982. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, membro da Junta Central da Legião Portuguesa, chegando a dirigir o seu Boletim, deputado à Assembleia Nacional em 4 legislaturas (III, IV, V e VI, 1942-1957). Terminado o seu percurso na Assembleia Nacional foi ainda, entre 1957 e 1961, procurador à Câmara Corporativa na VII Legislatura. Como político, cedo se tinha revelado como um militante monárquico tradicionalista juntando-se, em 1923, ao chamado "Grupo dos Cinco" que, não seguindo a ruptura do Integralismo com D. Manuel II de Portugal, ajudou a criar a Acção Realista Portuguesa. Colaborou em várias revistas e foi autor de uma História de Portugal. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ameal
José Ribeiro Cardoso possuía o curso de Teologia e a licenciatura em Direito pela Universidade de Coimbra (1906). Foi membro da Ordem dos Advogados, de cuja Delegação de Castelo Branco se tornou Presidente entre 1949 e 1951. Foi, ainda, presidente da Comissão Concelhia da União Nacional de Castelo Branco (1934), candidato às eleições legislativas, em lista alternativa (regionalista) à da União Nacional (1949), governador civil substituto de Castelo Branco (1908-1910), senador, pela Beira Baixa (1918-1919), presidente da Assembleia Geral da Casa do Povo de Sobreira Formosa, em cuja qualidade integrou a Câmara Corporativa, representando o trabalho agrícola, presidente da Junta Provincial de Castelo Branco (1937) e presidente do Grémio da Lavoura de Castelo Branco (1940). In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/c/cardoso_jose_ribeiro.pdf
A Organização Nacional Mocidade Portuguesa, vulgarmente conhecida apenas como Mocidade Portuguesa, era uma organização juvenil do Estado Novo. Foi criada pelo Decreto-Lei n.º 26 611, de 19 de maio de 1936, em cumprimento do disposto na Base XI da Lei n.º 1941, de 19 de abril de 1936. Pretendia abranger toda a juventude, escolar ou não, e destinava-se a «estimular o desenvolvimento integral da sua capacidade física, a formação do carácter e a devoção à Pátria, no sentimento da ordem, no gosto da disciplina e no culto do dever militar.»[3]. A ela deveriam pertencer, obrigatoriamente, os jovens dos sete aos catorze anos. Em 25 de abril de 1974, a Junta de Salvação Nacional procedeu à sua extinção imediata através do Decreto-Lei n.º 171/74], da mesma data. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mocidade_Portuguesa
Nasceu em Lisboa a 2 de setembro de 1889, faleceu em Coimbra, a 1977. Doutor em Direito pela Universidade de Coimbra, a sua carreira como professor passou também pela faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Exerceu também os cargos de Bibliotecário da Faculdade de Direito, Diretor da 1.ª Secção do Instituto Jurídico e Vogal honorário da Junta de Educação Nacional. Presidiu à Comissão encarregada da publicação dos Documentos Medievais Portugueses da Academia Portuguesa da História. Obteve as distinções Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Santiago de Compostela e Grande Prémio Nacional de Cultura. In: https://www.uc.pt/fduc/corpo_docente/galeria_retratos/paulo_merea
José Leite de Vasconcelos Cardoso Pereira de Melo cursou ciências naturais (1881) e medicina (1886) e doutorou-se em filologia românica na Universidade de Paris (1901). Conservador da Biblioteca Nacional desde 1887. Lecionou numismática e filologia portuguesa na Biblioteca Nacional e língua e literatura francesas, arqueologia e epigrafia na Faculdade de Letras de Lisboa (a partir de 1911). Fundador da Revista Lusitana (1887) e de O Arqueólogo Português (1895), órgão do Museu Etnológico, também por ele fundado. Publicou vasta obra, com destaque para Religiões da Lusitânia (1897-1913), Antroponímia Portuguesa (1928), Opúsculos (a partir de 1928) e Etnografia Portuguesa (a partir de 1933). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 642
João Francisco de Barbosa Azevedo de Sande Aires de Campos, conhecido pelo pseudónimo literário João Ameal, nasceu em Coimbra em 1902 e faleceu na mesmo cidade em 1982. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, membro da Junta Central da Legião Portuguesa, chegando a dirigir o seu Boletim, deputado à Assembleia Nacional em 4 legislaturas (III, IV, V e VI, 1942-1957). Terminado o seu percurso na Assembleia Nacional foi ainda, entre 1957 e 1961, procurador à Câmara Corporativa na VII Legislatura. Como político, cedo se tinha revelado como um militante monárquico tradicionalista juntando-se, em 1923, ao chamado "Grupo dos Cinco" que, não seguindo a ruptura do Integralismo com D. Manuel II de Portugal, ajudou a criar a Acção Realista Portuguesa. Colaborou em várias revistas e foi autor de uma História de Portugal. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ameal
Contém processos referentes a: pedido/concessão de pensão; acórdãos da Comissão Nacional de Pensões Eclesiásticas sobre concessão de pensões; mapas de pensionistas; e aposentações.
Contém processos referentes a: pedido/concessão de pensão; acórdãos da Comissão Nacional de Pensões Eclesiásticas sobre concessão de pensões; mapas de pensionistas; e aposentações.
Registo, efectuado na 1.ª Repartição, de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar.
Registo, efectuado na 1.ª Repartição, de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar.
Registo, efectuado na 1.ª Repartição, de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar .
Registo, efectuado na 1.ª Repartição, de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar.
Registo, efectuado na 1.ª Repartição, de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar.
Registo, efectuado na 1.ª Repartição, de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar.
Registo, efectuado na 1.ª Repartição, de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar .
Registo de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar.
Contém processos referentes a: pedido/concessão de pensão; acórdãos da Comissão Nacional de Pensões Eclesiásticas sobre concessão de pensões; mapa de pensionistas; mapa de quem pode receber pensão.
Contém processos referentes a: pedido/concessão de pensão; acórdão da Comissão Nacional de Pensões Eclesiásticas sobre concessão de pensões; e mapas de pensionistas.
Contém processos referentes a: pedido/concessão de pensão; acórdãos da Comissão Nacional de Pensões Eclesiásticas sobre concessão de pensões; mapas de pensionistas; e aposentações.
Registo de contas correntes de fruta de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, tipos de produtos (fruta, uva, azeitona), taxas a cobrar.
Registo de contas correntes de fruta de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, tipos de produtos (fruta, uva, azeitona), taxas a cobrar.
Registo de contas correntes de cereais de origem nacional. Contém identificação dos proprietários, procedência, armazenagem, destino, tipos e quantidades de cereal, taxas a cobrar.
Relatório sobre o funcionamento do refeitório do Ministério das Finanças. Contém proposta para o melhoramento do refeitório explorado pela F.N.A.T (Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho).
Registo das liquidações das quantidades médias permitidas aos importadores de fósforos, relativo a o Círculo Aduaneiro do Sul. Contém um registo da Companhia Nacional de Fósforo.
Contém cópia da relação das espécies.
Proposta de venda ao Estado, de um tapete persa Carabag e dois pares de quilimes, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Proposta de venda ao Estado, de um cântaro de duas ansas e uma panela de metal, com destino à cozinha do Palácio Nacional de Sintra.
Documentação sobre a incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial da freguesia de Marmelar, anexa à de Pedrogão, do concelho da Vidigueira e distrito de Beja.
Pedido de incorporação na Fazenda Nacional do foro de $40, imposto em casas na Travessa do Cepo, da cidade de Beja, requerida por José Duarte Laranja Gomes Palma.
Pedido de incorporação na Fazenda Nacional do foro de $10 imposto numas casas na Travessa do Cêpo, da cidade de Beja, requerido por José Duarte Laranja Gomes Palma.
Incorporação na Fazenda Nacional da antiga residência paroquial da freguesia de Mosteiro, e quintal anexo, do concelho de Oleiros e distrito de Castelo Branco.
Incorporação na Fazenda Nacional da Capela São José, em ruínas, situada na freguesia do Sobral de Cima, do concelho de Oleiros e distrito de Castelo Branco.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e oito prédios rústicos que constituiam o passal da freguesia de Meimão, do concelho de Penamacor e distrito de Castelo Branco.
Incorporação na Fazenda Nacional de vários prédios e oliveiras que pertenciam ao passal do pároco da freguesia de Aranhas, concelho de Penamacor e distrito de Castelo Branco.
Incorporação na Fazenda Nacional dos bens que constituiam o passal da freguesia de Vale do Lobo, do concelho de Penamacor e distrito de Castelo Branco.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial da freguesia da Fundada, do concelho de Vila de Rei e distrito de Castelo Branco.
Incorporação na Fazenda Nacional de várias propriedades rústicas e oliveiras pertencentes ao passal do pároco da freguesia de Tortozendo, do concelho da Covilhã e distrito de Castelo Branco.
Incorporação nos próprios da Fazenda Nacional da casa do coadjutor da freguesia de Olhão, situada no Largo da Restauração da vila de Olhão do distrito de Faro.
Documentação sobre a incorporação na Fazenda Nacional da residência do ajudador e respectivo passal situado na freguesia de Santa Bárbara de Nexe, do concelho e distrito de Faro.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Santiago, do concelho de Torres Novas e distrito de Santarém.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial da freguesia de Areias, concelho de Ferreira do Zêzere e distrito de Santarém, requerida por José Lopes.
Incorporação na Fazenda Nacional de uma pequena capela ou nicho das Almas, que se encontrava encravada na propriedade de Sebastião Victorino Bragança, na estrada de Bomfim, em Portalegre.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e os bens que constituíam o passal da freguesia de Beberriqueira, do concelho de Tomar e distrito de Santarém
Incorporação na Fazenda Nacional da Capela de Nossa Senhora da Graça em ruínas, situada na freguesia de São João Baptista da vila de Coruche, distrito de Santarém.
Pedido de incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Almoster, concelho e distrito de Santarém, requerido por Guilhermino Maia Deveza.
Incorporação na Fazenda nacional da antiga residência paroquial da freguesia de Seiça, do concelho de Vila Nova de Ourém e distrito de Santarém.
Incorporação na Fazenda Nacional das ruínas da Ermida de São Brás, destruída por um incêndio e situada na freguesia de Assunção, concelho de Arronches e distrito de Portalegre.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Arosa, concelho de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente Joaquim Pinto Fernandes Figueira.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial da freguesia de São Paio de Figueiredo, concelho de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente António Maria Pinheiro Torres.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e do passal da freguesia da Esperança, concelho de Póvoa de Lanhoso, distrito de Braga.
Incorporação na Fazenda Nacional dos bens dos diferentes passais do concelho e distrito de Braga, com vista à sua alienação em hasta pública.
Incorporação na Fazenda Nacional de uma morada de casas, em ruínas, e terreno anexo, pertencente ao passal da freguesia de Nogueiró, do concelho e distrito de Braga.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Serzedelo, concelho de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente Agostinho Martins Rocha.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Fagilde, concelho de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente António Gomes Carvalho.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Corvite, concelho de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente Domingos José Pires.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Sarzedo, concelho de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente Clementina Ferreira Guimarães.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de São Tomé de Caldelas, concelho de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente José Pinto Fernandes.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Polvoreira, concelho de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente José Maria de Freitas Guimarães.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial da freguesia de São Sebastião, da cidade de Guimarães e distrito de Braga, sendo requerente António de Sousa.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e quintal da freguesia de Santa Eulália de Fermentoso, concelho de Guimarães e distrito de Braga.
Incorporação na Fazenda Nacional de todos os bens que constituem o passal da freguesia de Carvalho, concelho de Celorico de Basto, distrito de Braga, requerida por Luís Gonçalves.
Incorporação na Fazenda Nacional de todos os bens cultuais do concelho de Celorico de Basto, distrito de Braga, incluindo os respectivos verbetes identificativos.
Incorporação na Fazenda Nacional de todos os bens que constituiam o passal da freguesia de Fervença, do concelho de Celorico de Basto e distrito de Braga.
Contas de Gerência da Comissão Administrativa dos Bens Cultuais do 1.º Bairro de Lisboa relativas ao rendimento do Panteão Nacional e sua aplicação, no ano económico de 1917-1918.
Incorporação na Fazenda Nacional das residências paroquiais e passais das freguesias de Medelo, da Ribeira e de São Miguel do Monte, concelho de Fafe, distrito de Braga,
Documentação com vista à incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Sande, do concelho de Vila Verde e distrito de Braga.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e passal da freguesia de Santo Estevão de Briteiros, do concelho de Guimarães e distrito de Braga.
Incorporação na Fazenda Nacional da residência paroquial e quintal, que constituiam o passal da freguesia de Vila Nova de Sande, do concelho de Guimarães e distrito de Braga.
Incorporação na Fazenda Nacional da casa da residência e passal da freguesia de Guardizela,concelho de Guimarães e distrito de Braga, requerida por Manuel do Vale Ribeiro.