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Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Clara de Jesus Pereira de Sousa Vinagreiro 2º Outorgante: Domingos Pereira de Sousa Vinagreiro e esposa Maria Luísa Correia da Silva 3º Outorgante: Joaquim de Sousa Pereira Vinagreiro e esposa Maria Isabel de Almeida Ferreira 4º Outorgante: Teresa Maria Pereira de Sousa Vinagreiro e marido Alípio Teixeira Leitão 5º Outorgante: Maria Fernanda Pereira de Sousa Vinagreiro e marido Manuel Joaquim Rodrigues da Cunha Abreu 6º Outorgante: Maria Cacilda Pereira de Sousa Vinagreiro e marido Joaquim Martins da Silva 7º Outorgante: José Carlos Machado casado com a 8.ª outorgante 8º Outorgante: Maria de Fátima Correia casada com o 7.º outorgante
Filho de Diogo Maria Esteves e de Carolina de Jesus Pereira, rurais, moradores no lugar da Bouça, Chaviães. Neto paterno de Inácio Diogo Esteves e de Mariana Álvares; neto materno de Maria Rita Pereira. Nasceu em Chaviães a 2/8/1867 e foi batizado na igreja pelo padre JLBC dois dias depois. Padrinhos: António Joaquim Gonçalves, solteiro, lavrador, residente em Carvalheiras, e Felicidade Perpétua, solteira, moradora em Fonte, ambos de Chaviães. // Em 1890, na Praça do Comércio, SMP, no prédio onde mais tarde esteve a «Samaritana», de Hilário Alves Gonçalves, abriu o estabelecimento que designou por «Loja Nova», o qual, em consequência de um incêndio, mudou para os baixos do “Correio Velho”, voltando ao local primitivo depois de feitas as reparações indispensáveis no prédio sinistrado; mudou definitivamente, aí por 1908, para o Rio do Porto, onde antes estivera a «Loja dos Dois Melros», de Jerónimo Fernandes de Barros, pois em 1907 fora-lhe concedida licença para reconstruir um prédio na Rua do Rio do Porto. // Casou na Vila de Melgaço a 5/4/1893 com Ludovina da Glória (exposta na roda a 27/10/1858), de 35 anos de idade, filha ilegítima de Margarida Carolina de Castro Álvares de Barros e do fidalgo da Casa do Rio do Porto, Caetano José de Abreu Cunha Araújo. Testemunhas: Inácio Teixeira Couto, casado, sargento da Guarda-Fiscal, colocado em São Gregório, Cristóval, e José Dias, casado, lavrador, da Vila. // Em 1908 avisava que tendo cedido para matadouro público a casa que possuía na sua propriedade de Carvalho de Lobo, e andando por ali muitos cães, levados pelo cheiro, iria tomar medidas tendentes a livrar-se de «semelhante canzoada». // Em Janeiro de 1918 tomou posse, dada pelo administrador do concelho, professor António José de Barros, de membro da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Melgaço, que substituía a Câmara recentemente eleita, chefiada por João Pires Teixeira. O governo de Sidónio Pais não confiava nos vereadores eleitos, assim, através dos governadores civis, mandou dissolver todas as Câmaras Municipais do país. Dessa Comissão também faziam parte: padre António Domingues, de Fiães, Francisco José Pereira, de Paderne, Bernardo José Domingues Salgado, de Prado, e José Augusto Teixeira, da Vila. // Em Junho de 1919 era o vice-presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal. // No «Notícias de Melgaço» 341, de 31/1/1937, surge o “Aviso”: «para evitar possíveis mal-entendidos se faz público de que, o signatário, nenhuma responsabilidade tem, directa ou indirectamente, no recente caso das notas espanholas de que se procede a investigações.» Melgaço, 26/1/1937 (*). // Ainda em 1937, recebeu 100$00, enviados do Bié, África, por Eusébio Pinto, a fim de serem distribuídos pelos pobres de Chaviães e da Vila; o seu objetivo era sufragar a alma de sua mãe, Rosa dos Anjos, que falecera. // O professor Ribeiro da Silva, poeta popular, dedica à “Loja Nova” do Esteves uma das suas gazetilhas. // Foi presidente da Caixa de Crédito Agrícola em Melgaço, correspondente do Banco de Portugal, Borges & Irmão, Nacional Ultramarino, e de outros; agente de câmbios, da Companhia de Seguros Tagus; depositário da Companhia Portuguesa de Tabacos e da Tabaqueira; além de agente funerário. // Militou no Partido Regenerador durante a monarquia, depois de 5/10/1910 tornou-se republicano, tal como outros; foi vice-cônsul de Espanha em Melgaço, fez parte da Junta de Paróquia da Vila por várias vezes, e juiz de paz de 1895 a 1910. // Em 1919 ainda fazia parte da Comissão Camarária. // Era um comerciante muito ativo e, segundo se diz, muito honesto. A sua Loja Nova tornou-se famosa e deu nome ao sítio. Aldomar Rodrigues Soares (Mário de Prado) rasga-lhe um enorme elogio: «era possuidor dum nobilíssimo carácter, lhano, franco, e duma probidade insuperável» (Padre Júlio Vaz apresenta Mário, página 100). // Em 1941 a Loja Nova passou a ser uma sociedade por quotas sob a firma «António Joaquim Esteves & Filhas, Limitada.» // A sua esposa finou-se a 10/5/1944 e ele faleceu na Vila, SMP, a 30/10/1952. // Com geração (ver na Vila). // Nota: foi sogro de Ernesto Ferreira da Silva, Governador Civil de Viana do Castelo (ver em SMP). /// (*) Ver, acerca deste caso, na Vila, José Luís do Vale.
Auto de petição para a concessão de pensões, requerido pelos serventuários das igrejas paroquiais de Sousel, Hermenegildo da Silva Escobar Júnior, da freguesia da Casa Branca, Joaquim Dias Prates Passão, e da freguesia do Cano, José Joaquim Moreira.
1879 Manuel Joaquim Rodrigues Monteiro nasce em Braga, na Rua Nova de Santa Cruz, 164 (29 de setembro). 1890 Começa a frequentar o Colégio do Espírito Santo. 1897 Primeiros escritos na revista literária “O Gigante” (Braga) Conclusão do curso liceal (4 de outubro). 1898 Matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (12 de outubro) Em Coimbra começa a frequentar a casa de António Augusto Gonçalves, que se inicia no estudo do Românico. 1901/1903 Na companhia de Rocha Peixoto, faz visitas de estudo (etnográfico-arqueológicas) ao Gerês, Barroso, Castro Laboreiro, Lindoso, Soajo, Serra Amarela, Marão, o distrito de Bragança, etc. Inicia a colaboração na “Portugália” e em diversos jornais, nomeadamente na “Residência”, jornal republicano de Coimbra. 1904 “Congresso da Liga Sub-Ripal contra a Calvície”, em Coimbra (28 de abril). 1905 Conclui o curso de Direito (12 de julho). Destruição da cidadela de Braga Monta banca de advogado em Braga e é orador no 1º comício republicano aí realizado 1905/1910 Colabora nas revistas “Serões”, “Portugália”, “Ilustração Portuguesa”, “Arte”, “Ilustração Transmontana”, etc. em “Arte e a natureza em Portugal” e em diversos jornais. 1906 É eleito presidente da Comissão Municipal de Braga do Partido Republicano (dezembro). 1907/1908 Participa ativamente em diversos comícios republicanos. 1908 Publica “S. Pedro de Rates”. 1909 Morre Rocha Peixoto (3 de maio). 1910 Manuel Monteiro, após a proclamação da República, é nomeado Governador Civil de Braga (6 de outubro). 1911 Visitas oficiais a diversas localidades do distrito. Publica a obra “O Douro”. 1912 Organiza, em Braga, uma exposição de arte sacra (junho). 1913 Nomeado juiz do Supremo Tribunal Administrativo (maio). Exonerado do cargo de Governador Civil (24 de maio). Eleito deputado pelo circulo de Barcelos, concorrendo pelo Partido Democrático (16 de novembro). 1914 Nomeado Ministro da Justiça (9 de janeiro). Pede demissão do lugar de Ministro da Justiça (22 de junho). Eleito Presidente da Câmara dos Deputados (18 de dezembro) 1915 O Parlamento é encerrado pela força, mas reúne sob presidência de Manuel Monteiro no Palácio da Mitra (4 de março). Demitido do cargo de juiz do T.S. (30 de março). Nomeado Ministro do Fomento (16 de maio). Eleito deputado por Braga (13 de junho)Exonerado do lugar de Ministro do Fomento (18 de novembro). Eleito Presidente da Câmara dos Deputados (16 de dezembro). 1916 É colocado como juiz nos Tribunais Mistos do Egipto, em Mansourah (6 de outubro. Chega ao Egipto (dezembro). 1921 É transferido para o Tribunal de Alexandria. 1923 O seu nome é sugerido como candidato à Presidência da Republica. 1930 É eleito presidente do Tribunal Internacional de Alexandria. 1939 Polémica com A. Nogueira Gonçalves, sobre o românico de Coimbra. Publica “S. Frutuoso”. 1940 Por motivos da II Grande Guerra pede demissão do cargo de juiz dos Tribunais Mistos do Egipto e passa a viver em Braga (novembro). 1940/1952 Colabora em diversas revistas e jornais (“Revista de Guimarães”, “Boletim da Academia” N. de Belas Artes”, “Mínia”, “Museu”, “O Tripeiro”, “Bracara Augusta”, “Primeiro de Janeiro”, “Correio do Minho”, etc.), profere várias conferências e rege um curso de história da arte. 1943 Fundação do “Instituto Minhoto de Estudos Regionais”, de que é o 1º Presidente (10 de dezembro). 1944 Criação da “Liga de Defesa da Região de Braga”, de que é fundador (maio). 1945 Apoia o Movimento de Unidade Democrática (MUD), de Braga (outubro). 1946 Fundação do Rotary Club de Braga de que é o 1º Presidente (3 de outubro). 1948 Subscreve o processo de candidatura de Norton de Matos à Presidência da República. 1949 Polémica com João de Moura Coutinho e Jerónimo Louro sobre a capela de S. Frutuoso (agosto/setembro). 1952 Manuel Monteiro falece, cerca das 22h, na sua residência na Rua Nova de Santa Cruz (18 de janeiro). Fonte: Henrique Barreto Nunes, Biblioteca Pública de Braga - Universidade do Minho.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rosa Cândida Martins Ferreira Gonçalves Guimarães de Freitas outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de Amélia Cristina Gonçalves Ferreira Gomes Ribeiro e de Amélia Cristina Gonçalves Gomes Ribeiro 2º Outorgante: Joaquim da Silva Pereira casado com Rosa da Costa e Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquina Pereira Teixeira Guimarães e marido João de Abreu 2º Outorgante: Joaquim da Silva, outorgando na qualidade de gestor de negócios de seu genro Manuel da Silva Oliveira, casado com Amélia Marques da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Pereira de Almeida 2º Outorgante: José da Costa Rodrigues Júnior e Joaquim Pereira da Silva, outorgando ambos em representação da sociedade comercial anónima de responsabilidade limitada, denominada "Salvador Caetano - Comércio de Automóveis (Minho), S.A.R.L."
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Joaquim de Sousa, outorgando na qualidade de procurador de Francisco José Fernandes casado com Rosa de Freitas; 2º Outorgante: António Vitorino de Sousa casado com Maria de Freitas 3º Outorgante: Fernando da Piedade Serra.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Duarte Gonçalves de Azevedo, outorgando na qualidade de procurador de João Carlos de Sousa Vaz Vieira e esposa Maria Henriqueta Teresa Ferreira de Sotto - Mayor Vaz Vieira 2º Outorgante: Joaquim Pereira dos Santos casado com Maria Rodrigues
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luís Filipe da Gama Lobo Xavier, outorgando na qualidade de procurador de Maria de La Salette Leite de Freitas Fernandes, casada com Domingos Mendes Fernandes 2º Outorgante: Joaquim da Silva Duarte, casado com Beatriz dos Santos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Ribeiro, outorgando na qualidade de procurador de Manuel de Oliveira Ribeiro, casado com a segunda outorgante 2º Outorgante: Florinda Rosa da Cunha, casada com o constituinte do primeiro outorgante 3º Outorgante: Maria Manuela Fernandes Esteves, casada com Júlio Martinho Esteves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Correia Gonçalves, outorgando na qualidade de procurador da "Empresa Textil de Barcelos, S.A.R.L.-TEBE" 2º Outorgante: António Correia Gonçalves e Manuel Correia Gonçalves, outorgando ambos na qualidade de sócios e gerentes da sociedade comercial "Sociedade Industrial de Produtos Texteis Longuinhos, Limitada"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Aníbal Dias Pereira outorgando na qualidade de procurador de "Sociedade Cooperativa O Problema de Habitação" 2º Outorgante: Joaquim José Ribeiro de Abreu, Abílio Pereira Ribeiro de Abreu, casado com Maria de Lurdes Mendes de Abreu
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Armindo de Freitas Lima, casado Maria de Jesus Dias Ferreira; 2º Outorgante: Maria Guilhermina de Freitas Lima, outorgando na qualidade de procuradora da sua mãe Maria de Jesus Dias Ferreira; 3º Outorgante: Joaquim Coelho Martins, casado com Alzira da Conceição Martins Nogueira.
Apresenta esclarecimentos sobre questões monetárias entre o Paço dos Duques de Bragança e a Câmara Municipal de Guimarães. Anexa o protocolo celebrado entre o Instituto Português do Património Cultural e a Câmara Municipal de Guimarães e o artigo de Joaquim Santos Simões publicado no jornal "Notícias de Guimarães".
A documentação referente ao tempo de serviço docente prestado por Santos Simões no ensino particular. Anexadas as declarações do Colégio Portugal e do Externato D. João de Castro; um oficio do Presidente do Conselho Conselho Directivo da Escola Secundária Francisco de Holanda; uma carta de Joaquim santos Simões; e avisos de rcepção dos CTT; diários da República; registo de salários.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Felgueiras Cardoso de Macedo Martins e Meneses que também usa os nomes de João Felgueiras Cardoso Martins de Meneses e João Cardoso de Meneses outorgando na qualidade de procurador de Maria Luísa Cardoso de Macedo Meneses de Morias 2º Outorgante: Joaquim Ribeiro de Castro, casado com Maria da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Ribeiro, outorgando na qualidade de procurador de Manuel de Oliveira Ribeiro, casado com a segunda outorgante 2º Outorgante: Florinda Rosa da Cunha, casada com o constituinte do primeiro outorgante 3º Outorgante: António Braga Ribeiro Capela, outorgando na qualidade de procurador de António Fernandes de Lima, casado com Aurora Vieira Capela
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Álvares da Costa de Menezes Moura e Cruz, outorgando por si e na qualidade de procurador de Maria da Eucaristia de Queiroz Vasconcelos Coimbra e Lencastre de Menezes e Cruz 2º Outorgante: Joaquim de Abreu, casado com Maria Pereira Salgado
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Machado de Almeida casado com Maria José de Oliveira da Silva Araújo 2º Outorgante: José Joaquim Martins Pereira casado Maria Isabel da Costa Gonçalves 3º Outorgante: Isidro da Silva Costa casado com Maria Clara Leitão de Oliveira Costa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria José Viamonte da Silveira de Almada Lobo Machado, outorgando na qualidade de procuradora de sua irmã Maria Margarida Lobo Machado de Viamonte da Silveira Cabral Machado, casada com Manuel Cabral Diogo Machado 2º Outorgante: Joaquim Novais, casado com Maria Novais de Castro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Moreira Novais e marido Faustino Miranda, outorgando ele por si e ainda na qualidade de procurador de seus cunhados Pedro Moreira Mendes e esposa Maria Amélia Novais 2º Outorgante: Joaquim de Freitas, casado com Rosa dos Anjos Ferreira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Adelinda Faria Pinheiro que também usa os nomes de Maria Adelinda Gomes de Faria Pinheiro e de Maria Adelina Faria Pinheiro e marido Manuel Lopes da Cunha 2º Outorgante: Joaquim Ribeiro casado com Joana de Lurdes Pinheiro Vaz
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luís Filipe da Gama Lobo Xavier, outorgando como procurador de Maria de La Sallete Leite de Freitas Fernandes, casada com Domingos Mendes Fernandes 2º Outorgante: Joaquim Alves Faria, casado com Maria Angelina de Carvalho
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Correia Gonçalves casado com Maria do Carmo Marques Rodrigues Gonçalves 2º Outorgante: António Correia Gonçalves casado com Georgina Adélia de Carvalho Gonçalves 3º Outorgante: Manuel Correia Gonçalves casado com Maria Emília Ribeiro Gonçalves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Joaquim de Sousa, outorgando na qualidade de procurador de Francisco José Fernandes, casado com Rosa de Freitas, que também usa o nome de Rosa Pereira de Freitas 2º Outorgante: Alberto Fernandes, outorgando na qualidade de gestor de negócios do seu filho Manuel da Costa Fernandes 3º Outorgante: Fernando da Piedade Serra
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Augusto Pereira de Sousa Lopes, outorgando em representação da sociedade comercial por quotas "Abel Machado Faria & Companhia, Limitada" 2º Outorgante: José da Costa Rodrigues Júnior e Joaquim Pereira da Silva, outorgando ambos em representação da sociedade comercial anónima de responsabilidade limitada, denominada "Salvador Caetano - Comércio de Automóveis (Minho), S.A.R.L."