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"In the High Court of Justice. King's Bench Division. 1908. C. No. 3211." • Transcrição da intervenção de Alfredo Henrique da Silva no processo interposto pela Cadbury Brothers contra The Standard Newspapers, Limited (proprietários do jornal "Spectator"), a favor de William A. Cadbury. Alfredo Henrique da Silva esclarece neste testemunho as circunstâncias em que conheceu William A. Cadbury e Joseph Burtt. Indica que apoiou aquele na preparação do relatório sobre S. Tomé e que o traduziu para português, tradução da qual resultou uma versão impressa. O relatório foi apresentado por William A. Cadbury, em nome dos industriais ingleses, numa reunião com a comissão de produtores de cacau de S. Tomé e Príncipe, a 28 de Novembro de 1907, em Lisboa. A declaração proferida por William A. Cadbury nesse encontro terá sido publicada pelos principais jornais a 30 de Novembro de 1907 e foi anexada ao testemunho na sua versão impressa.
Inquérito acerca dos conflitos com os párocos José Pereira da Costa Lima, Luiz Fernandes Azevedo e Silvestre José Peixoto, párocos respectivamente de São Pedro Fins de Belinho, concelho de Esposende, de São Paio de Fão, do concelho de Esposende e de Santo André de Rendufe do concelho de Amares, que foram punidos pelo Arcebispo de Braga que, na qualidade de seu chefe espiritual lhes restirou a jurisdição canónica. Por seu turno, o Governador Civil de Braga apoia a pretensão de permanecerem nas suas paróquias em sintonia com o povo das freguesias que se amotinou, o que consta de recortes de jornais, nomeadamente "O Século" de 25 de Abril de 1920; diversos números do semanário de Esposende "O Grulha", bem como de "O Novo Cávado".
Averiguações acerca da publicação de indultos pontifícios, com data de 31 de Dezembro de 1914 com validade de 10 anos, cuja execução apostólica ficara encarregue o Cardeal Patriarca de Lisboa, António Mendes Belo. O papa bento XV modificou e ampliou as concessões da Bula da Santa Cruzada cujas faculdades ficaram autorizadas por mais dez anos, em Portugal e seus domínios. Os indultos permitiam aos seus compradores poderem servir-se de manteiga e outros temperos semelhantes, ovos e lacticínios; e poderem por justo e razoável motivo, dispensarem o jejum e abstinência. Inclui recortes de notícias de jornais; apreensão dos referidos indultos mandados imprimir na tipografia Veritas da cidade da Guarda, assim como vários exemplares de indultos de diverso valor
Jornais católicos em que estavam incluídos artigos sobre a situação do clero e a lei de aposentação dos párocos, nomeadamente: - «A Ordem», n.º 985 de 25 de Janeiro de 1888; - «A Palavra», n.º 37 de 27 de Julho de 1889; - «A Palavra», n.º 291 de 31 de Maio de 1890; - «O Algarvio», n.º 17 de 21 de Julho de 1889; - «A Voz de Estarreja», n.º 465 de 29 de Junho de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 10 de 23 de Fevereiro de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 14 de 23 de Março de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 24 de 1 de Junho de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 25 de 9 de Junho de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 31 de 20 de Julho de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 77 de 7 de Junho de 1890.
Contém mapas com informação sobre o trabalho executado e respetiva despesa, ordens de pagamento, caderneta de ponto de jornais, memória justificativa, preços, orçamento, mapa de expropriações e termo de compra, mapa do volume de escavação e aterro, mapa do movimento das terras, mapa do cálculo da distancia médio, mapa do pavimento da estrada, mapa das obras de arte e as serventias. Inclui a certidão de afixação de anúncio do concurso, edital, programa, condições de arrematação, caderno de encargos, caderneta de medição de trabalhos, propostas de empreiteiros a concurso, autos de licitação, termo de adjudicação definitiva, termo de contrato definitivo, auto de consignação, conta corrente, conta final. Contém também peças desenhadas de um aqueduto por concluir, no contexto da rescisão de contrato com um empreiteiro, por motivos de doença deste.
Pagamento a engenheiros de minas e auxiliares que elaboraram a carta mineral do país a enviar à Exposição. Decreto sobre o peso das moedas de ouro e prata. Exemplares dos jornais "Le Moniteur des Intêrets Matériels" . Relação dos produtos das colónias portuguesas enviados para a Exposição. Telegramas. Relação de produtos e despesas de envio para a Exposição provenientes dos distritos de Aveiro, Beja, Leiria, Faro, Évora, Coimbra, Bragança, Castelo Branco, Braga, Lisboa, Porto, Portalegre, Funchal, Angra do Heroismo, Viseu, Vila Real, Viana do Castelo, Santarém. Envio para a Exposição de rendas de Peniche. Brochura "La question de la lumière sous-marine résolue au point de vue pratique, dans ses applications à la pêche, aux travaux hydrauliques (...) por M. J. de França-Netto (1865)"
Espólio pessoal de António Tomás Pinto Quartin, constituido quer por documentação de natureza pessoal, quer por panfletos, brochuras, jornais, revistas, e alguns objectos que foi acumulando. Espelha a actividade jornalística e política de Pinto Quartin, contendo ainda correspondência pessoal com políticos e intelectuais da época, e vários dos seus interesses culturais, com especial ênfase no teatro. Espelha também a relação conjugal de longa data (de 1916 a 1970) com Deolinda Lopes Vieira (1888 - 1993), professora primária. Reúne fontes de grande potencial para a história social e política dos últimos anos da Monarquia Constitucional e da I República e para o estudo da Oposição política ao Estado Novo, cobrindo sensivelmente o período que vai de finais do século XIX até aos anos 50 do século XX. • Áreas geográficas e topónimos: Portugal • Assuntos: I República (1910-1925).
Conjunto variado de jornais e publicações macaenses recolhidos entre 1995 e 1996 durante o trabalho de campo em Macau (a recolha apresenta irregularidade na periodicidade). Contém 57 números do Jornal de Macau (entre o número 3912 e o 3974); 43 números do jornal Macau Hoje (entre o número 9 e o 290); 22 números do jornal Ponto Final (entre o número 30 e o 205); 20 números do jornal Tribuna de Macau (entre o número 648 e o 723) e 19 números do jornal O Clarim (entre o número 1 e o 47). Contém ainda dois números de uma publicação em caracteres chineses e um Guia Turístico da Cidade. • Áreas geográficas e topónimos: Macau.
Venda em hasta pública a 7 e 9 de Fevereiro de 1924 dos móveis, paramentos e alfaias da antiga Capela de São Bento, do lugar de Valejas, freguesia de Barcarena, concelho de Oeiras e distrito de Lisboa e que rendeu a quantia de 4.590$00. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Desta capela foram separados para o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, uma mitra de seda bordada a ouro, do século XVIII; quatro jarras de faiança portuguesa do século XVIII e um báculo de prata.
Venda em hasta pública a 10 de Janeiro de 1924 dos azulejos que revestiam interiormente a antiga Capela de Santo António, do lugar de Tercena, freguesia de Barcarena, concelho de Oeiras e distrito de Lisboa, e outros objectos, à excepção de um painel de azulejos destinado a ser recolhido para um museu a ser indicado pela Direcção Geral de Belas Artes, e que rendeu a quantia de 4.032$00. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Inclui ainda relatório com informação sobre o valor dos azulejos, tendo o professor da Universidade de Coimbra, Dr. Virgílio Correia, e delegado do Conselho de Arte e Arqueologia, considerado que "os azulejos são de tipo vulgar, da segunda metade do século XVIII".
Venda em hasta pública de móveis, paramentos e alfaias, do antigo Paço Episcopal e extinto Seminário da cidade de Elvas de que se obteve a quantia de 11.249$00. Inclui listagem com os objectos vendidos, nome do comprador, valor de avaliação e valor da adjudicação; páginas de jornais com anúncios do leilão; relação do mobiliário do antigo Paço Episcopal que a Câmara Municipal de Elvas pretende adquirir para as repartições públicas a seu cargo; relação dos objectos existentes no antigo Paço Episcopal de Elvas que entraram no Museu Nacional de Arte Antiga; auto de entrega lavrado a 15 de Fevereiro de 1922 que estabeleceu a entrega de diversos livros, quadros e objectos devidamente identificados para figurarem na Biblioteca e Museu municipais de Elvas.
Esquema de auto-projeto para a reforma dos estudos históricos-apontamentos; Relatório 1979; apontamentos; decreto n.º 53/78 de 31 de maio; pareceres do conselho científico; convite; circular; listagem de publicações a partir de 1976 - manuscrita e datilografada; recortes de jornais; agenda de 1982; desdobrável do mestrado em Linguística Portuguesa Descritiva; parecer sobre aluno; férias sabáticas; lista nominativa de candidatos a assistentes na cadeira "História de Portugal séculos XVIII a XX"; fotocópia de certidão de reconhecimento do grau de doutor em História; apontamentos sobre classificações de alunos; atividades culturais e científicas no período em exerceu funções de deputado na Assembleia da República; Cópia de "O movimento operário em Portugal. Como proceder em vista à elaboração da sua história científica", agenda de 1980, agenda de 1979, apontamento de atividades em que participou em 1979, agenda de 1981, programa de colóquio internacional realizado em 1989.
Jaime de Magalhães Lima (1859-1936). Escritor e político. Irmão de Sebastião de Magalhães Lima, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano Unido. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi eleito deputado pelo Partido Regenerador nas legislaturas de 1893-1894 e 1896-1897. Em 1892 exerceu o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Aveiro. Colaborou em vários jornais e revistas, entre os quais O Século, do qual seu irmão foi fundador, A Província e a Revista de Portugal. Foi um seguidor dos ideais de vida de S. Francisco de Assis, por quem tinha uma profunda devoção, e admirador de Leão Tolstoi, a quem visitou numa viagem que fez à Rússia. Escreveu vários ensaios, textos doutrinários e crónicas de viagem. Fonte: Cartas a Alberto Sampaio. Organização, introdução e notas Emília Nóvoa Faria. Porto: Campo das Letras, 2008.
João Gomes de Abreu Lima (1852-1935). Escritor. Amigo de Guerra Junqueiro, Gonçalves Crespo e Bernardino Machado desde o tempo de Coimbra, onde frequentou a Universidade, embora não tivesse concluído o curso. Em Ponte de Lima, onde fixou residência a seguir ao seu casamento, exerceu o cargo de Recebedor da Fazenda Pública. Colaborou em vários jornais e revistas, com interessantes artigos sobre a história local, polémicas literárias, recensões críticas e ensaios poéticos. Em 1910, publicou na revista O Instituto, a primeira monografia de Ponte da Barca, um erudito trabalho de compilação e análise documental que intitulou Terra da Nóbrega (Notas Históricas). Fonte: Cartas a Alberto Sampaio. Organização, introdução e notas Emília Nóvoa Faria e António Martins. Porto: Campo das Letras, 2008.
Manuscrito com folhas cosidas. Folha com anotações do Abade de Tagilde com o título "Casa de Basto". O documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936. Contém 4 documentos: 1 Licença para se dizer missa no oratório de Refalcão, Santa Senhorinha de Basto, 2 Sentença pela qual se vê que os caseiros da comenda de Malta eram isentos de tributos e outros trabalhos, 3 Recibo que dão ao reverendo Marcelino Pereira Cleto, abade de Entre-Ambos-os-Rios os herdeiros do bispo D. Eugénio Boto da Silva (CP 3802(1)), 4 Posse que tomou Manuel Pinto de Magalhães de umas propriedades constantes de uma escritura que ignoro (CP 3804).
Impresso em que Alfredo da Silva responde ao jornal A Pátria, dirigido por Nuno Simões. SILVA (Alfredo da).- Em legitima defeza. Imp. Libanio da Silva. Junho de 1924. In-4.° gr. págs. inums. B. de XLVIII Transcrição do documento: O sr. Alfredo da Silva responde com DOCUMENTOS EXACTOS á CAMPANHA DIFFAMATORIA com que o jornal A PATRIA. de que é Director o sr. Nuno Simões, Ministro do Commercio, o ataca com a publicação de afirmações já desmentidas de calumniadores de baixa especie, unica forma - ao que parece - da pretensa defeza aos actos do Ministro da Agricultura sr. Joaquim Antonio de Mello e Castro Ribeiro." Com a transcrição de artigos de jornais, correspondência trocada entre a Companhia União Fabril. dos Negócios Estrangeiros e Consulado de Inglaterra, extractos do Diário do Senado, etc.
A coleção de fotografias datada entre 1876 a 1972. Retrata a vivência da família Sousa Cristina e dos que desfrutaram do seu convívio, no quotidiano e nas festas. Destacam-se as imagens do local onde habitavam - Quinta do Reguengo - e da Quinta da Palmeira - local de diversão e de convívio. Esta coleção tem imagens de desfiles populares, indústria, caça, pesca, agricultura (medas, vindima, apanha da batata), meios de transporte e muitos retratos de família. Esta coleção está digital no sistema GEAD (Coleção PT.MVCT.FF.SC.00204) que pode ser consultada internamente no Arquivo Municipal. A coleção é composta por: 124 doc. Correspondência; 76 Recibos; 7 Maços de etiquetas para vinhos; 27 Folhetos, catálogos e notas; 2 caixas com Material para fotografia; 539 Fotografias - positivos em papel; 1 Álbum com 155 fotografias; 3 recortes de jornais; 1 Álbum com 68 fotografias; 288 Negativos em vidro (141 doc. 13x19 cm; 104 doc. 9,5x12 cm; 3 doc. 6,5x9 cm; 40 doc. 4,4x6 cm).
Justifica a ausência de correspondência desde 1807, ano em que saiu de Portugal, devido às circunstâncias políticas da Europa. Deseja a António de Araújo de Azevedo, Ministro da Marinha e do Ultramar, um rápido restabelecimento da saúde. Informa que esteve ao serviço de Carlos IV, em Paris, como seu correspondente confidencial, mas que agora como os seus serviços foram dispensados e recusou-se, também, a ir para Roma ficará desempregado. Pede ao destinatário que o nomeie Secretário da Embaixada de Portugal em Paris. Solicita o apoio de S.A.R. para a publicação periódica mensal, O Observador Lusitano em Paris, que acaba de lançar e cujo n.º 1 remete em anexo. Acha que esta obra poderá ser executada num plano superior aos jornais de Londres O Investigador Português e o Correio Braziliense. Como prova da sua lealdade a S.A.R. remete cópias de alguns papéis diplomáticos que pertenceram ao espanhol, Eugénio Izquierdo de Ribera y Lezaun, relativos aos acontecimentos de 1807 e 1808.
Acusa a receção da carta de 14 de Outubro de 1815. Expressa a sua satisfação pela nova graça que S.A.R. concedeu ao seu amigo ?Conde da Barca?, testemunho público da estima que o Soberano lhe presta e uma resposta concreta às calúnias do "nosso amigo" da Grã-Bretanha. É lisonjeira a lembrança que o Príncipe-Regente conserva de si e deseja um dia poder agradecer-lhe pessoalmente. Refere-se ao restabelecimento da saúde do destinatário e pede para transmitir a sua amizade a José Egídio e toda a sua família. Cumprimentos ao marquês de Aguiar. Soube pelos jornais da viagem naturalista que o Príncipe de Neuwied empreende pelo Brasil, bem como todas as facilidades que o destinatário lhe concedeu. Aguarda com impaciência por alguma publicação. Conta partir para a Rússia no fim de Maio, onde irá tratar de negócios particulares, esperando empreender o regresso dentro de quatro meses. Depois que Bonaparte está em Santa Helena, é de esperar uma nova lógica nos acontecimentos.
Carta manuscrita assinada, de Seide. Esta carta está dentro envelope CP 2252 juntamente com outras 12 cartas de Camilo Castelo Branco. Transcrição da carta: "Meu caro Vicente O resultado das conferencias entre as árbitros da tal honra ofendida por adjectivos fortes apareceu n´um aranzel q. V. Exª terá visto no 1º de Janeiro de 6ª feira. Tudo incruentíssimo e imaculado por boas laminas de Toledo. Abraça-se com o seu excelente coração o de V. Ex.ª amº grato C. Castello Brº Seide 28/10/79" Esta carta espelha a quezília mantida com Cipriano Jardim, militar, escritor e jornalista que acusou Camilo de plágio, que se pode ler nos jornais da época, tendo surgido a possibilidade de duelo não concretizado. Fonte: Machado, João Afonso (2017). Memórias redivivas. Linda-a-Velha: DG Edições.
FERNANDES, Emília dos Prazeres. Filha de Vitória da Purificação Fernandes, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Ferreiros, Prado, e de (*). Neta materna de Pulquéria de Jesus, do dito lugar. Nasceu em Prado a 8/4/1890 e foi batizada na igreja a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís Ferreira, solteiro, caiador, de São Vítor, Braga, e Emília de Jesus Esteves, casada, costureira, moradora na Rua Direita, Vila. // Teve um filho, Aldomar Rodrigues Soares, nascido em Prado a 10/9/1913, gerado por Luís Cândido Soares, seu conterrâneo; esse mesmo filho, conhecido por “Mário de Prado”, que colaborou nos jornais da terra, escreveu que sua mãe tinha o apelido Rodrigues (de seu pai, certamente), o que até agora não consegui confirmar. // Faleceu no lugar de Ferreiros, no estado de solteira, a 22/10/1918. /// (*) Segundo consta, era filha de João Luís do Vale.
SERAFIM, Gabriel. Filho de José Serafim e de Albina Rosa Sarandão. Nasceu na Vila de Monção por volta de 1881. // Barbeiro. // Veio para Melgaço ainda solteiro, abrindo oficina e tornando-se agente de vários jornais. // Tinha 23 anos de idade quando casou na igreja de SMP a 8/9/1904 com Inocência, de 24 anos de idade, solteira, doméstica, sua conterrânea, filha de Justino Manuel Rodrigues e de Rosa Cardoso. Testemunhas: José Dias, proprietário, José de Araújo, vendeiro, e Cesário Augusto Cerdeira, trabalhador, todos residentes em SMP. // Em 1913 foi demitido de membro da sociedade “Recreio Melgacense”, tendo sido nomeado para o substituir Ilídio Esteves . // Faleceu na Vila de Melgaço a 3/3/1939, com 57 anos de idade, na sua casa de residência, na Rua da Calçada. // Sucedeu-lhe na barbearia o seu sobrinho João Rodrigues de Sousa. // A sua viúva finou-se também na Calçada, a 7/8/1954, com 74 anos de idade.
Cartaz de divulgação do espetáculo para maiores de 12 anos, a decorrer no Cine Copacabana, Lda., na Costa de Caparica, no dia 19 de julho de 1964, pelas 18h. Um espetáculo altamente científico, misterioso e inacreditável, mas verdadeiro, pelo consagrado professor Ferrery. Com momentos de franca gargalhada, expetativa e meditação, o assombro das plateias de todo o mundo, um êxito como nunca. Contém a imagem de uma página do jornal "Diário de Moçambique", com uma notícia sobre o espetáculo. Contém a crítica de 6 jornais (O Século, Diário Popular, Diário de notícias, Diário de Lourenço Marques, Notícias de Lourenço Marques e Diário de Moçambique). No verso, contém os carimbos do visto pela Inspeção dos Espetáculos, Delegação de Almada.
Recortes de imprensa dos jornais "A Bola", "Record", "O Século", "O Mundo Desportivo", "República", "Diário de Noticias", e "Desporto Novo" sobre a VI Assembleia Geral dos Comités Nacionais Olímpicos Europeus que reuniu em Lisboa sobre a presidência do Conde Jean de Beaumont. Contém os seguintes artigos: "Estes Olímpicos! Atitude... de esperar"; "Vinte e cinco anos de desporto - medalha de ouro no lançamento do disco. Lia Manoliu - de atleta a Vice-Presidente do Comité Olímpico Romeno"; "Altas esferas do desporto mundial. Jogos Olímpicos continentais - Uma hipótese muito realista"; "Vinte países estão em Lisboa"; "O discurso do Secretário de Estado foi uma «Pedra no Charco»!; "Tornar o desporto acessível a todo o povo português"; "Portugal irá beneficiar da «Solidariedade Olímpica"; "Política desportiva portuguesa revelada pelo Secretário de Estado"; "Os jogos Olímpicos não podem ser «Show-Business»"; "O desporto e a mulher".
Contém 2 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com a imprensa, rádio e televisão sobre acreditação de jornalistas para as Sessões do Comité Olímpico Internacional, direitos de resposta de imprensa, recortes de jornal sobre a preparação e participação nos Jogos de 84, pagamento de assinaturas de jornais e revistas desportivas, entre outros assuntos. Contém ainda documentação de tesouraria dos anos de 1981 a 1984, nomeadamente mapas de movimentos mensais, relatório e contas do ano de 1982, extratos de conta, recibos e faturas, orçamentos entre outros. Capas existentes na UI: capa n.º 64- Imprensa, Rádio e Televisão; capa n.º 65- Tesouraria.
Recortes de imprensa dos jornais "Correio da Manhã", "A Bola", "Diário de Noticias", "O Dia", "Dez de Junho", "Record", "O Jornal", "Mundo Desportivo", "Expresso", "O Tempo", "A Capital", sobre o boicote aos Jogos Olímpicos devido à intervenção do exército soviético no Afeganistão. Alguns títulos: "Olimpíada de Verão. Antes dos Jogos boicote é o tema", "O grande tema da actualidade desportiva. Boicote aos jogos de Moscovo - pressão de difícil êxito", "Moscovo ou não Moscovo eis a questão... O grande folhetim do boicote olímpico", "A controvérsia sobre os Jogos Olímpicos", "«Jogos livres» no Terceiro Mundo em vez das Olimpíadas de Moscovo", "Carter pediu a transferência dos Jogos Olímpicos de Moscovo", "Americanos treinam-se na URSS soviéticos exibem-se nos EUA", "C.O.I. condena a África do Sul adverte os Estados Unidos... mantém os jogos em Moscovo", "Portugal também decidido a hesitar", entre outros.
Recortes dos jornais "Diário Popular", "Diário de Notícias", "Record", "A Capital", "A Bola", publicados entre 27 de outubro e 29 de dezembro de 1984 sobre as comemorações do 75.º Aniversário do Comité Olímpico de Portugal que coincidiram com a visita a Portugal do Presidente do Comité Olímpico Internacional Juan Antonio Samaranch. Contém os seguintes artigos: "Nos 75 anos do Comité Olímpico Português. Um livro com as crónicas do eng. Nobre Guedes no «DP»", "COP festejou bodas de ouro antes de tempo. COP festejou as bodas de ouro após 72 anos da sua formação", "Exposição no Palácio Foz. Figuras e lendas do desporto português", "«Figuras e lendas do desporto português». Exposição assinala Aniversário do C.O.P", "Juan Antonio Samaranch entre nós. Regresso com alegria à cidade de Lisboa onde iniciei a carreira de dirigente desportivo" e "Governo condecora Samaranch com colar de honra de mérito".
Contém 17 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Amesterdão 1928, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. Na numeração das modalidades precedem as iniciais "J.P." [Jogos de preparação]. A documentação é composta por correspondência e inscrições por modalidades para os Jogos de Preparação Olímpica de 1925. Inclui inscrições de membros dos júris, imprensa e do Comité Olímpico Português. Capas existentes na unidade de instalação: capa J.P. 1- Atletismo; capa J.P.2- Boxe; capa J.P. 3- Ciclismo; capa J.P. 4- Esgrima; capa J.P. 5- Futebol; capa J.P. 6- Ginástica; capa J.P. 7- Hipismo; capa J.P. 8- Natação; capa J.P. 9- Pesos, Alteres e Luta; capa J.P. 10- Remo; capa J.P. 11- Lawn Ténis; capa J.P. 12- Tiro; capa J.P. 13- Yachting (Vela); capa n.º 14- Generalidades; capa n.º 15- Minuta para notícias nos jornais; capa n.º 16- Jogos de preparação olímpica de 1925; capa n.º 17 e 17a- Inscrições.
Contém 8 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos das XIII e da XVI Olimpíadas, numeradas sequencialmente com "processo n.º..." e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com os Comités Organizadores dos Jogos Olímpicos desde a XIV Olimpíada; com os Comités Nacionais acerca do envio de publicações periódicas, membros de Comissões Executivas, entre outros assuntos; com o CIO e com diversas Federações internacionais. Contém documentação sobre a atribuição da medalha Olímpica de 1951 e 1952 e sobre o Dia Olímpico de 1953, incluindo recortes de jornais; circulares emitidas pelo CIO; e comunicados enviados pelo COP à imprensa e rádio. Capas existentes na UI: capa n.º 47- Prémio Olímpico e medalha Olímpica; capa n.º 48- Circulares do CIO; capa n.º 49- Comités Organizadores; capa n.º 50- Correspondência com Comités Nacionais; capa n.º 51- Correspondência com o CIO; capa n.º 52- Correspondência com federações internacionais; capa n.º 53- Imprensa e rádio; capa n.º 54- Assuntos tratados nas reuniões dos Comités Nacionais.
Catálogo das Obras do Arquivo e da Biblioteca da Sociedade Farmacêutica Lusitana N.º 3. Livro manuscrito com registo das obras doadas à Sociedade, que se encontra organizado pelos seguintes temas: farmácia, química, física, história natural, botânica, zoologia, mineralogia, ciências médicas, diversidades, miscelânea e jornais científicos. Existem registos de monografias, periódicos, folhetos e dicionários. O registo inclui o nome do autor, título das obras, exemplares, país e ano, nome dos doadores, ano em que foi doado e lugar na biblioteca. Encontram-se mencionados os seguintes doadores: Academia Real das Ciências de Lisboa, Agostinho Albano da Silveira Pinto, Augustin José Mestre, Bernardino António Gomes, Câmara dos Deputados, Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Mallaina, Conselho de Saúde Pública do Reino, Eugène Marchand, François-Laurent-Marie Dorvault, Glenard e Guillermont, Instituto Médico Valenciano, João de Sousa Pereira, João Félix Pereira, Joaquim Augusto Carvalho, [José Adrião Vinha] Marques, José António de Arantes Pedroso, José Fructuoso Ayres, José Joaquim da Silva Pereira Caldas, Quintín Chiarlone, Sociedade Farmacêutica Brasileira.
Pasta contendo documentos avulsos relativos às sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana para elaboração de atas. Contém documentos datados entre 13 de julho e 30 de novembro de 1926 nomeadamente minutas datilografadas e manuscritas das sessões; moções, propostas e cartas de sócios; pareceres de sócios e comissões da Sociedade; circulares; correspondência recebida e expedida; mapa comparativo de receitas e despesas dos anos 1924 a 1926; recortes de jornais; convites. São abordados diversos assuntos nomeadamente sobre a eleição de Corpos Gerentes e Comissões; proibição do fornecimento de álcool às farmácias; Lei do Selo das especialidades farmacêuticas; Luctuosa Farmacêutica; venda ilegal de Pantopon; aviamento de receitas prescritas por Drummond Borges; Protesto do Dr. Gama Júnior contra a frequente ausência dos Secretários da Mesa da Assembleia Geral; preço a aplicar pela manipulação de medicamentos; Regimento do Preço dos Medicamentos; Água de louro-cerejo; iodeto de potássio; Comissão Revisora de Contas, Comissão de Farmácia e Comissão de Interesses Profissionais.
Série composta por recortes de artigos de jornais relacionados com saúde, farmácia e acontecimentos locais relacionados com a Fábrica da Vista Alegre. Estes recortes de jornal terão sido recolhidos pelo fundador da farmácia, Manuel Ferreira da Cunha. Contém temas diversos, como: a gripe, a cafeína, o café, a Bilharose, a cura da Sífilis pelas injeções quentes, a vacina de Friedmann, tratamento para a Tuberculose Pulmonar, descobertas antituberculosas, a Influenza – moléstia antiga, tirar do estômago um alfinete «bebe» aberto, a cura do Artritismo, o Metabeno – específico contra a diabetes, as flores e os seus perfumes, a academia das ciências de Lisboa, a cura da Pneumonia, o remédio contra a Lepra, as verrugas e ainda sobre a Associação dos Engenheiros Civis do Norte de Portugal.
Conjunto de recortes de artigos de jornais relacionados com saúde, farmácia e acontecimentos locais relacionados com a Fábrica da Vista Alegre. Estes recortes de jornal terão sido recolhidos pelo fundador da farmácia, Manuel Ferreira da Cunha. Contém temas diversos, como: a gripe, a cafeína, o café, a Bilharose, a cura da Sífilis pelas injeções quentes, a vacina de Friedmann, tratamento para a Tuberculose Pulmonar, descobertas antituberculosas, a Influenza – moléstia antiga, tirar do estômago um alfinete «bebe» aberto, a cura do Artritismo, o Metabeno – específico contra a diabetes, as flores e os seus perfumes, a academia das ciências de Lisboa, a cura da Pneumonia, o remédio contra a Lepra, as verrugas e ainda sobre a Associação dos Engenheiros Civis do Norte de Portugal.
Livro de registo de devedores e credores da Sociedade Farmacêutica Lusitana, correspondente ao período de 18 de fevereiro de 1902 a 31 de dezembro de 1927. Livro manuscrito, organizado em formato de tabela, dividida em valores recebidos e valores a pagar, com os campos da data, descrição do pagamento ou dívida e valor correspondente. Encontra-se estruturado por “Obrigacionistas do empréstimo para a construção do edifício”, “Primeiro Congresso Nacional de Farmácia”, “Operação para a remodelação das instalações da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Montepio Geral”, “Ricardo Leone - Fornecedor do vitral”, “Ricardo Peres - Rua Eduardo Coelho - Fornecedor de cofres à prova de fogo”, “Antonino Alves Barata”, “António Pereira - Obras no edifício - Empreiteiro”, “Grandes Armazéns Nascimento - Porto - Fornecedor de Mobiliário”, “Casa Heitor - Alcântara - Reparador de mobiliário”, “Júlio Gomes Ferreira - Ampliação da instalação eléctrica”, “José de Sousa Balfarejo - Valongo - Construtor da Placa dos Fundadores”, “Pintor Conceição e Silva” - Fornecedor dos azulejos para a escada principal”, “Fornecedores do Jornal da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Pessoal da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Despesas Geraes: Água à Companhia das Águas”, “Angariamento de anúncios”, “Anúncios em jornais”, “Despesas de Cobrança”, “Despesas de Correio”, “Coupons da Dívida da Sociedade”, “Às Companhias reunidas de Gás e Eletricidade”, “Impostos e Contribuições”, “Impressos Diversos”, “Despesas Imprevistas”, “Encadernações”, “Expediente etc. de Secretaria”, “Limpeza do quintal”, “Livros e publicações diversas”, “Mobília, utensílios e reparações”, “Reparações no edifício”, “Representação”, “Seguros do edifício e mobiliário etc.”, “À Companhia dos Telefones”, “Telegramas”, “Devedores Geraes: Sócios, por suas quotas”, “Coupons da Dívida Externa”, “Diplomas”, “Estatutos”, “Receitas Diversas”, “Jornais da Sociedade”, “Impressos Diversos”, “Juros de Depósitos”, “Anunciantes do n/ jornal”, “Devedores e Credores Geraes”, “Em Obrigações da Dívida Externa”, “Quotas de sócios, cobrança atrasada”, “Impressos com valor”, “Edifício Social”, “Mobiliário e Utensílios” e “Laboratório”. Vários campos não estão preenchidos. Nomes e entidades mencionados: Joaquim José Alves, Jornal Diário de Notícias, José Bento Coelho de Jesus, Libânio da Silva, Miguel José de Sousa Ferreira.
Recortes de imprensa selecionados pelo Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Évora sobre o escritor Armando Antunes da Silva o qual nasceu em Évora a 31 de julho de 1921. Aos 12 anos por falecimento da mãe teve que ir viver com a avó paterna, dona de uma loja, e separando-se do irmão que foi para a Casa Pia. Entre 1933 e 1941 trabalha num escritório de solicitadoria e mais tarde na seguradora Ultramarina. Em 1940 inicia a carreira jornalística no periódico Democracia do Sul e colabora em várias revistas e jornais como, o Diário de Lisboa, Diário Popular, República e no moçambicano Notícias da Beira. Em 1948 perde o emprego em Évora e é preso por pertencer ao M.U.D. Juvenil. Na prisão de Caxias encontra outros resistentes ao regime Salazarista e cria amizades. Em Lisboa emprega-se na CEL-CAT, uma fábrica de condutores elétricos. Em 1961 vence o primeiro Prémio dos Leitores, uma iniciativa do Diário de Lisboa, com Suão. Em 1969 candidata-se pela CDE na Oposição Democrática pelo Distrito de Évora. Em 1976 começa a dirigir o semanário Notícias do Sul, em Évora. Em 1979 candidata-se pelo M.D.P/C.D.E às eleições para a Assembleia da República, pela coligação A.P.U. Em 1981 perde o filho, vítima de doença súbita aos 36 anos. Em 1985 a sua esposa, Arlete, falece. Em 1986 casa-se em segundas núpcias com Maria Gisela. Após algum anseio regressa a Évora. Em 1987 ganhou o primeiro “Prémio Alentejo de Jornalismo” com um conjunto de textos sobre a qualidade do vinho do Alentejo, da barragem do Alqueva e da relevância da água, publicados no Notícias de Évora e no Diário de Lisboa. Em 1988 viaja até Macau, conhece a China e a Tailândia. No final do ano assiste à geminação de Évora e Angra do Heroísmo. Em 1991 torna-se mandatário do Partido Socialista, em Évora, e a 29 de junho recebe a medalha de mérito municipal, pela dedicação à província natal, no empenhamento cívico e literário. Em 10 de junho de 1992 é galardoado pelo Presidente da República, Mário Soares, com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Em 1996 a Câmara Municipal de Évora celebra o meio século de atividade literária de Antunes da Silva do que resulta o livro “Comemorações dos 50 Anos de Vida Literária do escritor Eborense Antunes da Silva”. Em 1997 morre em dezembro.
António Lourenço Farinha (Sertã, Várzea dos Cavaleiros, Mosteiro de São Tiago, 15 de Abril de 1883 - Lisboa, Anjos, depois de 15 de Abril de 1985), foi um padre e missionário português. Estudou no Real Colégio das Missões, de Cernache do Bonjardim. No fim do curso, seguiu, na qualidade de Missionário do Real Padroado, para a antiga colónia de Moçambique, onde esteve e trabalhou de 1907 a 1918, e onde se dedicou à evangelização e à alfabetização. Estudou conscienciosamente o Landim, e ali compôs e publicou uma Gramática desta língua, assim como, também, alguns livros de Catecismo, entre os quais um Catecismo Chironga-Português. Quanto esteve em Moçambique, de 1907 a 1919, foi Coadjutor da Missão de Matutuíne, no Rio Maputo, Pároco de São Miguel de Manhiça, e da Sé de Moçambique, Superior da Missão de Manhiça, da qual foi fundador, e Secretário da Prelazia. No regresso a Portugal, foi convidado e colocado, em 1919, pelo Ministro e no Ministério das Colónias, depois Ministério do Ultramar, como 3.º Oficial, encarregado, na sua Repartição de Justiça e Cultos, mais tarde de Justiça, Instrução e Missões, do expediente relativo a Missionários, e a desempenhar as funções de Chefe, as quais desempenhou durante vários anos. Colaborou em revistas de Missões, mormente no "Missionário Católico", e, também, com algumas outras revistas e jornais, como a "Revista Colonial", os "Anais da Propagação da Fé", o "Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa", "Novidades" (Suplemento Letras e Artes), "Lúmen", "Volumus", de Cucujães, e "Das Artes e História da Madeira", do Funchal,[6] e publicou várias obras, entre as quais a que segue. Trabalho muito notável é a monografia da sua própria terra: A Sertã e o seu Concelho, editada em 1930. Esta obra relata aspetos da História, Cultura, Etnografia e Lendas deste Concelho. Coligiu apontamentos e documentou-se pacientemente, nos arquivos públicos, para escrever a História das Missões Portuguesas, publicada em 1942, em dois volumes, pela Agência Geral das Colónias com o título, o 1.º Volume, A Expansão da Fé na África e no Brasil: Subsídios para a História Colonial, o 2.º Volume, A Expansão da Fé no Extremo Oriente: Subsídios para a História Colonial (1942). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Louren%C3%A7o_Farinha
Alberto Cardoso Martins de Menezes Macedo, filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo, nasceu na Casa do Carmo, S.ta Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães em 8 de agosto de 1878 e morreu, na Casa de Caneiros, em 24 de agosto de 1947. Casou na igreja de S.to Estevão de Urgeses, Guimarães, em 5 janeiro de 1901, com D. Arminda Adelaide Baptista de Sampaio. Foi Oficial de Cavalaria, Governador Civil do Porto (de 3-8-1918 a 3-1-1919), Senador (de 19-7-1918 a 21-2-1919), Promotor da Justiça no Tribunal Militar, Comandante duma coluna contra os revoltosos de Vila Real (a 5-1-1919), Senhor da Casa de Caneiros em S.ta Eulália de Fermentões, Guimarães, combatente na 1ª Guerra Mundial, onde comandou em Angola o 3º Esquadrão do regimento de Cavalaria n.º 9 (a 22-8-1914), habilitado com o Curso de Cavalaria da Escola do Exército (a 18-10-1901), Diretor das Escolas Regimentais (de 16-1-1916 a 1-8-1916), Diretor de Instrução dos Oficiais Médicos Milicianos (a 29-8-1916), Medalha de Prata de Classe de Comportamento Exemplar (a 15-11-1913), Medalha de Prata Comemorativa das operações militares realizadas no Sul de Angola em 1914-1915 (a 18-1-1917), Vogal da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, Diretor da Companhia do Porto Colonial (com diversos trabalhos topográficos e agrícolas em Angola, Moçambique e Cabinda), etc. Foi o fundador e criador da Casa dos Pobres em Guimarães, dedicou-se à indústria: fundou a Fábrica de Curtumes de Roldes, em Fermentões e a Lacticínio no Porto. Distinto cavaleiro venceu algumas provas de saltos e alta escola. Além de muitos artigos em jornais e revistas publicou: “O combate de Vila Real e outros esclarecimentos” em 1926, “A Hora da Justiça”, Famalicão, 1934, “A Indústria de Curtumes”, Porto, 1938, “Viagem de Estudo a Angola” em 1939, “Costumes e Aptidões dos Indígenas Africanos” em 1943. Recebeu na Casa de Caneiros em Fermentões, Guimarães, vários membros de Famílias Reais. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 211
Alberto Cardoso Martins de Menezes Macedo, filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes, nasceu na Casa do Carmo, S.ta Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães em 8 de agosto de 1878 e morreu, na Casa de Caneiros, em 24 de agosto de 1947. Casou na igreja de S.to Estevão de Urgezes, Guimarães, em 5 janeiro de 1901, com D. Arminda Adelaide Baptista de Sampaio. Foi Oficial de Cavalaria, Governador Civil do Porto (de 3-8-1918 a 3-1-1919), Senador (de 19-7-1918 a 21-2-1919), Promotor da Justiça no Tribunal Militar, Comandante duma coluna contra os revoltosos de Vila Real (a 5-1-1919), Senhor da Casa de Caneiros em S.ta Eulália de Fermentões, Guimarães, combatente na 1ª Guerra Mundial, onde comandou em Angola o 3º Esquadrão do regimento de Cavalaria n.º 9 (a 22-8-1914), habilitado com o Curso de Cavalaria da Escola do Exército (a 18-10-1901), Diretor das Escolas Regimentais (de 16-1-1916 a 1-8-1916), Diretor de Instrução dos Oficiais Médicos Milicianos (a 29-8-1916), Medalha de Prata de Classe de Comportamento Exemplar (a 15-11-1913), Medalha de Prata Comemorativa das operações militares realizadas no Sul de Angola em 1914-1915 (a 18-1-1917), Vogal da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, Diretor da Companhia do Porto Colonial (com diversos trabalhos topográficos e agrícolas em Angola, Moçambique e Cabinda), etc.Foi o fundador e criador da Casa dos Pobres em Guimarães, dedicou-se à indústria: fundou a Fábrica de Curtumes de Roldes em Fermentões e a Lacticínio no Porto. Distinto cavaleiro, venceu algumas provas de saltos e alta escola. Além de muitos artigos em jornais e revistas publicou: “O combate de Vila Real e outros esclarecimentos” em 1926, “A Hora da Justiça”, Famalicão, 1934, “A Indústria de Curtumes”, Porto, 1938, “Viagem de Estudo a Angola” em 1939, “Costumes e Aptidões dos Indígenas Africanos” em 1943. Recebeu na Casa de Caneiros em Fermentões, Guimarães, vários membros de Famílias Reais. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, pp. 209-211
José de Arruela nasceu em Ovar, no largo de Arruela, a 5 de Junho de 1881, e faleceu a 28 de Julho de 1960. Era filho de Caetano Luís Basto Ferreira - natural de Estarreja, jornalista, escrivão de Direito e, posteriormente, fundador, diretor e gerente, em Lisboa, do Correio Nacional - e de Maria Cândida Homem de Macedo da Câmara e Mota de Sousa Ribeiro Ferreira. Foi casado com Ana Maria Pinheiro de Melo Arruela, filha de Bernardo Pinheiro de Melo, 1º conde de Arnoso, de quem teve vários filhos, entre os quais Maria José de Arruela Azevedo Gomes e Maria Cândida de Arruela de Sousa Ribeiro. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra (1906), e estabeleceu-se como advogado em Lisboa. Destacou-se pela ampla amnistia que conseguiu para os marinheiros do couraçado Vasco da Gama, que se revoltaram no ano de 1908, pela intervenção desenvolvida através do jornal O Século. Em 1913 filiou-se no Partido Monárquico, tendo sido preso várias vezes por ações desenvolvidas pelo partido. Foi presidente da Comissão de Organização Política da Causa Monárquica, fundador do Centro Monárquico de Lisboa e diretor do Diário da Manhã, jornal oficioso da Causa Monárquica. Dedicou-se à defesa, em tribunal, de monárquicos - refira-se o julgamento no Tribunal das Trinas - e republicanos. Acabada a 2ª Guerra Mundial, seguiu ativamente os julgamentos de Nuremberga. Realizou várias conferências, que decorreram no Instituto de Coimbra, em Lisboa, no castelo de São Jorge e na sua própria residência. Foi colaborador de jornais como o Século, Diário de Notícias, Época, Dia, Nação e Voz, e diretor da revista A Voz do Direito. Desenvolveu ainda outra atividade literária, tendo publicado A Monarquia e a República: o programa do Diário da Manhã, de Lisboa, 1914; A tragédia nacional: Alemanha e Portugal, cuja segunda edição é de Coimbra, 1940; Uma trepa histórica, (polémica com o Dr. Alfredo Pimenta), publicado em Coimbra, em 1942; O equilíbrio peninsular, publicado em Coimbra, em 1944; O imperativo geográfico de uma aliança, publicado em Coimbra, em 1945; publicou ainda dois livros de poesia: Contrastes e Convulsões da Pátria. In: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=4206401
1879 Manuel Joaquim Rodrigues Monteiro nasce em Braga, na Rua Nova de Santa Cruz, 164 (29 de setembro). 1890 Começa a frequentar o Colégio do Espírito Santo. 1897 Primeiros escritos na revista literária “O Gigante” (Braga) Conclusão do curso liceal (4 de outubro). 1898 Matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (12 de outubro) Em Coimbra começa a frequentar a casa de António Augusto Gonçalves, que se inicia no estudo do Românico. 1901/1903 Na companhia de Rocha Peixoto, faz visitas de estudo (etnográfico-arqueológicas) ao Gerês, Barroso, Castro Laboreiro, Lindoso, Soajo, Serra Amarela, Marão, o distrito de Bragança, etc. Inicia a colaboração na “Portugália” e em diversos jornais, nomeadamente na “Residência”, jornal republicano de Coimbra. 1904 “Congresso da Liga Sub-Ripal contra a Calvície”, em Coimbra (28 de abril). 1905 Conclui o curso de Direito (12 de julho). Destruição da cidadela de Braga Monta banca de advogado em Braga e é orador no 1º comício republicano aí realizado 1905/1910 Colabora nas revistas “Serões”, “Portugália”, “Ilustração Portuguesa”, “Arte”, “Ilustração Transmontana”, etc. em “Arte e a natureza em Portugal” e em diversos jornais. 1906 É eleito presidente da Comissão Municipal de Braga do Partido Republicano (dezembro). 1907/1908 Participa ativamente em diversos comícios republicanos. 1908 Publica “S. Pedro de Rates”. 1909 Morre Rocha Peixoto (3 de maio). 1910 Manuel Monteiro, após a proclamação da República, é nomeado Governador Civil de Braga (6 de outubro). 1911 Visitas oficiais a diversas localidades do distrito. Publica a obra “O Douro”. 1912 Organiza, em Braga, uma exposição de arte sacra (junho). 1913 Nomeado juiz do Supremo Tribunal Administrativo (maio). Exonerado do cargo de Governador Civil (24 de maio). Eleito deputado pelo circulo de Barcelos, concorrendo pelo Partido Democrático (16 de novembro). 1914 Nomeado Ministro da Justiça (9 de janeiro). Pede demissão do lugar de Ministro da Justiça (22 de junho). Eleito Presidente da Câmara dos Deputados (18 de dezembro) 1915 O Parlamento é encerrado pela força, mas reúne sob presidência de Manuel Monteiro no Palácio da Mitra (4 de março). Demitido do cargo de juiz do T.S. (30 de março). Nomeado Ministro do Fomento (16 de maio). Eleito deputado por Braga (13 de junho)Exonerado do lugar de Ministro do Fomento (18 de novembro). Eleito Presidente da Câmara dos Deputados (16 de dezembro). 1916 É colocado como juiz nos Tribunais Mistos do Egipto, em Mansourah (6 de outubro. Chega ao Egipto (dezembro). 1921 É transferido para o Tribunal de Alexandria. 1923 O seu nome é sugerido como candidato à Presidência da Republica. 1930 É eleito presidente do Tribunal Internacional de Alexandria. 1939 Polémica com A. Nogueira Gonçalves, sobre o românico de Coimbra. Publica “S. Frutuoso”. 1940 Por motivos da II Grande Guerra pede demissão do cargo de juiz dos Tribunais Mistos do Egipto e passa a viver em Braga (novembro). 1940/1952 Colabora em diversas revistas e jornais (“Revista de Guimarães”, “Boletim da Academia” N. de Belas Artes”, “Mínia”, “Museu”, “O Tripeiro”, “Bracara Augusta”, “Primeiro de Janeiro”, “Correio do Minho”, etc.), profere várias conferências e rege um curso de história da arte. 1943 Fundação do “Instituto Minhoto de Estudos Regionais”, de que é o 1º Presidente (10 de dezembro). 1944 Criação da “Liga de Defesa da Região de Braga”, de que é fundador (maio). 1945 Apoia o Movimento de Unidade Democrática (MUD), de Braga (outubro). 1946 Fundação do Rotary Club de Braga de que é o 1º Presidente (3 de outubro). 1948 Subscreve o processo de candidatura de Norton de Matos à Presidência da República. 1949 Polémica com João de Moura Coutinho e Jerónimo Louro sobre a capela de S. Frutuoso (agosto/setembro). 1952 Manuel Monteiro falece, cerca das 22h, na sua residência na Rua Nova de Santa Cruz (18 de janeiro). Fonte: Henrique Barreto Nunes, Biblioteca Pública de Braga - Universidade do Minho.
Jornal da Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, nº 15, maio 1961. Editor: António Silva Pinto, Diretor: Júlio Freire de Andrade; Chefe de Redação: Rui Martins. Principais temas deste número: - Artigo de José Augusto Seabra intitulado "Transmitirá a nossa universidade uma cultura?"; “Para responder à pergunta: - qual a função da Universidade? - seria necessário um estudo profundo e exaustivo, que a encarasse nos seus variados e complexos aspetos, em relação, em primeiro lugar, com a estrutura social e respetiva superestrutura ideológica de que tem sido e tenderá a ser a expressão e o instrumento.” - Realização da I Semana Cultural Universitária; “As Secções Culturais das Associações de Estudantes de Lisboa realizaram em Março por iniciativa conjunta uma série de colóquios sobre temas de cultura a que deram o nome de I Semana Cultural Universitária. Estes colóquios realizaram-se na Sociedade Nacional de Belas Artes e foram dirigidos por críticos de arte dos diferentes assuntos versados (...) Sobre o colóquio, diz-se “Falou-se muito de sons mas bastante pouco de música”, pois houve membros muito mais focados na música eletrónica e na sua decomposição de Fourier do que a conceção mais clássica da música. “[...] a sessão terminou com a audição de um dos andamentos da Música para cordas, percussão e celesta de Béla Bartók!” - Dia Nacional do Estudante de 1961; “O Dia do Estudante de 1961”, presença de 350 estudantes de Coimbra e Porto. tendência de união dos estudantes à escala nacional. Registe-se que o maior anfiteatro do Técnico foi insuficiente em qualquer das 3 sessões realizadas. Finalizou com um jantar no ginásio do Técnico que recebeu quase o dobro dos inscritos. (450 previstos, 700 comensais). - Anúncio do 1º Encontro da Imprensa Universitária “1º Encontro da Imprensa Universitária”, O encontro teve lugar na AEIST, nos passados dias 11 e 12 de Março e reuniu representantes de 15 publicações, entre jornais, revistas e boletins, das 3 Academias do País. Discutiu-se a relação entre os jornais, plano nacional como internacional; situação e formação do estudante jornalista; possibilidade de realização dum jornal comum; difusão das publicações e possibilidade de uma tipografia académica. • Assuntos: Associativismo estudantil.