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ALVES, José Manuel. Filho de Francisco Alves e de Marcelina Vaz. N.p. de José Alves e de Maria Alves, todos de Sante; n.m. de António Vaz Carvalho e de Maria Luísa Alves, do Covelo, Paderne. Nasceu em São Paio a 30/3/1829 e foi batizado pelo padre José Manuel Alves a 3 de Abril desse ano. Padrinhos: António Alves Garelha e sua mulher Rosa Rodrigues Torres.
CODESSO, Manuel Joaquim. Filho de António Joaquim Codesso e de Teresa Joaquina (ou Teresa de Jesus) Alves Salgueira. N.p. de Francisco José Codesso e de Vicência Dias; n.m. de António José Alves Salgueira e de Clara Maria Rodrigues Torres, todos de Sante, rurais. Nasceu em São Paio a 27/5/1877 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Manuel Joaquim Fernandes e sua mulher, Margarida Rosa Rebelo, do Cruzeiro. // Faleceu em Paderne a 9/12/1939.
GARELHA, Joaquina. Filha de Francisco Alves Garelha e de Maria Domingues Longarinha. N.p. de António José Alves Garelha e de Rosa Luísa Torres; n.m. de Francisco Domingues Longarinhas e de Domingas Vaz Carvalho. Nasceu em São Paio a 13/8/1858 e foi batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: José Manuel Alves Garelha e Joaquina Alves, de Sante. // Casou na igreja de São Paio a 23/12/1892 com o seu conterrâneo Manuel José Esteves.
GARELHA, José Manuel. Filho de Francisco Alves Garelha e de Maria Domingues Longarinhas, residentes no lugar de Sante, lavradores. N.p. de António José Alves Garelha e de Rosa Maria Torres; n.m. de Francisco Domingues Longarinhas e de Domingas Vaz de Carvalho. Nasceu em São Paio a 12/12/1860 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Manuel Alves e Joaquina Alves, casados, lavradores, do lugar de Sante.
FREITAS, Manuel Inácio. Filho de Rosa Joaquina de Freitas, solteira, lavradora, moradora no lugar do Requeixo. N.m. de Manuel Leandro de Freitas e de Maria Luísa Dias, do dito lugar. Nasceu em São Paio a 25/5/1854 e foi batizado a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Inácio Rodrigues Torres, do lugar da Nogueira, Paderne, e Marcelina Pires, do lugar de Sante. // Faleceu no Requeixo a 17/10/1865, com todos os sacramentos, e foi sepultado na igreja.
VAZ, Isabel da Pureza. Filha de João Manuel Vaz e de Maria Joaquina Durães. Neta paterna de Manuel António Vaz e de Rosa Teresa Rodrigues Torres; neta materna de Manuel António Durães e de Maria Rosa Gonçalves, todos do Requeixo, lavradores. Nasceu em São Paio a --/--/1875 e foi batizada a 28/11/1875. Padrinhos: o padre Manuel José Vaz e Maria Rosa Gonçalves, avó materna da criança. // Faleceu a 3/1/1884, apenas com o sacramento da extrema-unção, e foi sepultada no cemitério.
BALEIXO, Sílvio Cândido. Filho de Inês Baleixo. N.m. de Elisa do Rosário Baleixo. Nasceu na Calçada, Vila, a 30/10/1905, e foi batizado a 5 de Novembro desse ano. Padrinhos: Aureliano Cândido Almada, solteiro, proprietário, e Jesuína Augusta Rente, solteira, doméstica. // Casou na 5.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 29/7/1939 com Ana da Silva Machado, natural da freguesia de Dois Portos, Torres Vedras. // Faleceu na freguesia de São Domingos de Benfica, Lisboa, a 3/3/1980.
ALVES, Júlia. Filha de João António Alves e de Maria Rodrigues, moradores intramuros, SMP. N.p. de Maria Antónia Alves, viúva, do lugar dos Formigueiros, paróquia de Santiago de Parada, Tui; n.m. de Francisco José Rodrigues e de Maria Josefa de Abreu, de Melgaço. Nasceu a 4/6/1856 e foi batizada a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Maria (filho de Caetano Maria de Abreu Mosqueira), e tocou como madrinha o padre José Joaquim Torres.
ARMADA, Joaquim Carmelo. Filho de João António Rodrigues Armada e de Maria do Carmo Garcia (Vasques de Puga), moradores no Campo da Feira de Fora, SMP. N.p. de Manuel Rodrigues Armada e de Custódia Maria Gonçalves, residentes na Vila de Monção; n.m. de Rosalia Garcia, de Alicante, reino de Valência. Nasceu a 16/4/1832 e foi batizado na igreja dois dias depois. Padrinhos: Pedro Vasques de Puga e sua esposa, Joaquina Torres de Araújo, da Quinta de Moreira, São Miguel de Cecriños. // S.m.n.
ARAÚJO, Baltazar José. Filho de João Manuel de Araújo e de Rosa Maria Gomes, moradores intramuros. Neto paterno de Maria Joana Ribeiro, da Vila (zona histórica); neto materno de Teresa de Jesus Gomes, da Corga, SMP. Nasceu a 18/7/1826 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: João António de Abreu Cunha Araújo (o novo), do Rio do Porto, e Josefa Maria Torres, solteira, de São Julião.
ESTEVES, António Joaquim (Batista). Filho de Rosa Teresa Esteves, lavradeira. Neto materno de Catarina Esteves, ambas solteiras, de Chaviães. Nasceu nas Carvalhiças, SMP, a 12/11/1846 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: frei António Monteiro (batizante), natural de Cavaleiros, e Maria Ventura Torres Calheiros, natural da Vila. // Morreu a 18/9/1907, no lugar do Rio do Porto, Rouças, onde residia, sem sacramentos, no estado de solteiro, com testamento, e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço.
CARVALHO, Joaquina Rosa. Filha de João Batista de Carvalho e de Rosa Joaquina Gomes Veloso, moradores na Rua Direita, SMP. N.p. de António José Pereira de Carvalho e de Maria Josefa da Silva, de São Lourenço de Celeiró, Braga; n.m. de Gervásio Gomes Veloso e de Rosa Joana Esteves, do Rio do Porto, Rouças. Nasceu a 8/2/1846 e foi batizada dois dias depois. Padrinho: padre José Joaquim de Araújo Torres, melgacense.
CARVALHO, Joaquim António. Filho natural de Gonçalo de Carvalho, falecido antes de 1807, e de Antónia Caetana da Silva, da Vila de Melgaço. // Casou no estado de viúvo, na igreja de SMP, a 6/12/1807, com Margarida Joaquina, solteira, filha de Manuel José de Barros e de Ana Ventura, já defunta naquela data, morador no Campo da Feira de Fora. Testemunhas: padre Francisco Xavier Torres Salgado, António Eusébio Rodrigues, oficial de alfaiate, e Bento José Dias, mordomo da igreja.
CUNHA, Miguel Maria. Filho de João José de Araújo Cunha e de Josefa de Araújo Torres. Nasceu em SMP, Melgaço, por volta de 1843. // Descendente da Casa de São Julião. // Tio de Miguel Frederico Pita de Vasconcelos, escrivão interino da comarca de Melgaço. // Casou com Carolina Rosa de Oliveira Cunha. // Atingiu a patente de general. // Faleceu no Porto a --/--/1908, com 65 anos de idade.
GONÇALVES, Joaquim. Filho de ------ Gonçalves e de --------------------------. Nasceu a --/--/1876 (confirmar). // Casou com Henriqueta Rodrigues Beltrão Torres, natural de São José, Granada, Espanha, filha de Bernardo Rodrigues, lavrador, e de Carmen Beltrão, doméstica. // Moraram na Vila de Melgaço, onde ambos faleceram: ele a --/--/1938, com 62 anos de idade, e ela três meses depois, a 9/3/1939, com 55 anos de idade, tendo sido sepultados no cemitério municipal.
GONÇALVES, Luís. Filho de Matias Gonçalves e de Clara Vicência da Rocha, moradores no Campo da Feira de Dentro. N.p. de João Gonçalves e de Francisca Gonçalves; n.m. de Manuel da Rocha e de Mariana de Sá e Sousa, de Alvaredo. Nasceu na Vila a 19/8/1820 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: o Dr. Miguel Torres e sua esposa, Maria Benta de Azevedo, moradores em São Julião, SMP.
GOMES, António Bernardo (Padre). Filho de António Bernardo Gomes e de Isabel Ventura de Sousa, moradores na Vila. N.p. de Jerónimo Gomes [de Abreu], solteiro, e de Jerónima da Cunha, solteira; n.m. de Francisco Coelho e de Maria de Sousa. Nasceu a 22/5/1768 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano. Padrinhos: António Xavier e irmã, Lina Josefa, filhos de Belchior Rodrigues Torres e de Maria Gomes, da Vila. // (ver em Cunha).
GOMES, António José. Filho de Manuel José Gomes, da Vila de Melgaço, e de Maria de Cibidães, de São Lourenço, Guarda, Tui. N.p. de Maria Gomes, solteira, melgacense; n.m. de Jacinto de Cibidães e de Maria de Cibidães, galegos. Nasceu a 12/4/1779 e foi batizado na igreja de SMP a 17 desse mês e ano. Padrinhos: António José, de Lapela, Monção, e Antónia Maria Pires, solteira, filha de Felícia Maria, solteira, melgacense. Testemunhas: Francisco Pinto de Matos, António Xavier Torres Salgado, e MPF.
LOPES, José Constantino. Filho de José Bernardo Lopes, marchante, e de Josefa Januária Lopes, moradores intramuros. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourenço, de Melgaço; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de Leirado, Ourense. Nasceu a 24/3/1830 e foi batizado na igreja de SMP a 31 desse mês e ano. Padrinhos: padre José Joaquim Torres e António Jacinto Araújo Azevedo, de Chaviães, sargento-mor do termo de Melgaço.
RAIMUNDO, Elícia (?) Augusta. Filha de Joaquim António Exposto, cantoneiro, e de Maria da Encarnação Raimundo, moradores na Rua da Calçada, SMP. Neta materna de João Raimundo e de Antónia Maria, naturais de Alenquer. Nasceu em SMP a 31/1/1880 e foi batizada a 3 de Fevereiro desse mesmo ano. Padrinhos: José Caetano Marques e Clara Joaquina Fernandes Torres, de Prado. // Faleceu em Cedofeita, Porto, a 16/12/1961.
PRETO, Nicolau Cosme. // Nasceu em Cavezo, nos confins de Libolo, Angola, e foi batizado na igreja de Nazaré, não revelando os nomes dos pais por desconhecimento. // Casou na igreja de SMP a 26/3/1800 com Francisca, viúva de João Sierra, e filha de José Bento Velho e de Rosa Alves, naturais de Santa Maria, Ourense, moradores na Rua da Calçada, Vila de Melgaço. Testemunhas: Tomaz José Gomes Abreu e João Manuel Torres Araújo.
PEREIRA, Manuel Caetano. Filho de Tiago José Pereira e de Lúcia (ou Luísa) Vieites, moradores na Orada. N.p. de Francisco Rodrigues e de Francisca Pereira; n.m. de Caetano Vieites e de Maria Luísa, de Alveios, Tui. Nasceu a 7/3/1810 e foi batizado na igreja de SMP a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Miguel Torres Salgado, da Vila, e tocou como madrinha António José Ribeiro, de Cristóval.
PEREIRA, Mência da Glória. Filha de Teresa de Jesus Pereira, solteira, serviçal, de SMP, moradora na Assadura. N.m. de Maria Henriqueta Pereira. Nasceu a 13/4/1897 e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Vítor Manuel Esteves de Magalhães, casado, proprietário, e Adélia da Conceição Vasconcelos, solteira. // Casou a 24/8/1958, na igreja de Runa, Torres Vedras, com Francisco Timóteo, de Roliça, Bombarral. // Enviuvou a 9/7/1983. // Morreu na freguesia do Campo Grande, Lisboa, a 25/12/1983.
LOURENÇO, Maria Josefa. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, galegos, moradores na Vila, caseiros na Pigarra. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 22/10/1801 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado no dia seguinte. Padrinho: António Jacinto de Araújo e Azevedo, de Soengas, Chaviães.
RODRIGUES, João Manuel. Filho de Leandra Teresa Rodrigues, natural de Arcozelo (Santa Marinha), Ponte de Lima, moradora no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço. N.m. de Gaspar Rodrigues e de Rosa Maria, de Arcozelo. Nasceu a 22/6/1785 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado. Padrinhos: Manuel de Sousa, viúvo, e Francisca Martins, casada, moradores na Vila.
MANUEL JOAQUIM. Filho de Antónia Maria, solteira, moradora no lugar da Corga, Vila. N.m. de José Carlos, de Chaviães, e de Maria Francisca, de Cecrinhos (S. Miguel), Tui. Nasceu a 24/11/1796 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado, com licença do padre Carlos Domingues, pároco da Vila, quatro dias depois do nascimento. Padrinhos: Manuel Inácio Gaioso e esposa, Maria Josefa Soares. Testemunhas: António Luís Fernandes e Manuel Pedro Fernandes, sacristão.
SALGADO, Joaquim Daniel. Filho de Belchior Rodrigues Torres e de Maria Salgado. Nasceu por volta de 1756. // Morou intramuros. // Foi escrivão da Câmara Municipal de Melgaço, síndico do convento das Carvalhiças, e capitão de ordenanças. // Faleceu solteiro, a 16/2/1834, na Rua de Baixo, com 78 anos, e foi amortalhado com a farda de capitão e sepultado na igreja matriz, com ofício de corpo presente de mais de 30 padres.
SANTAMARIA, Maria Rita. Filha de Francisca Santamaria, solteira, natural de Arnoia, bispado de Ourense, moradora no lugar da Corga, Vila de Melgaço. N.m. de Francisco de Santa Maria e de Gertrudes ----------, também de Arnoia. Nasceu a 14/9/1796 e foi batizada na igreja de SMP quatro dias depois pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado, com licença do padre Carlos Domingues, pároco da freguesia da Vila. Padrinhos: Manuel Bernardo de Abreu e esposa, Úrsula Josefa, melgacenses.
RODRIGUES, Maria Teresa. Filha de António Torres Rodrigues e de Teresa Benedita Cardoso, moradores na rua que vai para o Rio do Porto, Vila. N.p. de João Manuel Rodrigues e de Francisca Josefa Domingues, de Prado; n.m. de Manuel José Cardoso e de Manuela Francisca Domingues, de Bilhões, Rouças. Nasceu a 29/7/1845 e foi batizado na igreja de SMP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: o avô materno e Maria Joaquina, tia materna da neófita.
SOARES, Manuel. // Morou intramuros. // Estava viúvo de Ana Maria Luísa, falecida na Vila a 30/8/1805, quando casou novamente, na igreja de SMP, a 14/11/1807, com Domingas, filha de Bernardo Castilho e de Eusébia Gomes, da freguesia de Santiago de Parada, Tui, há muitos anos a residir em Melgaço. Testemunhas: padre Francisco Xavier Torres Salgado, António Eusébio Rodrigues, oficial de alfaiate, e Bento José Dias, mordomo da igreja, melgacenses. // Faleceu no Campo da Feira, onde residia, a 14/10/1818, no estado de pobreza.
SOARES, Miguel Carlos. Filho de Joaquim José Soares e de Joana Cândida de Almada, moradores intramuros, SMP. N.p. de Diogo António Soares e de Maria Josefa Rodrigues Torres Salgado, residentes na Rua da Calçada; n.m. de José Manuel de Almada e de Ana Joaquina Fernandes, moradores no Carvalho, Vila. Nasceu a 21/9/1859 e foi batizado pelo frei António Monteiro, de Cavaleiros, a 25 desse mês e ano. Padrinhos: a avó materna e João José Almada, tio materno.
TEIXEIRA, José Manuel. Filho de João Manuel Araújo Teixeira e de Maria Vitória de Sousa. Neto paterno do padre Manuel de Araújo Teixeira, natural da Vila, e de Benta Maria Araújo, natural de Chaviães; neto materno de Lourenço Domingues, natural de Penso, e de Maria Josefa de Sousa, natural da Vila. Nasceu a 27/3/1793 e foi batizado na igreja de SMP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Daniel Torres Salgado e Maria Joaquina, melgacenses.
VELHA, José Maria. Filho de Nicolau Pena Velha e de Bernarda Rodrigues, de Bilhermide, Benavente, Galiza, moradores em Melgaço. Nasceu em Prado (!) a 20/4/1790 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado, com licença do padre Francisco Manuel Pereira da Gama, vigário colado da freguesia de Prado. Padrinhos: Caetano José de Abreu Soares e sua esposa, Maria Teresa de Sousa e Gama.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 13 de julho de 1838 acerca dos obstáculos que se opõem a que os povos do julgado da Ribaldeira levem a bem os enterramentos de cadáveres nos cemitérios públicos.
Em anexo encontra-se o ofício n.º 114 de 18 de Março de 1897, em que o secretário geral da 2.º Repartição do Governo Civil de Lisboa informa o administrador do concelho de Mafra do envio da representação da Junta de Paróquia da freguesia de Freira e respectivos paroquianos, os quais pedem autorização para a referida freguesia votar para o Concelho de Torres Vedras. A representação não se encontra em anexo.
Vila Franca de Xira Fl.140v: 12-3-1812. Representação dos moradores da freguesia da Carvoeira, Termo de Torres Vedras, a solicitar o perdão da jugada e sisas do ano de 1810, "em atenção aos estragos que sofreram pela invasão do inimigo". Sobral de Monte Agraço Fl. 239: 15-3-1814. Aviso relativo ao despacho de atribuição de 50 mil réis anuais ao barão do Sobral de Monte Agraço, Geraldo Venceslau Braamcamp de Almeida Castelo Branco.
Apesar de ter dado entrada na Contadoria da Junta do Comércio 23$000 réis relativos à colecta imposta aos rendeiros acima mencionados, o juiz almoxarife da Carvoeira exigiu que entregassem a mesma quantia para os cofres da Vila de Torres Vedras (respectiva Comarca). Inclui, em anexo, a pública forma do pagamento relativo à colecta de 23$000 réis liquidada pelos referidos rendeiros, datada de 30.5.1808, assinada pelo tabelião José da Costa Pereira Biaca.
Segundo o "Mapa demonstrativo do estado da cobrança da 1.ª Contribuição Extraordinária de Defesa nas Comarcas do Reino, segundo os ofícios recebidos dos corregedores" (30.9.1811), a Comarca de Torres Vedras foi colectada em 1000$000 réis, entregou na Contadoria da Junta do Comércio 950$000 réis, deve 49$200 réis. Nas observações refere o seguinte: "Segundo consta do ofício (23.6.1811) faz as diligências para cobrar este resto. Deve concluir esta Comissão que já é tempo".
Etapa #10 Solicito ao respectivo serviço que proceda a colocação da referido placa no local: Parque Jaime Filipe da Fonseca (zona das Torres Sol Leiria - empreitada a cargo da firma Matos & Neves) a combinar com o Eng.º Carlos Alberto, que para o efeito já foi contactado e irá falar consigo. (enviado com notificação para Eng.º Carlos Alberto, Dr.ª Sofia Romão e Dr.ª Isabel Silva) A TSP paulagomes|SPOF
Etapa #8 Bom dia D.Célia Rodrigues: Após análise dos documentos de despesa,o somatório das despesas da folha de obra n.º 140/2010 apresentada pela Junta de Freguesia(€739,99) não coincide com o apresentado na ficha OBM (€859,86). Relativamente ás folhas de obra n.ºs 133/2010,135/2010, as mesmas não foram consideradas na ficha OBM. De acordo com o descritivo das mesmas, estas estão de acordo com o respectivo protocolo. Solicito as correcções devidas. Obrigado. Pedro Torres. AT
Livro de registo das Atas das reuniões da Assembleia Municipal, sendo a primeira Ata lavrada em 29 de Setembro de 1987 e a última em 29 de Junho de 1990. Livro Nr. 3. Os Termos de Abertura encontra-se assinado por Rosa Cardoso Salgado Torres da Fonseca e o Termo de Encerramento encontra-se assinado por António Fernandes Ribeiro, ambos enquanto Presidentes da Assembleia Municipal.
Processo na Junta da Emigração 27028/62 N.º 312 Classificação: Emigrante Processo n.º 16/62/312/E Residência em Portugal: Apúlia País a que se destinado: Brasil Passaporte n.º 3176/63, 3777/63 e 3178/63 Data do embarque: 24/02/1963 Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Licença de emigração n.º 111 a 113, de 08/02/1963 Barco destinado: Provence Classe 3ª Porto de embarque: Lisboa Pessoas que o acompanham e parentesco: Maria Ferreira Torres e Ana Ferreira Neves - esposa e sogra, com fotografia no verso.
Processo na Junta da Emigração 152 - R - 15 N.º 139 Classificação: Retornado Processo n.º 11/1 - 11 - E Residência em Portugal: Fão País a que se destinado: Brasil Passaporte n.º 16848/50, de 16/12/1950 Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Licença de emigração n.º 469 a 470, de 16/12/1950 Barco destinado: Nort King Classe 3ª Porto de embarque: Leixões 24/01/1951 Pessoas que o acompanham e parentesco: Rosália Cardoso Torres - esposa com fotografia no verso.
Processo na Junta da Emigração: 7337/62 N.º 86 Classificação: Emigração Processo n.º 16/62/86/E Residência em Portugal: Fão País a que se destinado: Brasil Passaporte n.º 10907, de 19/07/1962 Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Licença de emigração n.º 5355, de 27/06/1962 Barco destinado: Charles Tellier Classe 3ª Porto de embarque: Leixões Pessoas que o acompanham e parentesco: Maria Celeste Pimenta da Silva - esposa e Aida Maria Torres da Silva - filha, com fotografia no verso.
Processo na Junta da Emigração: 314 - E - 23 N.º 42/51 Classificação: Emigrante Processo n.º 11/1 - 63 - E Residência em Portugal: Forjães Com destino a: Argentina Passaporte n.º 6928/51 de 24/03/1951 Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Licença de emigração n.º 603 e 604, de 24/03/1951 Barco destinado: ??? Classe: 3ª Porto de embarque: Lisboa, 16/??/1951 Pessoas que o acompanham e parentesco: Maria Madalena Quintão Torres
Processo: 16/66/E Com destino a: Loir-et-Cher, França Naturalidade do requerente: Apúlia, Esposende Data de Nascimento: 22/10/1930 Pai: José Fagundes Ciano Mãe: Maria de Sá Condesso Estado Civil: Casado Cônjuge: Emília da Conceição Torres de Almeida Pai do Cônjuge: n/a Acompanhantes: n/a Filhos: Maria Emília de Almeida Ciano, Manuel de Almeida Ciano, Arlindo de Almeida Ciano, António José de Almeida Ciano, Maria de Fátima Almeida Ciano Deseja seguir viagem com: n/a
P. 576: 30.11.1806 - Carta patente de Manuel José Soares Moutinho para sargento-mor agregado das Ordenanças da Vila de Arruda dos Vinhos; P. 629: 11.5.1807 – Carta patente de Diogo José Palmeiro de Alhandra para capitão-mor das Ordenanças da Vila de Alhandra; P. 650: [25.2.1807] – Carta patente de Florêncio José Gomes para sargento-mor de Ordenanças da Vila de Torres Vedras; P. 682: 2.12.1806 – Carta patente de Joaquim José Pereira Botto para capitão de Ordenanças da Vila de Alhandra.
Carta enviada por Francisco Prudêncio de Torres Novas a António de Almeida Feliz, lamentando as notícias que recebeu relativas ao incêndio na Farmácia Feliz, colocando-se à disposição de António de Almeida Feliz para ajudar no que fosse necessário, com votos de saúde para este e para a sua família, afirmando a possibilidade de realizar uma visita em Outubro desse mesmo ano. A carta encontra-se assinada.
Proposta para admissão de membros correspondentes na Sociedade Farmacêutica Lusitana entre 1906 e 1931. Foram propostos para membros: José Vaz de Oliveira e M. Augusto de Pimentel Teixeira António Pais Felício, Carlos Abranches de Almeida Dias e Assis da Silva Gonçalves Rosa. Os proponentes foram: Raúl Lupi Nogueira e António Carvalho da Fonseca, Alfredo Joaquim de Magalhães, António da Costa Torres e José Joaquim Ribeiro. As proposta elaboradas e apresentadas em sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana.
Contém correspondência de: Bernardino Mateus Pinho para a comissão da adega regional de Colares, referente a inscrição de comerciante de vinhos de Colares na inspeção técnica das industrias comerciais agrícolas. Luís da Silva Nunes para administração da adega de Colares referente a sua inscrição como comerciante de vinhas de Colares. José Leal Subtil para o concelho da administração da adega regional de Colares, referente a ordenar a sua inscrição como comerciante do vinho de Colares. Contém declarações de: Agostinho Limitada para a comissão de viticultura da região de Colares, compra de 1600 litros de vinho tinto rijo a Henrique Sábino Pedroso, e à compra de 110 litros de vinho branco aos herdeiros de Cândido Cosme e também à compra de 1180 litros de vinho tinto rijo a Domingos Filipe. As firmas são: Domingos Dias Coelho, Leopoldina da Conceição dos Santos Ferreira, António José Vicente Hotel Royal, José Bartolomeu Nunes, António Vicente Duarte, Manuel José Bráz Rilhas, José Luis Miranda, Ricardo Bráz Rilhas, Sociedade Comercial de Colares Ldª, José Valério Vicente, António Bernardino da Silva Junior, Carlos Mazetti, Luis Fernandes, Hemenigildo Bernardino da Silva, Leonor da Assunção Coelho, Máximo Nunes Louro, Moricio Felipe, João Martins; José Roberto, Carlos Nunes Torres, Maximiano da Silva, Fortunato Luis Torres, Claudio Pinto da Costa, Pedro Guilherme Costa, Visconde de Pernes, Júlio Sebastião Dias, Ludovina Rosa Rato, Madalena da Assunção Torres, Valéria Fernandes da Cruz Rato, Júlio da Cruz Rato, José Toscato Jorge, Domingos José da Silva, Francisco Izidoro, Feleciano Ribeiro, António da Costa Nunes, Domingos Nunes Torres, Joaquina Cândida Bandarra Ludegerio Tomaz Ferleciano Sequeira, Bernardino Mateus Pinheiro, Viuva de Sabino Pedroso, Inácio Fernandes, Manuel Francisco Moraes, António da Silveira, António Coelho Camarão, José Valériano, Domingos José Camarão, Luis Silva Nunes, António José Cosme, Costódio Diniz Colares, Lourenço José Costa, José Leal Subtil, Herdeiros de Lourenço José da Costa, João Batista da Silva, Marcelino da Silva, Agostinho Heitor Chaves, Agostinho Limitada, Henrique Sabino Pedroso, Cândido Cisme Herdeiros, Domingos Filipe,
As firmas são: António Coelho Camarões, António Pedro Neto. António Nunes Guimarães, Tavares & Rodrigues, Ldª., Agapito Serra Fernandes, Artur da Rosa Fernandes, Artur Torres Pereira, J.T. Pinto de Vasconcelos Ldª, Jorge da Silva, José da Costa Cª, José Domingos Barreiro Ldª, José Maurício Calado, Joseph Medlicott Ldª, Manuel Luís, Manuel Moreira Rato & Cª, Manuel Nunes da Conceição, Monteiro & Silva Ldª, Sequeira & Marques Ldª, Simões Barata & Almeida Ldª, Abel Pereira da Fonseca, Spratleys & Cª Ldª.
Boletim informativo da Associação dos Oficiais da Reserva Naval. A.II, Nº 5 (Julho/Setembro 1977). Lisboa: A. O. R. N., 1977- 30 cm.- Periodicidade Trimestral. Neste exemplar, destaque para uma entrevista ao Capitão-de-mar-e-guerra (CMG) Artur Manuel Coral Costa, 1º Diretor de Instrução dos Cursos da Reserva Naval, conduzida José Pires de Lima e Manuel de Sousa Torres, antigos Oficiais da Reserva Naval, 4º CEORN e 8º CEORN, respetivamente.
CRISPIM, Júlia Augusta. Filha de Francisco Crispim, carpinteiro, natural de Rouças, e de Maria Teresa Trancoso da Silva, lavradeira, moradores no lugar de Merelhe. Neta paterna de João Manuel Crispim e de Maria Joaquina Rodrigues; neta materna de Francisco Trancoso e de Francisca Afonso. Nasceu em Paços a 20/11/1904 e foi batizado na igreja paroquial a 27 desse mês e ano. Padrinhos: a sua avó materna e Joaquim Torres Junior, solteiro, empregado comercial na cidade do Rio de Janeiro, representado por Luís Monteiro Pires, viúvo, distribuidor do correio, pacense. // Casou na CRCM a 11/2/1931 com Gaspar Alfredo Mendes. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 97, de 17/2/1931: «Realizou-se no dia 12 do corrente, na freguesia de Paços, o casamento do senhor Gaspar Alfredo Mendes com a senhora Júlia Augusta Crispim. Foram padrinhos por parte do noivo o senhor António Joaquim de Sousa, professor em Paços, e sua esposa, D. Diana de Jesus Crispim, e por parte da noiva o senhor Joaquim Gonçalves Torres e sua esposa, D. Henriqueta Rodrigues Torres. Finda a cerimónia religiosa, foi servido na residência dos pais da noiva, no lugar das Granjas, um lauto banquete de cinquenta talheres, tendo iniciado uma longa série de brindes o senhor Manuel Rodrigues de Morais, digno regente da banda dos BVM, que brindou pelas prosperidades dos noivos. Aos noivos apetecemos-lhes uma interminável lua-de-mel e que, pela vida fora, não encontrem nunca espinhos dilacerantes da felicidade.» // Enviuvou a 20/5/1984. // Ela faleceu na sua freguesia natal a 14/10/1986.
CALHEIROS, José Manuel. Filho de Luís Manuel Gomes Calheiros e de Caetana Maria Gonçalves, moradores no lugar dos Bouços. Neto paterno de José Manuel (ou Manuel José) Gomes Calheiros e de Ana Maria Lourenço; neto materno de Manuel Luís Gonçalves e de Antónia Maria do Souto. Nasceu em Prado e foi batizado na igreja local por volta de 1815. // Tinha quarenta e sete anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja onde fora batizado, a 10/2/1862, com Delfina Rosa Fernandes Torres, de trinta e quatro anos de idade, solteira, batizada na mesma igreja, filha de Diogo António Fernandes [Torres] e de Maria Luísa Pinheiro, do lugar de Leiros; neta paterna de Luís Caetano Fernandes e de Ana Vaz Torres, e neta materna de [Tomaz José (ou Tomaz Lourenço) Pinheiro e de Maria Rosa Lopes (?) de Abreu], todos lavradores. Testemunhas presentes: Luís Manuel Pinheiro, negociante, do lugar de Ferreiros; Manuel Joaquim Calheiros, lavrador, do lugar de Bouça Nova; e José Caetano Marques, lavrador, do lugar do Rego, todos os três casados. // A sua mulher faleceu a 18/2/1901, no estado de casada. // Ele morreu no lugar dos Bouços a 11/5/1903, repentinamente, com 88 anos de idade, sem testamento, e foi sepultado no cemitério de Prado. // Com geração.
Fotógrafo que exercia a sua actividade em Coimbra, no início do século XX.
O atelier "Redondo" instalou-se no Palácio Foz, em Lisboa, depois de 1901, ano em que o edifício passa a ser arrendado parcelarmente a várias pessoas, incluindo fotógrafos.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, rosto de perfil, de traje académico, com pasta das fitas sob o braço esquerdo, autografado e datado pelo próprio no canto inferior direito "José Maria/ 4-III-08". No cartão secundário, ao nível inferior, "J. J. Silva e Sousa/ Photo/ Coimbra". Trata-se de um "carte de visite" de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Torres Novas, 1886 - Lisboa, 1974), filho único de Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1859-?) e de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (1864-?), unidos por matrimónio em 1886, em Santarém. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1908). Casou, em 1912, em Lisboa, com Maria Teresa Valdez Briffa, e tiveram 6 filhos, 5 raparigas (Maria da Piedade, Maria de Jesus, Maria Teresa, Maria Octávia e Maria José) e 1 rapaz (Bernardim). Dedicou a sua vida à gestão do seu vasto património, de que se destacam grandes propriedades agrícolas, como por exemplo, a Quinta de Carvalhais (onde viveu) e as Quintas do Peru e da Valada. Foi membro da Direcção dos Bombeiros de Torres Novas, da Comissão executiva formada para a construção da actual igreja de Riachos e do Grémio da Lavoura de Torres Novas. A fotografia foi tirada no último ano da sua licenciatura em Direito, na Universidade de Coimbra (1908).
Fotógrafo que exercia a sua actividade em Coimbra, no início do século XX.
Fotografia (preto e branco). Grupo de alunos numa escadaria, enquadrada por alçado de edifício composto por marquise de ferro e vidro e por arco feito de vegetação, referente à 7ª classe do curso dos liceus de Coimbra, ano lectivo 1902-1903, conforme legenda manuscrita no cartão secundário, por baixo da fotografia. Trata-se da classe de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, que se encontra retratado neste grupo, sendo o 4º da 2ª fila dos alunos sentados, a contar da esquerda. No verso do cartão secundário, surge a assinatura do fotógrafo, com a datação da fotografia: "- G. Tinoco -/Photografo /Coimbra / 1903". José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Torres Novas, 1886 - Lisboa, 1974), filho único de Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1859-?) e de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (1864-?), unidos por matrimónio em 1886, em Santarém. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1908). Casou, em 1912, em Lisboa, com Maria Teresa Valdez Briffa, e tiveram 6 filhos, 5 raparigas (Maria da Piedade, Maria de Jesus, Maria Teresa, Maria Octávia e Maria José) e 1 rapaz (Bernardim). Dedicou a sua vida à gestão do seu vasto património, de que se destacam grandes propriedades agrícolas como, por exemplo, a Quinta de Carvalhais (onde viveu) e as Quintas do Peru e da Valada. Foi membro da Direcção dos Bombeiros de Torres Novas, da Comissão executiva formada para a construção da actual igreja de Riachos e do Grémio da Lavoura de Torres Novas.
Sucedeu ao fotógrafo F. R. da Silva, em finais do século XIX.
O atelier "Redondo" instalou-se no Palácio Foz, em Lisboa, depois de 1901, ano em que o edifício passa a ser arrendado parcelarmente a várias pessoas, incluindo fotógrafos.
O atelier "Redondo" instalou-se no Palácio Foz, em Lisboa, depois de 1901, ano em que o edifício passa a ser arrendado parcelarmente a várias pessoas, incluindo fotógrafos.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, com pasta das fitas e capa universitárias. A fotografia está rubricada pelo próprio, "José Maria" e datada: "4-III-08". O cartão secundário apresenta, no canto inferior direito, o carimbo da casa fotográfica "J. J. Silva e Sousa Photo Coimbra". José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Torres Novas, 1886 - Lisboa, 1974), filho único de Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1859-?) e de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (1864-?), unidos por matrimónio em 1886, em Santarém. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1908). Casou, em 1912, em Lisboa, com Maria Teresa Valdez Briffa, e tiveram 6 filhos, 5 raparigas (Maria da Piedade, Maria de Jesus, Maria Teresa, Maria Octávia e Maria José) e 1 rapaz (Bernardim). Dedicou a sua vida à gestão do seu vasto património, de que se destacam grandes propriedades agrícolas como, por exemplo, a Quinta de Carvalhais (onde viveu) e as Quintas do Peru e da Valada. Foi membro da Direcção dos Bombeiros de Torres Novas, da Comissão executiva formada para a construção da actual igreja de Riachos e do Grémio da Lavoura de Torres Novas.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, a 3/4, de traje académico, com pasta das fitas sob o braço esquerdo, sobre cenário, autografado e datado pelo próprio no canto inferior direito "José Maria/ 4-III-08". No cartão secundário, ao nível inferior, "J. J. Silva e Sousa/ Photo/ Coimbra". Trata-se de um "carte de visite" de José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Torres Novas, 1886 - Lisboa, 1974), filho único de Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1859-?) e de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (1864-?), unidos por matrimónio em 1886, em Santarém. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1908). Casou, em 1912, em Lisboa, com Maria Teresa Valdez Briffa, e tiveram 6 filhos, 5 raparigas (Maria da Piedade, Maria de Jesus, Maria Teresa, Maria Octávia e Maria José) e 1 rapaz (Bernardim). Dedicou a sua vida à gestão do seu vasto património, de que se destacam grandes propriedades agrícolas, como por exemplo, a Quinta de Carvalhais (onde viveu) e as Quintas do Peru e da Valada. Foi membro da Direcção dos Bombeiros de Torres Novas, da Comissão executiva formada para a construção da actual igreja de Riachos e do Grémio da Lavoura de Torres Novas. A fotografia foi tirada no último ano da sua licenciatura em Direito, na Universidade de Coimbra (1908).
Fotógrafo que exercia a sua actividade em Coimbra, no início do século XX.
Requerimento inicial - Eduardo Rufino e António Emídio. Venda do Pinheiro, Milharado. Venda do Pinheiro, Milharado. Construir duas casa para oito muradias. Licença nº. 150/1950 de 1 de Março de 1950. Termo de responsabilidade do engenheiro Mário António Leitão de Oliveira Dores na construção de 1 de Março 1950. Memória descritiva de 14 de Fevereiro de 1950. Planta de localização escala 1:1000, fundações, telhado escala 1:100. Planta dos alçados e cortes escala 1:100. Requerimento a pedir a vistoria em 16 de Setembro de 1950 Auto de Vistoria em 24 de Outubro de 1950. Licença de habitação nº. 1533/1950 de 30 de Outubro de 1950. Requerimento a pedir uma certidão em mome de Manuel Martiniano do auto de vistoria em 14 de Maio de 1980. Requerimento a pedir uma certidão em mome de Manuel Martiniano do auto de vistoria em como pode ser propriedade horizontal 14 de Maio de 1980. Oficio da Câmara Municipal Mafra em 20 de Novembro de 1980 Requerimento descritivo das frações em 03 de Dezembro de 1980. Oficio do serviço de obras 1980. Oficio da Câmara Municipal de Mafra de 14 de janeiro de 1981 Certidão de 5 de Fevereiro 1981 Requerimento a pedir uma certidão para venda Manuel Martiniano Marques Torres da Silva. Requerimento a pedier certidão Manuel Martiniano Marques Torres da Silva. Certidão em Manuel Martiniano Marques Torres da Silva. Requerimento a pedir fotocópia da licença de habitação no. 1533. Oficio a passar a certidão de 12 de Fevereiro de 1988.
Reunião Ordinária e Pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 15,00 horas do dia 2003/11/26 1-Reestruturação dos Serviços Municipais 2-Apoio Municipal a trabalhos diversos na Freguesia de Alhandra 3-Apoio Municipal a trabalhos diversos na Freguesia de Calhandriz 4-Apoio Municipal a trabalhos diversos na Freguesia de S. João dos Montes 5-Apoio Municipal a trabalhos diversos na Freguesia de S. João dos Montes 6-Apoio Municipal a trabalhos diversos na Freguesia do Sobralinho 7-Apoio Municipal à aquisição de viatura Pronto Socorro pela Associação dos Bombeiros Voluntários de Alhandra 8-Protocolo a celebrar entre o Município de Vila Franca de Xira e o Desafio Jovem - Cedência da loja sita na II fase do Bairro do PER da Castanheira, lote 3 A 9-Apoio à temporada tauromáquica 2003 10-Legislação síntese 11-Balancetes 12-Pagamentos autorizados 13-Minutas de contratos 14-Relação dos despachos da Srª Presidente da Câmara Municipal na área de pessoal 15-Exercício do direito de preferência sobre a fracção "F", sita no lote 17, r/c Dtº, Bairro da Chabital 16-Exercício do direito de preferência sobre a garagem do lote 12, fracção "C", Bairro da Chabital 17-Exercício do direito de preferência sobre a fracção "F", sita na Rua António Sérgio, nº 106 (antigo Bairro da Chasa lote D43), em Alverca 18-Exercício do direito de preferência sobre a fracção "N", sita na Rua António Sérgio, nº 89 (antigo Bairro da Chasa lote C38), em Alverca 19-Exercício do direito de preferência sobre a fracção "NNN", sita na Rua Fernando Pessoa, lote 1, nº 47, em Alverca 20-Exercício do direito de preferência sobre a fracção "E", sita na Rua José Lopes, nº 8 r/c Dtº (antigo Bairro da Chasa lote 4.7), em Alverca 21-Encerramento provisório da pastelaria Snack-Bar "São Mateus" - Urbanização Casal da Serra, lote 85, r/c 22-Concurso público - Prestação de serviços de vigilância nas Oficinas Municipais de Povos 23-Concurso público - Prestação de serviços de vigilância no Pátio da Câmara Municipal 24-Prorrogação de Estágios -Secção de Compras e Armazéns 25-Prorrogação de Estágios - Divisão de Gestão Financeira 26-Acta de Estágio - Técnico Estagiário da Carreira Técnica de Gestão Autárquica 27-Nomeação de subdelegadas de Inspecção-Geral das Actividades Culturais para o Concelho de Vila Franca de Xira 28-Imposto Municipal sobre Imóveis - definição de taxas a aplicar em 2004 29-Relação de actos da competência da C.M. delegados e praticados pelo Sr. Vereador Ramiro Matos 30-Acordo de Regularização para pagamento de rendas em dívida - Rua Fernando Pessoa, lote H, 3º Esqº - Bairro Olival de Fora 31-Acordo de Regularização para pagamento de rendas em dívida - Rua Fernando Pessoa, lote C, r/c Dtº - Bairro Olival de Fora 32-Acordo de Regularização para pagamento de rendas em dívida - Rua António José da Silva, Torre 10, 5º D - Bairro Olival de Fora 33-Acordo de Regularização para pagamento de rendas em dívida - Bairro Municipal da Quinta da Piedade, lote 2, 3º C 34-Vistoria Técnica - Edifício Sede da Junta de Freguesia de Alverca 35-Vistoria Técnica - Rua Brigadeiro Fernando Alberto Oliveira, nº 47 36-POLIS - Empreitada do caminho pedonal entre Vila Franca de Xira e Alhandra - 1ª fase - Projecto e abertura de concurso público 37-Constituição da comissão de abertura de concurso e da comissão de análise das propostas do concurso público da empreitada do caminho pedonal entre Vila Franca de Xira e Alhandra - 1ª fase 38-PROQUAL - Empreitada de concepção/construção de dois parques de estacionamento subterrâneos no Bom Sucesso e arranjos exteriores de superfície - Abertura de concurso público 39-Constituição da comissão de abertura de concurso e da comissão de análise das propostas do concurso público da empreitada de concepção/construção de dois parques de estacionamento subterrâneos no Bom Sucesso e arranjos exteriores de superfície 40-Desobrigação do direito de preferência sobre o lote 136 da AUGI Casal do Álamo 41-Desobrigação do direito de preferência sobre o lote 64 da AUGI Casal do Pinheiro 42-Desobrigação do direito de preferência sobre o lote 7 da AUGI Quinta do Moinho de Ferro 43-Desobrigação do direito de preferência sobre o lote 141 da AUGI Quinta da Coutada 44-Cessão da posição contratual da firma Engil, S.A para a firma Mota e Companhia, S.A, sobre a empreitada de estabilização de moradias nos lotes 297 e 334, no loteamento Fonte Santa 45-Adjudicação do parque de estacionamento automóvel e espaços exteriores envolventes na Quinta da Piedade - 2ª fase 46-Projecto de adaptação do Lagar de Azeite em Museu Agrícola - Quinta da Piedade - Cancelamento da garantia bancária 47-Alteração ao alvará de loteamento e projecto de construção de edifício de habitação, com 2 pisos mais cave no lote 21 da Granja de Alpriate 48-Alteração ao alvará de loteamento e projecto de construção de edifício de habitação, com 2 pisos mais cave no lote 22 da Granja de Alpriate 49-Alteração ao alvará de loteamento e projecto de construção de edifício de habitação, com 2 pisos mais cave no lote 23 da Granja de Alpriate 50-Alteração ao alvará de loteamento e projecto de construção de edifício de habitação, com 2 pisos mais cave no lote 24 da Granja de Alpriate 51-Alteração ao alvará de loteamento e projecto de construção de moradia e muro no lote B1, À-de-Freire 52-Alteração ao alvará de loteamento e projecto de construção de moradia e muro no lote B2, À-de-Freire 53-Alteração ao alvará de loteamento e projecto de construção de moradia e muro no lote E5, À-de-Freire 54-Alteração ao alvará de loteamento e projecto de construção de moradia e muro no lote F14.3, À-de-Freire 55-Redução de garantia bancária - Urbanização Quinta dos Fidalgos 56-Montagem de lâmpadas fluorescentes na nave da piscina de Alverca - recepção provisória 57-Execução do reforço do sistema de iluminação no perímetro circundante à Igreja da Lapa no Palácio da Quinta da Piedade - recepção provisória 58-Novo sistema de iluminação para a galeria de exposições da biblioteca municipal de Vila Franca de Xira - recepção provisória 59-Instalações eléctricas do pavilhão gimnodesportivo da Ex-Mague - recepção provisória 60-Execução de marcações no parque de estacionamento junto ao pavilhão gimnodesportivo do Grupo Desportivo de Vialonga - recepção provisória 61-Trabalhos diversos na remodelação do mercado municipal de Vila Franca de Xira - recepção provisória 62-Recargas de pavimentos 2003 - recepção provisória 63-Sinalização horizontal - SLAT do cruzamento da Quinta da Mina - Avª General Humberto Delgado - recepção definitiva 64-Execução de colector pluvial na Rua 1º de Maio - recepção definitiva, conta final e libertação de garantias bancárias 65-Reparação de pavimentos na Rua 1º de Dezembro, Rua Serpa Pinto e Rua Joaquim Pedro Monteiro - recepção definitiva, conta final e libertação de garantias bancárias 66-Reparação de pavimentos na Rua do Curado e Rua Joaquim Pedro Monteiro - recepção definitiva, conta final e libertação de garantias bancárias 67-Beneficiação de caminhos vicinais no concelho - Rotas Marianas - recepção definitiva, conta final e libertação de garantias bancárias 68-Rede de bibliotecas escolares/obras de adaptação na EB1 de Vialonga - recepção definitiva, conta final e libertação de garantias bancárias 69-Instalações da Conservatória do Registo Predial de Alverca - construção civil - recepção definitiva, conta final e libertação de garantias bancárias 70-Arranjo urbanístico no Largo do Terreiro - recepção definitiva, conta final e libertação de garantias bancárias 71-Escola primária da Castanheira - vedação e portões - recepção definitiva, conta final e libertação de garantias bancárias 72-Pavilhão Municipal de Alverca - construção de instalações de apoio e substituição de caixilharias - auto de vistoria, conta final e recepção definitiva 73-Remodelação da rede de abastecimento de águas do cemitério municipal de Vila Franca de Xira - conta final 74-Arranjos exteriores do pavilhão desportivo da Escola Secundária do Forte da Casa - conta final 75-Infraestruturas diversas, acréscimo de muro de suporte e vedação de protecção no pavilhão desportivo do Forte da Casa - conta final 76-Execução da rede de iluminação exterior e pintura de balneários da Escola Secundária do Forte da Casa - conta final 77-Execução da rede de gás exterior da Escola Secundária do Forte da Casa - conta final 78-Fiscalização do PER de Povos - conta final e libertação das garantias 79-Execução de parques infantis na Quinta da Várzea em Alhandra e Quinta do Forno em Alverca 80-Complemento de trabalhos diversos no tanque de aprendizagem na Quinta das Drogas - trabalhos a mais 81-Portas de segurança em lojas periféricas, mudança de loja e aplicação de torneiras no Mercado de Vila Franca de Xira - trabalhos a mais 82-Construção do Centro de Saúde da Póvoa de Santa Iria - Prorrogação de prazo 83-Relação de actos praticados pelo Sr. Vereador Vale Antunes no uso da delegação e subdelegação de competências da Srª Presidente 84-Mercado Retalhista de Alhandra - pedido de mudança de titularidade e de ramo de actividade dos lugares nºs 1 e 2 85-Mercado Abastecedor do concelho de Vila Franca de Xira - pedido de mudança de titularidade do lugar nº 278 86-Protocolo com a Fundação Portuguesa "A Comunidade Contra a Sida" 87-Auditório Municipal Scala - transferência de verba 88-Casa da Juventude do Sobralinho - transferência de verba 89-Apoio a iniciativas e actividades desportivas do movimento associativo - atribuição de subsídios 90-Projecto de arquitectura da piscina terapêutica da União Desportiva Vilafranquense - comparticipação municipal 91-Evolução do número de alunos nos estabelecimentos de ensino da rede pública 92-Programa pedagógico-funcional - proposta de critérios 93-Constituição do Conselho Municipal de Educação 94-Obras de urbanização - Casal do Conde - Á-dos-Bispos
Publicado em Coimbra: Imprensa da Universidade. Periodicidade mensal. Preço: Avulso: 240 réis. Ano: 1$800 Redatores: João de Deus Ramos, Eduardo José Coelho, Antero Tarquínio do Quental, Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, Alberto da Cunha Sampaio, Alberto Teles Utra-Machado, Francisco Fernandes de Guimarães Fonseca, Severino de Sousa Azevedo e José Maria da Cunha Seixas. Sumário: Introdução; O Século, por José Seixas; O que somos, por Francisco Fernandes de Guimarães Fonseca; A Pena, por Utra-Machado; Gaspar, poesia, por João de Deus; A Deus, poesia, por Severino de Azevedo; Dúvida, poesia, por Eugénio de Barros; Esbocetos biográficos, por Antero do Quental; Alvitres às classes laboriosas, por Alberto Sampaio; A Mulher e a Ciência, por Eduardo Coelho. «Quem do escasso património que possui reparte com o seu irmão - faz, sem dúvida, uma obra meritória aos olhos de Deus, e aquista o louvor da sua consciência. / Entesourando para os outros algumas preciosidades, havidas dum legado imenso, que a todos deixara o trabalho benéfico dos homens ilustres pela ciência e pelas artes; aceitando o encargo de satisfazer os deveres daquela herança grandiosa, encargo nobre que auxilia o desejo dos seus benfeitores; ele é digno do bom acolhimento duns, e do beneplácito e agradecimento de todos. / A herança da humanidade, o legado do homem, que procura a felicidade, ao homem que a deseja, é o amor ao seu aperfeiçoamento, é o feudo da inteligência ao engrandecimento da sua ventura; e o que emprega bem aquele tesouro, comprado à custa de tantos sacrifícios, pode desejar a bênção de quem para seu domínio o adquiriu. / Ninguém nos repreenderá, pois, se formos depositar o que havemos como liberalidade de nossos protetores, - dos que se dedicaram e dedicam ao futuro de seus semelhantes - nas mãos de seu verdadeiro senhor. / A oferenda, ainda, que não seja valiosa, nem por isso é inútil; e O Académico, encarregando-se de apresenta-la a seus amigos, merece, não a repulsa desdenhosa e cruel, mas a benquerença, que sempre dá um coração generoso. / Se alguém nos arguir de pobres, pelo pouco que realmente damos, não nos acusará de injustos, porque o presente, se de ténue preço, há-de ser dedicado e muito. / O Académico dá em prol da sua boa acolhida a ideia de abraçar em seu grémio as santas aspirações da geração nova, tendentes a facultar a instrução ao povo e a regenera-lo, a fim de que ele consiga o seu virtuoso destino, o de não ser reputado como uma classe ínfima, porém como a classe primeira e verdadeiramente única; aspirações e desejos estes, que tanto enobrecem a época em que vivemos, e que são incontestavelmente o timbre mais glorioso do século dezanove. / Ora, para cumprir esta missão caridosa e profícua, não se tornam essenciais grandes recursos de talento extraordinário; - basta uma vontade enérgica, e apurada no trabalho, e um coração dedicado com todas as veras à liberdade dos que sofrem. / E essa vontade e esse coração havemos nós, porque desejamos o grande dia da «igualdade para todos» e conhecemos que não se pode chegar lá sem o aperfeiçoamento moral de todos. / Se, como de facto, não conseguirmos muito, resta-nos a consolação de cooperarmos com os outros que mais valerem; e se não servir a pedra para o grande edifício da civilização comum, não teremos de recriminar-nos pela nossa inactividade. / Os RR.»In: O Académico, n. 1, pp.5-6. Numa nota à margem do artigo “O Século”, de José Seixas, a abrir o primeiro número, é dito o seguinte: «Este artigo é um desenvolvimento das ideias do prospeto da Revista do Mondego, que, como sabem os nossos leitores, se fundiu no Académico.» João de Deus de Nogueira Ramos (São Bartolomeu de Messines, 8 de Março de 1830- Lisboa, 11 de Janeiro de 1896 mais conhecido por João de Deus, foi um eminente poeta lírico, considerado à época o primeiro do seu tempo, e o proponente de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal por ele escrita, que teve grande aceitação popular, sendo ainda utilizado. Gozou de extraordinária popularidade, foi quase um culto, sendo ainda em vida objeto das mais variadas homenagens e, aquando da sua morte, sepultado no Panteão Nacional. Foi considerado o poeta do amor. Eduardo José Coelho magistrado e ministro no regime monárquico, n. em Vilela do Tâmega, conc. de Chaves, em 1835, e morreu em Lisboa a 5.4.1913. Fez um curso distinto, obtendo primeiros prémios na Universidade de Coimbra, formando se em Direito em 1861. Pouco depois entrou na carreira oficial da magistratura, sendo despachado delegado. Foi advogado em Chaves, procurador à Junta Geral em Vila Real e Governador Civil de Bragança. Promovido a juiz de primeira classe em Outubro de 1883, em 1886 passou a juiz de 1.a vara cível de Lisboa, lugar que desempenhou com muita inteligência e a maior retidão. Juiz do Supremo Tribunal de Justiça, conselheiro e deputado em várias legislaturas, pelo partido progressista. Eduardo José Coelho, que era um orador fluente, sustentou no Parlamento questões importantes, e fez parte da comissão parlamentar que deu parecer sobre o Código Comercial promulgado no ano 1888. Foi Presidente da Câmara dos Deputados, e em Março de 1898 eleito par do reino, tomando posse a 17 desse mês. Ministro das Obras Públicas, pela primeira vez, por decreto de 23.2.1889, numa recomposição ministerial em que substituiu Emídio Navarro, em Outubro de 1904 voltava a tomar posse da mesma pasta numa recomposição efetuada em Maio de 1905 passou a sobraçar a pasta do Reino, que vagara pela saída do conselheiro Pereira de Miranda. Após a proclamação da República afastou se da política. Foi um dos mais considerados sócios do Montepio Geral, tendo sido presidente da sua assembleia geral nos anos 1901-1902. Quando da visita a Lisboa do Presidente da República Francesa, fora agraciado com a Grã-Cruz da Legião de Honra. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, nasceu em S. Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, em 14.7.1837. Começou por estudar Direito, em Coimbra. Mas interrompeu e foi para o Brasil (Rio de Janeiro), em 1853. Aí exerceu o jornalismo num semanário que se chamou Saudade. Regressou a Portugal, concluiu o curso de Direito (1863). Em 26.1.1867 foi nomeado administrador do concelho de Torre de Moncorvo. Enquanto esteve em Coimbra colaborou nos jornais: Prelúdios Literários, Estreia Literária e Literatura ilustrada. Escreveu ainda em: Fósforo e Tira Teimas. Em 1859 publicou um livro de Poesias. Em 1862 apareceu o II volume. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Alberto Teles Utra-Machado (São Pedro Angra do Heroísmo, 24 de Janeiro de - Oeiras, 12 de Janeiro de 1923. Foi um jurista escritor, publicista e político, formado em Direito pela Universidade de Coimbra em 1863 Assinou parte da sua obra literária como Alberto Telles. José Maria da Cunha Seixas (Trevões, São João da Pesqueira 26 de Março de 1836 - Lisboa, 27 de Maio de 1895. Foi um intelectual e filósofo, criador e adepto do pantiteísmo, uma dissidência do krausismo que tem por doutrina reconhecer a presença de Deus em todos os lugares e em tudo, mas propondo que apesar de Deus estar em tudo, Deus não se identifica com a coisa criada. Com apenas 14 anos de idade, em 1850 tomou ordens menores iniciando de seguida estudos de teologia. O isolamento em que cresceu e estrita educação católica a que foi submetido parecem ter influenciado a sua personalidade deixando-o solitário e com poucas aptidões sociais. Apesar de se ter matriculado no ano de 1858 nos cursos de teologia e filosofia da Universidade de Coimbra aparentemente para ser eclesiástico, transferiu-se para a Faculdade de Direito daquela Universidade, onde se formou em 27 de Junho de 1864 […]. Ainda estudante em Coimbra iniciou-se como publicista, colaborando com artigos de crítica literária e de política em diversos periódicos, entre os quais O Viriato (Viseu), Comércio de Portugal, Jornal de Lisboa, Académico de Coimbra, Comércio de Lisboa, Jornal do Comércio, Distrito de Beja e muitos outros periódicos, em especial de Lisboa. Terminado o curso, fixou-se em Lisboa, com banca de advogado e como professor de filosofia no Instituto de Ensino Livre de Lisboa. Manteve a sua intensa colaboração com periódicos diversos e fez-se sócio de diversas agremiações científicas, estabelecendo a sua reputação de intelectual. Faleceu em Lisboa, a 27 de Maio de 1895, com 59 anos de idade, deixando a parte mais importante da sua obra por publicar. Fonte: Wikipédia.
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; Francisco Duarte Canellas; João Celestino Cerqueira Afonso. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de aderir à sugestão da Câmara Municipal de Alenquer, de reclamar, junto do Governo, o restabelecimento da warrantagem das aguardentes, e nomear o seu vogal João da Rosa Lima, para a representar em futuras reuniões; - Deliberação de informar a professora da escola da Trafaria, respondendo ao seu ofício n.º 7, de 2 de fevereiro de 1915, relativa à requisição de uma bandeira nacional e respetivo mastro, está dependente da aprovação do orçamento das despesas de instrução primária, da Câmara Municipal; - Deliberação de recolher, e informar a Câmara Municipal d’Aldegallega [Montijo], por ela solicitado, os preços de carnes e nomes dos respetivos fornecedores, deste concelho; - Deliberação de responder ao ofício do fundador do Instituto de Cegos Branco Rodrigues, de dia 8 de fevereiro de 1915, que já está disponível o subsídio anual deste município, para essa instituição, podendo entregar o recibo da importância quando lhe convier; - Deliberação de informar a professora da escola móvel do Porto Brandão, em relação ao ofício de 8 de fevereiro de 1915, que esta corporação não pode, não tem obrigação, nem autorização orçamental, para a maior parte dos artigos que requisita, aqueles que constituem, efetivamente material de ensino, irá procurar adquirir; - Deliberação de dar conhecimento do ofício do administrador do cemitério de Almada, ao diretor geral dos serviços de saúde, relativo à necessidade de fazer as inumações, nos respetivos arruamentos, devido à falta de terrenos, para fazer enterramentos, como informou anteriormente, para se decidir sobre alguns projetos já apresentados, do alargamento do mesmo cemitério; - Deliberação de responder ao ofício do Clube de Conservação de Estradas, da 2.ª secção, que só é possível emitir qualquer parecer, perante a consulta do projeto de construção apresentado por [Jaime …] da Silva, da construção que pretende mandar fazer, na Rua Bernardo Francisco da Costa, na Estrada Distrital n.º 156, Almada; - Deliberação de enviar cópia do oficio de uma comissão de senhoras que se organizou, em Lisboa, denominada “Pela Pátria”, para angariação de donativos, de forma a proporcionar algum conforto aos soldados que vão para a guerra, e a colaboração das senhoras deste concelho, solicitando aos professores oficiais deste concelho que reunidos, e recolhendo os elementos que entendam necessários, apoiem a dita comissão; - Deliberação de satisfazer uma requisição do Comandante do Porto da Guarda Nacional Republicana, em Almada, solicitando a substituição de 3 mantas de algodão e um travesseiro, idênticos aos que se inutilizaram; - Deliberação de delegar no presidente a representação deste corpo administrativo na Festa da Árvore, que se vai realizar, na Trafaria, no dia 28 de fevereiro de 1915, e informar a comissão organizadora, em resposta ao seu ofício, que esta corporação não pode contribuir com qualquer donativo pecuniário, pois não tem autorização no orçamento, assim como, responder o mesmo à professora da escola do Pragal, que enviou um ofício, no dia 14 de fevereiro de 1915, com a mesma solicitação; - Deliberação de encarregar o presidente, de estudar o assunto exposto no ofício n.º 38, de 10 de fevereiro, da Câmara Municipal da Lourinhã, relativo à warrantagem das aguardentes, para que esta comissão devidamente informada, se pronuncie; - Deliberação de que esta comissão, no final da sessão, vá cumprimentar e prestar colaboração, na obra que pretende realizar, Franklin Lamas, que conforme o seu ofício n.º 231, de 13 de fevereiro de 1915, comunica que naquela data tomou posse do cargo de administrador deste concelho; - Deliberação de mandar à secretaria, para efeitos de abono de vencimentos, o ofício da 2.ª Repartição do Governo Civil do Distrito, com o n.º 310, de 11 de fevereiro de 1915, comunicando a exoneração do administrador António Bernardo, a seu pedido, e a nomeação para as mesmas funções de Franklin Lamas; - Deliberação de aguardar a aprovação, por parte da câmara, no orçamento das despesas de instrução primária, para a satisfação, da requisição da escola oficial da Costa de Caparica, de uma bandeira nacional e respetiva haste; - Deliberação de agradecer o serviço prestado e autorizar o pagamento, conforme o ofício e nota de despesa, da Corporação dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas, de terem procedido ao esgotamento dos poços da Costa de Caparica e Trafaria, ficando o carvão que sobrou, para uso da câmara; - Deliberação de comunicar ao 2.º professor da escola António José Gomes, da Cova da Piedade, que se aguardam soluções de instâncias superiores, conforme lhe foi comunicado pelo Inspetor do Círculo Oriental de Lisboa, relativamente à pretensão indeferida desta corporação, sobre o abono de subsídio de renda de casa; - Deliberação de encarregar o vereador Sebastião José Pereira Ferraz, de conhecer e informar esta corporação, sobre uma requisição do oficial do registo civil, neste concelho, dos diferentes artigos que necessita, para a repartição a seu cargo; - Deliberação de conceder licença a António Lúcio Xavier, da Cova da Piedade, para mandar colocar na sepultura n.º 910, do cemitério de Almada, onde se encontram os restos mortais de sua sogra, uma vedação em ferro com a seguinte legenda: “À memória de Maria da Encarnação Freire, falecida, em 5 de janeiro de 1915”; - Deliberação de informar Zeferino Ribeiro, que a multa a que se refere numa deliberação desta comissão, na sessão anterior, sobre o seu requerimento, não foi imposta por um zelador municipal, como afirma, mas sim por um cabo da polícia cívica, aqui destacado, que não depende diretamente desta corporação, assim sendo, terá que tratar do assunto junto dessa estação; - Deliberação de solicitar à conservatória do registo civil desta comarca, os elementos necessários, para uma conveniente apreciação, de uns documentos incompletos, apresentados por António Maria Rocha, da Trafaria, para provar a posse de uns terrenos, nesse local, onde pretende construir; - Deliberação de mandar satisfazer uma requisição do Posto Policial de Almada, de 6 toalhas de rosto para o serviço do mesmo posto; - Deliberação de mandar colocar os vidros que faltam nas janelas da sala, destinada aos exercícios escolares do edifício, onde funciona a escola da Costa de Caparica; - Deliberação de fixar o preço do estrume produzido na abegoaria municipal, que não foi dado por arrematação, por falta de licitantes, no valor de 3 escudos e 50 centavos; - Deliberação de enviar à Câmara Municipal, para execução, da aprovação do orçamento das despesas de instrução primária do ano de 1915, no valor de 6458 escudos e 96 centavos; - Deliberação de conceder um atestado de pobreza da Junta da Paróquia de Caparica, de 19 de janeiro de 1915, a Joaquim Caetano de Moura, de 25 anos, filho de José Caetano de Moura e Gertrudes do Rosário, já falecida, casado, trabalhador, natural dessa freguesia, residente, na Sobreda de Caparica; - Deliberação de enviar à câmara, para apreciação na próxima sessão, um requerimento de António dos Santos Saraiva, de Cacilhas, velho republicano, em que solicita um subsídio, para atenuar as circunstâncias precárias em que se encontra; - Deliberação de conferir um atestado a António dos Santos Saraiva, por serviços prestados à causa republicana durante longos anos e a extrema pobreza, em que se encontra presentemente, para poder arranjar um trabalho, compatível com os 61 anos que tem, para sustentar a família; - Deliberação de autorizar o vogal Sebastião José Pereira Ferraz, para mandar executar as seguintes obras: - Reparação do telhado da cavalaria do posto da Guarda Nacional Republicana; - Uma porta para a torre dos Paços do Concelho, para isolar e evitar a entrada de poeiras, para o relógio existente; - Reparação de uma vidraça que dá luz ao corredor do tribunal e retrete desta câmara. - O vogal Sebastião José Pereira Ferraz ficou encarregue de recolher orçamentos da despesa, para caixilhos das janelas da sala das sessões e respetiva secretaria desta corporação; - Deliberação, sob proposta do vereador presidente de insistir, junto da Direção Geral de Agricultura, o fornecimento das árvores requisitadas anteriormente, por esta corporação; - Deliberação, sob proposta do vereador presidente, de solicitar ao Magistrado Administrativo do Concelho, para tomar as devidas providências, para que José Francisco Xavier, de Murfacém, mantenha os seus 2 cães presos, pois já foram mordidos por um outro raivoso, e que mesmo depois de já ter tido ordem para os prender, ainda não o fez; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 6 e 13 de fevereiro de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 75 a 101, no valor de 343 escudos e 48 centavos. [Im. 1210_0115, 1210_0116, 1210_0117, 1210_0118 e 1210_0119] Disponível em:
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; José Gomes Coelho; Francisco Duarte Canellas; Raúl Alberto Ferreira Flores. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de mandar arquivar o ofício circular n.º 6 da 2.ª repartição do Governo Civil do Distrito, de 17 de fevereiro de 1915, junto, com a lista de cidadãos que deviam ser sorteados, para presidentes das assembleias primárias, para a eleição de deputados, fixada, para 4 de março, que foi adiada; - Deliberação, após a comunicação no ofício do vogal desta comissão, João Celestino Cerqueira Afonso, do seu impedimento de exercer o cargo de Juiz de Distrito, indica o vogal Francisco José Pinho, para o substituir, por ser o mais velho dos mais votados; - Tomada de conhecimento do ofício da professora da escola oficial da Charneca de Caparica, Laura Clarinda [Gruneberg] de Brito Queiroga, comunicando ter deixado de dar aulas, desde o dia 13 de fevereiro de 1915, por estar no fim da gravidez, aproveitando assim, a licença de dois meses concedida por lei; - Deliberação de requisitar da Provedoria da Misericórdia de Almada, de satisfazer diferentes requisições da direção do Hospital de São José, de Lisboa, das guias de responsabilidade pelo tratamento dos doentes, António Anacleto, João António de Oliveira, Augusto Cardoso, Joaquim Martins, João Alves Ferreira, Maria do Rosário, Francisco Martins e Eugénio Pires; - Deliberação de satisfazer a solicitação feita no ofício, do professorado oficial de Almada, onde para além de comunicar, que vai realizar a “Festa da Árvore”, solicita que lhes sejam fornecidas 4 árvores, acessórios e pessoal necessário para a sua plantação, assim como, a reparação do portão de ferro da entrada para o átrio da escola do sexo feminino, para proteção das árvores que ali foram plantadas no ano anterior, ficando o vogal Sebastião José Pereira Ferraz, encarregue de mandar proceder ao seu arranjo; - Deliberação de satisfazer a requisição do professor da escola António José Gomes, na Piedade, de diferentes serviços relacionados com a “Festa da Árvore” que vai realizar no quintal dessa escola a seu cargo; - Deliberação de mandar dar conhecimento da portaria do Ministério do Fomento, publicada, no Diário do Governo, de 20 de fevereiro de 1915, que designou a letra A para servir, no período de 19 de Abril de 1915, até 31 de março de 1916, no afilamento de todos os instrumentos de pesar e medir, através de editais, ao aferidor de pesos e medidas do concelho, e ao mesmo tempo, ao resto do público; - Deliberação de enviar o material solicitado, no ofício do professor da escola de sexo masculino do Monte de Caparica, que insiste na necessidade de satisfação de uma requisição anterior, de material escolar, e na construção de uma retrete, na casa da escola, para seu serviço e dos alunos, em relação à retrete, deve-se solicitar à proprietária da casa, a Companhia Geral do Crédito Predial, a construção da mesma, de necessidade absoluta; - Deliberação de mandar satisfazer a solicitação feita no ofício da professora oficial do Monte de Caparica, onde informa que vai realizar a “Festa da Árvore”, e que para tal, necessita de apoio da câmara, para a plantação das árvores, assim como, convida para assistir à mesma festa, que esta corporação nomeou o vogal, Francisco Duarte Canellas, para representar esta corporação; - Deliberação de agradecer à Direção Geral dos Serviços Florestais, que no seu ofício, participa a cedência gratuita a esta corporação, de 250 árvores, fornecidas pelo viveiro das Virtudes, perto de Azambuja, questionando qual a estação de Caminho-de-Ferro, mais conveniente, para serem entregues, a que indicámos a estação de Santa Apolónia, em Lisboa; - Deliberação favorável do pedido do presidente desta comissão, feito ao Magistrado Administrativo do concelho, e que este comunicou ao chefe de secretaria, para conseguir o internato do menor Carlos, exposto, a cargo desta corporação, em qualquer estabelecimento de beneficência, que lhe ministre a educação que necessita, devendo para tal, enviar um oficio ao Provedor da Assistência Pública, expondo a situação, assim como, a certidão de idade do menor, e documentos que mostrem que é vacinado e não sofre qualquer doença, agradecendo ainda ao administrador a valiosa interferência; - Deliberação de conceder licença, a Luís Augusto Magalhães Semblano, da Charneca de Caparica, para se servir da casa, da escola oficial daquela povoação, para o funcionamento de um curso noturno para adultos que lá pretende iniciar, conforme lhe tem sido solicitado, responsabilizando este por quaisquer prejuízos que possam suceder; - Deliberação, após as devidas verificações, relativas ao requerimento, de Maria da Glória Pavia de Miranda, viúva, moradora, no Caminho do Forno de Tijolo, n.º 20, 2.º andar, em Lisboa, de atestar, que conforme o livro de registo do Cemitério de Almada, possui um jazigo com o n.º 75, com documentos a provar o seu pagamento, desde o ano de 1882, ininterruptamente durante 30 anos, e que lhe serão restituídos todos os documentos; - Deliberação por unanimidade, de adjudicar a obra, de construção de uma caixa nova, entre outras pequenas reparações na carroça que serve para o transporte de dejetos, na freguesia de Caparica, ao industrial Elísio Ribeiro, de Caparica, no valor proposto de 35 escudos e mediante as condições que constam da sua proposta, após a apreciação das propostas dos 5 industriais, Manuel Joaquim França, José Augusto da Silva, José Ferreira e Isidro Serrano; - Deliberações aprovadas, sob proposta do vereador José Gomes Coelho: - Reparação e pintura dos bancos existentes no largo, onde se situam os Paços do Concelho; - Reparação das grades e corrimãos do edifício dos Paços do Concelho; - Implementação de uma forma prática, da colocação de fotografias, nas licenças, conferidas aos vendedores ambulantes, que foram emitidas antes deste corpo administrativo; - Solicitar à Câmara Municipal de Lisboa, através de ofício, de um exemplar da sua obra “Elementos para a história do Município de Lisboa", que tem sido enviada ao longo de anos em fascículos, mas que alguns se deterioraram, outros extraviaram; - Aquisição de um relógio de parede para a secretaria desta corporação; - Aquisição e mandar colocar 3 candeeiros na freguesia de Caparica, dois, em Murfacém e, um, na Torrinha. - Deliberação de submeter à apreciação do Conselho de Melhoramentos Sanitários, as licenças para os projetos de construção, requerida por Joaquim Simões, para um prédio, na Rua do Norte, em Almada, e por João Alberto Baluxo, para um prédio, na Trafaria; - Deliberação, sob proposta do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, de adquirir mais um barco de pedra, para diferentes reparações, nas ruas públicas da Cova da Piedade, e limítrofes, assim como, uma porção de varas para suportar algumas árvores desprotegidas, em lugares públicos; - Deliberação de estabelecer um horário ao pessoal assalariado desta corporação, devido a irregularidades constatadas pelo vereador Raul Alberto Ferreira Flores, e devidamente comunicadas à presidência; - Deliberação de encarregar o vereador do pelouro Francisco Duarte Canellas, de resolver o problema indicado pelo vereador João Rosa Lima, relativo à existência de 2 árvores que estão secas, na Avenida António José Gomes, na Piedade, da necessidade da sua substituição, tendo de ser adquiridas, de acordo com os interesses municipais; - Deliberação de se abster de emitir parecer a Jacintho Eloy, de Lisboa, relativo ao projeto de construção, apresentado pelo vogal Sebastião José Pereira Ferraz, na Rua Bernardo Francisco da Costa, em Almada, visto a construção confinar com a estrada que pertence ao estado; - Deliberação unanimemente aprovada, de solicitar ao Ministro do Fomento, as reparações da Estrada da Charneca de Caparica e a da Torre de Caparica à Trafaria, na freguesia de Caparica, que estão constantemente a necessitar de obras; - Deliberação unanimemente aprovada, sob proposta do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, de mandar proceder a reparações necessárias, no poço da Costa de Caparica, freguesia de Caparica, originadas na última vez, que se procedeu ao seu esgotamento, para limpeza; - Solicitação do vereador Presidente, ao vereador Sebastião José Pereira Ferraz, conforme estava a seu cargo, a colocação de letreiros com a identificação das povoações do concelho, conforme requisição do Automóvel Clube de Portugal, a que o dito vereador respondeu, que o serviço ia ser executado por pessoa habilitada; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 20 de fevereiro de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 102 a 107, no valor de 25 escudos e 15 centavos. [Im. 1210_0120, 1210_0121, 1210_0122, 1210_0123 e 1210_0124] Disponível em: