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Autor: Luís António Pinto Guimarães, da vila de Guimarães. Réus: Os que não manifestaram seus vinhos.
Autor: José Ribeiro da Costa, da vila de Guimarães. Ré: Luísa Emília, da vila de Guimarães.
Autor: João Batista da Silva, da vila de Guimarães. Réu: António Fernandes, da vila de Guimarães.
Autor: Ventura de Sousa Marchante, da vila de Guimarães. Ré: Francisca Peixoto, da vila de Guimarães.
Exequente: António Luís, da vila de Guimarães. Executado: Custódio, da vila de Guimarães.
Exequente: João de Lemos, da vila de Guimarães. Executado: José Ribeiro, da vila de Guimarães.
Autora: Maria Joaquina Martins, da vila de Guimarães. Réu: Cristóvão José Ferreira, da vila de Guimarães.
Requerente: António Teixeira Vale, da vila de Guimarães. Requerida: Josefa Maria, da vila de Guimarães.
Requerente: Domingos Gonçalves Pereira, da vila de Guimarães. Requerido: João Pinto Saldanha, da vila de Guimarães.
Exequente: Cristóvão José Ribeiro, da vila de Guimarães. Executado: José Bento Ribeiro, da vila de Guimarães.
Autora: Bento José Rodrigues Guimarães, da vila de Guimarães. Ré: A Fazenda Nacional.
Requerente: Câmara Municipal de Guimarães. Requerido: António Ribeiro, da freguesia de Polvoreira, comarca de Guimarães.
Exequente: Custódio José Sampaio Guimarães, da vila de Guimarães. Executado: Luís Pinto, da mesma vila.
Exequente: A Fazenda Nacional. Executado: João Teixeira Guimarães, da vila de Guimarães.
Autor: Manuel José Salgado, da vila de Guimarães. Réus: Sebastião e esposa, da vila de Guimarães.
Autor: Luís José Machado, da vila de Guimarães. Ré: Maria da Luz, da vila de Guimarães.
Requerente: Gualter Ribeiro Mendes, da vila de Guimarães. Requerido: José António Vieira, da vila de Guimarães.
Autor: António Ferreira Guimarães, da cidade de Porto. Réu: João Ferreira Guimarães, da freguesia de Barrosas.
Exequente: Custódio José Fernandes Guimarães, da vila de Guimarães. Executado: José Pereira da Cunha, de Travassos.
Requerente: José António Barbosa, da vila de Guimarães. Requerido: Maria do Carmo, da vila de Guimarães.
Requerente: Maria Rosa, de Guimarães. Requeridas: Inês Maria e mãe, de Guimarães.
Autor: Jacinto Luís Fernandes, da vila de Guimarães. Réu: José de Freitas, da vila de Guimarães.
Autor: José de Castro, da vila de Guimarães. Réu: Domingos José Cardoso, da vila de Guimarães.
Requerente: Narcisa Rosa, da vila de Guimarães. Requeridos: Josefa Maria e marido, da vila de Guimarães.
Exequente: Ana Maria Violante, da vila de Guimarães. Executada: Joana Teodora, da vila de Guimarães.
Exequente: Diogo Leite, da vila de Guimarães. Executado: Manuel José de Freitas, da vila de Guimarães. .
Requerente: Maquelina Rosa, da vila de Guimarães. Requerida: Maria Joaquina, da vila de Guimarães.
Autores: Maria Barbosa e marido, da vila de Guimarães. Ré: Antónia Peralta, da vila de Guimarães.
Autor: Gonçalo Manuel Peixoto, da vila de Alenquer. Réu: José Ferreira Guimarães, da vila de Guimarães.
Autor: Gualter Cardoso, da vila de Guimarães. Ré: Maria Inácia, da vila de Guimarães.
Autor: Joaquim Lopes, da cidade de Guimarães. Réu: A Câmara Municipal da cidade de Guimarães.
Réu: Eduardo Maria Guimarães, da freguesia de santo Estêvão de Briteiros, da comarca de Guimarães.
Autor: Manuel de Castro, da cidade de Guimarães. Ré: Maria Calondra, da cidade de Guimarães.
Autora: O Ministério público. Réu: José Ribeiro Guimarães, da freguesia de Creixomil, comarca de Guimarães.
Autor: Manuel de Madureira, do concelho de Guimarães. Ré: Ana Rosa, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Clementina Ferreira Guimarães, da freguesia de Serzedo, da comarca de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Domingos Francisco Gomes Guimarães, da freguesia de Brito, comarca de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Joaquim Vieira Guimarães, freguesia de Caldelas, comarca de Guimarães.
Autor: Armindo Pereira Mendes Guimarães. Réu: José Rodrigues "Pichél", da povoação da Taipas, comarca de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Ré: A viúva de António José Ferreira Guimarães, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Manuel Pereira da Silva Guimarães, da freguesia de Gondomar, comarca Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Domingos Francisco Gomes Guimarães, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Domingos Pereira Guimarães, da rua de Camões, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Francisco Ribeiro Guimarães, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Emílio Castelar Guimarães, da cidade de Guimarães.
Autor: José Francisco Guimarães, empregado municipal. Réu: José Covilhão, da freguesia da Oliveira, cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Domingos Francisco Gomes Guimarães, preso nas cadeias da cidade de Guimarães.
Autor: António Marinho, da cidade de Guimarães. Réu: António Vaz Nápoles, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: José Mendes Guimarães, do Campo da Feira, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: António José Batista Guimarães, casado, marceneiro, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Germano Augusto dos Santos Guimarães, da cidade de Guimarães.
Análise à obra “Mobiliário artístico português (Guimarães), por Alfredo Guimarães, edições pátrias, 1935."
Autor: O Ministério Público. Réus: José Mendes Esteves Guimarães, Alfredo Bravo e Manuel Vaz Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: António Luciano Guimarães, da rua da Caldeiroa, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: António Maria de Abreu Guimarães, armador, da cidade de Guimarães.
Autor: Avelino de Faria Guimarães, solteiro, da rua França Borges, da cidade de Guimarães.
Autor: João José Cardoso Guimarães, da rua Nova, da cidade de Guimarães.
Autor: O Ministério Público. Réu: Manuel, caixeiro de António da Costa Guimarães, da cidade de Guimarães.
Requerente: José Pinheiro Caldas Guimarães, da freguesia de Pentieiros, da comarca de Guimarães.
Autor: O Ministério Público e António José Maria Guimarães, da cidade de Guimarães. Réus: Pessoas incertas.
Requerente: O Ministério Público. Requerido: José de Freitas Guimarães, preso nas cadeias da comarca de Guimarães.
Autora: Maria José Guimarães, residente na Quinta de Castro, freguesia de Serzedelo, comarca de Guimarães.
Autor: João de Oliveira Guimarães, da cidade de Guimarães. Réu: Francisco José Fernandes, de São Torcato.
Autor: José Cardoso de Freitas Guimarães. Réu: Francisco António Martins Guimarães.
Justificante: José Luís Dias Guimarães, da cidade de Guimarães. Justificado: O curador geral dos órfãos.
Embargante: João de Sousa Guimarães, negociante da vila de Guimarães. Embargada: A Fazenda Nacional.
Requerente: Manuel da Cunha Guimarães, da cidade de Guimarães. Requerida: Maria do Carmo mulher do mesmo.
Autor: O Ministério Público. Réu: António Luciano Guimarães, tintureiro, da cidade de Guimarães.
1º. outorgante: José Pacheco Guimarães Maria José Guimarães Pontes Livro Nº 50-16.
Impressão do desenho do Castelo de Guimarães, da autoria de Salgado Guimarães.
Correspondência recebida pela Administração do Concelho de Guimarães remetida por vários regedores do concelho de Guimarães.
Correspondência recebida pela Câmara Municipal de Guimarães sobre recenseamento e recrutamento militar no concelho de Guimarães.
Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha nasceu na freguesia de São Paio, Guimarães a 17 de janeiro de 1899 e faleceu a 29 de dezembro de 1977. Era filho de José Augusto Ferreira da Cunha e de Ana Mendes da Cunha e Castro. Licenciou-se em Medicina e Doutorou-se com a tese “A reacção de Kahn no diagnóstico da sífilis”, trabalho do Laboratório de Bacteriologia da Universidade do Porto. Foi presidente da Sociedade Martins Sarmento, ministro da Ordem Terceira de São Francisco, diretor Clínico do Hospital da Misericórdia de Guimarães, diretor dos Serviços Médico-Sociais de Guimarães, presidente da Direção e da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães e da Conferência de São Vicente de Paulo, em São Paio. Foi presidente da Câmara Municipal de Guimarães no período entre 14 de maio de 1951 a 26 de setembro 1954. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2019/07/18/quem-foi-quem-na-toponimia-do-municipio-de-guimaraes/
1.º outorgantes: Purificação Salazar Guimarães; Laura Salazar Guimarães; Hermínia Salazar Guimarães; Alberto da Silva Guimarães e esposa Maria da Glória de Sousa Guimarães 2.º outorgantes: Agostinho da Costa, casado com Maria de Araújo Livro Nº 47C-4(v).
1.º outorgantes: Hermínia da Luz Sarmento Moreira Guimarães, que também usa o nome de Herminia Moreira Guimarães, Francisco José Moreira Guimarães e esposa Olinda Rosa de Queirós Guimarães e Graciano Moreira Guimarães 2.º outorgante: José Rodrigues Livro Nº 133-31
1.º outorgante: Humberto Guimarães Pinheiro, outorgando na qualidade de procurador de sua mãe Julieta Guimarães Pinheiro; Afonso da Costa Guimarães 2.º outorgante: Francisco Assis da Costa Guimarães e mulher Beatriz Amélia Pereira da Costa Guimarães Livro Nº 410-82
1.º outorgante: Joaquim Ferreira em representação Manuel Salazar Guimarães 2.º outorgante: a) Alberto da Silva Guimarães casado com Maria da Glória Batista de Sousa b) Purificação Salazar Guimarães c) Hermínia Salazar Guimarães d) Laura Salazar Guimarães Livro Nº 65A-59
Duarte do Amaral Pinto de Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 7 de Maio de 1871 - Guimarães, 29 de Dezembro de 1963/29 de Janeiro de 1964) foi um militar e político português. Filho de Francisco Pinto de Carvalho do Amaral e Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 20 de Junho de 1825 - Guimarães, São Sebastião, 1 de Abril de 1884), Senhor da Casa de Guardal, da Casa da Caldeiroa, do Paço Meão e da Casa do Barreiro, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e Juiz, e de sua mulher (Guimarães, São Sebastião, 20 de Dezembro de 1866/3 de Março de 1867) Maria Arminda de Sampaio Leite Ferreira (Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 20 de Novembro de 1846 - Guimarães, 2 de Maio de 1914), Senhora da Casa da Eira em Felgueiras, e neto paterno de João Pinto de Carvalho Teixeira de Sousa da Silva e de sua mulher Maria da Alegria Peixoto do Amaral e Freitas. Senhor da Casa de Salgueiro, em Santo Adrião, Vila Nova de Famalicão, da Casa da Eira, em Vila Fria, Felgueiras, e da Casa de Castelães, em Guimarães. Coronel de Infantaria, Comandante Militar do Distrito de Braga e das Forças do Norte que dominaram a Revolta de Fevereiro de 1927, antigo Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Diretor e Presidente da Sociedade Martins Sarmento.[2][3] Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis, condecorado com a Ordem do Elefante Branco do Sião e com as Medalhas Comemorativas das Campanhas de África (Angola e Moçambique), onde serviu sob as ordens de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, etc. Casou em Guimarães, Oliveira do Castelo, na Igreja de São Miguel do Castelo, a 6 de Maio de 1899 com Ana Mendes Ribeiro de Oliveira (Guimarães, São Sebastião, 28 de Outubro de 1877 - Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 7 de Março de 1956), filha de António Mendes Ribeiro (Guimarães, São Sebastião, 5 de Março de 1817 - Guimarães, São Sebastião, 31 de Março de 1887), Industrial, Diretor do Banco Comercial de Guimarães, Vereador da Câmara Municipal de Guimarães, etc., Comendador da Ordem Militar de Cristo e Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e de sua segunda mulher Francisca Augusta de Oliveira (Guimarães, São Paio, 19 de Setembro de 1839 - 6 de Julho de 1879). Foi seu filho Duarte Pinto de Carvalho de Freitas do Amaral In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_do_Amaral_Pinto_de_Freitas
Duarte do Amaral Pinto de Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 7 de Maio de 1871 - Guimarães, 29 de Dezembro de 1963/29 de Janeiro de 1964) foi um militar e político português. Filho de Francisco Pinto de Carvalho do Amaral e Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 20 de Junho de 1825 - Guimarães, São Sebastião, 1 de Abril de 1884), Senhor da Casa de Guardal, da Casa da Caldeiroa, do Paço Meão e da Casa do Barreiro, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e Juiz, e de sua mulher (Guimarães, São Sebastião, 20 de Dezembro de 1866/3 de Março de 1867) Maria Arminda de Sampaio Leite Ferreira (Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 20 de Novembro de 1846 - Guimarães, 2 de Maio de 1914), Senhora da Casa da Eira em Felgueiras, e neto paterno de João Pinto de Carvalho Teixeira de Sousa da Silva e de sua mulher Maria da Alegria Peixoto do Amaral e Freitas. Senhor da Casa de Salgueiro, em Santo Adrião, Vila Nova de Famalicão, da Casa da Eira, em Vila Fria, Felgueiras, e da Casa de Castelães, em Guimarães. Coronel de Infantaria, Comandante Militar do Distrito de Braga e das Forças do Norte que dominaram a Revolta de Fevereiro de 1927, antigo Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Diretor e Presidente da Sociedade Martins Sarmento.[2][3] Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis, condecorado com a Ordem do Elefante Branco do Sião e com as Medalhas Comemorativas das Campanhas de África (Angola e Moçambique), onde serviu sob as ordens de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, etc. Casou em Guimarães, Oliveira do Castelo, na Igreja de São Miguel do Castelo, a 6 de Maio de 1899 com Ana Mendes Ribeiro de Oliveira (Guimarães, São Sebastião, 28 de Outubro de 1877 - Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 7 de Março de 1956), filha de António Mendes Ribeiro (Guimarães, São Sebastião, 5 de Março de 1817 - Guimarães, São Sebastião, 31 de Março de 1887), Industrial, Diretor do Banco Comercial de Guimarães, Vereador da Câmara Municipal de Guimarães, etc., Comendador da Ordem Militar de Cristo e Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e de sua segunda mulher Francisca Augusta de Oliveira (Guimarães, São Paio, 19 de Setembro de 1839 - 6 de Julho de 1879). Foi seu filho Duarte Pinto de Carvalho de Freitas do Amaral. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_do_Amaral_Pinto_de_Freitas
A Comissão de Iniciativa para o desenvolvimento das estâncias hidrológicas, praias, estâncias de altitude, de repouso, de recreio e de turismo, foram criadas pela Lei n.º 1:152 de 23 de Abril de 1921, com a finalidade de promover o desenvolvimento das mesma e fomentar a “indústria” turística. Dependia do Ministério do Comércio e Comunicações da Administração Geral das Estradas e Turismo: Repartição do Turismo. Por esta Lei eram consideradas estâncias hidrológicas, todas as localidades onde fossem exploradas uma ou mais nascentes de água mineral, e que possuíam um estabelecimento balnear por uma entidade ou empresa conforme o alvará concedido pelo Governo. A área de cada estância hidrológica era determinada pelo governo, depois de ouvida a Inspeção de Águas Minerais, através da Direção Geral de Minas e Serviços. De início a Comissão de Iniciativa era composta por um delegado do Município, um delegado da Junta de Freguesia, um delegado de cada empresa exploradora das águas, o médico delegado de saúde, o delegado da Sociedade de Propaganda de Portugal, o regente florestal, o chefe de conservação das obras públicas da zona, um hoteleiro, um proprietário e um comerciante, cujos cargos eram gratuitos. Eram suas funções não só velar pela zona turística elaborando planos e projetos de melhoramentos, mas também inventariar os vestígios históricos, e cobrar, enviando posteriormente para o governo, a taxa de turismo. Em Dezembro de 1936, as Comissões de Iniciativa foram extintas, e em seu lugar foram criadas as Juntas de Turismo, que herdaram o património das anteriores. A Junta de Vizela teve a sua primeira reunião em 11 de janeiro de 1937, e foi posteriormente dissolvida em 1989, passando pelo Decreto-lei n.º 13/89, de 7 de Janeiro, a fazer parte da Zona de Turismo de Guimarães, área tutelada pela Câmara Municipal de Guimarães.
A Comissão de Iniciativa para o desenvolvimento das estâncias hidrológicas, praias, estâncias de altitude, de repouso, de recreio e de turismo, foram criadas pela Lei n.º 1:152 de 23 de Abril de 1921, com a finalidade de promover o desenvolvimento das mesma e fomentar a “indústria” turística. Dependia do Ministério do Comércio e Comunicações da Administração Geral das Estradas e Turismo: Repartição do Turismo. Por esta Lei eram consideradas estâncias hidrológicas, todas as localidades onde fossem exploradas uma ou mais nascentes de água mineral, e que possuíam um estabelecimento balnear por uma entidade ou empresa conforme o alvará concedido pelo Governo. A área de cada estância hidrológica era determinada pelo governo, depois de ouvida a Inspeção de Águas Minerais, através da Direção Geral de Minas e Serviços. De início a Comissão de Iniciativa era composta por um delegado do Município, um delegado da Junta de Freguesia, um delegado de cada empresa exploradora das águas, o médico delegado de saúde, o delegado da Sociedade de Propaganda de Portugal, o regente florestal, o chefe de conservação das obras públicas da zona, um hoteleiro, um proprietário e um comerciante, cujos cargos eram gratuitos. Eram suas funções não só velar pela zona turística elaborando planos e projetos de melhoramentos, mas também inventariar os vestígios históricos, e cobrar, enviando posteriormente para o governo, a taxa de turismo. Em Dezembro de 1936, as Comissões de Iniciativa foram extintas, e em seu lugar foram criadas as Juntas de Turismo, que herdaram o património das anteriores. A Junta de Vizela teve a sua primeira reunião em 11 de janeiro de 1937, e foi posteriormente dissolvida em 1989, passando pelo Decreto-lei n.º 13/89, de 7 de Janeiro, a fazer parte da Zona de Turismo de Guimarães, área tutelada pela Câmara Municipal de Guimarães.
Filiação dele: Joaquim Antunes Oliveira e Antonia Maria Ferreira. Natural da freguesia de Santo Emilião, concelho de Póvoa de Lanhoso. Filiação dela: Manuel José Macedo e Rita Maria Rodrigues. Natural da freguesia de Campo, concelho de Póvoa de Lanhoso. Contém os passaportes anteriores.
Apresentado por José Joaquim Silva Pinheiro e Cristóvão Luís.
Freguesia: Bouro, Santa Marta. Inventariante: José Luís Vieira Leite.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da CEE assinaram um acordo que cria o Espaço Económico Europeu. Foto de Santo Simões.
Cita Carlos d'Além, pseudónimo de Joaquim Santos Simões, sobrea a fome no Alentejo.
Cita Carlos d'Além, pseudónimo de Joaquim Santos Simões, sobre a partidarização da Função Pública.