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Aproveitando a deslocação de um escriturário, Manuel Ferreira da Câmara Bettencourt e Sá, transmite notícias da Fábrica de ferro que dirige, relegando para outra altura os assuntos pessoais. Remete, em anexo, a cópia do Ofício que dirigiu ao ao conde de Aguiar, onde consta uma fiel narração dos trabalho desenvolvido e as razões da sua ida para o Tejuco "derrotado de forças com o fabrico desta obra". Apesar de já ter efectuado várias pesquisas e Eschwege outras, verá se descobre o "tão problematico" Cobalto do Doutor Couto, para poder enviá-lo ao amigo António de Araújo. Critica ferozmente os trabalhos do Dr. Couto, homem que já conheceu ser por diversas vezes falso. Pede ao destinatário que não lhe escreva cartas tão pequenas e que nada lhe omita sobre o seu estado de saúde. Em P.s. pede para comunicar o contéudo desta carta ao amigo José Egídio e a Napion a quem não escreve por falta de tempo. Informa que Eschwege já se envcontrahá algum tempo em Vila Rica, depois da viagem ao Abaité, pelo que estranha o silêncio do mesmo acerca da mina do terreno e da mina de chumbo e prata.
Fichas dos sócios António Nunes Mendes, António do Ó Gonçalves da Silva, António Octávio Vieira Galha, António de Oliveira, António de Oliveira Campos, António de Oliveira Gomes, António de Oliveira Lopes Conde, António de Oliveira Maia, António de Oliveira Rosa, António Padescas de Oliveira, António Pais Lucas, António Paulo Assado Valente, António Paulo Correia Alves, António Pedra Rodrigues, António Pedro, António Pedro Gouveia Araújo, António Pedro Marques da Silva, António Pedro Mendes, António Pedro dos Santos Quinto, António Pereira, António Pereira, António Pereira, António Pereira Carvalho, António Pereira da Costa, António Pereira Ferraz, António Pereira Luís, António Pereira Paulo, António Peixoto Costa Abalada, António Peregrino Mascarenhas, António Pescador, António Pinto de Andrade, António Pires Cabral Pereira, António Pires Morgado Belo, António Pombo, António Prudêncio Fernandes, António Rafael da Silva, António Ramos Geraldes, António Ramos Machado, António Raposo Teixeira, António Refino Pereira Rodrigues, António Rego Júnior, António dos Reis Ramos Fernandes, António Redondo Mendes, António Ribeiro, António Ribeiro Cardoso, António Ribeiro Gomes, António Rita Martins Ribeiro, António Robalo Fortes, António Robalo Pascoal, António da Rocha Porto, António da Rocha Vaz e António Rodrigues Ferreira.
John Mason Harden nasceu na Irlanda e foi educado no Trinity College, em Dublin. Instalou-se em 1903 em Vila Nova de Gaia, Coimbrões, para reger o curso teológico do qual sairam alguns presbíteros da Igreja Lusitana como o reverendo Armando Pereira de Araújo, o reverendo António Ferreira Fiandor, o reverendo José Maria Leite Bonaparte, o reverendo Júlio Bento da Silva. Foi o primeiro ministro do Prado, em 1905-1907, sucedeu-lhe Leite Bonaparte até 1908. Quando regressou à Irlanda tornou-se Bispo de Tuam, Killala e Achonry entre entre 1927 e 1931.
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca do 50º aniversário da Legião de Maria; curso de Pastoral Teológica para o clero; núncio apostólico em Portugal, arcebispo José Sensi, visita a África Portuguesa; abertura de conjuntos habitacionais na diocese de Vila Cabral; estátua do cardeal Teodósio Gouveia a ser construída em Malhangalene; nota emitida pelo Secretariado da diocese de Lourenço Marques; prémio musical atribuído ao cónego Manuel Ferreira de Faria; bispo de Benguela dá instruções para a prevenção da cólera; casos de exorcismo em Benguela; Pastoral com métodos especiais para os ciganos; caso dos padres de Macuti.
Nomeação de António Lino Neto (lente da 16.ª cadeira do Instituto Industrial e Comercial de Lisboa) para o cargo de secretário de uma Comissão do Governo, incumbida de inspeccionar a Companhia deal do Crédito Predial Português. São também nomeados para a referida Comissão, Rodrigo Afonso Pequito e Luís Feliciano Marrecas Ferreira, (professores no Instituto Industrial e Comercial de Lisboa). Inclui, ainda, a minuta de uma representação da referida Comissão, dirigida ao Conselheiro Director deal do Comércio e Indústria, informando sobre a apresentação dos elementos da mesma na Companhia deal do Crédito Predial Português.
Documentação reunida por Guilherme Braga da Cruz por ocasião da sua participação no II Coloquium Internacional de Estudos Luso-Brasileiros. Apontamentos para a elaboração do relatório e relatório do trabalho apresentado por Guilherme Braga da Cruz "A formação histórica do moderno direito privado português e brasileiro", feito por Waldemar Ferreira. Correspondência, programas, circulares, panfletos, regulamento, esquema da sala do colóquio e relatório sumário da viagem ao Brasil. Envelope com recordações da viagem aérea ao Brasil, postais, cartões, folhetos, pregadeira de congressista, panfletos de exposições, envelopes e papéis timbrados em branco recolhidos durante a viagem, jornais, recortes de jornal editados no Brasil e fotografias.
Apontamentos manuscritos e datilografados de José Maria Braga da Cruz, aparentemente dispersos, e aproveitando recortes de papel ou reutilizando outros documentos. Os apontamentos contêm dados ou notas acerca de: dados biográficos de D. Domingos da Apresentação Fernandes; ordens religiosas; exorcismo que o arcipreste padre João Barros leu a uma criança parente de João Ferreira; apontamentos acerca de diplomas legislativos com implicações na vida da Igreja; resumo de números da revista "Acção Católica"; ereção da Arquiconfraria do Sagrado Coração de Jesus; Universidade Católica; Congresso das Agremiações Católicas em Braga; dados biográficos de José Rodrigues Vale; oração Magnificat; serviço social; poema "Ao crucifixo"; alcunhas e referências a notícias publicadas em jornais.
Livro contendo o borrador da receita e despesa pertencente ao Culto Divino da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau apresentada pelos tesoureiros Pedro Leal, que principiou e 9 de setembro de 1764 (1764-1765) (fólios 1 a 18); Manuel Ferreira do Rego que principiou a 20 de outubro de 1765 (1765-1766) (fólios 1 a 19); Amaro Gomes da Silva que principiou em 30 de novembro de 1766 (1766-1767) (fólios 1 a [18]) por Joaquim Ambrósio Martins que principiou em 10 de setembro de 1767 (1767-1768) (fólios 1 a 16). Inclui a receita e a despesa do Culto Divino com data de 28 de outubro de 1773.
Livro contendo um termo de abertura com data de 25 de novembro de 1893, onde se asserta que o livro serve para assentar as visitas que os subdelegados de saúde têm de proceder à escola do sexo feminino da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau, sita na rua dos Douradores, n.º 72, 2.º, da qual é diretor Carlos Augusto Pinto Ferreira. A receita e a despesa da escola diz respeito ao período entre abril de 1925 e julho de 1927. Todos os fólios foram invalidados com uma cruz.
Conta de toda a receita e despesa da Irmandade, organizada por capítulos orçamentais e apresentando termos de encerramento no final de cada ano económico. A despesa apresenta-se dividida por capítulos desde 1911: obrigatórias, de culto, beneficência, etc. A partir de 1918 surgem mais capítulos de despesa: encargos impostos em legados e doações, conservação e reparação do templo e objectos nele contidos, ordenados aos empregados, despesas do culto e assistência. A receita começa a aparecer subdividida em ordinária e extraordinária, a partir de 1923. Possui termos de abertura e encerramento. Tesoureiro: Joaquim José Serra; Manuel José Júlio Guerra. Escrivão: Domingos António; José Ferreira Silva.
[Maria Teresa Abrantes Ávila - Os migrantes. As minorias étnicas. Os direitos do homem na Constituição da República. Revista do Serviço Social. 4 (1993) (original e cópias); Maria Teresa Abrantes Ávila - Os refugiados e os direitos humanos. O asilo em portugal. vol I (1994); Xanana Gusmão - Testemunho publicado no Jornal Público, 21 de Maio de 1993; documentação do 3º Congresso Internacional Refugiados e Direitos Humanos (1998); Refugiado. Esperança e reconciliação (1997); Fórum Justiça e Liberdades; Oikos. Ano III 18 (1994), Ano V 30 (1996); Clara Ferreira Alves - Os deserdados do Velho Testamento. Expresso, 4/10/1991; apontamentos]
[N.º 1. Alcina Martins, Alfredo Henriquez - O Serviço Social Português. A sua génese e emergência.; N.º 2 Maria de Lourdes Alves Pinto - A Construção do Conhecimento do Serviço Social em Portugal. Período do Metodologismo década de 50; N.3. Francisco José Branco et al. - A construção do conhecimento no Serviço Social em Portugal na década de 60; N.º 4 - Dinah dos Reis Ferreira et al - Trabalho Exploratório sobre a Construção do Conhecimento do Serviço Social em Portugal (Janeiro de 1970 a 25 de Abril de 1974); N.º 5. Maria Augusta Negreiros et al - A construção do Conhecimento do Serviço Social em Portugal. Período de 1974 a 1978]
Documentação variada que inclui: contas da receita e despesa e andamento das demandas dadas pelo Procurador João José Durães e Silva; extracto dos autos de concurso de preferência dos credores de José da Costa Santiago; relação das pendências respeitantes à Irmandade de que era encarregado Manuel Ferreira da Cunha; contas das despesas nas causas da Irmandade, feitas pelo procurador João António Moreira; contas das despesas com obras nas casas do Corpo da Guarda e de Cimo de Vila; contas relativas às despesas e ordenado do Procurador da Irmandade; contas das despesas na causa sobre o descaminho da letra de José Martins da Luz; Mapas das dependências da Irmandade dos Clérigos.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa sobre os requerimentos de Virgínia Baptista Ferreira, de Ana Pires de Freitas, de Catarina de Sena Jácome, de Maria da Piedade de Magalhães Fonseca, de Judite Dulce Catalão Pereira, de Maria Teresa Samora Pimentel e filha, de Joaquina da Conceição de Sá e Silva Santana, e de Maria das Dores Moniz de Oliveira Borges, para lhes serem pagos vencimentos, por morte dos respectivos familiares (V. PGR/03/01/36 - Registo de processos entrados para consulta).
Pedidos apresentados por Hermínia Marques Bustorff e filha, Amélia Rosa Pinheiro, Adelina Amélia Raposo Pinheiro e filhos, Maria do Carmo, Vitorina de Almeida, Mariana Mendes da Silva, Maria Guiomar e filhos, Maria do Carmo Emaús Gonçalves Rosa, Maria Luísa Vicente da Silva e filho, Júlia Ferreira Fernandes da Silva. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 7 de janeiro de 1907, e minutas dos pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 18 de janeiro.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento de António José Nunes, Januário Esteves Sousa, Augusto Cristino de Lacerda, Jacinto Augusto Ferreira e António Vieira, guardas a pé de 2.ª classe da Alfândega do Funchal, pronunciados pelos crimes de homicídio e ofensa do exercício de direito eleitoral, cometidos na igreja de Machico, mas amnistiados por decreto de 6 de junho de 1872, pedem os vencimentos correspondentes ao tempo em que estiveram presos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro acerca do processo em que António José da Silva, António Caetano Rodrigues e José Ferreira Moutinho, na qualidade de liquidatários do casal do falecido João António Guimarães, alegando que este comprou umas casas na Rua Direita de Vila Nova de Gaia pela quantia de 699$100 réis, de que não pagou direitos de transmissão, pedem para satisfazer este imposto, uma vez que só tiveram conhecimento deste facto quando procediam à liquidação.
Os requerentes são: Maria da Assunção das Neves e Sousa da Silveira, Ana Ribeiro, Hedviges Eulália Ferreira de Campos e filhos, Olívia da Silva Costa Loureiro, Maria Madalena de Aguiar e Silva, Feliciana Rosa da Conceição e filha e Maria Luísa Rodrigues da Silva. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 15 de janeiro de 1902, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 23 de janeiro, escritos sobre o ofício.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 25 de agosto de 1838, com a do ofício do comissário em chefe do exército, do qual consta que António Rodrigues, assistente deputado do comissariado, enquanto chefe do Departamento do Alentejo, empenhou as folhas legalizadas dos vencimentos de março, abril e maio. Ordena que se promovam os termos judiciais competentes, para que as folhas sejam logo entregues ao atual chefe do mesmo departamento, Veríssimo António Ferreira da Costa.
Carta de Maria Paula Madeira – membro do Conselho Coordenador do Centro de Reflexão Cristã para António Ferreira Gomes – bispo do Porto resignatário informando que o referido centro “…completa 10 anos de existência.”; indica que gostariam de avaliar as atividades desenvolvidas por este centro: “…formação de animadores de comunidades e movimentos cristãos, aprofundamento e partilha da fé…diálogo com sectores não cristãos empenhados na construção de uma sociedade mais justa e divulgação da reflexão teológica.” Conclui solicitando “…uma palavra de Pastor.”, Centro de Reflexão Cristã, Lisboa, 1985-04-17 com uma anotação manuscrita “Resposta 21-5-85”
Carta de Maria José Novais para António Ferreira Gomes - bispo do Porto exilado informando que mandara celebrar uma missa, pelas intenções do bispo na Casa de Santa Maria, em Barcelos.”; também envia “…essa estampa de Nossa Senhora, que as Irmãs Missionárias de Maria me enviaram, e que foi pintada por Elas.”, com uma anotação manuscrita “Peço desculpa por escrever à maquina…custa-me muito fazer à mão…”, Porto, 1960-04?-08 Em anexo: Estampa com a anotação “Com a promessa de Orações…”, no verso uma ilustração intitulada: “Olhe para a estrela chamada Maria”, 1960-05-10
Ofício de Raúl Rosa Porto Duarte – Diretor de Serviços da Direção Geral de Segurança para Fernando Silva Pais - Director Geral da Direção Geral de Segurança reportando que António Ferreira Gomes – bispo do Porto foi convidado pela “…Associação Cultural «Convívio», Guimarães…” a “…a presidir a um colóquio subordinado ao tema «SERÁ O CRISTIANISMO UM PLATONISMO DO POVO».” em 1972-11-25. E que o “…Arcebispo de Braga…” ficou indignado por não ter sido informado deste acontecimento nem pelo bispo do Porto nem pela mencionada associação, com uma anotação manuscrita “24842”, Lisboa, 1972-11-15
Carta de Maria Amália [Costa Lima] para António Ferreira Gomes - bispo do Porto exilado expressando a “…comoção que eu senti quando Nosso Senhor me concedeu a felicidade, sem par, de o encontrar no Monastério de Piedra…Louvado seja Deus!”; relata que só agora escreve pois estev doente, deu uma queda pelas escadas abaixo, "perdi os sentidos fiquei muito abalada…”; pergunta, em virtude do texto do bispo, se o “…Dr. Xavier Coutinho…” é um amigo sincero; indaga sobre o estado de saúde do bispo do Porto; conclui solicitando uma bênção ao bispo do Porto, Porto, 1961-12-13
Panfleto intitulado “Povo Portucalense” apelando ao “…povo…” que se dirija às “…igrejas nesse dia especialmente à igreja da Sé…” referindo-se à data 1973-01-01; reporta que António Ferreira Gomes – bispo do Porto “…deu instruções aos padres de todas as freguesias para no dia 1 de Janeiro falarem contra a guerra colonial injusta que começou em Angola contra o Povo que quer ser livre há mais de 11 anos e não pára.” com uma anotação manuscrita “24842 enviado – S.S.P…1720) Governo civil…D. Geral…de 30/12/72”, [post. 1972-12-30] É da autoria do "GRITO do POVO", dos Comités populares paroquiais; os comités operários; os comités académicos
Quinto Seminário Portugal Anos 80, Universidade de Évora, 22 de Junho-6 de Julho 1985, com apoio da Secretaria de Estado da Emigração; em primeiro plano, ao centro, Reitor Prof. Ário Lobo Azevedo, à sua direita, Dr. Leopoldo Scherner, na fila acima, entre ambos, Prof. Pe. Alves Gomes e Dr. Nuno Severiano Teixeira, na terceira fila, à direita, Prof. Doutor Manuel Ferreira Patrício, em cima, junto à coluna, Dr. Joaquim Moura Fernandes e Dr. Vítor Trindade, Eng. Torcato Celestino e Sr. Augusto N. Souto, à esquerda. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Claustro.
Número único dedicado ao I Congresso da Igreja Lusitana com o seguinte conteúdo: a aurora do evangelho na lusitânia, por A. Pinto Ribeiro; o primeiro congresso da Igreja Lusitana como meio de despertamento de novas energias, por Leopoldo de Figueiredo; razão de ser; origem do culto dos santos, por J. Santos Figueiredo; primeiro congresso da Igreja Lusitana, por Belarmino J. Vieira Barata; excursão a Sintra e Cascais; o valor espiritual que pode ter o nosso congresso, por Josué Ferreira de Sousa Júnior; algumas características da prmitiva Igreja Lusitana; lista de congressistas inscritos; esclarecimentos aos congressistas da província.
Processo de correspondência recebida e enviada por Daniel de Pina Cabral, Armando Pereira de Araújo e António Ferreira Fiandor com o Brasil (Igreja Episcopal Brasileira, Confederação Evangélica do Brasil); Diocese dos Libombos (Bishop John Boys, Archdeacon Lebombo Francis Boatwright); Missão Anglicana de S. Agostinho de Maciéne; Estados Unidos da América (Bishop Norman B. Nash, Reverend Edmund W. Olifisrs, Reverend Stephen E. Kerler, Comitee on World relief and Church Cooperation); Inglaterra (Reverend F. W. Gilpin of the Granworth Rectory, London College of Divinity); Bishop of Gibraltar reverend C. D. Horsley; Irlanda (Richard Randall Hartford); Igrejas Velho-Católica da Alemanha, Suiça, Suécia e Holanda.
A Associação Monte Pio das Uniões Evangélicas do Porto e Gaia foi criada por D. António Ferreira Fiandor e mais membros da Igreja Lusitana (Américo Pinto de Sousa Nogueira, António Couto, Cristiano de Sousa Pires, Francisco Fernandes Pacheco, João José de Carvalho Lima, José Maria Leite Bonaparte, Manuel José Barbosa e Manuel Pereira dos Santos). Uma das razões apresentadas para a sua fundação foi a falta de uma organização deste tipo, no meio evangélico. Podia ser constituída por membros da Igreja e simpatizantes. Contudo, apesar da sua fundação, esta instituição não chegou a funcionar por falta de sócios.
Livro de registos de batismos da Igreja de S. Pedro, em Lisboa. Contém mapas com número de ordem, nome do batizado, data de nascimento, localidade, nome e naturalidade dos pais, nomes dos padrinhos e ministro celebrante. Termo de abertura: "serve este livro para os assentos dos batizados que se efetuarem na Igreja Evangélica de S. Pedro, situada atualmente na rua da Nossa Senhora da Conceição à Praça das Flores, em Lisboa. E para os devidos efeitos lavrei este termo de abertura do dito presente livro, que assino aos dois dias do mês de novembro de 1881. Henrique Ribeiro Ferreira de Albuquerque.