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A inauguração oficial da Cercigui e o Centro de Actividades Ocupacionais Dr. Santos Simões.
Justifica o silêncio e elogia o livro de Alfredo Pimenta.
A saúde de Alfredo Manoel; a publicação do Boletim de Trabalhos Históricos.
As obras no Paço dos Duques; o caso do professor Rodrigues.
As vendas do seu livro e o silêncio da imprensa; a falta de novidades em relação ao orçamento da Câmara; questiona quem será o próximo ministro da Instrução.
O inquérito das tapeçarias que foi enviado a Bruxelas.
Felicita Alfredo Pimenta pela conferência sobre o império colonial português.
A falta de um regulamento e a suspensão dos encargos com o Museu de Alberto Sampaio; elogia a indicação de Alfredo Pimento para o "Grémio do Minho".
A nomeação de um funcionário e as dificuldades do Museu de Alberto Sampaio.
Trata do "Memorando" que deixou no escritório de Alfredo Pimenta.
Agradecimento pela crónica de Alfredo Pimenta ao seu livro; carta para a Adozinda Júlia sobre o orçamento das obras da Casa da Madre Deus.
O sucesso da venda dos folhetos e o pedido de mais 100 exemplares.
Justifica porque não pode ir à Madre Deus; envia requerimento para Oliveira Salazar.
A festa de Santa Luzia; os festejos da vitória do Campeonato do Minho pelo Vitória Sport Clube; as eleições autárquicas.
O casamento do filho de Alfredo Pimenta, Alfredo Manoel; a descoberta de 8 talheres de prata; o Museu de Alberto Sampaio.
O envio do dinheiro da prestação da Câmara Municipal.
Pede proteção para o escultor António d’ Azevedo; elogio ao "Boletim de Trabalhos Históricos"; comentários relacionados com Pedro Amôr de Barros Monteiro e Afrânio Peixoto.
Os problemas de saúde; a visita a Lisboa; o subsídio para o Museu de Alberto Sampaio; o pagamento ao pedreiro, José Fernandes; esclarecimento sobre o teor duma carta.
As obras no Museu de Alberto Sampaio; a visita a Lisboa; um orçamento de carpintaria; existe uma carta de Emília Martins de Sequeira Braga Aldão sobre o desentendimento entre Alfredo Pimenta, o seu genro Alberto e o seu filho João.
Explica a razão para mandar um determinado valor; apresenta os motivos pelos quais não pode ir à Penha.
A libertação de um homem após o pagamento de fiança.
Expõe as razões pelas quais não pode estar presente no chá.
Informa que a guia do dinheiro do Estado chegou à Câmara Municipal e que o pagamento demora uns dias.
Requerimento para a Direção-Geral do Ensino Superior e das Belas Artes.
Informa que está com o Manuel e que remete uma carta sobre um ofício, cuja doutrina lhe pareceu não aplicável ao "Boletim do Arquivo".
Informa que consultou os livros paroquiais de Paderne (1750-1791) e não encontrou o batismo de Luís José de Sousa e Castro. No entanto encontrou os batismos dos seus filhos: Adelaide Procópia, Júlio Augusto, Ladislau, Cândida Júlia, Petronilha Rita, Teófilo Januário.
Livro de registo onde se assentam todos os papéis importantes como regimentos, sentenças e outros relativos à Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira. O livro contém informação referente à reedificação da Ermida de Nossa Senhora da Oliveira em 1762 após a sua destruição no terramoto de 1755, sita na rua Nova, por cima do "chafariz dos Cavalos", assim denominado por o dito ter por cima dois cavalos de bronze, os quais os reis Filipes de Espanha, no tempo em que estiveram em posse do reino, "por falta de El rei D. Sebastião", os mandaram tirar e os levaram para Espanha, mas manteve-se a designação. O chafariz tinha água através de um profundíssimo cano real que nesse tempo se fez, o qual vinha do mar, pelo terreiro do Paço, pela rua Augusta, até ao Rossio, pelo que o rei mandava que se conservasse, mas a água desapareceu e não foi reconstruído, e , requerendo a Mesa da irmandade ao ministro do Bairro e ao regedor, foi-lhe dado o chão para se fazer a ermida, visto ter-se sumido a água do dito chafariz. Ao abrir-se os alicerces foram encontradas duas sepulturas, a saber, de Pêro Esteves, natural de Guimarães, e de sua esposa, Clara Geraldes, também natural de Guimarães. Aí se encontram também os respetivos brasões de armas e a data (1300). Inclui ainda, o assento dos papéis avulsos pertencentes ao regime do Ofício (sentenças, certidões, escritura); sinopse de mercês recebidas e escrituras relativas à compra, por exemplo, em 24 de abril de 1785, das casas que estão à direita da ermida, as quais foram de Félix da Cunha Pinto e agora pertenciam ao capitão Miguel António Gonçalves de Castro, por cabeça da sua mulher, D. Mónica Joaquina.
José Maria Pereira Leite de Magalhães Couto nasceu a a 23 de novembro de 1888 em Unhão, Felgueiras. Foi oficial do exército, agricultor, vereador e presidente da Câmara Municipal de Guimarães, presidente do Grémio da Lavoura de Guimarães (1940), delegado da Intendência Geral dos Abastecimentos em Guimarães (1946-1951) e vogal da Junta Provincial do Minho (1946-1954). Foi, ainda, deputado da VI Legislatura pelo círculo de Braga (1953-1957). In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/c/couto_jose_maria_pereira_leite_de_magalhaes.pdf
Declarantes: António Emílio de Abreu Ribeiro; Eugénio Teixeira Leite e João António da Silva Guimarães Por óbito de Guilherme Augusto da Cunha Guimarães Herdeiros: Augusto Inácio da Cunha Guimarães; Avelino Inácio da Cunha Guimarães; António Inácio da Cunha Guimarães; Alfredo Inácio da Cunha Guimarães; Alfredo da Cunha Guimarães; Jorge da Silva; Maria de Jesus da Cunha Guimarães; Jaime da Cunha Guimarães; Aprígio da Cunha Guimarães; Alcino da Cunha Guimarães; Carmen da Cunha Guimarães; Maria Aida de Jesus Correia da Cunha ou Maria Aida de Jesus Correia da Cunha Guimarães; Armindo da Cunha Guimarães; Maria Ana Eduarda Correia da Cunha ou Maria Ana Eduarda Correia da Cunha Guimarães Livro Nº 3 B-87(v).
Contém ofício da 1.ª Repartição da Direção-Geral de Administração Política e Civil do Ministério do Reino, de 12 de fevereiro de 1902, e minutas dos pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 22 de fevereiro.
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 1.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1539, pertencente a Gonçalo Fernandes. Em 1580, António Machado Magalhães, genro do primeiro, recebeu o ofício em dote, por casamento com Violante Morgado. Como tabeliães proprietários deste Ofício, no séc. XVII, mencionam-se os seguintes: Miguel de Freitas, Miguel de Freitas Rebelo, David Miranda de Azevedo e Lucas Fernandes Carvalho e no séc. XVIII e XIX, António Fernandes e Francisco José Fernandes Silva, respetivamente.No ano de 1893 surgem as primeiras referências a um 1.º Ofício, no qual exercia funções, o tabelião Januário de Sousa Loureiro. O último notário efetivo deste cartório, situado, à época no Campo da Misericórdia, foi Armando da Costa Nogueira.
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 2.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1609, pertencente a Francisco Peixoto Carvalho. Por volta de 1649 era proprietária do ofício Helena Machado Morgade, que recebeu o ofício de Francisco Peixoto de Carvalho, seu pai. Esta casou com Francisco da Costa Mesquita que viria a ser o proprietário. Como tabeliães proprietários deste Ofício, no séc. XVII, mencionam-se ainda Francisco Veloso e João Rebelo Martins Fernandes e no séc. XVIII e XIX, António Machado de Azevedo, João Alves de Araújo, José da Costa e Manuel Leite de Faria e Sousa e Paulo José de Freitas, respetivamente. No ano de 1869 surgem as primeiras referências a um 2.º Ofício, no qual exercia funções, como tabelião, Bento José Ferreira Porto. O último notário deste cartório, situado, à época, na rua Gravador Molarinho, foi Manuel Ribeiro Sousa Mascarenhas.
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 3.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1566, pertencente a Manuel Gonçalves. Segue-se-lhe na função, o seu genro, João Bertoles, tabelião público e escrivão das mesas do priorado e cabido da insigne Colegiada da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira. Como tabeliães proprietários deste Ofício, no séc. XVII, mencionam-se António Machado Barbosa e Jerónimo Machado Miranda. No ano de 1881 surgem as primeiras referências a um 3.º Ofício, no qual exercia funções, como escrivão, Serafim Carneiro Geraldes Júnior. O último notário efetivo deste cartório, situado, à época, na rua Santa Maria, foi José Joaquim de Oliveira.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria José Ribeiro Barros Cálix, Diretora da Escola Secundária Soares de Basto. Terceiro outorgante: Andreia Isabel Reis Guimarães.
A Casa dos Linhos Teixeira de Abreu & Ca. era uma das lojas de comércio mais emblemáticas de Guimarães, dedicando-se à venda de enxovais.
Natural de Guimarães, formado em Medicina pela Escola Médico-Cirúrgica do Porto, Presidente da Sociedade Martins Sarmento (1894-1895, 1899-1901, 1905-1907, 1918-1919), presidente da Câmara Municipal de Guimarães, procurador à Junta Distrital, director e professor da Escola Industrial Francisco de Holanda, médico dos hospitais da Misericórdia de São Francisco e de São Domingos. Notável orador, foi um destacado vulto da política local. Assinou com Alberto Sampaio, o "Relatório da Exposição Industrial de Guimarães de 1884". Fez parte do grupo de vimaranenses na célebre questão política entre Guimarães e Braga (1885), in: CONDE DE MARGARIDE: Correspondência Política (1870-1918) / Abel Rodrigues. Lisboa: Alêtheia Editores, 2015, p. 253.
Verso do postal contém a seguinte informação: Edição Orpheu – Guimarães. Reprodução proibida. Desenho de Salgado Guimarães.
Recorrente: O Administrador do concelho de Guimarães. Recorrida: José Ferreira de Abreu, da cidade de Guimarães.
Verso do postal contém a seguinte informação: Edição Orpheu – Guimarães. Reprodução proibida. Desenho de Salgado Guimarães.
Verso do postal contém a seguinte informação: Edição Orpheu – Guimarães. Reprodução proibida. Desenho de Salgado Guimarães.
Verso do postal contém a seguinte informação: Edição Orpheu – Guimarães. Reprodução proibida. Desenho de Salgado Guimarães.
Verso do postal contém a seguinte informação: Edição Orpheu – Guimarães. Reprodução proibida. Desenho de Salgado Guimarães.
Verso do postal contém a seguinte informação: Edição Orpheu – Guimarães. Reprodução proibida. Desenho de Salgado Guimarães.
Verso do postal contém a seguinte informação: Edição Orpheu – Guimarães. Reprodução proibida. Desenho de Salgado Guimarães.
Verso do postal contém a seguinte informação: Edição Orpheu – Guimarães. Reprodução proibida. Desenho de Salgado Guimarães.
Exequente: Joaquim José da Silva, de Guimarães. Executada: Catarina Rosa Baía, de Guimarães.
Justificante: Joana Pereira Barbosa, casada com José Francisco Guimarães, da freguesia Infias, desta comarca de Guimarães.
Autor: Luís dos Santos Leal, de Guimarães. Pródigo: António dos Santos Leal, de Guimarães.
Requerentes: Guilhermina Ricardo Fernandes Pinto e marido, Custódio José Pinto Guimarães, comarca de Guimarães.
Exequente: António do Espírito Santo, negociante, de Guimarães. Executado: Custódio José Moreira da Silva, de Guimarães.
Autora: A Câmara Municipal de Guimarães. Ré: Rosa Alves, da cidade de Guimarães.
Exequente: Manuel da Silva, de Guimarães. Executada: Joana Ferreira Sarmento, de Guimarães.
Inventariado: António da Silva, Guimarães. Inventariante: Ana Maria Ribeiro, mulher do inventariado, Guimarães.
Exequentes: Maria Ribeiro e irmãos, de Guimarães. Executado: José Bento Ribeiro, de Guimarães.
Inventariado: António Martins Machado, de Guimarães. Inventariante: Rosa Clara, viúva do inventariado, de Guimarães.
Autora: Câmara Municipal de Guimarães. Réu: João Antunes Guimarães, da freguesia de Donim.
Autor: Torcato Ribeiro, da cidade de Guimarães. Réu: Luís de Pina, da cidade de Guimarães.
Autor: Luís de Pina, da cidade de Guimarães. Réu: Torcato Ribeiro, da cidade de Guimarães.
Exequente: José Manuel Peixoto, da vila de Guimarães. Executado: Lucas da Costa, da vila de Guimarães.
Inventariado: João Ribeiro Guimarães da Silva Matos, da vila de Guimarães. Inventariante: Teresa Maria de Jesus.
Exequente: António José Alves Abreu, de Guimarães. Executado: Rodrigo António Felizardo da Costa, de Guimarães.
Inventariado: O Provedor e Irmãos da Misericórdia de Guimarães. Inventariante: Jerónimo Vaz Vieira e outros, Guimarães.
Exequente: Pedro Ramos Ramalho, da vila de Guimarães. Executada: Ana de Freitas, da vila de Guimarães.
Autor: Domingos José Soares, Guimarães. Réus: Manuel Joaquim de Macedo e Cunha e mulher, Guimarães.
Exequente: Maria do Carmo, da vila de Guimarães. Executado: Alexandre Teotónio, da vila de Guimarães.
Embargante: A Câmara Municipal de Guimarães. Embargada: Benta Joaquina Pereira da Costa, da vila de Guimarães.
Autora: Carlota Luísa Teixeira, da cidade de Guimarães. Réu: Estêvão Joaquim Gonçalves, da cidade de Guimarães.
Exequentes: António José Leite e mulher, da vila de Guimarães. Executado: José Teixeira Guimarães, da mesma.
Exequente: José Francisco Fernandes, da cidade de Guimarães. Executado: António José Ferreira, da cidade de Guimarães.
Autor: João de Araújo Guimarães Júnior, da vila de Guimarães. Réu: João Leite Duarte, da mesma.
Exequente: Domingos Pereira Ribeiro, da cidade do Porto. Executado: Pedro José Pereira Guimarães, da freguesia Guimarães.