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VILA, Paula (?). // Do lugar da Ponte (?). // Faleceu a 22/1/1830 e foi sepultada na igreja no dia 24.
Trata-se do empréstimo de 750 contos destinado ao abastecimento de água (250 contos) e obras de esgotos (500 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 249, II série, de 27 de Outubro de 1970.
Cartaz da Escola do Torne sobre a realização de uma quermesse a favor da escola com indicação de vendas de roupas e outros artigos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que o agente do Ministério Público no julgado de Porto de Mós foi citado, a pedido da Misericórdia daquela vila, para a execução da sentença que obteve em todas as instâncias condenando a Fazenda Pública na restituição de certos prédios ou no pagamento da pensão que for legalmente ajustada.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que o meirinho e alguns guardas da alfândega da vila da Barca, quando se encontravam em diligência, no concelho de Terras de Bouro, foram assaltados por um bando de homens armados, em número de 40 ou 50 portugueses e galegos, que dispararam contra eles, resultando na morte do meirinho e de três guardas.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Fernando, concelho e distrito da Guarda, constando de: Igreja Matriz de Vila Fernando; Capela de São Sebastião; Capela do Roto; Capela de São Julião; Capela da Quinta do Meio; Capela do Monte Carreto; Capela de Vila Mendo.
VILA, Domingos. Filho de Benita da Vila, solteira, de Deva, Galiza, moradora no lugar do Esporão, Paços. Neto materno de Teresa da Vila, galega. Nasceu a 11/7/1822 e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinho: Domingos José Pinheiro, do lugar do Outeiro, Paços.
Relatórios da Igreja Lusitana 1895-1896: o culto público, quotas e donativos, resumo da receita e despesa da Sociedade Evangélica de Socorros Mútuos em Vila Nova de Gaia, Relatório da Sociedade Evangélica de Socorros Mútuos em Vila Nova de Gaia, visita episcopal (D. Juan Bautista Cabrera), Contribuintes ao Fundo Paroquial da Congregação de S. João Evangelista em Vila Nova de Gaia, Festa Escolar.
Arrendamento, por quatro anos, de uma vinha e lugar com árvores e águas, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizados no termo da vila, em Val Bom, a Domingos Eanes Guardado, vizinho e morador na vila, por três libras, pagas pelo São Martinho. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Arrabalde da Vila
Traslado de carta de venda de uma casa aos pobres da serra de "Chamaçom de Macheu". O traslado é solicitado por João Afonso, pobre, a Afonso Mendes, juiz em Vila Viçosa. Redactor: Rui Gonçalves, tabelião do condestável em Vila Viçosa Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: No adro da igreja de Santa Maria
Descrição de campos, bouças, leiras e casas na comarca de Vila Nova de Famalicão.
Recibos das décimas pagas ao Convento de Santa Clara da Vila de Guimarães
Prazo que fez o Cabido de umas casas no Rua da Praça Velha em Vila do Conde, a Leonor Baía, viúva de Manuel Jorge Ribeiro, moradora na vila de Vila do Conde. Foi procurador Paulo Barroso, cidadão da cidade de Braga, morador nesta vila e prebendeiro da Colegiada.
Livro nº 2 para nele se lançarem as dívidas da Vila, de João de Castro Sampaio
Máquina agrícola a ser carregada (ou descarregada) para um vagão de comboio, provavelmente na estação de Vila Nova da Baronia.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Lagos, informando que o processo sobre o homicídio de um indivíduo chamado Bitores, cometido em Portimão, apenas foi instaurado quando baixou àquela comarca a portaria de 20 de outubro de 1847, que o mandava promover. De acordo com o delegado do procurador régio, não se instaurou logo por ter sido praticado quando ainda não estavam restabelecidas as autoridades legítimas naquela vila e não havia no julgado agente do Ministério Público e nem ele próprio tinha tomado posse.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 19 de maio de 1847, com a cópia de outro do seu delegado na comarca de Castro Daire, em que refere as "desagradáveis ocorrências" que ali tiveram lugar no dia 14 de maio, sendo assaltada a vila por 200 homens da guerrilha de Justiniano de Córdova, prenderam um escrivão do juízo, o presidente da Câmara, o administrador do concelho e um particular, saindo nessa noite em direção de Resende, depois de terem apreendido vários papéis da Recebedoria do concelho, no contexto da guerra da Patuleia.
Exemplar de um número especial do jornal " A Igreja Lusitana" comemorando os 50 anos da Igreja Lusitana. Homenagem a alguns ministros já falecidos com apontamentos biográficos: Cândido Joaquim de Sousa, Godfrey Pope, José Nunes Chaves, João J. da Costa Almeida, Diogo Cassels, Augusto Ferreira Torres. - Sínodo da Igreja Lusitana (Corpos eclesiástico); - Jubileu da Igreja Lusitana - cinquenta anos de evangelização e instrução; - Amigos da Igreja Lusitana; - Origens da Igreja Lusitana e evangelistas; - Notícias sobre a igreja de S. Paulo, igreja de S. Pedro e da igreja de Jesus,igreja evangélica do Espírito Santo, em Lisboa; igreja de S. João Evangelista, em Vila Nova de Gaia e igreja do Redentor, do Bom Pastor, de Cristo, do Salvador do Mundo no Porto. Example of a special issue of the newspaper "A Igreja Lusitana" commemorating the 50 years of the Lusitanian Church. Tribute to some deceased ministers with biographical notes: Cândido Joaquim de Sousa, Godfrey Pope, José Nunes Chaves, João J. da Costa Almeida, Diogo Cassels, Augusto Ferreira Torres. - Synod of the Lusitanian Church (ecclesiastical bodies); - Jubilee of the Lusitanian Church - fifty years of evangelization and instruction; - Friends of the Lusitanian Church; - Origins of the Lusitanian Church and evangelists; - News about the church of S. Paulo, the church of S. Pedro and the church of Jesus, evangelical church of Espírito Santo, in Lisbon; the church of S. João Evangelista, in Vila Nova de Gaia and the church of the Redeemer, the Good Shepherd, Christ, the Savior of the World in Porto.
Prazo que fez o Cabido de terras desmembradas da quinta de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, termo de Mesão Frio, a Mateus de Carvalho e sua mulher Maria de Almeida, a Domingos de Medeiros e sua mulher Apolónia de Carvalho, a Cristóvão Rodrigues, a outros.
Prazo que fez o Cabido de terras desmembradas do casal de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, termo de Mesão Frio, a Diogo Borges Cerqueira, cavaleiro fidalgo, e sua irmã a senhora Felícia Cerqueira de Carvalho, solteira, moradores na dita quinta.
Prazo que fez o Cabido do casal de Vila Nova em Santa Maria de Vila Nova de Sande, com privilégio das tábuas vermelhas, a Dona Sebastiana Genebra Guedes Machado, moradora na cidade de Braga. Foi procurador seu irmão o padre Luís António Guedes Alcoforado, morador na Rua das Molianas.
A secção 01 designada por "Rebelo de Matos e Rocha" corresponde à primeira geração em que se encontram os primeiros documentos produzidos pelos dois irmãos da família Rebelo de Matos e Rocha, senhores da capela de Arroios, em Vila Real. Foram os irmãos João Rebelo de Matos e Rocha e António Rebelo de Matos Rocha, que compraram a Manuel Cardoso Pereira Pinto de Menezes (1740-1811), os bens vinculares que possuía em Arroios (quinta, casa e capela) e mais bens de raiz que tinha no lugar de Gouvinhas, Vila Real.
Vista panorâmica de uma rua de Redondo, vendo-se ao fundo o Postigo da Vila e a Torre do Relógio. Vèem-se algumas mulheres, homens e crianças junto ao casario.
Legenda/ inscrição do autor: "A vila, vista da torre do relógio", "vista parcial tirada do castelo, da torre do relógio" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Fiança que deu o licenciado Estêvão Fernandes Vieira, morador na vila, ao arrendamento dos sabidos da vila e seu termo e do Couto de Moreira do Rei.
Escritura de compra de Rodrigo de Freitas Melo e Castro, desta Vila a Maria Teresa Luís Veloso, viúva e seus filhos, da mesma Vila.
Parecer para o Ministério do Reino relativo à incompatibilidade de funções de professor do ensino público com o cargo de sacristão.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, pertencentes ao Priorado, em sede vacante, por um ano, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, da parte pertencente ao Priorado, em sede vacante, por um ano, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila e da parte do Priorado, a António de Oliveira, morador na Rua de Val de Donas.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, a Luís Fernandes, serralheiro, morador na Madroa, por três anos, pelo valor de 142 mil reis em dinheiro.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, a Jerónimo de Abreu, sombreireiro, morador no Toural, por três anos, pelo valor de 132 mil reis em dinheiro.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, a António ferreira Pinto, homem de negócios, morador na Rua de Alcobaça, por três anos, pelo valor de 149 mil reis em dinheiro.
Arrendamento que fez o Cabido da renda das Searas da Vila, a João da Silva, homem de negócio, morador na Rua de São Domingos, por três anos, pelo valor de 193 mil reis.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte da renda das Searas da Vila, a João de Abreu Caiado, morador ao Portelo das Hortas, por três anos, pelo valor de 175 mil e 350 reis.
Arrendamento que fez o Priorado dos foros e sabidos da Vila, a Manuel da Silva Jejum, contratador de sal, morador na Rua de Gatos, por três anos, pelo valor de 748 mil reis.
Arrendamento que fez o Cabido da renda das Searas da Vila, a Jerónimo José, morador na Rua de Santa Maria, por três anos, pelo valor de 163 mil reis.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte da renda das Searas da Vila, a João de Abreu Caiado, morador na Rua dos Trigais, por três anos, pelo valor de 175 mil reis.
Registo de foros e rendas que se pagam ao reverendo cabido, de acordo com o alvará de Manuel de Torres da Silveira, juiz de fora da vila de Guimarães.
Quitação que deu António Nunes, prebendeiro do Cabido, a Gonçalo Fernandes, tecelão, morador na Rua da Caldeiroa, das rendas das Searas da Vila dos anos de 1632 e 1633.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, pertencentes ao Priorado, em sede vacante, por um ano, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a António Vieira, morador no Terreiro da Misericórdia. Foi fiador Cristóvão Ferreira, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila: São Paio, São Sebastião e Nossa Senhora da Oliveira, por dois anos, a Jacinto da Costa, bainheiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António de Castro e a seu filho Francisco Mendes, moradores na Rua Nova das Oliveiras.
O registado: João Vila Nova (Exposto) Naturalidade (freguesia e concelho): Desconhecida Data de nascimento: Desconhecida Pai: Desconhecido Naturalidade (freguesia e concelho): Desconhecida Mãe: Desconhecida Naturalidade (freguesia e concelho): Desconhecida Avós paternos: Desconhecidos Avós maternos: Desconhecidos
Arrendamento da renda dos foros da vila que fez José de Freitas Guimarães, morador na cidade de Lisboa, a António José Mendes Leitão, morador no lugar de Senais em Santa Maria de Silvares, pelo valor de 720 mil reis.
Prazo que fez o Cabido do casal de Soalhães junto ao Mosteiro de São Francisco nesta vila, a Ana Josefa Monteiro de Almeida, assistente na quinta do Assento em Santo Estêvão de Urgezes.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, a João Machado de Miranda, mercador, morador na Rua dos Mercadores, por três anos, pelo valor de 96 mil reis em dinheiro.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte da renda das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador na Rua da Infesta, por três anos, pelo valor de 158 mil e 500 reis.
Arrendamento que fez o Cabido da renda das Searas da Vila, a Manuel José de Novais, morador na Rua de Couros, por três anos, pelo valor de 166 mil e 100 reis.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, a Sebastião de Abreu, sapateiro, morador na Rua Nova do Muro, por três anos, pelo valor de 143 mil reis em dinheiro.
Arrendamento que fez o Cabido da renda das Searas da Vila, a Jerónimo José, morador na Rua de Santa Maria, por três anos, pelo valor de 156 mil reis.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte da renda das Searas da Vila, a Manuel de Oliveira, sapateiro, morador no Terreiro de São Paio, por três anos, pelo valor de 150 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado da renda das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador na Rua da Infesta, por três anos, pelo valor de 163 mil reis.
Visita do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira a Vila Viçosa. Visita ao Paço Ducal com a presença do Arcebispo de Évora, D. Manuel Trindade Salgueiro.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Chã, concelho de Fornos de Algodres, distrito da Guarda, constando de: Igreja Matriz da Senhora das Boas Novas.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral dos Negócios Eclesiásticos, do Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, de 9 de junho de 1906, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 13 de julho.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Cã, distrito de Leiria, concelho de Pombal, constando de: Igreja Matriz de Vila Cã; Capela de Nossa Senhora das Virtudes; Capela do Vale; Capela de Chão do Urmeiro; Capela de Trás os Matos.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova, distrito de Coimbra, concelho de Miranda do Corvo, constando de: Igreja Paroquial de São João Baptista; Capela da Senhora de Nazaré; Capela da Senhora do Bom Sucesso; Capela de São Gens; Capela da Senhora da Piedade; Capela de Santa Ana; Igreja de Vila Nova; Capela de Santo António.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, concelho de Alijó, distrito de Vila Real, constando de: Igreja Matriz de Santa Marinha; Capela de São Gonçalo; Capela no lugar de Perafita; Capela no lugar do Freixo; Capela no lugar de Junjais.
Trata-se do pedido de empréstimo de 200 contos destinado à construção de uma esplanada à beira-mar (150 contos), construção de um bar (20 contos), construção de barracas, bancos e outros melhoramentos na praia (30 contos). Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 112.163$15 destinado à canalização e distribuição de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 162, II série, de 15 de Julho de 1941. O pedido inicial montava a 150 contos e destinava-se à pavimentação e regularização de todas as ruas e largos da sede do concelho e construção do novo edifício dos Paços do Concelho.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca da aliciação que se supunha feita por um indivíduo residente em casa de João de Faria, morador em Cascais, a André Gomes, preso por falta de passaporte, para ir incorporar-se nas guerrilhas do Algarve, remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa informando que nem naquela vila nem no seu termo existe indivíduo algum com aquele nome, não podendo, por esse motivo, ter lugar nenhum procedimento sobre a suposta aliciação.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Em aditamento ao ofício enviado a 3 de setembro de 1847, participa uma desordem que, no dia 6 de setembro de 1847, teve lugar num arraial próximo da vila de Arouca entre pessoas do povo e alguns homens armados da Companhia Administrativa denominada de Segurança Pública, de que resultou um grave ferimento num indivíduo do povo. Informa que o delegado do procurador régio na comarca de Arouca expôs "a necessidade de dissolução da sobredita companhia, cuja existência impede a ação da justiça".
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 2 de maio de 1838 e a do ofício do Ministério da Guerra e auto de averiguação sobre os factos praticados, no dia 17 de dezembro de 1837, na vila de Alcoentre, pelo tenente de infantaria Brandão e por Miguel Joaquim Fróis, a fim de fazer promover em separado os termos judiciais que devam ter lugar.
Pelourinho da Vila de Colares.
Requerente: Abel Mesquita Guimarães. Assunto: Pedido de licença para atravessar o rio Cávado com um aéreo no lugar da Ponte do Pau. Contém: cópia de requerimento, ordens de serviço, termo de responsabilidade, comunicações. Local: concelho e vila de Montalegre.; Requerente: Abel Mesquita Guimarães
Outorga que deu Beatriz Nogueira, mulher de António Dias, cutileiro, moradores na Rua de Gatos, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila, pertencente ao Priorado.
Outorga que deu Beatriz Nogueira, mulher de António Dias, cutileiro, moradores na Rua de Gatos, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Outorga que deu Cecília Nogueira, mulher de António Gonçalves, tosador, moradores na Rua de São Paio, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Outorga que deu Cecília Nogueira, mulher de António Gonçalves, tosador, moradores junto à Porta Nova, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Outorga que deu Cecília Nogueira, mulher de António Gonçalves, tosador, moradores na Rua de São Paio, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Outorga que deu Maria de Aguiar, mulher de Gaspar Francisco Esteves, moradores na Rua de São Domingos, à fiança do arrendamento das Searas da Vila.
Prazo que fez o Cabido do casal da Pena em Vila Garcia, a Silvério de Basto e sua mulher Isabel Peixoto, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal da Pena em Salvador de Vila Garcia, a Manuel Peixoto de Carvalho, solteiro, morador no dito lugar.
Outorga que deu Beatriz Nogueira, mulher de António Dias, cutileiro, moradores na Rua de Gatos, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila, da parte pertencente ao Priorado.
Outorga que deu Leonor Domingues, mulher de Francisco Gonçalves, mercador, moradores na Rua dos Mercadores, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila, da parte pertencente ao Priorado.
Outorga que deu Beatriz Nogueira, mulher de António Dias, cutileiro, moradores na Rua de Gatos, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila, do Priorado.
Outorga que deu Ana Alvares, mulher de Francisco de Freitas, mercador, moradores na Rua de Gatos, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Outorga que deu Maria Antunes, mulher de António Coelho, mercador, moradores no Toural, ao arrendamento dos frutos das igrejas da vila.
Outorga que deu Isabel Martins, mulher de Pedro Francisco, moradores na Rua de São Tiago, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Outorga que deu Maria Nogueira, mulher de Gaspar Martins, cutileiro, moradores na Rua Travessa das Oliveiras, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Prazo que fez o Cabido de umas casas e terras na vila de Amarante, a Helena da Cunha Coutinho, viúva, moradora nas ditas casas.
Outorga que deu Maria Nogueira, mulher de Gaspar Martins, cutileiro, moradores na Rua Travessa das Oliveiras, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila, da parte do Cabido.
Outorga que deu Ana Alvares, mulher de João Lourenço, moradores na Rua de Gatos, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila, da parte do Cabido.
Outorga que deu Leonor Domingues, mulher de Francisco Gonçalves, mercador, moradores na Rua dos Mercadores, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila, da parte do Priorado.