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Filho de Eduardo Joaquim Brazão (1851-1925) e de Mª José da Silva Reis Brazão, nasceu em Lisboa, a 1 de Fevereiro de 1907. O pai, cujas Memórias compilou e publicou (1925), foi casado, em primeiras núpcias, com a célebre actriz Rosa Damasceno (1849-1904) e era considerado o maior actor do seu tempo, alcançando relevante prestígio social. A sua casa era frequentada pelos mais conhecidos dramaturgos e artistas da época, ambiente em que cresceu o jovem Eduardo. Procurando afastá-lo do mundo do teatro, a mãe enviou-o para o Colégio de La Guardia, onde se tinham refugiado os jesuítas, expulsos novamente de Portugal com a implantação da República. Regressou a Lisboa para fazer o exame do 7º Ano do Liceu e, a conselho de Lino Neto, acabou por optar pelo curso de Direito. No seu primeiro ano, como aluno voluntário, ficou deslumbrado pelas lições de Paulo Merêa. Considerou-se seu discípulo, sentindo-se cada vez mais atraído pela História. Receosa de que as distracções da capital o desviassem dos estudos, a mãe enviou-o, no seu 2º Ano, para a Universidade de Coimbra, onde se albergou numa república de rapazes católicos. Em Lisboa, frequentava a boémia literária, escrevia para os jornais e compôs um livro de poemas – Maria do Mar (1928) – com ilustrações de Arlindo Vicente. Conviveu com intelectuais e artistas das mais variadas inclinações políticas, de João Ameal ou Alfredo Pimenta a Almada Negreiros e Álvaro Cunhal. Monárquico, foi um entusiasta partidário do Integralismo Lusitano, seguiu Maurras na sua orientação e Sardinha na propaganda nacionalista, vibrou com Sidónio e entusiasmou-se com D. Duarte (Memorial…, 1976, pp. 178 e 308, 309). Findo o curso, casou, teve três filhos e abriu escritório de advogado na Rua Nova da Trindade. (...) Morreu em Cascais, a 7 de Dezembro de 1987. In: http://dichp.bnportugal.pt/imagens/brazao.pdf
Francisco Homem de Cristo cedo abandonou os estudos, assentando praça no ano de 1876, numa altura em que sonhava abraçar uma carreira militar. Manteve-se nesta até 1908, ocupando o posto de tenente. Apesar desta sua carreira castrense, fundou, em 1882, o jornal "O Povo de Aveiro", do qual foi proprietário, diretor e redator durante mais de 50 anos. Homem Cristo era, de resto, o único redator da publicação. Nele sublimou a sua verve corrosiva e mordaz, de combatente das liberdades e feroz antifascista, criticando a monarquia, mas não tendo nunca perdido o ensejo de fustigar os republicanos. Escreveu também para "O Século", dirigido na altura por Magalhães Lima. Republicano convicto, pertenceu, apesar de crítico pontual, ao diretório do Partido Republicano, ao lado de nomes como Teófilo Braga, Manuel de Arriaga ou Jacinto Nunes, entre outros. Depois da proclamação da República em 1910, exilou-se em Paris, onde continuou a dirigir e a escrever para o seu jornal "O Povo de Aveiro". Este semanário, apesar de local, tinha uma grande tiragem e vendas muito significativas, tendo mesmo chegado a competir com jornais nacionais, em boa parte devido aos artigos frontais, atrevidos e cáusticos de Homem Cristo, considerado o maior panfletário português do século XX. Regressou a Portugal ainda na Primeira República, assistindo aos acontecimentos que verteram na ascensão do regime ditatorial em Portugal, que uma vez mais combateu. Pedagogo de reconhecido mérito, foi também um regionalista entusiasta, tendo desempenhado o cargo de presidente da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro, de fevereiro de 1925 a dezembro de 1930. Deixou-nos ainda alguns títulos, como "Os Acontecimentos de 31 de Janeiro" e a "Minha Prisão"; "Banditismo Político"; "Cartas de Longe"; "Monárquicos e Republicanos"; "Notas da Minha Vida e do Meu Tempo", para além de ter colaborado em várias obras de carácter enciclopédico. in: Porto Editora - Homem Cristo na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.pt/$homem-cristo
José Pedro Machado (Faro, 8 de novembro de 1914 — Lisboa, 26 de julho de 2005) foi um professor, filólogo, linguista, historiador, dicionarista, camonista, bibliógrafo e arabista português. Formado em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa (1939), onde foi discípulo do arabista David Lopes, é também formado em Ciências Pedagógicas pela Universidade de Coimbra (1948). Assistente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1942-1943), funções que a seu pedido deixou de exercer, foi professor do ensino técnico a partir de 1949 e, desde antes mesmo de formado, membro da Comissão de Redacção do Vocabulário e do Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa (1938-1940). A sua carreira de arabista inicia-se em 1939, com a publicação de Alguns Vocábulos de Origem Arábica, e reafirma-se logo no ano seguinte com a tese de licenciatura, Comentários a Alguns Arabismos do “Dicionário” de Nascentes. Como filólogo, o seu primeiro trabalho, Curiosidades Filológicas, data de 1940, seguindo-se-lhe, em 1942, O Português do Brasil. Historiador, bibliógrafo, publica os seus primeiros trabalhos nessas áreas respectivamente em 1940 e 1941. Como dicionarista, revelar-se-ia um dos maiores da língua portuguesa, logo quando subscreveu a 10ª edição, em 12 vols., 1948-1959, do Grande Dicionário da Língua Portuguesa, de António Morais Silva. Nesta obra, de que António Pedro seria a um tempo editor e mecenas, José Pedro Machado teve a colaboração de Augusto Moreno e Cardoso Júnior, mas é ao seu paciente labor que se deve um tal monumento ainda hoje inultrapassado. José Pedro Machado editou o Cancioneiro de Évora (1951) e, de colaboração com sua esposa, Elsa Paxeco, o Cancioneiro da Biblioteca Nacional, em 8 vols. (1949-1964). Publicou ainda a Bibliografia de David Lopes (1967) e, em 3 vols., os Dispersos de D. Carolina Michaëlis de Vasconcelos (1969-1972). A sua bibliografia ultrapassa a centena de títulos, não contando com as mais de seis centenas de crónicas em jornais, revistas e boletins diversos. https://www.cnc.pt
Nasceu em Talhinhas, concelho de Macedo de Cavaleiros no dia 26 de Junho de 1893. Era filha de António Augusto, de Talhinhas, e de Perpétua da Assunção, de Izeda. Os seus pais e avós eram jeireiros. O apelido herdou-o de seu avô materno, Vicente Ferreira. Aos dez anos foi para um colégio em Lisboa e depois, aos quinze, para outro no Porto. Com dezasseis anos fez exame de admissão em Bragança para a Escola Normal de habilitação ao Magistério Primário, tornando-se professora em 1912 com dezoito valores! Em 1927 foi frequentar a Universidade de Lisboa, mantendo-se a trabalhar, regendo uma escola primária. No fim da década de vinte fez um curso de Literatura Italiana e publicou os seus primeiros trabalhos de investigação: A guerra da sucessão no distrito de Bragança. Em Agosto de 1930 obteve uma bolsa de estudo concedida por Itália (a única nesse ano), que lhe permitiu frequentar a Universidade de Perugia. Simultaneamente foi agente do governo português para o qual fez um relatório sobre o estudo e o ensino primário em Itália. Frequentou a Sorbonne de Paris em Literatura. Prestou provas perante a Universidade de Lisboa «a primeira senhora portuguesa que tentava obter as insígnias doutorais», como então proferiu o presidente do júri, de 13 a 16 de Janeiro de 1937. Foi brilhante, verdadeiramente brilhante, e os jornais, que noticiavam diariamente as sucessivas sessões do ato académico, iam tecendo um relato elogioso. Contudo, os examinadores reprovaram-na. Depois deste grave percalço foi diretora e proprietária do Colégio D. Teresa Afonso, em Algés, a partir de 1941. Dava também aulas em casa, tendo sido explicadora de uma das pupilas de Salazar (e este, como reconhecimento, ofereceu-lhe uma coleção das Obras Completas do Padre António Vieira). Morreu em Lisboa a 8 de Março de 1978. In: https://adriveinmycountry.blogspot.com/2010/08/candida-florinda-ferreira.html
"In the High Court of Justice. King's Bench Division. 1908. C. No. 3211." • Transcrição da intervenção de Alfredo Henrique da Silva no processo interposto pela Cadbury Brothers contra The Standard Newspapers, Limited (proprietários do jornal "Spectator"), a favor de William A. Cadbury. Alfredo Henrique da Silva esclarece neste testemunho as circunstâncias em que conheceu William A. Cadbury e Joseph Burtt. Indica que apoiou aquele na preparação do relatório sobre S. Tomé e que o traduziu para português, tradução da qual resultou uma versão impressa. O relatório foi apresentado por William A. Cadbury, em nome dos industriais ingleses, numa reunião com a comissão de produtores de cacau de S. Tomé e Príncipe, a 28 de Novembro de 1907, em Lisboa. A declaração proferida por William A. Cadbury nesse encontro terá sido publicada pelos principais jornais a 30 de Novembro de 1907 e foi anexada ao testemunho na sua versão impressa.
Inquérito acerca dos conflitos com os párocos José Pereira da Costa Lima, Luiz Fernandes Azevedo e Silvestre José Peixoto, párocos respectivamente de São Pedro Fins de Belinho, concelho de Esposende, de São Paio de Fão, do concelho de Esposende e de Santo André de Rendufe do concelho de Amares, que foram punidos pelo Arcebispo de Braga que, na qualidade de seu chefe espiritual lhes restirou a jurisdição canónica. Por seu turno, o Governador Civil de Braga apoia a pretensão de permanecerem nas suas paróquias em sintonia com o povo das freguesias que se amotinou, o que consta de recortes de jornais, nomeadamente "O Século" de 25 de Abril de 1920; diversos números do semanário de Esposende "O Grulha", bem como de "O Novo Cávado".
Averiguações acerca da publicação de indultos pontifícios, com data de 31 de Dezembro de 1914 com validade de 10 anos, cuja execução apostólica ficara encarregue o Cardeal Patriarca de Lisboa, António Mendes Belo. O papa bento XV modificou e ampliou as concessões da Bula da Santa Cruzada cujas faculdades ficaram autorizadas por mais dez anos, em Portugal e seus domínios. Os indultos permitiam aos seus compradores poderem servir-se de manteiga e outros temperos semelhantes, ovos e lacticínios; e poderem por justo e razoável motivo, dispensarem o jejum e abstinência. Inclui recortes de notícias de jornais; apreensão dos referidos indultos mandados imprimir na tipografia Veritas da cidade da Guarda, assim como vários exemplares de indultos de diverso valor
Jornais católicos em que estavam incluídos artigos sobre a situação do clero e a lei de aposentação dos párocos, nomeadamente: - «A Ordem», n.º 985 de 25 de Janeiro de 1888; - «A Palavra», n.º 37 de 27 de Julho de 1889; - «A Palavra», n.º 291 de 31 de Maio de 1890; - «O Algarvio», n.º 17 de 21 de Julho de 1889; - «A Voz de Estarreja», n.º 465 de 29 de Junho de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 10 de 23 de Fevereiro de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 14 de 23 de Março de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 24 de 1 de Junho de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 25 de 9 de Junho de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 31 de 20 de Julho de 1889; - «Atalaya Catholica», n.º 77 de 7 de Junho de 1890.
Contém mapas com informação sobre o trabalho executado e respetiva despesa, ordens de pagamento, caderneta de ponto de jornais, memória justificativa, preços, orçamento, mapa de expropriações e termo de compra, mapa do volume de escavação e aterro, mapa do movimento das terras, mapa do cálculo da distancia médio, mapa do pavimento da estrada, mapa das obras de arte e as serventias. Inclui a certidão de afixação de anúncio do concurso, edital, programa, condições de arrematação, caderno de encargos, caderneta de medição de trabalhos, propostas de empreiteiros a concurso, autos de licitação, termo de adjudicação definitiva, termo de contrato definitivo, auto de consignação, conta corrente, conta final. Contém também peças desenhadas de um aqueduto por concluir, no contexto da rescisão de contrato com um empreiteiro, por motivos de doença deste.
Pagamento a engenheiros de minas e auxiliares que elaboraram a carta mineral do país a enviar à Exposição. Decreto sobre o peso das moedas de ouro e prata. Exemplares dos jornais "Le Moniteur des Intêrets Matériels" . Relação dos produtos das colónias portuguesas enviados para a Exposição. Telegramas. Relação de produtos e despesas de envio para a Exposição provenientes dos distritos de Aveiro, Beja, Leiria, Faro, Évora, Coimbra, Bragança, Castelo Branco, Braga, Lisboa, Porto, Portalegre, Funchal, Angra do Heroismo, Viseu, Vila Real, Viana do Castelo, Santarém. Envio para a Exposição de rendas de Peniche. Brochura "La question de la lumière sous-marine résolue au point de vue pratique, dans ses applications à la pêche, aux travaux hydrauliques (...) por M. J. de França-Netto (1865)"
Espólio pessoal de António Tomás Pinto Quartin, constituido quer por documentação de natureza pessoal, quer por panfletos, brochuras, jornais, revistas, e alguns objectos que foi acumulando. Espelha a actividade jornalística e política de Pinto Quartin, contendo ainda correspondência pessoal com políticos e intelectuais da época, e vários dos seus interesses culturais, com especial ênfase no teatro. Espelha também a relação conjugal de longa data (de 1916 a 1970) com Deolinda Lopes Vieira (1888 - 1993), professora primária. Reúne fontes de grande potencial para a história social e política dos últimos anos da Monarquia Constitucional e da I República e para o estudo da Oposição política ao Estado Novo, cobrindo sensivelmente o período que vai de finais do século XIX até aos anos 50 do século XX. • Áreas geográficas e topónimos: Portugal • Assuntos: I República (1910-1925).
Conjunto variado de jornais e publicações macaenses recolhidos entre 1995 e 1996 durante o trabalho de campo em Macau (a recolha apresenta irregularidade na periodicidade). Contém 57 números do Jornal de Macau (entre o número 3912 e o 3974); 43 números do jornal Macau Hoje (entre o número 9 e o 290); 22 números do jornal Ponto Final (entre o número 30 e o 205); 20 números do jornal Tribuna de Macau (entre o número 648 e o 723) e 19 números do jornal O Clarim (entre o número 1 e o 47). Contém ainda dois números de uma publicação em caracteres chineses e um Guia Turístico da Cidade. • Áreas geográficas e topónimos: Macau.
Venda em hasta pública a 7 e 9 de Fevereiro de 1924 dos móveis, paramentos e alfaias da antiga Capela de São Bento, do lugar de Valejas, freguesia de Barcarena, concelho de Oeiras e distrito de Lisboa e que rendeu a quantia de 4.590$00. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Desta capela foram separados para o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, uma mitra de seda bordada a ouro, do século XVIII; quatro jarras de faiança portuguesa do século XVIII e um báculo de prata.
Venda em hasta pública a 10 de Janeiro de 1924 dos azulejos que revestiam interiormente a antiga Capela de Santo António, do lugar de Tercena, freguesia de Barcarena, concelho de Oeiras e distrito de Lisboa, e outros objectos, à excepção de um painel de azulejos destinado a ser recolhido para um museu a ser indicado pela Direcção Geral de Belas Artes, e que rendeu a quantia de 4.032$00. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Inclui ainda relatório com informação sobre o valor dos azulejos, tendo o professor da Universidade de Coimbra, Dr. Virgílio Correia, e delegado do Conselho de Arte e Arqueologia, considerado que "os azulejos são de tipo vulgar, da segunda metade do século XVIII".
Venda em hasta pública de móveis, paramentos e alfaias, do antigo Paço Episcopal e extinto Seminário da cidade de Elvas de que se obteve a quantia de 11.249$00. Inclui listagem com os objectos vendidos, nome do comprador, valor de avaliação e valor da adjudicação; páginas de jornais com anúncios do leilão; relação do mobiliário do antigo Paço Episcopal que a Câmara Municipal de Elvas pretende adquirir para as repartições públicas a seu cargo; relação dos objectos existentes no antigo Paço Episcopal de Elvas que entraram no Museu Nacional de Arte Antiga; auto de entrega lavrado a 15 de Fevereiro de 1922 que estabeleceu a entrega de diversos livros, quadros e objectos devidamente identificados para figurarem na Biblioteca e Museu municipais de Elvas.
O arquivo de João Brito Câmara (1909-1967) divulga a sua vida e obra, cujo percurso biográfico se apresenta original na produção literária madeirense. Além de advogado de sucesso, João Brito Câmara foi o primeiro oposicionista em campanha eleitoral. Na sua globalidade, os documentos revelam uma vida fiel a convicções de ordem social, moral e familiar. São cerca de cinquenta anos da vida e da obra de João Brito Câmara, desde os seus inícios de escritor, num pequeno jornal manuscrito em caligrafia escolar, quando contava apenas dez anos de idade, até ao ano da sua morte, em 1967. O inventário do arquivo de João Brito Câmara descreve as quatro secções seguintes: Documentos pessoais, Actividade literária, Actividade política e Actividade jurídica. As quatro secções deste arquivo contêm a mais variada documentação, como inéditos, recortes de jornais, crítica literária, biografias, manifestos, circulares, facturas, convites e cartões de visita, da jurisdição, da literatura e da política da Madeira e do continente.
Recibos, avisos e outros documentos referentes à campanha eleitoral. Cx. 6, doc. 1 Pagamentos da Campanha Eleitoral, como cartões e sobrescritos, fotografias, transporte de material, utilização do salão à Rua das Pretas, n.º 16, 2.º, etc. Cx. 6, doc. 22 Avisos avulso, registados ou carimbados dos C.T.T, enviados ao Eco do Funchal, Jornal da Madeira, Diário de Notícias, Brothers & C.ª L., União Nacional, Governador Civil do Funchal, pela Comissão Distrital do General Humberto Delgado, de 16 Maio a 10 de Junho 1958. Cx. 6, doc. 3 Menu de um almoço de encerramento da Campanha Eleitoral, no Miramar Hotel, Funchal, com as assinaturas dos presentes no mesmo. 05 Out. 1958. Cx. 6, doc. 4 Uma "subscrição destinada a cobrir o déficit da campanha eleitoral do Senhor General Humberto Delgado". Cx. 6, doc. 5 Três recortes de jornais sobre a Campanha Eleitoral.
Leandro de Meneses Camacho encontra-se à direita. O Dr. Leandro de Meneses Camacho (1 de setembro de 1870 - maio de 1961) foi um médico-cirurgião formado pela Escola Médica-Cirúrgica do Funchal (1896), natural do Porto da Cruz. Exerceu funções de clínico a bordo de barcos com escala na América do Norte e do Sul e em África. Prestou os primeiros socorros ao presidente do Conselho João Chagas, após a tentativa de assassinato pelo senador Dr. João de Freitas, tendo-lhe sido consagrados louvores nos jornais "O Século" e "O Mundo". Em virtude dos seus serviços à monarquia, foi-lhe proposto o título de Visconde das Queimadas, sem efeito devido à proclamação da República Portuguesa em 1910.
A visita à Madeira da princesa Maria Pia de Saboia e do príncipe Alexandre da Jugoslávia ocorreu entre 23 de fevereiro e 9 de março de 1955. Chegaram ao Funchal no hidroavião "Sidney" da Aquila Airways, em viagem de lua de mel, ficando alojados no Reid's Palace Hotel. O desembarque no cais da cidade foi acompanhado por vários fotógrafos regionais e estrangeiros, entre eles Jorge Bettencourt Gomes da Silva que era repórter do atelier Photographia Vicente e correspondente da agência noticiosa Associated Press. Os príncipes partiram no hidroavião "City of Funchal". A princesa Maria Pia de Saboia era filha do ex-rei Humberto de Itália (já falecido), que veio exilado para Portugal vivendo em Cascais. Por esse motivo, o casamento dos príncipes realizou-se em Cascais e de acordos com os jornais da época o altar foi decorado com orquídeas da Madeira.
Esquema de auto-projeto para a reforma dos estudos históricos-apontamentos; Relatório 1979; apontamentos; decreto n.º 53/78 de 31 de maio; pareceres do conselho científico; convite; circular; listagem de publicações a partir de 1976 - manuscrita e datilografada; recortes de jornais; agenda de 1982; desdobrável do mestrado em Linguística Portuguesa Descritiva; parecer sobre aluno; férias sabáticas; lista nominativa de candidatos a assistentes na cadeira "História de Portugal séculos XVIII a XX"; fotocópia de certidão de reconhecimento do grau de doutor em História; apontamentos sobre classificações de alunos; atividades culturais e científicas no período em exerceu funções de deputado na Assembleia da República; Cópia de "O movimento operário em Portugal. Como proceder em vista à elaboração da sua história científica", agenda de 1980, agenda de 1979, apontamento de atividades em que participou em 1979, agenda de 1981, programa de colóquio internacional realizado em 1989.
Jaime de Magalhães Lima (1859-1936). Escritor e político. Irmão de Sebastião de Magalhães Lima, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano Unido. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi eleito deputado pelo Partido Regenerador nas legislaturas de 1893-1894 e 1896-1897. Em 1892 exerceu o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Aveiro. Colaborou em vários jornais e revistas, entre os quais O Século, do qual seu irmão foi fundador, A Província e a Revista de Portugal. Foi um seguidor dos ideais de vida de S. Francisco de Assis, por quem tinha uma profunda devoção, e admirador de Leão Tolstoi, a quem visitou numa viagem que fez à Rússia. Escreveu vários ensaios, textos doutrinários e crónicas de viagem. Fonte: Cartas a Alberto Sampaio. Organização, introdução e notas Emília Nóvoa Faria. Porto: Campo das Letras, 2008.
João Gomes de Abreu Lima (1852-1935). Escritor. Amigo de Guerra Junqueiro, Gonçalves Crespo e Bernardino Machado desde o tempo de Coimbra, onde frequentou a Universidade, embora não tivesse concluído o curso. Em Ponte de Lima, onde fixou residência a seguir ao seu casamento, exerceu o cargo de Recebedor da Fazenda Pública. Colaborou em vários jornais e revistas, com interessantes artigos sobre a história local, polémicas literárias, recensões críticas e ensaios poéticos. Em 1910, publicou na revista O Instituto, a primeira monografia de Ponte da Barca, um erudito trabalho de compilação e análise documental que intitulou Terra da Nóbrega (Notas Históricas). Fonte: Cartas a Alberto Sampaio. Organização, introdução e notas Emília Nóvoa Faria e António Martins. Porto: Campo das Letras, 2008.
Manuscrito com folhas cosidas. Folha com anotações do Abade de Tagilde com o título "Casa de Basto". O documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936. Contém 4 documentos: 1 Licença para se dizer missa no oratório de Refalcão, Santa Senhorinha de Basto, 2 Sentença pela qual se vê que os caseiros da comenda de Malta eram isentos de tributos e outros trabalhos, 3 Recibo que dão ao reverendo Marcelino Pereira Cleto, abade de Entre-Ambos-os-Rios os herdeiros do bispo D. Eugénio Boto da Silva (CP 3802(1)), 4 Posse que tomou Manuel Pinto de Magalhães de umas propriedades constantes de uma escritura que ignoro (CP 3804).
Impresso em que Alfredo da Silva responde ao jornal A Pátria, dirigido por Nuno Simões. SILVA (Alfredo da).- Em legitima defeza. Imp. Libanio da Silva. Junho de 1924. In-4.° gr. págs. inums. B. de XLVIII Transcrição do documento: O sr. Alfredo da Silva responde com DOCUMENTOS EXACTOS á CAMPANHA DIFFAMATORIA com que o jornal A PATRIA. de que é Director o sr. Nuno Simões, Ministro do Commercio, o ataca com a publicação de afirmações já desmentidas de calumniadores de baixa especie, unica forma - ao que parece - da pretensa defeza aos actos do Ministro da Agricultura sr. Joaquim Antonio de Mello e Castro Ribeiro." Com a transcrição de artigos de jornais, correspondência trocada entre a Companhia União Fabril. dos Negócios Estrangeiros e Consulado de Inglaterra, extractos do Diário do Senado, etc.
A coleção de fotografias datada entre 1876 a 1972. Retrata a vivência da família Sousa Cristina e dos que desfrutaram do seu convívio, no quotidiano e nas festas. Destacam-se as imagens do local onde habitavam - Quinta do Reguengo - e da Quinta da Palmeira - local de diversão e de convívio. Esta coleção tem imagens de desfiles populares, indústria, caça, pesca, agricultura (medas, vindima, apanha da batata), meios de transporte e muitos retratos de família. Esta coleção está digital no sistema GEAD (Coleção PT.MVCT.FF.SC.00204) que pode ser consultada internamente no Arquivo Municipal. A coleção é composta por: 124 doc. Correspondência; 76 Recibos; 7 Maços de etiquetas para vinhos; 27 Folhetos, catálogos e notas; 2 caixas com Material para fotografia; 539 Fotografias - positivos em papel; 1 Álbum com 155 fotografias; 3 recortes de jornais; 1 Álbum com 68 fotografias; 288 Negativos em vidro (141 doc. 13x19 cm; 104 doc. 9,5x12 cm; 3 doc. 6,5x9 cm; 40 doc. 4,4x6 cm).
Justifica a ausência de correspondência desde 1807, ano em que saiu de Portugal, devido às circunstâncias políticas da Europa. Deseja a António de Araújo de Azevedo, Ministro da Marinha e do Ultramar, um rápido restabelecimento da saúde. Informa que esteve ao serviço de Carlos IV, em Paris, como seu correspondente confidencial, mas que agora como os seus serviços foram dispensados e recusou-se, também, a ir para Roma ficará desempregado. Pede ao destinatário que o nomeie Secretário da Embaixada de Portugal em Paris. Solicita o apoio de S.A.R. para a publicação periódica mensal, O Observador Lusitano em Paris, que acaba de lançar e cujo n.º 1 remete em anexo. Acha que esta obra poderá ser executada num plano superior aos jornais de Londres O Investigador Português e o Correio Braziliense. Como prova da sua lealdade a S.A.R. remete cópias de alguns papéis diplomáticos que pertenceram ao espanhol, Eugénio Izquierdo de Ribera y Lezaun, relativos aos acontecimentos de 1807 e 1808.
Acusa a receção da carta de 14 de Outubro de 1815. Expressa a sua satisfação pela nova graça que S.A.R. concedeu ao seu amigo ?Conde da Barca?, testemunho público da estima que o Soberano lhe presta e uma resposta concreta às calúnias do "nosso amigo" da Grã-Bretanha. É lisonjeira a lembrança que o Príncipe-Regente conserva de si e deseja um dia poder agradecer-lhe pessoalmente. Refere-se ao restabelecimento da saúde do destinatário e pede para transmitir a sua amizade a José Egídio e toda a sua família. Cumprimentos ao marquês de Aguiar. Soube pelos jornais da viagem naturalista que o Príncipe de Neuwied empreende pelo Brasil, bem como todas as facilidades que o destinatário lhe concedeu. Aguarda com impaciência por alguma publicação. Conta partir para a Rússia no fim de Maio, onde irá tratar de negócios particulares, esperando empreender o regresso dentro de quatro meses. Depois que Bonaparte está em Santa Helena, é de esperar uma nova lógica nos acontecimentos.
Carta manuscrita assinada, de Seide. Esta carta está dentro envelope CP 2252 juntamente com outras 12 cartas de Camilo Castelo Branco. Transcrição da carta: "Meu caro Vicente O resultado das conferencias entre as árbitros da tal honra ofendida por adjectivos fortes apareceu n´um aranzel q. V. Exª terá visto no 1º de Janeiro de 6ª feira. Tudo incruentíssimo e imaculado por boas laminas de Toledo. Abraça-se com o seu excelente coração o de V. Ex.ª amº grato C. Castello Brº Seide 28/10/79" Esta carta espelha a quezília mantida com Cipriano Jardim, militar, escritor e jornalista que acusou Camilo de plágio, que se pode ler nos jornais da época, tendo surgido a possibilidade de duelo não concretizado. Fonte: Machado, João Afonso (2017). Memórias redivivas. Linda-a-Velha: DG Edições.
Catálogo das Obras do Arquivo e da Biblioteca da Sociedade Farmacêutica Lusitana N.º 3. Livro manuscrito com registo das obras doadas à Sociedade, que se encontra organizado pelos seguintes temas: farmácia, química, física, história natural, botânica, zoologia, mineralogia, ciências médicas, diversidades, miscelânea e jornais científicos. Existem registos de monografias, periódicos, folhetos e dicionários. O registo inclui o nome do autor, título das obras, exemplares, país e ano, nome dos doadores, ano em que foi doado e lugar na biblioteca. Encontram-se mencionados os seguintes doadores: Academia Real das Ciências de Lisboa, Agostinho Albano da Silveira Pinto, Augustin José Mestre, Bernardino António Gomes, Câmara dos Deputados, Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Mallaina, Conselho de Saúde Pública do Reino, Eugène Marchand, François-Laurent-Marie Dorvault, Glenard e Guillermont, Instituto Médico Valenciano, João de Sousa Pereira, João Félix Pereira, Joaquim Augusto Carvalho, [José Adrião Vinha] Marques, José António de Arantes Pedroso, José Fructuoso Ayres, José Joaquim da Silva Pereira Caldas, Quintín Chiarlone, Sociedade Farmacêutica Brasileira.
Pasta contendo documentos avulsos relativos às sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana para elaboração de atas. Contém documentos datados entre 13 de julho e 30 de novembro de 1926 nomeadamente minutas datilografadas e manuscritas das sessões; moções, propostas e cartas de sócios; pareceres de sócios e comissões da Sociedade; circulares; correspondência recebida e expedida; mapa comparativo de receitas e despesas dos anos 1924 a 1926; recortes de jornais; convites. São abordados diversos assuntos nomeadamente sobre a eleição de Corpos Gerentes e Comissões; proibição do fornecimento de álcool às farmácias; Lei do Selo das especialidades farmacêuticas; Luctuosa Farmacêutica; venda ilegal de Pantopon; aviamento de receitas prescritas por Drummond Borges; Protesto do Dr. Gama Júnior contra a frequente ausência dos Secretários da Mesa da Assembleia Geral; preço a aplicar pela manipulação de medicamentos; Regimento do Preço dos Medicamentos; Água de louro-cerejo; iodeto de potássio; Comissão Revisora de Contas, Comissão de Farmácia e Comissão de Interesses Profissionais.
Série composta por recortes de artigos de jornais relacionados com saúde, farmácia e acontecimentos locais relacionados com a Fábrica da Vista Alegre. Estes recortes de jornal terão sido recolhidos pelo fundador da farmácia, Manuel Ferreira da Cunha. Contém temas diversos, como: a gripe, a cafeína, o café, a Bilharose, a cura da Sífilis pelas injeções quentes, a vacina de Friedmann, tratamento para a Tuberculose Pulmonar, descobertas antituberculosas, a Influenza – moléstia antiga, tirar do estômago um alfinete «bebe» aberto, a cura do Artritismo, o Metabeno – específico contra a diabetes, as flores e os seus perfumes, a academia das ciências de Lisboa, a cura da Pneumonia, o remédio contra a Lepra, as verrugas e ainda sobre a Associação dos Engenheiros Civis do Norte de Portugal.
Conjunto de recortes de artigos de jornais relacionados com saúde, farmácia e acontecimentos locais relacionados com a Fábrica da Vista Alegre. Estes recortes de jornal terão sido recolhidos pelo fundador da farmácia, Manuel Ferreira da Cunha. Contém temas diversos, como: a gripe, a cafeína, o café, a Bilharose, a cura da Sífilis pelas injeções quentes, a vacina de Friedmann, tratamento para a Tuberculose Pulmonar, descobertas antituberculosas, a Influenza – moléstia antiga, tirar do estômago um alfinete «bebe» aberto, a cura do Artritismo, o Metabeno – específico contra a diabetes, as flores e os seus perfumes, a academia das ciências de Lisboa, a cura da Pneumonia, o remédio contra a Lepra, as verrugas e ainda sobre a Associação dos Engenheiros Civis do Norte de Portugal.
FERNANDES, Emília dos Prazeres. Filha de Vitória da Purificação Fernandes, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Ferreiros, Prado, e de (*). Neta materna de Pulquéria de Jesus, do dito lugar. Nasceu em Prado a 8/4/1890 e foi batizada na igreja a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís Ferreira, solteiro, caiador, de São Vítor, Braga, e Emília de Jesus Esteves, casada, costureira, moradora na Rua Direita, Vila. // Teve um filho, Aldomar Rodrigues Soares, nascido em Prado a 10/9/1913, gerado por Luís Cândido Soares, seu conterrâneo; esse mesmo filho, conhecido por “Mário de Prado”, que colaborou nos jornais da terra, escreveu que sua mãe tinha o apelido Rodrigues (de seu pai, certamente), o que até agora não consegui confirmar. // Faleceu no lugar de Ferreiros, no estado de solteira, a 22/10/1918. /// (*) Segundo consta, era filha de João Luís do Vale.
SERAFIM, Gabriel. Filho de José Serafim e de Albina Rosa Sarandão. Nasceu na Vila de Monção por volta de 1881. // Barbeiro. // Veio para Melgaço ainda solteiro, abrindo oficina e tornando-se agente de vários jornais. // Tinha 23 anos de idade quando casou na igreja de SMP a 8/9/1904 com Inocência, de 24 anos de idade, solteira, doméstica, sua conterrânea, filha de Justino Manuel Rodrigues e de Rosa Cardoso. Testemunhas: José Dias, proprietário, José de Araújo, vendeiro, e Cesário Augusto Cerdeira, trabalhador, todos residentes em SMP. // Em 1913 foi demitido de membro da sociedade “Recreio Melgacense”, tendo sido nomeado para o substituir Ilídio Esteves . // Faleceu na Vila de Melgaço a 3/3/1939, com 57 anos de idade, na sua casa de residência, na Rua da Calçada. // Sucedeu-lhe na barbearia o seu sobrinho João Rodrigues de Sousa. // A sua viúva finou-se também na Calçada, a 7/8/1954, com 74 anos de idade.
Cartaz de divulgação do espetáculo para maiores de 12 anos, a decorrer no Cine Copacabana, Lda., na Costa de Caparica, no dia 19 de julho de 1964, pelas 18h. Um espetáculo altamente científico, misterioso e inacreditável, mas verdadeiro, pelo consagrado professor Ferrery. Com momentos de franca gargalhada, expetativa e meditação, o assombro das plateias de todo o mundo, um êxito como nunca. Contém a imagem de uma página do jornal "Diário de Moçambique", com uma notícia sobre o espetáculo. Contém a crítica de 6 jornais (O Século, Diário Popular, Diário de notícias, Diário de Lourenço Marques, Notícias de Lourenço Marques e Diário de Moçambique). No verso, contém os carimbos do visto pela Inspeção dos Espetáculos, Delegação de Almada.
Recortes de imprensa dos jornais "A Bola", "Record", "O Século", "O Mundo Desportivo", "República", "Diário de Noticias", e "Desporto Novo" sobre a VI Assembleia Geral dos Comités Nacionais Olímpicos Europeus que reuniu em Lisboa sobre a presidência do Conde Jean de Beaumont. Contém os seguintes artigos: "Estes Olímpicos! Atitude... de esperar"; "Vinte e cinco anos de desporto - medalha de ouro no lançamento do disco. Lia Manoliu - de atleta a Vice-Presidente do Comité Olímpico Romeno"; "Altas esferas do desporto mundial. Jogos Olímpicos continentais - Uma hipótese muito realista"; "Vinte países estão em Lisboa"; "O discurso do Secretário de Estado foi uma «Pedra no Charco»!; "Tornar o desporto acessível a todo o povo português"; "Portugal irá beneficiar da «Solidariedade Olímpica"; "Política desportiva portuguesa revelada pelo Secretário de Estado"; "Os jogos Olímpicos não podem ser «Show-Business»"; "O desporto e a mulher".
Contém 2 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com a imprensa, rádio e televisão sobre acreditação de jornalistas para as Sessões do Comité Olímpico Internacional, direitos de resposta de imprensa, recortes de jornal sobre a preparação e participação nos Jogos de 84, pagamento de assinaturas de jornais e revistas desportivas, entre outros assuntos. Contém ainda documentação de tesouraria dos anos de 1981 a 1984, nomeadamente mapas de movimentos mensais, relatório e contas do ano de 1982, extratos de conta, recibos e faturas, orçamentos entre outros. Capas existentes na UI: capa n.º 64- Imprensa, Rádio e Televisão; capa n.º 65- Tesouraria.
Recortes de imprensa dos jornais "Correio da Manhã", "A Bola", "Diário de Noticias", "O Dia", "Dez de Junho", "Record", "O Jornal", "Mundo Desportivo", "Expresso", "O Tempo", "A Capital", sobre o boicote aos Jogos Olímpicos devido à intervenção do exército soviético no Afeganistão. Alguns títulos: "Olimpíada de Verão. Antes dos Jogos boicote é o tema", "O grande tema da actualidade desportiva. Boicote aos jogos de Moscovo - pressão de difícil êxito", "Moscovo ou não Moscovo eis a questão... O grande folhetim do boicote olímpico", "A controvérsia sobre os Jogos Olímpicos", "«Jogos livres» no Terceiro Mundo em vez das Olimpíadas de Moscovo", "Carter pediu a transferência dos Jogos Olímpicos de Moscovo", "Americanos treinam-se na URSS soviéticos exibem-se nos EUA", "C.O.I. condena a África do Sul adverte os Estados Unidos... mantém os jogos em Moscovo", "Portugal também decidido a hesitar", entre outros.
Recortes dos jornais "Diário Popular", "Diário de Notícias", "Record", "A Capital", "A Bola", publicados entre 27 de outubro e 29 de dezembro de 1984 sobre as comemorações do 75.º Aniversário do Comité Olímpico de Portugal que coincidiram com a visita a Portugal do Presidente do Comité Olímpico Internacional Juan Antonio Samaranch. Contém os seguintes artigos: "Nos 75 anos do Comité Olímpico Português. Um livro com as crónicas do eng. Nobre Guedes no «DP»", "COP festejou bodas de ouro antes de tempo. COP festejou as bodas de ouro após 72 anos da sua formação", "Exposição no Palácio Foz. Figuras e lendas do desporto português", "«Figuras e lendas do desporto português». Exposição assinala Aniversário do C.O.P", "Juan Antonio Samaranch entre nós. Regresso com alegria à cidade de Lisboa onde iniciei a carreira de dirigente desportivo" e "Governo condecora Samaranch com colar de honra de mérito".
Contém 17 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Amesterdão 1928, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. Na numeração das modalidades precedem as iniciais "J.P." [Jogos de preparação]. A documentação é composta por correspondência e inscrições por modalidades para os Jogos de Preparação Olímpica de 1925. Inclui inscrições de membros dos júris, imprensa e do Comité Olímpico Português. Capas existentes na unidade de instalação: capa J.P. 1- Atletismo; capa J.P.2- Boxe; capa J.P. 3- Ciclismo; capa J.P. 4- Esgrima; capa J.P. 5- Futebol; capa J.P. 6- Ginástica; capa J.P. 7- Hipismo; capa J.P. 8- Natação; capa J.P. 9- Pesos, Alteres e Luta; capa J.P. 10- Remo; capa J.P. 11- Lawn Ténis; capa J.P. 12- Tiro; capa J.P. 13- Yachting (Vela); capa n.º 14- Generalidades; capa n.º 15- Minuta para notícias nos jornais; capa n.º 16- Jogos de preparação olímpica de 1925; capa n.º 17 e 17a- Inscrições.
Contém 8 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos das XIII e da XVI Olimpíadas, numeradas sequencialmente com "processo n.º..." e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com os Comités Organizadores dos Jogos Olímpicos desde a XIV Olimpíada; com os Comités Nacionais acerca do envio de publicações periódicas, membros de Comissões Executivas, entre outros assuntos; com o CIO e com diversas Federações internacionais. Contém documentação sobre a atribuição da medalha Olímpica de 1951 e 1952 e sobre o Dia Olímpico de 1953, incluindo recortes de jornais; circulares emitidas pelo CIO; e comunicados enviados pelo COP à imprensa e rádio. Capas existentes na UI: capa n.º 47- Prémio Olímpico e medalha Olímpica; capa n.º 48- Circulares do CIO; capa n.º 49- Comités Organizadores; capa n.º 50- Correspondência com Comités Nacionais; capa n.º 51- Correspondência com o CIO; capa n.º 52- Correspondência com federações internacionais; capa n.º 53- Imprensa e rádio; capa n.º 54- Assuntos tratados nas reuniões dos Comités Nacionais.
Conjunto de textos manuscritos e artigos em jornais, sobre decorações, valores e obras da Sé Catedral. Os documentos são os seguintes: um conjunto manuscrito para elaboração do opúsculo "Decorações"; três apontamentos manuscritos sobre as influências arquitectónicas da Sé; vários apontamentos manuscritos sobre o novo relógio da Sé e recorte de um artigo de jornal intitulado "O Novo Relógio da Sé. A Visita de Ontem da Imprensa", s.l., s.d.; diversos apontamentos manuscritos; um artigo de Alberto Artur, "O Tesouro da Sé Saqueado pelos Corsários, Diário de Notícias, Funchal, 28.01.1934; cinco artigos intitulados "A nossa Catedral. A Propósito da sua Restauração. Uma Carta", Diário da Madeira, Funchal, 18.10.1919, "A Sé Catedral do Funchal Última de uma Longa Série de Atentados Artísticos", s.l., s.d., "A nossa Catedral. II. A Propósito da sua Restauração", Diário da Madeira, s. d., "A nossa Catedral. III. Ainda a Propósito da sua Restauração. A Cripta. Uma Sepultura Profanada", Diário da Madeira, s.d., "A nossa Catedral. A Propósito da Actual "Restauração" do Frontespício", Diário da Madeira, s.d.; dois artigos intitulados "Ainda a nossa Catedral. Carta", Diário da Madeira, 01.11.1919 e "Ainda a nossa Catedral. Mais uma Carta do Sr. Cónego Homem", Diário da Madeira, 05.11.1919, anexa o artigo "Cónego Homem de Gouveia. Deputado Nacionalista", O Petardo, n.º 70, Lisboa, 15.05.1905 e "A Sé do Funchal", A Época, Funchal, 25.07.1924 [em mau estado de conservação]; dois artigos intitulados "A nossa Catedral como Monumento Arqueológico e Artístico", Diário da Madeira, 03.10.1929 e "Na Sé Catedral do Funchal. Uma Raridade Arqueológica", Diário da Madeira, 08.06.1935, anexa um jornal repetido; um artigo intitulado "A Catedral. I. A sua Fisionomia Artística", Diário da Madeira, 10.06.1917; "A Catedral. II. A sua Fisionomia Artística", Diário da Madeira, 12.06.1917, anexa dois jornais repetidos; um artigo intitulado "O Simbolismo das Catedrais. A Propósito da Sé do Funchal", Diário da Madeira, 03.06.1917.
Livro de registo de devedores e credores da Sociedade Farmacêutica Lusitana, correspondente ao período de 18 de fevereiro de 1902 a 31 de dezembro de 1927. Livro manuscrito, organizado em formato de tabela, dividida em valores recebidos e valores a pagar, com os campos da data, descrição do pagamento ou dívida e valor correspondente. Encontra-se estruturado por “Obrigacionistas do empréstimo para a construção do edifício”, “Primeiro Congresso Nacional de Farmácia”, “Operação para a remodelação das instalações da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Montepio Geral”, “Ricardo Leone - Fornecedor do vitral”, “Ricardo Peres - Rua Eduardo Coelho - Fornecedor de cofres à prova de fogo”, “Antonino Alves Barata”, “António Pereira - Obras no edifício - Empreiteiro”, “Grandes Armazéns Nascimento - Porto - Fornecedor de Mobiliário”, “Casa Heitor - Alcântara - Reparador de mobiliário”, “Júlio Gomes Ferreira - Ampliação da instalação eléctrica”, “José de Sousa Balfarejo - Valongo - Construtor da Placa dos Fundadores”, “Pintor Conceição e Silva” - Fornecedor dos azulejos para a escada principal”, “Fornecedores do Jornal da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Pessoal da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Despesas Geraes: Água à Companhia das Águas”, “Angariamento de anúncios”, “Anúncios em jornais”, “Despesas de Cobrança”, “Despesas de Correio”, “Coupons da Dívida da Sociedade”, “Às Companhias reunidas de Gás e Eletricidade”, “Impostos e Contribuições”, “Impressos Diversos”, “Despesas Imprevistas”, “Encadernações”, “Expediente etc. de Secretaria”, “Limpeza do quintal”, “Livros e publicações diversas”, “Mobília, utensílios e reparações”, “Reparações no edifício”, “Representação”, “Seguros do edifício e mobiliário etc.”, “À Companhia dos Telefones”, “Telegramas”, “Devedores Geraes: Sócios, por suas quotas”, “Coupons da Dívida Externa”, “Diplomas”, “Estatutos”, “Receitas Diversas”, “Jornais da Sociedade”, “Impressos Diversos”, “Juros de Depósitos”, “Anunciantes do n/ jornal”, “Devedores e Credores Geraes”, “Em Obrigações da Dívida Externa”, “Quotas de sócios, cobrança atrasada”, “Impressos com valor”, “Edifício Social”, “Mobiliário e Utensílios” e “Laboratório”. Vários campos não estão preenchidos. Nomes e entidades mencionados: Joaquim José Alves, Jornal Diário de Notícias, José Bento Coelho de Jesus, Libânio da Silva, Miguel José de Sousa Ferreira.
Recortes de imprensa selecionados pelo Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Évora sobre o escritor Armando Antunes da Silva o qual nasceu em Évora a 31 de julho de 1921. Aos 12 anos por falecimento da mãe teve que ir viver com a avó paterna, dona de uma loja, e separando-se do irmão que foi para a Casa Pia. Entre 1933 e 1941 trabalha num escritório de solicitadoria e mais tarde na seguradora Ultramarina. Em 1940 inicia a carreira jornalística no periódico Democracia do Sul e colabora em várias revistas e jornais como, o Diário de Lisboa, Diário Popular, República e no moçambicano Notícias da Beira. Em 1948 perde o emprego em Évora e é preso por pertencer ao M.U.D. Juvenil. Na prisão de Caxias encontra outros resistentes ao regime Salazarista e cria amizades. Em Lisboa emprega-se na CEL-CAT, uma fábrica de condutores elétricos. Em 1961 vence o primeiro Prémio dos Leitores, uma iniciativa do Diário de Lisboa, com Suão. Em 1969 candidata-se pela CDE na Oposição Democrática pelo Distrito de Évora. Em 1976 começa a dirigir o semanário Notícias do Sul, em Évora. Em 1979 candidata-se pelo M.D.P/C.D.E às eleições para a Assembleia da República, pela coligação A.P.U. Em 1981 perde o filho, vítima de doença súbita aos 36 anos. Em 1985 a sua esposa, Arlete, falece. Em 1986 casa-se em segundas núpcias com Maria Gisela. Após algum anseio regressa a Évora. Em 1987 ganhou o primeiro “Prémio Alentejo de Jornalismo” com um conjunto de textos sobre a qualidade do vinho do Alentejo, da barragem do Alqueva e da relevância da água, publicados no Notícias de Évora e no Diário de Lisboa. Em 1988 viaja até Macau, conhece a China e a Tailândia. No final do ano assiste à geminação de Évora e Angra do Heroísmo. Em 1991 torna-se mandatário do Partido Socialista, em Évora, e a 29 de junho recebe a medalha de mérito municipal, pela dedicação à província natal, no empenhamento cívico e literário. Em 10 de junho de 1992 é galardoado pelo Presidente da República, Mário Soares, com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Em 1996 a Câmara Municipal de Évora celebra o meio século de atividade literária de Antunes da Silva do que resulta o livro “Comemorações dos 50 Anos de Vida Literária do escritor Eborense Antunes da Silva”. Em 1997 morre em dezembro.
António Lourenço Farinha (Sertã, Várzea dos Cavaleiros, Mosteiro de São Tiago, 15 de Abril de 1883 - Lisboa, Anjos, depois de 15 de Abril de 1985), foi um padre e missionário português. Estudou no Real Colégio das Missões, de Cernache do Bonjardim. No fim do curso, seguiu, na qualidade de Missionário do Real Padroado, para a antiga colónia de Moçambique, onde esteve e trabalhou de 1907 a 1918, e onde se dedicou à evangelização e à alfabetização. Estudou conscienciosamente o Landim, e ali compôs e publicou uma Gramática desta língua, assim como, também, alguns livros de Catecismo, entre os quais um Catecismo Chironga-Português. Quanto esteve em Moçambique, de 1907 a 1919, foi Coadjutor da Missão de Matutuíne, no Rio Maputo, Pároco de São Miguel de Manhiça, e da Sé de Moçambique, Superior da Missão de Manhiça, da qual foi fundador, e Secretário da Prelazia. No regresso a Portugal, foi convidado e colocado, em 1919, pelo Ministro e no Ministério das Colónias, depois Ministério do Ultramar, como 3.º Oficial, encarregado, na sua Repartição de Justiça e Cultos, mais tarde de Justiça, Instrução e Missões, do expediente relativo a Missionários, e a desempenhar as funções de Chefe, as quais desempenhou durante vários anos. Colaborou em revistas de Missões, mormente no "Missionário Católico", e, também, com algumas outras revistas e jornais, como a "Revista Colonial", os "Anais da Propagação da Fé", o "Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa", "Novidades" (Suplemento Letras e Artes), "Lúmen", "Volumus", de Cucujães, e "Das Artes e História da Madeira", do Funchal,[6] e publicou várias obras, entre as quais a que segue. Trabalho muito notável é a monografia da sua própria terra: A Sertã e o seu Concelho, editada em 1930. Esta obra relata aspetos da História, Cultura, Etnografia e Lendas deste Concelho. Coligiu apontamentos e documentou-se pacientemente, nos arquivos públicos, para escrever a História das Missões Portuguesas, publicada em 1942, em dois volumes, pela Agência Geral das Colónias com o título, o 1.º Volume, A Expansão da Fé na África e no Brasil: Subsídios para a História Colonial, o 2.º Volume, A Expansão da Fé no Extremo Oriente: Subsídios para a História Colonial (1942). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Louren%C3%A7o_Farinha
Alberto Cardoso Martins de Menezes Macedo, filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo, nasceu na Casa do Carmo, S.ta Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães em 8 de agosto de 1878 e morreu, na Casa de Caneiros, em 24 de agosto de 1947. Casou na igreja de S.to Estevão de Urgeses, Guimarães, em 5 janeiro de 1901, com D. Arminda Adelaide Baptista de Sampaio. Foi Oficial de Cavalaria, Governador Civil do Porto (de 3-8-1918 a 3-1-1919), Senador (de 19-7-1918 a 21-2-1919), Promotor da Justiça no Tribunal Militar, Comandante duma coluna contra os revoltosos de Vila Real (a 5-1-1919), Senhor da Casa de Caneiros em S.ta Eulália de Fermentões, Guimarães, combatente na 1ª Guerra Mundial, onde comandou em Angola o 3º Esquadrão do regimento de Cavalaria n.º 9 (a 22-8-1914), habilitado com o Curso de Cavalaria da Escola do Exército (a 18-10-1901), Diretor das Escolas Regimentais (de 16-1-1916 a 1-8-1916), Diretor de Instrução dos Oficiais Médicos Milicianos (a 29-8-1916), Medalha de Prata de Classe de Comportamento Exemplar (a 15-11-1913), Medalha de Prata Comemorativa das operações militares realizadas no Sul de Angola em 1914-1915 (a 18-1-1917), Vogal da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, Diretor da Companhia do Porto Colonial (com diversos trabalhos topográficos e agrícolas em Angola, Moçambique e Cabinda), etc. Foi o fundador e criador da Casa dos Pobres em Guimarães, dedicou-se à indústria: fundou a Fábrica de Curtumes de Roldes, em Fermentões e a Lacticínio no Porto. Distinto cavaleiro venceu algumas provas de saltos e alta escola. Além de muitos artigos em jornais e revistas publicou: “O combate de Vila Real e outros esclarecimentos” em 1926, “A Hora da Justiça”, Famalicão, 1934, “A Indústria de Curtumes”, Porto, 1938, “Viagem de Estudo a Angola” em 1939, “Costumes e Aptidões dos Indígenas Africanos” em 1943. Recebeu na Casa de Caneiros em Fermentões, Guimarães, vários membros de Famílias Reais. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 211
Alberto Cardoso Martins de Menezes Macedo, filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes, nasceu na Casa do Carmo, S.ta Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães em 8 de agosto de 1878 e morreu, na Casa de Caneiros, em 24 de agosto de 1947. Casou na igreja de S.to Estevão de Urgezes, Guimarães, em 5 janeiro de 1901, com D. Arminda Adelaide Baptista de Sampaio. Foi Oficial de Cavalaria, Governador Civil do Porto (de 3-8-1918 a 3-1-1919), Senador (de 19-7-1918 a 21-2-1919), Promotor da Justiça no Tribunal Militar, Comandante duma coluna contra os revoltosos de Vila Real (a 5-1-1919), Senhor da Casa de Caneiros em S.ta Eulália de Fermentões, Guimarães, combatente na 1ª Guerra Mundial, onde comandou em Angola o 3º Esquadrão do regimento de Cavalaria n.º 9 (a 22-8-1914), habilitado com o Curso de Cavalaria da Escola do Exército (a 18-10-1901), Diretor das Escolas Regimentais (de 16-1-1916 a 1-8-1916), Diretor de Instrução dos Oficiais Médicos Milicianos (a 29-8-1916), Medalha de Prata de Classe de Comportamento Exemplar (a 15-11-1913), Medalha de Prata Comemorativa das operações militares realizadas no Sul de Angola em 1914-1915 (a 18-1-1917), Vogal da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, Diretor da Companhia do Porto Colonial (com diversos trabalhos topográficos e agrícolas em Angola, Moçambique e Cabinda), etc.Foi o fundador e criador da Casa dos Pobres em Guimarães, dedicou-se à indústria: fundou a Fábrica de Curtumes de Roldes em Fermentões e a Lacticínio no Porto. Distinto cavaleiro, venceu algumas provas de saltos e alta escola. Além de muitos artigos em jornais e revistas publicou: “O combate de Vila Real e outros esclarecimentos” em 1926, “A Hora da Justiça”, Famalicão, 1934, “A Indústria de Curtumes”, Porto, 1938, “Viagem de Estudo a Angola” em 1939, “Costumes e Aptidões dos Indígenas Africanos” em 1943. Recebeu na Casa de Caneiros em Fermentões, Guimarães, vários membros de Famílias Reais. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, pp. 209-211
José de Arruela nasceu em Ovar, no largo de Arruela, a 5 de Junho de 1881, e faleceu a 28 de Julho de 1960. Era filho de Caetano Luís Basto Ferreira - natural de Estarreja, jornalista, escrivão de Direito e, posteriormente, fundador, diretor e gerente, em Lisboa, do Correio Nacional - e de Maria Cândida Homem de Macedo da Câmara e Mota de Sousa Ribeiro Ferreira. Foi casado com Ana Maria Pinheiro de Melo Arruela, filha de Bernardo Pinheiro de Melo, 1º conde de Arnoso, de quem teve vários filhos, entre os quais Maria José de Arruela Azevedo Gomes e Maria Cândida de Arruela de Sousa Ribeiro. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra (1906), e estabeleceu-se como advogado em Lisboa. Destacou-se pela ampla amnistia que conseguiu para os marinheiros do couraçado Vasco da Gama, que se revoltaram no ano de 1908, pela intervenção desenvolvida através do jornal O Século. Em 1913 filiou-se no Partido Monárquico, tendo sido preso várias vezes por ações desenvolvidas pelo partido. Foi presidente da Comissão de Organização Política da Causa Monárquica, fundador do Centro Monárquico de Lisboa e diretor do Diário da Manhã, jornal oficioso da Causa Monárquica. Dedicou-se à defesa, em tribunal, de monárquicos - refira-se o julgamento no Tribunal das Trinas - e republicanos. Acabada a 2ª Guerra Mundial, seguiu ativamente os julgamentos de Nuremberga. Realizou várias conferências, que decorreram no Instituto de Coimbra, em Lisboa, no castelo de São Jorge e na sua própria residência. Foi colaborador de jornais como o Século, Diário de Notícias, Época, Dia, Nação e Voz, e diretor da revista A Voz do Direito. Desenvolveu ainda outra atividade literária, tendo publicado A Monarquia e a República: o programa do Diário da Manhã, de Lisboa, 1914; A tragédia nacional: Alemanha e Portugal, cuja segunda edição é de Coimbra, 1940; Uma trepa histórica, (polémica com o Dr. Alfredo Pimenta), publicado em Coimbra, em 1942; O equilíbrio peninsular, publicado em Coimbra, em 1944; O imperativo geográfico de uma aliança, publicado em Coimbra, em 1945; publicou ainda dois livros de poesia: Contrastes e Convulsões da Pátria. In: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=4206401
1879 Manuel Joaquim Rodrigues Monteiro nasce em Braga, na Rua Nova de Santa Cruz, 164 (29 de setembro). 1890 Começa a frequentar o Colégio do Espírito Santo. 1897 Primeiros escritos na revista literária “O Gigante” (Braga) Conclusão do curso liceal (4 de outubro). 1898 Matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (12 de outubro) Em Coimbra começa a frequentar a casa de António Augusto Gonçalves, que se inicia no estudo do Românico. 1901/1903 Na companhia de Rocha Peixoto, faz visitas de estudo (etnográfico-arqueológicas) ao Gerês, Barroso, Castro Laboreiro, Lindoso, Soajo, Serra Amarela, Marão, o distrito de Bragança, etc. Inicia a colaboração na “Portugália” e em diversos jornais, nomeadamente na “Residência”, jornal republicano de Coimbra. 1904 “Congresso da Liga Sub-Ripal contra a Calvície”, em Coimbra (28 de abril). 1905 Conclui o curso de Direito (12 de julho). Destruição da cidadela de Braga Monta banca de advogado em Braga e é orador no 1º comício republicano aí realizado 1905/1910 Colabora nas revistas “Serões”, “Portugália”, “Ilustração Portuguesa”, “Arte”, “Ilustração Transmontana”, etc. em “Arte e a natureza em Portugal” e em diversos jornais. 1906 É eleito presidente da Comissão Municipal de Braga do Partido Republicano (dezembro). 1907/1908 Participa ativamente em diversos comícios republicanos. 1908 Publica “S. Pedro de Rates”. 1909 Morre Rocha Peixoto (3 de maio). 1910 Manuel Monteiro, após a proclamação da República, é nomeado Governador Civil de Braga (6 de outubro). 1911 Visitas oficiais a diversas localidades do distrito. Publica a obra “O Douro”. 1912 Organiza, em Braga, uma exposição de arte sacra (junho). 1913 Nomeado juiz do Supremo Tribunal Administrativo (maio). Exonerado do cargo de Governador Civil (24 de maio). Eleito deputado pelo circulo de Barcelos, concorrendo pelo Partido Democrático (16 de novembro). 1914 Nomeado Ministro da Justiça (9 de janeiro). Pede demissão do lugar de Ministro da Justiça (22 de junho). Eleito Presidente da Câmara dos Deputados (18 de dezembro) 1915 O Parlamento é encerrado pela força, mas reúne sob presidência de Manuel Monteiro no Palácio da Mitra (4 de março). Demitido do cargo de juiz do T.S. (30 de março). Nomeado Ministro do Fomento (16 de maio). Eleito deputado por Braga (13 de junho)Exonerado do lugar de Ministro do Fomento (18 de novembro). Eleito Presidente da Câmara dos Deputados (16 de dezembro). 1916 É colocado como juiz nos Tribunais Mistos do Egipto, em Mansourah (6 de outubro. Chega ao Egipto (dezembro). 1921 É transferido para o Tribunal de Alexandria. 1923 O seu nome é sugerido como candidato à Presidência da Republica. 1930 É eleito presidente do Tribunal Internacional de Alexandria. 1939 Polémica com A. Nogueira Gonçalves, sobre o românico de Coimbra. Publica “S. Frutuoso”. 1940 Por motivos da II Grande Guerra pede demissão do cargo de juiz dos Tribunais Mistos do Egipto e passa a viver em Braga (novembro). 1940/1952 Colabora em diversas revistas e jornais (“Revista de Guimarães”, “Boletim da Academia” N. de Belas Artes”, “Mínia”, “Museu”, “O Tripeiro”, “Bracara Augusta”, “Primeiro de Janeiro”, “Correio do Minho”, etc.), profere várias conferências e rege um curso de história da arte. 1943 Fundação do “Instituto Minhoto de Estudos Regionais”, de que é o 1º Presidente (10 de dezembro). 1944 Criação da “Liga de Defesa da Região de Braga”, de que é fundador (maio). 1945 Apoia o Movimento de Unidade Democrática (MUD), de Braga (outubro). 1946 Fundação do Rotary Club de Braga de que é o 1º Presidente (3 de outubro). 1948 Subscreve o processo de candidatura de Norton de Matos à Presidência da República. 1949 Polémica com João de Moura Coutinho e Jerónimo Louro sobre a capela de S. Frutuoso (agosto/setembro). 1952 Manuel Monteiro falece, cerca das 22h, na sua residência na Rua Nova de Santa Cruz (18 de janeiro). Fonte: Henrique Barreto Nunes, Biblioteca Pública de Braga - Universidade do Minho.
Jornal da Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, nº 15, maio 1961. Editor: António Silva Pinto, Diretor: Júlio Freire de Andrade; Chefe de Redação: Rui Martins. Principais temas deste número: - Artigo de José Augusto Seabra intitulado "Transmitirá a nossa universidade uma cultura?"; “Para responder à pergunta: - qual a função da Universidade? - seria necessário um estudo profundo e exaustivo, que a encarasse nos seus variados e complexos aspetos, em relação, em primeiro lugar, com a estrutura social e respetiva superestrutura ideológica de que tem sido e tenderá a ser a expressão e o instrumento.” - Realização da I Semana Cultural Universitária; “As Secções Culturais das Associações de Estudantes de Lisboa realizaram em Março por iniciativa conjunta uma série de colóquios sobre temas de cultura a que deram o nome de I Semana Cultural Universitária. Estes colóquios realizaram-se na Sociedade Nacional de Belas Artes e foram dirigidos por críticos de arte dos diferentes assuntos versados (...) Sobre o colóquio, diz-se “Falou-se muito de sons mas bastante pouco de música”, pois houve membros muito mais focados na música eletrónica e na sua decomposição de Fourier do que a conceção mais clássica da música. “[...] a sessão terminou com a audição de um dos andamentos da Música para cordas, percussão e celesta de Béla Bartók!” - Dia Nacional do Estudante de 1961; “O Dia do Estudante de 1961”, presença de 350 estudantes de Coimbra e Porto. tendência de união dos estudantes à escala nacional. Registe-se que o maior anfiteatro do Técnico foi insuficiente em qualquer das 3 sessões realizadas. Finalizou com um jantar no ginásio do Técnico que recebeu quase o dobro dos inscritos. (450 previstos, 700 comensais). - Anúncio do 1º Encontro da Imprensa Universitária “1º Encontro da Imprensa Universitária”, O encontro teve lugar na AEIST, nos passados dias 11 e 12 de Março e reuniu representantes de 15 publicações, entre jornais, revistas e boletins, das 3 Academias do País. Discutiu-se a relação entre os jornais, plano nacional como internacional; situação e formação do estudante jornalista; possibilidade de realização dum jornal comum; difusão das publicações e possibilidade de uma tipografia académica. • Assuntos: Associativismo estudantil.
Livro Copiador de Correspondência Expedida pela Tesouraria da Sociedade Farmacêutica Lusitana, de 13 de agosto de 1858 a 25 de abril de 1861, organizado cronologicamente e contendo cópias manuscritas de correspondência expedida sobre diversos assuntos, nomeadamente sobre eleições para os cargos da tesouraria, registo de pagamento de quotas, jornais, diplomas e estampilhas, envio de jornais a sócios, admissão e demissão de sócios, nomeação de delegados, louvores pelos serviços prestados à Sociedade, enganos no envio de recibos e cobranças, relação de sócios sem dívidas, envio de cópias de estatutos aos sócios, pedido de doação monetária à Sociedade Farmacêutica Lusitana para investimento na sua sede. Entre os destinatários encontram-se Abílio Nunes Guardado, Adelino Augusto Pereira de Carvalho, Agostinho Dias Lima, Ângelo Joaquim Bravo, António Caetano de Bastos, António Cândido de Assunção Nunes, António Correia de Figueiredo, António de Oliveira Melo, António Francisco das Neves, António Francisco Romano Baptista, António Gomes Roberto, António Jacinto de Sousa, António Joaquim Ferreira, António Joaquim Rosado e Silva, António José Lopes da Silva, António Manuel Rodrigues, António Maria Caeiro, António Mendes de Matos, António Pais da Cunha Mamede, António Quirino de Sousa, António Rodrigues Vidal, Augusto César Marques, Augusto Joaquim da Costa Pereira Calheiros, Belchior Rosado Caeiro, Bernardo José Gonçalves, Caetano José de Araújo, Cândido Joaquim Xavier Cordeiro, Cândido Marcelino Borges, Cândido Máximo dos Reis Chaves, Domingos António Soeiro, Domingos Barata Diniz, Eduardo Júlio Janvrot, Félix da Fonseca Moura, Filipe Fernandes Calçado, Francisco Maria Supico, Francisco Ribeiro de Magalhães, Francisco Xavier de Sousa, Frederico José da Silva Nobreza, Januário José de Miranda, João António Silveira, João Augusto Penedo, João Bernardo de Miranda, João Carlos de Matos, João Crisóstomo de Almeida, João de Deus Baptista, João José de Sousa Magalhães, João José Pereira Amado, Joaquim António Pinto, Joaquim José da Veiga, Joaquim José Rodrigues, Joaquim José Roquete, Joaquim Pinto Madureira, Joaquim Urbano da Veiga, Joaquim Vicente da Silva, José António da Cunha, José António Lopes, José Félix Nunes Franco, José Joaquim Brochados Caldas, José Manuel Teixeira Malheiro, José Mendes dos Santos, José Ribeiro Guimarães Drack, Luís António da Costa, Manuel José da Silva Rosa, Manuel Luís da Silva Saturnino, Manuel Maria Teixeira, Manuel de Ornelas, Maurício de Andrade, Narciso José Gomes do Souto, Policarpo dos Reis Mendo Costa, Rafael Gonçalves de Azevedo, Sebastião A. G. da Silva, Tomás Paulo da Palma. Nomes referidos na correspondência que não constam da lista de destinatários: Anacleto António Rodrigues de Oliveira, António de Sousa Dias, António Joaquim Pereira, João Crisóstomo Pereira Barroso, Joaquim da Costa Neves, Joaquim José Alves, José Tedeschi, Manuel Nepomuceno, Raposo Sobrinho, Sebastião Betâmio de Almeida.
Pasta contendo documentos avulsos relativos às Sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana para elaboração de atas. Contém documentos datados entre 8 de setembro de 1927 e 31 de julho de 1928, nomeadamente minutas datilografadas e manuscritas das sessões; moções, propostas e cartas de sócios; pareceres de sócios e comissões da Sociedade; editais; circulares; correspondência recebida e expedida; recortes de jornais; convites aos sócios; ficha de proposta para admissão de sócios; rótulos e etiquetas. São abordados diversos assuntos nomeadamente sobre as leis de defesa da saúde pública; orçamento para aquisição de um vitral para a sede da Sociedade; criação do sindicato dos fabricantes de produtos farmacêuticos e especialidades; uniformização dos preços dos medicamentos; atraso na transcrição das atas a partir de 22 de agosto de 1927; projeto de lei das associações de socorros mútuos; pautas alfandegárias sobre artigos de vidro (ampolas de vidro neutro, tubo de vidro neutro para ampolas); quotas; admissão e demissão de sócios; admissão a sócios honorários de Achilles Alfredo da Silveira Machado, Leopoldo Lopez Perez e José Alemão de Mendonça Cisneiro e Faria; I Congresso Nacional de Farmácia; Farmácia Pancada; farmácias militares; lei do exercício profissional; exercício ilegal de farmácia; Federação Nacional de Farmacêuticos; caixa de reformas para farmacêuticos; cooperativa farmacêutica; limite de abertura de farmácias; suspensão do selo nas especialidades farmacêuticas; formulários de medicamentos; uniformidade do título de farmacêutico; identificação do açafrão; Rodrigo Maria Frazão; votos de sentimento pelo falecimento de Francisco Silvestre do Rego, Vicente José de Seiça e Júlio Henriques; regimento do preço dos medicamentos; subscrição para a Casa da Química; transcrição de parte do plano de revisão da farmacopeia portuguesa; colaboração na exposição médico-cirúrgica e de higiene do III Congresso Nacional de Medicina; transcrição da “Contribuição para um estudo de método único de dosagem de mercúrio nos seus sais com aplicação na terapêutica”; sobre o trabalho de Goes de Oliveira “Ensaio dos Fármacos nos nossos Laboratórios”; abertura ilegal de farmácias; aviso convocatório da Sociedade publicado nos jornais “A Voz”, “O Século”, “Diário de Notícias”; aprovação e transcrição de alguns artigos do estatuto da Sociedade; imposto camarário a farmácias; horário de trabalho das farmácias; eleições de Corpos Gerentes; doações à biblioteca da Sociedade; pós de Dower; receitas veterinárias; exercício ilegal das profissões sanitárias. Contém rótulos e etiquetas de diversos organismos: Sociedade Industrial Farmacêutica, Raúl de Campos Palermo, Farmácia Marques, Farmácia Cruz e Costa, Pharmacia Barral, Pharmacia Lima Amaro, Farmácia Campos, farmácia André, Sociedade de Produtos Químicos e Farmacêuticos, Farmácia Vieira, Farmácia da Mutualidade Obrig. na Doença, Farmácia da Misericórdia, Elísio dos Santos Rolinho, Farmácia Correia, Adelino Bairrão, Farmácia Neves, Pharmacia Emílio Fragoso, M. Grillo Júnior, Farmácia Oliveira, Pharmacia Internacional de Lisboa, Pharmacia Ferreira & Germano Lª, Farmácia Silva Sardo, Alberto Malta, Pharmacia Barbosa, Farmácia Estácio.
Esta série contém uma recolha de artigos em boletins, jornais, actas sobre a JNA e o IAPO, geralmente acompanhados por apontamentos de Manuel de Lucena: Pasta 1 – Dois exemplares, um deles pertencendo a Regina Borges, da publicação “Para a valorização da agricultura. O regime de comercialização do azeite e dos óleos alimentares (1965-66)”, portaria n.º 21 741 de 22 de Dezembro de 1965. Pasta 2 – Notas de leitura manuscritas por Manuel de Lucena sobre vários artigos publicados no Boletim da JNA e no Boletim do IAPO; fotocópias de quadros anexos e de artigos completos desses mesmos boletins, incluindo o de uma lista de todos os trabalhos publicados no Boletim da JNA entre 1946 e 1972. Contém ainda: o folheto de divulgação “O olival: cultura e granjeio” de J. Mira Galvão, Lisboa, edição da JNA, 1940; fotocópias de partes da obra “Da genuinidade dos óleos vegetais” de Ana Afonso Braga da Cruz Ferrão; fotocópia de duas notícias publicadas no Diário de Lisboa: “Carta do deputado eng.º Camilo de Mendonça a propósito de comunicado do Grémio Nacional dos Industriais de Óleos” e “O Grémio Nacional dos Óleos Vegetais esclarece a opinião pública a propósito do discurso de um deputado na Assembleia Nacional”. - fotocópia de extractos do Diário das sessões da Assembleia Nacional: n.º 29 de 28 de Fevereiro de 1970, n.º 161 de 24 de Fevereiro de 1972, e n.º 203 de 6 de Dezembro de 1972.
Documentação relacionada com a Igreja de São Lourenço e a Capela de Nossa Senhora da Luz, situadas na freguesia de Carnide, 2.º Bairro de Lisboa, nomeadamente: pedido de reparações no edifício; condições para o arrendamento em hasta pública do quintal anexo à Capela da Luz; páginas de jornais contendo o edital que publicita o arrendamento; orçamentos relativos a reparações; entrega de objectos provenientes da Capela de Nossa Senhora da Luz em Carnide ao Museu Nacional de Arte Antiga; parecer do Conselho de Arte e Arqueologia sobre o estabelecimento do culto católico na igreja de Nossa Senhora da Luz facilitando "a conservação desse belo exemplar arquitetónico", mediante as reparações consideradas indispensáveis, com vista à utilização da antiga igreja matriz de Carnide como escola "desde que esse aproveitamento não prejudique não só os azulejos que revestem, a toda a altura, as paredes do corpo da referida igreja e que em lambris, decoram a Capela-Mor, como as cantarias da época primitiva"; conta-corrente das receitas e despesas entre 8 a 11 de Setembro de 1916; pedido de abertura de uma porta do parque do quartel do 1.º Grupo de Metralhadoras para a casa antecedente e anexa à sacristia da Igreja da Luz.
Desafectação do culto da igreja do antigo Convento de Santa Joana, situado na Rua de Santa Marta, freguesia de Camões, do 3.º Bairro da cidade de Lisboa, a fim de se proceder ao alargamento e melhor instalação dos arquivos do Ministério das Finanças, tendo em consideração que a poucos metros de distância fica situada a igreja paroquial do Coração de Jesus, com capacidade para a celebração do culto católico. Venda em hasta pública dos respectivos móveis, utensílios, paramentos e alfaias. Contém editais e informação detalhada da Comissão Jurisdicional dos Bens Cultuais com as orientações para a realização do leilão; páginas de jornais com as publicitações; listagem dos objectos vendidos, dos respectivos adjudicatários, valor da avaliação e da venda; comprovativo do depósito na Caixa Geral de Depósitos da importância de 96.421$00 resultante da venda em hasta pública; cópia do auto de entrega datado de 18 de Junho de 1918, à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e Senhor Jesus de Santa Via-Sacra dos objectos que se encontravam na igreja do extinto Convento de Santa Joana, devidamente discriminados; assim como listagem dos objectos recebidos pelo Conselho de Arte e Arqueologia de Lisboa, com destino aos museus da circunscrição, nomeadamente ao Museu Nacional de Arte Antiga, maioritariamente dos séculos XVII e XVIII.
Notas e informações sobre o estado de degradação das estradas entre o Tejo e a Venda Nova, relatório sobre o estado da estrada de Abrantes ao Codes e do ramal de Sardoal; requerimentos de proprietários reclamando indemnizações pelos prejuízos sofridos e pagamento de expropriações, reclamações por dívidas referentes a trabalhos de fiscalização e construção em diversos lances da estrada Abrantes a Castelo Branco . Relatório do estado em que se encontrava a extensão concluída da estrada do Tejo ao Codes quando a Direcção das Obras Públicas do Distrito de Santarém tomou conta da Secção de Abrantes; orçamentos de reparação dos lanços dados por prontos na estrada de Abrantes por Castelo Branco a Salvaterra do Extremo e orçamento de grande reparação do lanço da estrada do Tejo à Venda Nova; pareceres do Conselho de Obras Públicas. Constituição de uma Comissão para avaliar as dívidas do Estado por indemnizações, expropriações, jornais, materiais, despesas de administração e de fiscalização relativos a vários lances da estrada de Abrantes a Castelo Branco - nomeação e memorando sobre as dívidas. Relatório sobre o estado das estradas a cargo da Secção de Abrantes; requisições de fundos e pedidos de libertação de verbas.
Ofícios, brochuras, jornais referentes à Exposição Universal de Paris de 1867 ou a Segunda Exposição Universal ou "Exposition Universelle d'Art et d'Industrie" (Exposição Universal de Arte e Indústria), que se realizou entre 1 de abril e 3 de novembro de 1867 no Campo de Marte, em Paris. Circular aos Governadores Civis de 18 de Dezembro de 1865 e 12 de Abril de 1866 da Comissão Encarregada dos Trabalhos Preparatórios para a Exposição Universal de Paris. Circular de convite aos industriais. Correspondência com o Ministério e outras autoridades. Carta de Georges Aumont, arquitecto paisagista dirigida ao Conde d'Ávila, Comissário Real da Exposição a informar que os trabalhos dos jardins do Champs de Mars lhe foram adjudicados pela Comissão Imperial Francesa. Exemplares do jornal "L'Exhibiton" de 1866. Documentos relativos ao processo para a eleição dos artistas que hão-de visitar a Exposição por conta do Governo. Registo contabilistico de recebimentos e despesas com transporte de objectos, pagamentos a expositores e funcionários. Minuta de Relatório sobre a exposição bastante rasurado e com uma nota inicial " Remeto a V. Exª a minuta do relatório que V. Ex. prometeu mandar pôr a limpo. (...) Não vou pessoalmente porque temo que a victima que tiver de copiair o relatório me assassine." assinado Viriato. Ofícios dos vários participantes na Exposição. Relação de prémios concedidos aos expositores portugueses. Desenho (1) vegetal colorido da secção do Parque Campo de Marte atribuído ao reino de Portugal.
A unidade de instalação é composta por documentação relativa a obras de construção e manutenção da Estrada Nacional nº 76 de Vila Nova de Portimão á estação de Monchique (lanço de Saboia a Monchique), da Estrada Distrital nº 191 de Aljezur á Mina de São Domingos (ponte sobre o Rio Guadiana em Mértola), da Estrada Distrital nº 175 da Ribeira de São Manços a Beja. Contém mapas de despesa, ordens de pagamento a funcionários e empreiteiros, caderneta de ponto de jornais. Contém também outros documentos: mapas de requisições de despesa para as obras em várias estradas (Estrada Real nº 75, Estrada Distrital nº 175, Estrada Distrital nº 176, Estrada Distrital nº 180, Estrada Distrital nº 185, Estrada Distrital nº 189, Estrada Distrital nº 191, Estrada Distrital nº 197, Estrada Nacional nº 19); mapa de previsão de despesa a 5 anos em várias estradas do distrito (08/05/1906); mapas de conta corrente; mapas do estado (obras) das estradas; mapa do pessoal contratado pela Direção de Obras Públicas (29/03/1911); diploma de nomeação de cantoneiro (01/07/1912); processo de um abandono feito por um comerciante a um trabalhador despedido da obra da Estrada Distrital nº 189 (28/11/1907); recibos de pagamento de despesa com a publicação de anúncios (concursos de adjudicação); termos de compra (20/09/1904); auto de arrematação de duas acácias (22/07/1919); auto de licitação ; ordem de serviço; guia de marcha.
Sobre actos ilegais praticados pela Junta de Freguesia de Alcântara da cidade de Lisboa com o arrendamento da Capela de Santo Amaro e de um terreno anexo a esta à Sociedade Filarmónica Alunos de Harmonia, convicta que estava a Junta de que a referida Capela era sua propriedade. A Capela de Santo Amaro estava, pelo seu valor artístico e histórico, classificada como monumento nacional. Dificuldade de entrega de um tapete persa daquela capela ao Museu Nacional de Arte Antiga. Inclui relação dos artigos encontrados na Capela de Santo Amaro que devem ser vendidos em hasta pública; edital e condições de venda dos objectos em hasta pública; páginas de jornais contendo anúncios sobre o leilão do recheio da Capela de Santo Amaro; relação dos artigos que foram vendidos em leilão no dia 6 de Dezembro de 1920, dos artigos que não tiveram licitantes, dos artigos requisitados para o Museu Nacional de Arte Antiga e dos artigos que ficaram na Capela de Santo Amaro; auto de posse lavrado a 14 de Dezembro de 1920 na Capela de Santo Amaro, situada no Largo de Santo Amaro, de diversos bens existentes na capela para a Junta de Freguesia de Alcântara.
Trata-se de um conjunto de cinco recortes de outros tantos jornais. Inicia-se cronologicamente com "o diário", ocupando quase por completo uma página, num artigo de divulgação do atual Solar dos Zagallos, contendo algumas grosseiras incorreções, históricas e cronológicas, intitulado "Almada encontrou na Sobreda o seu natural Palácio da Cultura", de Adelino Tavares da Silva. Segue-se o "Jornal de Almada", com o artigo sobre a criação da freguesia da Sobreda, intitulado "Sobreda de Caparica", por Luiz Oosterbeek, onde é feita referência ao Solar dos Zagallos. Em seguida, o "Jornal da Região", apresenta na rubrica "Cantinhos da Região" um artigo de divulgação de Célia de Sousa, "Sobreda. O Velho Solar", que, ao contrário do primeiro, apresenta dados fidedignos, fazendo citações das fontes . Os seguintes, respetivamente, "A Capital" e o "DN" apresentam breves notícias, respetivamente "Restauros incorrectos danificam igrejas", referindo Mário Zagalo, no Porto e "Falsos diplomas comprados na Net", referindo Paulo Zagalo e Melo, responsável pela Comissão de Fulbright, assuntos que nada têm a ver com a família Zagalo ou o respetivo Solar, na Sobreda.
Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024. Documentos: 1 número de cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974. "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura. Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram." • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: EXPOSIÇÕES pós-1981.
Coleção composta por documentação que abrange a atividade científica e pessoal do antropólogo João Pina-Cabral. No caso da atividade científica, contém um maço com fotocópias do registo do trabalho pago a jornaleiros entre 1951 e 1974, anotadas a manuscrito e dois maços de fotocópias do primeiro maço. A documentação original pertence Arquivo Familiar da Casa dos "Morgados de Landim" e estas cópias foram produzidas durante o seu trabalho de campo em Ponte de Barca (1978-1985); 40 cassetes com entrevistas realizadas durante o seu trabalho de campo em Macau (1989-1991) e um conjunto variado de jornais macaenses e outras publicações (1995-1996). No caso da atividade pessoal, a coleção contém um álbum de cartões postais (1905) e dois álbuns fotográficos (1908-1909 e 1909-1956) provenientes de Elaine Sanceau (1896-1978), amiga da família Pina-Cabral; um álbum de cartões postais e vários postais avulsos recolhidos pelo Comandante Daniel Pina Cabral, avô de João Pina-Cabral, durante um périplo por África (1924); um álbum contendo um estudo realizado pelo comandante Daniel Pina Cabral (entre 1939-1940) sobre a farolagem na costa de Angola e um conjunto variado de postais avulsos recolhidos por João Pina Cabral e por Ana Avelina Dos Santos de Pina Cabral (mãe de João Pina-Cabral).
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias da igreja de São Bernardo, extinto Seminário de Portalegre, que teve lugar nos dias 13 a 15 de Novembro de 1921, de que se obteve o montante de 23.748$30. Inclui relatório do oficial da Secretaria da Comissão Central de Execução da Lei da Separação sobre aquela venda bem como da situação de outros bens da Capela de Santo André, da Capela de São Bartolomeu, da igreja do Recolhimento de São Braz e da Irmandade da Ordem Terceira de São Francisco. Inclui páginas de jornais com anúncios do leilão; listagem dos móveis, utensílios e alfaias da igreja do extinto Seminário de São Bernardo de Portalegre, com a designação, o nome do adjudicatário, a avaliação e o montante pelo qual foi vendido; assim como referência aos objectos que deveriam dar entrada no Museu Regional e os sinos da torre da igreja pretendidos por cedência pelo Grémio Planetário para serem fundidos a fim de integrarem um monumento aos mortos da Grande Guerra.
Venda em hasta pública de móveis, utensílios, paramentos e alfaias de igrejas situadas no concelho de Arronches, distrito de Portalegre que se encontravam encerradas ao culto, muitas delas anteriormente à proclamação da República. Contém a lista dos bens vendidos provenientes da Igreja do Espiríto Santo; Igreja de Nossa Senhora da Luz; Igreja de Nossa Senhora do Carmo dos Matos; Capela de São Brás; Capela de Santo António e Capela de Santo Isidro que perfizeram a quantia 14.436$60. A venda ocorreu nos dias 26 a 28 de Março de 1922 com percalços motivados pelo recebimento de telegramas do Ministro da Justiça e dos Cultos que ordenava a suspensão da venda dos objectos em Arronches e a sua realização na cidade de Elvas. Inclui páginas de jornais a anunciar a realização do leilão; listagem dos objectos que deviam dar entrada no Museu Nacional de Arte Antiga existentes na igreja matriz de Arronches e na Capela de Nossa Senhora do Carmo dos Matos; nota dos registos de nascimento, casamento e óbito efectuados civilmente no concelho de Arronches antes de 5 de Outubro de 1910; indicação da data de encerramento ao culto dos mencionados templos.
Venda em hasta pública a 6 de Dezembro de 1923 dos móveis, paramentos e alfaias da antiga Capela de Nossa Senhora da Conceição, do lugar de Agualva, freguesia de Belas, concelho de Sintra e distrito de Lisboa e que rendeu a quantia de 14.650$50. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Desta capela foram separados para o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, uma insígnia da Ordem de Cristo e um paramento composto de uma casula, duas dalmáticas, três manípulos e duas estolas de gorgorão e brocatel, do século XVII. Inclui ainda auto de entrega de um conjunto de bens que se encontravam na posse da Junta de Freguesia de Belas e que passaram para a posse da Comissão Central de Execução da Lei da Separação, com vista à sua venda em hasta pública.
A secção refere-se à actividade profissional de João Brito Câmara, como advogado, desde os seus estudos em Direito, na Universidade de Coimbra. Constitui-se nas três séries seguintes: Comemorações do curso de Direito de Coimbra, de 1927 a 1932, Artigos sobre julgamentos de João Brito Câmara e Correspondência diversa recebida e expedida. Embora muito escassa para a sua longa actividade, a documentação revela que João Brito Câmara procurou dinamizar a sua profissão de jurista, quer através de contactos pessoais com outros seus pares, quer através da aquisição de publicações sobre Direito para a Biblioteca da Ordem dos Advogados, no Funchal. E, também, tentou aproximar os tribunais do cidadão comum, ao publicar alguns dos seus polémicos julgamentos em opúsculos e jornais. João Brito Câmara foi Delegado da Ordem dos Advogados, na Ilha da Madeira, em 1953. A sua vida profissional inspirou alguns dos seus poemas como em "Hasta Pública" e "Audiência" do livro Relance (1942), coligido em Poesias Completas (Coimbra, Atlântida Editora, 1967, p. 64-66 e 70-75).
Manuel Maria de Oliveira Ramos nasceu em Ovar, 1862 e morreu em Lisboa, 1931. Foi professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, notabilizou-se como crítico musical e de arte nos jornais de Lisboa e Porto. Era filho do jornalista João de Oliveira Ramos, conhecido como o Pai Ramos. Estudou na Escola do Exército e seguiu a carreira militar. Licenciado pela Universidade de Coimbra, foi professor dos liceus. Em 1904, com a reforma do Curso Superior de Letras, tornou-se professor universitário, lecionando durante 26 anos História Geral e História de Portugal.Foi também professor no Colégio Militar e na Escola Normal Superior. Em 1917, foi tutor do príncipe real D. Luís Filipe em História e Literatura.Escreveu as obras A Música Portuguesa (1881) e A Baixela Barahona - Um Problema de Arte (1900), e traduziu livros de Júlio Verne, bem como a História Universal, de G. Oncken, a História da Época dos Descobrimentos, de Sophus Ruge, e O Casamento de Fígaro, de Beaumarchais. Colaborou na Enciclopédia Portuguesa, de Maximiano de Lemos, e na História da Literatura Portuguesa Ilustrada, dirigida por Forjaz Sampaio. O seu nome consta na lista de colaboradores da revista A Arte Musical (1898-1915). Fonte: Wikipédia.
Boletim Municipal do mês de Abril de 1990. Possui os seguintes artigos: - O Dia dos Relógios de Sol - Obras, aquisições e subsídios concedidos pela Câmara no anterior mandato – Obras; Bens patrimoniais/aquisições; Bolsas de estudo e subsídios - Na Vidigueira só abrem cafés (entrevista) - Noticiário: subsídio à Liga dos Amigos da Vidigueira; subsídio ao Clube de Futebol Vasco da Gama para pagamento de obras no pavilhão gimnodesportivo; construção da capela mortuária e torre do relógio de Marmelar; instalação da iluminação pública na estrada que atravessa a vila; conclusão do Centro de Dia de Marmelar, bem como, da delegação da Junta de Freguesia de Pedrógão e do posto médico; subsídio à Sociedade Recreativa União Vila Fradense; pagamento de transportes escolares; inauguração das novas instalações da Repartição de Finanças e da Tesouraria da Fazenda Pública; actividades na área desportiva; Jogos Concelhios; escola de natação; cinema e exposições na Biblioteca (exposição de jornais); II Mostra de Doçaria Regional no Centro de Dia de Vila de Frades; Mostra de Artesanato - Piscinas são prioridade - Calendarização das reuniões ordinárias de Câmara - Câmara aguarda actividade da nova cooperativa (Cooperativa Agrícola Fruti-Horticultura do concelho de Vidigueira) - Pelouros
Aglomerado de pessoas, composto maioritariamente por mulheres e crianças, posando para a fotografia em redor de uma mesa onde observamos várias bandejas com frutas, copos e bebidas. A primeira menina, em cima, usando chapéu, da esquerda para a direita, é Armanda Rosa Mendes, seguida das irmãs (também usando chapéu) Maria Justina Rosa Mendes e Maria das Dores Rosa Mendes. No canto superior direito encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “1ª Volta a Portugal bicicleta, 1927”. No verso, inscrita também a caneta, visualiza-se a seguinte mensagem: «1ª Volta a Portugal em Bicicleta. 2 de Maio de 1927. Comissão de senhoras que distribuíram refrescos e frutas aos corredores». Da esquerda para a direita, ao lado do jovem "ardina" com chapéu do “Diário de Notícias”, encontramos «dona Maria Pires, dona Catarina Ferreira, dona Mariana Contente, dona Maria Santana, dona Ana Sequeira, dona Maria sequeira, dona Júlia Santana». A 1ª Volta a Portugal em bicicleta realizou-se efectivamente em 1927, mais exactamente com início a 26 de Abril. A Volta foi realizada por parceria entre os jornais Diário de Notícias e Os Sports e percorreu o país durante 20 dias num percurso de 2000 km repartidos por 18 etapas. António Augusto Carvalho foi o primeiro vencedor daquela que viria a ser chamada de Prova Rainha do ciclismo português, continuando hoje em dia a marcar o panorama desportivo nacional.
Informa dos tumultos que se verificam em Londres devido ao descontentamento generalizado pelo novo lançamento de impostos para cobrir o deficit das finanças públicas e das dificuldades que o Ministério enfrenta para remediar a situação. Todos aguardam com ansiedade pelo discurso do principe-regente na abertura do Parlamento. Defende que também é necessário reformar o Parlamento inglês por estar corrompido e que esta situação repercute-se no bom funcionamento dos orgãos de governo. Louva o trabalho do Conde da Barca em prol "da sua Patria tendo reconduzido a aquella ordem de preminencia que deve occupar a justo título". Elogia o recém-nomeado ministro inglês para a Corte do Rio de Janeiro, Sr. Thorthon, dizendo que irá ao encontro deste para contrapor as informações malignas que o predecessor, Lord Strangford, lhe comunicou. Comenta o desempenho do Conde de Palmela. Informa que os jornais noticiaram a assinatura de um Tratado de Comércio entre Portugal e a Aústria, onde as manufaturas desta entratrariam no Brasil sem pagar direitos. Fala num novo imposto sobre os produtos do Brasil. Informa que Manuel de Sousa Freire ofereceu-lhe ajuda nos negócios, o que o incentiva a prosseguir. Remete o discurso do Príncipe na abertura do Parlamento [inglês], o qual lhe valeu insultos e agressões vindas da população. Anotou na última página: "Copia da Carta de 29 de Janeiro por via de Lisboa".
Informa dos tumultos que se verificam em Londres devido ao descontentamento generalizado pelo novo lançamento de impostos para cobrir o deficit das finanças públicas e das dificuldades que o Ministério enfrenta para remediar a situação. Todos aguardam com ansiedade pelo discurso do principe-regente na abertura do Parlamento. Defende que também é necessário reformar o Parlamento inglês por estar corrompido e que esta situação repercute-se no bom funcionamento dos orgãos de governo. Louva o trabalho do Conde da Barca em prol "da sua Patria tendo reconduzido a aquella ordem de preminencia que deve occupar a justo título". Elogia o recém-nomeado ministro inglês para a Corte do Rio de Janeiro, Sr. Thorthon, dizendo que irá ao encontro deste para contrapor as informações malignas que o predecessor, Lord Strangford, lhe comunicou. Comenta o desempenho do Conde de Palmela. Informa que os jornais noticiaram a assinatura de um Tratado de Comércio entre Portugal e a Aústria, onde as manufaturas desta entrariam no Brasil sem pagar direitos. Fala num novo imposto sobre os produtos do Brasil. Informa que Manuel de Sousa Freire ofereceu-lhe ajuda nos negócios, o que o incentiva a prosseguir. Remete o discurso do Príncipe na abertura do Parlamento [inglês], o qual lhe valeu insultos e agressões vindas da população. Junto remete cópia da carta de 20 de Janeiro.
Apesar de já ter escrito no dia 6 do presente, volta a fazê-lo em virtude das notícias ultimamente recebidas. Lamenta que o seu nome não conste da lista de nomeações de Cônsules de Portugal que foi publicada nos jornais no dia 20 so corrente. Sustentando que "até aos estrangeiros parece estranho, que os agentes de uma nação sejaó escolhidos entre os que a ella naó pertencem". Vai fazer todps os esforços para ir a essa capital [do Rio de Janeiro]. Roga ao destinatário para que o empregue, por forma a não passar o resto da sua vida em mendigo depois de 16 anos injustamente expatriado, oprimido e atormentado. Comenta as mudanças verificadas no ministério francês e que se não se adoptarem outras medidas o Rei será mal servido. Circulam moedas com a efígie de Napoleão II, suspeitando-se que as mesmas são feitas em Inglaterra e na Aústria; grande circulação de proclamações e outros escritos incendiários; não há um só oficial da polícia que seja fiel ao rei; por todo o lado encontram-se indivíduos que, com palavras e distribuição de bebidas, procuram seduzir o povo tal como aconteceu umas semanas antes de Napoleão desembarcar em Cannes. Em face destes acontecimentos teme um acontecimento funesto para breve.
Assume a responsabilidade pela nova orientação do "Correio Braziliense". Comenta os artigos que tem escrito para o "Morning Chronicle". Os ingleses receiam tanto que o rei estabeleça definitivamente a sede da monarquia no Brasil que chegaram a aprontar uma nau para restituir a família real a Lisboa. Refere-se à evacuação das tropas inglesas da Madeira. Revela que Mr. Canning, nomeado Embaixador em Lisboa sob a influência do Conde do Funchal, [Embaixador em Londres], foi o autor do artigo publicado onde eram atribuídas a António de Araújo as culpas da retirada da Corte para o Brasil, e que conjuntamente com Lord Strangford foi o arquitetaram o "Triunvirato dos Sousas". António de Saldanha da Gama, [Min. Plenipotenciário para o Congresso de Viena], esteve de passagem em Londres e lamentou que, perante tamanha influência dos jornais na opinião pública, a Corte portuguesa gaste dinheiro com o Investigador [Portuguez] ao invés de comprar um jornalista inglês. Pede proteção para ser nomeado conselheiro ou secretário extraordinário na Embaixada de Londres.
Livro de Registo de Correspondência Recebida da Sociedade Farmacêutica Lusitana, de 1 de janeiro de 1917 a 25 de novembro de 1917. O livro encontra-se organizado com um índice alfabético, em duas colunas, uma com o nome dos remetentes, outra com a data do ofício, resumo, e nº de registo de entrada. Contém resumos manuscritos sobre diversos assuntos, nomeadamente o consumo mensal de papel para o jornal, envio de boletins, convites para conferências, receção de jornais, informações sobre o curso de farmácia, envio de exemplar do regimento de preços dos medicamentos, exercício ilegal de farmácia, legislação farmacêutica, eleição de comissões e corpos gerentes, pedido de consultas, projeto de reforma do exercício de farmácia, programas do curso de parasitologia, retificação de moradas, obrigações, assinatura de boletins, pagamento de diplomas e quotas. Entre os remetentes encontram-se Abel Martinho de Sousa Alves, Alberto da Costa Veiga, Alfredo Teodoro Simões Manso, Antonino Alves Barata, Artur Barreiros, Associação de Advogados, Associação de Agricultura, Augusto José Carlos de Oliveira, Augusto Pereira da Silva, Câmara Municipal de Lisboa, Centro Farmacêutico Português, César Augusto Simões, Companhia do Crédito Predial, Companhia do Gás, Escola de Medicina Tropical, Fernando Silva Baptista, Fortunato da Rocha Paiva, Francisco Carvalho, Francisco de Sousa Gomes, Hermínio Ramos de Vasconcelos, Inspeção Geral de Saúde, Jaime Costa, João Artur do Cruzeiro Seixas, João José da Costa, João Simões Costa, Joaquim do Nascimento Viegas Soares, Maria de Mesquita Lopes, Rodrigo Esteves Gusmão, Victor Branco.
Livro de Atas das Sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana correspondentes ao período de 23 de fevereiro de 1915 a 30 de novembro de 1916. O livro contém termo de abertura e encerramento com assinatura de José Alemão de Mendonça Cisneiros e Faria (presidente). Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre expediente; leitura e aprovação das atas anteriores; correspondência; solicitações de membros; consultas ou pedidos de parecer; admissão e demissão de sócios; Escola de Farmácia de Lisboa; Associação dos Farmacêuticos Portugueses; Mealheiro das Viúvas e Órfãos dos Operários que morreram de desastre no trabalho; Organização dos Farmacêuticos Milicianos; Direção Geral de Saúde; Câmara Municipal de Lisboa; Associação dos Médicos; Sociedade da Cruz Vermelha; Direção Geral de Alfândegas; concurso e prémio José Dionísio Correia; parecer da Comissão Revisora de Contas da Sociedade; eleições; aniversário da Sociedade; receita e despesa do ano económico de 1914 a 1915; jornais; relatório de ocorrências; reforma e regulamentação do exercício de farmácia; estatutos; regimento de preços e prática de descontos; inspeção e análise de medicamentos; reforma dos serviços farmacêuticos do exército; horário de trabalho; falta de medicamentos; votos de sentimentos e de agradecimentos; ofertas para a biblioteca; adaptação da Sociedade ao período de guerra e inatividade civil; criação de comissão de registo de farmacêuticos mobilizados; espaçamento das sessões.
Livro de Atas das Sessões Literárias da Sociedade Farmacêutica Lusitana correspondentes ao período de 11 de agosto de 1885 a 10 de dezembro de 1889. Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre expediente, leitura e despacho de correspondência; admissão de sócios efetivos, correspondentes, eliminação de sócios; processos judiciais; análises ao laboratório; pareceres das Comissões; eleições; moções e requerimentos de membros; artigo "Era Nova" de 28 de agosto de 1885; farmacêuticos de primeira e segunda classe; publicações em jornais; abusos por parte de droguistas; manipulação de medicamentos por não farmacêuticos; legislação farmacêutica; parecer relativo à venda de drogas e medicamentos; reforma do ensino farmacêutico; representação dirigida pela Classe Farmacêutica de Braga aos gerentes da Sociedade; cedência de diplomas de farmacêuticos a práticos; farmácias homeopáticas; aparecimento de medicamentos e formulações específicas; regimento de preços dos medicamentos; exercício ilegal da farmácia; envio do jornal da Sociedade para a Biblioteca do Município de Lisboa; propriedade e direção técnica de farmácia; Sociedade de Geografia; Escola Geográfica Colonial; Conselho de Instrução Pública; Centro Pharmaceutico; jornal "Pharmacia Portugueza"; jornal de Pharmacia e Chimica; revista de Medicina Militar; jornal "A Gazeta de Pharmacia"; Câmara Municipal de Lisboa; referência às obras oferecidas à Sociedade; obra "Synonymia chimico-pharmaceutica"; votos de sentimento, louvor, congratulação e agradecimento.