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Joaquim Mendes Guerra nasceu no Casteleiro em 1893, filho de Manuel José Fernandes Mendes Guerra, o maior proprietário da Aldeia à época, também ele natural do Casteleiro e de Emília dos Prazeres Neves Mendes Guerra, natural de Tamanhos no concelho de Trancoso. Joaquim Mendes Guerra foi casado com Maria do Céu Barreiros Guerra, (a “Senhora”) que enviuvou com apenas 52 anos. Em 1913, com vinte anos de idade, estudava em Coimbra, matriculado na Faculdade de Letras. No ano seguinte optou pela Faculdade de Direito. Contemporâneo na Universidade, e em algumas das disciplinas, de António de Oliveira Salazar e Manuel Gonçalves Cerejeira, com quem manteria fortes relações de amizade, Joaquim Mendes Guerra regressaria anos depois ao Casteleiro. Na política, integra a corrente do Integralismo Lusitano, ao invés de seu pai que pertencera ao Diretório do Partido Progressista do Sabugal até 10 de Agosto de 1898. Jornalista fundou a “Gazeta do Sabugal”, com sede no Casteleiro, órgão defensor dos “lavradores do concelho”. A 2 de Janeiro de 1926 toma posse como Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro. Um cargo de curta duração já que, a 30 de Junho do mesmo ano é empossado como Presidente da Comissão Administrativa do Concelho do Sabugal. Até à sua morte, desdobrou-se em múltiplas atividades políticas e, sobretudo, de publicação de artigos em diversos jornais do País. No dia da morte era publicado o seu último artigo no jornal “A Voz”, sobre “Usos e Festas Tradicionais da Beira”. Faleceu a 24 de Janeiro de 1953. In: http://vivercasteleiro.blogspot.com/2014/01/joaquim-mendes-guerra.html
Nasceu em Ninho de Açor, Castelo Branco, a 17 de agosto de 1900, faleceu em Vila Nova de Mil Fontes, a 1988. Foi Cónego e Arcediago da Catedral de Beja. O seu percurso iniciou com a entrada para o seminário do Fundão, em outubro de 1915, onde conclui a 22 de dezembro de 1923. Em Setembro de 1925 chega a Beja, para assegurar o cargo de Vice-Reitor do Seminário Diocesano em Serpa, onde para além deste cargo começa a escrever para o " Notícias de Beja", e dar aulas de ciências, de Francês e de religião e moral, entre outras atividades de cariz religioso e moral. Em 1942, fundou a Colónia Balnear de Nossa Senhora de Fátima, inicialmente somente feminina, em Vila Nova de Milfontes. Como académico, frequentou a Universidade de Estrasburgo, em 1937, durante algum tempo, mas a eclosão da 2ª. Guerra Mundial obrigou-o a deixar França, pelo que teve de ir para a Universidade de Coimbra, onde viria a doutorar-se em Direito Canónico com a tese "Situação Jurídica da Igreja em Portugal". Elevado à dignidade de Monsenhor, escreveu para numerosos jornais, traduziu 8 volumes de Tihamer Toth e deixou-nos um livro de carácter autobiográfico: "Testemunho de um sacerdote", em 1983. Agraciado em 15 de Março de 1965, pela República Portuguesa com o título de Comendador da Ordem de Benemerência. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Maria_Lourenço
Grande republicano nasceu em Pedrogão Grande em 1882 e faleceu em Braga em 1956. Viveu na casa n.º 225 da Rua Andrade Corvo. Possuía o curso de Bacharel em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra e o curso preparatório para a antiga escola do Exército. Conheceu Manuel Monteiro em Coimbra, de quem foi amigo e com quem partilhava os ideais políticos. Era professor do ensino liceal em 1910, tendo integrado a 1.ª Comissão Administrativa republicana da Câmara Municipal de Braga. Foi nomeado Bibliotecário em 3-4-1911 da Biblioteca Pública de Braga, passando a diretor em 4 de Julho de 1918. Além de bibliotecário-arquivista competentíssimo e empreendedor, foi também um homem de cultura, um investigador de temas bracarenses. Possuía conhecimentos profundos de história e arqueologia. Daí resultaram centenas de artigos insertos nos jornais locais Correio do Minho e Diário do Minho e textos publicados em revistas da especialidade, como os Anais de Bibliotecas e Arquivos, Biblos, Bracara Augusta, Mínia, etc., bem como uma monografia sobre o Bom Jesus do Monte. Foi também o primeiro diretor do Museu D. Diogo de Sousa, criado em 1918. In: http://historiaporumcanudo.blogspot.com/2010/06/alberto-feio-soares-de-azevedo.html
Grande republicano nasceu em Pedrogão Grande em 1882 e faleceu em Braga em 1956. Viveu na casa n.º 225 da Rua Andrade Corvo. Possuía o curso de Bacharel em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra e o curso preparatório para a antiga escola do Exército. Conheceu Manuel Monteiro em Coimbra, de quem foi amigo e com quem partilhava os ideais políticos. Era professor do ensino liceal em 1910, tendo integrado a 1.ª Comissão Administrativa republicana da Câmara Municipal de Braga. Foi nomeado Bibliotecário em 3-4-1911 da Biblioteca Pública de Braga, passando a diretor em 4 de Julho de 1918. Além de bibliotecário-arquivista competentíssimo e empreendedor, foi também um homem de cultura, um investigador de temas bracarenses. Possuía conhecimentos profundos de história e arqueologia. Daí resultaram centenas de artigos insertos nos jornais locais Correio do Minho e Diário do Minho e textos publicados em revistas da especialidade, como os Anais de Bibliotecas e Arquivos, Biblos, Bracara Augusta, Mínia, etc., bem como uma monografia sobre o Bom Jesus do Monte. Foi também o primeiro diretor do Museu D. Diogo de Sousa, criado em 1918. In: http://historiaporumcanudo.blogspot.com/2010/06/alberto-feio-soares-de-azevedo.html
Venda de vários prédios que pertenciam à fábrica da igreja da freguesia de Quintos, concelho e distrito de Beja e que tinham sido arrolados por efeito da Lei da Separação de 20 de Abril de 1911, nomeadamente uma casa com dois compartimentos no sítio dos Montes Novos; uma casa com dois compartimentos no sítio de Moncorvo; uma casa de um só compartimento no sítio de Monte Barranco; a courela denominada "das Almas"; o ferragial denominado "do Senhor Jesus"; o ferragial denominado "da fábrica". Contém editais, jornais publicitando os leilões, recibos, autos de arrematação, despesas e receitas obtidas.
Dossier de imprensa sobre os "Serviçais de S. Tomé" e a existência de escravatura no recrutamento e trabalho nas plantações de cacau das colónias portuguesas da África Ocidental. Contém: Recortes de imprensa avulso (dois documentos de imprensa s.d.; quatro documentos de imprensa de 1907; cinco documentos de imprensa de 1909; treze documentos de imprensa de 1910; dez documentos de imprensa de 1911; um documento de imprensa de 1912; dez documentos de imprensa de 1913; um documento de imprensa de 1914. - Caderno de imprensa de 1907-1914; Caderno de imprensa de 1913 "Extractos dos Jornais".
Venda em hasta pública de paramentos, imagens, utensílios e pratas da antiga igreja do suprimido Convento de Santa Joana, localizado na Rua de Santa Marta, na cidade de Lisboa, pela quantia de 5608$00 que foi depositada na Caixa Geral de Depósitos. Inclui páginas de jornais publicitando o leilão dos referidos materiais, relação detalhada dos objectos, nomes dos adjudicatários e montantes da avaliação e da adjudicação. Dos objectos foram separada uma imagem em madeira, de Santa Joana, com destino ao Museu Nacional de Arte Antiga.
Compreende a documentação relativa à obra na estrada nacional assim como na estrada de serviço ao Caminho de Ferro de Cuba, na ponte sobre a Ribeira de Odearça, entre outras. Contém caderneta de ponto de jornaes, mapa de folhas de jornais, mapas de anúncio de arrematação, programas de concurso, correspondência, ordens de serviço, editais, certidão de afixação, auto de consignação, contratos, caderneta de medição de trabalho, mapa de despesa ou execução dos trabalhos, conta corrente e final, auto de receção provisória e definitiva, termos de adjudicação.
Compreende a documentação relativa à obra do lanço de Odemira à Ponte sobre a Ribeira do Targal na Estrada Nacional nº 22 (pela classificação atribuida a do Decreto 12100 de 31/07/1926), antiga Estrada Distrital nº 162 (classificada pelo Decreto de 21/02/1889), designadamente mapas de despesa relativos aos anos económicos de 1901 a 1906, cópias de contratos, autos de licitações, editais, mapa de liquidação dos trabalhos executados por empreiteiros. Relativamente à Ponte sobre a Ribeira do Targal, o processo inclui o projeto de modificação nas fundações, com memória descritiva, cálculos de volumes, preços, orçamento, pontos de jornais vencidos, condições especiais para a arrematação de empreitadas, orçamento primitivo e retificado.
Compreende a documentação relativa à obra do lanço do Monte Novo à Estação de caminho de Ferro de Odemira na Estrada Nacional nº 22 (pela classificação atribuida a do Decreto 12100 de 31/07/1926), antiga Estrada Distrital nº 162 (classificada pelo Decreto de 21/02/1889), designadamente mapas de despesa relativos aos anos económicos de 1901 a 1907, autos de exame de trabalhos, termo de adjudicação, auto de licitação, auto de abertura de propostas, edital, autos (multas por transgressões) a pastor, contrtato, ponto de jornais vencidos, mapas de requisições de fundos, mapas de expropriações, termos de compra, auto de exame de trabalhos, auto de receção provisória e definitiva, periódicos.
Acontecimentos relacionados com o arrolamento de um relicário que fora de Ordem Militar de São Bento de Avis, que pretensamente teria servido a Nuno Álvares Pereira e sua incorporação no Museu Nacional de Arte Antiga. Apesar da concordância da Comissão Central de Execução da Lei da Separação, os dois conservadores do Museu Nacional de Arte Antiga - Luís Keil e Virgílio Correia Pinto da Fonseca - não puderam recolher o objecto artístico dado o sino da igreja ter tocado a rebate e se ter juntado povo no largo da igreja impedindo a saída do relicário. Contém cópia do auto de ocorrência, inquérito, recortes de jornais e uma fotografia a preto e branco do relicário
Conjunto de documentação produzida e recolhida durante o trabalho de campo de João Pina-Cabral em Macau no âmbito de um projeto encomendado pelo Instituto Cultural de Macau. A subsecção contém: 40 entrevistas realizadas a figuras relevantes da sociedade civil macaense entre 1989 e 1991; um conjunto variado de jornais macaenses, recolhidos entre 1995 e 1996 (a recolha apresenta irregularidade na periodicidade), 2 números de uma publicação em caracteres chineses e 1 guia turístico da cidade. Este material serviu de base para o livro "Em Terra de Tufões: Dinâmicas da Etnicidade em Macau", publicado em 1993 e o livro "Between China and Europe: Person, Culture and Emotion in Macao", publicado em 2002.
Venda em hasta pública entre 28 de Maio e 13 de Junho de 1921 dos móveis, paramentos e alfaias do Paço Episcopal e Seminário da cidade do Porto, que se encontravam na Tutoria Central da Infância de que se obteve a quantia de 1.908$36. Refere-se ainda a venda de outros objectos em hasta pública que decorreu entre 5 e 7 de Julho de 1921 e que rendeu a importância de 16.649$37. Inclui listagens com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montante da avaliação e da adjudicação; assim como páginas de diversos jornais com notícias anunciando o leilão e guias de depósito dos montantes na Caixa Geral de Depósitos.
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias do extinto Seminário dos Carvalhos, do concelho de Vila Nova de Gaia e distrito do Porto, de que se obteve a quantia de 2.339$60. Refere-se ainda a cedência do edifício, a título definitivo, à Junta Geral do distrito do Porto, de acordo com o decreto n.º 3044, publicado no "Diário do Governo" n.º 43, 1.ª série, de 22 de Março de 1917. Inclui listagens com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montante da avaliação e da adjudicação; assim como páginas de diversos jornais com notícias anunciando o leilão e guias de depósito dos montantes na Caixa Geral de Depósitos.
Venda em hasta pública a 7 de Fevereiro de 1924 na Capela dos Paulistas, sede da 2.ª Comissão de Administração dos Bens das Igrejas de Lisboa, dos móveis, paramentos e alfaias da antiga capela de Leião, freguesia de Barcarena, concelho de Oeiras e distrito de Lisboa que rendeu a quantia de 1.498$50. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos.
Venda em hasta pública a 6 de Dezembro de 1923 dos móveis, paramentos e alfaias da antiga Capela de Santo António, do lugar de Tercena, freguesia de Barcarena, concelho de Oeiras e distrito de Lisboa, à excepção de uma fonte de louça que foi separada para o Museu Nacional de Arte Antiga e que rendeu a quantia de 1.805$50. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos.
Venda em hasta pública a 10 de Janeiro de 1924 de azulejos que revestiam interiormente o edifício da antiga Capela de Nossa Senhora da Conceição, do lugar de Agualva, freguesia de Belas, concelho de Sintra e distrito de Lisboa, assim como alguns móveis e que rendeu a quantia de 13.514$00. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Desta capela foram separados um painel de azulejos e um frontal de altar para serem recolhidos no museu a indicar pela Direcção Geral de Belas Artes.
Venda em hasta pública a 29 de Maio de 1924 dos móveis, paramentos e alfaias de uma capela situada em Paços, freguesia de Aldoar, do bairro ocidental da cidade do Porto, de que se obteve a quantia de 565$00. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montante da avaliação e da adjudicação; assim como páginas de diversos jornais com notícias anunciando o leilão. Inclui ainda informação dos referidos objectos terem sido examinados por um delegado do Conselho de Arte e Arqueologia não tendo sido identificado qualquer objectos com valor artístico, bem como se informa acerca de um anterior roubo de objectos naquela capela, no ano de 1918.
Pasta organizada pelo pai de Victor de Sá, Domingos Gomes de Sá. Inclui cartas, listas de despesas, faturas, recortes de jornais relativos ao período de admissão e permanência no Seminário das Missões do Espiríto Santo na Régua; notas de despesas, resultados escolares, recibos do pagamento de propinas e explicações, diploma de conclusão do 2º grau do ensino primário e dois relatórios produzidos por Victor de Sá, um sobre o ano letivo de 1938/39 e outro sobre a excursão académica do 4º ano do Liceu Sá de Miranda; correspondência com Agostinho da Silva e sobre o namoro e casamento.
Informa que continua a efectuar os levantamentos para a Carta da Ilha, a qual pretende mandar imprimir na Imprensa da Corte no Rio de Janeiro. Comunica que Michelloty retira-se para Lisboa dentro de quatro dias e que em Angra já foram recebidas as ordens régias para o pagamento dos soldos. fala das causas do seu duelo com o [5.º] conde de Sabugal [D. Manuel de Assis de Mascarnhas Castelo Branco da Costa Lencastre]. Em P.s. informa da proibição da circulação de jornais portugueses e ingleses em Espanha.
Contém imagem do palco onde se encontram: António Magalhães, o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas; a prestarem homenagem ao primeiro, pela colaboração prestada a grupos profissionais de teatro, pela constância de espectador ao longo de mais de meio século, pela vocação de colecionador de tudo o que diz respeito ao teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 1".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada a discursar, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 7".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, ao centro, o homenageado a receber flores de uma atriz da Companhia de Teatro de Almada, acompanhado à direita da imagem pelo diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e à esquerda da imagem, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos e outra personalidade não identificada. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 6".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas a discursar e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 4".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas a entregar uma oferta ao homenageado. No palco, estão ainda, o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e uma personalidade não identificada. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 5".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e ao centro, o homenageado acompanhado à direita da imagem pelo diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e à esquerda da imagem, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 2".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 3".
Esta série integra a documentação, referente à organização das comemorações do 150.º aniversário da Sociedade pela Comissão para as Comemorações dos 150 anos, contendo registo de reuniões; recortes de jornais e revistas; publicações do jornal Incrível em edições comemorativas do 150.º aniversário; discursos de homenagem e agradecimento; correspondência enviada para pedidos de gravações de medalhas e placas; convites, folhetos e vários cartazes, relativos às atividades a realizar, no âmbito das comemorações dos 150 anos; registo da visita do presidente da república à Incrível; registo de reuniões; envelopes selados, dos CTT, com o carimbo comemorativo dos 150 anos da Sociedade; e outros elementos.
Esta postura refere uma ordem do rei apresentada pelo corregedor da vila de Almada, Bartolomeu Teixeira de Gouveia, aos oficiais e homens bons que estavam em funções, no dia 5 de novembro de 1661, que consistia em taxar os jornais e preços dos trabalhadores que trabalham nos fornos de lenha, da vila e do termo, assim como, dos mateiros (aqueles que guardam matas ou os cortadores de lenha em matas), dos carreiros (condutores de carros de bois) e barqueiros, que servem e dão lenha aos ditos fornos. Nesse sentido, a postura determina os preços a aplicar na venda de telhas e tijolos.
Cartaz de divulgação do espetáculo, para maiores de 12 anos, a decorrer nos dias 18 e 19 de janeiro de 1963, pelas 21h30m; fascinação e retenção memorial pelo consagrado professor Ferrery (um artista da agência Internacional Artística, situada na Praça da Alegria, n.º 40, 2º, Lisboa). Um espetáculo altamente científico, misterioso, inacreditável, mas verdadeiro. O assombro das plateias de todo o mundo, lotações esgotadas em todas as localidades. Contém 3 críticas dos jornais "O Século", "Diário de Notícias" e "Diário Popular". Contém 3 fotografias a preto e branco da plateia e do professor Ferrery. No verso contém os carimbos do visto da Inspeção dos Espetáculos (Delegação de Almada).
Cartaz de divulgação do filme apresentado pela Paramount no Clube Recreativo Piedense. Contém informação sobre as sessões e o preço dos bilhetes. Cartaz com letras castanhas e vermelhas; contém fotografias com cenas do filme e com o nome dos atores principais: Yul Brynner, Sal Mineo, Jack Warden, Madlyn Rhue; contém excertos de críticas publicadas nos jornais "Diário de Notícias", "Diário Popular", "Século" e "Mundo Desportivo". Contém informação rasurada sobre futuras exibições de outros filmes. No verso contém 3 carimbos do visto da Inspeção dos Espetáculos (Delegação de Almada).
A documentação deste espólio compreende vários manuscritos da autoria de António Correia Duarte Raposo que não foram publicados sobre aspetos históricos, patrimoniais, etnográficos e culturais da Costa de Caparica e do Concelho de Almada; documentos de foro colecionista, relativos ao concelho de Almada, embora com maior predominância sobre a Costa de Caparica (fotografias, postais, aguarelas, recortes de jornais, galhardetes, cartazes, folhetos, recordações da Costa de Caparica, material de propaganda comercial, entre outros), correspondência pessoal enviada e recebida e diversos documentos e apontamentos sobre o concelho de Almada.
Recortes de imprensa dos jornais "A Bola" e "O Século Desportivo" sobre o Congresso Olímpico de Varna que reuniu membros do Comité Olímpico Internacional, dos Comités Olímpicos Nacionais e vários representantes das Federações desportivas, com o objetivo de discutir o futuro do movimento olímpico. Contém os seguintes artigos: "Rumo ao Congresso do C.I.O. Apoiaremos o ideal olímpico que dia a dia mais se altera - palavras de Gaudêncio Costa"; "O Congresso Olímpico de Varna. Mentira do juramento olímpico e publicidade nas camisolas"; "O Congresso Olímpico de Varna. «Não» ao folclore e às «passagens de modelos»; "O Congresso Olímpico de Varna. Discriminação sexual e solidariedade olímpica".
Recortes de imprensa dos jornais "O Século Desportivo", "Norte Desportivo", "Diário de Lisboa" e "Record" com um comunicado emanado do COP em defesa do amadorismo desportivo, repudiando ainda a aceitação do financiamento de empresas no fomento de atividades desportivas a troco de publicidade considerando esta prática contrária à ética desportiva. Contém os seguintes artigos: "Esclarecimento do Comité Olímpico. As empresas industriais e o fomento desportivo"; "«Guerra» à publicidade nos equipamentos. Abandonemos o ridículo, senhores do Comité Olímpico Português!"; "Comité Olímpico Português. Puríssimo sim mas imóvel"; "Amador versus profissional? Uma questão de bom senso..."
Recortes de jornais não identificados, nacionais e estrangeiros, com artigos sobre a prática desportiva. Contém os seguintes títulos: "La culture physique amusante, 32 tours de souplesse, de force et d'adresse et la manière de s'entraîner pour les réussir"; "Educação Física, história das Olimpíadas"; "De todos os desportos, a representação nacional na VIII Olimpiada"; "Amateurisme et Congrés du Comité International Olympique"; "Le miroir des sports"; "Boxe, «Londsdale Belts» français"; "Box, a higiene do nariz"; "Box"; "Box", a contagem dos «pontos»; "Box, sobre as categorias"; "Box, Federação Internacional de Box"; "De todos os desportos, as responsabilidades dos nossos esgrimistas". Juntamente com os artigos alusivos ao Boxe encontram-se, ainda, recortes com imagens de vários boxeurs.
Recortes de imprensa dos jornais "Mundo Desportivo", "Expresso", "A Bola", "Diário de Noticias", "Record", sobre o caso José de Carvalho que por ser técnico de atletismo do Benfica, cargo remunerado, foi afastado da preparação olímpica. Alguns títulos: "José de Carvalho: de pré-olímpico a técnico coordenador. Atletismo do Benfica será altamente competitivo", "Os estatutos do Comité Olímpico e o «caso de José de Carvalho", "Do «duplo-emprego» de José de Carvalho ao «desaparecimento» de Malta da Costa", "As argoladas do Comité Olímpico", "O mistério de sexta-feira olímpica. Exclui, inclui, inclui, exclui", entre outros.
Nesta subsecção reúnem-se documentos em formato papel e/ou digital doados pela Farmácia Cruz Viegas em Coimbra ao Centro de Documentação Farmacêutica no âmbito da Campanha "Vamos Fazer História". A doação engloba Embalagens de Especialidades Farmacêuticas produzidas no laboratório da Farmácia e na Indústria Cruvifarma, brochuras de especialidades farmacêuticas, rótulos e etiquetas, resumo de movimento de estupefacientes, copiador de receituário, receitas médicas, fotografias, documentação produzida pelo fundador da Farmácia durante o período em que trabalhou em S. Tomé e Príncipe, Jornais e Livros de temática farmacêutica.
Publicação “Jornal dos Farmacêuticos” Série III, Volume II, N.ºs 15 e 16 de março/abril de 1943, doada pela Farmácia Abel Brandão de Montemor-o-Velho, esta publicação foi realizada pelo Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, e editada pela Imprensa Portugal-Brasil. Contém como matérias: Trabalhos Originais – Aluísio Marques Leal; Revisões de Conjunto – Capitão Costa Torres e D. Francisco Bellot Rodriguez; Atividade Científica Nacional e Estrangeira – i) Sociedades Congressos e Atualidades, ii) Das Revistas e dos Jornais, iii) Bibliografia; Vida Profissional – O discurso de Salazar, Secção Distrital do Porto (relatório de contas), serviço de fiscalização e Falecimentos.
Maço de correspondência remetida ao Sindicato Nacional dos Farmacêuticos pelos representantes de diversos Jornais, Revistas e Instituições requerendo o envio do órgão oficial deste Sindicato, informando sobre a impossibilidade de intercâmbio de publicações periódicas ou ainda solicitando o empréstimo de algumas obras existentes na biblioteca deste Sindicato. Como remetentes desta correspondência encontram-se o Secretário Geral da Biblioteca da “Sociedad Química del Perú”, o Departamento de Propaganda do “Laboratório Paulista de Biologia S/A”, o Bibliotecário do “Ejercito Argentino – Direccion General de Sanidad”, o Editor Assistente do “The Lancet”, a Encarregada da Secção de Revistas do “Instituto Superior de Agronomia”.
Maço de correspondência remetida pelo Sindicato Nacional dos Farmacêuticos a diversos Jornais, Revistas e Instituições requerendo intercâmbio de outros periódicos com a Revista Portuguesa de Farmácia, e informando os mesmos sobre as referências a eles efetuadas no órgão oficial do Sindicato. Como destinatários desta correspondência encontram-se o Diretor de “The Pharmaceutical Press”, o Diretor de “Notas Terapeuticas”, o Diretor da Revista “Produits Pharmaceutiques”, o Diretor do Imperial Mycological Institute, o Diretor da Revista “Il Corriere dei Farmacisti”, o Diretor da Revista “Annales Pharmaceutiques Fançaises”, o “Chemical Abstracts”, e o Diretor da Revista “Pharmaceutica Acta Helvetiae”, Esta correspondência encontra-se assinada pelo secretário do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos Aluisio Marques Leal.
Recortes de Imprensa referentes à Banda da Armada. Inclui recortes dos seguintes jornais e revistas: Jornal "Público"; "Farol de Esposende"; "O Caminhense"; "O Açoriano"; "Jornal do Concelho de Palmela"; "Diário de Coimbra"; "Agenda de Coimbra (4 Estações)"; "Jornal de Coimbra"; "O Distrito de Setúbal"; "A Voz de Trás-os-Montes"; "Correio da Manhã"; "Aurora do Lima"; "Jornal de Albergaria"; "La Republique du Centre"; "Notícias do Douro"; "A Festa do Infante"; "Record" Recortes de Imprensa sobre exibições da Banda da Armada em Lisboa, Esposende, Caminha, Açores, Palmela, França, Coimbra, Baixa da Banheira, Vila Real de Trás-os-Montes, Viana do Castelo, Vila Praia de Âncora, Albergaria, Vila Franca de Xira, Porto, Gaia e Matosinhos.
Transcreve a carta de 6 de Dezembro de 1814, datada de Londres, a qual saiu pelo Paquete de 26 do passado que zarpou de Falmouth, acompanhada com as amostras de comestíveis aqui preservadas. Informa que está no encalce de um método melhor e mais económico. O "Mornig Chronicle" de ontem publicou que S.A.R. não aceitou o convite do Governo inglês para regressar a Portugal com o Almirante Beresford, tal como o autor tinha suspeitado. Espera que não seja concedida passagem às tropas espanholas que segundo os jornais devem sair de Cádis para irem Via Ilha de Santa Catarina, enfrentar os revoltosos do Rio da Prata, crendo que não existe nenhuma aparência de bom sucesso e poderia revoltar aqueles povos contra Portugal. Aconselha a melhorar as comunicações internas do Brasil; povoá-lo, escolher bons governadores, com "mais moralidade do que nascimento illustre e sciencia", auxiliados por um conselho de administração escolhido pelos habitantes locais e ratificado pelo Soberano; estabelecimento de escolas e colégios segundo o método de Lancaster do qual o destinatário é possuidor de uma cópia. Comenta as falsas notícias publicadas pelos jornais ingleses sobre a exportação dos frutos do Brasil por navios estrangeiros. Pede erdão pela má escrita das cópias juntas por terem sido escritas pelo neto Inácio que pouco percebe de "Português". Espera passar à França no fim do mês de Fevereiro para ver a família, e talvez regresse a Londres em Maio, ficando a aguardar por notícias do destinatário que lhe possibilitem regressar a Lisboa.
Domingos José da Costa Araújo é oriundo da secular Casa da Sarola de Baixo, da freguesia de Verim (Póvoa de Lanhoso), onde nasceu a 10 de Outubro de 1851. Frequentou os seminários de Braga, onde se ordenou sacerdote. Contudo, a sua vocação passava, não pela dedicação a uma paróquia, mas pela dádiva ao ensino, onde granjeou a admiração e a amizade de muitas das figuras culturais de proa do seu tempo, como Guerra Junqueiro ou D. Domingos Gonçalves, bispo da Guarda. “Matemático, poliglota e filólogo eminente, que discutia de igual para igual com as luminárias nacionais da linguística”, padre Domingos José da Costa Araújo foi professor no Porto e em Vila Real, fixando-se posteriormente em Guimarães, onde ensinou durante décadas no Colégio de Nossa Senhora da Conceição, dirigido então pelo também sacerdote povoense José Carlos Simões Veloso de Almeida. Ao longo da sua vida dedicada ao ensino, construiu uma enorme e importante biblioteca, que, depois de ter concluído a sua carreira como mestre, trouxe para Verim, e serviu não só para com ela entreter os últimos dez anos da sua vida, como para ajudar a preparar para carreiras de sucesso académico significativo conjunto de familiares da parte baixo do concelho da Póvoa de Lanhoso. Poeta de significativos méritos, deu à estampa centenas de textos em muitos jornais da região, tendo, sob o pseudónimo “Gerezino”, mantido uma rubrica intitulado “No meu cantinho” no jornal Notícias de Guimarães. O semanário local a Póvoa de Lanhoso publicou também muitos dos seus poemas. Padre Domingos José da Costa Araújo faleceu na mesma casa onde nascera, em Verim, a 15 de Dezembro de 1957. In: http://dicionariodepovoenses.blogspot.com/2012/03/padre-domingos-jose-da-costa-araujo.html
Filho de Eduardo Joaquim Brazão (1851-1925) e de Mª José da Silva Reis Brazão, nasceu em Lisboa, a 1 de Fevereiro de 1907. O pai, cujas Memórias compilou e publicou (1925), foi casado, em primeiras núpcias, com a célebre actriz Rosa Damasceno (1849-1904) e era considerado o maior actor do seu tempo, alcançando relevante prestígio social. A sua casa era frequentada pelos mais conhecidos dramaturgos e artistas da época, ambiente em que cresceu o jovem Eduardo. Procurando afastá-lo do mundo do teatro, a mãe enviou-o para o Colégio de La Guardia, onde se tinham refugiado os jesuítas, expulsos novamente de Portugal com a implantação da República. Regressou a Lisboa para fazer o exame do 7º Ano do Liceu e, a conselho de Lino Neto, acabou por optar pelo curso de Direito. No seu primeiro ano, como aluno voluntário, ficou deslumbrado pelas lições de Paulo Merêa. Considerou-se seu discípulo, sentindo-se cada vez mais atraído pela História. Receosa de que as distracções da capital o desviassem dos estudos, a mãe enviou-o, no seu 2º Ano, para a Universidade de Coimbra, onde se albergou numa república de rapazes católicos. Em Lisboa, frequentava a boémia literária, escrevia para os jornais e compôs um livro de poemas – Maria do Mar (1928) – com ilustrações de Arlindo Vicente. Conviveu com intelectuais e artistas das mais variadas inclinações políticas, de João Ameal ou Alfredo Pimenta a Almada Negreiros e Álvaro Cunhal. Monárquico, foi um entusiasta partidário do Integralismo Lusitano, seguiu Maurras na sua orientação e Sardinha na propaganda nacionalista, vibrou com Sidónio e entusiasmou-se com D. Duarte (Memorial…, 1976, pp. 178 e 308, 309). Findo o curso, casou, teve três filhos e abriu escritório de advogado na Rua Nova da Trindade. (...) Morreu em Cascais, a 7 de Dezembro de 1987. In: http://dichp.bnportugal.pt/imagens/brazao.pdf
Francisco Homem de Cristo cedo abandonou os estudos, assentando praça no ano de 1876, numa altura em que sonhava abraçar uma carreira militar. Manteve-se nesta até 1908, ocupando o posto de tenente. Apesar desta sua carreira castrense, fundou, em 1882, o jornal "O Povo de Aveiro", do qual foi proprietário, diretor e redator durante mais de 50 anos. Homem Cristo era, de resto, o único redator da publicação. Nele sublimou a sua verve corrosiva e mordaz, de combatente das liberdades e feroz antifascista, criticando a monarquia, mas não tendo nunca perdido o ensejo de fustigar os republicanos. Escreveu também para "O Século", dirigido na altura por Magalhães Lima. Republicano convicto, pertenceu, apesar de crítico pontual, ao diretório do Partido Republicano, ao lado de nomes como Teófilo Braga, Manuel de Arriaga ou Jacinto Nunes, entre outros. Depois da proclamação da República em 1910, exilou-se em Paris, onde continuou a dirigir e a escrever para o seu jornal "O Povo de Aveiro". Este semanário, apesar de local, tinha uma grande tiragem e vendas muito significativas, tendo mesmo chegado a competir com jornais nacionais, em boa parte devido aos artigos frontais, atrevidos e cáusticos de Homem Cristo, considerado o maior panfletário português do século XX. Regressou a Portugal ainda na Primeira República, assistindo aos acontecimentos que verteram na ascensão do regime ditatorial em Portugal, que uma vez mais combateu. Pedagogo de reconhecido mérito, foi também um regionalista entusiasta, tendo desempenhado o cargo de presidente da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro, de fevereiro de 1925 a dezembro de 1930. Deixou-nos ainda alguns títulos, como "Os Acontecimentos de 31 de Janeiro" e a "Minha Prisão"; "Banditismo Político"; "Cartas de Longe"; "Monárquicos e Republicanos"; "Notas da Minha Vida e do Meu Tempo", para além de ter colaborado em várias obras de carácter enciclopédico. in: Porto Editora - Homem Cristo na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.pt/$homem-cristo
José Pedro Machado (Faro, 8 de novembro de 1914 — Lisboa, 26 de julho de 2005) foi um professor, filólogo, linguista, historiador, dicionarista, camonista, bibliógrafo e arabista português. Formado em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa (1939), onde foi discípulo do arabista David Lopes, é também formado em Ciências Pedagógicas pela Universidade de Coimbra (1948). Assistente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1942-1943), funções que a seu pedido deixou de exercer, foi professor do ensino técnico a partir de 1949 e, desde antes mesmo de formado, membro da Comissão de Redacção do Vocabulário e do Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa (1938-1940). A sua carreira de arabista inicia-se em 1939, com a publicação de Alguns Vocábulos de Origem Arábica, e reafirma-se logo no ano seguinte com a tese de licenciatura, Comentários a Alguns Arabismos do “Dicionário” de Nascentes. Como filólogo, o seu primeiro trabalho, Curiosidades Filológicas, data de 1940, seguindo-se-lhe, em 1942, O Português do Brasil. Historiador, bibliógrafo, publica os seus primeiros trabalhos nessas áreas respectivamente em 1940 e 1941. Como dicionarista, revelar-se-ia um dos maiores da língua portuguesa, logo quando subscreveu a 10ª edição, em 12 vols., 1948-1959, do Grande Dicionário da Língua Portuguesa, de António Morais Silva. Nesta obra, de que António Pedro seria a um tempo editor e mecenas, José Pedro Machado teve a colaboração de Augusto Moreno e Cardoso Júnior, mas é ao seu paciente labor que se deve um tal monumento ainda hoje inultrapassado. José Pedro Machado editou o Cancioneiro de Évora (1951) e, de colaboração com sua esposa, Elsa Paxeco, o Cancioneiro da Biblioteca Nacional, em 8 vols. (1949-1964). Publicou ainda a Bibliografia de David Lopes (1967) e, em 3 vols., os Dispersos de D. Carolina Michaëlis de Vasconcelos (1969-1972). A sua bibliografia ultrapassa a centena de títulos, não contando com as mais de seis centenas de crónicas em jornais, revistas e boletins diversos. https://www.cnc.pt
Nasceu em Talhinhas, concelho de Macedo de Cavaleiros no dia 26 de Junho de 1893. Era filha de António Augusto, de Talhinhas, e de Perpétua da Assunção, de Izeda. Os seus pais e avós eram jeireiros. O apelido herdou-o de seu avô materno, Vicente Ferreira. Aos dez anos foi para um colégio em Lisboa e depois, aos quinze, para outro no Porto. Com dezasseis anos fez exame de admissão em Bragança para a Escola Normal de habilitação ao Magistério Primário, tornando-se professora em 1912 com dezoito valores! Em 1927 foi frequentar a Universidade de Lisboa, mantendo-se a trabalhar, regendo uma escola primária. No fim da década de vinte fez um curso de Literatura Italiana e publicou os seus primeiros trabalhos de investigação: A guerra da sucessão no distrito de Bragança. Em Agosto de 1930 obteve uma bolsa de estudo concedida por Itália (a única nesse ano), que lhe permitiu frequentar a Universidade de Perugia. Simultaneamente foi agente do governo português para o qual fez um relatório sobre o estudo e o ensino primário em Itália. Frequentou a Sorbonne de Paris em Literatura. Prestou provas perante a Universidade de Lisboa «a primeira senhora portuguesa que tentava obter as insígnias doutorais», como então proferiu o presidente do júri, de 13 a 16 de Janeiro de 1937. Foi brilhante, verdadeiramente brilhante, e os jornais, que noticiavam diariamente as sucessivas sessões do ato académico, iam tecendo um relato elogioso. Contudo, os examinadores reprovaram-na. Depois deste grave percalço foi diretora e proprietária do Colégio D. Teresa Afonso, em Algés, a partir de 1941. Dava também aulas em casa, tendo sido explicadora de uma das pupilas de Salazar (e este, como reconhecimento, ofereceu-lhe uma coleção das Obras Completas do Padre António Vieira). Morreu em Lisboa a 8 de Março de 1978. In: https://adriveinmycountry.blogspot.com/2010/08/candida-florinda-ferreira.html