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A presente ficha, que abaixo consta, foi "construída" tendo por base os domínios ou campos de preenchimento previsto no programa MatrizPCI, tendo em vista a estruturação base para registo da informação respeitante a esta tipologia de Património e à consequente adaptação da base de dados Archeevo para disponibilização online dos respectivos conteúdos. _ IDENTIFICAÇÃO N.º de Inventário: PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-002-0002 Domínio: Tradições e Expressões Orais Categoria: Manifestações literárias, orais e escritas Descritores: Poesia Popular - Catarina Carapinha (autora) Denominação: "À Minha Terra" Outras Denominações: - Identificador: CMVDG (Câmara Municipal de Vidigueira) Tipo: Poesia Popular Especificações: Registo identificado e recolhido pela Câmara Municipal de Vidigueira, por Luísa Costa em colaboração com António Menêzes Produções, que efectuou a recolha em vídeo. Contexto Tipológico: Poesia popular, oral e registada em vídeo, proveniente da autora Catarina Carapinha. _ CONTEXTO DE PRODUÇÃO Contexto Social Entidade Tipo: Indivíduo (Catarina Carapinha) Entidade: Acesso: Condicionado (círculo de amigos, família ou declamação em festas ou outros eventos) Público (através do acesso ao vídeo) Especificações: O presente poema apenas está registado em vídeo (não se encontrando em qualquer manuscrito ou publicação) podendo ainda ser ouvido quando declamado pela autora. Contexto Territorial Local: Pedrógão do Alentejo - Concelho de Vidigueira Classificação Geográfica: Portugal - Beja - Vidigueira - Pedrógão do Alentejo NUTs: Portugal - Continente - Alentejo - Baixo Alentejo Contexto Temporal Data: Desconhecida, embora pelo conteúdo do poema, se perceba que se situará entre 1990 e 2005. Periodicidade: De carácter episódico Especificações: - _ CARACTERIZAÇÃO Caracterização Síntese: Poema dedicado à sua terra natal, Pedrógão do Alentejo. Caracterização Desenvolvida: Poema "À Minha Terra" A minha terra é Pedrógão É uma aldeia alentejana Tem coisas muito importantes Mas para mim as mais brilhantes É a ponte do Guadiana Temos a Ponte da Cobra E a Ponte dos Namorados E temos a Ponte Nova No meio daquele silvado Temos um Centro de Dia Onde vamos conversar E a Junta de Freguesia Lá está a sua empregada Para nos encaminhar Ao lado temos a Torre O edifício de algum dia Que dá sempre a hora certa E canta Avé Maria Temos uma linda Igreja E ao Domingo vamos rezar Pedir a Deus que nos proteja E se nos pode perdoar Também já temos um lar Tanta falta fazia E é lá que vamos passar O resto dos nossos dias Temos o posto da Guarda Nacional Republicana Que dá muito respeitinho Aqueles homens da farda na nossa aldeia alentejana E está o nosso Posto Médico Uma casa tão bonita Está muito bem situada Mas às vezes vou abrir E está sempre a porta fechada E agora pergunto eu Com tanta gente a estudar Onde é que estão os Doutores Andam todos a passear E agente estamos com dores Temos os nossos Presidentes Que nos têm ajudado Para cumprir o nosso dever Devemos todos dizer Obrigado, Obrigado!! E agora para terminar Duas Escolas Primárias Com as janelas para o Norte E se nos quiser visitar Venha ver esta grandeza Não precisa passaporte. _ CONTEXTO DE TRANSMISSÃO Estado de Transmissão: Activo Descrição: Poeta popular ainda viva em 2019. A poesia consta de uma gravação vídeo sobre a autora, editado pela Câmara Municipal de Vidigueira no ano de 2006. Proc. PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-002 Data: 2006-12-14 Modo de Transmissão: Oral Idioma: Português Agente de Transmissão: Câmara Municipal de Vidigueira - António Menezes Produções Especificações: PT_CMVDG-PCICVDG-E-A-001-DVD1 _ ORIGEM/HISTORIAL A Sr.ª D. Catarina da Conceição Carapinha, à data da gravação do vídeo (2006) tinha 77 anos de idade. Tinha como profissão o trabalho rural, profissão que exercia com bastante desagrado. Aos 55 anos dado que sofria de asma, altura em que foi reformada, começou a dedicar-se à costura. Começou a namorar o marido quando ainda tinha 17 anos de idade e aos 18 anos (1947) começou a escrever os seus primeiros versos, casando-se aos 33. Era uma senhora que gostava muito de cantar, divertir-se e divertir quem se encontrava em seu redor. _ CONTEXTO DE DOCUMENTAÇÃO Id. Processo: PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-002 Data: 2006-12-14 Entidade: Câmara Municipal de Vidigueira Responsável: Luísa Costa e Fernanda Palma; Arquivo Municipal (revisão; edição e tratamento de áudios e vídeos; incorporação na base de dados Archeevo) Função: Coordenação, recolha e tratamento Observações: O poema encontra-se no processo PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-002, mais especificamente, em PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-DVD1 _ ACÇÕES DE SALVAGUARDA Riscos e ameaças: Desaparecimento da autora. Desaparecimento de documentos escritos pela mesma ou das recolhas efectuadas. Acções de salvaguarda: Recolha da poesia da autora em gravação vídeo (PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001- DVD1). Processo PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-002 _ ACÇÕES DE DIVULGAÇÃO Denominação: - Local: - Data inicial: - _ BIBLIOGRAFIA - _ MULTIMÉDIA Fotografia (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-002-0002_001) Vídeo do poema "À Minha Terra" (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-002-0002_002) Vídeo biográfico (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-002-0002_003) Vídeo história/episódio de vida (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-002-0002_004) _ DOCUMENTAÇÃO ASSOCIADA - A poeta popular tem alguns dos seus poemas publicados na Antologia Poética, editada pela Câmara Municipal de Vidigueira, no ano de 2005. _ OBSERVAÇÕES A poetisa encontra-se a residir em Pedrógão do Alentejo no ano de 2019.
A presente ficha que abaixo consta foi "construída" tendo por base os domínios ou campos de preenchimento previsto no programa MatrizPCI, tendo em vista a estruturação base para registo da informação respeitante a esta tipologia de Património e à consequente adaptação da base de dados Archeevo para disponibilização online dos respectivos conteúdos. _ IDENTIFICAÇÃO N.º de Inventário: PCICVDG-E-A-001-009-0001 Domínio: Tradições e expressões orais Categoria: Manifestações literárias, orais e escritas Descritores: Poesia Popular Denominação: "Noites de Verão" Outras Denominações: "Serões de Verão" Identificador: CMVDG (Câmara Municipal de Vidigueira) Tipo: Poesia Popular Especificações: Registo identificado e recolhido pela Câmara Municipal de Vidigueira, por Luísa Costa, Manuel Carvalho, Célia Caciones e Solange Domingues (sendo estas duas últimas responsáveis pela recolha áudio). Contexto Tipológico: Poesia popular, oral, registada em gravação áudio proveniente do autor Justino Fialho e, também, na publicação "Saudades", também do autor, lançada publicamente no ano de 2006. _ CONTEXTO DE PRODUÇÃO Contexto Social Entidade Tipo: Indivíduo (Justino António Venâncica Fialho) Acesso: Público (acesso ao poema através do registo áudio, da publicação acima citada e desta base de dados). Especificações: O presente poema está registado numa gravação áudio, numa publicação do autor e agora também aqui transcrito. Contexto Territorial Local: Vidigueira - Concelho de Vidigueira Classificação Geográfica: Portugal - Beja - Vidigueira - Vidigueira NUTs: Portugal - Continente - Alentejo - Baixo Alentejo Contexto Temporal Data: Desconhecida (anterior a 1992, data em que foi recolhido o registo áudio) Periodicidade: De carácter episódico Especificações: - _ CARACTERIZAÇÃO Caracterização Síntese: Neste poema o autor retrata as noites ou serões de Verão, em que as pessoas gozavam o fresco da noite, em contraste ao calor do dia, os adultos sentados, à porta, na rua, convivendo, dialogando, enquanto as crianças se divertiam em brincadeiras e jogos. Caracterização Desenvolvida: Poema "Noites de Verão" / "Serões de Verão" Pelas ruas da Vidigueira "NOITES DE VERÃO" Pelas ruas da Vidigueira Nessas belas noites de Verão Veem-se grupos em amena cavaqueira Gozando as delícias do serão. A brisa passa, ai que bom diz toda a gente Só nós sabemos o prazer que ela nos trás Depois de um dia de calor, de sol ardente É um bálsamo, que para a vida nos refaz. Os mais velhos falam das canseiras Dos filhos, das notícias do dia Os mais novos inventam brincadeiras Nos jardins que são fontes de alegria. Passeiam casais de namorados A noite convida-os a amar Nos recantos mais escuros entrelaçados Unem as bocas num longo desejar. Na torre saem doze badaladas São horas de descanso, diz alguém As portas pouco a pouco são fechadas Cai o silêncio na noite, doce bem. Nota: Entre o poema presente no áudio e o mesmo poema presente na publicação, verifica-se que o autor fez algumas (pequenas) alterações. _ CONTEXTO DE TRANSMISSÃO Estado de Transmissão: Inactivo Descrição: Poeta popular já falecido. A poesia está presente numa gravação áudio recolhida por Solange Domingues e Célia Caciones no âmbito de um programa de Ocupação de Tempos Livres no ano de 1992 e encontramo-la também na publicação "Saudades". Proc. PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-009 Data: 1992 (áudio) e 2006 (publicação) Modo de Transmissão: Oral e escrito Idioma: Português Agente de Transmissão: Câmara Municipal de Vidigueira - Museu Municipal e Arquivo Municipal Especificações: PT_CMVDG-PCICVDG-E-A-001-DVD1 _ ORIGEM/HISTORIAL Justino António Venâncica Fialho, nasceu em 12 de Maio de 1945, em Vidigueira. Cegou aos 12 anos de idade e, a partir daí esteve como interno no Instituto Branco Rodrigues, onde fez a escolaridade até ao 9.º ano. Frequentou igualmente o Conservatório de Música até ao 2.º ano. Foi operário especializado na Messa (Fábrica de máquinas de escrever) até ao encerramento da mesma. Foi sócio das Associações de Cegos e lutou pela sua unificação, fez parte da Assembleia Constituinte e da Assembleia de Representantes da ACAPO. Integrou um Grupo Coral Alentejano, enquanto viveu em Lisboa. Com o encerramento da fábrica onde trabalhou, regressou à sua terra natal, para trabalhar como telefonista na Câmara Municipal, cargo que exerceu até ao final de Novembro de 2005, vindo a falecer em Janeiro de 2006. _ CONTEXTO DE DOCUMENTAÇÃO Id. Processo: PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-009 Data: 1992 - 2006 Entidade: Câmara Municipal de Vidigueira Responsável: Luísa Costa e Fernanda Palma; Arquivo Municipal (revisão; edição e tratamento de áudios e vídeos; incorporação na base de dados Archeevo) Função: Coordenação, recolha e tratamento Observações: O poema encontra-se no processo PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-009, mais especificamente, em PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-DVD1 no qual está contemplado, respectivamente, o ficheiro PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-009-0001_001. _ ACÇÕES DE SALVAGUARDA Riscos e ameaças: Desaparecimento de documentos escritos pelo autor ou das recolhas efectuadas junto do mesmo. Acções de salvaguarda: Recolha de algumas poesias do poeta em publicação (PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-001-IMP2) e recolhas áudio. Processo PT-CMVDG-PCICVDG-E-A-001-009. _ ACÇÕES DE DIVULGAÇÃO Denominação: - Local: - Data inicial: - _ BIBLIOGRAFIA - FIALHO, Justino, "Saudades", 2006. _ MULTIMÉDIA - Fotografia (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-0009-0001_001) - Áudio do poema "Noites de Verão" (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-009-0001_002) - Poema na publicação "Saudades": "Noites de Verão" (PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-IMP2_capa; PT_CMVDG_PCICVDG-E-A-001-IMP2_fol.058) - _ DOCUMENTAÇÃO ASSOCIADA - O poeta lançou publicamente muitos dos seus poemas na obra intitulada "Saudades", tendo ainda alguns dos seus poemas publicados na Antologia Poética, editada pela Câmara Municipal de Vidigueira, no ano de 2005. _ OBSERVAÇÕES -
Publicado em Coimbra: Imprensa da Universidade. Periodicidade mensal. Preço: Avulso: 240 réis. Ano: 1$800 Redatores: João de Deus Ramos, Eduardo José Coelho, Antero Tarquínio do Quental, Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, Alberto da Cunha Sampaio, Alberto Teles Utra-Machado, Francisco Fernandes de Guimarães Fonseca, Severino de Sousa Azevedo e José Maria da Cunha Seixas. Sumário: O que somos, por Guimarães Fonseca; A economia, o pauperismo, e o socialismo, por Eduardo J. Coelho; Alvitres às classes laboriosas, por Alberto Sampaio; Amor, poesia, por João de Deus; A senda do Calvário, poesia, por Antero do Quental; Céu na terra, poesia, por A. T. de Utra-Machado; Esbocetos biográficos, por Antero do Quental; Mártires da sociedade, por Guimarães Fonseca; A Pena, por A. T. de Utra-Machado. João de Deus de Nogueira Ramos (São Bartolomeu de Messines, 8 de Março de 1830- Lisboa, 11 de Janeiro de 1896 mais conhecido por João de Deus, foi um eminente poeta lírico, considerado à época o primeiro do seu tempo, e o proponente de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal por ele escrita, que teve grande aceitação popular, sendo ainda utilizado. Gozou de extraordinária popularidade, foi quase um culto, sendo ainda em vida objeto das mais variadas homenagens e, aquando da sua morte, sepultado no Panteão Nacional. Foi considerado o poeta do amor. Eduardo José Coelho magistrado e ministro no regime monárquico, n. em Vilela do Tâmega, conc. de Chaves, em 1835, e morreu em Lisboa a 5.4.1913. Fez um curso distinto, obtendo primeiros prémios na Universidade de Coimbra, formando se em Direito em 1861. Pouco depois entrou na carreira oficial da magistratura, sendo despachado delegado. Foi advogado em Chaves, procurador à Junta Geral em Vila Real e Governador Civil de Bragança. Promovido a juiz de primeira classe em Outubro de 1883, em 1886 passou a juiz de 1.a vara cível de Lisboa, lugar que desempenhou com muita inteligência e a maior retidão. Juiz do Supremo Tribunal de Justiça, conselheiro e deputado em várias legislaturas, pelo partido progressista. Eduardo José Coelho, que era um orador fluente, sustentou no Parlamento questões importantes, e fez parte da comissão parlamentar que deu parecer sobre o Código Comercial promulgado no ano 1888. Foi Presidente da Câmara dos Deputados, e em Março de 1898 eleito par do reino, tomando posse a 17 desse mês. Ministro das Obras Públicas, pela primeira vez, por decreto de 23.2.1889, numa recomposição ministerial em que substituiu Emídio Navarro, em Outubro de 1904 voltava a tomar posse da mesma pasta numa recomposição efetuada em Maio de 1905 passou a sobraçar a pasta do Reino, que vagara pela saída do conselheiro Pereira de Miranda. Após a proclamação da República afastou se da política. Foi um dos mais considerados sócios do Montepio Geral, tendo sido presidente da sua assembleia geral nos anos 1901-1902. Quando da visita a Lisboa do Presidente da República Francesa, fora agraciado com a Grã-Cruz da Legião de Honra. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, nasceu em S. Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, em 14.7.1837. Começou por estudar Direito, em Coimbra. Mas interrompeu e foi para o Brasil (Rio de Janeiro), em 1853. Aí exerceu o jornalismo num semanário que se chamou Saudade. Regressou a Portugal, concluiu o curso de Direito (1863). Em 26.1.1867 foi nomeado administrador do concelho de Torre de Moncorvo. Enquanto esteve em Coimbra colaborou nos jornais: Prelúdios Literários, Estreia Literária e Literatura ilustrada. Escreveu ainda em: Fósforo e Tira Teimas. Em 1859 publicou um livro de Poesias. Em 1862 apareceu o II volume. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Alberto Teles Utra-Machado (São Pedro Angra do Heroísmo, 24 de Janeiro de - Oeiras, 12 de Janeiro de 1923. Foi um jurista escritor, publicista e político, formado em Direito pela Universidade de Coimbra em 1863 Assinou parte da sua obra literária como Alberto Telles. José Maria da Cunha Seixas (Trevões, São João da Pesqueira 26 de Março de 1836 - Lisboa, 27 de Maio de 1895. Foi um intelectual e filósofo, criador e adepto do pantiteísmo, uma dissidência do krausismo que tem por doutrina reconhecer a presença de Deus em todos os lugares e em tudo, mas propondo que apesar de Deus estar em tudo, Deus não se identifica com a coisa criada. Com apenas 14 anos de idade, em 1850 tomou ordens menores iniciando de seguida estudos de teologia. O isolamento em que cresceu e estrita educação católica a que foi submetido parecem ter influenciado a sua personalidade deixando-o solitário e com poucas aptidões sociais. Apesar de se ter matriculado no ano de 1858 nos cursos de teologia e filosofia da Universidade de Coimbra aparentemente para ser eclesiástico, transferiu-se para a Faculdade de Direito daquela Universidade, onde se formou em 27 de Junho de 1864 […]. Ainda estudante em Coimbra iniciou-se como publicista, colaborando com artigos de crítica literária e de política em diversos periódicos, entre os quais O Viriato (Viseu), Comércio de Portugal, Jornal de Lisboa, Académico de Coimbra, Comércio de Lisboa, Jornal do Comércio, Distrito de Beja e muitos outros periódicos, em especial de Lisboa. Terminado o curso, fixou-se em Lisboa, com banca de advogado e como professor de filosofia no Instituto de Ensino Livre de Lisboa. Manteve a sua intensa colaboração com periódicos diversos e fez-se sócio de diversas agremiações científicas, estabelecendo a sua reputação de intelectual. Faleceu em Lisboa, a 27 de Maio de 1895, com 59 anos de idade, deixando a parte mais importante da sua obra por publicar. Fonte: Wikipédia.
Publicado em Coimbra: Imprensa da Universidade. Periodicidade mensal. Preço: Avulso: 240 réis. Ano: 1$800 Redatores: João de Deus Ramos, Eduardo José Coelho, Antero Tarquínio do Quental, Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, Alberto da Cunha Sampaio, Alberto Teles Utra-Machado, Francisco Fernandes de Guimarães Fonseca, Severino de Sousa Azevedo e José Maria da Cunha Seixas. Sumário: Primazia do homem, por José Seixas; A economia, o pauperismo, e o socialismo, por J. Eduardo Coelho; O Jornal, por Alberto Sampaio; A pesca nocturna, poesia, por Bernardino Pinheiro; Dor igual, poesia, por Eugénio de Barros; Gozo e dor, poesia, por Severino de Azevedo; À Beira mar, poesia, por A. T. de Utra Machado; Esbocetos biográficos, por Antero do Quental; Mártires da sociedade, por Guimarães Fonseca. João de Deus de Nogueira Ramos (São Bartolomeu de Messines, 8 de Março de 1830- Lisboa, 11 de Janeiro de 1896 mais conhecido por João de Deus, foi um eminente poeta lírico, considerado à época o primeiro do seu tempo, e o proponente de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal por ele escrita, que teve grande aceitação popular, sendo ainda utilizado. Gozou de extraordinária popularidade, foi quase um culto, sendo ainda em vida objeto das mais variadas homenagens e, aquando da sua morte, sepultado no Panteão Nacional. Foi considerado o poeta do amor. Eduardo José Coelho magistrado e ministro no regime monárquico, n. em Vilela do Tâmega, conc. de Chaves, em 1835, e morreu em Lisboa a 5.4.1913. Fez um curso distinto, obtendo primeiros prémios na Universidade de Coimbra, formando se em Direito em 1861. Pouco depois entrou na carreira oficial da magistratura, sendo despachado delegado. Foi advogado em Chaves, procurador à Junta Geral em Vila Real e Governador Civil de Bragança. Promovido a juiz de primeira classe em Outubro de 1883, em 1886 passou a juiz de 1.a vara cível de Lisboa, lugar que desempenhou com muita inteligência e a maior retidão. Juiz do Supremo Tribunal de Justiça, conselheiro e deputado em várias legislaturas, pelo partido progressista. Eduardo José Coelho, que era um orador fluente, sustentou no Parlamento questões importantes, e fez parte da comissão parlamentar que deu parecer sobre o Código Comercial promulgado no ano 1888. Foi Presidente da Câmara dos Deputados, e em Março de 1898 eleito par do reino, tomando posse a 17 desse mês. Ministro das Obras Públicas, pela primeira vez, por decreto de 23.2.1889, numa recomposição ministerial em que substituiu Emídio Navarro, em Outubro de 1904 voltava a tomar posse da mesma pasta numa recomposição efetuada em Maio de 1905 passou a sobraçar a pasta do Reino, que vagara pela saída do conselheiro Pereira de Miranda. Após a proclamação da República afastou se da política. Foi um dos mais considerados sócios do Montepio Geral, tendo sido presidente da sua assembleia geral nos anos 1901-1902. Quando da visita a Lisboa do Presidente da República Francesa, fora agraciado com a Grã-Cruz da Legião de Honra. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, nasceu em S. Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, em 14.7.1837. Começou por estudar Direito, em Coimbra. Mas interrompeu e foi para o Brasil (Rio de Janeiro), em 1853. Aí exerceu o jornalismo num semanário que se chamou Saudade. Regressou a Portugal, concluiu o curso de Direito (1863). Em 26.1.1867 foi nomeado administrador do concelho de Torre de Moncorvo. Enquanto esteve em Coimbra colaborou nos jornais: Prelúdios Literários, Estreia Literária e Literatura ilustrada. Escreveu ainda em: Fósforo e Tira Teimas. Em 1859 publicou um livro de Poesias. Em 1862 apareceu o II volume. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Alberto Teles Utra-Machado (São Pedro Angra do Heroísmo, 24 de Janeiro de - Oeiras, 12 de Janeiro de 1923. Foi um jurista escritor, publicista e político, formado em Direito pela Universidade de Coimbra em 1863 Assinou parte da sua obra literária como Alberto Telles. José Maria da Cunha Seixas (Trevões, São João da Pesqueira 26 de Março de 1836 - Lisboa, 27 de Maio de 1895. Foi um intelectual e filósofo, criador e adepto do pantiteísmo, uma dissidência do krausismo que tem por doutrina reconhecer a presença de Deus em todos os lugares e em tudo, mas propondo que apesar de Deus estar em tudo, Deus não se identifica com a coisa criada. Com apenas 14 anos de idade, em 1850 tomou ordens menores iniciando de seguida estudos de teologia. O isolamento em que cresceu e estrita educação católica a que foi submetido parecem ter influenciado a sua personalidade deixando-o solitário e com poucas aptidões sociais. Apesar de se ter matriculado no ano de 1858 nos cursos de teologia e filosofia da Universidade de Coimbra aparentemente para ser eclesiástico, transferiu-se para a Faculdade de Direito daquela Universidade, onde se formou em 27 de Junho de 1864 […]. Ainda estudante em Coimbra iniciou-se como publicista, colaborando com artigos de crítica literária e de política em diversos periódicos, entre os quais O Viriato (Viseu), Comércio de Portugal, Jornal de Lisboa, Académico de Coimbra, Comércio de Lisboa, Jornal do Comércio, Distrito de Beja e muitos outros periódicos, em especial de Lisboa. Terminado o curso, fixou-se em Lisboa, com banca de advogado e como professor de filosofia no Instituto de Ensino Livre de Lisboa. Manteve a sua intensa colaboração com periódicos diversos e fez-se sócio de diversas agremiações científicas, estabelecendo a sua reputação de intelectual. Faleceu em Lisboa, a 27 de Maio de 1895, com 59 anos de idade, deixando a parte mais importante da sua obra por publicar. Fonte: Wikipédia.
Presenças: José Gomes Coelho (em substituição do presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; Raúl Alberto Ferreira Flores; João Celestino Cerqueira Afonso; Francisco Duarte Canellas. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de aguardar pela decisão de instâncias superiores, relativas ao ofício do Inspetor Escolar do Círculo Oriental de Lisboa, sobre a professora do 2.º lugar da escola António José Gomes, da Cova da Piedade, que pretende subsídio de renda de casa; - Deliberação de satisfazer uma requisição do Comandante da Secção da Guarda Nacional Republicana, do Barreiro, devolvendo-lhe a relação das participações, referentes ao mês de novembro; - Deliberação de satisfazer a Câmara Municipal de Sesimbra, de afixar neste concelho, um edital relativo à inauguração de um mercado de gados, em Santana, naquele concelho; - Deliberação de entregar ao tesoureiro municipal, os documentos que foram devolvidos a esta corporação, pela secretaria de finanças do concelho, os conhecimentos de contribuições municipais diretos, do ano de 1915, por ter sido indicado superiormente, ser de sua incumbência, os quais serão precedidos dos devidos avisos a todos o contribuintes; - Deliberação, para que a requisição feita no ofício do professor da Escola Conde Ferreira, em Almada, para cumprimento do despacho ministerial, de 29 de dezembro de 1914, de uma bandeira nacional, assim como, tudo o que seja necessário para que seja arvorada nessa escola, a seu cargo, seja presente à comissão encarregada da organização do orçamento das despesas de instrução primária; - Deliberação de mandar satisfazer uma requisição, do chefe fiscal da câmara, de ferramentas necessárias, para a limpeza das árvores; - Deliberação de conceder licença, após informação favorável do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, solicitada por Manuel Bento Simões, morador, em Almada, para abrir uma porta no muro da propriedade, que traz de renda e que confina com o Largo Fernão Mendes Pinto, e faz parte da Quinta do Conde, mediante o pagamento das taxas estabelecidas no Código de Posturas Municipais; - Deliberação de mandar executar, após apresentação e aprovação do orçamento, no valor de 19 escudos, para a construção de umas estantes, para a secretaria desta corporação; - Deliberação de autorizar o chefe de secretaria a adquirir os artigos necessários, para o expediente da repartição a seu cargo; - Informação do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, que os arranjos necessários no relógio do edifício da câmara, vão ser executados por dois profissionais, das suas relações, gratuitamente; - Deliberação, sob proposta do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, de oficiar à Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, solicitando que proceda à reparação urgente e necessária, no Cais do Olho de Boi, em frente a essa fábrica, que se as não fizer, fica em risco de desmoronamento do caminho; - Deliberação após informação do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, que o individuo que cuida da bomba de Cacilhas, reclamou gratificação idêntica aos anteriores cuidadores, de propor ao mesmo, que passe a ser gratuito, ou então solicitar aos Bombeiros Voluntários que estão próximos, de o fazer, visto que são subsidiados pela câmara; - Informação do vereador João Celestino Cerqueira Afonso, acerca da ida a Lisboa, com o seu colega Sebastião José Pereira Ferraz, à consulta com o doutor Alves Sá, sobre a proposta do vereador Casa Nova, sobre construções, que não se realizou, pois este advogado estava impedido em serviço; - Deliberação de encarregar o vereador Sebastião José Pereira Ferraz, após informações do mesmo, de apresentar um orçamento oportunamente, relativo às obras necessárias no telhado do edifício da câmara, no piso da torre e algumas reparações no teto de um dos compartimentos do tribunal; - Informação do vereador do pelouro dos cemitérios, João da Rosa Lima, relativa à regularização do horário de abertura e fecho do cemitério de Almada, que o dito cemitério encerra à hora de almoço e à hora de jantar do coveiro. Mais informa que o administrador do mesmo lhe comunicou, não existir terreno para sepulturas, devendo tomar as devidas providências; - Deliberação de encarregar o vereador Francisco Duarte Canellas, de providenciar a aquisição de burgau, da forma mais económica, para as reparações já deliberadas, no caminho do cemitério de Caparica; - Deliberação de encarregar o vereador Raul Alberto Ferreira Flores, da aquisição de brita, para as obras da Cova da Piedade e da Trafaria, que ficou resolvido adquirir um barco, para cada uma das povoações, aguardando o mesmo, umas notas que pediu do preço desse material; - Deliberação de encarregar o vereador José Gomes Coelho, de mandar proceder à reparação da carroça empregue no transporte de dejetos, no Pragal, ouvindo previamente os industriais, encarregues deste serviço, sobre o preço da reparação; - Informação do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, que vai mandar proceder ao concerto da pipa de ferro de transporte de água; - Deliberação de encarregar o vereador José Gomes Coelho de mandar proceder à substituição do braço que sustenta o candeeiro, na Avenida Francisco Ferrer, por uma haste colocada no muro, para que os veículos quando estão carregados não o alcancem; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 26 de janeiro de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 15 a 16, no valor de 53 escudos e 55 centavos. [Im. 1210_0104, 1210_0105, 1210_0106 e 1210_0107] Disponível em:
Livro Copiador de Correspondência Geral Expedida do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos desde 4 de fevereiro de 1939 a 2 de novembro de 1939, encontra-se organizado cronologicamente e contém 500 registos dactilografados de cópias dos ofícios, telegramas e cartas expedidas por este Sindicato na generalidade a sócios e entidades várias sobre diversos assuntos nomeadamente reuniões da Direção e das Comissões do Sindicato, pagamento de quotas, comunicados para vários jornais, inventário da Misericórdia de Évora, eleições, partidos farmacêuticos, doações, encerramento de farmácias, publicação de notícias, queixas, carteiras profissionais e números de sócios, fiscalização de venda de medicamentos, pedidos e envio de documentos, agendamento de reuniões, transferência de sócios, fiscalização de farmácias e drogarias, licenças porta aberta de farmácias, exercício de medicina na farmácia, criação de secções distritais do Sindicato, pagamento de bilhetes para espetáculos, diretores técnicos e propriedade de farmácias, Lutuosa Farmacêutica, tradução em língua portuguesa de termos farmacêuticos, demissão coletiva da direção do Sindicato em 1939, venda ilegal de medicamentos/especialidades, inscrição/cancelamento de sócios, pareceres do consultor jurídico do Sindicato, alterações de morada, devolução de jornais, convites para cargos do Sindicato, convites para conferências, concessão de licença para a instalação de laboratório de produtos farmacêuticos, convite para sessão inaugural do II Curso de Férias de Farmácia, reclamação relativa à venda de medicamentos em mercearias e tabernas, horário de funcionamento das farmácias, categorias profissionais abrangidas pelo Sindicato, resposta acerca de memorandum da Secção Distrital do Porto ao Governador Civil, visita do Grémio Distrital dos proprietários de Farmácias de Lisboa, pedido de redação de artigos para o boletim/jornal do Sindicato, criação de comissões, licenças camarárias para as farmácias, protestos contra artigos de jornais, demissão de fiscais privativos do Sindicato, obras de limpeza do edifício sede, votos de pesar. Na sua maioria, os ofícios contidos neste livro são assinados por João Francisco de Jesus, João Marques Canas, Presidente e Secretário do da direção do Sindicato, Manuel Rodrigues Loureiro, Joaquim Pedro de Alcântara Ferreira e Costa, Gerardo Rodrigues Maria da Matta, Presidente e 1os Secretários da Comissão Administrativa do Sindicato. O final do livro apresenta um índice de destinatários organizado por ordem alfabética com indicação da localidade e dos respetivos números de ofício. Entre os destinatários encontram-se A. Romano Baptista, Abílio Monteiro, Administração Geral dos Correios e Telegrafo, Alberto Coelho Nogueira, Alberto Dias, Alberto Luís Ferreira, Alexandre José Maria Mendes, Alfredo Correia Frias, Alfredo de Oliveira, Alfredo Manuel Candeira, Alice da Glória Miranda de Morais, Aluísio da Cruz Marques Leal, Ana Vieira, Antero Leal Marques, António Augusto de Carvalho Pessoa, António Augusto Ladislau Calapez, António Augusto Rilley da Mota, António de Oliveira Salazar, António de Sousa Vieira, António Feliciano Ribeiro, António Ferreira Pinto, António José da Costa, António Maria da Gama Júnior, António Rocha da Torre, António Tibério Dores, Armando de Campos Palermo, Armando Gonçalves Ramos, Armando Maria Dionísio, Armando Nifo, Associação de Socorros Mútuos dos Empregados no Comércio e Indústria, Associação de Socorros Mútuos José Maria Correia Legado do Caixeiro Alentejano, Associação dos Farmacêuticos da Turquia, Augusta dos Reis Pais, Augusto Rosa dos Santos Arnaut, Azevedo Cabral, Bartolomeu Bana Martins, Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência, Câmara Municipal de Lisboa, Camilo Artur Girão Oliveira Veloso Osório, Carlos Cândido Coutinho, Casa do Povo de Alcains, Casa do Povo de Moncarapacho, Coelho Gonçalves, Comissão Administrativa da Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho, Comissão Executiva da União Nacional, Conselho Geral da Ordem dos Médicos, Conselho Regional de Coimbra da Ordem dos Médicos, D. António Pereira Forjaz, Daniel Simões Lucas de Carvalho, Direção Geral de Saúde, Eduardo Matos Boavida, Escola de Farmácia de Lisboa, Estação Postal (Elvas, Estoril, Parede), Farmácia Abreu, Farmácia Barella, Farmácia Central do Exército, Farmácia Estácio, Farmácia Fénix, Farmácia Pedroso, Fernando de Araújo Ferreira, Filomena Moreira da Costa, Firma Alves e Cia. Irmãos, Francisco Pereira Campos, Francisco Pinharanda, Francisco R. dos Santos Costa, Gabriel Varela Fradinho, Gaspar Peres de Castro, Gerardo Rodrigues Maria da Matta, Governo Civil de Lisboa, Grémio Distrital dos Proprietários de Farmácia de Lisboa, Henrique António Rodrigues, Ilídio de Almeida Feliz, Inspeção do Exercício Farmacêutico, Instituto Nacional de Estatística, Instituto Nacional do Trabalho e Previdência, J. Pereira da Rocha, Jaime Alves Barata, João Afonso Pacheco, João Celestino Cerqueira Afonso, João José de Brito, João Maria da Fonseca e Pinho, Joaquim Evaristo de Almeida, Joaquim Fernandes Pestana, Joaquim José Caetano Castela, Joaquim Mota Capitão, Joaquim Pedro de Alcântara Ferreira Costa, Joaquim Pereira, Jornal 1º de Maio, Jornal da Tarde, Jornal Notícias Farmacêuticas, Jornal O Diário de Notícias, Jornal O Século, José Arede Fernandes, José Augusto Ventura, José Cipriano Rodrigues Diniz, José da Cruz Bucho, José de Avelar Almeida Ribeiro, José de Oliveira Júnior, José Dias Hipólito Parente, José Eleutério Rodrigues Dionísio, José Firmino Ribeiro da Cunha, José Gonçalves Bandeira, José Joaquim Ribeiro, José Maria Mendes, José Martinho Nunes Júnior, José Ricardo do Vale, José Vitorino Peres, Júlio Baeta Rebelo, Júlio Baptista, Júlio de Almeida, Leão Rodrigues de Almeida Correia, Lúcio António Rocha D’ Anunciada, Luís de Almeida Gomes Pacheco, Luís José Botelho Seabra Lopes, Lupi Nogueira, Manuel Baptista da Costa, Manuel do Carmo Correia, Manuel Godinho de Matos, Manuel José Rego, Manuel Lourenço dos Santos, Manuel Maria Rodrigues Taborda da Costa, Manuel Maria Salgueiro Barcelos, Manuel Marques Guerreiro Crespo, Manuel Pereira da Silva, Manuel Pinheiro Nunes, Manuel Rodrigues Loureiro, Maria Carolina de Almeida Varela, Maria Cecília de Sousa Lobo, Maria Clara Veloso Branquinho, Maria José Soares Cabeçadas, Mário de Mesquita Lopes, Mário Pais de Sousa, Miguel António Fialho Vogado, Miguel Sá da Bandeira, Ministério da Guerra, Ministério do Comércio e Indústria, Ministério Público do Tribunal do Trabalho de Lisboa, António Augusto Moz Teixeira, Pedro Maria Lecoq Júnior, Raul de Carvalho, Raul Pancada, Recorte, Ricardo Aires de Oliveira, Rodolfo Fragoso, Rodrigo Maria Frazão, Rui João Aboim de Faria Pereira, Ruy Telles Palhinha, Ruth Correia Ferreira, Saúl Alírio Pereira, Sebastião Monteiro Rego, Secção Distrital do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos (Aveiro, Beja, Évora, Porto, Santarém, Braga, Viseu), Secretaria de Estado das Corporações e Previdência Social, Sertório Ferreira, Silvina Fontoura de Carvalho, Sindicato Nacional dos Ajudantes de Farmácia do Distrito de Lisboa, Sociedade de Produtos Químicos, Sociedade Industrial Farmacêutica, Manuel das Dores Tello da Fonseca, Thebar de Oliveira, Tomás Simões Viana, União Portuguesa de Comércio.
Recenseamento militar dos seguintes mancebos: António Ângelo, filho de Ângelo Domingos e Joaquina Maria; Agostinho Domingos, filho de Domingos Feliciano e Maria Joaquina; António Domingos Caetano, filho de Domingos António Caetano e Maria Joaquina; António Joaquim Casimiro, filho de Joaquim Casimiro e Júlia Domingas; Batista João, filho de João Gomes Cardoso e Gertrudes de Jesus; Bernardino José Pardal, filho de José Manuel Pardal e Maria Bernardina; Casimiro Marques de Figueiredo, filho de Casimiro Francisco Marques de Figueiredo e Casimira Gomes; Custódio José, filho de José Manuel Domingos Bicho e Josefa Maria; Domingos Henriques, filho de Henrique Manuel e Josefa Maria; Domingos João Coelho, filho de João Coelho e Maria Mariana; Domingos Pedro Casinhas, filho de Pedro António Casinhas e Joaquina Maria; Francisco Borges Maceira, filho de Francisco Manuel Tomázio e Júlia Maria Duarte; Francisco Jacinto Teles, filho de João Jacinto Teles e Delfina Maria de Jesus; Joaquim Vicente da Silva, filho de José Vicente da Silva e Maria Isabel; José António Miguel, filho de António Miguel Veludo e Maria Joaquina; José Estêvão Júnior, filho de José Estêvão e Joaquina Maria; José João Jorge, filho de João Jorge Júnior e Felismina Carlota Costa; José Manuel da Silva, filho de Manuel António da Silva e Ana de Jesus; José Santos, filho de Januário dos Santos e Maria Joaquina; Júlio António João, filho de José António João e Maria Catarina; Luís Vicente Russo, filho de Francisco Vicente e Domingas Gertrudes; Manuel António Alves, filho de António Alves e Maria Joaquina; Manuel Dias, filho de António Dias e Maria da Assunção; Manuel Domingos Corredora, filho de Domingos Duarte Corredora e Joaquina Maria; Manuel Eduardo, filho de Eduardo Manuel Vicente e Adelina Matilde; Manuel José Baleia, filho de Manuel José Baleia e Sebastiana Maria; Marteliano João, filho de João Domingos e Maria Teresa; Miguel Domingos Isidoro, filho de Domingos Isidoro e Joaquina Maria; Raul Lino, filho de Lino António e Maria Domingas; Valentim Luís, filho de Luís Matias e Maria de Jesus; Vicente João, filho de João da Silva Catita e Domingas Matilde; Adelino Cândido, filho de Cândido António e Maria de Jesus; António Duarte de Almeida, filho de Domingos Duarte de Almeida e Maria da Luz; António José Pardal, filho de José Manuel Pardal e Maria Bernardina; António Martins Diogo Júnior, filho de António Martins Diogo e Ermelinda da Piedade; António Miguel, filho de Julião Miguel e Joaquina Gertrudes; António Pisco Duarte, filho de Manuel Pisco Duarte Ferreira e Maria Lagoa Agostinha; Apolinário Rodrigues, filho de José Rodrigues e Maria José; Basílio José, filho de José da Silva e Maria Vitória; Carlos de Morais, filho de José Dias Morais e Mariana Rita; Casimiro António Bicho, filho de António José Bicho e Domingas da Conceição Freitas; Domingos Duarte de Almeida Júnior, filho de Domingos Duarte de Almeida e Maria da Luz; Domingas das Neves, filho de Manuel José Neves e Maria Eva; Francisco Duarte da Quinta, filho de João Duarte da Quinta e Eufrásia Maria; Francisco Isidoro Dias, filho de Isidoro Manuel Dias e Maria Iria; Henrique Vicente Neves, filho de Vicente Lourenço e Quitéria Catarina; Honorato Francisco, filho de Francisco António e Rufina dos Santos; Humberto Martins, filho de Manuel Martins e Maria Antónia; João Hipólito Pedro, filho de António Pedro e Mariana Jesuína; Joaquim Maurício, filho de José Maurício e Vitória Joaquina; Lino António da Costa Morgado, filho de António Manuel da Costa Morgado e Maria Engrácia da Torre; Manuel Lourenço Neves, filho de Manuel Lourenço Neves e Maria Gertrudes; Manuel Miguel, filho de José Duarte e Eufémia Domingas; Manuel Paulo, filho de José Paulo e Domingas Joaquina; Manuel Vicente Bizarro, filho de Manuel Vicente Bizarro e Isabel Margarida; Marcos Duarte, filho de Domingos Duarte e Maria de Jesus; Maximino José, filho de José Manuel Domingos Bicho e Josefa Maria; Alfredo, filho de António Isidoro e Domingas Constância; Amaro, filho de Manuel da Silva Ramos e Maria Madalena; Desidério, filho de Joaquim António pardal e Mariana Maria; Isidoro, filho de Isidoro Manuel Dias e Maria Joaquina; João, filho de pai incógnito e Maria da Luz; João, filho de Manuel Duarte e Maria Mariana; João, filho de João Duarte Azenha e Joaquina Teresa; João, filho de João Gomes Cardoso e Gertrudes de Jesus; Joaquim, filho de Joaquim Murteira e Maria da Conceição; Joaquim, filho de António Agostinho e Luísa Isabel; Joaquim, filho de José Rodrigues e Maria José; José, filho de José Vicente Franco e Maria Joaquina; José, filho de Manuel José Neves e Maria Eva; José, filho de Joaquim Duarte e Vitória Maria; José, filho de Joaquim Veríssimo e Vitória Maria; Manuel, filho de Domingos Duarte Rato e Gertrudes Maria; Manuel, filho de Joaquim Duarte e Vitória Maria; Manuel, filho de Miguel Alves e Ana Jacinta; Miguel, filho de Manuel Lourenço Neves e Maria Gertrudes; Manuel Duarte Lavrador, filho de Manuel Duarte Lavrador e Joaquina Maria; António, filho de José Duarte Azenha e Maria Vitória; António, filho de José Januário e Maria Helena; António Cartaxo, filho de Manuel António Cartaxo e Maria Joaquina; António, filho de João Duarte de Castro e Maria Domingas; António, filho de Domingos Feliciano e Maria Joaquina; António, filho de António Fernandes dos Fetos e Maria da Conceição; António, filho de Manuel Ferreira Ruivo e Vitória Mariana; Avelino, filho de José Caetano e Joaquina Faustina; Domingos, filho de Ângelo Domingos e Joaquina Maria; Domingos, filho de António Martins Júnior e Maria Rosa; Domingos, filho de Manuel Rodrigues e Maria Pedroso; Domingos, filho de José Miguel e Maria Vitória; Domingos, filho de Domingos Cristóvão e Joaquina Maria; Francisco, filho de Estêvão Duarte Azinhaga e Margarida Maria; Francisco, filho de José Rodrigues e Silvéria Maria; Francisco, filho de Francisco do Cabo e Domingas Catarina; Francisco, filho de José Duarte e Joaquina Barbara; Frutuoso, filho de Vicente João e Maria Joaquina; Joaquim, filho de Domingos António e Maria Joaquina; Joaquim, filho de Miguel Caetano e Joaquina de Jesus; José, filho de Joaquim Casimiro e Júlia Domingas; Manuel, filho de Miguel Duarte Rato e Gertrudes Jerónima; Manuel, filho de Manuel Simões Lavrador e Joaquina Maria; Vicente, filho de pai incógnito e Maria Inácia.
Recenseamento militar dos seguintes mancebos: Aboim Miguel Vicente Cunha, filho de Miguel Vicente Cunha e Maria Domingas; Adelino João Coelho, filho de João Coelho e Maria Mariana; Albino Ferreira, filho de Joaquim Maria Ferreira e Maria Joaquina; Albino José Camarão, filho de José Domingues Camarão e Maria Domingas; António Coelho, filho de Filipe Coelho e Margarida de Jesus; António Estevão, filho de Estevão Vicente Areda e Virginia Isabel; António Gomes Júnior, filho de António Gomes e Gertrudes Henriqueta; António José, filho de Joaquim José e Adelina Mariana; António Vicente, filho de pai incógnito e Madalena Maria; Cipriano Domingos, filho de Domingos Feliciano e Maria Joaquina; Clemente Luís Matias, filho de Luís Matias Gato e Maria de Jesus; Domingos José Fidalgo, filho de José António Fidalgo e Rosalina Maria; Domingos Manuel Duarte, filho de Manuel Duarte e Maria Joaquina; Domingos Manuel Monteiro, filho de Manuel Monteiro e Domingas Teresa; Domingos da Silva, filho de Joaquim da Silva e Maria Rosa; Eduardo Manuel baleia, filho de Manuel José Baleia, Sebastiana Maria; Etelvino Maria, filho de pai incógnito e Gertrudes Maria; Félix Batista, filho de José João Batista e Domingas Maria; Félix José Heleno, filho de José Heleno e Antónia Maria; Filipe Jacinto, filho de Manuel Jacinto e Maria Gertrudes; Filipe Manuel, filho de Manuel Vicente e Maria Gertrudes; Florêncio José Vicente da Silva, filho de José Vicente da Silva e Maria Isabel; Francisco Cândido Frade Júnior, filho de Francisco Cândido Frade e Beatriz Conceição Frade; Francisco Nogueira de Andrade Júnior, filho de Francisco Nogueira Andrade e Jesuína Joaquina; Hilário José António e Maria Rosa; Jesuíno Ferreira, filho de Jesuino Simões e Custódia Maria; João Marçal Cardador, filho de João Francisco Cardador e Maria Domingas; Joaquim António Baleia, filho de António Baleia e Jesuína Dionísia; Joaquim António Vicente, filho de António João Vicente e Maria Celestina; Joaquim Carioca, filho de Manuel Domingues Carioca e Júlia Helena; Joaquim Vicente Areda Júnior, filho de Joaquim Vicente Areda e Domingas Mariana; José Domingos, filho de Domingos Silvestre e Domingas Maria; José Joaquim Casimiro, filho de Joaquim Casimiro e Júlia Domingas; José Vicente bizarro, filho de Manuel Vicente Bizarro e Isabel Margarida Rosa; Luís Duarte, filho de António Duarte Corredoura e Ana Maria; Luís Silvestre, filho de Manuel Silvestre e Maria Isabel; Manuel António Luzia, filho de Manuel António Luzio e Gertrudes Maria; Manuel António da Torre Francisco, filho de António Francisco e Joaquina Maria; Manuel Duarte Patrão, filho de José Duarte Patrão e Maria da Silva; Manuel Duarte Tomé Júnior, filho de Manuel Duarte Tomé e Domingas Maria; Manuel Francisco Lima, filho de José Francisco e Silvéria Maria; Manuel Francisco Joaquim Alves, filho de Joaquim Alves e Joaquina Gertrudes; Manuel Maria, filho de pai incógnito e Gertrudes Maria; Marcolino Rodrigues da Fonseca, filho de José Manuel e Maria Antónia; Miguel Duarte, filho de João Duarte e Maria da Conceição; Miguel Vicente, filho de Guilherme Vicente e Maria Joaquina; Olegário da Silva Sapina, filho de António da Silva Sapina e Maria Vitória; Pedro José Policarpo, filho de José Policarpo Lopes e Mariana Vitória; Sabino Bartolomeu, filho de António Bartolomeu e Maria Duarte Lagoa; Sabino Vicente Tojeira, filho de Joaquim Vicente Tojeira e Maria de Jesus; Salvador Domingos, filho de Manuel Domingos Júnior e Maria Joana; Abrantes, filho de José Manuel Pardal e Maria Bernardina; Alfredo, filho de Joaquim Nogueira e Domingas Maria; António, filho de Domingos Serrador e Mariana Joaquina; António, filho de João Caeiro e Maria Catarina; Carlos, filho de Luís Jorge e Maria José; Carlos, filho de Manuel Rodrigues e Maria Joaquina; Domingos, filho de Domingos Francisco Coelho e Emília Maria; Francisco, filho de Manuel António Luzio e Gertrudes Maria; Frederico, filho de Henrique Manuel e Josefa Maria; Henrique, filho de Francisco Joaquim Moço e Maria de Jesus; Joaquim, filho de António Pedro Simões e Carolina Maria; Joaquim, filho de Joaquim Veríssimo e Gertrudes Maria; Joaquim, filho de Joaquim Melão da Silva e Maria Silvéria; Joaquim, filho de Domingos Vicente Governo e Maria Domingas; José, filho de Domingos Monteiro e Vitória Domingas; José, filho de José Nunes Pereira e Guilhermina Maria da Silva; José, filho de António Dias e Maria da Conceição; Luciano, filho de Luís José e Margarida da Nazaré; Luís, filho de Miguel Alves e Ana Jacinta; Luís, filho de Luís Silvestre e Domingas Maria; Manuel, filho de Joaquim Lourenço Lapa e Maria Clara da Conceição; Manuel, filho de Aleixo Agostinho e Conceição Domingas; Manuel, filho de Manuel Duarte Salvador e Joaquina Maria; Manuel, filho de João Jacinto e Luísa Joaquina; Manuel, filho de Joaquim Caetano Miranda e Maria Jesuína; Zacarias, filho de Joaquim João Vicente e Angelina Maria Lourenço.
Álbum com fotografias referentes às obras de construção do novo Arsenal do Alfeite: - Cravação da ponte de serviço, escavador de garra sobre pontões dragando lodo ao longo da retenção leste. - Escavador de garras sobre pontões dragando ao longo da retenção leste em fins de Novembro de 1930. - Trabalhos de empedramento dos taludes da testa centro das carreiras. - Escavador de garra, bate estacas e arranca estacas trabalhando na retenção leste. - Ponte estacada das testas extremas das carreiras e ante-carreiras. - Paredes de estacas - pranchas e chapas de fixação da retenção leste, ponte de serviço. - Paredes de estacas-pranchas e chapas de fixação da retenção leste; ponte de serviço. - Testa norte das carreiras. - Estaleiro para fabrico de estacas de betão armado. - Empedramento das taludes da testa sul. - Ponto "C" da retenção leste. - Parede de estacas-pranchas e chapas de fixação de retenção leste. - Parede interior da ensecadeira. - Testa sul e parede interior da ensecadeira. - Testa norte e parede interior na ensecadeira. - Arranca-estacas. - As 4 carreiras vistas do aterro. - Guindaste "Diesel" na testa sul; as carreiras vistas do rio. - Vista geral das carreiras, tomada do aterro. - Vista geral das carreiras, vista do rio. - Escavador sobre pontões arrancando as estacas-pranchas da casa da bomba no Tejo. - Carreiras vistas do norte; desmontagem da ensecadeira; no primeiro plano, estaleiro para reparação das estacas-pranchas arrancadas. - Arranque das estacas - pranchas da ensecadeira das carreiras. - Arranque das estacas-pranchas da ensecadeira das carreiras. - Construção da ensecadeira do plano inclinado. - Escavador sobre pontões cravando as vigas I da ponte de serviço do plano inclinado. - Testas das carreiras com a maré à cota 1,00. - Montagem da ponte de serviço da ensecadeira do plano inclinado. - Ensecadeira do plano inclinado. - Vista geral das carreiras. - Ensecadeira do plano inclinado antes do seu fecho; plataforma de cravação. - Ensecadeira do plano inclinado depois de concluída a sua cravação. - Cravação de estacas, plataforma de cravação. - Empedramento da retenção sul. - Cravação de estacas de betão armado; esgoto da água da ensecadeira. - Empedramento da retenção sul. - Carreiras, estaleiros do plano inclinado, vendo-se ao fundo a oficina de serralharia. - Bate estacas n.º 13, cravando estacas inclinadas 4:1. - Cravação de estacas-pranchas no interior da ensecadeira; preparativos para a betonagem das lages 3 e 5. - Interior da ensecadeira do plano inclinado vista do norte. - Armaduras da lage 3, estacas cortadas debaixo da lage 4, ao fundo da ensecadeira com as respetivas bombas de esgoto. - Betonagem da primeira lage (3), colocação das armaduras da lage (5). - Pequeno bate estacas cravando as estacas pranchas Hoesh II do fecho da parte mais funda da ensecadeira. - Descarga de cascalho. - Armadura da lage (5). - Lage 3 depois de betonada; cravação de estacas. - Escavação de lodo entre as estacas para fundação das lages 15 - 33, com o auxilio do escavador com garra. - Betonagem das lages 19 e 20, à direita lages betonadas da fiada 3-7, ao centro lages 10 e 12 armadas. - Preparativos para a betonagem das lages 21 e 22. - Sondagens para a instalação de abaixamento do nível do lençol aquífero; escavação de lodo. - Sondagens e tubagem da instalação para abaixamento do nível do lençol aquífero - Lages betonadas acima da junta 3, sondagens e tubagens da instalação para abaixamento do nível do lençol aquífero, casa das bombas, guindaste Diesel sobre a ensecadeira, escavador abrindo os cavoucos do muro norte. - Lages betonadas acima da junta 3, sondagens e tubagens da instalação para abaixamento do nível do lençol aquífero, casa das bombas, guindaste Diesel sobre a ensecadeira. - Fecho provisório do perré da testa norte das carreiras. - Perré do molhe (ponto C) depois da paralisação dos trabalhos, visto na baixa-mar. - Perré de proteção da margem sul depois da paralisação dos trabalhos em 17-07-31. - Instalação para abaixamento do nível do lençol aquífero em 12-09-31. - Parede de estacas -pranchas no interior da ensecadeira acima da junta 3. - Moldagem do muro norte e dos massiços 1ª e 2ª. - Instalação de bombas. - Muro norte em construção. - Interior da ensecadeira visto do sul. - Deslocação da torre "Ibag" para distribuição de beton. - Interior de ensecadeira visto do norte. - Construção do muro norte. - Preparativos para betonagem do massiço le. - As 2 tubagens principais da instalação para abaixamento do nível do lençol aquífero . - Escavação e armaduras das pequenas lages entre os massiços. - A primeira parte do plano inclinado betonado com o auxílio da instalação para abaixamento do nível do lençol aquífero. - Fecho norte do plano inclinado. - Casa das bombas e parte inferior do plano inclinado já betonado, depois de inundada. -
ARTIGOS DIVERSOS SOBRE O ULTRAMAR - 1 - "UM DEPOIMENTO SOBRE POLÍTICA NAVAL PORTUGUESA", POR ARMANDO REBOREDO, CAPITÃO-DE-MAR-E-GUERRA, ANAIS DO CLUBE MILITAR NAVAL, Nº89, 1959. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE O ULTRAMAR - 2 - "PROPOSED: A COUNTERINSURGENCY TASK FORCE", PELO COMANDANTE ANDREW G. NELSON E TENENTE NORMAN G. MASHER, USNAVY, U.S. NAVAL INSTITUTE PROCEEDINGS, JUNHO 1966. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE O ULTRAMAR - 3 - "A GUERRA DE GUERRILHAS É DIFERENTE", POR WILLIAN H. HESSLER (PROCEEDINGS ABRIL 1962), ANAIS DO CLUBE MILITAR NAVAL Nº92, 1962. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE O ULTRAMAR - 4 - "A EQUIPA TERRA-MAR NA GUERRA FLUVIAL", PELO MAJOR RICHARD M. MEYER, DO EXÉRCITO DOS ESTADOS UNIDOS. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE O ULTRAMAR - 5 - "PORTUGAL, A EUROPA E A ÁFRICA", PELO PROFESSOR MILLER GUERRA, VIDA MUNDIAL 22/1/71. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 6 - "UMA PRESPECTIVA DA ESTRATÉGIA PORTUGUESA", PELO BRIG. JOQUIM A. FRANCO PINHEIRO, REVISTA MILITAR, MARÇO 1971. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 7 - "A NAÇÃO PORTUGUESA NO ASPECTO MILITAR" PELO GENERAL JOÃO DE PAIVA DE FARIA LEITE BRANDÃO, REVISTA MILITAR, NOVEMBRO 1972. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 8 - "QUANTO CUSTOU A GUERRA COLONIAL?", PELO 1º TENENTE RA EDUARDO MANUEL ROSÁRIO DIAS, ANAIS DO CLUBE MILITAR NAVAL, VOL. GX, OUT/DEZ1980. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 9 - "O ASSALTO AO PAQUETE SANTA MARIA" VISTO PELO COMANDANTE NAVAL DE ANGOLA", PELO V/ALM JOSÉ MARIA SALEMA, ANAIS DO CLUBE MILITAR NAVAL, VOL. CXI, JAN/MAR 1981. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 10 - "HISTÓRIA MILITAR DA VERDADE OU ALGUMAS VERDADES PRECIOSAS PARA CONSELHEIROS AMBICIOSOS" - PELO CORONEL JOÃO RODRIGUES COELHO, BALUARTE Nº 3/83 MAI/JUN 83 ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 11 - "PORTUGAL NO MUNDO - CREPÚSCULO VERSOS PERINIDADE", PELO ESTUDANTE ANTÓNIO JOSÉ CHRYSTELLO TAVARES, MAIS ALTO Nº234, MAR/ABR 85. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 12 - "TRISTEZAS NACIONAIS" PELO CAPITÃO PILAV JOÃO J. BRANDÃO FERREIRA, MAIS ALTO 230, JUL/AGO 84. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 13 - "A MARINHA NO SÉCULO XX" PELO ASPIRANTE EMQ. JORGE SILVA PAULO, ANAIS DO CLUBE MILITAR NAVAL, VOL. CXIV: I PARTE - JAN - MAR 1984; II PARTE - ABR - JUN 1984; III PARTE - JUL - SET 1984. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 14 - "O DEVER E A CONSCIÊNCIA", POR J. QUINTELA, MAIS ALTO Nº235 MAI/JUN 85. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 15 - "OS NAÚTICOS: VEDETAS DE GRANDE CALADO", PELO CAPITÃO GRAD. EM CPAITÃO-DE-FRAGATA DELMAR BARREIROS, REVISTA DA ARMADA, Nº165 JUN85. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 16 - "LE RECUL DE LA RACE BLANCHE", POR JACQUES CHASTENET. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 17 - "DIA DE RONCO PARA OS FUZILEIROS", PELO C/ALM MALHEIRO DO VALE, REVISTA DA ARMADA Nº163 ABR 85. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 18 - "ORDEM DA TORRE E ESPADA PARA OS "FUSOS", (COLABORAÇÃO DO CAPITÃO-DE-FRAGATA SEF SALGADO SOARES), REVISTA DA ARMADA Nº 163 ABR 85. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 19 - "UM FENÓMENO IMEDIATO NA NOSSA MARINHA DE GUERRA - A METAMORFOSE RÁPIDA DE UMA ARMADA PARA FAZER FACE À LUTA DE GUERRILHAS", MAURÍCIO DE OLIVEIRA. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 20 - "HERÓIS DA MINHA PÁTRIA, ONDE ESTAIS?" - CAPITÃO LUÍS GONZAGA DA ROCHA , MAIS ALTO, Nº241, MAI/JUN 86. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 21 - "NAVEGADORES E MARINHEIROS (3)" - M. DO VALE C/ALM - REVISTA DA ARMADA, Nº177, JUN 86. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 22 - "COMPANHIA DE CAÇADORES Nº457 ANTIGOS COMBATENTES CONFRATERNIZAM" : JOSÉ TRAVACOS; COMBATENTE, Nº177, NOV 86. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 23 - "BREVES APONTAMENTOS HISTÓRICOS DO TERRORISMO (2)" - TENENTE CORONEL MANUEL ARNALDO DE ABREU FALCÃO BALUARTE, Nº5, SET/OUT87. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 24 - "MISSÃO DE PAZ" - M. DO VALE C/ALM, REVISTA DA ARMADA, Nº194, DEZ 87. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 25 - "TROPAS PARA-QUEDISTAS - DAS ORIGENS À CRIAÇÃO DO CTP" - CORONEL P/Q NUNO MIRA VAZ , MAIS ALTO, Nº250, NOV/DEZ87. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR -26 - "O PODER POLÍTICO, O PODER MILITAR E A DESCOLONIZAÇÃO" - GEN FA (R)MANUEL PINTO MACAHADO DE BARROS, MAIS ALTO, Nº250, NOV/DEZ87. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 27 - "ELEMENTOS PARA UMA ABORDAGEM À GEOPOLÍTICA DA ÁFRICA" - CMG MÁRIO AUGUSTO FARIA DE CARVALHO, BALUARTE, Nº4, JUL/AGO 87. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 28 - "ÁFRICA, 1961 - REVOLUÇÕES A PROPOSTA DE KENNEDY E A RECUSA DE SALAZAR" - JOSÉ FREIRE ANTUNES, SEMANÁRIO, 16 JAN 88. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 29 - "O PODER POLÍTICO, O PODER MILITAR E A DESCOLONIZAÇÃO" - GENERAL FA MACHADO DE BARROS, MAIS ALTO, Nº251, JAN/FEV88 ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 30 -"AS GUERRAS DE CHARLIE OITO" - FERNANDO ASSIS PACHECO - JORNAL, 29 ABR/5 MAI 88. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 31 - "MILITARES ESTRANGEIROS INTERESSADOS NAS CAMPANHAS PORTUGUESAS DE ÁFRICA. FOMOS "ALUNOS" DA ARGÉLIA, AGORA PEDEM-NOS EXPLICAÇÕES" S.O. "ANTIGOS CORONÉIS PREPARAM LIVRO SOBRE A GUERRA COLONIAL" - O JORNAL, 20 MAI 88. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 32 - "EXÉRCITO RELATA EM 8 VOLUMES HISTÓRIA DAS CAMPANHAS DE ÁFRICA" - DIÁRIO DE NOTÍCIAS, 10 MAI 88. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 33 - "O PODER POLÍTICO, O PODER MILITAR E A DESCOLONIZAÇÃO" - GEN. FA(R) MACHADO DE BARROS, MAIS ALTO, Nº253, MAI/JUN 88. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 34 - "UM COMENTÁRIO" AO LIVRO "GUERRA E POLÍTICA" DE KAULZA DE ARRIAGA. - COR. PIL. AV. (RES) AMADEU FERREIRA - MAIS ALTO, Nº253, MAI/JUN 88. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 35 - DOCUMENTOS VÁRIOS SOBRE O 25ABR74 OFERECIDOS PARA FOTOCOPIAR POR CAPITÃO-DE-FRAGATA JOÃO SILVA DIAS/ COMANDANTE JUNÇA EM 28JUN89. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 36 - REVISTA DA ARMADA Nº217, JAN90 VOZ DA ABITA. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 37 - PALESTRA LIDA AO ETO DO NRP "GONÇALVES ZARCO" FUNDIADO EM VASCO DA GAMA - GOA, NO DIA 27.6.1958 PELO 2º TENENTE MED HELDER PEREIRA GIL. ARTIGOS DIVERSOS SOBRE ULTRAMAR - 38 - IDEIA GERAL SOBRE CONTABILIDADE - REQUISIÇÕES DE FUNDOS NA METRÓPOLE, ULTRAMAR E ESTRANGEIRO - PALESTRA REALIZADA A BORDO DO NRP "GONÇALVES ZARCO" NA ÍNDIA EM 01 SET 1958.
MARQUES, Vítor Manuel. Filho de José Caetano Marques e de Clara Joaquina Fernandes Torres, residentes no lugar do Rego, Prado. Neto paterno de António José Marques e de Clara Rosa Fernandes Torres, do lugar da Corredoura; neto materno de Diogo António Fernandes Torres e de Maria Luísa Pinheiro, de Leiros, todos lavradores. Nasceu em Prado a 3/4/1862 e foi batizado na igreja a seis desse mês e ano. Padrinhos: Lourenço José Fernandes Torres, solteiro, rural, morador no lugar do Rego, e Carolina Augusta de Sousa Gama, solteira, da Casa e Quinta da Serra. // Lavrador. // Casou na igreja de Prado a 10/5/1880 com Rosa Luísa Gomes, de vinte e nove anos de idade, solteira, filha de Francisco Manuel Gomes e de Maria José Alves Salgado, lavradores, residentes no lugar da Corredoura. Testemunhas presentes: o padre Francisco Manuel Soares Calheiros e Lourenço José Salgado (ou Lourenço José Domingues Fernandes Torres, como ele assinou), solteiro, negociante, do lugar do Cerdedo. // Em 1907 estava interdito; a 29 de Dezembro desse ano bens seus foram arrematados à porta do tribunal judicial de Melgaço. // Morreu no lugar dos Leiros, Prado, a 21/3/1910, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério da localidade.
FERNANDES, António. Filho de Manuel José Fernandes e de Violanta da Gaia Torres, residentes no lugar de Ferreiros. N.p. de Antonio Fernandes e de Luísa Fernandes; n.m. de João António da Gaia Torres e de Maria Luísa Pires, de Felgueiras, Penso. Nasceu em Alvaredo a 24/11/1838 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: padre António Manuel Fernandes e Rosa Fernandes, seus tios paternos. // Tinha quase 30 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Paderne a 30/9/1868 com Ana, de 34 anos de idade, solteira, padernense, sua parente no 2.º grau, filha de Bernardo José Fernandes e de Francisca Fernandes, lavradores. Testemunhas: padre António Manuel Fernandes e padre Teotónio José da Gaia Torres, tios do noivo, e padre Manuel António de Sousa Lobato, de Vilar.
FERNANDES, Francisco. Filho de Manuel José Fernandes e de Violanta da Gaia Torres, residentes no lugar de Ferreiros. N.p. de António Fernandes e de Luísa Fernandes; n.m. de João António da Gaia Torres e de Maria Luísa Pires, de Felgueiras, Penso. Nasceu a 29/5/1844 e foi batizado pelo padre Bernardino José Caldas a 31 desse mês e ano. Padrinhos: padre Teotónio José da Gaia Torres e Rosa Pires, solteira, ambos do lugar e juradia de Felgueiras, freguesia de Penso. // Lavrador. // Casou com Libânia Rosa Martins Peixoto, de Messegães, Monção. // Faleceu a 30/6/1906, na sua casa de Ferreiros, com todos os sacramentos, sem testamento, com filhos, e no dia 1 de Julho foi sepultado no cemitério.
BERNARDES, Teófilo (Dr.) Filho de Manuel Inácio Bernardes e de Ana Maria da Gaia Torres, lavradores, residentes em Paradela. N.p. de João Manuel Bernardes e de Maria Teresa Rodrigues; n.m. de José Manuel da Gaia Torres e de Rosa Maria Rodrigues. Nasceu a 7/4/1860 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre Inocêncio José da Gaia Torres, cura da freguesia, e Maria Luísa Bernardes, casada, de Paradela. // Em 1885 era estudante da Academia Médico-Cirúrgica do Porto. // No dito ano, a 29 de Dezembro, foi padrinho de Lucas da Rocha, que nascera em Felgueiras nesse dia. // A 25/1/1889, já no 4.º ano do Curso, foi padrinho de Laureano Domingues, nascido em Paradela nesse dia. // A 23/8/1890, já médico-cirurgião, foi padrinho de seu sobrinho Valeriano Bernardes.
CASTANHEIRA, Francisco José. Filho de Domingos Gabriel Castanheira, da Vila de Melgaço, e de Vicência Joana, de Vila Nova de Cerveira (?!) N.p. de Gabriel Castanheira e de Maria Antónia de Ribas, galegos. Nasceu a 9/3/1779 e foi batizado em SMP a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José da Costa e Pedro António Castanheira. Testemunhas: padre Caetano José da Cunha Araújo e António Xavier Torres Salgado. // Casou na igreja de SMP a 20/9/1805, com Teresa Antónia, filha de Maria Rodrigues, solteira, moradora no lugar do Forte, SMP. Testemunhas: José Joaquim Torres de Araújo, João José Álvares de Barros e Joaquim António, mordomo da igreja. (O cura de SMP era o padre Francisco Xavier Torres Salgado; o abade era o padre Carlos Domingues). // Faleceu a 28/2/1841. Foi sepultado a 1/3/1841, na igreja matriz.
Mafra: fl. 83v. Torres Vedras: fl. 23v, 75v. Vila Franca de Xira: fl. 18, 32, 49-49v, 121, 123-123v, 128, 164-164v, 165v. Ministros do Norte e Sul: fl. 87v-88. Transportes: fl. 7. Órfãos: fl. 11v-14v. Franceses: fl. 49v-50. Salteadores: fl. 51-54v, 56-57v, 59v-60. Corridas de Touros: fl. 94. Exército: fl. 119v-121. Incêndios: fl. 136-136v. Assuntos: Aquartelamento do Comissário Britânico em Vila Franca de Xira; fuga ao recrutamento para o Exército em Torres Vedras; venda de vasilhas aos lavradores de Vila Franca de Xira; salteadores na Vila de Torres Vedras; roubo de gado bovino em Vila Franca do Rosário; mau estado de conservação do milho e trigo vendido dos celeiros de Vila Franca de Xira; mulheres escandalosas na freguesia de Vila Franca de Xira; atraso no pagamento das palhas consumidas pelo Exército Anglo-Luso em 1810 e 1811.
Com destino a: Cannes- França Naturalidade do requerente: Vila-Chã- Esposende Data de Nascimento: 03/07/1934 Pai: Albino Gonçalves Branco Mãe: Ermelinda Pires Carneiro Estado Civil: Casado Cônjuge: Maria de Lurdes da Tôrre Dias Pai do Cônjuge: Joaquim Rodrigues Dias Acompanhantes : N/a Filhos: Manuel Dias Branco, Maria Adélia Dias Branco, Mário Dias Branco e Maria da Glória Dias Branco Deseja seguir viagem com: N/a Processo: 16/66/E
Incorporação na Fazenda Nacional do foro anual de 67 alqueires de trigo, 69 alqueires de milho, 16 alqueires de cevada, 12 galinhas ou 2$40 por elas e dois carneiros ou 1$20 por eles, imposto no Casal da Finheira, situado nos limites de Runa, freguesia de São João Baptista, concelho de Torres Vedras, e que era propriedade do Seminário de Santarém, por extinção da Colegiada de Santiago de Torres Vedras, requerida por Maria Isabel de Melo Falcão Trigoso, enfiteuta que o pretende remir.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria José de Viamonte da Silveira Almada Lobo Machado, outorgando na qualidade de procuradora da sua prima Naria Ana Viamonte da Silveira Figueira de Sousa Pimentel Torres, casada com Vítor Manuel de Oliveira Pimentel Torres; 2º Outorgante: José Gaspar da Silva Ferreira Leite e esposa Maria Lucília de Brito Sepúlveda Ferreira Leite, outorgando ele por si e ainda na qualidade de legal representante de seus filhos José Augusto Sepúlveda Ferreira Leite, António Manuel Sepúlveda Ferreira Leite e Maria Alexandra Sepúlveda Ferreira Leite.
FERNANDES, Rosa. Filha de Manuel José Fernandes e de Violanta da Gaia Torres, residentes no lugar de Ferreiros. Neta paterna de António Fernandes e de Luísa Fernandes; neta materna de João António da Gaia Torres e de Maria Luísa Pires, do lugar de Felgueiras, Paderne. Nasceu em Alvaredo a 23/4/1836 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: padre António Manuel Fernandes e Maria Rosa Fernandes, seus tios. // Lavradeira. // Casou a 8/6/1876 com António Joaquim Dias, natural de Prado. // Faleceu no lugar do Rego, freguesia de Prado, a 28/5/1904, no estado de casada, com testamento, e foi sepultada no cemitério de Prado. // Com geração (julgo que morreram antes dela).
FERNANDES, Maria Luísa. Filha de Manuel José Fernandes e de Violanta Rosa da Gaia Torres, rurais, residentes em Ferreiros. N.p. de António Fernandes e de Luísa Fernandes; n.m. de João António da Gaia Torres e de Maria Luísa Pires, de Felgueiras, Paderne. Nasceu em Alvaredo a 2/7/1828 e foi batizada nesse mesmo dia 2 de Julho. Padrinhos: padre António Manuel Fernandes e sua mãe Luísa Fernandes, do lugar de Ferreiros. // Faleceu na sua casa de morada, sita no lugar dos Moinhos, Paderne, a 6/9/1889, com sessenta e dois anos de idade, casada com José Maria Ledo, e foi sepultada na igreja do mosteiro. // Deixou filhos.
MARTINS, Valeriano. Filho de Francisco Joaquim Martins, lavrador, natural de Alvaredo, e de Justina das Dores Rodrigues Torres, lavradeira, natural de Penso, moradores no lugar do Maninho. Neto paterno de Manuel António Martins e de Maria José Alves Salgado; neto materno de João Manuel Rodrigues Torres e de Rosa da Cunha Lima. Nasceu em Alvaredo a 19/9/1898 e foi batizado a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Martins e Deolinda Martins, solteiros, lavradores, de Bouças. // Casou a 9/5/1919, na CRCM, com Aurora Canes, filha de Luís José Canes e de Júlia Pires (Bessa). // Faleceu na sua freguesia natal a 20/10/1982. // Pai de Emílio e de Luís.
Filha de Manuel de Castro Gomes e de Mariana de Araújo Simões, pequenos proprietários de terrenos agrícolas. Neta paterna de António Gomes e de Madalena de Castro; neta materna de António José Simões e de Caetana de Araújo. Nasceu em Chaviães a --/--/17--. // Casou na igreja da sua terra, a 19/2/1786, com Miguel Caetano, filho de António Álvares e de Maria Soares, neto paterno de João Álvares Ramos e de Francisca Rodrigues Torres (irmã do padre Pedro Rodrigues Torres). // Lavradores. // Parece que faleceu em Chaviães a 14/5/1836 (ver À La Recherche de Mes Racines, página 101). // Com geração. // (ver os apelidos Poderé e Azevedo).
CODESSO, Maria Rosa. Filha de João Fernandes Codesso e de Domingas Rodrigues Fernandes Soares da Costa, moradores no lugar da Portela do Couto de Paderne. Neta paterna de António Fernandes e de Páscoa Esteves Codesso; neta materna de Manuel Fernandes e de Maria Rodrigues de Sá. Nasceu no século XVIII. // Casou com Diogo Rodrigues Torres, do lugar de Sante, filho de António Rodrigues Torres e de Francisca Alves, residentes em Sante, Paderne. Neste lugar residiu com o marido, e como fora uma das herdeiras de seu tio, deão da Baía, na sua casa de lavoura nada faltava. // Faleceu em Sante a 3/6/1792, no estado de viúva. // Com geração.
FERNANDES, Maria da Conceição. Filha de António Manuel Fernandes e de Francisca do Carmo Esteves Cordeiro, lavradores, residentes em Felgueiras. N.p. de Francisco António Fernandes e de Felícia da Gaia Torres; n.m. de Francisco António Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves. Nasceu a 25/7/1874 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: avó materna, casada, proprietária, e António Manuel da Gaia Torres, viúvo, rural. // Casou na igreja de Penso a 9/6/1890 com Manuel, de 24 anos de idade, seu conterrâneo, filho de Diogo António Rodrigues e de Maria Luísa Fernandes. // Ambos faleceram em Penso: o marido a 16/4/1945 e ela a 22/2/1960.
FERNANDES, António Maria. Filho de Custódio Luís Fernandes e de Maria Benedita Fernandes Torres, moradores no lugar do Carvalhal, Prado. Neto paterno de Manuel Francisco Fernandes e de Maria Luísa Alves (defuntos), do lugar do Mato, São João de Sá, Valadares; neto materno de Diogo António Fernandes Torres (defunto) e de Maria Luísa Pinheiro, do lugar de Leiros, Prado. Nasceu em Prado a 7/12/1847 e foi batizado na igreja paroquial a 11 desse mês e ano (antes fora sopeado em casa). Padrinhos: António de Sousa e Castro, da Casa e Quinta do Pombal, Remoães, e sua cunhada, Ana Correia Barbosa Pinto Feijó, residente na dita Casa do Pombal.
SALGADO, Joaquina Ludovina. Filha de João Luís Domingues Salgado e de Ana Delfina Fernandes Torres, moradores no lugar do Cerdedo, Prado. Neta paterna de João Manuel Domingues Salgado e de Antónia Maria de Sousa Palhares, do dito lugar; neta materna de Diogo António Fernandes Torres (defunto) e de Maria Luísa Pinheiro, viúva, do lugar de Leiros. Nasceu em Prado a 28/12/1851 e foi batizada na igreja nesse dia. Padrinho: o seu avô paterno. // Lavradeira. // Casou na igreja de Prado a 10/8/1876 com Manuel Joaquim Gonçalves Pereira, do lugar do Carvalhal, Prado. // Faleceu a 16/9/1919.
FERNANDES, Rosa da Conceição. Filha de José Joaquim Fernandes, natural de Alvaredo, e de Maria Manuela Fernandes, natural de Remoães, moradores no lugar do Cruzeiro, Remoães. N.p. de Manuel José Fernandes e de Violante da Gaia Torres, de Ferreiros, Alvaredo; n.m. de José Luís Fernandes e de Maria Manuela Gomes, de Mourentão, Galiza. Nasceu a 10/12/1874 e foi batizada a 16 desse mês e ano. Padrinhos: António Fernandes (com procuração do padre Teotónio José da Gaia Torres, por este estar doente) e Rosa Fernandes, do lugar de Ferreiros, Alvaredo, tios da batizanda. // Morreu em Remoães a 27/5/1951.
VAZ, Joana Rosa. Filha de Luís Manuel Vaz [Torres] e de Maria Benta Rodrigues, moradores em Remoães. N.p. de Salvador Vaz e de Luísa do Outeiro Durães, de Cima de Vila, Remoães; n.m. de José Rodrigues e de Maria Madalena Gonçalves, dos Casais, Cristóval. Nasceu a 4/12/1814 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: padre João Manuel Vaz [Torres] e sua irmã, Maria Vaz, tios da neófita. // Faleceu a 8/7/1875, em sua casa de Cima de Vila, Remoães, viúva de António Joaquim Lopes, de Bouços, Prado. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
VAZ, Manuel António (ou Manuel José). Filho de Francisco José Vaz e de Antónia Maria Lourenço, lavradores, do lugar do Requeixo. Neto paterno de José -------- Vaz e de Custódia Meleiro, do Sobral, Rouças; neto materno de António Lourenço e de Maria da Neiva, do Requeixo. Nasceu em São Paio a 12/9/1805 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Gonçalves Carvalho e Joana Luísa Lourenço, de Sante. // Casou com Rosa Maria Rodrigues Torres, filha de António Rodrigues Torres e de Joana Maria Gonçalves, do lugar de Sante. // Lavrador. // Faleceu no Requeixo, São Paio, a 28/10/1864, e foi sepultado na igreja. // Não fizera testamento. // Deixou filhos.
VAZ, Manuel José. Filho de Manuel António Vaz e de Rosa Maria Rodrigues Torres, moradores no lugar da Rasa. N.p. de Francisco José Vaz e de Antónia Lourenço, do dito lugar; n.m. de António Rodrigues Torres e de Joana Maria Gonçalves, do lugar de Sante. Nasceu em São Paio a 11/8/1834 e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinhos: João Rodrigues e sua mulher Maria Rosa Domingues, da Rasa. // (Deve ter falecido ainda criança, pois os pais deram o mesmo nome a outro filho; ver Manuel António, falecido a 20/9/1837).
VAZ, Florinda. Filha de Manuel José Vaz e de Maria Rosa Vaz Torres, moradores no lugar de Cavencas. Neta paterna de Caetano Vaz e de Lina Caetana Domingues, do dito lugar; neta materna de Manuel António Vaz e de Rosa Maria Torres, do lugar de Requeixo, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 21/4/1865 e foi batizada a 23 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel José Meleiro de Castro, da Raza, e a avó paterna da criança. / Casou com António, mais novo do que ela dez anos, natural de Rouças, filho de António Joaquim Meleiro e de Maria Rosa Esteves, a 4/12/1898.
"Extracto de uma carta de um oficial do Exército datada da Lourinhã em 24 de Agosto de 1808. No dia 21 estando o Exército Combinado entre Lourinhã e Torres Vedras, no sítio do Vimeiro, foi atacado pelo inimigo que supunha surpreendê-lo. A tropa portuguesa que entrou na acção portou-se com o maior extermo de valor concorrendo muito para a vitória da cavalaria, que por duas vezes rompeu a linha do inimigo o qual depois fugiu vergonhosamente até Torres Vedras, pediu Armistício para capitular". José Ribeiro Ferreira
Contém declaração de Manuel Duarte Raio, em como colocou ao seu serviço um velocípede com motor Ilo. Contém declaração de Manuel Duarte Raio, em como vendeu um velocípede a João António Pereira Vilas Boas, morador em Sintra, com motor Ilo. Contém pedido de cancelamento do livrete do seu velocípede, em virtude de o mesmo ter sido vendido a Luís José Carvalho Torres, morador em Sassoeiros. Contém declaração de João António Pereira Vilas Boas, em como vendeu um velocípede a Luís José Carvalho Torres. Contém o livrete de circulação.
Projecto do lanço de Terras Pretas com a extensão de 8.798,94 m. Peças escritas: memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços, orçamento. Peças desenhadas: planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal. Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas e expediente relativo à aprovação do projecto.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Fernando de Magalhães e Avelar. Pronuncia-se sobre divergência entre a Câmara Municipal de Coimbra e a Inspeção das Obras Públicas relativa ao pagamento de reparações feitas em estradas públicas.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Tesouraria, do Ministério da Fazenda, de 15 de janeiro de 1906, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 20 de janeiro, escrito sobre o ofício.