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Livro constituído por testamentos e verbas dos seguintes Benfeitores da Irmandade do Socorro dos Clérigos Pobres do Porto: André Gomes Ribeiro (Reverendo e morador na Rua do Paraíso); Bento dos Reis Bernardes (Reverendo e Abade Reservatário das Igrejas de São Roque de Vila Chã e São Nicolau do Porto); António Rodrigues Souto (Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo); Bartolomeu Borges de Carvalho (Padre, Presbítero do Hábito de São Pedro e assistente na Calçada da Relação Velha); Manuel Teixeira da Silva Salvado (Padre e morador na Rua das Flores); Domingos de Jesus Gonçalves de Azevedo (Reverendo Doutor Promotor do Bispado); António José de Lemos e Abreu (Reverendo Doutor, natural da Comarca e Termo de Guimarães e morador na Torre da Marca); Carlos Vieira de Melo (morador em Santo António do Penedo); Francisco de Paula de Figueiredo (Reverendo); Rodrigo António Guimarães (Tesoureiro do Cofre); Barnabé de Oliveira Maia; Francisco Martins Moreira Sousa; José da Expectação (Reverendo e Ex-Secretário); José Lopes da Silva; Francisco de Oliveira Durão (Doutor); Manuel Peixoto (Reverendo); Manuel Joaquim Simões e Manuel Joaquim Monteiro de Almeida (Abade e Ex-Presidente)). Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 247).
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca. Pronuncia-se sobre o processo em que Joaquina Teixeira, autorizada pelo seu marido, António Adelino da Silva, recorre extraordinariamente perante a Direção-Geral dos Próprios Nacionais da liquidação da contribuição de registo por título gratuito a que se procedeu no concelho de Guimarães, relativamente à doação que lhe tinha feito o seu irmão, João Teixeira Guimarães, da quantia de 6300$000 réis com a cláusula expressa de que, se a recorrente falecesse sem filhos, a quantia doada reverteria para o doador, e pede que se anule a liquidação da contribuição indevidamente feita e se declare a recorrente isenta do seu pagamento, uma vez que o doador fez, dias depois, uma nova escritura em que diz que a doação é feita com a condição de ela se casar com António de Oliveira de Andrade, ficando sem efeito se o casamento não se realizar. È de parecer que se deve negar provimento ao recuso.
Venda que faz Inês Gomes Olhal (?), viúva de Fernando Álvares Guisado, moradora em Vila Viçosa, a Teresa Anes, viúva de Martim Correia, que fora escudeiro do duque de Bragança, moradora em Vila Viçosa, de metade de uma herdade em Mures, mística com os irmãos de Fernando Álvares e com um quarto que é da vendedora, por nove mil reais. A venda é feita perante João Fuseiro, escudeiro da casa do duque de Bragança e Guimarães e juiz dos orfãos na vila. A metade da herdade já fora arrematada antes por mestre Álvaro, almoxarife do duque, por quatro mil e quinhentos reais após ter andado em pregão na praça na sequência de uma dívida de Estevão Mendes, siseiro do ano de 1503, de quem Fernando Álvares fora fiador. Porém, como se considerava mal vendida por tão baixa quantia mestre Álvaro abriu dela mão para poder ser vendida a quem dava quantia superior, sendo restituído dos quatro mil e quinhentos reais. No processo são referidos Fernão Cavaleiro, escrivão das sisas pelo rei; Aires de Oliveira, almoxarife do almoxarifado de Estremoz; Tomé Fernandes, porteiro do concelho; Luís Leite, ouvidor da correição do duque; e um capelão do duque. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião
Correspondência recebida pela Câmara Municipal de Guimarães sobre a estrada Concelhia de ligação das estradas municipais 14 e a 4, entre os lugares de Outeiro de Cales e Alto de São Simão - 1.º lanço entre os lugares de Figueiredo e Alto de São Simão, extensão de 1817
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 5.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1614, pertencente a António Barreiros. Segue-se-lhe na função João Ribeiro. Por volta de 1623 era proprietário do ofício o público tabelião Mateus de Freitas. Como tabeliães proprietários deste Ofício, no séc. XVII, menciona-se ainda Bento da Cruz Lobato e no séc. XVIII, Brás Lopes e Paulo Mendes Brandão. No ano de 1876 surgem as primeiras referências a um 5.º Ofício, no qual exercia funções, como tabelião, João Freitas Costa Brandão.O último notário deste cartório, situado, à época na rua Francisco Agra, foi João António Fonseca Saraiva Caldeira.
Matrícula das crianças a quem foi concedido subsídio no concelho de Guimarães. Termo de abertura datado de 2 de outubro de 1894, assinado pelo vereador dos expostos, António José de Faria. Termo de encerramento datado de 2 de outubro de 1894, assinado por Mariano Augusto da Rocha. Contém, nomeadamente a seguinte informação: identificação das crianças e das mães e o valor de subsídio atribuído.
Matrícula das crianças a quem foi concedido subsídio no concelho de Guimarães. Termos de abertura e encerramento datado de 10 de março de 1891, assinado pelo vereador dos expostos, António Dias de Castro. Contém, nomeadamente a seguinte informação: identificação das crianças e das mães e o valor de subsídio.
Matrícula das crianças a quem foi concedido subsídio no concelho de Guimarães (Modelo E). Termos de abertura e encerramento datado de 10 de agosto de 1889, assinado pelo vereador dos expostos, José de Couto Sampaio. Contém, nomeadamente a seguinte informação: identificação das crianças e das mães e o valor de subsídio.
Transcrição da confirmação de D. Manuel, da doação da jurisdição do lugar de Melgaço, Castro Laboreiro e Castelo de Piconha ao sobrinho Dom Jaime duque de Bragança e de Guimarães, feita por D. Afonso V. Documento no qual constam direitos e obrigações e onde o mesmo D. Afonso V solicita que seu filho continue a respeitar a sua vontade, confirmando a doação. Tem a indicação da localização dos documentos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Ferreira e esposa Maria Rosa 2º Outorgante: Carlos Leite, casado com Laura Rosa Ferreira 3º Outorgante: Abílio Teixeira, que também usa o nome de Manuel Abílio Teixeira, outorgando na qualidade de procurador de Maria Rosa Ferreira, casada com José Maria Ferreira da Silva 4º Outorgante: Maria Rosa Teixeira, outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de seu marido Joaquim Ferreira 5º Outorgante: José Machado, outorgando como procurador de Custódio Filipe da Silva Machado e mulher Clara Rosa Ferreira 6º Outorgante: Ana Rosa Ferreira e marido Domingos Leite 7º Outorgante: José Maria Ferreira da Silva, casado com a Maria Rosa Ferreira 8º Outorgante: Luís Ferreira, casado com Arlete da Conceição Ramalho Faria 9º Outorgante: Emília Rosa Ferreira e marido Henrique Simões 10º Outorgante: Manuel Ferreira e esposa Emília de Sousa do Vale 11º Outorgante: Fernando Ferreira e esposa Maria das Dores Carneiro Guimarães
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Glória Machado Sampaio 2º Outorgante: Maria Idalinda Machado Sampaio e marido Mário Dias Sampaio 3º Outorgante: Francisco Alves Machado e esposa Maria Amélia Correia Guimarães Machado, outorgando por si e na qualidade de procurador de Arnaldo Alves Machado e esposa Ana Maria Soares de Sousa Monteiro Alves Machado 4º Outorgante: Olinda Alves Machado e marido Fernando de Jesus Ferreira 5º Outorgante: Maria Júlia Sampaio Alves e marido Alberto Barbosa Brito 6º Outorgante: António Sampaio Alves e esposa Maria de Fátima da Silva Pereira de Sampaio 7º Outorgante: Albino da Silva Araújo, outorgando na qualidade de procurador de Manuel Freitas Gonçalves, a fim de em nome deste, outorgar a compra, que ele na qualidade de legal representante, vai fazer para sua filha Maria das Dores Ferreira Gonçalves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Glória Machado Sampaio 2º Outorgante: Maria Idalinda Machado Sampaio e marido Mário Dias Sampaio 3º Outorgante: Olinda Alves Machado e marido Fernando de Jesus Ferreira 4º Outorgante: Maria Júlia Sampaio Alves e marido Alberto Barbosa de Brito 5º Outorgante: António Sampaio Alves e esposa Maria de Fátima Coutinho da Silva Pereira de Sampaio que também usa o nome de Maria de Fátima da Silva Pereira Sampaio 6º Outorgante: Francisco Alves Machado e esposa Maria Amélia Correia Guimarães Machado, outorgando ele por si e ainda na qualidade de procurador de Arnaldo Alves Machado e esposa Ana Maria Soares de Sousa Monteiro Alves Machado 7º Outorgante: José Pinto Teixeira da Costa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Glória Machado Sampaio 2º Outorgante: Maria Idalinda Machado Sampaio e marido Mário Dias Sampaio 3º Outorgante: Francisco Alves Machado e esposa Maria Amélia Correia Guimarães Machado, outorgando por si e na qualidade de procurador de Arnaldo Alves Machado e esposa Ana Maria Soares de Sousa Monteiro Alves Machado 4º Outorgante: Olinda Alves Machado e marido Fernando de Jesus Ferreira 5º Outorgante: Maria Júlia Sampaio Alves e marido Alberto Barbosa de Brito 6º Outorgante: António Sampaio Alves e esposa Maria de Fátima Coutinho da Silva Pereira de Sampaio, que também usa o nome Maria de Fátima da Silva Pereira de Sampaio 7º Outorgante: Manuel de Oliveira, casado com Maria da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Glória Machado Sampaio 2º Outorgante: Maria Idalinda Machado Sampaio e marido Mário Dias Sampaio 3º Outorgante: Francisco Alves Machado e esposa Maria Amélia Correia Guimarães Machado, outorgando ele por si e ainda na qualidade de procurador de Arnaldo Alves Machado e esposa Ana Maria Soares de Sousa Monteiro Alves Machado 4º Outorgante: Olinda Alves Machado e marido Fernando de Jesus Ferreira 5º Outorgante: Maria Júlia Sampaio Alves e marido Alberto Barbosa Brito 6º Outorgante: António Sampaio Alves e esposa Maria de Fátima da Silva Pereira de Sampaio 7º Outorgante: Albino da Silva Araújo, outorgando na qualidade de gestor de negócios Manuel de Freitas Gonçalves, casado com Maria do Céu Ferreira de Araújo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Gaspar da Silva Guimarães Júnior, Francisco Antunes Fernandes, Joaquim Machado 2º Outorgante: Maria Mendes 3º Outorgante: Felicidade Mendes de Abreu e marido Manuel Pereira 4º Outorgante: José de Abreu e esposa Maria de Abreu Faria 5º Outorgante: Maria da Conceição Mendes de Abreu e marido José Dias Peixoto 6º Outorgante: Maria de Belém Mendes de Abreu e marido António da Silva 7º Outorgante: António Mendes Abreu e esposa Maria Celeste Ferreira Pinto 8º Outorgante: Maria Madalena Faria Peixoto, outorgando por si e na qualidade de procuradora de Manuel de Abreu 9º Outorgante: Maria Mendes, outorgando na qualidade na qualidade de procuradora de Emília da Conceição Mendes de Abreu e marido Manuel Machado de Freitas Habilitação e partilha por óbito de Joaquim de Abreu
A concessionária das nascentes termais das Caldas das Taipas, "Banhos Novos" e "Banhos Velhos", sempre foi a Câmara Municipal de Guimarães. Contudo nos inícios do século XX, José Antunes Machado torna-se arrendatário das termas, mais concretamente em 1906. Pouco tempo depois José Machado cedeu à Empresa Termal das Taipas o arrendamento. Este processo viria mais tarde a ser oficial a 4 de Maio de 1910 através de escritura lavrada para o efeito. A Empresa Termal seria a exploradora das termas até 1986, ano em que a Câmara Municipal de Guimarães declina o contrato. Uma das importantes obras da Empresa Termal das Taipas foi a de construir o Hotel das Termas, considerado durante muitos anos a melhor unidade hoteleira das Caldas das Taipas. A Construção começou a 3 de Outubro de 1915. O projeto ficou a cargo de Eduardo da Costa Alves, que só veria o seu projeto findado em 1924, em virtude das dificuldades financeiras provocadas pela 1ª Guerra Mundial. Graças ao facto de possuir a unidade hoteleira de topo na localidade a Empresa Termal das Taipas advogava o direito de nomear na Junta de Turismo um Vogal pelos Hoteleiros. A Empresa Termal das Taipas começa a enfrentar sintomas de crise e declínio na década de 1950. O termalismo está em decadência acentuada, e os balneários são considerados muito antiquados. Tenta-se promover diligências, ao longo da década de 1950 e 1960, com a Câmara Municipal de Guimarães com vista a modernizar os balneários, mas sem efeito. A par disto, o Hotel das Termas, não é alvo de qualquer processo de modernização, salvo obras de manutenção pontuais. Os anos 1970 são literalmente as exéquias da Empresa Termal das Taipas. O Hotel fechou de vez nos primeiros anos de 1970, apenas iria reabrir temporariamente mais tarde como local de realojamento de “retornados” ao abrigo do Instituto de Apoio ao Retorno de Nacionais (IARN) que provavelmente seriam os seus últimos "hóspedes"... As termas, por seu turno, são fechadas em finais da década de 1970 em virtude de as águas se encontrarem inquinadas. A Empresa Termal das Taipas, como derradeiro ato de desespero, tenta prospetar novas captações, mas com resultados negativos. A Câmara Municipal de Guimarães confrontada com a incapacidade da Empresa Termal em solucionar a questão, oferece uma rescisão do contrato de arrendamento, a Empresa Termal das Taipas resiste às negociações, e numa primeira fase nega. Após um moroso processo judicial as termas acabariam por ser entregues à mão da Câmara Municipal e sua gestão ficaria ao cargo da Cooperativa Taipas-Turitermas. A Empresa Termal das Taipas apenas lhe restou o Hotel das Termas, já em avançado estado de degradação e completamente inapto para hotelaria.
"Helena Maria Corrêa de Barros Cardoso de Macedo e Menezes nasceu na freguesia de Cedofeita, no Porto, a 9 de Janeiro de 1929 e morreu na mesma cidade e freguesia, a 17 de Maio de 2020. Apesar de ter nascido e terminado os seus dias na Cidade Invicta, mantinha uma forte ligação sentimental a Guimarães, onde assentavam as raízes familiares do seu lado paterno e residiam muito dos seus parentes mais próximos, vindo os seus restos mortais a sepultar no cemitério paroquial de São Romão de Mesão Frio, freguesia dessa cidade. Seu pai, José Cardoso Martins de Menezes (Guimarães, 1895- Lisboa, Hospital Militar, 1950), era neto paterno dos 1.os condes de Margaride. Fora tenente-coronel de Cavalaria e participara na 1.ª Guerra Mundial, combatendo em França. Agraciado com a Comenda da Ordem de Avis, recebeu igualmente a Medalha de Mérito Militar . Era sobrinho paterno dos 2.os condes de Margaride, Dr. Henrique Cardoso de Macedo Martins de Menezes, bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra, Governador civil de Santarém e proprietário da Casa de Margaride, em Mesão Frio, Guimarães, e D. Francisca Braamcamp de Mello Breyner (1865-1955), filha dos condes de Sobral . Deste casal chegaram diversos documentos pertencentes ao espólio em estudo. Após a morte sem descendência do referido 2.º conde, foi através de seu avô, João Cardoso Martins de Menezes, e de seu pai, José Cardoso Martins de Menezes, que se verificou a passagem da representação desse título condal, mediante certificado emanado pelo Conselho de Nobreza em 20 de Março de 1949. O actual titular é João Manuel Corrêa de Barros Cardoso de Macedo e Menezes, 4.º conde, irmão de D. Helena Margaride e um dos doadores deste espólio. Sua mãe, D. Maria Antónia Machado Corrêa de Barros, descendia de famílias com particulares relações à intelectualidade portuense, designadamente os Silva Machado e os Moutinho de Sousa. Afincada defensora das tradições familiares e enraizadamente tradicionalista, Helena Margaride, monárquico dos quatro costados, manter-se-ia sempre fiel à instituição real, aos seus ideais, valores e às figuras da realeza, portuguesa e internacional. Indefectível da Casa de Bragança, nas pessoas de D. Duarte Nuno (1907-1976) e de seu filho D. Duarte Pio, denotava-se na sua personalidade e interesses uma especial admiração pela Família Real inglesa, facto visível através de diversos impressos existentes neste conjunto de ephemera. No que tocava aos princípios morais e sociais era tendencialmente dogmática, procurando sempre exercer uma magistratura de influência quanto a valores a seguir, sobretudo em termos de alianças familiares e a comportamentos a adoptar em sociedade, numa vivência dos princípios morais e sociais em que havia sido educada (...) In:A Colecção de Menus e outra Ephemera de Helena Margaride (1929-2020).
Termo de abertura e de encerramento datados de 8 de março de 1884, assinados pelo administrador do concelho, Manuel de Castro Sampaio.
A Confraria de Santa Maria dos Sapateiros foi fundada no século XIII. Apesar das incertezas quanto aos fundadores, José Marques, assume a afirmação do sapateiro Fernando Gil de que o fundador do hospital e confraria foi um tal Martim Baião:” interrogado o sapateiro Fernão Gil, escrivão deste Hospital e Confraria, acerca dos primórdios da instituição, respondeu que apenas tinha ouvido dizer que o fundador do Hospital e da Confraria tinha sido um tal Martim Baião (Bayam), divergindo, de certo modo, da notícia que atribui o mérito da fundação da confraria de Santa Maria dos Sapateiros a Pero Barão e João Barão, no remoto século XIII”. A primordial obrigação da Confraria de São Crispim era prestar o culto ao santo patrono, seguindo-se a função de assistência aos irmãos doentes, a incorporação nos funerais e participação nos sufrágios pelos defuntos, devendo cada um contribuir também com as suas quotas ou outras prestações, estabelecidas pelos órgãos da confraria, para os objetivos comuns. A autoridade máxima da confraria competia ao ≪cabido≫ ou Assembleia geral, existindo, ainda, um juiz, um mordomo e um escrivão. Associado à Confraria dos Sapateiros existia um Hospital, de apoio aos mesteirais que exerciam profissão de sapateiro, em Guimarães. MARQUES, José - “A Confraria e o Hospital dos Sapateiros de Guimarães: património e inserção social, em 1499”, Boletim de Trabalhos Históricos, III série, vol. I, 2012-2013.
Exequente: O Banco de Guimarães, desta cidade de Guimarães. Executado: Manuel Crisóstomo da Silva Basto, viúvo, desta cidade de Guimarães.
Exequente: João Rodrigues [Cervante] Araújo Costa, da vila de Guimarães. Executado: António de Sousa Silva Guimarães, da vila de Guimarães.
Exequente: Francisco Joaquim da Costa Magalhães, da cidade de Guimarães. Executado: Gaspar António Pereira Guimarães, da cidade de Guimarães.
Exequente: João Crisóstomo da Silva Basto, da vila de Guimarães. Executado: Manuel José Ferreira Guimarães, da vila de Guimarães.
Autora: Catarina Rosa de Morais, da vila de Guimarães. Réu: Bento José da Costa Guimarães, da vila de Guimarães.
Autor: José Ferreira Alves Costa, da vila de Guimarães. Réu: José Ferreira Guimarães, da vila de Guimarães.
Exequente: Domingos José Ferreira Guimarães, da cidade de Guimarães. Executados: Vicente Fernandes Guimarães e esposa, da vila de Fafe.
Autor: Francisco José Monteiro, da vila de Guimarães. Réu: Manuel José da Silva Guimarães, da vila de Guimarães.
Exequente: José António de Oliveira Guimarães, da cidade de Guimarães. Executado: Simão Fernandes Prado, da cidade de Guimarães.
Autor: José Teixeira Guimarães, da cidade do Porto. Réu: Bento José Ferreira Guimarães Castro, da vila de Guimarães.
Requerente: Custódia Maria Rodrigues da Silva, da vila de Guimarães. Requerida: Maria Joaquina Guimarães, da vila de Guimarães.
Autora: Luísa Joana de Carvalho Camões, da vila de Guimarães. Réu: Manuel Batista Sampaio Guimarães, da vila de Guimarães.
Exequente: António José Pinto Guimarães, da vila de Guimarães. Executados: Domingas Rosa e filho José Ferreira Guimarães, da mesma vila.
Autora: A Câmara Municipal de Guimarães. Réus: Domingos José Fernandes Guimarães e seus fiadores, da vila de Guimarães.
Requerente: João Teixeira Guimarães, Alcaíde Geral, da vila de Guimarães. Requerido: António Bernardo de Sousa Lobão, da vila de Guimarães.
Autores: João Ribeiro Guimarães e esposa, da vila de Guimarães. Réus: Antónia Maria e marido, da vila de Guimarães.
Autor: João de Sousa Guimarães, da vila de Guimarães. Réus: João Pereira Barbosa e esposa, da vila de Guimarães.
Autor: João da Silva Guimarães, da vila de Guimarães. Réus: José António e mulher, da freguesia de Selho, termo Guimarães.
Exequente: Pedro José Ribeiro Guimarães, da vila de Guimarães. Executadas: José António Machado e esposa, da vila de Guimarães.
Exequente: Francisco Mendes Guimarães, da vila Guimarães. Executadas: António José do Canto e Melo e esposa, da vila Guimarães.
Autor: Manuel Batista Sampaio Guimarães, da vila de Guimarães. Réus: José Ribeiro e esposa Ana Rosa, da vila de Guimarães.
Autor: António Joaquim de Carvalho, da vila de Guimarães. Réus: Custódio José Fernandes Guimarães e esposa, da vila de Guimarães.
Autor: Luísa Joana de Carvalho Camões e Fonseca, da vila de Guimarães Réu: José Ferreira Guimarães, da vila de Guimarães
Autor: António Ferreira Guimarães, da cidade de Guimarães. Réu: Joaquim Marques Loureiro Paúl, da cidade de Guimarães.
Autor: Francisco José Vieira Guimarães, da cidade de Guimarães. Réu: Gaspar José Leite Guimarães, da mesma cidade.
1.º outorgante: António Leite Guimarães 2.º outorgante: Maria Leite Guimarães 3.º outorgante: Carlos Leite Guimarães Livro Nº 1A-40(v).
Autor: José Paulino da Silva e Sousa, da cidade de Guimarães. Réu: Manuel da Silva Guimarães, da cidade de Guimarães.
Autores: João António da Silva Guimarães e mulher, da vila de Guimarães. Ré: Joana a Cega, da vila de Guimarães.
Exequente: Manuel Ferreira de Matos Guimarães, da cidade de Guimarães. Executada: Matilde Rosa, viúva, da comarca de Guimarães.
1.º outorgantes: Arnaldo Geraldes Guimarães e mulher Hermínia de Almeida Guimarães 2.º outorgante: Eugénio Pereira Guimarães Livro Nº 447-67(v)
Exequente: Francisco de Sousa Guimarães, da vila de Guimarães. Executado: José Bento Ribeiro, da vila de Guimarães.