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Contém os seguintes alvarás: o desdobramento em duas turmas 1ª e 2ª classe (3); as cadeiras regidas pelo reverendo António Hermano Mendes de Carvalho; licença por 60 dias a Manuel José da Silva Bacela.
Relatório do ano letivo 1898/1899. Contém a seguinte informação: extrato da legislação da criação do seminário-liceu, denominado de "Pequeno Seminário de Nossa Senhora da Oliveira" (carta régia de 8 de janeiro de 1891 e decreto de 16 de setembro de 1891); o quadro geral das disciplinas, por ano e curso; horário e distribuição de serviço do ano letivo; lista de nomes dos professores; mapa dos alunos internos e estranhos, da 1ª, 2ª e 3ª classe; relação dos alunos matriculados na 1ª, 2ª e 3ª classe.
Relatório do ano letivo 1899/1900. Contém a seguinte informação: extrato da legislação da criação do seminário-liceu, denominado de "Pequeno Seminário de Nossa Senhora da Oliveira" (carta régia de 8 de janeiro de 1891 e decreto de 16 de setembro de 1891); quadro geral das disciplinas, por ano e curso; horário e distribuição de serviço no ano letivo; lista do pessoal; mapa dos alunos internos e estranhos, da 1ª, 2ª e 3ª classe; relação dos alunos matriculados na 1ª, 2ª e 3ª classe; mapa do movimento relativo aos alunos estranhos do período transitório.
Diretor: Antonino Dias Pinto de Castro Ano nº 15
Assinala, entre outras noticias, o centenário do nascimento de Mariano Felgueiras.
Exposição organizada pelo Movimento de Renovação da Arte Religiosa no Museu de Alberto Sampaio.
Apresentação do Colégio Egas Moniz e o preçário.
Diretor: Antonino Dias Pinto de Castro Ano nº 22º Edição comemorativa do centenário da cidade (1853-1953). Contém o programa das comemorações do centenário de elevação.
Simulacro de incêndio na Casa - Escola da Parada dos Bombeiros
Contém artigo intitulado ”À guisa de resposta ao Ex.mo Sr. Dr.Mariano Felgueiras - O problema da Luz e a nossa atitude”.
Destaca três artigos, dois relacionados com o fornecimento da luz elétrica e um com as obras de urbanização à volta do Castelo e dos Paços dos Duques de Bragança.
Destaca um artigo intitulado "Aos nossos detratores" relativo a incidente levantado com a discussão do "Problema da Luz".
O Montepio Comercial Vimaranense foi criado com o propósito de prestar apoio mutualista e previdência aos comerciantes da cidade de Guimarães, promovendo a solidariedade entre os seus associados em caso de doença, invalidez ou falecimento. Os trabalhos preparatórios para a sua instalação tiveram início a 14 de fevereiro de 1871, refletindo a crescente preocupação da classe comercial com a proteção social numa época de fraca cobertura estatal. Os estatutos da associação foram oficialmente aprovados a 3 de abril de 1872, marcando o início formal da sua atividade. A instituição enquadra-se no movimento mutualista oitocentista, que se difundiu em Portugal no contexto das transformações sociais e económicas da segunda metade do século XIX.
Ofícios a participar a inscrição dos mancebos naturais do concelho de Guimarães no recenseamento militar de outros concelhos. Inclui cópias dos ofícios da Câmara Municipal de Guimarães a acusar a receção dos referidos ofícios.
O Couto de S. Torcato fica situado dentro dos limites da antiga vila de Guimarães. A construção do seu mosteiro está relacionada com o culto a S. Torcato que ”...foi martirizado em 26 de Fevereiro de 719, com 27 companheiros... seu corpo foi descoberto, segundo a tradição por um monge beneditino sob um monte de pedras, no local onde hoje se ergue a capela da Fonte Santa...”. A 12 das Calendas de Julho da E. de 1087 (20 de Junho de 1049) o couto de toda a terra de S. Torcato foi dado ao Mosteiro de Mumadona, então conhecido como Mosteiro de Guimarães pelo rei D. Fernando e por sua mulher a rainha D. Sancha. No ano de 1173 o mosteiro de S. Torcato foi desanexado da colegiada e nesse mesmo ano, a 26 de Abril, o rei D. Afonso Henriques doou a carta de couto ao prior de S. Torcato, D. Paio e aos seus frades “..condem ecclesiam cum adjacentibus vilis suis ipsa scilicet que dicitur Villa Regis, et alia que vocatur Reboreda per terminos infrascriptos determinatis divinitur. Itaque a parte orientis per terminos notos et marcos de Sagadi, et de Mosegi, et vade per Ipineria, et ferid in ipsa Portella inter auterio de Letanias et penneda, et inde pergit per prona comodo currit ipsa aqua et dividit cum villar et ferit in illa levada que dicitur de Ortal, et inda ascendit ad superiora per opsas petras signatas ad petram superpositam comodo dividit cum Villa Gomianis, et vadit per canfum et ferit per petras de bolpelleira in ipsa strada et inde comodo divitituir per terminus et marcos notos et antiquos de Gomianes et Vigildi et Trasariis et de Lubeira, et ferit in Sagadi unde initium sumpsimus.. ” A 15 de Maio de 1276 o papa Innocencio 5ª, confirmou, por Bula dirigida ao prior e frades do Mosteiro de S. Torcato, o instituto sob a regra de Stº Agostinho. Desta Bula vê-se que o mosteiro possuía a Igreja de Stº Emilião de Riba d’ Ave, e terras nos bispados de Braga, Porto, Lamego e Viseu. Quanto à jurisdição do Couto de S. Torcato existe uma carta de sentença passada por El rei D. Afonso IV a 13 de Março de 1336 que confirma a jurisdição civil ao mosteiro no dito couto, a qual era exercida do seguinte modo .”...o mosteiro punha annualmente juiz no Couto, removendo-o antes do fim do anno se lhe parecia, o qual ouvia todos os feitos cíveis dos moradores e d’ outros que no couto vinham demandar e dava sentenças entre as partes, das quais se appelava para o prior do Mosteiro e d’ este para o Rei. Punha igualmente mordomo no couto que faria as penhoras e as chegas e as entregas por mandado do prior e juiz; levava as vozes e coima para o mosteiro... fazia tapar os pães, as vinhas e outros labores e punha penna aos que não cumpriam, a qual era levada para o mosteiro. - O Rei reservou para si, como antes o jurisdição sobre o crime -...” O couto de S. Torcato foi extinto a 7 de Janeiro de 1835 por sentença do Corregedor em execução dos decretos de 29 de Novembro de 1830 e 28 de Junho de 1833.
A Câmara Municipal de Guimarães, enquanto órgão da administração local, dirigia frequentemente representações (petições formais, exposições de motivos, reclamações) e alocações (discursos ou comunicações oficiais) ao Governo da República, especialmente em períodos de transição política, reivindicação de obras públicas, questões administrativas ou defesa de interesses locais.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Albano de Abreu e esposa Vírginia Margarida Lino de Abreu 2º Outorgante: Fernando de Abreu e esposa Maria Deolinda Teles Ferrás Sequeira 3º Outorgante: Maria Amélia de Freitas e marido António Teixeira Alves Bastos 4º Outorgante: Maria Alice de Freitas 5º Outorgante: António de Abreu e esposa Antónia da Silva Faria 6ºOutorgante: José de Abreu e esposa Maria Manuela Araújo Pereira de Azevedo 7ºOutorgante: Jacinto Rodrigues de Freitas Guimarães casado com Maria Amélia de Castro 8ºOutorgante: José de Lemos casado com Adelaide Manuela de Castro outorgando por si e ainda na qualidade de João de Castro casado com Maria José Alves Ribeiro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Aida Leite e marido Jerónimo de Freitas 2º Outorgante: Maria José Leite Fernandes e marido António Fernando Dias Carneiro Soares 3º Outorgante: João Afonso da Costa Freitas e esposa Maria Rosa da Silva Paredes; Adelaide da Costa Freitas Sotto-Mayor Pizarro e marido Agostinho Brandão de Sá Sotto-Mayor Pizarro; Eduardo da Costa Freitas e esposa Mariana Assunção Ribeiro de Oliveira Freitas; Joaquim da Costa Freitas e esposa Filomena Guimarães da Costa Lopes e Maria Albertina da Silva Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António de Araújo e esposa Rosa da Silva 2º Outorgante: José de Araújo e esposa Felicidade da Glória 3º Outorgante: Eduardo de Araújo e esposa Engrácia Lopes 4º Outorgante: Camila Mendes e marido Arnaldo Moreira Guimarães 5º Outorgante: Rosa Mendes de Araújo, que também usa o nome de Rosa Mendes 6º Outorgante: Palmira Mendes e marido Daniel de Abreu 7º Outorgante: Daniel Hernâni Araújo de Castro outorgando na qualidade de procurador de Manuel Fernandes de Castro 8º Outorgante: José Augusto Lemos Alves outorgando como gestor de negócios de Francisco Ribeiro