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Artigos publicado no "O comércio de Gaia": "Pela homenagem a Diogo Cassels", poema de Helena Timóteo, "Diogo Cassels. O homem e a sua obra" de João Alves Pereira e "Ao Mestre" de Manuel de Pina Cabral.
Em virtude de notícias de jornais, a Procuradoria da República junto da Relação de Lisboa, instaurou inquério a fim de determinar o motivo que levaria um conjunto de senhoras, em particular a condessa da Castanheira, a visitar os presos da cadeia de Sintra.
O documento em questão foi subscrito pelos membros da Comissão Central do Movimento Nacional Democrático e enviado a vários jornais, provocando a detenção de Albertino Macedo, Virgínia Moura, Ruy Luís Gomes, José Cardoso Morgado Júnior e António Lobão e dando origem a um dos mais duros julgamentos políticos ao longo de 24 sessões
Trata-se de recortes de imprensa, maioritariamente de jornais, mas pontualmente também de revistas, em que surgem artigos sobre a Família Zagallos, com referências genealógicas, destacando alguns membros mais importantes socialmente, devido a cargos públicos e militares, desempenhados durante a monarquia. Pontualmente, encontramos referências ao Solar dos Zagallos ou a descendentes a desempenharem cargos noutras paragens, na contemporaneidade.
desenhos, esboços Desenho do carimbo, Impresso da folha de registo, exemplos de fichas de livros, impresso da estatística dos leitores e obras pedidas para leitura na Biblioteca; impresso da estatística dos jornais (J) e revistas (R)portuguesas, Impresso de empréstimo domiciliário; Impresso de identificação de leitores, Impresso de requisição de obras e quadro de regras da Biblioteca.
Venda em hasta pública de móveis, paramentos e alfaias da antiga Capela de São Sebastião, da freguesia de Barbacena, concelho de Elvas e distrito de Portalegre que produziram a quantia de 286$00. Inclui relação dos objectos vendidos e respectivos compradores, bem como páginas de jornais com anúncio do leilão.
Apontamentos autógrafos, discurso em Aveiro em 5 de outubro de 1970, cópia de exposição dirigida ao Ministro da Educação Nacional sobre proibição de realização de colóquio, cópia de carta de Humberto Soeiro ao presidente da Assembleia Nacional, "Guia do Recenseamento de 1970", "Política Ultramarina", projeto de novos estautos da União Nacional, comunicados, recortes de jornais.
Depósitos de dinheiro durante a prisão, "Escopo das alegações de acusação do ajudante do Procurador da República" - apontamento de Victor de Sá, apontamento "Algumas «tiradas» da acusação", lista de testemunhas, apontamento "Referências do juíz ajudante acerca do dr. Victor de Sá em 20 de novembro de 1962" e recortes de jornais.
Convocatória da MUD-Comissão Distrital de Braga para reunião (assinada pelo secretário Victor de Sá), fotocópia do comunicado da MUD em defesa de Salgado Zenha, MUD-Juvenil - alguns quadros de Coimbra, sequência de poemas, reconstituição das palavras proferidas de improviso por Alberto Vilaça pedida pelo Jornal de Serpa nas comemorações dos 50 anos da MUD e fotocópias de notícias de jornais.
Relacionados com a acção do Partido Legitimista. Inclui os seguintes jornais; a Nação; Portugal; Jornal de Notícias, o Mil Diabos, o Artista, entre outros. Nas últimas folhas contém cópias da correspondência enviada pela Comissão Distrital do referido partido e exemplares de avisos, convites para cerimónias fúnebres e públicas-forma. Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos foi secretário da referida Comissão Distrital.
Os livros que compõem esta série seguem a seguinte ordem: recibos, despesas e mistos, por ordem cronológica dentro de cada tema. Recibos - de acompanhamentos, de tumbas, de peditóríos, de cera, etc. Despesa - missas, cal, jornais, areia, madeira, algodão, feitio, cera, correio, etc.
Joaquim Pereira da Costa foi poeta e jornalista. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra. Foi redator principal do Primeiro de Janeiro e colaborou noutros jornais No final de 1910 iniciou funções como 2º oficial conservador da Biblioteca Pública Municipal do Porto, sendo em 1934 seu diretor até 1947.
Manuscrito com folhas cosidas. Primeira folha impressa na parte superior com brasão de Portugal e "Selo quarto de dez reis. Anno 1667". Folha com anotação do Abade de Tagilde "Nº2 1667 Julho 9 Sentça contra João ...". Este documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936.
Manuscrito com folhas cosidas. Folha pequena com anotação do Abade de Tagilde. Este documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936. O reverendo Manuel Jorge Pereira estabeleceu um vínculo a favor dos descendentes da sua irmã Maria Josefa. Documento relacionado com CP 13445.
Manuscrito. Junto com CP 3802 com anotações do Abade de Tagilde com o título "Casa de Basto" que menciona 4 documentos. Este documento tem no título Nº3. O documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936.
Junto com CP 3802 com anotações do Abade de Tagilde com o título "Casa de Basto" que menciona 4 documentos. Este documento tem no título Nº4. O documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936.
Manuscrito com folhas cosidas sem datação. Este documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936. No documento há referência a decisões após o mandato de D. José (poderá ser o Arcebispo de Braga D. José da Costa Torres (1741–1813)?.
Carta manuscrita dirigida ao pai da Rua do Apolo, Pernambuco Recife, Brasil. Com dois recortes de jornais com notícias de nomeações para empregos: Lugar de ajudante técnico do laboratório de Biologia vegetal da estação experimental para o cultivo intensivo de algodoeiro em Coroatá, Maranhão.
Pasta 1 do processo de comemorações dos 150 anos da Sociedade, organizada pela Comissão, para as Comemorações dos 150 anos, contendo a informação, sobre como consultar as diferentes pastas, registo das reuniões, recortes de jornais e revistas e publicações do jornal Incrível em edições comemorativas do 150.º aniversário.
Conjunto de documentos que inclui, entre outros, correspondência, memorial e recortes sobre a vida e morte do maestro Leonel Duarte Ferreira. O documento "Memorial" possui 2 pág, mas, por erro, tem um documento, entre elas. Contém folhas com recortes de jornais e postais dirigidos ao maestro.
Folhetos, cartazes e programas de eventos; recortes de jornais; publicações "O Incrível" dos meses de março, abril, junho, outubro e novembro; correspondência; contrato; declaração; relação dos sócios de mérito da Academia; modelo para farda da Banda; e coleção de selos da U.R.S.S.
Folhetos, cartazes e programas de eventos; folhetos informativos da secção de cultura da Academia; convite; relatórios e contas; recortes de jornais; parte do cópia dos estatutos; regulamento proposto pela secção de teatro e o parecer da Direção; licença de representação; requerimento para alvará; e correspondência da secção cultural.
Obrigações de dez escudos, emitidas pela Academia, para a construção da nova sede, subscritas pelos sócios, e posteriormente oferecidas à coletividade; programa da festa comemorativa do 30.º aniversário da Academia; recortes de jornais; folheto; e contrato celebrado, entre a Companhia Cinematográfica de Portugal e a Academia.
Contem imagem de um boneco desenhado a segurar uma estrela vermelha com jornais na mão e a seguinte legenda: Com a Classe Operária / pela / LIBERDADE E SOCIALISMO / UEC / UJC / PCP / trabalhar / lutar / estudar / UNIÃO dos ESTUDANTES / COMUNISTAS / uec pcp ujc / uec pcp ujc / CELULA DA UEC DA ESCOLA COM. FERREIRA BORGES.
Trata-se de recortes de imprensa, maioritariamente de jornais, mas pontualmente também de revistas, em que surgem artigos sobre a Família Zagallos, com referências genealógicas, destacando alguns membros mais importantes socialmente, devido a cargos públicos e militares, desempenhados durante a monarquia. Pontualmente, encontramos referências ao Solar dos Zagallos ou a descendentes a desempenharem cargos noutras paragens, na contemporaneidade.
Organizado pela Comissão Municipal de Turismo, com a colaboração do Clube Arte e Sport e o patrocínio da Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia da Costa de Caparica, jornais: Mundo Desportivo e Praia do Sol, Rádio Clube Português e Produções Lança Moreira. Contém mapa do percurso.
Índice dos locais, onde António Correia colaborou, nomeadamente, em associações ou cargos cívicos. Contém informação de 1932 a 1978, embora o termo de abertura, seja de 1966. Existe ainda informação de livros que António Correia escreveu, dos jornais onde colaborou, e de livros onde lhe é feita referência. Contém folha manuscrita avulsa.
Recortes dos jornais "Noir et blanc", "Diário Popular", "Os Sports", "Mundo Desportivo" produzidos para os Jogos Olímpicos de Londres. Contém os seguintes títulos: "Os «olimpicos» e as suas campanhas", "Quanto tempo duram os atletas?", "Vida e Obra do Barão Pedro de Coubertin, renovador dos Jogos Olimpicos".
Recortes de imprensa retirados dos jornais "A Capital", "Jornal de Notícias", "O Século", "Diário de Noticias", "Mundo Desportivo", "A Bola", "O Comercio", "Diário da Manhã" com artigos sobre as atividades desportivas, o banquete e a entrega de troféus realizados no âmbito das comemorações do Dia Olímpico de 1969.
Três recortes de imprensa dos jornais "Correio da manhã" e "Diário de Notícias" e de um suplemento desportivo de jornal não identificado com artigos sobre as atividades desportivas, o banquete e a entrega de prémios realizados no âmbito das comemorações do Dia Olímpico de 1984.
Dois recortes de imprensa dos jornais "Sul Desportivo" e "Gazeta dos Desportos" alusivos às comemorações do Dia Olímpico de 1982. Contém os seguintes artigos "Comité Olímpico Português. Dia Olímpico 23 de junho" e "Festa do jogo nas Açoteias. Festa da juventude do desporto para todos".
Recortes dos jornais "Record" e "Diário de Notícias" relativos aos I Jogos Desportivos dos Países de Língua Portuguesa, contém as seguintes notícias: Festa Africana com «sabor» português; Basquetebolistas portugueses não perdoam "irmãos" brasileiros; Portugal entra com o pé direito Moçambique «cilindra» São Tomé.
Crónica de Lança Moreira, escrita nos jornais "Imagem", "Jornal de Actualidades", "Ler", "O médico" e "Plateia" sobre a prestação das equipas portuguesas nos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952, criticada por Lança Moreira, analisando como negativa a atuação do Comité Olímpico Português.
Notícia que saiu nos jornais "Beira Dão", "Beira Vouga", "O Benfica", "Noa Nova" e "A Bola" sobre um festival de natação no Sport Algés e Dafundo, promovido pela Associação de Natação de Lisboa, por ocasião da celebração do Dia Olímpico de 1953.
Caderno manuscrito pelo Dr. Adolfo Teixeira com transcrição de documentos oficiais (volume 2), como Cartas régias, Alvarás, Regimentos, Ofícios, entre outros. Organizado cronologicamente com documentação desde março de 1550 a 27 de julho de 1599, relacionada com Boticários, e referência aos jornais e/ou publicações onde foram publicadas.
Caderno manuscrito pelo Dr. Adolfo Teixeira com transcrição de documentos oficiais (volume 1), como Cartas régias, Alvarás, Regimentos, Ofícios, entre outros. Organizado cronologicamente com documentação desde 11 de fevereiro de 1338 a 28 de novembro de 1548, relacionada com Boticários, e referência de jornais/publicações onde foram publicadas estas informações
Subsérie composta por crónicas ou notícias publicadas em diferentes jornais periódicos relativos à família Feliz. Estes documentos retratam essencialmente a forte presença farmacêutica no seio desta família, a grande dedicação à farmácia Feliz e a evolução desta mesma farmácia quando gerida por diferentes membros da família.
Conjunto de crónicas ou notícias publicadas em diferentes jornais periódicos relativos à família Feliz. Estes documentos retratam essencialmente a forte presença farmacêutica no seio desta família, a grande dedicação à farmácia Feliz e a evolução desta mesma farmácia quando gerida por diferentes membros da família.
Correspondência expedida pelo Sindicato Nacional dos Farmacêuticos com temáticas diversas, nomeadamente confirmação de receção de correspondência, pedido de intercâmbio de jornais farmacêuticos, e agradecimento pela bibliografia oferecida a este Sindicato. Entre os destinatários encontram-se o farmacêutico João Artur Cruzeiro Seixas, o Boletim “American Society of Hospital Pharmacists” de Washington, e o Professor José Ramos Bandeira.
Carta do Cônsul Amadeu da Silva ao Ajudante de Campo do Governador-Geral da Índia, Segundo-tenente Manoel Maria Sarmento Rodrigues, acusando a receção de 75 rupias e informando que enviou os jornais que publicaram notícias e imagens sobre a saída do Governador-Geral, Mariano Martins.
Carta de Cunha Leão, do Ministério das Colónias, Gabinete do Ministro, comunicado ao Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, várias informações, nomeadamente: a resolução da questão da guarda de honra; as notícias publicadas nos jornais; a vinda do motorista do Prof. Gilberto Freire ...
Carta do Presidente da Comissão Central de Pescarias, informando o Governador da Guiné, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, que tem seguido nos jornais as manifestações ocasionadas pelo V Centenário do Descobrimento da Guiné, bem como sobre os contratorpedeiros que foram para Glasgow para grandes reparações.
Carta do Segundo-tenente Avelino Teixeira da Mota ao Governador da Guiné, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, enviando cópia de telegrama cifrado da Delcol, aludindo ainda a notícias publicadas nos jornais sobre a adjudicação das ponte de Ensalmá, ao Inquérito Etnográfico, bem como a diferentes livros referentes àquela Colónia.
Unidade de Instalação 14/A, processos de venda do navio hidrográfico "IBO", com 198 folhas no total, sendo 189 folhas + 8 recortes de jornais (o "Século", o "Primeiro de Janeiro", o "Comércio do Porto", o "Diário de Notícias"), + 1 "Diário do Governo" III Série, número 96, de 23 de Abril de 1953.
- Revista "Boina Verde" - Ano XXV - nº175 - Out/Dez 95; - Revista de informação do CTP (separata do nº 161/92) - Fotocópia; - Fotocópias de Recortes de jornais (o comércio do Porto, 11 Março 1996; porque hoje é...domingo); - S. Jacinto há meio século "a homenagem que se impunha" (fotocópia)
Processo da venda em hasta pública do transporte Pero de Alenquer, constituído pela respetiva publicitação em diversos jornais, pelas atas das comissões de abertura e análise das propostas, por requerimentos de candidatos, mapas de propostas, contrato de venda, autorização de venda e inventários dos equipamentos.
Produção cientifica produzida pelo Almirante Reis Rodrigues, que engloba textos de livros editados, artigos publicados em revistas e jornais, conferências, entrevistas, relatórios, apresentações, fotografias diversas, álbum de fotografias, recortes de imprensa, relatório do GT interministerial sobre a busca de salvamento no mar, etc.
Correspondência variada, coletânea contendo a Memória sobre o Governo da Província do Espírito Santo; o Mapa da despesa de jornais e sustentos que se faz com 100 trabalhadores, sendo 50 destes, escravos e 50 livres e o Plano do estabelecimento na Barra do Rio Doce ou do baixo rio; instruções, etc.
Correspondência variada, coletânea contendo a Memória sobre o Governo da Província do Espírito Santo; o Mapa da despesa de jornais e sustentos que se faz com 100 trabalhadores, sendo 50 destes, escravos e 50 livres e o Plano do estabelecimento na Barra do Rio Doce ou do baixo rio; instruções, etc.
Correspondência variada, coletânea contendo a Memória sobre o Governo da Província do Espírito Santo; o Mapa da despesa de jornais e sustentos que se faz com 100 trabalhadores, sendo 50 destes, escravos e 50 livres e o Plano do estabelecimento na Barra do Rio Doce ou do baixo rio; instruções, etc.
A tipologia documental existente, corresponde a pesquisas feitas pela Dra. Matilde Sousa Franco (trineta do Visconde Sério de Souza) em diversos momentos, de forma a consolidar o conhecimento da vida pessoal, militar e política do Visconde Sérgio de Souza. Havendo registo de fotografias, apontamentos, notas soltas, cópias, excertos de artigos de revistas e jornais e documentação oficial.
A tipologia documental existente, corresponde a pesquisas feitas pela Dra. Matilde Sousa Franco (trineta do Visconde Sérgio de Souza) em diversos momentos, de forma a consolidar o conhecimento da vida pessoal, militar e política do Visconde Sérgio de Souza. Havendo registo de fotografia, apontamentos, notas soltas, cópias, excertos de artigos de revistas e jornais, documentação oficial e de âmbito familiar.
Vários aspetos do Jogo de futebol entre o Lusitano e o Sporting. Desafio amigável entre os dois clubes no Campo Estrela, sendo motivo de festa local. A comitiva sportinguista, desportistas e apoiantes, foram recebidos nos Paços do Concelho e, no fim, entregaram à Direcção do Lusitano, um saco com a contribuição monetária recolhida entre os sportinguistas para a compra de um degrau da nova bancada do Lusitano, que ficou a chamar-se o degrau do Sporting. . Os jornais locais comentaram: “ Lisboa, mandou anteontem á Cidade-Museu, através da grande massa simpatizante de um dos seus clubes desportivos mais representativos – o Sporting – uma das mais numerosas, entusiastas e correctas embaixadas que a nossa terra tem recebido
WH Smith (também conhecido como WHS ou coloquialmente como Smith , e anteriormente WH Smith & Son ) é uma retalhista britânica, com sede em Swindon, Inglaterra, que opera na cadeia de rua: em estações ferroviárias, aeroportos, portos, hospitais e em serviços da autoestrada, como lojas que vendem livros, papelaria, revistas, jornais, produtos de entretenimento e confeitaria. A empresa foi formada por Henry Walton Smith e sua esposa Anna em 1792 como um vendedor de notícias em Londres. Permaneceu sob a propriedade da família Smith durante muitos anos e expandiu-se em grande escala durante a década de 1970, quando a empresa começou a diversificar para outros mercados. Após uma aquisição rejeitada de private equity em 2004, a empresa começou a concentrar-se no seu negócio principal de retalhista. Foi a primeira rede retalhista do mundo, responsável pela criação do identificador de livro ISBN . […] In: https://en.wikipedia.org/wiki/WHSmith
Nasceu na Ribeira de Santarém em 6 de Janeiro de 1883. Poeta e publicista, desde cedo prestou a sua colaboração a jornais e revistas de carácter literário, nos quais se encontram, entre outros, “Damião de Góis”, “Vilafranquense”, “Ecos do Ribatejo”, “Mensageiro de Cira”, “Mensageiro do Ribatejo”, “Vida Ribatejana”, “A Verdade” e “Correio da Extremadura”. Deu à estampa três livros de poesia. “Meio Dia (1918)”, “Fumo do Meu Casal (1938)” e “Luz da Tarde (1946)”. Foi um poeta de inspirado sabor lírico. Pertenceu à Direção da Junta de Província do Ribatejo e foi membro da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses. Faleceu em Vila Franca de Xira em 3 de Janeiro de 1972, por isso com oitenta e oito anos. In: http://memoriasdomeubairro.blogspot.com/2010/07/faustino-dos-reis-sousa.html
Amílcar da Silva Ramada Curto foi um dos líderes da greve estudantil de 1907. Como advogado, interveio em alguns processos-crime célebres. Foi republicano e membro da Carbonária sob a monarquia. Durante a 1.ª República, foi deputado pelo Partido Republicano e, depois, pelo Partido Socialista Português, partido que liderou a partir de 1920. Foi ministro das Finanças e do Trabalho (1919 e 1920). Foi maçon desde 1903 e presidente do Conselho da Ordem (Grande Oriente Lusitano) nos anos 30. Colaborou em vários jornais, como o Diário de Lisboa e o Jornal de Notícias. Autor de vasta obra dramática de cunho realista-naturalista, visando a crítica dos costumes, inspirada na sua actividade forense. In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 648
José Pereira Ferreira Martins nasceu na freguesia da Vitória, da cidade do Porto, em 12/07/1877, faleceu em 07/11/1959.Tornou-se pregador licenciado da Igreja Lusitana em 1903, estudante do curso teológico dirigido pelo Dr. John Harden (1903-1905). Foi ordenado diácono em 1905. Foi ordenado presbítero em 1910. Durante 5 anos foi ministro da Igreja Lusitana do Espírito Santo, em Setúbal, desde 1907 a 1952. Organizou e paroquiou a Igreja de Cristo Remidor em Alcácer do Sal, e igualmente a Missão dos Mártires da Fé, em Évora. Chegou a ser vereador da Câmara Municipal de Setúbal e procurador da antiga Junta Distrital de Lisboa. Foi um dos mensários dos jornais «A Luz e Verdade» do Porto, o «Bom Pastor» do Candal, e dirigiu desde 1905 a 1910 0 «Arauto Cristão» de Setúbal. In: http://arquivo.igreja-lusitana.org/index.php/jose-pereira-ferreira-martins?sort=lastUpdated&listPage=2&sortDir=desc&listLimit=30
Eduardo Frederico Schwalbach Lucci foi um jornalista e escritor português. Nasceu em Sacramento, Lisboa, a 18 de maio de 1860, faleceu na Lapa, Lisboa, a 8 de dezembro de 1946. Frequentou a Escola do Exército e a Escola Politécnica. Como jornalista foi colaborador em muitos jornais diários, fundou o diário “A Tarde”, em 1889 e foi diretor do Diário de Notícias, entre 1924 a 1939 e 1945/6. Na sua carreira profissional ainda foi diretor e inspetor do Conservatório de Música e Artes Dramáticas e Conservador da Biblioteca Nacional. Na sua carreira política administrativa, foi deputado pelo Partido Regenerador entre 1904-1908 e Procurador à Câmara Corporativa em representação das Artes Gráficas e Imprensa. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/l/lucci_eduardo_frederico_schwalbach.pdf
Samuel Domingos Maia de Loureiro, nasceu em Ribafeita, Viseu, a 14 de Fevereiro de 1874, faleceu em Lisboa, a 11 de Novembro de 1951, foi um médico, jornalista e escritor português. Formado pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, foi Médico dos Hospitais Civis e exerceu o lugar de diretor da consulta de crianças do Instituto de Assistência Nacional aos Tuberculosos. Como Jornalista, desenvolveu uma prodigiosa atividade no jornal "O Século", principalmente em artigos de fundo, e noutros jornais muito assiduamente, como o "Jornal de Notícias", a revista "Illustração Portuguesa", o "Diário Popular", etc. Em 1943, é sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, que em 1936 atribui-lhe o Prémio Ricardo Malheiro pelo romance Dona sem dono. Foi diretor da Companhia de Seguros Sagres. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Maia
João nasceu na Oliveira, em Setembro de 1860. Era filho de António Lopes de Faria, humilde sacristão da Colegiada, e de Constância Rosa. Teve uma infância pobre e foi coreiro na Colegiada. Aprendeu as primeiras letras na escola particular de um sargento reformado, o Almeida, e frequentou “estudos superiores” na escola do Venâncio, onde se ensinava bom latim e bom português. A ânsia de aprender marcava profundamente a sua personalidade, a par de um feitio acanhado e excessivamente modesto. A vida, ganhou-a como músico, exercendo o ofício de organista da Colegiada. Dedicado às coisas da história de Guimarães, ao longo dos anos colaborou em revistas e nos jornais locais, onde foi dando notícia de memórias que desenterrava do esquecimento em arquivos e bibliotecas. In: http://araduca.blogspot.com/2006/09/os-manuscritos-de-joo-lopes-de-faria.html
Júlio Marques de Vilhena foi deputado às Cortes pelo Partido Regenerador, que chefiou, ministro da Marinha e Ultramar e ministro da Justiça e dos Negócios Eclesiásticos em governos de Fontes Pereira de Melo, conselheiro de Estado e par do reino, governador do Banco de Portugal, presidente da Academia Real das Ciências de Lisboa, director de vários jornais e juiz e presidente do Supremo Tribunal Administrativo. A partir de 1910 abandonou a política e dedicou-se aos estudos históricos, tendo publicado, além de obras jurídicas, Antes da República: Notas Autobiográficas (1916) e D. Pedro V e o seu Reinado (1921). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 681
'Vasco Botelho de Amaral, nascido em Lisboa, em 1912, faleceu em 1980 na mesma cidade. Notabilizou-se pelas suas "Palestras de Língua Portuguesa" emitidas durante cerca de 30 anos aos microfones do Rádio Clube Português e ainda no Programa Português da BBC de Londres. No seguimento de uma das suas "Palestras", foi fundada em 1949 a Sociedade da Língua Portuguesa, tendo sido o Professor Doutor Hernâni Cidade o seu primeiro presidente. Em 1953 fundou, na cidade que o viu nascer, o Centro Internacional de Línguas, primeiro instituto em Portugal para o ensino prático de idiomas, cujo cargo de diretor ocupou até ao final da sua vida.  A par disso, entre um vasto número de obras levadas ao prelo, colaborou regularmente com diversos jornais e revistas, entre os quais se destacam o Diário Popular, o Diário de Notícias, a Revista Lusitana, a Revista Ocidente e a Revista de Portugal.' In: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/autores/vasco-botelho-de-amaral/93/pagina/1
Nasceu na freguesia de Santar em 1872 e faleceu em 1955. Em vida foi professor e mestre de humanidades. Era um conhecedor profundo de português, latim, francês, inglês, espanhol, alemão, italiano e grego. Com o Dr. Artur Bívar colaborou nos cursos de línguas à distância e no dicionário Analógico e Geral. Foi um dos primeiros arcuenses a aderir à solicitação da Câmara Municipal a fim de ser criado nesta vila o Externato Municipal Arcuense, onde veio a ser professor durante muitos anos. Publicou “Vitalidade Municipal”, “Pré-história do concelho de Ponte de Lima”; “Os Pergaminhos da Câmara de Ponte de Lima” e colaborou em diversos jornais e revistas e no Almanaque Arcoense. O seu nome encontra-se perpetuado numa artéria que vai desde o Largo da Lapa até à Praça Municipal, proposta apresentada no executivo da Câmara pelo Dr. António Cacho. In: https://memoriaarcuense.pt/arcuenses-com-historia/manuel-jose-da-cunha-brito-padre/
Contém a transcrição ou recortes de jornais dos seguintes documentos relacionados com o caso da sua renúncia de Alfredo Pimenta de académico da Academia Portuguesa da História: 1- Acordam do Supremo Tribunal Administrativo - rejeição do recurso de Alfredo Pimenta; 2- Parte do requerimento de Alfredo Pimenta a solicitar anulação do acordam do Supremo Tribunal Administrativo; 3- Requerimento de Alfredo Pimenta ao Mistério da Educação Nacional; 4- Atas das sessões do Conselho Académico (23 Maio de 1946, 21 de Junho de 1946, 26 junho 1946, 23 de outubro 1946) Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
"Professor da Faculdade de Medicina Naturalidade - Alcaravela (Sardoal), 15.1.1868 - Lisboa, 8.4.1956. Filiação - António Senas e Silva e Rita de Jesus. Matrículas - Filosofia e Matemática, 6.10.1888; Medicina, 13.10.1891. Graus - Bacharel, 19.6.1895; Licenciado, 13.2.1897; Doutor, 18.7.1897. Cadeiras - Clínica de Homens (1898-1900), 2º substituto; Higiene Pública e Polícia Higiénica (1900-1933),4º lente; Patologia Interna (1901-1902), 4º lente; Epidemiologia (1921), 4º lente. Cargos - Secretário da Faculdade de Medicina (1898-1899); Fiscal da Faculdade de Medicina (1902-1903); Diretor do Gabinete de Higiene (1902-1903); Diretor do Museu e Laboratório de Higiene (1903-1911); Diretor do Instituto de Higiene (1911-1916); Diretor da Faculdade de Medicina (27.7.1926-6.5.1927): Diretor do Laboratório de Higiene (13.11.1926); Diretor do Laboratório de Bacteriologia (5.3.1927-13.3.1928); Diretor do Laboratório de Microbiologia (1.7.1929-11.1932). Publicações - Colaborou em vários jornais, com destaque para Comércio do Porto, Diário Popular, A Voz, Novidades e Correio de Coimbra e inúmeras revistas científicas, incluindo Coimbra Médica e Movimento Médico, e escreveu as seguintes obras: A hereditariedade da sífilis (Coimbra, 1897); O alcoolismo (Coimbra, 1898); O clima de altitude e a tuberculose pulmonar (Coimbra, 1898); O catolicismo e a higiene (Coimbra, 1918); A ciência social na educação e na história (Coimbra, 1926); Educação nacional (Coimbra, 1938); Ideias fundamentais sobre a escola primária (Coimbra, 1952). Observações - Sociólogo, higienista e pedagogo; pioneiro dos estudos sociológicos em Portugal. Sócio efetivo do Instituto de Coimbra em 4.7.1896. Diretor do Curso de Medicina Sanitária em 26.12.1901. Regeu a cadeira de Higiene no Seminário Episcopal de Coimbra. Vogal auxiliar do Conselho de Arte e Arqueologia da 2ª Circunscrição Artística em 3.8.1911. Regeu um curso facultativo de Higiene na Faculdade de Direito em 1911-1912, e um curso de Medicina Sanitária desde 14.3.1914. Professor da Escola Normal Superior entre 1915 e 1930. Nomeado para a Comissão Organizadora do Regulamento Geral das Escolas Normais Superiores em 24.5. 1916. Regeu cadeiras na Faculdade de Letras em 1919-1933. Professor do curso de Medicina Sanitária, com funções de Diretor, em 7.8.1931. Regeu um Curso Prático de Epidemiologia em 1932. Diretor Geral de Saúde Escolar em 4.7.1933-1938. Fundou o Laboratório de Higiene, anexo ao Instituto de Higiene, com o apoio de Charles Lepierre. Co-fundador e redator da revista Movimento Médico. Membro do Conselho Superior de Higiene. Esteve ligado ao CADC. Professor da Escola Normal Superior Cadeiras - Higiene Geral e Higiene Escolar (1915-1919, 1925-1930). Cargos - Diretor da Escola Normal Superior (1921-1930). Observações - Nomeado em 17.7.1915. Nomeado para a Comissão Organizadora do Regulamento Geral das Escolas Normais Superiores em 24.5.1916." In: https://www.uc.pt/org/historia_ciencia_na_uc/autores/SILVA_joaoserrase
Contém a transcrição ou recortes de jornais dos seguintes documentos relacionados com o caso da sua renúncia de Alfredo Pimenta de académico da Academia Portuguesa da História: 1- Ata da sessões do Conselho Académico (30 julho 1943); 2- Ata da sessões do Conselho Académico a demitir Alfredo Pimenta (19 novembro 1946); 3-Requerimento de Alfredo Pimenta ao Mistério da Educação Nacional; 4-Requerimento de Alfredo Pimenta ao Presidente da Academia e atas das sessões de 6 a 19 de novembro 1946); 5-Exposição do Presidente da Academia à Assembleia Nacional (14 dezembro 1946); 6- Cartas do Presidente da Câmara Municipal do Porto (18 e 22 janeiro 1947); 7- Atas da sessões do Conselho Académico (23 maio 1946, 21 maio 1946, 26 de junho de 1946, 23 de outubro de 1946) Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Temas principais deste número do Binómio: - Os operários da Lisnave em Greve • Contextualização e descrição da greve na Lisnave. "Dia 13, 5ª feira às 3h30 da madrugada, a policia de choque com cães e a GNR do Barreiro invadiram as instalações expulsando os quatrocentos operários do turno da noite. O turno que chegou de manhã, encontrou os estaleiros cercados pela polícia e GNR (...)" - Os jornais, a informação e os estudantes "Os jornais que ainda há pouco tempo falavam na democracia, na "liberalização", na liberdade e outras coisas..., são os que agora mantêm o silêncio sobre as reivindicações e as lutas dos trabalhadores, como mantiveram sobre as reivindicações e as lutas dos estudantes. (...) O Binómio, como órgão de um sindicato de estudantes tem o dever de informar os estudantes e a população (...)". • Assuntos: Lisnave.
Subsecção composta por documentação produzida e recebida pela Sociedade Farmacêutica Lusitana entre 1835 e 1933 e que documenta a sua atividade através de: Atas das Sessões da Assembleia Geral; Atas das Sessões do Conselho Administrativo; Atas das Sessões do Conselho Geral; Atas da Secção Jurídica; Atas das Comissões de Farmácia, Química e Redação; Deliberações da Mesa da Assembleia Geral; Termos de Posse de Corpos Gerentes e Funcionários; Correspondência Expedida; Correspondência Interna; Correspondência Recebida; Matrículas de Sócios; Índices de Sócios; Conta Corrente de Sócios; Delegações da Sociedade; Registos de Ocorrências e Notícias; Movimento de Matérias Propostas; Movimentos de Jornais; Expediente de Jornais; Registo de Biblioteca e Arquivo; Inventários da Sociedade; Listagens de Farmácias e Farmacêuticos; Contabilidade; Doações; Retratos e Fotografias
Processo de venda em hasta pública de diversos bens pertencentes à Igreja Paroquial de Santa Maria de Loures, classificada monumento nacional, situada no distrito de Lisboa, bem como a cedência de alguns objectos ao Museu Nacional de Arte Antiga. Contém a relação dos objectos para venda avaliados em 6.165$50, páginas de jornais contendo anúncios publicitando o leilão e a lista dos objectos que deram entrada no Museu Nacional de Arte Antiga.
Destino a dar a dois coches, um de três e outro de cinco lugares, que pertenceram à Mitra do Porto. Um dos coches - o mais pequeno - fora entregue à Inspecção Geral dos Serviços de Protecção a Menores Delinquentes para o serviço da Escola Agrícola de Refoma de Izeda, devido a não ter havido possibilidade da sua venda em hasta pública. Inclui páginas de jornais anunciando a venda dos dois coches.
Processo do concurso para adjudicação da empreitada de reparação do pavimento no troço entre Esgueira e Eixo, na extensão de 350,00 m. Anúncio publicado em jornais da região, mapa de trabalhos e orçamento, condições de arrematação, auto de recepção e de abertura das propostas. Processo da empreitada. Auto de consignação dos trabalhos, conta final da empreitada, conta corrente final, autos de exame e de recepção provisória e definitiva, depósitos obrigatórios.
" O incidente que inspirou a peça e depois o romance foi, lá pelos primeiros anos de trinta, o mesmo (suponho eu) que o poeta Manuel da Fonseca explorou num dos melhores romances curtos da nossa época e terra: Seara de Vento(1958), depois reeditado com tamanho sucesso. Registo-o com humildade, e aqui presto homenagem à superioridade do seu talento e obra. Mas não foi dele, e sim do próprio fait-divers dos jornais, que me veio a sugestão, assim tranfigurada.(...)"
Venda em hasta pública de móveis, paramentos e alfaias, desnecessários ao culto, que foram encontrados em diversas arrecadações do edifício da Igreja Paroquial da Senhora da Assunção (extinta Sé), da cidade de Elvas, distrito de Portalegre de se obteve a quantia de 264$60. Inclui relação dos objectos vendidos com o nome dos compradores e quantia recebida, bem como páginas de jornais com anúncios do leilão.
Venda em hastas públicas que decorreram entre 28 de Maio e 7 de Julho de 1921 dos objectos do culto do extinto Seminário dos Carvalhos, situado no concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, de que se obtiveram a receita de 3.300$80 entregue em diversas guias na Caixa Geral de Depósitos. Inclui listagem com a designação do objecto; nome do adjudicatário; montante da avaliação e da adjudicação; assim como exemplares de jornais que anunciaram o leilão.
Correspondência recebida e expedida (cópias e originais), memorandus, notas, requerimentos, cartões de visita, pareceres, recortes de jornais, folheto do evento "Ciclo de Conferências sobre o Século XIX", Parecer do Conselho Científico da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (11-03-1978) sobre a projetada Revista de História a publicar pelo INIC - inclui apontamento de Victor de Sá, "Publicações de docentes e alunos da Faculdade de Letras após a sua restauração (1962)." Porto, 1974; candidatura a um contrato de investigação do INIC.
Correspondência, intervenção no encerramento da campanha eleitoral no Teatro Circo, mandado de notificação de proibição de distribuição da publicação "Nova Cartilha do Povo Português" (inclui exemplar da cartilha), comunicados e panfletos eleitorais, carta da Comissão Promotora ao presidente do Conselho de Ministros, postal de Campanha de Recenseamento Eleitoral, anotações de Victor de Sá sobre resultados eleitorais, cartoon "UN pelo Ultramar", cópia de artigo e recortes de jornais.
António José Torres de Carvalho, bibliotecário municipal de Elvas de 1913 a 1940 e erudito bibliógrafo, que em 1934 ofereceu à Câmara Municipal a sua esplêndida biblioteca de 12602 volumes, dos quais cerca de 6000 tinham pertencido ao. Dr. Francisco de Paula Santa Clara, seu tio. Teve uma notável obra editorial, foi diretor de Jornais "Correio Elvense" e outros. Fonte: "A Biblioteca Municipal de Elvas" de JTM Pereira.
Carta manuscrita assinada, de Guimarães. José de Freitas Costa refere que os jornais noticiam o aparecimento de uma senhora que diz ser filha de Camilo Castelo Branco. (Carta datada nove dias depois da morte de Camilo Castelo Branco). Essa filha é Bernardina Amélia, filha de Patrícia Emília de Barros e de Camilo Castelo Branco. Nuno Plácido Castelo Branco teimava em não reconhecer a paternidade de Camilo e escreveu o opúsculo "Protesto contra a suposta filha de Camilo Castelo Branco".
Processo de angariação de fundos para as vítimas do sismo nos Açores, ocorrido em 1 de janeiro de 1980, onde se pode encontrar registos de reuniões, troca de correspondência com várias entidades com pedidos e ofertas de colaboração, programas de espetáculos, recortes de jornais, recibos, comunicação à Câmara Municipal de Angra do Heroísmo do valor total angariado com cópias dos vales postais enviados e outros documentos relativos a esta angariação.
Trata-se de recortes de artigos de jornais o "Novo investigador da Estação Agronómica o eng. Cordeiro Zagallo" sem indicação da origem; O artigo "Investidos 300 mil contos em Almada na reparação de monumentos" é do "Diário de Notícias de 27 de fevereiro de 1992; Cartão de visita de Maria Emília de Mello Carneiro Zagallo da Silva Ribeiro, com mensagem de agradecimento; Cartão de visita de Rodrigo de Mello Carneiro Zagallo .
Recortes de imprensa dos jornais "O Século" e "Diário de Noticias", sobre as comemorações do Dia Olímpico de 1975. Contém os seguintes artigos: "Dia Olímpico em S. Bento no regresso do Nacional de Natação às suas antigas instalações"; "Comemorações do Dia Olímpico «Se a prática do desporto for inscrita nos direitos do cidadão português, pois vamos aos Jogos Olímpicos» - afirmou o eng. Luís Casanovas, secretário de Estado dos Desportos".
Documentação composta por: relatório sobre a situação da luta do PAIGC em Janeiro de 1973; recortes de jornais referentes a Luís Cabral;Batalhão de Cavalaria 490, operação Tridente, relatórios das sub unidades operação Tridente, relatórios das sub-unidades; história do Batalhão de Cavalaria n.º 490; publicação sobre Ahmed Sékou Touré e Cabral; cópias de alguns dados biográficos de Amílcar Cabral; Livro sobre Amílcar Cabral, da Fundação Mário Soares.
Recortes de Imprensa referentes à Banda da Armada. Recortes dos seguintes jornais: "Público", "Notícias de Ourém", "Nova Vida", "O Mensageiro", "Ordem de Malta", "Jornal de Abrantes", "O Concelho de Estarreja", "Açoriano Oriental", "O Distrito de Setúbal", "Diário de Notícias", "A Voz de Azeméis", "O Século", "Correio da Manhã", "Voz do Sado", "Baluarte". Notícias sobre exibições da Banda da Armada em Lisboa, Ourém, Setúbal, Leiria, Abrantes, Aveiro, Guimarães, Ponta Delgada, Oliveira de Azeméis, Alcácer do Sal, Porto e Vila Franca de Xira
Diversos recortes de imprensa, destaca-se entrevistas, palestras navais, "Os Submarinos na Guerra Europeia", "Aeroplanos e submersíveis","Submarinos Lições de Guerra","Despesas provenientes da Guerra Europeia","Visitas Presidenciais", Recorte de imprensa Diário de Lisboa "O «Hidra» não meteu no fundo o «Foca»",Os submersíveis e a sua Estação em Terra", "A campanha contra o submarino", "O incidente que matou o Submarino «Espadarte»".... Jornais: "Século", Diário de Lisboa", Diário de Noticias", "Capital", "le Figaro".
Série de recortes de imprensa provenientes de jornais diversos, nomeadamente, "A Capital", "O Comércio do Porto", o "Jornal da Madeira", "O Diário de Notícias", Diário da Manhã", "Diário de Lisboa", "Diário Popular", "Diário de Notícias da Madeira","Correio da Manhã", "Correio da Horta", "O País", "Revista Da Armada", "Revista TV Top" entre outros de menor expressividade. Contém assuntos variados relativos a Submarinos, a assuntos diversos relativos à Classe "Albacora". Incluí reportagens de exercícios navais destacando-se a "SWORD FISH86" - na Madeira.
Brochura do Concelho de Guimarães [edição das Juntas de Turismo da Penha, Vizela e Taipas]; Desdobrável sobre a História da Cantarinha das Prendas ou dos Namorados; Desdobrável da História do Linho; História do Linho [em verso] de Joaquim Martins; Guia e Catálogo Geral Oficial da Agro Basto 85; Recibo do Prémio de Seguro; Copia do Recibo do Prémio de Seguro; Desdobrável da Apólice de Transportes (Mercadoria); Recibo da Seguradora Império; Programa da Feira Agro Basto (3 folhas); [Relação de] Artigos à Consignação e de Expor; [Relação de] Artigos Só para Expor; [Relação de] Artigos a Consignação (4 folhas); [Relação de] Artigos só para Expor (3 folhas); [Relação de] Artigos a Consignação e Expor (com notas a caneta); Oficio da [Organização] da AgroBasto dirigido à CMG com pormenores sobre a feira (doc composto); Oficio da [Organização] da AgroBasto dirigido à CMG convidando-a a participar no certame (doc composto); Oficio expedido da CMG para a Organização da Agrobasto afirmando a participação da CMG no evento; Oficio expedido da CMG para a firma Matos e Cia pedindo artigos para serem vendidos à consignação; Oficio expedido da CMG para a firma Matos e Cia pedindo artigos para serem expostos; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um autocarro para transportar o grupo Trovadores do Cano até ao evento; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um eletricista e seu equipamento para eletrificar o pavilhão da CMG; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara fotocopias de desdobráveis da CMG sobre as Cantarinhas e Linho; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um autocarro para transportar o grupo Trovadores do Cano até ao evento; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um brasão da cidade em madeira; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um carpinteiro para montagem e desmontagem do pavilhão; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara artigos e galhardetes para oferecer; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara veículos para transporte de material e pessoal; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara uma série de artigos e consumíveis para decorar o pavilhão da CMG; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um auxiliar de carpintaria para desmontar e montar o pavilhão; Informação a Imprensa da CMG sobre o evento e a participação da CMG. (doc original); Informação a Imprensa da CMG sobre o evento e a participação da CMG. (doc cópia); Telex da CMG com Comunicado a Imprensa; 11 Folhas com recortes de Jornais.
Pasta contendo documentos avulsos relativos às Sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana para elaboração de atas, datados entre 11 de junho e 11 de novembro de 1927, nomeadamente minutas datilografadas e manuscritas das sessões; moções, propostas e cartas de sócios; pareceres de sócios e comissões da Sociedade; editais; circulares; correspondência recebida e expedida; recortes de jornais; convites aos sócios; ficha de proposta para admissão de sócios. São abordados diversos assuntos nomeadamente sobre doações para a biblioteca da Sociedade; permutas de jornais; exercício ilegal da profissão farmacêutica; venda de medicamentos manipulados; reforma do exercício profissional de farmácia; admissão e demissão de sócios; eleição de Corpos Gerentes; admissão como sócios honorários de Carlos Cândido Coutinho, Egas Moniz; oferta de retrato de Manuel Vicente de Jesus à Sociedade; críticas a notícias publicadas em jornais; comissão encarregada de definir o que se entende por especialidades farmacêuticas; resoluções e relatórios do Concelho Administrativo dos anos 1926-1927; orçamento de previsão dos anos 1927-1928; receitas globais das gerências de 1925-1927; digitalina cristalizada; Farmácia Cavaca; Farmácia Continental; Professor Pharmaceutico Heitor Luz; questionário da Federação Anarquista da Região Centro; drogas medicinais; inspeção farmacêutica; ensino de farmácia; regimento do preço dos medicamentos; Associação dos Farmacêuticos do Centro de Portugal; listagem dos sócios beneméritos, honorários, correspondente e efetivos; Associação de Classe dos Empregados de Farmácia; bilhete de identidade de sócio; lei dos estupefacientes; Ateneu Comercial de Lisboa; Congresso Nacional de Farmácia; reforma do estatuto da Sociedade; limites de comércio de droguista; Associação dos Farmacêuticos Portugueses; venda de drogas e especialidades farmacêuticas; sulfato de sódio; carbonato de sódio; sulfato de zinco; reunião de droguistas e importadores de especialidades; concurso Prémio Carracido; organização do listagem das farmácias do país; presenças nas sessões; pauta alfandegária sobre artigos de vidro; votos de sentimento pelo falecimento de Luiz Derouet; industrialização dos serviços farmacêuticos do exército; projeto de lei das associações de socorros mútuos.
“Alfredo Botelho de Sousa (1880-1960), Oficial de Marinha, foi uma das mais notáveis figuras da Armada no século XX destacando-se como um militar exímio, erudito professor, ilustre escritor e historiador. Na sua carreira militar, entre 1898 e 1946, o Vice-almirante Botelho de Sousa desempenhou as mais variadas comissões e funções de diferentes responsabilidades, de onde se destaca a passagem pelo cargo de Major-General da Armada afirmando-se como um Oficial de qualidade excecional, sendo demonstrável através dos louvores e condecorações que lhe foram atribuídos. Da sua obra, destacam-se os trabalhos de História Militar assim como os trabalhos relacionados com a Marinha e Defesa Nacional, ambos de grande valor. Com uma produção literária bastante rica e diversificada, Botelho de Sousa deixou também umas centenas de artigos espalhados em vários jornais e outras publicações periódicas, das quais apenas serão foco de análise as escritas para os Anais do Clube Militar Naval e Revista Militar. Tanto na sua vida como obra a figura-chave para a interpretação do Almirante Botelho de Sousa é o Almirante Alfred Thayer Mahan que formulou uma série de princípios que seriam a base do pensamento estratégico do séc. XX, lidos com entusiasmo pelo Oficial português. Tem-se então como objetivo principal desta dissertação o estudo detalhado da vida e obra de Alfredo Botelho de Sousa. Em adição a isto, face à importância do pensamento estratégico de Mahan procurar-se-á mostrar as semelhanças e divergências ao pensamento estratégico de Botelho de Sousa.” In: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/30292
José Fernando de Sousa usava o pseudónimo Nemo. Seguiu a carreira militar, mas abandonou o Exército em 1900 por se recusar a um duelo de honra. Depois de passar pela Direcção-Geral dos Serviços Geodésicos (1880-1890), foi administrador dos Caminhos de Ferro do Estado (até 1911) e director da Companhia de Caminhos de Ferro do Vale do Vouga. Deputado às Cortes pelo Partido Nacionalista (1906) e senador da república (1925) pelo Centro Católico, de que foi dirigente até 1919. Monárquico legitimista e adversário intransigente da maçonaria, opunha-se à colaboração dos católicos com as instituições da 1.ª República. Foi vice-lugar-tenente do rei exilado. Dirigiu os jornais católicos e monárquicos "Correio Nacional" (1897-1906), "Portugal" (1907-1910) – ambos órgãos do Partido Nacionalista – e ainda "A Ordem" (1916-1919), "A Época" (1919-1927) e "A Voz" (1927-1942). Foi colaborador e director durante 30 anos da "Gazeta dos Caminhos de Ferro". Entre muitas outras obras, publicou "Guerra Junqueiro e Zola: Notas Críticas dum Jornalista Católico" (1922) e "Religião e Monarquia" (1923). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 650
Henrique Trindade Coelho foi advogado, político, jornalista, diplomata, poeta e escritor. Republicano e membro da Maçonaria, como o seu pai - o escritor José Francisco Trindade Coelho (1861-1908) -, após a implantação da República adere ao Partido Evolucionista de António José de Almeida e colabora no jornal “República”. Com o Sidonismo, de 1918, passa para o campo nacionalista e vem a ser um dos doutrinários do 28 de maio de 1926, jornalista da Revolução e crítico acérrimo da democracia. Apoiante do general Gomes da Costa, ingressou na carreira diplomática e foi ministro de Portugal em Roma (1927-29) e junto do Vaticano (1929-34). Amigo dos escritores Guerra Junqueiro e Raul Brandão. Ainda jovem, ao lado de João de Barros, João de Deus Ramos, Pulido Valente, Ramada Curto e Tomás da Fonseca, colaborou na revista mensal “Mocidade”, em Lisboa, onde publicou obra poética da sua autoria. Colaborou nos jornais “A Pátria”, “O Século”, “A Época”, “A Manhã” e “O Primeiro de Janeiro”. In: http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=287076
António da Rocha Madahil nasceu em Ílhavo, a 10 de Dezembro de 1893. Frequentou a Universidade de Coimbra, matriculando-se primeiro na Faculdade de Direito e mais tarde na Faculdade de Letras (secção de Filologia Românica). Em 1920 foi nomeado 3º oficial da secretaria do liceu José Falcão em Coimbra. Em Janeiro de 1932 ocupou o lugar de 1º conservador no Arquivo e Museu de Arte da Universidade de Coimbra. Fundou a revista Arquivo do Distrito de Aveiro em 1935 e, em 1937, o Museu Municipal de Ílhavo, que também organizou. Foi delegado em Portugal do pacto Roerich para a proteção de Monumentos e Museus em caso de guerra. Presidiu à direção do Centro de Estudos para Formação Social e foi vice-presidente da Direção da Sociedade de Defesa e Propaganda de Coimbra. Foi grande oficial, cavaleiro e comendador de várias Ordens. Paleógrafo, procedeu à leitura de numerosos documentos, contribuindo para o avanço dos estudos históricos. Colaborou em diversas revistas e jornais. In: http://antt.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/17/2008/09/Antonio-Rocha-Madahil-Catalogo-final.pdf
A Agência Geral das Colónias foi uma entidade do Estado Novo fundada em 30 de Setembro de 1924 dedicada à comunicação e divulgação do Império Colonial Português. Funcionou em complementaridade com o Secretariado Nacional de Informação. A sua divisa era “conhecer” e “informar”, atuando na recolha e divulgação de dados estatísticos e de outras notícias de interesse aos governos central e coloniais. Era responsável pela organização de grandes eventos publicitários, tais como a Exposição Industrial de Lisboa, a Conferência no Casino do Estoril, a "Semana das Colónias", as comemorações do 40.º aniversário da prisão de Gungunhana, as celebrações do dia de Mouzinho, a 28 de Dezembro de 1935, etc. Inicialmente era composta pelas seguintes divisões: 1. “Procuradoria” - serviços de representação jurídica e comercial dos governos e entidades coloniais; 2. “Informação” - fornecimento de notícias aos jornais diários, tendo em conta informações recolhidas nos governos coloniais, nos boletins oficiais e nos periódicos; 3. “Propaganda” - realização de publicidade da Agência. 4. “Boletim, Publicações e Biblioteca” - edição do periódico difusor da problemática ultramarina, gestão da biblioteca, colecções de livros. Em 1934 coube-lhe a autoria do catálogo O Império Português na Primeira Exposição Colonial Portuguesa Com o Decreto n.º 38.300, que mudava a designação do ministério das Colónias, para o de Ultramar, a Agência passou a designar-se Agência Geral do Ultramar. A partir de 1957 passou a atuar também na divulgação turística das possessões tropicais. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Agencia_Geral_das_Colonias
Eduardo Nunes Pereira nasceu em Câmara de Lobos, a 23 de novembro de 1887 e faleceu no Funchal, a 3 de março de 1976. Como padre, celebrou a sua primeira missa nova na igreja de São Sebastião, matriz da terra natal, no dia 13 de junho de 1913. Exerceu diferentes cargos públicos, entre eles o de vice-presidente da Juventude Católica Portuguesa, procurador da Junta Geral do Distrito, diretor do Colégio Lisbonense e professor do Liceu Nacional do Funchal. Foi membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de São Fernando da cidade de Cadiz (equivalente a Honoris Causae), do Instituto Genealógico Brasileiro (São Paulo), do Instituto Português de Arqueologia, História e Etnografia de Lisboa e da Ordem do Infante D. Henrique. Desta instituição, recebeu a Comenda Infante D. Henrique. Assinou inúmeros artigos em jornais e revistas literárias portuguesas e do estrangeiro, sobre os mais diversos assuntos nacionais e internacionais. Também, distinguiu-se como chefe de redação, diretor da imprensa madeirense e com a publicação de vários livros. In: https://abm.madeira.gov.pt/wp-content/uploads/2019/12/IDD-n.º-124-ENP-Eduardo-Nunes-Pereira.pdf