Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for jornais and 1,782 records were found.

Amílcar da Silva Ramada Curto foi um dos líderes da greve estudantil de 1907. Como advogado, interveio em alguns processos-crime célebres. Foi republicano e membro da Carbonária sob a monarquia. Durante a 1.ª República, foi deputado pelo Partido Republicano e, depois, pelo Partido Socialista Português, partido que liderou a partir de 1920. Foi ministro das Finanças e do Trabalho (1919 e 1920). Foi maçon desde 1903 e presidente do Conselho da Ordem (Grande Oriente Lusitano) nos anos 30. Colaborou em vários jornais, como o Diário de Lisboa e o Jornal de Notícias. Autor de vasta obra dramática de cunho realista-naturalista, visando a crítica dos costumes, inspirada na sua actividade forense. In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 648
José Pereira Ferreira Martins nasceu na freguesia da Vitória, da cidade do Porto, em 12/07/1877, faleceu em 07/11/1959.Tornou-se pregador licenciado da Igreja Lusitana em 1903, estudante do curso teológico dirigido pelo Dr. John Harden (1903-1905). Foi ordenado diácono em 1905. Foi ordenado presbítero em 1910. Durante 5 anos foi ministro da Igreja Lusitana do Espírito Santo, em Setúbal, desde 1907 a 1952. Organizou e paroquiou a Igreja de Cristo Remidor em Alcácer do Sal, e igualmente a Missão dos Mártires da Fé, em Évora. Chegou a ser vereador da Câmara Municipal de Setúbal e procurador da antiga Junta Distrital de Lisboa. Foi um dos mensários dos jornais «A Luz e Verdade» do Porto, o «Bom Pastor» do Candal, e dirigiu desde 1905 a 1910 0 «Arauto Cristão» de Setúbal. In: http://arquivo.igreja-lusitana.org/index.php/jose-pereira-ferreira-martins?sort=lastUpdated&listPage=2&sortDir=desc&listLimit=30
Eduardo Frederico Schwalbach Lucci foi um jornalista e escritor português. Nasceu em Sacramento, Lisboa, a 18 de maio de 1860, faleceu na Lapa, Lisboa, a 8 de dezembro de 1946. Frequentou a Escola do Exército e a Escola Politécnica. Como jornalista foi colaborador em muitos jornais diários, fundou o diário “A Tarde”, em 1889 e foi diretor do Diário de Notícias, entre 1924 a 1939 e 1945/6. Na sua carreira profissional ainda foi diretor e inspetor do Conservatório de Música e Artes Dramáticas e Conservador da Biblioteca Nacional. Na sua carreira política administrativa, foi deputado pelo Partido Regenerador entre 1904-1908 e Procurador à Câmara Corporativa em representação das Artes Gráficas e Imprensa. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/l/lucci_eduardo_frederico_schwalbach.pdf
Samuel Domingos Maia de Loureiro, nasceu em Ribafeita, Viseu, a 14 de Fevereiro de 1874, faleceu em Lisboa, a 11 de Novembro de 1951, foi um médico, jornalista e escritor português. Formado pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, foi Médico dos Hospitais Civis e exerceu o lugar de diretor da consulta de crianças do Instituto de Assistência Nacional aos Tuberculosos. Como Jornalista, desenvolveu uma prodigiosa atividade no jornal "O Século", principalmente em artigos de fundo, e noutros jornais muito assiduamente, como o "Jornal de Notícias", a revista "Illustração Portuguesa", o "Diário Popular", etc. Em 1943, é sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, que em 1936 atribui-lhe o Prémio Ricardo Malheiro pelo romance Dona sem dono. Foi diretor da Companhia de Seguros Sagres. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Maia
João nasceu na Oliveira, em Setembro de 1860. Era filho de António Lopes de Faria, humilde sacristão da Colegiada, e de Constância Rosa. Teve uma infância pobre e foi coreiro na Colegiada. Aprendeu as primeiras letras na escola particular de um sargento reformado, o Almeida, e frequentou “estudos superiores” na escola do Venâncio, onde se ensinava bom latim e bom português. A ânsia de aprender marcava profundamente a sua personalidade, a par de um feitio acanhado e excessivamente modesto. A vida, ganhou-a como músico, exercendo o ofício de organista da Colegiada. Dedicado às coisas da história de Guimarães, ao longo dos anos colaborou em revistas e nos jornais locais, onde foi dando notícia de memórias que desenterrava do esquecimento em arquivos e bibliotecas. In: http://araduca.blogspot.com/2006/09/os-manuscritos-de-joo-lopes-de-faria.html
Júlio Marques de Vilhena foi deputado às Cortes pelo Partido Regenerador, que chefiou, ministro da Marinha e Ultramar e ministro da Justiça e dos Negócios Eclesiásticos em governos de Fontes Pereira de Melo, conselheiro de Estado e par do reino, governador do Banco de Portugal, presidente da Academia Real das Ciências de Lisboa, director de vários jornais e juiz e presidente do Supremo Tribunal Administrativo. A partir de 1910 abandonou a política e dedicou-se aos estudos históricos, tendo publicado, além de obras jurídicas, Antes da República: Notas Autobiográficas (1916) e D. Pedro V e o seu Reinado (1921). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 681
'Vasco Botelho de Amaral, nascido em Lisboa, em 1912, faleceu em 1980 na mesma cidade. Notabilizou-se pelas suas "Palestras de Língua Portuguesa" emitidas durante cerca de 30 anos aos microfones do Rádio Clube Português e ainda no Programa Português da BBC de Londres. No seguimento de uma das suas "Palestras", foi fundada em 1949 a Sociedade da Língua Portuguesa, tendo sido o Professor Doutor Hernâni Cidade o seu primeiro presidente. Em 1953 fundou, na cidade que o viu nascer, o Centro Internacional de Línguas, primeiro instituto em Portugal para o ensino prático de idiomas, cujo cargo de diretor ocupou até ao final da sua vida.  A par disso, entre um vasto número de obras levadas ao prelo, colaborou regularmente com diversos jornais e revistas, entre os quais se destacam o Diário Popular, o Diário de Notícias, a Revista Lusitana, a Revista Ocidente e a Revista de Portugal.' In: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/autores/vasco-botelho-de-amaral/93/pagina/1
Nasceu na freguesia de Santar em 1872 e faleceu em 1955. Em vida foi professor e mestre de humanidades. Era um conhecedor profundo de português, latim, francês, inglês, espanhol, alemão, italiano e grego. Com o Dr. Artur Bívar colaborou nos cursos de línguas à distância e no dicionário Analógico e Geral. Foi um dos primeiros arcuenses a aderir à solicitação da Câmara Municipal a fim de ser criado nesta vila o Externato Municipal Arcuense, onde veio a ser professor durante muitos anos. Publicou “Vitalidade Municipal”, “Pré-história do concelho de Ponte de Lima”; “Os Pergaminhos da Câmara de Ponte de Lima” e colaborou em diversos jornais e revistas e no Almanaque Arcoense. O seu nome encontra-se perpetuado numa artéria que vai desde o Largo da Lapa até à Praça Municipal, proposta apresentada no executivo da Câmara pelo Dr. António Cacho. In: https://memoriaarcuense.pt/arcuenses-com-historia/manuel-jose-da-cunha-brito-padre/
Temas principais deste número do Binómio: - Os operários da Lisnave em Greve • Contextualização e descrição da greve na Lisnave. "Dia 13, 5ª feira às 3h30 da madrugada, a policia de choque com cães e a GNR do Barreiro invadiram as instalações expulsando os quatrocentos operários do turno da noite. O turno que chegou de manhã, encontrou os estaleiros cercados pela polícia e GNR (...)" - Os jornais, a informação e os estudantes "Os jornais que ainda há pouco tempo falavam na democracia, na "liberalização", na liberdade e outras coisas..., são os que agora mantêm o silêncio sobre as reivindicações e as lutas dos trabalhadores, como mantiveram sobre as reivindicações e as lutas dos estudantes. (...) O Binómio, como órgão de um sindicato de estudantes tem o dever de informar os estudantes e a população (...)". • Assuntos: Lisnave.
Sob a designação Investigação Histórica, o Padre Fernando Augusto da Silva fez importantes estudos sobre o povoamento e história do Arquipélago da Madeira, que foram publicados em jornais e livros A secção arquiva também apontamentos e vários volumes manuscritos com estudos sobre os eclesiásticos e diversas instituições da Diocese do Funchal que tinham como objectivo uma publicação intitulada "História da Diocese do Funchal". Estes estudos serviram de suporte a outros investigadores. Assim, a secção Documentos para a História arquiva não só apontamentos, transcrições e traduções, mas também publicações em jornais e livros. A secção Investigação Histórica divide-se nas cinco séries seguintes: Documentos para a História de Portugal; A História no Arquipélago da Madeira; Cristóvão Colombo; Diocese do Funchal e Sé Catedral do Funchal. Curiosamente, o documento mais antigo deste fundo - uma quitação de 1646 - não se enquadra na tipologia geral do arquivo.
Subsecção composta por documentação produzida e recebida pela Sociedade Farmacêutica Lusitana entre 1835 e 1933 e que documenta a sua atividade através de: Atas das Sessões da Assembleia Geral; Atas das Sessões do Conselho Administrativo; Atas das Sessões do Conselho Geral; Atas da Secção Jurídica; Atas das Comissões de Farmácia, Química e Redação; Deliberações da Mesa da Assembleia Geral; Termos de Posse de Corpos Gerentes e Funcionários; Correspondência Expedida; Correspondência Interna; Correspondência Recebida; Matrículas de Sócios; Índices de Sócios; Conta Corrente de Sócios; Delegações da Sociedade; Registos de Ocorrências e Notícias; Movimento de Matérias Propostas; Movimentos de Jornais; Expediente de Jornais; Registo de Biblioteca e Arquivo; Inventários da Sociedade; Listagens de Farmácias e Farmacêuticos; Contabilidade; Doações; Retratos e Fotografias
Processo de venda em hasta pública de diversos bens pertencentes à Igreja Paroquial de Santa Maria de Loures, classificada monumento nacional, situada no distrito de Lisboa, bem como a cedência de alguns objectos ao Museu Nacional de Arte Antiga. Contém a relação dos objectos para venda avaliados em 6.165$50, páginas de jornais contendo anúncios publicitando o leilão e a lista dos objectos que deram entrada no Museu Nacional de Arte Antiga.
Destino a dar a dois coches, um de três e outro de cinco lugares, que pertenceram à Mitra do Porto. Um dos coches - o mais pequeno - fora entregue à Inspecção Geral dos Serviços de Protecção a Menores Delinquentes para o serviço da Escola Agrícola de Refoma de Izeda, devido a não ter havido possibilidade da sua venda em hasta pública. Inclui páginas de jornais anunciando a venda dos dois coches.
Processo do concurso para adjudicação da empreitada de reparação do pavimento no troço entre Esgueira e Eixo, na extensão de 350,00 m. Anúncio publicado em jornais da região, mapa de trabalhos e orçamento, condições de arrematação, auto de recepção e de abertura das propostas. Processo da empreitada. Auto de consignação dos trabalhos, conta final da empreitada, conta corrente final, autos de exame e de recepção provisória e definitiva, depósitos obrigatórios.
" O incidente que inspirou a peça e depois o romance foi, lá pelos primeiros anos de trinta, o mesmo (suponho eu) que o poeta Manuel da Fonseca explorou num dos melhores romances curtos da nossa época e terra: Seara de Vento(1958), depois reeditado com tamanho sucesso. Registo-o com humildade, e aqui presto homenagem à superioridade do seu talento e obra. Mas não foi dele, e sim do próprio fait-divers dos jornais, que me veio a sugestão, assim tranfigurada.(...)"
Venda em hasta pública de móveis, paramentos e alfaias, desnecessários ao culto, que foram encontrados em diversas arrecadações do edifício da Igreja Paroquial da Senhora da Assunção (extinta Sé), da cidade de Elvas, distrito de Portalegre de se obteve a quantia de 264$60. Inclui relação dos objectos vendidos com o nome dos compradores e quantia recebida, bem como páginas de jornais com anúncios do leilão.
Venda em hastas públicas que decorreram entre 28 de Maio e 7 de Julho de 1921 dos objectos do culto do extinto Seminário dos Carvalhos, situado no concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, de que se obtiveram a receita de 3.300$80 entregue em diversas guias na Caixa Geral de Depósitos. Inclui listagem com a designação do objecto; nome do adjudicatário; montante da avaliação e da adjudicação; assim como exemplares de jornais que anunciaram o leilão.
Esta série reúne os seguintes recortes de jornais com textos: Cx. 4, doc. 28 (ABM) "Em Machico. Arte Sacra. Quadro de grande valor", s.l., Out. 1932. Cx. 4, doc. 29 (ABM) "A Suprema Necessidade. I Casas Económicas - Sanatório", "A Suprema Necessidade. II A Semana das Realizações - Os Dispensários contra a Tuberculose", s.l., s.d. e "O Ti-Fragelo", s.l., 1939 (Conto). Cx. 4, doc. 30 (ABM) Recorte de jornal, intitulado "A Banda Municipal de Machico (...)", Eco do Funchal, 03 Nov. 1940, por Amândio Rodrigues.
Esta secção reúne os seguintes volumes inéditos de Luís Marino: o dicionário biobibliográfico Panorama Literário do Arquipélago da Madeira; a antologia poética Musa Insular. (Poetas da Madeira e de não Madeirenses que cantaram a nossa Terra; os cinco volumes de Galeria Biográfica (inclui o volume Escritos de Octávio de Marialva). Reúne, também, as seguintes compilações de artigos publicados em jornais: Temas Literários; Poetas da nossa Terra; A Indústria de Bordados. Um pouco da sua história.
João Brito Câmara foi Delegado da Sociedade Portuguesa de Escritores do Funchal (S.P.A.), de 1956 a 1958, por proposta do escritor Assis Esperança. As nove séries seguintes reúnem correspondência, cartões de visita, circulares, convocatórias, convites, recortes de jornais e recibos, entre outros assuntos. De acordo com a sua organização inicial, poderão surgir títulos já tratados noutras secções, como é o caso da correspondência recebida do romancista Assis Esperança.
Esta série contém os seguintes documentos. Cx. 5, doc. 3 Resumo biográfico incompleto e não assinado. Cx. 5, doc. 4 Apontamento biográfico manuscrito de Henrique Câmara. Cx. 5, doc. 5 Texto biobibliográfico de João Henrique Câmara, intitulado "O advogado e poeta Dr. João de Brito Câmara (Lisboa, 13.05.1909-Funchal, 26.12.1967)". Cx. 5, doc. 6 Cópia com críticas literárias, s.d., sobre João Brito Câmara, publicadas nos jornais República, Diário de Notícias, Diário do Alentejo e nas revistas literárias Serões, Ocidente e Brotéria.
Foi advogado, político e jornalista, tendo também desempenhado o cargo de governador civil do Funchal com a implantação da República e, ainda, a partir de 17 de fevereiro de 1919. Por duas vezes foi vereador da Câmara Municipal do Funchal. Em 1916 foi eleito senador pela Madeira. Colaborou em vários jornais, nomeadamente no jornal "O Povo", de que foi o fundador e diretor entre 1907 e 1910, e entre 1915 e 1917.
Correspondência recebida e expedida (cópias e originais), memorandus, notas, requerimentos, cartões de visita, pareceres, recortes de jornais, folheto do evento "Ciclo de Conferências sobre o Século XIX", Parecer do Conselho Científico da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (11-03-1978) sobre a projetada Revista de História a publicar pelo INIC - inclui apontamento de Victor de Sá, "Publicações de docentes e alunos da Faculdade de Letras após a sua restauração (1962)." Porto, 1974; candidatura a um contrato de investigação do INIC.
Correspondência, intervenção no encerramento da campanha eleitoral no Teatro Circo, mandado de notificação de proibição de distribuição da publicação "Nova Cartilha do Povo Português" (inclui exemplar da cartilha), comunicados e panfletos eleitorais, carta da Comissão Promotora ao presidente do Conselho de Ministros, postal de Campanha de Recenseamento Eleitoral, anotações de Victor de Sá sobre resultados eleitorais, cartoon "UN pelo Ultramar", cópia de artigo e recortes de jornais.
António José Torres de Carvalho, bibliotecário municipal de Elvas de 1913 a 1940 e erudito bibliógrafo, que em 1934 ofereceu à Câmara Municipal a sua esplêndida biblioteca de 12602 volumes, dos quais cerca de 6000 tinham pertencido ao. Dr. Francisco de Paula Santa Clara, seu tio. Teve uma notável obra editorial, foi diretor de Jornais "Correio Elvense" e outros. Fonte: "A Biblioteca Municipal de Elvas" de JTM Pereira.
Carta manuscrita assinada, de Guimarães. José de Freitas Costa refere que os jornais noticiam o aparecimento de uma senhora que diz ser filha de Camilo Castelo Branco. (Carta datada nove dias depois da morte de Camilo Castelo Branco). Essa filha é Bernardina Amélia, filha de Patrícia Emília de Barros e de Camilo Castelo Branco. Nuno Plácido Castelo Branco teimava em não reconhecer a paternidade de Camilo e escreveu o opúsculo "Protesto contra a suposta filha de Camilo Castelo Branco".
Processo de angariação de fundos para as vítimas do sismo nos Açores, ocorrido em 1 de janeiro de 1980, onde se pode encontrar registos de reuniões, troca de correspondência com várias entidades com pedidos e ofertas de colaboração, programas de espetáculos, recortes de jornais, recibos, comunicação à Câmara Municipal de Angra do Heroísmo do valor total angariado com cópias dos vales postais enviados e outros documentos relativos a esta angariação.
Trata-se de recortes de artigos de jornais o "Novo investigador da Estação Agronómica o eng. Cordeiro Zagallo" sem indicação da origem; O artigo "Investidos 300 mil contos em Almada na reparação de monumentos" é do "Diário de Notícias de 27 de fevereiro de 1992; Cartão de visita de Maria Emília de Mello Carneiro Zagallo da Silva Ribeiro, com mensagem de agradecimento; Cartão de visita de Rodrigo de Mello Carneiro Zagallo .
Recortes de imprensa dos jornais "O Século" e "Diário de Noticias", sobre as comemorações do Dia Olímpico de 1975. Contém os seguintes artigos: "Dia Olímpico em S. Bento no regresso do Nacional de Natação às suas antigas instalações"; "Comemorações do Dia Olímpico «Se a prática do desporto for inscrita nos direitos do cidadão português, pois vamos aos Jogos Olímpicos» - afirmou o eng. Luís Casanovas, secretário de Estado dos Desportos".
Recortes de Imprensa referentes à Banda da Armada. Recortes dos seguintes jornais: "Público", "Notícias de Ourém", "Nova Vida", "O Mensageiro", "Ordem de Malta", "Jornal de Abrantes", "O Concelho de Estarreja", "Açoriano Oriental", "O Distrito de Setúbal", "Diário de Notícias", "A Voz de Azeméis", "O Século", "Correio da Manhã", "Voz do Sado", "Baluarte". Notícias sobre exibições da Banda da Armada em Lisboa, Ourém, Setúbal, Leiria, Abrantes, Aveiro, Guimarães, Ponta Delgada, Oliveira de Azeméis, Alcácer do Sal, Porto e Vila Franca de Xira
Documentação composta por: relatório sobre a situação da luta do PAIGC em Janeiro de 1973; recortes de jornais referentes a Luís Cabral;Batalhão de Cavalaria 490, operação Tridente, relatórios das sub unidades operação Tridente, relatórios das sub-unidades; história do Batalhão de Cavalaria n.º 490; publicação sobre Ahmed Sékou Touré e Cabral; cópias de alguns dados biográficos de Amílcar Cabral; Livro sobre Amílcar Cabral, da Fundação Mário Soares.
Diversos recortes de imprensa, destaca-se entrevistas, palestras navais, "Os Submarinos na Guerra Europeia", "Aeroplanos e submersíveis","Submarinos Lições de Guerra","Despesas provenientes da Guerra Europeia","Visitas Presidenciais", Recorte de imprensa Diário de Lisboa "O «Hidra» não meteu no fundo o «Foca»",Os submersíveis e a sua Estação em Terra", "A campanha contra o submarino", "O incidente que matou o Submarino «Espadarte»".... Jornais: "Século", Diário de Lisboa", Diário de Noticias", "Capital", "le Figaro".
Série de recortes de imprensa provenientes de jornais diversos, nomeadamente, "A Capital", "O Comércio do Porto", o "Jornal da Madeira", "O Diário de Notícias", Diário da Manhã", "Diário de Lisboa", "Diário Popular", "Diário de Notícias da Madeira","Correio da Manhã", "Correio da Horta", "O País", "Revista Da Armada", "Revista TV Top" entre outros de menor expressividade. Contém assuntos variados relativos a Submarinos, a assuntos diversos relativos à Classe "Albacora". Incluí reportagens de exercícios navais destacando-se a "SWORD FISH86" - na Madeira.
Brochura do Concelho de Guimarães [edição das Juntas de Turismo da Penha, Vizela e Taipas]; Desdobrável sobre a História da Cantarinha das Prendas ou dos Namorados; Desdobrável da História do Linho; História do Linho [em verso] de Joaquim Martins; Guia e Catálogo Geral Oficial da Agro Basto 85; Recibo do Prémio de Seguro; Copia do Recibo do Prémio de Seguro; Desdobrável da Apólice de Transportes (Mercadoria); Recibo da Seguradora Império; Programa da Feira Agro Basto (3 folhas); [Relação de] Artigos à Consignação e de Expor; [Relação de] Artigos Só para Expor; [Relação de] Artigos a Consignação (4 folhas); [Relação de] Artigos só para Expor (3 folhas); [Relação de] Artigos a Consignação e Expor (com notas a caneta); Oficio da [Organização] da AgroBasto dirigido à CMG com pormenores sobre a feira (doc composto); Oficio da [Organização] da AgroBasto dirigido à CMG convidando-a a participar no certame (doc composto); Oficio expedido da CMG para a Organização da Agrobasto afirmando a participação da CMG no evento; Oficio expedido da CMG para a firma Matos e Cia pedindo artigos para serem vendidos à consignação; Oficio expedido da CMG para a firma Matos e Cia pedindo artigos para serem expostos; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um autocarro para transportar o grupo Trovadores do Cano até ao evento; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um eletricista e seu equipamento para eletrificar o pavilhão da CMG; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara fotocopias de desdobráveis da CMG sobre as Cantarinhas e Linho; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um autocarro para transportar o grupo Trovadores do Cano até ao evento; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um brasão da cidade em madeira; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um carpinteiro para montagem e desmontagem do pavilhão; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara artigos e galhardetes para oferecer; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara veículos para transporte de material e pessoal; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara uma série de artigos e consumíveis para decorar o pavilhão da CMG; Nota de Requisição Interna de Susana Costa [Turismo] pedindo ao Presidente da Câmara um auxiliar de carpintaria para desmontar e montar o pavilhão; Informação a Imprensa da CMG sobre o evento e a participação da CMG. (doc original); Informação a Imprensa da CMG sobre o evento e a participação da CMG. (doc cópia); Telex da CMG com Comunicado a Imprensa; 11 Folhas com recortes de Jornais.
“Alfredo Botelho de Sousa (1880-1960), Oficial de Marinha, foi uma das mais notáveis figuras da Armada no século XX destacando-se como um militar exímio, erudito professor, ilustre escritor e historiador. Na sua carreira militar, entre 1898 e 1946, o Vice-almirante Botelho de Sousa desempenhou as mais variadas comissões e funções de diferentes responsabilidades, de onde se destaca a passagem pelo cargo de Major-General da Armada afirmando-se como um Oficial de qualidade excecional, sendo demonstrável através dos louvores e condecorações que lhe foram atribuídos. Da sua obra, destacam-se os trabalhos de História Militar assim como os trabalhos relacionados com a Marinha e Defesa Nacional, ambos de grande valor. Com uma produção literária bastante rica e diversificada, Botelho de Sousa deixou também umas centenas de artigos espalhados em vários jornais e outras publicações periódicas, das quais apenas serão foco de análise as escritas para os Anais do Clube Militar Naval e Revista Militar. Tanto na sua vida como obra a figura-chave para a interpretação do Almirante Botelho de Sousa é o Almirante Alfred Thayer Mahan que formulou uma série de princípios que seriam a base do pensamento estratégico do séc. XX, lidos com entusiasmo pelo Oficial português. Tem-se então como objetivo principal desta dissertação o estudo detalhado da vida e obra de Alfredo Botelho de Sousa. Em adição a isto, face à importância do pensamento estratégico de Mahan procurar-se-á mostrar as semelhanças e divergências ao pensamento estratégico de Botelho de Sousa.” In: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/30292
José Fernando de Sousa usava o pseudónimo Nemo. Seguiu a carreira militar, mas abandonou o Exército em 1900 por se recusar a um duelo de honra. Depois de passar pela Direcção-Geral dos Serviços Geodésicos (1880-1890), foi administrador dos Caminhos de Ferro do Estado (até 1911) e director da Companhia de Caminhos de Ferro do Vale do Vouga. Deputado às Cortes pelo Partido Nacionalista (1906) e senador da república (1925) pelo Centro Católico, de que foi dirigente até 1919. Monárquico legitimista e adversário intransigente da maçonaria, opunha-se à colaboração dos católicos com as instituições da 1.ª República. Foi vice-lugar-tenente do rei exilado. Dirigiu os jornais católicos e monárquicos "Correio Nacional" (1897-1906), "Portugal" (1907-1910) – ambos órgãos do Partido Nacionalista – e ainda "A Ordem" (1916-1919), "A Época" (1919-1927) e "A Voz" (1927-1942). Foi colaborador e director durante 30 anos da "Gazeta dos Caminhos de Ferro". Entre muitas outras obras, publicou "Guerra Junqueiro e Zola: Notas Críticas dum Jornalista Católico" (1922) e "Religião e Monarquia" (1923). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 650
Henrique Trindade Coelho foi advogado, político, jornalista, diplomata, poeta e escritor. Republicano e membro da Maçonaria, como o seu pai - o escritor José Francisco Trindade Coelho (1861-1908) -, após a implantação da República adere ao Partido Evolucionista de António José de Almeida e colabora no jornal “República”. Com o Sidonismo, de 1918, passa para o campo nacionalista e vem a ser um dos doutrinários do 28 de maio de 1926, jornalista da Revolução e crítico acérrimo da democracia. Apoiante do general Gomes da Costa, ingressou na carreira diplomática e foi ministro de Portugal em Roma (1927-29) e junto do Vaticano (1929-34). Amigo dos escritores Guerra Junqueiro e Raul Brandão. Ainda jovem, ao lado de João de Barros, João de Deus Ramos, Pulido Valente, Ramada Curto e Tomás da Fonseca, colaborou na revista mensal “Mocidade”, em Lisboa, onde publicou obra poética da sua autoria. Colaborou nos jornais “A Pátria”, “O Século”, “A Época”, “A Manhã” e “O Primeiro de Janeiro”. In: http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=287076
António da Rocha Madahil nasceu em Ílhavo, a 10 de Dezembro de 1893. Frequentou a Universidade de Coimbra, matriculando-se primeiro na Faculdade de Direito e mais tarde na Faculdade de Letras (secção de Filologia Românica). Em 1920 foi nomeado 3º oficial da secretaria do liceu José Falcão em Coimbra. Em Janeiro de 1932 ocupou o lugar de 1º conservador no Arquivo e Museu de Arte da Universidade de Coimbra. Fundou a revista Arquivo do Distrito de Aveiro em 1935 e, em 1937, o Museu Municipal de Ílhavo, que também organizou. Foi delegado em Portugal do pacto Roerich para a proteção de Monumentos e Museus em caso de guerra. Presidiu à direção do Centro de Estudos para Formação Social e foi vice-presidente da Direção da Sociedade de Defesa e Propaganda de Coimbra. Foi grande oficial, cavaleiro e comendador de várias Ordens. Paleógrafo, procedeu à leitura de numerosos documentos, contribuindo para o avanço dos estudos históricos. Colaborou em diversas revistas e jornais. In: http://antt.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/17/2008/09/Antonio-Rocha-Madahil-Catalogo-final.pdf
A Agência Geral das Colónias foi uma entidade do Estado Novo fundada em 30 de Setembro de 1924 dedicada à comunicação e divulgação do Império Colonial Português. Funcionou em complementaridade com o Secretariado Nacional de Informação. A sua divisa era “conhecer” e “informar”, atuando na recolha e divulgação de dados estatísticos e de outras notícias de interesse aos governos central e coloniais. Era responsável pela organização de grandes eventos publicitários, tais como a Exposição Industrial de Lisboa, a Conferência no Casino do Estoril, a "Semana das Colónias", as comemorações do 40.º aniversário da prisão de Gungunhana, as celebrações do dia de Mouzinho, a 28 de Dezembro de 1935, etc. Inicialmente era composta pelas seguintes divisões: 1. “Procuradoria” - serviços de representação jurídica e comercial dos governos e entidades coloniais; 2. “Informação” - fornecimento de notícias aos jornais diários, tendo em conta informações recolhidas nos governos coloniais, nos boletins oficiais e nos periódicos; 3. “Propaganda” - realização de publicidade da Agência. 4. “Boletim, Publicações e Biblioteca” - edição do periódico difusor da problemática ultramarina, gestão da biblioteca, colecções de livros. Em 1934 coube-lhe a autoria do catálogo O Império Português na Primeira Exposição Colonial Portuguesa Com o Decreto n.º 38.300, que mudava a designação do ministério das Colónias, para o de Ultramar, a Agência passou a designar-se Agência Geral do Ultramar. A partir de 1957 passou a atuar também na divulgação turística das possessões tropicais. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Agencia_Geral_das_Colonias
Eduardo Nunes Pereira nasceu em Câmara de Lobos, a 23 de novembro de 1887 e faleceu no Funchal, a 3 de março de 1976. Como padre, celebrou a sua primeira missa nova na igreja de São Sebastião, matriz da terra natal, no dia 13 de junho de 1913. Exerceu diferentes cargos públicos, entre eles o de vice-presidente da Juventude Católica Portuguesa, procurador da Junta Geral do Distrito, diretor do Colégio Lisbonense e professor do Liceu Nacional do Funchal. Foi membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de São Fernando da cidade de Cadiz (equivalente a Honoris Causae), do Instituto Genealógico Brasileiro (São Paulo), do Instituto Português de Arqueologia, História e Etnografia de Lisboa e da Ordem do Infante D. Henrique. Desta instituição, recebeu a Comenda Infante D. Henrique. Assinou inúmeros artigos em jornais e revistas literárias portuguesas e do estrangeiro, sobre os mais diversos assuntos nacionais e internacionais. Também, distinguiu-se como chefe de redação, diretor da imprensa madeirense e com a publicação de vários livros. In: https://abm.madeira.gov.pt/wp-content/uploads/2019/12/IDD-n.º-124-ENP-Eduardo-Nunes-Pereira.pdf
Joaquim Mendes Guerra nasceu no Casteleiro em 1893, filho de Manuel José Fernandes Mendes Guerra, o maior proprietário da Aldeia à época, também ele natural do Casteleiro e de Emília dos Prazeres Neves Mendes Guerra, natural de Tamanhos no concelho de Trancoso. Joaquim Mendes Guerra foi casado com Maria do Céu Barreiros Guerra, (a “Senhora”) que enviuvou com apenas 52 anos. Em 1913, com vinte anos de idade, estudava em Coimbra, matriculado na Faculdade de Letras. No ano seguinte optou pela Faculdade de Direito. Contemporâneo na Universidade, e em algumas das disciplinas, de António de Oliveira Salazar e Manuel Gonçalves Cerejeira, com quem manteria fortes relações de amizade, Joaquim Mendes Guerra regressaria anos depois ao Casteleiro. Na política, integra a corrente do Integralismo Lusitano, ao invés de seu pai que pertencera ao Diretório do Partido Progressista do Sabugal até 10 de Agosto de 1898. Jornalista fundou a “Gazeta do Sabugal”, com sede no Casteleiro, órgão defensor dos “lavradores do concelho”. A 2 de Janeiro de 1926 toma posse como Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro. Um cargo de curta duração já que, a 30 de Junho do mesmo ano é empossado como Presidente da Comissão Administrativa do Concelho do Sabugal. Até à sua morte, desdobrou-se em múltiplas atividades políticas e, sobretudo, de publicação de artigos em diversos jornais do País. No dia da morte era publicado o seu último artigo no jornal “A Voz”, sobre “Usos e Festas Tradicionais da Beira”. Faleceu a 24 de Janeiro de 1953. In: http://vivercasteleiro.blogspot.com/2014/01/joaquim-mendes-guerra.html
Nasceu em Ninho de Açor, Castelo Branco, a 17 de agosto de 1900, faleceu em Vila Nova de Mil Fontes, a 1988. Foi Cónego e Arcediago da Catedral de Beja. O seu percurso iniciou com a entrada para o seminário do Fundão, em outubro de 1915, onde conclui a 22 de dezembro de 1923. Em Setembro de 1925 chega a Beja, para assegurar o cargo de Vice-Reitor do Seminário Diocesano em Serpa, onde para além deste cargo começa a escrever para o " Notícias de Beja", e dar aulas de ciências, de Francês e de religião e moral, entre outras atividades de cariz religioso e moral. Em 1942, fundou a Colónia Balnear de Nossa Senhora de Fátima, inicialmente somente feminina, em Vila Nova de Milfontes. Como académico, frequentou a Universidade de Estrasburgo, em 1937, durante algum tempo, mas a eclosão da 2ª. Guerra Mundial obrigou-o a deixar França, pelo que teve de ir para a Universidade de Coimbra, onde viria a doutorar-se em Direito Canónico com a tese "Situação Jurídica da Igreja em Portugal". Elevado à dignidade de Monsenhor, escreveu para numerosos jornais, traduziu 8 volumes de Tihamer Toth e deixou-nos um livro de carácter autobiográfico: "Testemunho de um sacerdote", em 1983. Agraciado em 15 de Março de 1965, pela República Portuguesa com o título de Comendador da Ordem de Benemerência. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Maria_Lourenço
Grande republicano nasceu em Pedrogão Grande em 1882 e faleceu em Braga em 1956. Viveu na casa n.º 225 da Rua Andrade Corvo. Possuía o curso de Bacharel em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra e o curso preparatório para a antiga escola do Exército. Conheceu Manuel Monteiro em Coimbra, de quem foi amigo e com quem partilhava os ideais políticos. Era professor do ensino liceal em 1910, tendo integrado a 1.ª Comissão Administrativa republicana da Câmara Municipal de Braga. Foi nomeado Bibliotecário em 3-4-1911 da Biblioteca Pública de Braga, passando a diretor em 4 de Julho de 1918. Além de bibliotecário-arquivista competentíssimo e empreendedor, foi também um homem de cultura, um investigador de temas bracarenses. Possuía conhecimentos profundos de história e arqueologia. Daí resultaram centenas de artigos insertos nos jornais locais Correio do Minho e Diário do Minho e textos publicados em revistas da especialidade, como os Anais de Bibliotecas e Arquivos, Biblos, Bracara Augusta, Mínia, etc., bem como uma monografia sobre o Bom Jesus do Monte. Foi também o primeiro diretor do Museu D. Diogo de Sousa, criado em 1918. In: http://historiaporumcanudo.blogspot.com/2010/06/alberto-feio-soares-de-azevedo.html
Grande republicano nasceu em Pedrogão Grande em 1882 e faleceu em Braga em 1956. Viveu na casa n.º 225 da Rua Andrade Corvo. Possuía o curso de Bacharel em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra e o curso preparatório para a antiga escola do Exército. Conheceu Manuel Monteiro em Coimbra, de quem foi amigo e com quem partilhava os ideais políticos. Era professor do ensino liceal em 1910, tendo integrado a 1.ª Comissão Administrativa republicana da Câmara Municipal de Braga. Foi nomeado Bibliotecário em 3-4-1911 da Biblioteca Pública de Braga, passando a diretor em 4 de Julho de 1918. Além de bibliotecário-arquivista competentíssimo e empreendedor, foi também um homem de cultura, um investigador de temas bracarenses. Possuía conhecimentos profundos de história e arqueologia. Daí resultaram centenas de artigos insertos nos jornais locais Correio do Minho e Diário do Minho e textos publicados em revistas da especialidade, como os Anais de Bibliotecas e Arquivos, Biblos, Bracara Augusta, Mínia, etc., bem como uma monografia sobre o Bom Jesus do Monte. Foi também o primeiro diretor do Museu D. Diogo de Sousa, criado em 1918. In: http://historiaporumcanudo.blogspot.com/2010/06/alberto-feio-soares-de-azevedo.html
Esta série reúne os seguintes recortes de jornais com textos: Cx. 4, doc. 31 (ABM) "O luto do dia de hoje. O Drama de Gethsemani - A Tragédia do Gólgota", Diário da Madeira, Mar. 1932. Cx. 4, doc. 32 (ABM) "15 de Agosto", Diário da Madeira, 14 Ago. 1932. Cx. 4, doc. 33 (ABM) "As últimas horas de Jesus. O Enterro e a Sepultura do Mestre", O Jornal, Funchal, 10 Abr. 1936. Cx. 4, doc. 34 (ABM) "Festas centenárias da Arquiconfraria do Puríssimo Coração de Maria", s.l., Funchal, Dez. 1936. Cx. 4, doc. 35 (ABM) "O Natal Dia de Paz - Começo de luta", Diário da Madeira, 1939 Cx. 4, doc. 36 (ABM) "Domingo de Páscoa", Diário da Madeira, 1939. Cx. 4, doc. 37 (ABM) "Nota do Dia - O Mês de Maio", s.l., 1939 e "Nota do Dia", s.l., Funchal, 1940. Cx. 4, doc. 38 (ABM) "A amargura de Jesus", O Jornal, Funchal, 22 Mar. 1940 e "A morte de Jesus. Os prodígios do Calvário exigem de nós Coração Novo e Espírito Novo", Diário da Madeira, 22 Mar. 1940. Cx. 4, doc. 39 (ABM) Recortes de jornais: "A Ressurreição de Jesus", 1909, por F. B.; "Sagrado Coração de Jesus. Origem da sua Devoção", por Nemo, s.d.; "Um Grande Português. Santo António", por J. [1932] e "Instrução Religiosa", s.d. Cx. 4, doc.40 (ABM) Recortes de jornais com as seguintes gravuras: "Imagem do Imaculado Coração de Maria", 1932; Ressurreição de Jesus [sem legenda], 1939; "Igreja de Nossa do Monte" [1939]; "Uma prece diante do Presépio", [1939]; Virgem e o Menino [sem legenda] [1939]; a Virgem, o Menino [uma personagem não identificada], [1939]; "Natividade", s.d.; "Dor de Mãe" [1940].
Pasta contendo documentos avulsos relativos às Sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana para elaboração de atas, datados entre 11 de junho e 11 de novembro de 1927, nomeadamente minutas datilografadas e manuscritas das sessões; moções, propostas e cartas de sócios; pareceres de sócios e comissões da Sociedade; editais; circulares; correspondência recebida e expedida; recortes de jornais; convites aos sócios; ficha de proposta para admissão de sócios. São abordados diversos assuntos nomeadamente sobre doações para a biblioteca da Sociedade; permutas de jornais; exercício ilegal da profissão farmacêutica; venda de medicamentos manipulados; reforma do exercício profissional de farmácia; admissão e demissão de sócios; eleição de Corpos Gerentes; admissão como sócios honorários de Carlos Cândido Coutinho, Egas Moniz; oferta de retrato de Manuel Vicente de Jesus à Sociedade; críticas a notícias publicadas em jornais; comissão encarregada de definir o que se entende por especialidades farmacêuticas; resoluções e relatórios do Concelho Administrativo dos anos 1926-1927; orçamento de previsão dos anos 1927-1928; receitas globais das gerências de 1925-1927; digitalina cristalizada; Farmácia Cavaca; Farmácia Continental; Professor Pharmaceutico Heitor Luz; questionário da Federação Anarquista da Região Centro; drogas medicinais; inspeção farmacêutica; ensino de farmácia; regimento do preço dos medicamentos; Associação dos Farmacêuticos do Centro de Portugal; listagem dos sócios beneméritos, honorários, correspondente e efetivos; Associação de Classe dos Empregados de Farmácia; bilhete de identidade de sócio; lei dos estupefacientes; Ateneu Comercial de Lisboa; Congresso Nacional de Farmácia; reforma do estatuto da Sociedade; limites de comércio de droguista; Associação dos Farmacêuticos Portugueses; venda de drogas e especialidades farmacêuticas; sulfato de sódio; carbonato de sódio; sulfato de zinco; reunião de droguistas e importadores de especialidades; concurso Prémio Carracido; organização do listagem das farmácias do país; presenças nas sessões; pauta alfandegária sobre artigos de vidro; votos de sentimento pelo falecimento de Luiz Derouet; industrialização dos serviços farmacêuticos do exército; projeto de lei das associações de socorros mútuos.
Venda de vários prédios que pertenciam à fábrica da igreja da freguesia de Quintos, concelho e distrito de Beja e que tinham sido arrolados por efeito da Lei da Separação de 20 de Abril de 1911, nomeadamente uma casa com dois compartimentos no sítio dos Montes Novos; uma casa com dois compartimentos no sítio de Moncorvo; uma casa de um só compartimento no sítio de Monte Barranco; a courela denominada "das Almas"; o ferragial denominado "do Senhor Jesus"; o ferragial denominado "da fábrica". Contém editais, jornais publicitando os leilões, recibos, autos de arrematação, despesas e receitas obtidas.
Dossier de imprensa sobre os "Serviçais de S. Tomé" e a existência de escravatura no recrutamento e trabalho nas plantações de cacau das colónias portuguesas da África Ocidental. Contém: Recortes de imprensa avulso (dois documentos de imprensa s.d.; quatro documentos de imprensa de 1907; cinco documentos de imprensa de 1909; treze documentos de imprensa de 1910; dez documentos de imprensa de 1911; um documento de imprensa de 1912; dez documentos de imprensa de 1913; um documento de imprensa de 1914. - Caderno de imprensa de 1907-1914; Caderno de imprensa de 1913 "Extractos dos Jornais".
Venda em hasta pública de paramentos, imagens, utensílios e pratas da antiga igreja do suprimido Convento de Santa Joana, localizado na Rua de Santa Marta, na cidade de Lisboa, pela quantia de 5608$00 que foi depositada na Caixa Geral de Depósitos. Inclui páginas de jornais publicitando o leilão dos referidos materiais, relação detalhada dos objectos, nomes dos adjudicatários e montantes da avaliação e da adjudicação. Dos objectos foram separada uma imagem em madeira, de Santa Joana, com destino ao Museu Nacional de Arte Antiga.
Compreende a documentação relativa à obra na estrada nacional assim como na estrada de serviço ao Caminho de Ferro de Cuba, na ponte sobre a Ribeira de Odearça, entre outras. Contém caderneta de ponto de jornaes, mapa de folhas de jornais, mapas de anúncio de arrematação, programas de concurso, correspondência, ordens de serviço, editais, certidão de afixação, auto de consignação, contratos, caderneta de medição de trabalho, mapa de despesa ou execução dos trabalhos, conta corrente e final, auto de receção provisória e definitiva, termos de adjudicação.
Compreende a documentação relativa à obra do lanço de Odemira à Ponte sobre a Ribeira do Targal na Estrada Nacional nº 22 (pela classificação atribuida a do Decreto 12100 de 31/07/1926), antiga Estrada Distrital nº 162 (classificada pelo Decreto de 21/02/1889), designadamente mapas de despesa relativos aos anos económicos de 1901 a 1906, cópias de contratos, autos de licitações, editais, mapa de liquidação dos trabalhos executados por empreiteiros. Relativamente à Ponte sobre a Ribeira do Targal, o processo inclui o projeto de modificação nas fundações, com memória descritiva, cálculos de volumes, preços, orçamento, pontos de jornais vencidos, condições especiais para a arrematação de empreitadas, orçamento primitivo e retificado.
Compreende a documentação relativa à obra do lanço do Monte Novo à Estação de caminho de Ferro de Odemira na Estrada Nacional nº 22 (pela classificação atribuida a do Decreto 12100 de 31/07/1926), antiga Estrada Distrital nº 162 (classificada pelo Decreto de 21/02/1889), designadamente mapas de despesa relativos aos anos económicos de 1901 a 1907, autos de exame de trabalhos, termo de adjudicação, auto de licitação, auto de abertura de propostas, edital, autos (multas por transgressões) a pastor, contrtato, ponto de jornais vencidos, mapas de requisições de fundos, mapas de expropriações, termos de compra, auto de exame de trabalhos, auto de receção provisória e definitiva, periódicos.
Acontecimentos relacionados com o arrolamento de um relicário que fora de Ordem Militar de São Bento de Avis, que pretensamente teria servido a Nuno Álvares Pereira e sua incorporação no Museu Nacional de Arte Antiga. Apesar da concordância da Comissão Central de Execução da Lei da Separação, os dois conservadores do Museu Nacional de Arte Antiga - Luís Keil e Virgílio Correia Pinto da Fonseca - não puderam recolher o objecto artístico dado o sino da igreja ter tocado a rebate e se ter juntado povo no largo da igreja impedindo a saída do relicário. Contém cópia do auto de ocorrência, inquérito, recortes de jornais e uma fotografia a preto e branco do relicário
Conjunto de documentação produzida e recolhida durante o trabalho de campo de João Pina-Cabral em Macau no âmbito de um projeto encomendado pelo Instituto Cultural de Macau. A subsecção contém: 40 entrevistas realizadas a figuras relevantes da sociedade civil macaense entre 1989 e 1991; um conjunto variado de jornais macaenses, recolhidos entre 1995 e 1996 (a recolha apresenta irregularidade na periodicidade), 2 números de uma publicação em caracteres chineses e 1 guia turístico da cidade. Este material serviu de base para o livro "Em Terra de Tufões: Dinâmicas da Etnicidade em Macau", publicado em 1993 e o livro "Between China and Europe: Person, Culture and Emotion in Macao", publicado em 2002.
Contém recortes de jornais e adenda de trabalhos da reunião, que teve lugar na Junta Geral. Assuntos a abordar: 1. Relatório preliminar e relatório de propostas da Comissão de Planeamento da RAM com vista ao IV Plano de fomento; 2. Plano de abastecimento de água potável aos concelhos rurais da ilha da Madeira; 3. Ordenamento territorial da Madeira e estudos a empreender para a sua elaboração; 4. Proposta a apresentar ao governo sobre o imposto de transação; 5. Viação rural; 6. Assistência técnica aos municípios rurais.
Textos manuscritos contendo a transcrição das inquirições de testemunhas extraídas dos autos de devassa e colecção de diversos recortes de artigos, publicados em jornais, entre 1897 e 1902, que se debruçaram sobre a alçada e devassa que, em 1823, foi enviada à Ilha da Madeira pelo governo de D. João VI. Esta instituição real visava o julgamento de vários madeirenses que haviam tomado parte numa tentativa de proclamação da constituição de 1820. A condenação da sublevação determinou que os revoltosos fossem enviados para cadeias do continente.
Venda em hasta pública entre 28 de Maio e 13 de Junho de 1921 dos móveis, paramentos e alfaias do Paço Episcopal e Seminário da cidade do Porto, que se encontravam na Tutoria Central da Infância de que se obteve a quantia de 1.908$36. Refere-se ainda a venda de outros objectos em hasta pública que decorreu entre 5 e 7 de Julho de 1921 e que rendeu a importância de 16.649$37. Inclui listagens com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montante da avaliação e da adjudicação; assim como páginas de diversos jornais com notícias anunciando o leilão e guias de depósito dos montantes na Caixa Geral de Depósitos.
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias do extinto Seminário dos Carvalhos, do concelho de Vila Nova de Gaia e distrito do Porto, de que se obteve a quantia de 2.339$60. Refere-se ainda a cedência do edifício, a título definitivo, à Junta Geral do distrito do Porto, de acordo com o decreto n.º 3044, publicado no "Diário do Governo" n.º 43, 1.ª série, de 22 de Março de 1917. Inclui listagens com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montante da avaliação e da adjudicação; assim como páginas de diversos jornais com notícias anunciando o leilão e guias de depósito dos montantes na Caixa Geral de Depósitos.
Venda em hasta pública a 7 de Fevereiro de 1924 na Capela dos Paulistas, sede da 2.ª Comissão de Administração dos Bens das Igrejas de Lisboa, dos móveis, paramentos e alfaias da antiga capela de Leião, freguesia de Barcarena, concelho de Oeiras e distrito de Lisboa que rendeu a quantia de 1.498$50. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos.
Venda em hasta pública a 6 de Dezembro de 1923 dos móveis, paramentos e alfaias da antiga Capela de Santo António, do lugar de Tercena, freguesia de Barcarena, concelho de Oeiras e distrito de Lisboa, à excepção de uma fonte de louça que foi separada para o Museu Nacional de Arte Antiga e que rendeu a quantia de 1.805$50. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos.
Venda em hasta pública a 10 de Janeiro de 1924 de azulejos que revestiam interiormente o edifício da antiga Capela de Nossa Senhora da Conceição, do lugar de Agualva, freguesia de Belas, concelho de Sintra e distrito de Lisboa, assim como alguns móveis e que rendeu a quantia de 13.514$00. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Desta capela foram separados um painel de azulejos e um frontal de altar para serem recolhidos no museu a indicar pela Direcção Geral de Belas Artes.
Venda em hasta pública a 29 de Maio de 1924 dos móveis, paramentos e alfaias de uma capela situada em Paços, freguesia de Aldoar, do bairro ocidental da cidade do Porto, de que se obteve a quantia de 565$00. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montante da avaliação e da adjudicação; assim como páginas de diversos jornais com notícias anunciando o leilão. Inclui ainda informação dos referidos objectos terem sido examinados por um delegado do Conselho de Arte e Arqueologia não tendo sido identificado qualquer objectos com valor artístico, bem como se informa acerca de um anterior roubo de objectos naquela capela, no ano de 1918.
O retratado é, provavelmente, António Feliciano Rodrigues, poeta, escritor e advogado. Nasceu a 9 de junho de 1870 e faleceu a 4 de fevereiro de 1925, na freguesia de Santa Maria Maior. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra e dedicou-se ao direito criminal. Foi delegado e sub-delegado do Procurador da República, professor e chefe de secretaria do Liceu Central do Funchal e primeiro oficial da secretaria da Junta Geral do Distrito do Funchal. Evidenciou-se como poeta e escritor, tendo recebido, em Coimbra, a alcunha de "Castilho". Colaborou com vários jornais, entre os quais o "Jornal do Funchal", "O Direito", o "Diário de Notícias" e o "Diário da Madeira".
A subsecção organiza-se fundamentalmente em torno da correspondência recebida e expedida pelo poeta, havendo ainda cinco séries de produção literária. Inicia-se em 1924, com os primeiros passos de João Brito Câmara na escrita e termina em 1967, com o seu último livro Poesias Completas (1967). Nas suas quarenta e duas séries, existe a mais variada documentação como cartas, crítica literária, ofícios, inéditos, recortes de jornais, palestras, entrevistas, inquéritos, artigos, textos biobibliográficos, circulares. O espólio contém as cópias das cartas enviadas por João Brito Câmara.
Pasta organizada pelo pai de Victor de Sá, Domingos Gomes de Sá. Inclui cartas, listas de despesas, faturas, recortes de jornais relativos ao período de admissão e permanência no Seminário das Missões do Espiríto Santo na Régua; notas de despesas, resultados escolares, recibos do pagamento de propinas e explicações, diploma de conclusão do 2º grau do ensino primário e dois relatórios produzidos por Victor de Sá, um sobre o ano letivo de 1938/39 e outro sobre a excursão académica do 4º ano do Liceu Sá de Miranda; correspondência com Agostinho da Silva e sobre o namoro e casamento.
Informa que continua a efectuar os levantamentos para a Carta da Ilha, a qual pretende mandar imprimir na Imprensa da Corte no Rio de Janeiro. Comunica que Michelloty retira-se para Lisboa dentro de quatro dias e que em Angra já foram recebidas as ordens régias para o pagamento dos soldos. fala das causas do seu duelo com o [5.º] conde de Sabugal [D. Manuel de Assis de Mascarnhas Castelo Branco da Costa Lencastre]. Em P.s. informa da proibição da circulação de jornais portugueses e ingleses em Espanha.
Nesta subsecção reúnem-se documentos em formato papel e/ou digital doados pela Farmácia Cruz Viegas em Coimbra ao Centro de Documentação Farmacêutica no âmbito da Campanha "Vamos Fazer História". A doação engloba Embalagens de Especialidades Farmacêuticas produzidas no laboratório da Farmácia e na Indústria Cruvifarma, brochuras de especialidades farmacêuticas, rótulos e etiquetas, resumo de movimento de estupefacientes, copiador de receituário, receitas médicas, fotografias, documentação produzida pelo fundador da Farmácia durante o período em que trabalhou em S. Tomé e Príncipe, Jornais e Livros de temática farmacêutica.
Publicação “Jornal dos Farmacêuticos” Série III, Volume II, N.ºs 15 e 16 de março/abril de 1943, doada pela Farmácia Abel Brandão de Montemor-o-Velho, esta publicação foi realizada pelo Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, e editada pela Imprensa Portugal-Brasil. Contém como matérias: Trabalhos Originais – Aluísio Marques Leal; Revisões de Conjunto – Capitão Costa Torres e D. Francisco Bellot Rodriguez; Atividade Científica Nacional e Estrangeira – i) Sociedades Congressos e Atualidades, ii) Das Revistas e dos Jornais, iii) Bibliografia; Vida Profissional – O discurso de Salazar, Secção Distrital do Porto (relatório de contas), serviço de fiscalização e Falecimentos.
Maço de correspondência remetida ao Sindicato Nacional dos Farmacêuticos pelos representantes de diversos Jornais, Revistas e Instituições requerendo o envio do órgão oficial deste Sindicato, informando sobre a impossibilidade de intercâmbio de publicações periódicas ou ainda solicitando o empréstimo de algumas obras existentes na biblioteca deste Sindicato. Como remetentes desta correspondência encontram-se o Secretário Geral da Biblioteca da “Sociedad Química del Perú”, o Departamento de Propaganda do “Laboratório Paulista de Biologia S/A”, o Bibliotecário do “Ejercito Argentino – Direccion General de Sanidad”, o Editor Assistente do “The Lancet”, a Encarregada da Secção de Revistas do “Instituto Superior de Agronomia”.
Maço de correspondência remetida pelo Sindicato Nacional dos Farmacêuticos a diversos Jornais, Revistas e Instituições requerendo intercâmbio de outros periódicos com a Revista Portuguesa de Farmácia, e informando os mesmos sobre as referências a eles efetuadas no órgão oficial do Sindicato. Como destinatários desta correspondência encontram-se o Diretor de “The Pharmaceutical Press”, o Diretor de “Notas Terapeuticas”, o Diretor da Revista “Produits Pharmaceutiques”, o Diretor do Imperial Mycological Institute, o Diretor da Revista “Il Corriere dei Farmacisti”, o Diretor da Revista “Annales Pharmaceutiques Fançaises”, o “Chemical Abstracts”, e o Diretor da Revista “Pharmaceutica Acta Helvetiae”, Esta correspondência encontra-se assinada pelo secretário do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos Aluisio Marques Leal.
Contém imagem do palco onde se encontram: António Magalhães, o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas; a prestarem homenagem ao primeiro, pela colaboração prestada a grupos profissionais de teatro, pela constância de espectador ao longo de mais de meio século, pela vocação de colecionador de tudo o que diz respeito ao teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 1".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada a discursar, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 7".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, ao centro, o homenageado a receber flores de uma atriz da Companhia de Teatro de Almada, acompanhado à direita da imagem pelo diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e à esquerda da imagem, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos e outra personalidade não identificada. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 6".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas a discursar e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 4".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas a entregar uma oferta ao homenageado. No palco, estão ainda, o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e uma personalidade não identificada. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 5".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e ao centro, o homenageado acompanhado à direita da imagem pelo diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite e o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e à esquerda da imagem, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 2".
António Magalhães, colaborador com grupos profissionais de teatro e colecionador de materiais relacionados com o teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. Em primeiro plano, no palco e da esquerda para a direita, o diretor do Museu do Teatro, Vítor Pavão dos Santos, uma personalidades não identificada, o Vereador da Cultura, Sérgio Neves Correia Taipas e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite. Integra manuscrito no verso a seguinte informação: "141-ACD" e no canto inferior direito: "nº 3".
Esta série integra a documentação, referente à organização das comemorações do 150.º aniversário da Sociedade pela Comissão para as Comemorações dos 150 anos, contendo registo de reuniões; recortes de jornais e revistas; publicações do jornal Incrível em edições comemorativas do 150.º aniversário; discursos de homenagem e agradecimento; correspondência enviada para pedidos de gravações de medalhas e placas; convites, folhetos e vários cartazes, relativos às atividades a realizar, no âmbito das comemorações dos 150 anos; registo da visita do presidente da república à Incrível; registo de reuniões; envelopes selados, dos CTT, com o carimbo comemorativo dos 150 anos da Sociedade; e outros elementos.
Esta postura refere uma ordem do rei apresentada pelo corregedor da vila de Almada, Bartolomeu Teixeira de Gouveia, aos oficiais e homens bons que estavam em funções, no dia 5 de novembro de 1661, que consistia em taxar os jornais e preços dos trabalhadores que trabalham nos fornos de lenha, da vila e do termo, assim como, dos mateiros (aqueles que guardam matas ou os cortadores de lenha em matas), dos carreiros (condutores de carros de bois) e barqueiros, que servem e dão lenha aos ditos fornos. Nesse sentido, a postura determina os preços a aplicar na venda de telhas e tijolos.
Cartaz de divulgação do espetáculo, para maiores de 12 anos, a decorrer nos dias 18 e 19 de janeiro de 1963, pelas 21h30m; fascinação e retenção memorial pelo consagrado professor Ferrery (um artista da agência Internacional Artística, situada na Praça da Alegria, n.º 40, 2º, Lisboa). Um espetáculo altamente científico, misterioso, inacreditável, mas verdadeiro. O assombro das plateias de todo o mundo, lotações esgotadas em todas as localidades. Contém 3 críticas dos jornais "O Século", "Diário de Notícias" e "Diário Popular". Contém 3 fotografias a preto e branco da plateia e do professor Ferrery. No verso contém os carimbos do visto da Inspeção dos Espetáculos (Delegação de Almada).
Cartaz de divulgação do filme apresentado pela Paramount no Clube Recreativo Piedense. Contém informação sobre as sessões e o preço dos bilhetes. Cartaz com letras castanhas e vermelhas; contém fotografias com cenas do filme e com o nome dos atores principais: Yul Brynner, Sal Mineo, Jack Warden, Madlyn Rhue; contém excertos de críticas publicadas nos jornais "Diário de Notícias", "Diário Popular", "Século" e "Mundo Desportivo". Contém informação rasurada sobre futuras exibições de outros filmes. No verso contém 3 carimbos do visto da Inspeção dos Espetáculos (Delegação de Almada).
A documentação deste espólio compreende vários manuscritos da autoria de António Correia Duarte Raposo que não foram publicados sobre aspetos históricos, patrimoniais, etnográficos e culturais da Costa de Caparica e do Concelho de Almada; documentos de foro colecionista, relativos ao concelho de Almada, embora com maior predominância sobre a Costa de Caparica (fotografias, postais, aguarelas, recortes de jornais, galhardetes, cartazes, folhetos, recordações da Costa de Caparica, material de propaganda comercial, entre outros), correspondência pessoal enviada e recebida e diversos documentos e apontamentos sobre o concelho de Almada.
Recortes de imprensa dos jornais "A Bola" e "O Século Desportivo" sobre o Congresso Olímpico de Varna que reuniu membros do Comité Olímpico Internacional, dos Comités Olímpicos Nacionais e vários representantes das Federações desportivas, com o objetivo de discutir o futuro do movimento olímpico. Contém os seguintes artigos: "Rumo ao Congresso do C.I.O. Apoiaremos o ideal olímpico que dia a dia mais se altera - palavras de Gaudêncio Costa"; "O Congresso Olímpico de Varna. Mentira do juramento olímpico e publicidade nas camisolas"; "O Congresso Olímpico de Varna. «Não» ao folclore e às «passagens de modelos»; "O Congresso Olímpico de Varna. Discriminação sexual e solidariedade olímpica".
Recortes de imprensa dos jornais "O Século Desportivo", "Norte Desportivo", "Diário de Lisboa" e "Record" com um comunicado emanado do COP em defesa do amadorismo desportivo, repudiando ainda a aceitação do financiamento de empresas no fomento de atividades desportivas a troco de publicidade considerando esta prática contrária à ética desportiva. Contém os seguintes artigos: "Esclarecimento do Comité Olímpico. As empresas industriais e o fomento desportivo"; "«Guerra» à publicidade nos equipamentos. Abandonemos o ridículo, senhores do Comité Olímpico Português!"; "Comité Olímpico Português. Puríssimo sim mas imóvel"; "Amador versus profissional? Uma questão de bom senso..."
Recortes de jornais não identificados, nacionais e estrangeiros, com artigos sobre a prática desportiva. Contém os seguintes títulos: "La culture physique amusante, 32 tours de souplesse, de force et d'adresse et la manière de s'entraîner pour les réussir"; "Educação Física, história das Olimpíadas"; "De todos os desportos, a representação nacional na VIII Olimpiada"; "Amateurisme et Congrés du Comité International Olympique"; "Le miroir des sports"; "Boxe, «Londsdale Belts» français"; "Box, a higiene do nariz"; "Box"; "Box", a contagem dos «pontos»; "Box, sobre as categorias"; "Box, Federação Internacional de Box"; "De todos os desportos, as responsabilidades dos nossos esgrimistas". Juntamente com os artigos alusivos ao Boxe encontram-se, ainda, recortes com imagens de vários boxeurs.
Recortes de imprensa dos jornais "Mundo Desportivo", "Expresso", "A Bola", "Diário de Noticias", "Record", sobre o caso José de Carvalho que por ser técnico de atletismo do Benfica, cargo remunerado, foi afastado da preparação olímpica. Alguns títulos: "José de Carvalho: de pré-olímpico a técnico coordenador. Atletismo do Benfica será altamente competitivo", "Os estatutos do Comité Olímpico e o «caso de José de Carvalho", "Do «duplo-emprego» de José de Carvalho ao «desaparecimento» de Malta da Costa", "As argoladas do Comité Olímpico", "O mistério de sexta-feira olímpica. Exclui, inclui, inclui, exclui", entre outros.
Recortes de Imprensa referentes à Banda da Armada. Inclui recortes dos seguintes jornais e revistas: Jornal "Público"; "Farol de Esposende"; "O Caminhense"; "O Açoriano"; "Jornal do Concelho de Palmela"; "Diário de Coimbra"; "Agenda de Coimbra (4 Estações)"; "Jornal de Coimbra"; "O Distrito de Setúbal"; "A Voz de Trás-os-Montes"; "Correio da Manhã"; "Aurora do Lima"; "Jornal de Albergaria"; "La Republique du Centre"; "Notícias do Douro"; "A Festa do Infante"; "Record" Recortes de Imprensa sobre exibições da Banda da Armada em Lisboa, Esposende, Caminha, Açores, Palmela, França, Coimbra, Baixa da Banheira, Vila Real de Trás-os-Montes, Viana do Castelo, Vila Praia de Âncora, Albergaria, Vila Franca de Xira, Porto, Gaia e Matosinhos.
Esta série reúne os seguintes recortes de jornais com textos: Cx. 4, doc. 41 (ABM) Três quadras intituladas "Versos de Saudação", de 29.09.1925, com "Versos de Saudação dedicados à Ex.ma Sr.ª D. Maria Amélia Canavial B. Corrêa". Cx. 4, doc. 42 (ABM) Poema, composto por catorze quadras autobiográficas, intitulado "As Cartas da minha Mãe", Machico, 13.10.1944, com "Versos dedicados à memória abençoada de D. Carolina Augusta Jasmins Nunes". Cx. 4, doc. 43 (ABM) Conjunto de poemas místicos publicados em jornais: catorze quadras intituladas "Maria - Torre de Marfim", O Jornal, Funchal, 13 Dez. 1936; três quadras intituladas "Senhora d'Assunção", s.l., 14 Ago. 1939; um poema "Senhora da Conceição. Padroeira de Portugal", s.l., 07 Dez. 1939; um soneto intitulado "A Nossa Senhora da Conceição", O Jornal, Funchal, 14 Dez. 1940; dois sonetos [repetidos] intitulado "Sabat Mater", Funchal, 19 Mar. 1940. Cx. 4, doc. 44 (ABM) Recortes de jornal, com dois poemas assinados sob pseudónimo: seis oitavas intituladas "Portugal e a Imaculada", s.l., s.d, de Padre Campo Santo; dez quadras intituladas "Cântico para o Tempo da Guerra", tradução do francês Jean Nézère, por S. B., [01 Mai. 1915].
Transcreve a carta de 6 de Dezembro de 1814, datada de Londres, a qual saiu pelo Paquete de 26 do passado que zarpou de Falmouth, acompanhada com as amostras de comestíveis aqui preservadas. Informa que está no encalce de um método melhor e mais económico. O "Mornig Chronicle" de ontem publicou que S.A.R. não aceitou o convite do Governo inglês para regressar a Portugal com o Almirante Beresford, tal como o autor tinha suspeitado. Espera que não seja concedida passagem às tropas espanholas que segundo os jornais devem sair de Cádis para irem Via Ilha de Santa Catarina, enfrentar os revoltosos do Rio da Prata, crendo que não existe nenhuma aparência de bom sucesso e poderia revoltar aqueles povos contra Portugal. Aconselha a melhorar as comunicações internas do Brasil; povoá-lo, escolher bons governadores, com "mais moralidade do que nascimento illustre e sciencia", auxiliados por um conselho de administração escolhido pelos habitantes locais e ratificado pelo Soberano; estabelecimento de escolas e colégios segundo o método de Lancaster do qual o destinatário é possuidor de uma cópia. Comenta as falsas notícias publicadas pelos jornais ingleses sobre a exportação dos frutos do Brasil por navios estrangeiros. Pede erdão pela má escrita das cópias juntas por terem sido escritas pelo neto Inácio que pouco percebe de "Português". Espera passar à França no fim do mês de Fevereiro para ver a família, e talvez regresse a Londres em Maio, ficando a aguardar por notícias do destinatário que lhe possibilitem regressar a Lisboa.
Domingos José da Costa Araújo é oriundo da secular Casa da Sarola de Baixo, da freguesia de Verim (Póvoa de Lanhoso), onde nasceu a 10 de Outubro de 1851. Frequentou os seminários de Braga, onde se ordenou sacerdote. Contudo, a sua vocação passava, não pela dedicação a uma paróquia, mas pela dádiva ao ensino, onde granjeou a admiração e a amizade de muitas das figuras culturais de proa do seu tempo, como Guerra Junqueiro ou D. Domingos Gonçalves, bispo da Guarda. “Matemático, poliglota e filólogo eminente, que discutia de igual para igual com as luminárias nacionais da linguística”, padre Domingos José da Costa Araújo foi professor no Porto e em Vila Real, fixando-se posteriormente em Guimarães, onde ensinou durante décadas no Colégio de Nossa Senhora da Conceição, dirigido então pelo também sacerdote povoense José Carlos Simões Veloso de Almeida. Ao longo da sua vida dedicada ao ensino, construiu uma enorme e importante biblioteca, que, depois de ter concluído a sua carreira como mestre, trouxe para Verim, e serviu não só para com ela entreter os últimos dez anos da sua vida, como para ajudar a preparar para carreiras de sucesso académico significativo conjunto de familiares da parte baixo do concelho da Póvoa de Lanhoso. Poeta de significativos méritos, deu à estampa centenas de textos em muitos jornais da região, tendo, sob o pseudónimo “Gerezino”, mantido uma rubrica intitulado “No meu cantinho” no jornal Notícias de Guimarães. O semanário local a Póvoa de Lanhoso publicou também muitos dos seus poemas. Padre Domingos José da Costa Araújo faleceu na mesma casa onde nascera, em Verim, a 15 de Dezembro de 1957. In: http://dicionariodepovoenses.blogspot.com/2012/03/padre-domingos-jose-da-costa-araujo.html