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Remoção de diversas estátuas e vasos decorativos, datados do século XVIII, dos jardins do Paço de São Vicente de Fora, da cidade de Lisboa, para outros palácios nacionais desta época, como sejam os Palácio de Queluz, da Ajuda e de Caxias, a pedido do presidente da Comissão de Administração do 1.º Bairro de Lisboa, devido a diversas estátuas aparecerem com "lascas e bocados de pedra partidos e arrancados", provavelmente com origem nos trabalhadores que se encontravam a reparar o muro da vedação entre a Quinta e o jardim do Liceu Gil Vicente. Inclui diversos ofícios do Presidente do Conselho de Arte e Arqueologia, Ventura Terra, com vista a transferir da parte arrendada do jardim de São Vicente de Fora, nomeadamente "a) que todos os vasos, e oito das estátuas pequenas, sejam transferidos para o pequeno jardim entregue aos cuidados do Liceu Gil Vicente; b) que as duas esfinges e as quatro estátuas das Artes, com os respectivos pedestais, sejam transferidos para os jardins do Palácio de Queluz; c) que as sete estátuas pequenas, restantes, com os seus pedestais, passem para os jardins da Ajuda e Caxias".
Boletim informativo, datado de Agosto de 2013, que compila opiniões da população sobre os diversos apoios que o Município disponibiliza na ajuda à comunidade: - “O Que as Nossas Gentes Pensam de Nós – Qual a importância dos apoios que o Município disponibiliza na ajuda à comunidade” Educação: - “Qual a importância da requalificação do parque escolar no concelho, levada a cabo pela Câmara Municipal de Vidigueira?” - “Qual a importância da oferta de manuais escolares a todos os alunos do concelho do 1º ao 3º ciclo, iniciada pela Câmara Municipal de Vidigueira?” - “Que importância tem a atribuição por parte da Câmara Municipal de bolsas de estudo aos alunos do concelho que frequentam o ensino superior?” Desenvolvimento: - “Os apoios que o Município disponibilizou à sua empresa são importantes para a sua actividade?” - “Os apoios que o Município disponibiliza às instituições sociais são importantes para a sua actividade regular?” - “Acha que a atribuição de comparticipação de medicamentos e o apoio ao arrendamento para famílias por parte do Município de Vidigueira são importantes?” - “Quais os contributos que o Município de Vidigueira tem dado à salvaguarda de pessoas e bens?”
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Francisco António Fernandes da Silva Ferrão, relativo a ofício do Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar.
A formação dos primeiros núcleos episcopalistas de Lisboa (comunidades de S. Paulo e de Jesus e congregação da Santíssima Trindade em Rio de Mouro, Sintra) ocorreu nos inícios da década de 70. Seriam, aliás, estes grupos que estariam na origem da Igreja Episcopal Reformada Portuguesa. Quanto a J. Nunes Chaves, que fôra Capelão da Igreja da colónia italiana do Loreto, vem a fazer nesse ano e nessa congregação a sua nova profissão de fé,e funda, em Janeiro de 1877 a congregação de Jesus, na Rua de S. Marçal, em Lisboa. Efetivamente, a congregação de Jesus ocupava um espaço arrendado, havendo referência em 1884 à ajuda da Sociedade Auxiliadora para o respetivo pagamento. Nos princípios de 1889, José Nunes Chaves deixou a congregação de Jesus e a I.L.C.A.E. para se juntar à Igreja Presbiteriana, instalada no antigo Convento dos Marianos em Lisboa, que então estava sem ministro. A congregação de Jesus ficou numa situação difícil, vindo até a ser proposto o seu encerramento por, anos mais tarde, continuar a ser servida pelos ministros de S. Paulo e S. Pedro e enfrentar problemas financeiros. a 29 de Janeiro de 1913 os memebros desta Missão, situada já em Campo de Ouique, passou a denominar-se Igreja de Jesus. Deu-se conhecimento à Comissão Permanente da Igreja Lusitana, pedindo-lhe ao mesmo tempo que fosse reconhecida como novo ramo da Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica. Depois de uma breve passagem por uma exígua casa na rua do Cabo instalou-se na rua Quatro da Infantaria, já com condições para a instalação de uma escola e igreja.
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Cousso.Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita directamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Castro Laboreiro.Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita directamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Roussas.Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita directamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Lamas do Mouro. Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita diretamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
(Doc. 50) Sabbam todos que eu Maria ffernandes moradora em baffaul ffregesia de santo Tisso de praziis de meu prazer e com a liure uontade e ssem costrangimento neuhuum vendo e conssiderando muito bem…… que eu ssempre ouuj e recebj do mostejro de Ssouto ffaço doaçom a dom Domingos domingues priol do dito mostejro e ao dito sseu mostejro de todo o meu herdamento que eu ej em requeixo e em baifaul……que ssom na ffregesia de santo Tisso de praziis o qual a mjrn fficou de Marinha steues minha ffilha e fflha que ffoj de Stebom anes de requeixo que o aia para ssempre com todos sseus dereitos e pertenças e entradas e ssajdas per hu o melhor poder auer e achar e tolho de mjm todo dereito e propriedade e posse que ej no dito herdamento e ponhoo no dito priol e rnostejro que o aia para ssempre. Eu aqui por poder d’esta doaçom o meto logo em posse del. E mando e outorgo que o dito priol por ssj ou por quem el bem teuer ffilhe em posse desto ffeito ao dito mostejro pola alma do dito Steuom anes cujo o dito herdamento ffoj e pola alma da dita minha ffilha e pola minha e em rremissom de meus pecados……. no dito mosteiro e por muito bem e ajuda que ssempre del rrecebj. E sse alguma doaçom ou praso ou outro contracto ej ffeito do dito herdamento ata aqui ejo por nenhum e rreuogoo e rrenunçioo (?) e mando e outorgo que…… non ualha e sseia nenhum ssaluo este. E demais dou meu comprido poder a Lourenço ffernandes de Ssouto que meta o dito priol e mostejro em posse do dito herdamento e ej ffirme e stauel para ssempre a posse que lhj por el ffor dada e que el por ssj ou por outrem ffilhar sso obrigaçom de todos meus beens e rreuogo todas as ]ejs e dereitos por que sse a dita doaçom poderá…… que mjm non ualham e que nem mjm possa delas ajudar. E quem contra esto ffor peite quinhentos ssoldos e esta doaçom todauia ualha para ssempre como dito he. ffeita ffoi em bujro ffregesia de ssam ffijs de gomjaens dez e ssete dias de junho Era de mil e tresentos e sateenta e ojto anos. Testemunhas…… affonso tabelliom. Pedro lagarto caonjgo de Ssouto. Affonso gonçalves homem do priol. Joham anes de portela. Domingueanes de bujro e…… e outros. E eu Gil peres tabelliorn de Guimaraens que esta carta de doaçorn a rrogo e por mandado da dita Maria ffernandes screuj e meu ssignal hj ffiz em testemunho de verdade +. (Doc. 51) Sabham todos que perante mjm Gil peres tabelliom de Guimaraens e as testemunhas adeante scritas em rrequeixo dez e ojto dias de Junho da Era de mil e tresentos e sateenta e ojto anos Lourenço ffernandes de Ssouto meteu em posse dom Domingos domingues priol de Ssouto da casa que está acima da casa alta sobradada de rrequeixo por chaue e por telha e por terra e por pedra. E por ahj disse que o meteu em posse que o metia em posse el e dito sseu mosteiro de todalas outras cousas que hj auja Maria ffernandes e outrossj o meteu logo em posse de toda a parte e quinhom e dereito que a dita Maria ffernandes auja na vinha do dito logo e do milho que estaua ssu ela por terra e por vides e por milho. E o dito priol por ssj e polo dito sseu mosteiro o rrecebeu e o deu logo de ssa maaom a Joham affonso que hj auja mora e el o rrecebeu e fficou bj de ssa maaom. testemunhas o dito Joham affonso. Lourenço peres de Prasij. Garcia martins. Martim anes. Affonso……… Lourenço ffernandes e outros. E item o dito dia em baffaul o dito Lourenço ffernandes meteu em posse o dito priol da casa de baffaul que ffoj de Maria ffernandes por chaue e por colmo e por terra e por pedra e por ahj disse que o metia em posse de todalas outras cousas, que a dita Maria ffernandes auja ssegundo he contheudo na carta porque lho a dita Maria ffernandes deu a el e ao dito sseu mosteiro e entregoulhj logo o porn e centeo e trjgo que tjnha Domingos domjngues da coua pela dita Maria ffernandes e da ssa herdade e lhj disse que lhj entregaua e o metia em posse de todalas outras cousas e beens que a dita Maria ffernandes auja na ffregesia de santo Tisso de Prazii ssegundo na dita carta de doaçom era contheudo. E o dito priol por ssj e polo dito seu mostejro rrecebeu a dita posse e deu logo todo de ssa maaom ao dito Domjngos domjngues da coua e el fficou hj de ssa maaom e fficoulhj pelos sseus dereitos. testemunhas Lourenço peres de Prazii. Gonçalo Martins. Martim anes. Affonso gomes. Lourenço ffernandes. Joham duraens da torre. Domjngos martins duluejra e outros. E eu Gil peres tabelliom ssuso dito que a esto ffuj presente e este strumento screuj e meu ssig + nal hj ffiz em testemunho de uerdade que tal he.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja e ao benefício paroquial da freguesia de Travancinha, do concelho de Seia e distrito da Guarda, de acordo com dois autos de entrega, inclusos no processo, lavrados a 19 de Maio de 1941. Ao benefício paroquial foi entregue uma casa, então em ruínas, que servira de residência paroquial. À fábrica da igreja foi entregue a igreja paroquial com o seu adro; a Capela de São Sebastião no bairro do Corro; a Capela de Nossa Senhora da Ajuda no bairro de São Gião; a Capela de Nossa Senhora das Virtudes, no mesmo lugar; a Capela de Nossa Senhora da Saúde no lugar do Casal, anexa de Travancinha, com todas as suas dependências, móveis, paramentos, alfaias e demais objectos de culto existentes na igreja e capelas detalhadamente identificados no auto de entrega.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Penajoia, concelho de Lamego, distrito de Viseu, nomeadamente a igreja paroquial e as capelas públicas com as suas dependências e objectos de culto, de acordo com portaria publicada no "Diário do Governo" n.º 198, 1.ª série, de 27 de Agosto de 1930 e auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 3 de Novembro de 1930 que identifica em inventário anexo todos os bens, incluindo a Capela de Nossa Senhora da Encarnação, sita no lugar de São Gião; a Capela de Nossa Senhora da Ajuda, sita no lugar de Moledo; a Capela de Nossa Senhora da Piedade e a Capela de Santo António, sitas no lugar de Valela.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico na freguesia de São Martinho de Mouros, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, do concelho de Resende, distrito de Viseu, nomeadamente a igreja paroquial e as capelas públicas com as suas dependências e objectos de culto, de acordo com despacho ministerial de 20 de Maio de 1931 e auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 5 de Janeiro de 1932. No pedido inicial são identificadas a Capela de Nossa Senhora da Ajuda; Capela de Nossa Senhora do Amparo; Capela de Nossa Senhora do Campo; Capela de São Pedro; Capela de Santa Ana; Capela de Santa Bárbara; Capela de Santa Catarina.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Cerva, concelho de Ribeira de Pena, distrito de Vila Real, constando de: Igreja Paroquial de Cerva; Capela de São Sebastião, no lugar da Igreja; Capela de Santo António, de Cabriz; Capela de Santa Bárbara, em Alvite; Capela de Nossa Senhora do Socorro, em Alvite; Capela de Santa Quitéria, de Murão; Capela de Santa Apolónia, de Escoureda; Capela de Nossa Senhora da Piedade, de Quintela; Capela de Nossa Senhora da Guia, de Adoria; Capela de Santa Bárbara, de Riomau; Capela de Nossa Senhora da Ajuda, de Asuela; Capela de Nossa Senhora das Dores, de Formoselos; Capela de Nossa Senhora da Conceição, de Agunchos; Capela das Almas, na Praça; Capela de Cerva; Capela do Bom Jesus, do Cabo da Costa.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de São Martinho de Bornes de Aguiar, concelho de Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, constando de: Igreja Matriz de São Martinho de Bornes de Aguiar; Capela do Santíssimo Sacramento, de Bornes; Capela de Santo António, na Lagoa; Capela de Nossa Senhora da Espectação, de Valhias; Capela da Senhora das Neves, de Pinhela de Cima; Capela da Senhora da Anunciação, de Pinhelas de Baixo; Capela de São Tiago, de Vila Mea; Capela de São Bernardino, de Rebordochão; Capela de Santo António, de Lago Bom; Capela da Senhora de Lurdes, em Pedras Salgadas; Capela de Santa Catarina, em Rebordochão; Capela de Nossa Senhora da Ajuda, de Valugas; Capela de São Geraldo.
Cópias do auto de arrolamento, diligência e inventário da Igreja Paroquial das Mercês, incluindo a indicação das irmandades nela erectas;cópia do auto de arrolamento da Capela da Ascenção de Cristo, antiga dependência do Palácio dos Condes de Murça aos Paulistas; cópia do auto de diligência, designação das irmandades nela erectas e inventário dos bens da Capela de Nossa Senhora da Ajuda e Santos Fiéis de Deus; cópia do auto de arrolamento e inventário da Capela de Nossa Senhora da Conceição dos Cardais de Jesus (Asilo das Cegas); auto de diligência na Capela da Venerável Ordem Terceira da Penitência de São Francisco, situada na Travessa da Arrochela, todas na freguesia das Mercês, do 3.º bairro da cidade de Lisboa.
Fotografias do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira e do Presidente da República, Almirante Américo Tomás em: Banquete no Palácio das Ajuda por ocasião da visita do Presidente Sukarno da Indonésia (1955). Comemoração do Centenário da Associação dos Arqueólogos Portugueses (Outubro de 1963). Inauguração da estação da Companhia das Águas de Lisboa em Vale da Pedra (9 de Junho de 1965). Visita ao local das futuras instalações da Associação Industrial Portuense (1966). Visita ao Liceu Pedro Nunes (13 de Dezembro de 1966). Recepção nos Paços do Concelho do Porto (1966). Visita à conclusão das obras de Sta Engrácia (1966). Condecoração do Director-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, Eng. Gomes da Silva (Abril 1967).
Livro de registo com informações sobre as obras e materiais para a construção do Real Palácio da Ajuda. No termo de abertura do livro de registo temos: "Livro Primeiro. Este livro hade servir para n'elle se registarem todos os Ofícios, Avisos e Ordens, pertencentes à Obra do Real Palácio d'Ajuda. Rio de Janeiro 20 de Dezembro de 1819". No entanto, o livro de registo inicia-se com a informação do Visconde de Vila Nova da Rainha, Francisco José Rufino de Sousa Lobato (Azambuja, Vila Nova da Rainha, 30 de julho de 1773 – 6 de maio de 1830) sobre o falecimento do Arquitecto Francisco Xavier Fabri e da continuidade da obra por António Francisco Rosa.
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias da Igreja do Cáia, situada na freguesia de São Pedro; Igreja da Ajuda e Igreja de Santo Ildefonso, situadas na freguesia do Salvador; Capela de Nossa Senhora da Paz, situada na freguesia de São Pedro e Capela de São João da Corujeira, situada na freguesia de Alcaçova, todas no concelho de Elvas e distrito de Portalegre, de que se obteve a quantia de 7.381$00. Inclui relatórios dos empregados da Comissão Central de Execução da Lei da Separação encarregues da referida venda revelando os problemas havidos com a mesma e que os fez deslocarem-se até Badajoz. Os objectos em causa já tinham sido observados pelo conservador do Museu Nacional de Arte Antiga.
Inclui imagens das seguintes capelas, conventos e igrejas localizadas em concelhos rurais: - Igreja de São João Baptista (Freguesia da Fajã da Ovelha, Concelho da Calheta); - Convento de São Bernardino (Freguesia e Concelho de Câmara de Lobos); - Igreja de Nossa Senhora do Livramento (Freguesia do Curral das Freiras, Concelho de Câmara de Lobos); - Capela de Nosso Senhor dos Milagres (Freguesia e Concelho de Machico); - Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe (Freguesia do Porto da Cruz, Concelho de Machico); - Capela do Espírito Santo (Freguesia e Concelho da Ponta do Sol ); - Igreja de Nossa Senhora da Piedade (Freguesia e Concelho do Porto Santo); - Igreja de Nossa Senhora da Ajuda (Freguesia da Serra de Água, Concelho da Ribeira Brava); - Capela de São Vicente (Freguesia e Concelho de São Vicente); - Capela de São Roque, Freguesia de São Roque do Faial, Concelho de Santana); e - Igreja do Senhor Bom Jesus (Freguesia da Ponta Delgada, Concelho de São Vicente).
A Comtesse d' Oeynhausen, [D. Leonor de Almeida Portugal], [1750-1839], felicita o amigo [António de Azevedo] pela nomeação para Conselheiro de Estado e Presidente da Junta do Comércio, expressando a sua felicidade por ver finalmente um homem que saberá compreender a dimensão e o bem que pode resultar da indústria nacional. Pede que olhe para a sua posição e que a cada dia que passa tem mais necessidade da proteção prometida. Invocando a sua inocência esclarece que não escreve ao Ministro, mas ao velho amigo, ao homem esclarecido. Deseja voltar a exercer o cargo de direção que o príncipe lhe confiou no Palácio [da Ajuda]. Pede ao destinatário para aproveitar todas as ocasiões para colocar aos pés do Príncipe e da Princesa o seu profundo respeito e a lembrança do seu zelo e dedicação, assim como solicitar-lhes a compaixão para as minhas dores. Deseja obter uma defesa mais activa e uma recomendação para o Ministro em Londres [D. Domingos de Sousa Coutinho].
Agradece ao irmão a ajuda prestada por Sarmento na venda dos vinhos de separação e de refugo e informa-o de que escreve a Pedro Clamouse sobre a oferta que este lhe fez para a compra dos já aprovados. Informa que Vilas Boas enviará o perfil dos Montes da Prova. Pede ao irmão [Administrador dos Bens de Família], que lhe envie uma nova procuração com poderes de venda, de empregar e de alienar terrenos da família, por forma a angariar fundos para comprar os terrenos na [Quinta da] Prova e prosseguir com o projeto [da Fábrica de Fiação] em parceria com [Jácome] Ratton, embora desconfie da utilidade deste empreendimento. Solicita ao destinatário que interceda junto do Conde de Vila Verde, a favor da representação do Cabido de Braga, a qual será também apoiada pelo Visconde de Barbacena, conforme lhe foi solicitada pelo Deão. Pede resposta a esta carta pelo Peixoto ou por Constantino de Matos.
Carta manuscrita em verso em que Álvaro de Castelões pede informações sobre a poetisa Isabel Lárcher. Larcher era o apelido de "Alberto de Sousa Larcher" um colega de João Penha na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Transcrição: "Castelões, 18 de Outubro de 1923 In re incerta... Confio-lhe o que aqui tenho arquivado Sobre os versos de que ontem lhe falei. O caso é curioso; e obrigado se m' o ajuda a aclarar, lhe ficarei. Essa Dona Isabel que os assinava É semelhante ao Lárcher ou Larchér De quem o João Penha asseverava. Não saber se era homem ou mulher. Se o meu amigo Ihe desnuda o sexo E a veste à Paraíso Terreal, Fica merecedor de um amplexo - Mas dos do Bernardino - cordial! amicus certus Álvaro de Castelões"
DURO, Gabriel. Filho de Plácido António Duro, lavrador, natural de Alvaredo, e de Emília da Luz da Costa, doméstica, natural de Lisboa. N.p. de Gabriel Duro e de Antónia Pires; n.m. de Cândido José da Costa e de Joaquina Rosa da Conceição. Nasceu na freguesia de São Pedro de Alcântara, Belém, Lisboa, por volta de 1869. // Tinha 25 anos de idade quando casou na igreja de Alvaredo a 17/9/1894 com Miquelina, solteira, de 21 anos de idade, natural de Paderne, residente no lugar de Ferreiros, Alvaredo, filha de Caetano Manuel de Abreu e de Ana de Castro. Testemunhas: José de Abreu, solteiro, e Guilhermino da Silva, casado, lavrador. // Faleceu na freguesia da Ajuda, Lisboa, a 5/4/1951.
Filho do padre Lucas de Abreu Magalhães, morador no Viso, Chaviães, e de Maria Fernandes, galega. // Foi perfilhado pelo pai e era o seu menino querido. Dele, padre, herdou a metade dos bens livres e o prazo da Orada «embora com a obrigação de ele, e irmã Ana, esportularem a esmola de trinta mil réis para Maria, filha de Ana Vaz, de Gondufe.» (O Meu Livro das Gerações Melgacenses, de Augusto César Esteves, volume II, página 103). // Casou na igreja de Chaviães a 28/5/1742, com Jerónima de Araújo Sarmento, irmã de Maria, casada com o capitão Manuel Luís Pereira da Gama. Em uma escritura de 20/5/1742 lê-se: «que eles para haver de casar sua filha Jerónima de Araújo com Diogo de Abreu, do Vizo, lhe davam e doavam, para ajuda de sustentar as cargas do matrimónio por sua morte do derradeiro cem mil réis agregados ao terço de seus bens». // Faleceu a 6/8/1769. // Pai de Manuel António (1743-1750) e de Caetana (1744-?).
ABREU, Abel Augusto. Filho do Dr. José Joaquim de Abreu e de Augusta Maria de Araújo, proprietários, moradores na Rua Verde de São Gregório. N.p. de Miquelina Rosa de Abreu; n.m. de José Joaquim de Araújo e de Benedita Pires Pereira. Nasceu a 1/11/1907 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinho: Caetano Maria de Abreu, solteiro, proprietário. // A 26/7/1917 fez exame do 1.º grau e obteve a classificação de ótimo; era aluno do professor Abel Nogueira Dantas (Jornal de Melgaço n.º 1169, de 4/8/1917). // Em Julho ou Agosto de 1918 fez exame do 2.º grau, tendo sido aprovado com distinção (JM 1220, de 24/8/1918). // Ainda jovem ingressou no exército, tendo atingido a patente de sargento-ajudante. // Casou no Posto do Registo Civil de Vila Praia de Âncora, Caminha, a 18/12/1940, com Alda da Conceição Soares de Albergaria. // Faleceu a 11/10/1989 na freguesia da Ajuda, Lisboa.
MONTEIRO, Francisco de Jesus. Filho de Maria Josefa Monteiro, solteira, de São Gregório, Cristóval. Neto materno de Bento José Monteiro e de Umbelina Rosa Domingues, do dito lugar. Nasceu a 7/3/1864 e foi batizado pelo padre José Manuel Lopes a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Maria Rodrigues, casado, negociante, morador na Calçada de Cristóval, e Maria Teresa dos Santos, solteira, de São Gregório. // A 11/4/1867 foi apresentado por sua mãe à Câmara Municipal de Melgaço a fim de ser admitido na roda do concelho, o que aconteceu, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 268. // Nesse dia foi entregue à ama, a própria mãe, para o criar. // A 7/3/1871, em virtude de completar sete anos de idade, findou a ajuda da Câmara.
SOLHA, Manuel Luís. Filho de José Joaquim Solha e de Mariana Esteves, agricultores. Nasceu em Penso a --/--/1855. // Tinha 39 anos de idade, era solteiro, proprietário, morava no lugar de Pomar, quando casou na igreja a 7/5/1894 com Pulquéria Alves, de 25 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, residente no lugar de Barro Pequeno, filha de António Alves e de Maria Teresa Rodrigues. Testemunhas presentes: Manuel Fernandes, solteiro, de Barro Pequeno, e João Rodrigues, solteiro, de Casal de Arado. // Moraram em Barro Pequeno. // Proprietários. // A 20/12/1937, pelas 23 horas, uma quadrilha de gatunos, constituída por quatro mulheres de Santa Eulália, Monção, assaltou o seu canastro, cheio de milho, e roubaram-lho quase todo! Um homem da vizinhança, que passou por ali e viu as mulheres com sacos às costas, desconfiou e pediu ajuda. Elas fugiram, mas foram apanhadas e entregues ao regedor . // Com geração.
PINHEIRO, Manuel César. Filho de Maria de Jesus Pinheiro, solteira, camponesa, natural e moradora no lugar dos Ferreiros (e de Augusto César Gomes Pinheiro, da Casa da Serra, emigrante no Brasil). Neto materno de Luís Manuel Pinheiro e de Maria Vitória Marques. Nasceu em Prado a 17/11/1905 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse mesmo mês e ano. Madrinha: Delfina de Barros, casada. // Casou na 4.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 1/10/1941 com Ermelinda de Jesus, lisboeta. // Em 1936 era gerente da firma “Rodrigues & Nascimento”, com sede na capital do país. // Nesse ano visitou a sua família de Prado. // Morreu em a freguesia da Ajuda, Lisboa, a 28/2/1978. // Pai de José Manuel de Jesus, nascido a 2 de Dezembro de (1941?).
PINHEIRO, Aníbal Amadeu. Filho de João Luís Pinheiro, do lugar de Ferreiros, e de Genoveva Augusta Lopes, do lugar dos Bouços, onde residiam, lavradores. Neto paterno de Luís Manuel Pinheiro e de Maria Vitória Marques; neto materno de João José Lopes e de Angelina Perpétua Esteves. Nasceu em Prado a 12/2/1901 e foi batizado na igreja a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Aníbal Lopes e Teresa Lopes, tios maternos do batizando, solteiros, do lugar dos Bouços. // Casou na capital do país, na 4.ª Conservatória do Registo Civil, a 30/7/1932, com Maria Eugénia Conde Coelho. // Foi funcionário da Mobil Oil Portuguesa. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1566, de 29/8/1965: «Na sua típica vivenda dos Bouços e acompanhado de sua esposa (…) se encontra o senhor AAP, empregado superior do escritório central da Vacuum Oil Company.» // Morreu na freguesia da Ajuda, Lisboa, a 3/4/1985. // Pai de João Aníbal Coelho Pinheiro (nasceu a 1/6/1933 e formou-se em 1959).
FERNANDES, Maria dos Anjos (Mariquinhas Zoia). Filha de Manuel Joaquim Fernandes, da Vila, e de Suzana Araújo Azevedo, de Penso, lavradores, residentes na Rua do Rio do Porto. N.p. de José Joaquim Fernandes e de Maria Josefa Fernandes; n.m. de António José Rodrigues Azevedo e de Marcelina Rosa Araújo. Nasceu a 3/8/1896 e foi batizada a 16 desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e esposa. // Em 1908 era aluna da escola primária da Vila (sexo feminino). // Em 1912, ela e Merícia Esteves, com a ajuda de Teresa de Jesus da Silva, organizaram a festa de Santo António, cuja capela se situava na Praça da República. // Faleceu na Amadora, Oeiras, a 18/10/1960, na casa de seu filho Rogério.
Contém 4 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Munique 1920, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com o Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa acerca de convites para eventos promovidos, tanto pelo COP como pela Mocidade Portuguesa; com entidades e particulares sobre a celebração do Dia Olímpico de 1972 e com federações e clubes relativamente às provas desportivas a realizar por ocasião do evento. Contém comunicados para a imprensa, convites e circulares enviadas e também inscrições no banquete. Inclui correspondência trocada com a Direção Geral da Educação Física, Desportos e Saúde Escolar relativamente à relativamente à deslocação da comitiva portuguesa a Munique e mapas de estatística por modalidades que usufruem do Pavilhão Gimnodesportivo da Tapada da Ajuda. Capas existentes na UI: capa n.º 52- Dia Olímpico 1972; capa n.º 53- Ministro Educação Nacional; capa n.º 54- Direção Geral de Educação Física e Desportos; capa n.º 55- Mocidade Portuguesa.
Contém 4 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos do México 1968, numeradas sequencialmente com "pasta n.º..." e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com o Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa acerca de convites para eventos promovidos, tanto pelo COP como pela Mocidade Portuguesa; com entidades e particulares sobre a celebração do Dia Olímpico de 1968 e com federações e clubes relativamente às provas desportivas a realizar por ocasião do evento. Contém comunicados para a imprensa, convites e circulares enviadas e também inscrições no banquete. Inclui correspondência trocada com a Direção Geral da Educação Física, Desportos e Saúde Escolar relativamente à deslocação da comitiva portuguesa ao México e mapas de estatística por modalidades que usufruem do Pavilhão Gimnodesportivo da Tapada da Ajuda. Capas existentes na UI: capa n.º 44- Dia Olímpico (1968); capa n.º 45- Ministro da Educação Nacional; capa n.º 46- Direção Geral da Educação Física, Desportos e Saúde Escolar; capa n.º 47- Mocidade Portuguesa.
Contém 8 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Antuérpia 1920, numeradas sequencialmente, com as seguintes temáticas: capa 1- Comités: correspondência com o Comité Olímpico do Porto e da Beira, na África Oriental (Moçambique); capa 2- Delegações: correspondência com as Delegações da Figueira da Foz e Évora; capa 3- Jogos Olímpicos Rio de Janeiro: correspondência referente aos Jogos Internacionais do Rio de Janeiro; capa 4- Sarau no Coliseu de Recreios: preparação do sarau no Coliseu de Recreios, em homenagens aos representantes da VII Olimpíada; capa 5- Recibos de despesas: recibos de despesas realizadas; capa 6- Minutas: minutas de cartas para agendar reuniões com os membros ou solicitar ajuda material; capa 7- Correspondência com membros e clubes: correspondência com membros e clubes (Título original "Diversos"); capa 8- Participação nos Jogos Olímpicos de 1920: correspondência relativa à participação nos Jogos Olímpicos de 1920.
O fundo inclui: Diário da Máquina, livro onde o maquinista de quarto vai registando quanto se passa nas máquinas e que seja importante saber-se em qualquer ocasião, como - número de rotações, manobras das máquinas, número de caldeiras acesas, as suas pressões, consumos, existência de combustível, avarias, etc; Diário Náutico, onde consta o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo oficial de quarto; e documentação avulsa referente ao afundamento do vapor "Cassequel", nomeadamente: lista de passageiros recolhido pelo N.R.P. "Douro", ofício dirigido ao Director do Arquivo Geral da Marinha relatando o afundamento do vapor "Cassequel", cópia do ofício do Comandante do HMS "Campion" dirigido ao Ministério da Defesa Nacional pedindo ajuda para encontrar os portugueses que tinha salvo após o afundamento do vapor "Cassequel" em 1941.
- Recibo, emitido pelo tesoureiro do Hospital de São Marcos, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 1.208.715 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo, como procurador da Real Irmandade da Misericórdia e administradora do mesmo Hospital, recebeu de Francisco Jácome, referente à dívida de seu pai para com o mesmo hospital. - Recibo, emitido pelo tesoureiro da Santa e Real Casa da Misericórdia de Braga, aos 12 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 6.535 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu de juros que devia o falecido Fernando Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Recibo, emitido pelo tesoureiro da Santa e Real Casa da Misericórdia de Braga, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 900 mil reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu da dívida do falecido Fernando Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Recibo emitido pela Madre do Convento dos Remédios, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 1.900 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu da dívida do falecido Fernando Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Recibo emitido pelo tesoureiro da Irmandade de São Sebastião das Carvalheiras da cidade de Braga, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 150.205 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu de Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Recibo emitido pelo tesoureiro da Irmandade de Nossa Senhora da Ajuda e São Sebastião das Carvalheiras da cidade de Braga, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 50.060 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu de Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Certidão de escritura distrate, paga e quitação, datada de 20 de Agosto de 1859, feita entre o juiz e mesários da Irmandade de Nossa Senhora da Ajuda e São Sebastião das Carvalheiras, da cidade de Braga, e Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos.
Formulário da Imprensa Nacional com notas manuscritas a lápis, com os serviços e itinerários efetuados do Gerês ao Porto.
É um dos mais antigos conventos fundados em Guimarães. Segundo Frei Luís de Sousa, na história de S. Domingos, a então vila de Guimarães, no ano de 1270, convidou os dominicanos a fundarem uma casa conventual. Com esse fim, chegam à vila em Dezembro quatro religiosos dominicanos, entre os quais o Prior de S. Domingos do Porto, tendo reunido com as pessoas mais notáveis da vila e do povo, na capela de S. Tiago na Praça, sendo-lhes ali concedida a licença para a fundação, demarcando-se-lhe um local perto da porta da vila, junto à Torre da Nossa Senhora da Piedade, hoje no Toural à entrada da Rua da Rainha.Com esmolas e ajudas compram casas e quintas, começando a obra junto ao muro novo, em 1271, no reinado de Afonso III, concluindo-se oito anos mais tarde. No entanto, em 1323, D. Dinis manda derrubar o convento, devido ao perigo que podia acarretar para a defesa da vila, como se comprovou aquando da rebelião do Infante D. Afonso, que quase conquistou a vila aproveitando-se da vizinhança do seu muro de defesa.Desalentados, só mais tarde é que os frades, marcado novo local para edificação, a cerca de 130 passos a Poente do antigo convento, principiaram a construção do novo convento. As obras vão sendo feitas com ajuda de esmolas, principalmente do arcebispo de Braga, D. Lourenço Vicente, do fidalgo D. Afonso de Briteiros e dos bispos de Burgos, que lhes deixou a sua livraria. Este edifício foi durante muitos anos um seminário.Em 1297, juntamente com os franciscanos, fazem um acordo com a Colegiada para regulamentar a pregação nas igrejas de Guimarães. Este acordo foi depois renovado em 1 de Abril de 1409.A igreja de três naves e dez altares laterais, uma das mais espaçosas e elegantes de Guimarães, sofreu profundas alterações durante os séculos XVIII e XIX. No ano de 1744 a câmara, em sessão de 3 de Março, deu verbas para substituir a capela-mor primitiva por uma outra, certamente, mais ampla, mas sem qualquer beleza arquitectónica. Em 1770, por diligências de Rodrigo de Sousa da Silva Alcoforado, da Casa de Vila Pouca, fez-se uma nova porta principal barroca. Em 1874, a Ordem Terceira e irmandades ali constituídas, reformam toda a igreja, que ameaçava ruir, com pinturas, dourados e estuques, sendo restituída ao culto cinco anos mais tarde. Todas estas sucessivas obras desfiguraram inteiramente a velha igreja gótica. Com a extinção das ordens religiosas a igreja ficou abandonada, sendo mais tarde cedida à Ordem Terceira de S. Domingos, por D. Maria II, em 24 de Janeiro de 1851 e dado o convento à câmara por decreto de 25 de Abril de 1842, tendo servido em 1839 de quartel militar e, em 1842 foi convertido no Tribunal Judicial.Em 1888 parte do convento foi ocupada pela Sociedade Martins Sarmento, com o fim de nele se estabelecerem os museus, biblioteca e demais dependências da instituição. Hoje a igreja é a paroquial da freguesia de S. Paio.
Contém diversos documentos de receita e de despesa relativas ao cofre da caridade, entre os quais, contas mensais dos enfermeiros do mês contendo indicação da data em que o suplicante foi aceite como doente, período de tempo da assistência prestada e respetivos valores que lhes foram entregues (subsídios diários), data da alta ou do enterro; relação de despesas com o pagamento de novo imposto; despesas judiciais; ordenado do médico, do andador, etc.; de medicamentos, entre outras; contas das despesas mensais; relação do rendimento que tem o Hospital da Caridade da freguesia de S. Nicolau aplicado para o curativo de todos os paroquianos e mais irmãos (1813-08-25); lista das pessoas que sendo irmãos da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau não podem ser considerados irmãos da Irmandade da Caridade por não terem pago anual algum até à data de 25 de março de 1827; relação da lista de documentos que a Irmandade teve de enviar à Administração do Bairro do Rossio em virtude de uma intimação que lhe foi feita; orçamentos de receita e despesa do Hospital da Confraria e Montepio de Nossa Senhora da Assunção e Santo Elói dos Ourives e da Irmandade da Nossa Senhora da Caridade para o ano de 1843; recibos de receita da Irmandade relativa a rendas de casas; contas das despesas com consertos nas casas do Beco do Monete e no Beco da Cardosa que pertencem à Irmandade; conta das rendas pagas à Irmandade; livro onde estão registadas as despesas com as obras feitas nas propriedades; causas judiciais; ordenados; esmolas; Décimas; ajudas de custo; farmácia; dinheiro dado a juro; doentes socorridos e despesas de secretaria durante diversos anos (1760 a 1791); mas, também a receita; e outras informações relevantes extraídas do Livro de Termos, Livro das Conferências (atas), Livro dos Conhecimentos (recibos), Livro da Caixa (entre 1792 e 1843).
Participa ao amigo de Araújo o seu desgosto pela partida do portador da carta, que muito sofreu aqui e experimentou todo o género de privações com uma constância de sentimentos e firmeza. Em muito agradece as atenções e os cuidados que ele lhe prestou durante a sua doença. Os seus talentos e o seu saber e o seu carácter honesto poderão ser de grande utilidade ao destinatário. Recorda os tempos passados, a profunda amizade e lamenta o imenso espaço que os separa e que faz com que ela seja esquecida porde Araújo. [Cita versos de Goldsmith]. Pede-lhe que demonstre que não é apenas a glória que ocupa os seus tempos, mas também os sentimentos de amizade e contradiga aqueles que dizem que se tornou apático sobre esse céu flamejante e já não olha para os amigos fiéis. Foi com um prazer incomensurável que soube da nova graça que o Soberano lhe concedeu. Refere que escreveu inúmeras vezes, mas desconhece se as cartas chegaram ao seu destino. Pede para, doravante, endereça-las a [D. Joaquim] Lobo [da Silveira] ou ao pai do portador desta, esquecendo a via do Dr. que tem sido negligente. Refere-se às dificuldades sentidas por Marido no cargo que o destinatário lhe concedeu [quando era Ministro Negócios Estrangeiros em Portugal] e que elas recaem sempre sobre si, ao ponto que se não tivesse a ajuda do generoso "Maître de Botanique" [Francisco José Maria de Brito], não saberia qual seria o seu futuro. Este também vive em dificuldades e já há três anos sem receber um soldo e uma carta do dest. o que muito o aflige. Até o "Platonique" reconhece a extrema dedicação e os riscos que [Brito] corre em nome da sua amizade por de Araújo, o seu mestre. Mesmo assim vive socorrendo os seus compatriotas e acredita que o seu dever é permanecer aqui. Oferece um pequeno alfinete, pedindo ao destinatário que o use como lembrança da sincera amizade. Desejava enviar algumas obras novas, mas deixa esta tarfea para Brito. O filho de Louis, afilhado do destinatário, está aqui. Pede para lhe dizer se P. está com o destinatário. [versos da Venality]. Ao fechar esta carta, recebeu com imensa satisfação a do destinatário datada de 9 de Junho. Aguardará a outra que falará sobre o destino de Marido. Já não aspira a rever o destinatário mas unicamente a que o seu coração conserve a amizade. Pede ajuda para os seus verdadeiros amigos e alerta para aqueles que o dizem ser, poderão sê-lo mas do "Ippogrife". Oferece uma nova estampa e espera que o dest. como amante das belas artes a coloque no seu gabinete.
A cumprir missão em Cabo Verde, São Tomé, São João Baptista de Ajudá e Angola
Entrega de vários bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Luso, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro, nomeadamente a igreja paroquial e as capelas públicas com as suas dependências e objectos de culto, de acordo com despacho ministerial de 26 de Julho de 1932. No processo são identificadas a Capela de Santo António e a Capela de São João situadas no lugar de Luso; a Capela de Nossa Senhora do Carmo, situada no lugar de Monte Novo; a Capela de Nossa Senhora da Ajuda, situada no Salgueiral; a Capela da Senhora da Piedade, situada em Várzeas;a Capela de São Sebastião, situada em Barrô; a Capela de São Pedro, situada na Lameira de São Pedro; a Capela de Santa Eufémia, situada na Lameira de Santa Eufémia; a Capela de São João, situada no Louredo e a Capela do Senhora da Serra situada nas Carvalheiras. Contém ainda referências à residência paroquial, reclamada pela corporação encarregada do culto católico, que tinha sido vendida - embora considerada ilegalmente por ter sido sem ser em hasta pública como a lei determinava - para escritórios à Comissão de Iniciativa do Luso e Bussaco.
A Irmandade do Santíssimo erecta na Igreja da Póvoa de Santo Adrião solicita a entrega de um arcaz para guardar os paramentos que não se encontram devidamente acondicionados naquela igreja. Para responder a essa solicitação a Repartição do Património da Direcção Geral da Fazenda Pública sugere a entrega do um arcaz pequeno que se encontrava, à época, na igreja da Luz e que pertencera ao suprimido Recolhimento do Coleginho, sendo que para substituir o do Coleginho fora cedido outro arcaz que se encontrava no Palácio da Ajuda. Contém o auto de entrega datado de 24 de Junho de 1935 de diversos objectos provenientes das Capelas dos Hospitais Civis de Lisboa à Irmandade de Nossa Senhora da Luz, erecta na igreja com o mesmo nome sita no Largo da Luz, na freguesia de Carnide em Lisboa, realizado no edifício do extinto Convento das Trinas. Contém igualmente dois ofícios do Director Geral da Fazenda Pública informando que, por despacho ministerial de 8 de Junho de 1935, foram cedidos objectos de culto à Irmandade de Nossa Senhora da Luz provenientes da igreja do Coleginho (um arcaz, seis tocheiros e alguns castiçais), bem como toalhas e vários tecidos provenientes do antigo Convento das Trinas, situado na Rua Sara de Matos, em Lisboa.
Trata-se do empréstimo de 100.000 contos destinado a: 1) Aeroporto (20.000 contos); 2) Prolongamento da Av. Almirante Reis e à Estrada da Encarnação (10.000 contos); 3) Parque florestal de Monsanto - fase inicial (20.000 contos); 4) Urbanização da zona do novo Hospital Escolar (6.000 contos); 5) Transferência da fábrica de gás das proximidades da Torre de Belém para a Matinha (6.000 contos); 6) Arranjo da Av. da Índia e da Praça do Império (8.000 contos); 7) Urbanização da encosta da Ajuda e do Restelo - fase inicial (15.000 contos); 8) Saneamento do caneiro de Alcântara e Av. de Ceuta - fase inicial (7.000 contos); 9) Urbanização das casas económicas a construir pelo Governo (8.000 contos); 10) Construção de 1.000 casas desmontáveis em colaboração com o Estado (5.000 contos); 11) Ligação da auto-estrada a Lisboa (8.000 contos); 12) Construção de novos mercados: S. Bento, Belém, Poço dos Mouros, etc. (6.000 contos); 13) Estrada da circunvalação de acesso aos novos aquartelamentos a construir na periferia de Lisboa (6.000 contos); 14) Construção das grandes artérias radiais e transversais destinadas a descongestionar o tráfego na parte central da cidade, incluindo a ligação do aeroporto à base de aviação de Cabo Ruivo (10.000 contos); 15) Trabalhos de urbanização (10.000 contos); 16) Material para aperfeiçoamento do serviço de limpeza e regas e de transporte de carnes (5.000 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo, II série, de 17 de Novembro de 1939.
Entrega de bens, nos termos do Decreto n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja e benefício paroquial da freguesia do Luso, concelho de Mealhada, distrito de Aveiro, nomeadamente a igreja paroquial; a Capela de Santa Eufémia no lugar da Lameira de Santa Eufémia; a Capela de São Sebastião no lugar de Barrô; a Capela de São João Baptista no lugar de Louredo; a Capela de Nossa Senhora da Piedade no lugar de Várzeas; a Capela de Nossa Senhora do Carmo no lugar do Monte Novo; a Capela de Santo António no lugar do Luso; a Capela de São João no lugar de Luso; a Capela de Nossa Senhora da Ajuda no lugar de Salgueiral; a Capela de São Pedro no lugar de Lameira de São Pedro; a Capela do Senhor da Serra no lugar de Casal das Portelinhas com todas as suas dependências, móveis, paramentos e imagens devidamente discriminados no auto de entrega incluso, lavrado a 28 de Outubro de 1959.
Entrega de bens à Fábrica da Igreja Paroquial da freguesia de São Pedro de Óbidos, concelho e distrito de Óbidos, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940. Dos bens entregues constam uma casa que serviu de celeiro de São Pedro, um terreno que serviu de celeiro de São Tiago e o capital de 28 escudos e 800 reis. Do pedido inicial constavam também os seguintes imóveis: Igreja matriz da freguesia de São Pedro, situada na vila de Óbidos; igreja de São Tiago, na vila de Óbidos; capela de Santo Antão, extra-muros; capela de Santa Iria, extra-muros; capela de Santa Luzia, situada no lugar da Usseira; capela de Santa Ana, sita no lugar do Pinhal; capela da Senhora da Ajuda, situada no lugar das Gaeiras e capela da Senhora da Conceição, situada no lugar de Trás do Outeiro. Relativamente à Igreja de São Tiago é considerada «parcela dum conjunto representado pelo Castelo de Óbidos, deste modo integrada no Património Artístico Nacional, representativa duma época longínqua da nossa história, monumento 'dos mais antigos que possuimos; de certo valor e beleza...' », conforme ofício de 20 de Março de 1950 do Conservador dos Palácios e Monumentos Nacionais da zona de Leiria.
Entrega de bens à fábrica da igreja e ao benefício paroquial da freguesia de Alviobeira, concelho de Tomar, distrito de Santarém, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940. Pelo auto lavrado a 21 de Janeiro de 1943 foram entregues o edifício da Igreja que confronta todos os lados com o adro; a Capela pública na Senhora da Ajuda, em Ceras; assim como os objectos de culto da igreja e da capela devidamente identificados. Por auto lavrado a 11 de Setembro de 1943 foi entregue ao benefício paroquial uma casa de habitação e quintal destinados a passal do pároco e à fábrica da igreja paroquial uma terra de mato e pinheiros na Cabeça da Pia, freguesia de Alviobeira. Por auto lavrado a 20 de Abril de 1944 foram entregues inúmeras oliveiras dispersas por várias propriedades à fábrica da igreja paroquial. Finalmente, por auto lavrado a 5 de Junho de 1944 foi entregue uma terra de mato e 26 oliveiras no sitio do Ribeiro do Perro, limite de Ceras.
Manuscrito. "Pasta nº 2 Cazal nº1 AD". Este documento estava na caixa “Pasta nº2 Anno 1841”, que contém CP 13108 a CP 13142. Testamento do 6º morgado Baltasar Pinheiro Lobo. Anterior 1679? O testamenteiro é António Machado da Guerra, seu pai, nomeado seu herdeiro (situação impossível porque o Morgadio de Pindela tinha o património vinculado e não poderia passar para o seu pai). No testamento declara pretender um funeral com bastante magnificência, acompanhado das irmandades de Santa Casa da Misericórdia e de Santa Cruz e da Ordem dos Terceiros, doze pobres, cinquenta clérigos com o pároco e corais da Sé; e ser sepultado na Capela de Santa Catarina, no claustro da Sé de Braga. Contempla muitos dos seus parentes mais íntimos e os caseiros de Pindela com bens móveis; a quinta de Santa Olaia de Tenões, prazo da Sé de Braga para o seu primo João Machado de Vasconcelos, clérigo; a sua casa na Rua S. João do Souto com os pertences deixa ao seu irmão João Machado Fagundes (na altura estava preso); E de quem se confessa devedor e estipula medidas para pagar, e reserva 50 mil reis para o filho "Virissimo", como "ajuda para se ordenar clérigo".
Fotografia de grupo de amigos num petisco no extinto "Nicho" (antiga fonte na serra do Mendro, a cerca de 2km de Vidigueira, onde era habitual ir buscar água, onde se vendia fruta da época e onde se faziam petiscadas). Sentados, da esquerda para a direita, podemos ver Roberto Caetano (pai de Idália e Mariana) apertando a mão a Francisco Arrojado ("Tica"), seguindo-se José António Coxinho (avô de Sara e André Horta), Sebastião José Ramalho Pires (pai de Teresa e António Pires), Modesto Fiel (pai das doadoras), José Domingos Alvorado (pai de Francisca e Fátima Prego Alvorado), Manuel Lúcio ("Florinhas"), Francisco José Coxinho Penas (pai de Carla e Maria Guilhermina Penas), Victor Arrojado (pai de Sandra e Carmem Arrojado) e Manuel Júlio Covas (pai de António e Benta Covas). Atrás, em pé, da esquerda para a direita, vemos José Trole Leão (pai de Célia Leão), Francisco Caetano Franganito, António Manuel Prego Pinto, António Francisco Silva ("Cuba"; pai de Nelson e Joel Silva), seguido do cunhado António Manuel Bonito Covas (avô materno de Ana Lino) e a pequena Carmem Arrojado. No verso está presente um carimbo onde se lê "Reportagens Fotográficas de Miguel Oliveira - Trav. Boa-Hora à Ajuda, 3 r/c-E - Rua Rio Seco - Lisboa".