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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre a aprovação de estatutos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Justiça.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o requerimento de Manuel António Valentim, preso na cadeia de Abrantes, em que pede da pena de 12 anos de trabalhos públicos na alternativa de 6 anos de prisão celular seguida de 12 anos de degredo, a que foi condenado pelo crime de homicídio.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre a arrematação de um domínio direto.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre a interpretação dada pela direção do montepio oficial ao artigo 2.º da portaria de 17 de junho de 1873, referente à percentagem de mais 25% no ordenado a cada 10 anos de serviço efetivo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido de anulação da arrematação de um prédio enfitêutico.
Esclarece três equívocos da carta de Alfredo Pimenta, sobre Guerra Junqueiro, sobre uns artigos que Alfredo Pimenta supunha serem-lhe dirigidos e sobre questões internas da Causa Monárquica. Faz referência às disputas internas da Causa e revela que foi expulso.
Pede a Alfredo Pimenta que comente, na «Tribuna Livre». a exposição que junta. Relata os factos provocados por um artigo seu sobre os curandeiros, pelo qual o delegado de saúde de Ponte de Lima se terá sentido atingido e que resultou no recurso ao tribunal.
Declara o orgulho sentido por ter recebido uma carta de Alfredo Pimenta. Afirma a sua oposição ao regime monárquico.
Critica o comunismo a propósito do artigo de Alfredo Pimenta publicado n’ “A Voz”. Defende os princípios defendidos pelos alemães e acusa os britânicos e norte-americanos. Considera que o governo deveria ordenar à censura para proibir relatos dos avanços bolchevistas.
Fábrica de tecidos de seda e algodão. Etiqueta para indicação de referência, largura e metros.
Apresenta-se como estudante e pede a Alfredo Pimenta um exemplar do seu livro “História de Portugal”.
Alfredo Pimenta nasceu na Casa de Penouços, freguesia de S. Mamede de Aldão, nas franjas da cidade de Guimarães, a 3 de Dezembro de 1882, numa família de médios proprietários rurais. Viveu depois alguns anos em Braga e voltou à cidade natal em 1892; aí frequenta o Colégio de S. Nicolau no Beringel, onde teve como mestre ‘admirável’ o Cónego José Maria Gomes. Recebeu, em 1893, o prémio da Sociedade Martins Sarmento para o melhor aluno da instrução primária. Órfão de pai e mãe aos dez anos, do seu conselho de família fizeram parte, além do tio Silvestre Pimenta, o médico Dr. Matos Chaves e o também médico e escritor Dr. Joaquim José de Meira, em quem encontrou um amigo. A sua curiosidade leva-o a frequentar a biblioteca da Sociedade Martins Sarmento e a da família Meira. Estabelece laços de amizade com João e José de Meira, cedo desaparecidos, e com Alfredo Guimarães e Eduardo de Almeida, até ao fim da vida. Colabora durante vários anos no Comércio de Guimarães e, com Eduardo de Almeida, funda a revista literária O Burgo Podre. Terminado o Liceu, matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1899); aí convive com os vimaranenses D. José Ferrão e Raul Aboim. Casa (1904) com uma senhora coimbrã, D. Adozinda Soares de Brito de Carvalho, de quem tem três filhos: Maria Adozinda, Alfredo Manuel e Maria Gracinda; dos dois mais velhos tem descendência. Em 1904 representa os republicanos de Guimarães no Congresso do Partido Evolucionista, em Coimbra. Entusiasma-se com o estudo da filosofia e da sociologia, envolve-se em actividades políticas e literárias, o que o leva a concluir o curso apenas em 1908. Abre então banca de advogado no Porto, mas desiludido, abandona a profissão e envereda pelo jornalismo e pela política. Em 1910 fixa residência em Lisboa. Chefia o gabinete de António Aurélio da Costa Ferreira, então Ministro do Fomento. Enfileira no Partido Evolucionista, de que redige o Manifesto. É Professor no Liceu Passos Manuel. Vai sempre publicando obras. Nas vésperas do 14 de Maio de 1915, decepcionado, desliga-se do Partido Evolucionista e da República - com a única mágoa de se separar de Guerra Junqueiro - e defende a solução monárquica. Em 1918, durante o consulado de Sidónio Pais, e com o apoio do 2º Conde de Margaride, apresenta-se como candidato monárquico a deputado por Guimarães, renuncia, porém, em favor de Oliveira Salazar, que, uma vez eleito, se retira. Profere inúmeras conferências, continua a colaboração em diversos jornais, publica também poesia. Demarca-se do Integralismo Lusitano, funda a Acção Tradicionalista Portuguesa e posteriormente a Acção Realista. Escreve regularmente no Diário de Notícias o ‘rodapé’ «Cultura Estrangeira - Cultura Portuguesa», n’A Época assina a «Tribuna Livre» que continua n’ A Voz. Recebe em herança de seu tio Padre João Pimenta a Casa da Madre de Deus, «na família, desde, pelo menos, 1762», de fronte da capela de Nª Sª da Madre de Deus de Fora, que transforma de «coisa rústica, sem livros, sem jardim, sem flores, nem sorrisos» numa casa com alma, aberta aos seus amigos, onde instala a sua «livraria de Mumadona» e prossegue incansável o seu trabalho. Em 1931 é nomeado 2º Conservador da Torre do Tombo e Director do Arquivo Municipal de Guimarães (sem remuneração); ao Arquivo, apesar de concelhio, é dada categoria de distrital. Organiza então um vasto espólio constituído principalmente pelos valiosos documentos que o Cabido da Colegiada de Guimarães implacavelmente conservara, resistindo à ordem liberal que mandava reuni-los na Torre do Tombo. Recebidos em cestos de verga nas instalações primeiramente atribuídas, em dois anos, ele e seu irmão Rodrigo, sistematizaram mais de cem mil espécies, do séc. XII ao séc. XIX. Fundou o Boletim de Trabalhos Históricos, com o fito da dar a conhecer os documentos do Arquivo, que ainda hoje se publica. Passa então todos os anos 4 meses em Guimarães. Entretanto apoia Alfredo Guimarães na criação do Museu de Alberto Sampaio. Em 1949 é nomeado Director da Torre do Tombo. Dedica grande parte do seu tempo ao estudo da História publicando diversas obras notáveis entre as quais os Elementos de História de Portugal, destinados ao ensino secundário, onde inova quanto ao método de ensino. Muitas das mais de centena e meia de obras suas publicadas estão relacionadas com a cidade de Guimarães, nomeadamente Os Vimaranis Monumenta Historica e a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães (1936), A Data da Fundação da Nacionalidade - 24 de Junho de 1128 (1939), entre outros. Alfredo Pimenta morreu a 15 de Outubro de 1950, em Lisboa, acabado de regressar de Guimarães. No ano seguinte a sua família, dando cumprimento ao desejo várias vezes expresso, leva os seus restos mortais a repousarem na Capela de Nª Sª da Madre de Deus, com todas as licenças civis e eclesiásticas, acompanhado de governantes e forças vivas e grande número de vimaranenses. A Associação Central da Agricultura Portuguesa mandou, pouco depois da sua morte, inscrever na fachada granítica da Casa da Madre de Deus uma homenagem da lavoura portuguesa «ao pobre lavrador vimaranense que uniu no mesmo abraço cristão o amor à terra e aos humildes que a trabalham». Em 1951 é dado o seu nome a uma das principais artérias de Guimarães e o Arquivo Municipal passa a designar-se ´Arquivo Municipal Alfredo Pimenta´. Em 2003 é condignamente instalado no Palácio dos Navarros de Andrade.
O registado: José (exposto) Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: desconhecida Pai: desconhecido Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: desconhecida Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Faz referência a uma carta antiga de Alfredo Pimenta e à convicção que tinha sobre Alfredo Pimenta ter vivido, em tempos, na Foz. Relata a sua passagem pela vida política. Queixa-se dos dissabores e refere a morte do filho.
Trata de uma avaria de um rádio. Contém um P.S. com recomendações para o alveitar técnico.
Trata do caso do sobrinho a quem foi descida a média.
Esclarece a situação do sobrinho reprovado no exame. Tece comentários sobre Carvalho Santos. Pede a atenção de Alfredo Pimenta para o caso da atribuição da bolsa de estudo ao filho.
Revela a reacção do sobrinho ao caso. Conta que falou com Pires de Lima sobre a bolsa do filho.
Manifesta a sua confiança de que a intervenção de Alfredo Pimenta ajudará no sucesso da atribuição da bolsa ao filho.
Informa que a carta de Alfredo Pimenta para Pires de Lima foi entregue ao filho de Armando Cortesão. Contém uma cópia da carta enviada a Alfredo Pimenta por Armando Cortesão a relatar o caso da reprovação do filho.
Comunica o envio de um resumo da “Suma Oriental”. Dá informações sobre a venda da edição.
Revela várias informações depreciativas de Carvalho Santos.
Pede a intervenção de Alfredo Pimenta para conseguir um trabalho.
Envia uma carta que recebeu de Lamego e o número da revista Águia.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre a obrigação do pagamento da contribuição de registo, por transmissão de herança.
Morada: Carvalhal Alvaredo
Morada: Lugar dos Raposos
Morada: Bouços Prado
Morada: Gaia S.Paio
Morada: S.Cristo Vila Matrícula antiga: MLG 28-20
Morada: Pomares Paderne
Morada: Pombal S.Paio
Morada: Cavaleiros Rouças Matrícula antiga: MLG 21-87
Morada: Cavaleiros Rouças Matrícula antiga: MLG 01-64
Morada: Requeijo Rouças
Morada: Esquipa Cristóval
Morada: Igreja Chaviães
Morada: Tapada Chaviães
Morada: Fonte Chaviães
Morada: Ferreiros Paderne Averbamentos: Transferido em 24/Agosto/2003
Morada: S.André S.Paio
Morada: Val Chaviães
Morada: Lages Chaviães
Morada: Gondufe Chaviães
Morada: Chaviães Averbamentos: Substituição de matrícula em 2007/05/02 para o n.º 99-CN-88 Matrícula antiga: 1 MLG 28-83 Inclui matrícula e registo de velocípedes com motor, livrete e seguro automóvel
Morada: Prado - Melgaço Matrícula antiga: MLG 15-56
Morada: Ferreiros - Prado Matrícula antiga: MLG 16-59
Morada: Carvalhal - Alvaredo Averbamentos: Transferida em 17 de Fevereiro de 1993 para José Alberto Lourenço. Matrícula antiga: MLG 21-13
Morada: Rua Nova de Melo - Vila Matrícula antiga: MLG 28-52
Morada: Granjão - Paderne Matrícula antiga: MLG 27-47
Morada: Portela - Remoães Averbamentos: Transferida em 30 de Maio de 2003 para José de Jesus Oliveira. Passada a certidão do registo em 30 de Novembro de 2006. Matrícula antiga: MLG 15-69
Morada: Lobiô - Rouças Averbamentos: Passada a 2.ª via do librete em 21 de Agosto de 1981. Transferida em 3 de Fevereiro de 1993 para José Alberto Duque. Transferida em 4 de Novembro de 1998 para Fernando de Jesus Domingues. Matrícula antiga: MLG 28-14
Morada: Barreira - S. Paio Averbamentos: Transferida em 27 de Novembro de 1995 para Arcílio José de Carvalho. Transferida em 5 de Agosto de 1997 +para Domingos Manuel de Araújo Gonçalves. Matrícula antiga: MLG 26-11
Morada: Jugaria - Fiães Averbamentos: Transferida em 15 de Março de 1993 para Rui António Alves Pires. Matrícula antiga: MLG 23-85
Morada: Sá - Paços Averbamentos: Transferida em 16 de Agosto de 1989 para Manuel Faustino Alves. Transferida em 7 de Maio de 1992 para David Anselmo de Castro. Matrícula antiga: MLG 21-54
Morada: Ranhado - Cristóval Matrícula antiga: MLG 16-02
Morada: Chaviães Matrícula antiga: MLG 10-50
Morada: Baralha - Chaviães Averbamentos: Transferida em 31 de Julho de 1991 para Prazeres Dourado Barbosa. Transferida em 23 de Abril de 1992 para Manuel Barbosa Gonçalves.
Morada: Alcobaça - Lamas do Mouro Matrícula antiga: MLG 26-87
Morada: Prado Matrícula antiga: MLG 26-76
Morada: Chaviães Matrícula antiga: MLG 01-15
Morada: Outeiro - Chaviães Matrícula antiga: MLG 22-03
Morada: Soutomendo de Baixo - Fiães Matrícula antiga: MLG 15-27
Morada: Outeiro - S. Paio Matrícula antiga: MLG 13-35
Morada: Vila Averbamentos: Transferida em 14 de Setembro de 1998 para Deolinda Augusta Alves. Matrícula antiga: MLG 26-79
Morada: Tapada - Chaviães Averbamentos: Transferida em 23 de Julho de 1993 para Manuel Fernando Esteves. Matrícula antiga: MLG 21-48
Morada: Breia - Prado Matrícula antiga: MLG 16-11
Morada: Parada - Chaviães Matrícula antiga: MLG 19-42