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O álbum contém 118 documentos fotográficos, produzidos em diferentes contextos e datas nomeadamente aquando da comemoração dos 53 anos e 70 anos da fundação do Clube, respetivamente, confraternizações, atividades teatrais, desportivas, e da banda e ainda um conjunto de fotografias individuais [dos sócios].
Contém os seguintes artigos: "Homenagem a José Régio e a Jorge Reis"; "Ouvindo Jorge Reis numencontro em Paris"; por Maria Lamas, tem uma fotografia dos dois (artigo incompleto); "Alguns problemos do realismo ao José Fernandes Fafe", por Gastão Cruz; "Uma História da literatura inglesa", por Jorge de Sena; Contém fotografia de Jorge de Sena; Artigos incompletos;
Retrato familiar de Manuel Bernardo Janeiro e Catarina Janeiro (bisavós maternos da doadora) com os respectivos filhos, José Cândido Janeiro (11 anos de idade) e Palmira Janeiro (aos 13 anos de idade; avó da doadora). Fotografia tirada na vila de Cuba, onde residiam. O verso da fotografia apresenta carimbo onde se lê: “Foto Império - Rua Angelina Vidal, 14 - Telef. 847953 Lisboa - N.º 13076”.
Fotografia dos pequenos irmãos Fialho Pulido onde podemos ver, da esquerda para a direita, Domingos Martins Fialho Pulido e a irmã Maria José Fialho Pulido (mãe da doadora), em pé, de mão dada, apoiados a um pequeno cadeirão de verga. Na parte superior da fotografia constam, inscritos a caneta, os nomes de “Domingos e M. José”.
Fotografia do militar José dos Santos, natural de Selmes, participante na Primeira Grande Guerra. No verso pode ver-se, inscrita a caneta, a seguinte informação que permite identificar a pessoa e a datação: “José dos Santos oferece a sua fotografia como prova de estima a sua muito querida irmã Maria Ignácia. França, 12-12-1917”.
Fotografia de militares, na qual podemos ver, da esquerda para a direita, o doador, Aires Oliveira com António Paixão (ambos de Selmes). A fotografia foi captada entre os anos de 1957 e 1958, aquando do cumprimento do serviço militar na Base Aérea 6 do Montijo.
Fotografia de grupo onde encontramos, da esquerda para a direita, Sebastião Marques (“Panelas”), Francisco Domingos, o motorista cujo nome se desconhece e Sebastião Alvorado (marido da doadora). No verso está presente a seguinte inscrição que nos permite localizar e datá-la: “Esta fotografia foi tirada em 14-5-1960 em Coimbra”.
Fotografia da jovem Natércia Borges Lança, usando vestes religiosas (de anjinho), por ocasião de uma procissão. No verso constam dois carimbos referentes ao fotógrafo ou casa de fotografia. Num deles pode ler-se: “Instanta - Lisboa” e no outro “A. Pinto Esteves - Vidigueira”.
Fotografia de grupo feminino, na qual podemos ver, da esquerda para a direita, Cândida Carapinha, Alice (mãe de Carlos Carapinha), Francisca Maia, Ana Maria Maia, Joaquina Goes, Caetana Oliveira, Mariete Oliveira, Mónica Carapinha, Noémia Goes, Carlos Carapinha (filho de Alice) e Goes (“Malhota”). A fotografia foi tirada no quintal de Cândida Carapinha (sogra de Maria Rita Marreiros, doadora) em altura de Carnaval.
José Mendes Carvalho com a esposa Maria Cândida Ramalho e o sobrinho José Mendes Pereira (pai da doadora). No canto inferior direito do cartão onde assenta a fotografia encontramos gravada referência ao fotógrafo ou casa de fotografia onde se pode ler: “Armando Silva Photo - Caldas da Rainha”.
Fotografia familiar onde podemos ver o casal António José Guerreiro Caetano e Maria Paula Santa Rita Guerreiro Caetano com os filhos Diogo Guerreiro Caetano e Cristina Guerreiro Caetano. A fotografia foi captada em Viana do Castelo tendo como pano de fundo o Santuário de Santa Luzia ou Templo do Sagrado Coração de Jesus.
António Palma e Joel Goes Bacalhau descendo a escadaria junto à Basílica de Sacré Coeur (Sagrado Coração) em Paris. Este monumento francês é um templo da Igreja Católica Romana, símbolo do bairro de Montmartre, conhecido bairro boémio, o ponto mais alto da cidade. A fotografia possui carimbo no verso onde se pode ler “Fotografia Ferreira – Beja”.
Fotografia em que se pode ver, duplamente, José Joaquim Rosa Mendes, pai da doadora, registando como fotógrafo amador um ataque a si próprio e pedindo misericórdia. O representado era apaixonado por fotografia, daí a presença deste tipo de registos, pouco usuais na altura.
Fotografia de amigas na qual podemos ver, da esquerda para a direita, Virgínia Batuca e Maria Pavanito. No verso da fotografia podemos ver a seguinte inscrição: “Tirado aos 19 anos. Virgínia Maria Estrela Batuca e Maria Ermelinda Pavanito. Vidigueira, 12 de Julho de 1940”.
Fotografia tirada no interior de uma habitação, no quintal, onde se destaca, ao centro, o doador do presente registo, João Baião. Do lado esquerdo podemos ver uma mulher, cuja identidade se desconhece. Destaque para os vários objectos do quotidiano presentes na fotografia.
Retrato feminino de Maria Carlota Fragoso Baião (esposa de Eduardo dos Santos Lança) sentada num cadeirão de verga. No verso do cartão onde se encontra a fotografia, inscrita a caneta, podemos ler a seguinte informação: “Com mil beijos ofereço aos meus queridos tios a minha fotografia tirada aos 16 anos de idade. Vidigueira, 1-10-1929. Maria Carlota F. Baião”.
Retrato feminino de Luísa Maria Garcia. No verso encontramos a seguinte informação inscrita: “Luísa Maria Garcia que criou minha santa esposa e veio para minha casa a 18 de Agosto de 1919”. Na parte inferior do cartão onde assenta a fotografia podemos ver referência ao fotógrafo ou casa de fotografia podendo ler-se “A. Rosa Photographo”.
Fotografia de crianças, de nome Arlete e Reinaldo de Brito Reis, naturais de Safara, primos de João Domingos Carvalho Baião (doador). No verso da fotografia podemos ler a seguinte inscrição: “Aos seus estimados tios e primos como testemunho da amizade oferecem Arlete e Reinaldo de Brito Reis. Safara, 13-5-1916”.
Fotografia tirada junto à fachada da Mercearia Barradas, estando visível o canto da casa da D. Maria de Aires (do lado esquerdo), ainda sem os azulejos amarelos que a individualizam, e a bica da cascata, ao fundo. São visíveis várias crianças a circular. Fotografia original cedida pelo Sr. José Augusto Barradas ao Museu Municipal de Vidigueira.
Escola Básica e Integrada Frei António das Chagas em Vidigueira. Remonta, possivelmente, ao princípio da década de 80 do século XX. No canto inferior esquerdo consta a seguinte inscrição referente ao fotógrafo ou casa de fotografia: "Fonseca - Beja". Fotografia proveniente da Fotopax de Beja.
Fotografia de irmãos, podendo ver-se, da esquerda para a direita, José dos Anjos Marreiros e Manuel António Marreiros, posando junto a uma carroça com depósito. No verso da fotografia pode ver-se a seguinte informação: “José dos Anjos e Manuel António”.
Fotografia feminina de Joaquina Pedreiro Dias (Ramalhinho), com fundo com motivos decorativos florais, estando a seu lado uma cadeira que ostenta um vaso de flores. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: "Fotografia tirada em 20-9-45 - Joaquina Pedreiro Dias", que nos permite datá-la com precisão.
Fotografia de amigos, na qual podemos ver, da esquerda para a direita, António Figueira Campião (pai da doadora) e José Navalhinhas (de Selmes). No verso da fotografia pode ver-se inscrita a seguinte informação: "Tirado na Feira da Vidigueira, no dia 12 de Julho de 1943. Campião e José Navalhinhas".
Fotografia de irmãos. Podemos ver duas jovens meninas, da esquerda para a direita, Francisca da Conceição Fialho e Ana Josefa Fialho e, à frente delas ao meio, o menino António Jacinto Fialho. Abaixo da fotografia, no cartão onde esta se encontra afixada, podemos observar a seguinte inscrição gravada: “A.C. Fragoso – Vera Cruz”.
Fotografia de casal com casal de crianças. Observa-se na fotografia, da esquerda para a direita: Aires José Mota, José Carlos Mota, Custódia Mota e Maria Relíquias Doutor. No verso, está presente um carimbo onde se lê: “Selecção Fotográfica – Rua da Misericórdia 17 1º Esq. Lisboa”.
Manuel Almeida com a mulher Ana Pulido Garcia e a filha Maria Teresa. Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “E. Knopfli - Photographo”. Possui no verso, ao centro, marca ou símbolo da casa de fotografia onde se pode ler, mais uma vez, “E. Knopfli - Photographo”.
Fotografia em que surgem sete meninas, primas, alinhadas da esquerda para a direita segundo ordem decrescente de alturas. A primeira trata-se de Idalina Barradas, seguida de Mariana Barradas, Francisca Barradas, Maria José Carrinho e desconhecidas. Foi tirada no início da década de 1930. Fotografia original doada ao Museu Municipal de Vidigueira pelo Sr. José Augusto Barradas.
Maria dos Santos Garcia Pulido com o filho Francisco Pulido Garcia. Datada de 1870. Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “E. Knopfli - Photographo”. Possui no verso, ao centro, marca ou símbolo da casa de fotografia onde se pode ler, mais uma vez, “E. Knopfli - Photographo”.
Dr. João Pulido de Almeida (filho de Ana Pulido Garcia, casado com Adélia, irmã do Visconde de S. Clemente de Basto, de Gandarela de Basto). Possui no cartão onde se encontra afixada a fotografia, logo abaixo desta, à direita, marca ou símbolo da casa de fotografia que se apresenta pouco perceptível podendo ler-se: “Medina / Photo… / R. 3 de Janeiro… Porto”.
Maria da Paz Pulido Garcia ("tia Marquita"). Datada entre 1860 e 1870. No verso do cartão onde se encontra a fotografia, a preenche-lo, encontramos marca ou identificação da casa de fotografia, podendo ler-se: “Conde de Lipa – Fotogº de S.S.M.M.Y.A.A.”.
Maria da Paz Pulido Garcia ("tia Marquita"). Datada da década de 1880. Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “E. Knopfli - Photographo”. Possui no verso, ao centro, marca ou símbolo da casa de fotografia onde se pode ler, mais uma vez, “E. Knopfli - Photographo”.
Domingos Pulido Garcia. Vidigueira, 1894. Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “Sartoris - Coimbra”. Possui no verso, a preenche-lo, marca ou símbolo da casa de fotografia onde se pode ler, mais uma vez, “J. Sartoris – 47 Rua das Figueirinhas e Corpo de Deus 97, Coimbra”.
Maria Pulido y Pulido (irmã de Sebastião Pulido Garcia presente na fotografia 000022). Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “Photo Arte gerência de Silva Nogueira – Rua de D. Pedro V, 18 Lisboa”.
João Pulido Garcia. Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “E. Knopfli - Photographo”. Possui no verso, ao centro, marca ou símbolo da casa de fotografia onde se pode ler, mais uma vez, “E. Knopfli - Photographo”.
Caetana Rosa Carneiro (Pulido). Possui na parte inferior do cartão onde se encontra afixada a fotografia, identificação de fotógrafo onde se pode ler: “E. Knopfli - Photographo”. Possui no verso, ao centro, marca ou símbolo da casa de fotografia onde se pode ler, mais uma vez, “E. Knopfli - Photographo”.
Fotografia de José António Bentes Costa Elias durante a mobilização para a Guerra do Ultramar, em M` Pozo, província de Zaire, em Angola. O militar surge posando para a fotografia com uma catana em cada mão, em momento de descontracção. O verso contém carimbo onde se pode ler: “Foto Cinderela - S. Salvador?”.
Retrato de criança, mais concretamente, de Maria Francisca Carvalho Caetano. Encontra-se sentada num canapé de madeira, segurando um ramo de flores na mão. No cartão onde se encontra a fotografia, mais concretamente na parte inferior esquerda, podemos ver a seguinte inscrição: “Fotografia Albuquerque / Rua Cadeia Velha 33 Beja”.
Ampliação de fotografia de Manuel Francisco Coxinho Rocha, inicialmente tirada em 1946, numa barraca da feira em Vidigueira quando esta se realizava por cima do mercado municipal, onde existe actualmente o jardim Frei António das Chagas. No canto inferior direito consta marca do fotógrafo ou casa de fotografia onde foi efectuada a referida ampliação e reprodução podendo ler-se “F Mourato 1955 Moura”.
Fotografia de casamento de José António Palma Caetano e Maria Teresa Borrego Linhã de Oliveira Leite realizado em Almada no ano de 1955, podendo ver-se o casal recém casado à saída da igreja. No verso, no canto inferior direito, consta impressão com referência ao fotógrafo ou casa de fotografia: “Fotex – Rua Olivença 7 Almada, Cliché n.º 5504-16”.
Fotografia de amigos, podendo ver-se, da esquerda para a direita, José Mendes Pereira, o Dr. Joaquim Jorge de Carvalho e António João Contente. No verso da fotografia está inscrita a caneta a data de “Agosto de 1926”. Consta, igualmente, um carimbo no canto superior esquerdo do verso, podendo ler-se: “João Penim Fotógrafo – Caldas da Rainha”.
Fotografia das irmãs Natércia e Noémia Borges Lança (da esquerda para a direita), usando vestes religiosas em altura de procissão, em Vidigueira, na década de 60 do século XX. No verso consta um carimbo referente ao fotógrafo ou casa de fotografia onde se pode ler: “Instanta - Lisboa”.
Agradece a visita a S. Miguel de Seide e à Casa do Vinhal. Diz que tenciona escrever sobre Seide para a Ilustração Portuguesa e solicita fotografia de JAM, planta e fotografia da fachada antiga da casa de Seide e reprodução de objetos do escritor. Carta manuscrita assinada, da Póvoa de Varzim.
Fotografia p&b. Fotografia de almoço com Daniel Rodrigues e outros. Nota manuscrita no verso ”Of. Ao Exmo S. Dr. Daniel Rodrigues como lembrança do almoço realizado no restaurante Tavares em 26 Novembro 1924, e of. Por sua Exª ao pessoal do seu gabinete quando Ministro das Finanças. João Carlos Marques”.
Fotografia do altar da Igreja de Nossa Senhora dos Mártires com seis anjos na sua escadaria, destacando-se os dois anjos de Nossa Senhora da Boa Viagem que estão situados no topo da escadaria. Esta fotografia foi tirada durante as festas de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Fotografia tirada da torre da Igeja Matriz, vendo-se uma grande parte da vila e ao fundo o rio Tejo. Como já se vê o posto de transformação de energia eléctrica pode dizer-se que a fotografia foi tirada nos anos 30.
A inundação ocorrida neste ano invadiu a parte baixa da vila e como a fotografia ilustra toda a rua do Tejo está intransitável, apesar de se notar que as águas estão a descer. Esta fotografia foi tirada da traseira de um edifício da Rua Luís de Camões, vendo-se o grande caudal do rio e um conjunto de barcos atracados num quintal
Fotografia tirada da margem sul do rio Tejo, talvez de cima da ponte ferroviária. Pelo caudal dos rios Tejo e Zêzere pode concluir-se que a fotografia foi tirada no Outono ou Inverno. Além disto ainda se pode observar na foz do rio Zêzere um varino ancorado.
Cartaz promocional da Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem / Festa do Concelho do ano de 2003. A fotografia apresentada no cartaz intitulada "Anfiteatro de Benção" da autoria de Arnaldo Vasques, mereceu o 3.º prémio no concurso de fotografia "Retratos da Festa", de 2002.
Cartaz promocional da Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem / Festa do Concelho, realizada nos dias 15, 16 e 17 de Abril de 2006. A fotografia presente no cartaz da autoria de João Paulo Santiago e intitulada "Constância no Coração" mereceu o 1.º prémio do concurso de fotografia "Retratos da Festa", de 1995.
Fotografia concorrente ao Concurso de Fotografia subordinado ao tema "Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem/Festas do Concelho 93" Autor: Jorge Manuel da Silva Duarte Gonçalves Inscrições no original: Título: O Velho e o Novo/pseudónimo - Zanzibar. Rua/Local: Rio Zêzere
Fotografia concorrente ao Concurso de Fotografia subordinado ao tema "Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem/Festas do Concelho 93" Autor: Elsa Jofre Pereira Dias Ferreira Inscrições no original: Título: O choro da festa/Pseudónimo:Belisa. Rua/Local: Rua dos Ferreiros
Fotografia da Mário Duarte, primeiro guarda-redes do Clube de Futebol Os Belenenses. O verso contém uma mensagem dirigida ao COP, a assinatura de Mário Duarte e uma legenda do que se pode ver na fotografia, nomeadamente a sede, a bandeira, as taças e o próprio jogador.
Fotografia dos participantes no Curso de aperfeiçoamento e especialização em ciclismo, decorrido no ano de 1977, em Roma, e promovido pelo Movimento Solidariedade Olímpica. No verso contém indicações sobre o referido curso, o ano e a pertença da fotografia a Alves Barbosa.
Fotografia dos participantes na reunião, organizada pelo Secretariado do CONI, destinada aos secretários gerais e chefes de missão dos comités europeus decorrida em Roma entre 6 e 9 de Outubro. Portugal foi representado por António Roquette. No verso contém o carimbo do laboratório fotográfico onde a fotografia foi revelada.
Fotografia de Joseph Schmucker, treinador da equipa de atletismo dos Jogos Olímpicos de Amesterdão, em 1928. Incluída na nota biográfica do mesmo de novembro de 1927. Na fotografia está Joseph Schmucker com os elementos da polícia de Hamburgo, local onde exercia as funções de professor desde 1926.
Fotografia onde se visualiza, numa visita à savana de Gorongosa, dentro do veículo, em pé, o Governador-Geral de Moçambique, Contra-almirante Sarmento Rodrigues (primeiro, à esquerda, tirando uma fotografia ao leão) e o Comandante Sacramento Monteiro (segundo, à esquerda), e sentado, em cima do veículo, o 1º Tenente Pires da Mota.
Imagens da cerimónia de bênção da Primeira Pedra do Monumento a Cristo Rei. As fotografias mostram, entre outros aspetos da cerimónia, os carros à espera para transportarem os prelados e autoridades civis, a procissão solene de entrada do cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira acompanhado pelo cónego Carneiro de Mesquita e outros eclesiásticos, assim como uma mesa com um lavabo e o pergaminho com o auto de lançamento da primeira pedra. As fotografias foram marcadas com o carimbo do Secretariado e têm as palavras: "fora e excluída" no verso, o que indica que fizeram parte das fotografias que foram consideradas para ilustrar o livro Memória Histórica mas não foram escolhidas, provavelmente por terem menos qualidade que outras.
Correspondência entre Guilherme Braga da Cruz na sua relação pessoal de amizade e colaboração política com D. Duarte Nuno, duque de Bragança. Em alguns casos conservam-se ainda os envelopes pelos quais as cartas foram expedidas. Fotografias da visita a Coimbra dos príncipes do Liechtenstein em 30 de julho de 1958, feitas e oferecidas pelo duque de Bragança, e duas fotografias do encontro em S. Martinho da Gândara, folheto com a listagem de nomes de pessoas que ofereceram uma lembrança aos duques de Bragança, por ocasião das suas bodas de prata.
Reportagem fotográfica da peregrinação da Cruzada Eucarística das Crianças. As peregrinações anuais ao Santuário por ocasião da festa do Sagrado Coração de Jesus eram organizadas pelo P. Sebastião Pinto da Rocha na qualidade de diretor diocesano da Cruzada Eucarística das Crianças. Os gastos, nomeadamente com fotografias, eram registados no livro que serve de suporte à série PT-SCR/CEC/01. O anúncio desta peregrinação, assinado pelo P. Sebastião integra a série SCR-CEC/03. As Fotografias documentam vários momentos da celebração da missa nomeadamente o ofertório, vendo-se em duas delas o P. Sebastião Pinto da Rocha, assim como aspetos da procissão do Santíssimo Sacramento realizada em volta do pedestal do Monumento a Cristo Rei.
Folha com 2 fotografias do exterior da capela (s/data). Estudo de acesso de deficientes ao piso superior e sacrário (2012), composto por correspondência (1 fl) e 7 desenhos de escalas e formatos diferenciados. 43 fotografias da capela (19 fls, s/data). Projeto de alterações (construção da torre sineira), composto por declaração do técnico autor do projeto de arquitetura, termo de responsabilidade, estimativa de custos, fotocópia da identificação do técnico autor do projeto de arquitetura, memória descritiva e 22 desenhos de escalas e formatos diferenciados.
Duas informações de vistorias pedidas pela Cáritas ao Eng. António Lobato de Faria sobre bens imóveis rústico e urbano em Alverca e Fátima. A vistoria do terreno perto de Alverca tinha como objetivo a sua aquisição à Europa Filmes, para aí se construirem armazéns e um bairro para pessoal da Cáritas. Contém um anexo com 6 fotografias. A ida a Fátima teve como propósito a avaliação de uma moradia com terreno adjacente para compra, pertencente a Gertrudes Abelho. Não é indicado qual o destino a dar ao bem imóvel. Esta informação é acompanhada de 6 fotografias e as 6 peças desenhadas: planta da rotunda sul e planta do rés-do-chão.
Fotografias que retratam a Farmácia Feliz em diferentes épocas da sua existência, não apenas as suas instalações, mas também diversas máquinas e instrumentos pertencentes ao Laboratório de especialidades farmacêuticas.
Conjunto de fotografias que retratam a Farmácia Feliz em diferentes épocas da sua existência, não apenas as suas instalações, mas também diversas máquinas e instrumentos pertencentes ao Laboratório de especialidades farmacêuticas.
Fotografias do Diploma de homenagem à Farmácia Cunha – Ílhavo, feita pela Associação Comercial de Lisboa-Câmara de Comércio ao Comércio e Indústria Centenários em 12 de junho de 1958.
Fotografia captada na Igrejinha Nova (espaço anteriormente apelidado de Teatro Gama Herculano), em Vidigueira, aquando da dança “O Zorba”. Entre os participantes neste espectáculo podemos ver, da esquerda para a direita, Maria do Céu de Jesus Fialho, Ana Graça (de Pedrógão), Arsénio Pereira e Francisca de Fátima Efigénio (irmã de Gracinda Efigénio Pinto). O verso da fotografia apresenta carimbo onde se lê: “L. Rosa 133/65” ("L. Rosa" era a fórmula usada pelo fotógrafo amador vilafradense Luís Rosa Mendes na identificação das suas fotografias).
Fotografia de José António Gregório, atleta da equipa de luta greco-romana, representativa de Portugal nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960. Encontrava-se junto da nota de José Gregório para o COP. A fotografia foi enviada após ter sido emitida uma circular do COP solicitando fotografias das equipas nacionais que representaram Portugal nos Jogos, para serem publicadas no boletim trimestral, no número dedicado ao "Relatório do chefe de missão nos Jogos de Roma". Identificado no verso.
Fotografias do Curso de Farmácia de 1900-1901 - Coimbra, 28 de junho de 1930. Festa de confraternização dos cursos de farmácia realizada em Coimbra em 28 e 29 de junho de 1930. O banquete realizou-se em Vale de Canas. Fizeram parte da Comissão Organizadora da Reunião de Curso: António Antunes dos Santos, José Rodrigues Malva, António Luís de Paiva, Fernando Pimenta. Fotografia tirada por: Fotografia Gonçalves (Coimbra).
Documento
Fotografias de conjunto de embalagens de medicamentos, alguns destes produzidos na Farmácia Feliz de Mangualde. Entre as especialidades farmacêuticas expostas destaque para o óleo canforado, a ceda esterilizada, o vermífugo, sulfato de estricnina, reto-tampões, cola de zinco, o dynamol, pó dentífrico, vermífugo, e canfosene. Todos os medicamentos possuem na embalagem indicações relativas ao seu local de produção e o responsável pela Direção Técnica do mesmo. Algumas das embalagens possuem indicações terapêuticas e de administração do fármaco.
Acusa a receção do postal de Alfredo Pimenta com a imagem da Casa da Madre Deus e faz referência à bandeira da restauração hasteada. Informa que leu o artigo de Alfredo Pimenta e faz observações sobre os falsos monárquicos. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Trata do seu trabalho sobre os bispos, da alusão à ida de Pedro Álvares Nogueira para a Índia, do “Livro Preto” e da prisão de Alfredo Pimenta por ter hasteado, em sua casa, a bandeira da Restauração. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Justificação de ser um complemento e um aditamento ao projeto em execução. 1-Memória descritiva e justificativa de aditamento ao projeto em execução. Menciona que, por conveniência financeira e administrativa da câmara Municipal, juntam-se as medição das zonas das bancadas eliminadas do projeto inicial; da zona dos camarotes e respetiva cobertura; do arrelvamento e ensaibramento do recinto de jogos. Estas obras constituirão uma futura empreitada de acabamento do estádio, no valor de 2.600 contos. Assinado pelo engenheiro Manuel Oliveira Duarte. 2-Plantas do projeto de arquitetura: Planta nº 2 Bancada Coberta - planta ao nível da entrada. escala 1:200 assinatura autografa de Oliveira Duarte Planta nº 3 Bancada Coberta - planta ao nível dos camarotes. escala 1:200 assinatura autografa de Oliveira Duarte Planta nº 5 Planta dos balneários e lavabos. escala 1:100 assinatura autografa de Oliveira Duarte Duas plantas de engenharia. assinatura autografa de Oliveira Duarte 3- Ofício de Manuel Duarte a solicitar o pagamento dos honorários 4-Uma fotografia da maqueta do estádio municipal 5-Resumo do orçamento da conclusão do estádio. Papel com timbre da Câmara Municipal
Participa que ficou surpreendido e indignado com a prisão de Alfredo Pimenta por ter içado a bandeira da Restauração em sua casa. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Fala das vindimas, de dinheiro e da questão da bandeira da restauração. Tece comentários críticos à reportagem da BBC sobre Salazar. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Informa que por ordem do Ministro do Interior lhe será entregue a bandeira retirada da sua casa de Lisboa, em 1942. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
A prisão de Alfredo Pimenta por ter hasteado a bandeira da Restauração. Contém cópia das declarações na Polícia de Vigilância e Defesa do Estado. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Informa que o Ministro do Interior o encarregou de comunicar que a bandeira apreendida a Alfredo Pimenta se extraviou, pelo que se prontifica a indemnizá-lo. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração .com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto 0 escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Trata da questão da bandeira da restauração, das vindimas e da escassez dos alimentos em Lisboa. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Dá conta das várias versões que correm acerca da prisão de Alfredo Pimenta, no decurso do episódio da bandeira. Informa ainda sobre outro boato sobre o rei e a indiferença que este teria manifestado pela comunicação feita, em português, pelo Papa. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Envia um abraço de indignado protesto contra o que fizeram a Alfredo Pimenta na sua chegada a Lisboa. Manifesta-se apreensivo com os acontecimentos internacionais. Informa que a censura não autorizou a transcrição do “Casamento Real” na revista “Gil Vicente”. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Relembra o episódio da bandeira da restauração. Considera uma perda de tempo Alfredo Pimenta dirigir-se aos deputados. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Fotografias das I Jornadas Farmacêuticas Portuguesas que se realizaram entre 31 de maio e 3 de junho de 1962, no Porto. Fizeram parte: da Comissão Organizadora - José Ferreira do Vale Serrano, João Alves Silva e Luís Duarte Rodrigues; da Comissão Organizadora da Exposição Evocativa da Farmácia Antiga - Raúl de Carvalho, Alberto Carlos Correia da Silva, Fernando Russel Cortez e João Alves da Silva; das Mesas das Secções - José Ramos Bandeira, António Lupi Nogueira, Narciso Lencart, Aluísio Marques Leal, Maria do Céu Granada, Camilo Girão Osório, Armando Laroze Rocha, Maria Adriana Figueiredo, Miguel Pereira, Alberto Correia Ralha, Joaquim José Nunes de Oliveira, António Pinho de Brójo, Manuel Mourato Vermelho, Silvina Fontoura de Carvalho. A Sessão Inaugural decorreu no Salão Nobre da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto. Após a Sessão Inaugural, procedeu-se à inauguração da Exposição Evocativa da Farmácia Antiga e da Exposição de Actividades Artísticas de Farmacêuticos. Nas fotografias pode ver-se o Ministro da Saúde e Assistência Henrique de Miranda Vasconcelos Martins de Carvalho a discursar e parte da assistência na Sessão Inaugural, assim como o aspeto da Exposição Evocativa da Farmácia Antiga, participantes durante uma Sessão de Trabalhos Práticos, e almoço de confraternização que decorreu em Ofir. Fotografias tiradas por: Agência de Filmagens e Actualidades Fotográficas OLIMPICA (Porto).
4 fotografias idênticas de Carlos Eugénio Rogenoser Lourenço, membro suplente da equipa de vela nos Jogos Olímpicos de 1948. Identificado no verso, onde consta a data da fotografia, 30 de junho de 1948. As fotografias encontravam-se anexas à carta de Carlos Lourenço para o COP, de 2 de julho de 1948.