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O inventariado foi residente em Braga, Se. Inventariante: Jose Antonio Vilas Boas
Exequentes: O Conde e Condessa de Vila Pouca, da vila de Guimarães. Executados: José Martins e sua esposa Jerónima Maria, da freguesia de Ruivães, julgado de Vila Nova de Famalicão.
Exequente: António José Mendes, de Vila Novas das Infantas, termo da vila de Guimarães. Executados: Francisco José Mendes, vigário da freguesia de Santa Maria de Matamá, termo da vila de Guimarães, e seu fiador
1.º outorgante: Custódio Vila Nova Guimarães 2.º outorgante: Domingos Vila Nova Guimarães 3.º outorgante: Francisco Maria Ribeiro de Almeida 4.º outorgante: António Romano A Firma "Almeida, Vila Nova e Companhia, Limitada" Livro Nº 37-65
Autor: O Ministério Público. Réus: Manuel Ferreira Vila Real, e irmão José Henrique Ferreira Vila Real, ambos moradores na vila de Vizela, da comarca de Guimarães. Crime de ofensas corporais.
Doação e procuração que fez Maria da Fonseca, viúva de Baltazar Gonçalves, moradora no lugar de Cima de Vila em São Miguel de Serzedo, e assistente na vila de Guimarães, a António Ribeiro, morador nesta vila.
Autores: O Provedor e Mesários da Santa Casa da Misericórdia, da vila de Guimarães. Réu: António de Moura Coutinho de Almeida Carvalhais, da freguesia de Vila Marim, julgado de Vila Real.
Procuração que fez Manuel Francisco, sapateiro, morador na Praça da vila, filho de Miguel Francisco, a António Barbosa, contador do juízo da correição desta vila, e a António da Cunha, desta vila, e a Bernardo do Vale.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de José da Silva e Sampaio. Leandra Angélica, viúva de Francisco José Dias, residente em Lisboa, vendeu a Ana do Carmo, solteira e moradora em Vila Fanca de Xira, pela quantia de 400.000 réis, uma fazenda denominada "Quintal da Saudade", no sítio da Gorita, limite de Vila Franca de Xira, composta de vinha, árvores de fruto e casas demolidas. Foram testemunhas: José Pedro Ferreira e António Coelho, oficiais de sapateiro.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua Direita, em casa de Paulo António de Araújo, almoxarife das lezírias da Fábrica da Santa Igreja Patriarcal. Maria Gertrudes da Silva Pereira ratificou a doação feita juntamente com sua irmã, Ludovina Micaela da Silva Pereira, falecida, a Paulo António de Araújo e sua mulher, Rosa Cândida de Araújo, de uma vinha com casa, adega e lagar, situada no Monte Gordo, termo de Vila Franca de Xira. Foram testemunhas: Francisco Joaquim de Paiva, mestre barbeiro, e Domingos António, criado, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua da Praça ao Cais, em casa de Mariana Máxima de Figueiredo, viúva de Vicente José Ferreira. Esta vendeu a José Rodrigues Casaleiro, almoxarife do Almoxarifado da Malveira, pela quantia de 400.000 réis, o domínio direto de uma morada de casas situada na Rua do Alegrete, em Vila Franca de Xira, composta de sobrados, lojas e quintal, e de que era enfiteuta Miguel José de Santa Ana, ferrador, com foro anual de 24.000 réis. Foram testemunhas: José Filipe Borges e Lemos, lavrador, e António José dos Santos, mestre sapateiro, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de Cândida Fausta Miquelina de Campos, viúva de José Joaquim de Sousa. José Diogo Xavier de Gouveia vendeu a Eugénia Luísa de Campos, pela quantia de 300.000 réis, o domínio direto de um foro de 22.000 réis, referente a uma propriedade de casas situada na Rua da Ribeira, em Vila Franca de Xira, composta de sobrados, lojas e quintal, sendo enfiteuta Mariana Joaquina, viúva de José Martins Coelho. Foram testemunhas: Filipe José Leal, escrivão da décima, e Joaquim Pinto de Campos, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua de Baixo, em casa de Joaquim António Pereira, lavrador. José de Barros e sua mulher, Matildes Rosa, venderam a Joaquim António Pereira, pela quantia de 277.900 réis, uma casa de habitação com fornos de cozer pão, sita na Rua de Baixo, em Vila Franca de Xira, com obrigação de sair da parte habitável no período máximo de três anos. Foram testemunhas: Manuel dos Santos, taberneiro, e Calisto José da Fonseca, merceeiro, todos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Feliciano dos Reis e Brito, merceeiro, e Luís António de Brito, negociante, sócios na gestão e exploração de uma loja de mercearia sita na Rua do Cais de Vila Franca de Xira, acordaram na dissolução da sociedade, na desistência dos direitos que lhes assistiam e na confissão e obrigação de dívida. Foram testemunhas: António José Pereira da Silva, com loja de ferragem, e João de Oliveira, mestre ferrador, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Ana Eugénia, viúva de Manuel Marques, merceeiro, doou a seus filhos, Joaquim de Sousa Marques, oficial de carpinteiro, e Cândida Rosa de Assunção, solteira, uma morada de casas baixas com quintal sita na Rua da Ribeira, em Vila Franca de Xira, com a obrigação de estes lhe prestarem o apoio necessário na doença. Foram testemunhas: João de Oliveira, mestre ferrador, e António da Fonseca, oficial de sapateiro, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua da Barroca, em casa de Maria Bárbara, viúva de José Rodrigues Casaleiro. Esta aforou a Luís António, trabalhador, e sua mulher, Maria do Nascimento, em fateusim perpétuo e pelo valor anual de 7.200 réis, um bocado de terra com 15 pés de oliveiras contígua ao rio Barbas de Bode, junto à Gorita, limite de Vila Franca de Xira. Foram testemunhas: José António de Oliveira, algibebe, e Manuel Gonçalves, criado de servir, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Manuel Marques Virtudes, campino, e seus filhos Francisco Marques, campino, e Joaquina Teodora, venderam a Inácio da Silva Sécio, mestre carpinteiro de carros, pela quantia de 96.000 réis, uma morada de casas com quintal situada na Rua da Barroca de Cima, chamada vulgarmente "Calçada da Preguiça”, em Vila Franca de Xira. Foram testemunhas: Luís Barreto, carpinteiro, José Ribeiro, ferrador, Jacinto José, taberneiro, e António de Albuquerque, alfaiate, todos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Maximiliano António de Almeida, fazendeiro, responsabilizou-se pelo pagamento de rendas no valor de 115.200 réis pela posse de uma vinha junto a Santa Sofia, em Vila Franca de Xira, imputadas por causa de libelo cível a si, sua irmã, Rosa Angélica de Almeida, e sua cunhada, Joana Rita do Carmo. Foram testemunhas: José de Pinho, mestre alfaiate, e José Maria Rosa, seu oficial, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua Direita, em casa de António José da Costa Pinto e Miranda, boticário. Maria Angélica, viúva de Francisco Carvalho, e seus dois filhos, Xavier Francisco e sua mulher, Maria do Carmo, e João Felipe e sua mulher, Ana Rosa, venderam a António José da Costa Pinto e Miranda, pela quantia de 200.000 réis, umas casas baixas com quintal situadas na Rua dos Loureiros, em Vila Franca de Xira, foreiras em 340 réis anuais à Irmandade do Santíssimo Sacramento. Foram testemunhas: António da Silva e José Galdino Barahona, ambos moradores em Vila Franca de Xira
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua da Ribeira, em casa de Manuel António da Cruz. Maria do Carmo da Cruz, solteira, vendeu a Joaquim de Sousa, campino e guardador da morraceira de Sua Alteza, pela quantia de 192.000 réis, umas casas baixas com quintal situadas na Rua Nova, em Vila Franca de Xira, foreiras a Joaquim José de Sousa Rodrigues em 3.000 réis anuais. Foram testemunhas: Domingos da Silva de Pinho e Cândido José Borges, negociante de vinho, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira procedeu à expropriação de um prédio urbano sito na Rua Serpa Pinto n.º 37, em Vila Franca de Xira, propriedade de Severino Dionísio Ferreira, empregado no Caminho de Ferro, e sua mulher Maria da Conceição Heitor Dionísio, para abertura de novos arruamentos na vila. Confrontações: Norte com casas de Júlia de Assunção Rocha e sua irmã, Maria Brígida de Assunção Rocha; Sul com casa da Câmara Municipal, Nascente com a dita rua; Poente com propriedade dos herdeiros de Afonso Marques de Sousa. Valor: 500$00.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Joaquim Martins Casquinha, Maria Martins Casquinha, Mariano Martins Casquinha e Inácio Luis Casquinha. Contém: 1.º - Recibo n.º 3.628, de 3 de dezembro de 1931, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 75, de 3 de dezembro de 1931, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa; 3.º - Certidão de autos de emancipação requeridos por Inácio Luis Casquinha, passada a 29 de fevereiro de 1932. Valor: 552$00.
PROVISAO de licenca a favor do Padre Bento Jose Lustosa de Morais, natural da vila de Santos, do Bispado de Sao Paulo, e assistente na vila dos Arcos, para poder vender o seu patrimonio que tem na cidade do Rio de Janeiro. Localidades: ARCOS VALDEVEZ, ARCOS VALDEVEZ