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Trata-se do empréstimo de 1.600 contos destinado à construção de um matadouro na sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 274, II série, de 23 de Novembro de 1945.
Prazo que fez o Cabido da quinta e vinhas de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, a Dona Josefa Maria de Almeida Souto Maior, viúva de Luís de Moura Coutinho, moradora na sua quinta de Vila Cova na dita freguesia.
Prazo que fez o Cabido de parte da quinta de Vila Cova, e terras do casal do Salgueiral em São Mamede de Vila Marim, concelho de Mesão Frio, a Domingos Lourenço Pereira e sua mulher Mariana Luísa, moradores na Aldeia de Vila Cova na dita freguesia.
Prazo que fez o Cabido de umas casas e terras na aldeia de Vila Cova em Vila Marim, termo da vila de Mesão Frio, a António Teixeira e sua mulher Violante Fernandes, moradores na dita aldeia. Foi procurador Gaspar Moreira, morador na Rua de Gatos.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Braga, concelho de Vila Verde, constando de: Igreja Paroquial de Vila Verde; Capela de Santo António.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Flor, distrito de Bragança, concelho de Vila Flor, constando de: Igreja Paroquial de Vila Flor.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Chã, distrito de Porto, concelho de Vila do Conde, constando de: Igreja Paroquial de Vila Chã.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Meã, concelho de Vila Nova de Cerveira, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Meã.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Chã, concelho de Alijó, distrito de Vila Real, constando de: Igreja Matriz de Vila Chã.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Jusã, concelho de Mesão Frio, distrito de Vila Real, constando de: Igreja de Vila Jusã; Capela de São Sivestre.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Cova, concelho e distrito de Vila Real, constando de: Igreja Paroquial de Vila Cova; Capela em Mascoselo.
Arrendamento que fez o Cabido dos foros desta vila, pertencentes ao Priorado, em sede vacante, por um ano, a António Rodrigues, mercador, morador na Rua Nova do Muro. Apresentou por fiador Pedro Borges, barbeiro, morador na dita rua.
Arrendamento que fez o Cabido das Searas da Vila, a José da Silva, morador na Rua do Cano de Cima, por três anos, pelo valor de 182 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado dos foros da Vila, a Domingos Pereira, morador no lugar dos chãos em Santa Eulália de Fermentões, por três anos, pelo valor de 765 mil e 500 reis.
Arrendamento que fez o Cabido das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador acima do convento das freiras do Carmo, por três anos, pelo valor de 162 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador na Rua da Infesta, por três anos, pelo valor de 160 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado dos foros da Vila, a Domingos Pereira, morador no lugar das Cans em Santa Eulália de Fermentões, lavrador, por três anos, pelo valor de 765 mil e 500 reis.
Requerente: Maria Cassilda de Vilas Boas Pinheiro Valério. Assunto: Pedido de licença para reconstruir um muro de defesa, destruido pelas últimas cheias, junto da margem direita da vala de esgoto denominado de Laranja, afluente do ribeiro de Obra que desagua no sitio do Oló. Contém: cópia de requerimento, informação, alvará de licença número 161. comunicação. Local: concelho e vila de Esposende.; Requerente: Maria Cassilda de Vilas Boas Pinheiro Valério
Requerente: Francisco António Correia. Assunto: Pedido de licença para substituir uma barragem de pedras soltas por uma de comporta de madeira com frisoa de cantaria no ribeiro Porisso, para melhor lima e rega dos seus prédios marginais. Contém: cópia de requerimento, comunicações, informação, oficios, edital, certidão de afixação, cópia de declaração, termo de responsabilidade, ordem de serviço, Local: concelho de Vila Verde, freguesia de Freiriz, lugar da Ribeira.; Requerente: Francisco António Correia
Áreas geográficas e topónimos: Vila Nova de Gaia (cidade, Portugal) • Assuntos: Associação aos Pobres do concelho de Vila Nova de Gaia.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, relativo a utilização de capital da Junta de Paroquia para reparos da igreja.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 9 de janeiro de 1845, e cópia de outro do seu delegado na Covilhã, em que participa que se evadiram dois presos da cadeia daquela vila, tendo o Procurador Régio dado ordens para se proceder contra os respetivos autores ou cúmplices.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 13 de agosto de 1847, participando que dos nove indiciados no processo instaurado pelo assassínio, em Almada, de José Joaquim do Vale, prior da freguesia de Santiago, três estão presos na cadeia daquela vila e prosseguem as diligências para a captura dos outros seis.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa em que participa que, no dia 15 de maio de 1847, a vila de Sintra foi assaltada por um bando de homens armados capitaneados por um intitulado capitão ao serviço da Junta Revolucionária do Porto, que prenderam as autoridades do concelho.
Vila Franca de Xira, tem o seu começo de história no século XII, altura em que foi “baptizada” pelos árabes de Cira ou Xira, devido à vegetação natural que cobria a região inculta. No séc. XVIII, Vila Franca de Xira era pertença dos bens da coroa e a sua igreja paroquial da comenda da Ordem de Cristo. Pertenceu à provedoria e comarca de Torres Vedras e integrou a comarca do Ribatejo quando esta foi constituída. A concentração de grandes propriedades na classe nobiliárquica – eclesiástica, que acumulava direitos rendosos sobre a produção económica, era um traço dominante. A nobreza possuía grandes quintas nesta região e a agricultura era a principal ocupação das gentes de Vila Franca de Xira. Produzia-se o trigo, cevada, milho e legumes. A vinha e os pomares de citrinos eram também uma constante, sobretudo nos arredores da vila e nas suas quintas. Nas lezírias, terras férteis da margem esquerda do Tejo, pertença da Coroa e da igreja, trabalhavam jornaleiros e rendeiros, que faziam parte do centro abastecedor de Lisboa. Tendo como principal culturas os cereais panificáveis, eram também abundantes em caça, gado cavalar e gado bravo. A pesca era também outra actividade de relevo. O comércio era igualmente relevante, pois a vila ficava muito bem posicionada para essa prática, junto à estrada real e ao rio Tejo e, mais tarde, em 1856, passou a ser servida pelo 1º troço de caminho de ferro. Tinha feira franca, pelo menos desde 1645, no primeiro Domingo de Outubro. Este fundo documental reúne documentação produzida pela Câmara desde o séc. XVII até à actualidade, que constitui uma excelente fonte de informação para a execução de estudos históricos, sócio-económicos, demográficos, toponímicos, administrativos, institucionais, municipais e etnográficos. De 27 de Maio a 3 de Junho de 1823, na decorrência de um golpe de Estado, denominado Vilafrancada, em que, Vila Franca ajudou a pôr o fim ao constitucionalismo durante a revolta, trazendo a proclamação da restauração do absolutismo. Devido a este incidente, o Infante D. Miguel a 7 de Julho de 1823, denomina Vila Franca, de Villa Franca da Restauração. De acordo, com Lino de Macedo, Vila Franca de Xira teve esta denominação durante os 6 dias em que a família real se encontrou na cidade “escondida” dos “infiltrados”. Contudo, a documentação existente, define outro tempo. Em 1836, dá-se o começo do desenvolvimento em Vila Franca de Xira, pois é constituída a Companhia das Lezírias do Tejo e Sado, em 1856, assiste-se à inauguração do primeiro troço de linha-férrea do país entre Lisboa e Carregado e em 1893, a inauguração dos novos Paços do Concelho de Vila Franca de Xira, demonstrou ser um pretexto para o município dessa época, apresentar publicamente o seu relatório de actividades. Já no séc. XX, é inaugurada a Ponte de Vila Franca de Xira, permitindo uma ampla comunicação com o País e dez anos mais tarde a inauguração da auto-estrada entre Lisboa e Vila Franca de Xira. Os anos 80, já no séc. XX, Vila Franca de Xira passa de “vila” a cidade e cresce a “olhos vistos”. Rica tanto em história como em património cultural, Vila Franca é conhecida pela Igreja da Misericórdia, o Chafariz do Alegrete de 1797, a Casa/Pátio da Galache, o Convento de Santo António, o Senhor da Boa Morte, locais que aconselhamos a visitar. A documentação referente aos fundos tanto da Câmara Municipal como da Administração do Concelho, como ainda dos restantes fundos encontra-se disponível à consulta do público.
Requerente: José de Freitas. Assunto: Licença para colocar uma cale de madeira por cima do leito do ribeiro de Vila Cova, para condução de água para casa de habitação. Contém: requerimento, nota de serviço, alvará de licença número 56 e ordem de serviço.
Transgressão de Delfim de Jesus Mano pela pesca com rede de malha não aprovada, em tempo de defeso, no ribeiro de Casal de Nil. Contém: auto de transgressão, intimações, autos de notícia. Local: concelho de Barcelos, freguesia de São Martinho de Vila Frescainha, lugar de Casal de Nil.
Requerente: Manuel Joaquim do Vale Lima. Pedido de licença para colocar esteios de pedra na margem do ribeiro de Freixieiro, para apoio de uma ramada. Contém: cópia de requerimento, comunicações, informação, ordens de serviço, termo de responsabilidade. Local: concelho de Barcelos, freguesia de Vila Cova.
O jornal "A Juventude" foi um boletim mensal da secção de jovens do Esforço Cristão de Vila nova de Gaia, da paróquia de S. João Evangelista, publicado entre Janeiro de 1945 e fevereiro de 1948. As ilustrações são da autoria de Eduardo Gomes e o editorial estava a cargo de Maria Rosa Moura, Isabel Maria Gomes, Maria Odete, Joaquim Teles Gomes, José Manuel de Pina Cabral, António Tomás dos Santos, Arnaldo de Oliveira Pinto, Vitor Manuel Pinheiro, entre outros autores. Os temas centravam-se em torno de assuntos religiosos, atualidades da época contando ainda com secções de poesia e passatempos.
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Participa nomeações ou transferências dos seguintes magistrados do Ministério Público: bacharéis João António Rodrigues de Miranda (de delegado do julgado de Nisa para juiz de direito interino da Sertã), José Maria de Azevedo (de delegado do julgado de Vila Franca de Xira para juiz de direito interino do mesmo julgado), João José Miguel Ferreira da Silva Amaral (para delegado do julgado de Vila Franca de Xira), António Maria de Castro (de delegado do julgado de Évora para delegado de Montemor-o-Novo) e Veríssimo Ferreira Chaves (de delegado do julgado de Montemor-o-Novo para delegado de Évora).
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Fazenda. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 20 de agosto de 1847, com cópia de outro do seu delegado na comarca de Alenquer, informando que Manuel José Alves da Cunha, como herdeiro de seu irmão António Lopes Ferreira e na posse da sua herança, é devedor à Fazenda Pública da quantia de 4044$600 réis, provenientes de jugadas da vila de Alenquer.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio interino da Relação do Porto, de 15 de março de 1847, participando a prisão de alguns oficiais da coluna do coronel Barão de Vila Nova de Ourém, na comarca de Lamego por ocasião de visitar suas famílias e menciona as posições que ocupam as forças leais comandadas por aquele barão e pelo conde de Vinhais.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do delegado do procurador régio na comarca de Pico de Regalados, de 15 de junho de 1846, em que participa a entrada tumultuária de cerca de 50 paisanos armados naquela vila, exigindo a destituição de todos os funcionários públicos de fora do concelho, ameaçando-os se no seu regresso ainda ali se encontrassem, motivo pelo qual o delegado se retirou da comarca.
Arrendamento que fez o Priorado dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a Jorge Gonçalves Mendes, morador na Rua dos Mercadores.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Gaspar Martins, cutileiro, morador na Rua Travessa das Oliveiras.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a António Gonçalves, tosador, morador à Porta Nova.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Priorado dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a Francisco Ribeiro, morador na Rua Nova do Muro, apresentando como fiador Gonçalo Gonçalves.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Domingos Lopes Carvalho, morador na Rua de Santa Luzia.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, a António Vieira, morador na Rua de São Domingos.
Arrendamento que fez o Cabido da renda das Searas da Vila, a Francisco Mendes, mesteiral, por três anos, pelo valor de 164 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a Jorge Gonçalves Mendes, morador na Rua dos Mercadores.
Arrendamento que fez o Priorado dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Francisco de Freitas. Foi fiador André Moreira.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das igrejas da vila, por um ano, a António Coelho, mercador, morador no Toural.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Gaspar Martins, cutileiro, morador na Rua Travessa das Oliveiras.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Gaspar Martins, cutileiro, morador na Rua Travessa das Oliveiras.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Gaspar Lobo, morador na Rua Travessa das Oliveiras.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a António de Oliveira, morador na Rua Val de Donas.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a António Vieira, morador na Rua de São Domingos.
Arrendamento que fez o Cabido dos foros da vila pertencentes ao Priorado, em sede vacante, a António Ferreira, mercador, morador na Rua dos Mercadores.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, da parte pertencente ao Priorado, em sede vacante, a João Gomes, morador atrás de São Sebastião.
Arrendamento que fez o Cabido da parte das dos frutos das Searas da Vila, que pertenciam ao Priorado, em sede vacante, a João Cardoso, morador na Rua Nova.
Trespasse do arrendamento das Searas da Vila que fez José Francisco de Abreu, homem de negócio, a João da Silva, morador na Rua da Arrochela.
Trata-se do empréstimo de 200 contos destinado à electrificação da sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 63, II série, de 14 de Março de 1952.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São Tiago da vila de Murça e suas anexas, por dois anos, a Francisco Pereira, mercador, morador na vila de Chacim, comarca da vila de Moncorvo.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos da igreja de Santa Maria da vila de Murça, por um ano, a Manuel Fernandes Madre, morador no Cabo da Vila em Vila Real.
Arrendamento que fez António Nunes, mercador, morador na Rua da Sapateira, como económico da metade dos frutos da igreja de Santa Maria da vila de Murça, por um ano, a Matias Fernandes, morador no Cabo da Vila em Vila Real.
Trespasse das rendas das Searas da Vila e do Pé do Altar que fez António Lopes Carvalho, e Domingos Alvares do Vale e Miguel de Sampaio, todos moradores na vila, a Domingos Lopes, morador na vila.