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Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a António Gonçalves, tosador, morador à Porta Nova.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Domingos Lopes Carvalho, morador na Rua de Santa Luzia.
Arrendamento que fez o Cabido da renda das Searas da Vila, a Francisco Mendes, mesteiral, por três anos, pelo valor de 164 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Priorado dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a Jorge Gonçalves Mendes, morador na Rua dos Mercadores.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a Jorge Gonçalves Mendes, morador na Rua dos Mercadores.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Gaspar Martins, cutileiro, morador na Rua Travessa das Oliveiras.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Gaspar Martins, cutileiro, morador na Rua Travessa das Oliveiras.
Arrendamento que fez o Cabido dos foros da vila pertencentes ao Priorado, em sede vacante, a António Ferreira, mercador, morador na Rua dos Mercadores.
Trespasse do arrendamento das Searas da Vila que fez José Francisco de Abreu, homem de negócio, a João da Silva, morador na Rua da Arrochela.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Gaspar Martins, cutileiro, morador na Rua Travessa das Oliveiras.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Priorado dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a Francisco Ribeiro, morador na Rua Nova do Muro, apresentando como fiador Gonçalo Gonçalves.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, a António Vieira, morador na Rua de São Domingos.
Arrendamento que fez o Priorado dos frutos das Searas da Vila, por dois anos, a António Dias, cutileiro, morador na Rua de Gatos.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Francisco de Freitas. Foi fiador André Moreira.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das igrejas da vila, por um ano, a António Coelho, mercador, morador no Toural.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Gaspar Lobo, morador na Rua Travessa das Oliveiras.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por um ano, a António de Oliveira, morador na Rua Val de Donas.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a António Vieira, morador na Rua de São Domingos.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, da parte pertencente ao Priorado, em sede vacante, a João Gomes, morador atrás de São Sebastião.
Arrendamento que fez o Cabido da parte das dos frutos das Searas da Vila, que pertenciam ao Priorado, em sede vacante, a João Cardoso, morador na Rua Nova.
Vila Franca de Xira, tem o seu começo de história no século XII, altura em que foi “baptizada” pelos árabes de Cira ou Xira, devido à vegetação natural que cobria a região inculta. No séc. XVIII, Vila Franca de Xira era pertença dos bens da coroa e a sua igreja paroquial da comenda da Ordem de Cristo. Pertenceu à provedoria e comarca de Torres Vedras e integrou a comarca do Ribatejo quando esta foi constituída. A concentração de grandes propriedades na classe nobiliárquica – eclesiástica, que acumulava direitos rendosos sobre a produção económica, era um traço dominante. A nobreza possuía grandes quintas nesta região e a agricultura era a principal ocupação das gentes de Vila Franca de Xira. Produzia-se o trigo, cevada, milho e legumes. A vinha e os pomares de citrinos eram também uma constante, sobretudo nos arredores da vila e nas suas quintas. Nas lezírias, terras férteis da margem esquerda do Tejo, pertença da Coroa e da igreja, trabalhavam jornaleiros e rendeiros, que faziam parte do centro abastecedor de Lisboa. Tendo como principal culturas os cereais panificáveis, eram também abundantes em caça, gado cavalar e gado bravo. A pesca era também outra actividade de relevo. O comércio era igualmente relevante, pois a vila ficava muito bem posicionada para essa prática, junto à estrada real e ao rio Tejo e, mais tarde, em 1856, passou a ser servida pelo 1º troço de caminho de ferro. Tinha feira franca, pelo menos desde 1645, no primeiro Domingo de Outubro. Este fundo documental reúne documentação produzida pela Câmara desde o séc. XVII até à actualidade, que constitui uma excelente fonte de informação para a execução de estudos históricos, sócio-económicos, demográficos, toponímicos, administrativos, institucionais, municipais e etnográficos. De 27 de Maio a 3 de Junho de 1823, na decorrência de um golpe de Estado, denominado Vilafrancada, em que, Vila Franca ajudou a pôr o fim ao constitucionalismo durante a revolta, trazendo a proclamação da restauração do absolutismo. Devido a este incidente, o Infante D. Miguel a 7 de Julho de 1823, denomina Vila Franca, de Villa Franca da Restauração. De acordo, com Lino de Macedo, Vila Franca de Xira teve esta denominação durante os 6 dias em que a família real se encontrou na cidade “escondida” dos “infiltrados”. Contudo, a documentação existente, define outro tempo. Em 1836, dá-se o começo do desenvolvimento em Vila Franca de Xira, pois é constituída a Companhia das Lezírias do Tejo e Sado, em 1856, assiste-se à inauguração do primeiro troço de linha-férrea do país entre Lisboa e Carregado e em 1893, a inauguração dos novos Paços do Concelho de Vila Franca de Xira, demonstrou ser um pretexto para o município dessa época, apresentar publicamente o seu relatório de actividades. Já no séc. XX, é inaugurada a Ponte de Vila Franca de Xira, permitindo uma ampla comunicação com o País e dez anos mais tarde a inauguração da auto-estrada entre Lisboa e Vila Franca de Xira. Os anos 80, já no séc. XX, Vila Franca de Xira passa de “vila” a cidade e cresce a “olhos vistos”. Rica tanto em história como em património cultural, Vila Franca é conhecida pela Igreja da Misericórdia, o Chafariz do Alegrete de 1797, a Casa/Pátio da Galache, o Convento de Santo António, o Senhor da Boa Morte, locais que aconselhamos a visitar. A documentação referente aos fundos tanto da Câmara Municipal como da Administração do Concelho, como ainda dos restantes fundos encontra-se disponível à consulta do público.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova, concelho de Vila Praia da Vitória e distrito de Angra do Heroísmo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Nova; Igreja da Misericórdia.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Marim, concelho de Mesão Frio, distrito de Vila Real, constando de: Igreja de Vila Marim; Capela de São Sebastião; Capela de São Caetano; Capela da Senhora do Rosário.
Arrendamento que fez António Nunes, mercador, e como económico que é da metade dos frutos da igreja de Santa Maria da vila de Murça, por um ano, a Manuel Fernandes, morador no Cabo da Vila em Vila Real.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos da igreja de Santa Maria da vila de Murça, por um ano, a Manuel Fernandes Madre, morador no Cabo da Vila em Vila Real.
Trespasse das rendas das Searas da Vila e do Pé do Altar que fez António Lopes Carvalho, e Domingos Alvares do Vale e Miguel de Sampaio, todos moradores na vila, a Domingos Lopes, morador na vila.
Prazo que fez o Cabido de uma parte do casal do Barreiro em São Mamede de Vila Marim, a Dona Quitéria Liberata Souto Maior de Azevedo, viúva do coronel Afonso Botelho, moradora na vila de Provesende, comarca de Vila Real.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos da igreja de São Tiago da vila de Murça e suas anexas, por dois anos, a Francisco Pereira, mercador, morador na vila de Chacim, comarca da vila de Moncorvo.
Arrendamento que fez António Nunes, mercador, morador na Rua da Sapateira, como económico da metade dos frutos da igreja de Santa Maria da vila de Murça, por um ano, a Matias Fernandes, morador no Cabo da Vila em Vila Real.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Maior, concelho de Feira e distrito de Aveiro, constando de: Igreja Paroquial de Vila Maior.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Soeiro, concelho e distrito da Guarda, constando de: Igreja Paroquial de Vila Soeiro; Capela de São Pedro.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Garcia, distrito de Porto, concelho de Amarante, constando de: Igreja Paroquial de Vila Garcia; Capela de Santo Amaro.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Fria, distrito de Porto, concelho de Felgueiras, constando de: Igreja Paroquial de Vila Fria.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Cova, distrito de Porto, concelho de Penafiel, constando de: Igreja Paroquial de Vila Cova; Capela de Nossa Senhora do Rosário.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nune, distrito de Braga, concelho de Cabeceiras de Basto, constando de: Igreja de Vila Nune.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Chã, distrito de Braga, concelho de Esposende, constando de: Igreja de Vila Chã; Capela de São Lourenço.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Cova, distrito de Braga, concelho de Fafe, constando de: Igreja de Vila Cova.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Boa, distrito de Bragança, concelho de Mirandela, constando de: Igreja Paroquial de Vila Boa; Capela de Santo António.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Bragança, concelho de Mirandela, constando de: Igreja Paroquial de Vila Verde; Capela de São Sebastião.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Bragança, concelho de Vinhais, constando de: Igreja Paroquial de Vila Verde.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Fernando, concelho de Elvas, distrito de Portalegre, constando de: Igreja Paroquial de Vila Fernando.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Calviz, distrito de Porto, concelho de Amarante, constando de: Igreja Paroquial de Vila Calviz.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Porto, concelho de Felgueiras, constando de: Igreja de Vila Verde.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Foche, concelho de Arcos de Valdevez e distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Foche.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Fria, concelho e distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Fria; Capela de Santo Amaro.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Mou, concelho e distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Mou.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Longa, concelho de Sátão, distrito de Viseu, constando de: Igreja Paroquial de Vila Longa; Capela de São Tiago.
Fotografia concorrente ao Concurso de Fotografia subordinado ao tema "Constância: A Vila, A Vida e a Festa" Inscrições no original: Salpico/Vila poema. Rua/Local: Largo do Olival
Fotografia concorrente ao Concurso de Fotografia subordinado ao tema "Constância: A Vila, A Vida e a Festa" Inscrição no original: Oghu/A Vila Rua/Local: Rua Machado Santos
Fotografia concorrente ao Concurso de Fotografia subordinado ao tema "Constância: A Vila, A Vida e a Festa" Inscrição no original: Seomis/nº 1 A Vila Rua/Local: Constância
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio interino da Relação do Porto, de 15 de março de 1847, participando a prisão de alguns oficiais da coluna do coronel Barão de Vila Nova de Ourém, na comarca de Lamego por ocasião de visitar suas famílias e menciona as posições que ocupam as forças leais comandadas por aquele barão e pelo conde de Vinhais.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Fazenda. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 20 de agosto de 1847, com cópia de outro do seu delegado na comarca de Alenquer, informando que Manuel José Alves da Cunha, como herdeiro de seu irmão António Lopes Ferreira e na posse da sua herança, é devedor à Fazenda Pública da quantia de 4044$600 réis, provenientes de jugadas da vila de Alenquer.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do delegado do procurador régio na comarca de Pico de Regalados, de 15 de junho de 1846, em que participa a entrada tumultuária de cerca de 50 paisanos armados naquela vila, exigindo a destituição de todos os funcionários públicos de fora do concelho, ameaçando-os se no seu regresso ainda ali se encontrassem, motivo pelo qual o delegado se retirou da comarca.
Requerente: José de Freitas. Assunto: Licença para colocar uma cale de madeira por cima do leito do ribeiro de Vila Cova, para condução de água para casa de habitação. Contém: requerimento, nota de serviço, alvará de licença número 56 e ordem de serviço.
O jornal "A Juventude" foi um boletim mensal da secção de jovens do Esforço Cristão de Vila nova de Gaia, da paróquia de S. João Evangelista, publicado entre Janeiro de 1945 e fevereiro de 1948. As ilustrações são da autoria de Eduardo Gomes e o editorial estava a cargo de Maria Rosa Moura, Isabel Maria Gomes, Maria Odete, Joaquim Teles Gomes, José Manuel de Pina Cabral, António Tomás dos Santos, Arnaldo de Oliveira Pinto, Vitor Manuel Pinheiro, entre outros autores. Os temas centravam-se em torno de assuntos religiosos, atualidades da época contando ainda com secções de poesia e passatempos.
Prazo que fez o Cabido de umas casas na Rua Direita na vila de Amarante, a Vicente de Macedo da Cunha, morador na dita vila.
Prazo que fez o Cabido das terras que saíram do casal de Vila Cova em Vila Marim, a Antónia Teixeira, moradora no Outeiro, filha de Maria Teixeira.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos da igreja da vila de Murça e suas anexas, por três anos, a Baltazar Rodrigues, morador na Rua da Veiga em Vila Real.
Prazo que fez o Cabido do casal do Barreiro em Vila Marim, a Maria Correia e Joana Cabral, filhas de Diogo de Abreu, órfãs, moradoras na vila de Mesão Frio.
Procuração que fez Francisco Ribeiro, cirurgião da vila, aos licenciados João Machado de Miranda, António Ferreira da Maia, João da Rocha Dantas, advogados nesta vila, e a Torcato Fernandes de Oliveira, Francisco da Cunha, Domingos Duarte da Fonseca e António Ribeiro, seu irmão, e a outros.
Procuração que fez Inácio de Oliveira, tecelão, morador no Picoto em São Paio, arrabalde desta vila, aos licenciados Francisco Barbosa, João Machado de Miranda, José da Costa Sodré, João da Rocha Dantas, advogados nesta vila, e a outros na cidade do Porto.
Requerente: Joaquim Redondo Paes Vilas Boas. Assunto: Reclamação contra Narciso Joaquim Fitas por este ter feito um muro de suporte na margem esquerda do ribeiro de Aldão provocando estreitamento da corrente e consequentes inubdações nas suas propriedades. Contém: comunicações, reclamação, despachos, declarações.
Prazo que fez o Cabido do Souto de Rocaio desmembrado do casal de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, termo de Mesão Frio, a Francisco Martins, morador no lugar do Casal na dita freguesia.
Parecer do Procurador Geral da Coroa José Cupertino de Aguiar Ottolini, relativa à alienação de parte dos fundos da Junta de Paróquia referida, por necessidade de reparações da igreja matriz.
Contém ofício da 4.ª Repartição da Direção-Geral de Administração Política e Civil do Ministério do Reino, de 3 de agosto de 1886, e minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 31 de agosto.
Retificação do arrendamento dos frutos das Searas da Vila, feito a António Dias, cutileiro, por um ano.
Outorga que deu Beatriz Nogueira, mulher de António Dias, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Trata-se do empréstimo de 200 contos destinado à electrificação da sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 63, II série, de 14 de Março de 1952.
(Portalegre) - Esclarecimentos relativos à organização da Comissão Diocesana de Portalegre e das Comissões Concelhias de Vila de Rei e da Sertã. Inclui a relação dos membros da Comissão Concelhia de Vila de Rei.
(Vila Nova de Foz Côa) Pedido de proteção para o seu filho, aluno da Faculdade de Direito. Timbre: "Grémio da Lavoura de Vila Nova de Foz Côa. Presidência. (Particular)".
(Vila Praia da Vitória) Informa que a sua chegada ao continente será em breve e pedido de diligências para procurar em Coimbra casa para a sua família. Timbre: "Caixa Económica da Vila da Praia da Vitória".
(Vila Pouca de Aguiar) Agradecimento pela oferta dos trabalhos "Origem e evolução da Universidade" e "O direito de superfície no direito romano". Timbre: "Juízo de Direito da Comarca de Vila Pouca de Aguiar. Gabinete do Juiz".
(Vila Real) Pedido de intervenção para a transferência de Domingos Augusto Sequeira para o Porto. Timbre: "Ministério das Corporações e Previdência Social. Instituto Nacional do Trabalho e Previdência. Delegação em Vila Real. Gabinete do Delegado".
(Vila Pouca da Aguiar) Pedido de intervenção para ser nomeado notário do 2º cartório da Secretaria Notarial de Torres Vedras. Timbre: "Luís Lopes Pereira- Notário-Advogado- Vila Pouca de Aguiar".
(Vila Real) Pedido de intervenção para ser promovido a delegado do I.N.T.P.. Timbre: "Ministério das Corporações e Previdência Social. Instituto Nacional do Trabalho e Previdência. Delegação em Vila Real. Gabinete do Subdelegado".
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para que a Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Famalicão seja elevada a 1ª classe. Timbre: "José João Baptista de Lemos. Conservador do Registo Predial".
(Vila Nova de Famalicão) Informa que está ao serviço em Vila Nova de Famalicão e coloca-se ao dispor de Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "Tribunal Judicial de V. N. Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Lamento que a saída de Mário Júlio de Almeida Costa do lugar de ministro da Justiça possa prejudicar a sua pretensão. Trimbre "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Informa que foi a Lisboa tratar do seu caso, seguindo a sugestão de Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Agradecimento pelo empenho na sua nomeação para o 2º Juízo de Instrução Criminal do Porto. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para ser transferido para o Porto no próximo movimento judicial. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Explicação de que houve um equívoco, pois só recorreu a Guilherme Braga da Cruz para ver atendida a sua pretensão. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
Requerente: Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Assunto: Pedido para que seja concluida a cobertura do Esteiro que atravessa o centro da vila. Contém: cópia de oficios, notas de serviço, comunicações. Local: concelho e vila de Póvoa de Varzim
Arruamentos da Vila de Monsaraz; vista sobre o adro da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lagoa e pelourinho. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; vista sobre o adro da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lagoa e pelourinho. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; vista sobre o adro da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lagoa e pelourinho. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; pelourinho (séc. XVIII) e vista parcial da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lagoa. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; pelourinho (séc. XVIII) e vista parcial da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lagoa. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.