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Contém medições e limites de marcações.
Contém autos de marcações e aforamentos.
Contém casais de propriedade e prazos.
Aldeia do convento do Mosteiro de São Miguel de Vilarinho. Localidades: Vilarinho, São Miguel, Santo Tirso.
Autos de Reconhecimento.
Relativos a S. João de Longos Vales e Sanfins.
1833
1833
Contém medições e limites de marcações.
Contém autos de marcações e aforamentos.
Contém casais de propriedade e prazos.
Aldeia do convento do Mosteiro de São Miguel de Vilarinho. Localidades: Vilarinho, São Miguel, Santo Tirso.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 12 de julho de 1845, em que participa que a ação proposta pela Fazenda Nacional relativa à demarcação e tombo do Pinhal Nacional do Cabeção, na comarca de Arraiolos, foi julgada não procedente e a sentença foi confirmada por acórdão daquela Relação de 10 de junho.
Que ao todo são 15, como consta do mesmo tombo e índice alfabético dele, principiado no ano de 1702 e concluido no de 1703. A saber: Couto de Provesende, Sabrosa (f.1 a 30); Couto de Capareiros, Viana do Castelo (f.126 a 149v); Couto de Moure, Vila Verde (f.149v a 175); Couto de Cervães, Vila Verde (f.175 a 191v); Couto de Areias de Vilar, Barcelos (f.191v a 195v); Couto de Apúlia (f.195v a 210v); Couto de Bacar (f.210v a 215v); Couto de Arentim, Braga (f.215v a 244); Couto de Pedralva, Braga (f.244 a 269); Couto de Dornelas, Boticas (f.269 a 300); Couto de Gouvães do Douro, Sabrosa (f.30 a 40); Couto de Ervededo, Chaves (f.300): Couto de São Mamede de Ribatua, Alijó (f.40 a 58); Couto de Feitosa, Ponte de Lima (f.58v a 95) e Couto de Cabaços, Ponte de Lima (f.95 a 126).
Que ao todo são 15, como consta do mesmo tombo e índice alfabético dele, principiado no ano de 1702 e concluido no de 1703. A saber: Couto de Provesende, Sabrosa (f.1 a 30); Couto de Capareiros, Viana do Castelo (f.126 a 149v); Couto de Moure, Vila Verde (f.149v a 175); Couto de Cervães, Vila Verde (f.175 a 191v); Couto de Areias de Vilar, Barcelos (f.191v a 195v); Couto de Apúlia (f.195v a 210v); Couto de Bacar (f.210v a 215v); Couto de Arentim, Braga (f.215v a 244); Couto de Pedralva, Braga (f.244 a 269); Couto de Dornelas, Boticas (f.269 a 300); Couto de Gouvães do Douro, Sabrosa (f.30 a 40); Couto de Ervededo, Chaves (f.300): Couto de São Mamede de Ribatua, Alijó (f.40 a 58); Couto de Feitosa, Ponte de Lima (f.58v a 95) e Couto de Cabaços, Ponte de Lima (f.95 a 126).
A elaboração de tombos ou tombamento dos bens dos concelhos surge com vários textos legislativos que, no final do século XVI, procuraram controlar e reprimir os abusos cometidos sobre bens e rendimentos dos concelhos, mais precisamente com o alvará de 5 de fevereiro de 1578. O Alvará de 15 de julho de 1744 estabeleceria a realização dos Tombos pelos Juízes de Fora e, na sua ausência, dos Provedores de Comarca: "...e os Tombos dos bens dos Concelhos, ordenados pela dita Lei, farão os Juizes de Fora e nas Villas, aonde os não houver, os Provedores das Comarcas tirando e fazendo restituir logo aos Concelhos os bens que acharem andão usurpados..." O Alvará de 23 de julho de 1766 reforçaria realização dos Tombos : "Item: Excitando a observancia do Alvará de cinco de fevereiro de mil quinhentos setenta e oito em que forão ordenados os Tombos dos bens dos Conselhos para que a todo o tempo contassem os seus limites e as suas verdadeiras confrontações: Mando que os referidos Tombos sejão feitos pelos Juizes de Fora e nas Villas onde os não houver pelos Provedores das Comarcas, como se lhes declara no sobretido Alvará de quinze de julho de mil setecentos quarenta e quatro" Com o regime liberal a obrigação da realização de Tombos dos Bens do Concelho manter-se-ia, como observável no Código Administrativo de 1836: "Artigo 86. No Archivo das Camara haverá um Livro do Tombo de todos os bens que cada uma dellas administra..." e " Artigo 87. As Camaras deverão ter igualmente um arrolamento exacto de todos os baldios, terrenos e arvoredos ou matas que forem do logradouro commum dos Povos do Concelho, exigindo das Juntas de Parochia exactas relações delles, para se fazer o respectivo assentamento." Entretanto, fruto do teor do novo Código Administrativo de 1842, que fixaria "Art.º 119º. É da obrigação da Camara ter um livro de tombo de todos os seus bens e uma descripção exacta de todos os terrenos, baldios, arvoredos ou matas que forem do logradoiro commum dos visinhos do Concelho; § Um Regulamento do Governo determina o modo de cumprir esta obrigação", e o texto da Novissima Reforma Judiciaria, de 21 de maio de 1841, no seu artigo 339.º que "Nos tombos e demarcações seguirão os Juizes de Direito a forma de processo, que antigamente se usava, quando para ellas se concedia Provisão pelo extincto tribunal do Desembargo do Paço", a supervisão do processo de realização do Tombos do Concelho seria confiada ao Juiz de Direito da Comarca. Quanto ao teor dos Tombos dos Bens do Concelho os mesmos são constituídos por arrolamentos, autos de medição, a transcrição de despachos e circulares e termos de reconhecimento.
Participa que envia a certidão da sua licenciatura para juntar ao requerimento que enviou, a fim de ser admitido ao concurso de terceiro bibliotecário – arquivista da Torre do Tombo.
Faz votos pela saúde de Alfredo Pimenta. Avisa que, brevemente, escreverá uma carta sobre as famílias bracarenses que existem na Torre do Tombo, onde há referências a Francisco Sanches.
O quadro de pessoal da Torre do Tombo, a falta de comodidades higiénicas, o exíguo orçamento e a permissão dada aos notários para depositarem os seus livros de notas no Arquivo.
Identifica-se como antigo funcionário da Bertrand e conta que tem acompanhado a obra de Alfredo Pimenta. Queixa-se das dificuldades da vida e pede a Alfredo Pimenta uma colocação na Torre do Tombo ou noutro local.
Refere-se a uma circular sobre o envio de documentos para a Torre do Tombo. Pede para não se esquecer do assunto sobre o Casal de Chaim foreiro ao Mosteiro de Souto.
Pede para facultar, a um investigador estrangeiro, documentos da Torre do Tombo sobre a província de Portugal da Companhia de Jesus que abranja apenas o continente, as ilhas e Angola.
Felicita-o pela sua promoção a 1.º Conservador da Torre do Tombo. Fala do livro de Pierre David sobre a Galiza e Portugal no séc. VI a XII e do filme que o Pimenta Machado pagou.
Participa que envia a correspondência para a Torre do Tombo e que aguarda ansiosamente notícias de Alfredo Pimenta sobre a visita da Princesa instalada em Queluz. Tece comentários críticos ao jornal "A Voz".
Reporta-se à emissão da certidão do Tombo dos Prazos de Santo Estêvão das Regadas e à data da homenagem ao Salazar. Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre os Gladiadores.
Elogia a obra de Alfredo Pimenta e participa que deseja apenas alguns exemplares para a divulgar. Fala artigo de Alfredo Pimenta sobre “O Comércio do Porto”. Relata os seus encontros com um funcionário da Torre do Tombo.
Tece comentários crísticos à assistência médica em Portugal. Manifesta o seu agrado pelo jornal “A Nação” editar o opúsculo de Alfredo Pimenta e disponibiliza-se para ajudar na edição. Fala sobre o «diretor interino» da Torre do Tombo.
Participa que tem o recibo do "Diário de Notícias" e que, assim que tiver as verbas necessárias, enviará o vale. Pergunta quem será o próximo diretor da Torre do Tombo e deseja que seja Alfredo Pimenta.
Participa que estão a preparar tudo para o regresso de Alfredo Pimenta e família a Lisboa. Expõe o motivo pelo qual não recebeu da Torre do Tombo. Contém uma carta a informar que o encadernador foi levar os livros.
Informa ter estado com gripe. Menciona o trabalho “Vínculos Portugueses”, de Alfredo Pimenta, agradece a oferta do volume e elogia a introdução. Congratula-se com a colocação de Alfredo Pimenta na Torre do Tombo. Existe esta carta datilografada.
Apresenta-se como professor de História num colégio e pede a Alfredo Pimenta um exemplar de “Elementos da História de Portugal “que tenciona adotar nas aulas. Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação para diretor da Torre do Tombo.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta por ocasião da festa de homenagem pelas bodas de ouro de médico. Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação como diretor da Torre do Tombo.
Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação para diretor da Torre do Tombo. Reafirma a sua admiração e dedicação a Alfredo Pimenta. Destaca o papel de Alfredo Pimenta na luta pela verdade, justiça e amor da Humanidade.
Cartão com a impressão do nome e dados pessoais de Alfredo Pimenta, conservador do Arquivo Nacional da torre do Tombo, diretor do Arquivo Municipal de Guimarães e membro da comissão Central do conselho superior de Instrução Pública.
Apontamento com a declaração sobre a exoneração do cargo de 3ª conservadora do Arquivo da Torre do Tombo. Contém duas notas sobre o códice de 696 e sobre a comunicação de renúncia ao cargo de deputado de Botelho Moniz.
Pede a Alfredo Pimenta que o informe sobre a veracidade da eventual existência, na Torre do Tombo, de um documento de um protocolo assinado, em Vila Nova de Gaia, em honra dos lutadores de uma família.
Acusa a receção de um exemplar de “Na Torre do Tombo “ oferecido por intermédio de Sá Tinoco. Regozija-se com o reconhecimento oficial que o Estado fez a Alfredo Pimenta. Tece comentários a propósito do caso Botelho Moniz.
Faz referência ao discurso de Alfredo Pimenta na tomada de posse como diretor da Torre do Tombo. Considera que algumas palavras são excessivamente azedas mas destaca a veracidade dura da maioria.
Enuncia as circunstâncias que acompanham o seu nome e o prejudicam. Elogia um artigo de Alfredo Pimenta publicado em a "Cultura" e informa que enviou para Torre do Tombo um conjunto de jornais.
Pede a Alfredo Pimenta que o esclareça sobre umas dúvidas relacionadas com o foral de Felgueiras. Envia um papel com uma transcrição de uma certidão extraída do Torre do Tombo.
: Elogia o folhetim de Alfredo Pimenta dedicado ao abade de Baçal. Felicita-o pela nomeação para a Torre do Tombo. Envia um exemplar de uma conferência proferida na Biblioteca Erudita de Bragança.
Conta que, devido a um acidente de aviação, vai perder o emprego na Administração Geral de Aeronáutica Civil e pede a Alfredo Pimenta para lhe conseguir uma colocação na Torre do Tombo.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta e aceita a impossibilidade de ir para a Torre do Tombo. Refere a sua passagem pela Casa de Bragança. Esclarece as questões de saúde que o impedem de continuar na instrução de aviação.
Refere-se ao atraso da publicação do Diário do Governo com a nomeação de Alfredo Pimenta para diretor do Arquivo de Guimarães e ao lugar vago na Torre do Tombo.
Faz referência à substituição de António Baião na Torre do Tombo. Pede a Alfredo Pimenta para interceder a seu favor no concurso para uma casa de renda económica no Campo Grande.