Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for Alemanha and 1,619 records were found.

Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 2º Clarinete Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.);
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 1º Clarinete Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.);
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 1º Clarinete Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.); o n.47 está duplicado
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Fliscornes Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; Jugoslávia; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.); o Hino da Jugoslávia não está numerado; ausência de n.º46
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Saxofone Tenor Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Saxofone Alto Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 3º Cornetim Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 1º Trompa (em Mib) Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.). Os Hinos 45. Checoslováquia e 46. Jugoslávia estão escritos para execução por Trompas em Fá (e não para Mib como os restantes).
Contém 3 Capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Sidney 2000, numerada e organizada temática e cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada entre o Comité Olímpico de Portugal e Instituições, organizações e indivíduos relacionados com o assunto indicado no título da U.I. Inclui: Capa n.º 110: Assembleia Geral do EFPM (European Fair Play Movement): justificação de falta de Representante à III Assembleia Geral, realizada em Cascais; CNED (Comissão Nacional para o Espírito Desportivo): Plano de atividades do CNED para 1998 e proposta de orçamento do CNED para 1998; promoção do Fair Play nas JOJE (Lisboa, 1997); Ofício para o Presidente do CNED reencaminhando carta do EFPM contendo a Ata da Mesa Redonda do Grupo de Trabalho do CDDS realizada em Estrasburgo a 18.03.1997; Reestruturação do CNED, Plano de atividades para 1997 e proposta de orçamento para 1997; Ofício da Casa CIvil do Presidente da Republica relativo ao Alto Patrocínio do Presidente da Republica ao CNED; Capa n.º 111: EFPM, Atas da IIIª Assembleia Geral do EFPM; Coleção de 5000 artigos comemorando os 10 anos do Movimento para o Fair-Play na Alemanha: enviado pelo CO da Alemanha; Ata da XIª Reunião do Comité Executivo do EFPM, Paris, 3 e 4 de Outubro de 1997; Pedido de pagamento de quotas referente ao ano de 1998; Declaração de compromisso relativamente ao Fair Play na Europa, assinado na mesa redonda sobre "Desporto, tolerância e Fair Play para o período 1997-2000" promovida pelo Comité para o Desenvolvimento do Desporto (CDDS) em Amesterdão; preparação da 11ª Reunião do EFPM a realizar em Paris; Eleição dos membros do EFPM; Declaração da III Assembleia Geral da EFPM (Oeiras) a 19.07.1997; Eleição do representante de Portugal para o Comité Executivo do EFPM; preparação da 11ª Reunião do EFPM a realizar em Amesterdão; Declaração do Conselho da Europa sobre o Desporto, a tolerância e o Espírito Desportivo; Envio do Relatório referente à 2ª Conferência Preliminar sobre a "Introdução do Olimpismo e da Educação Desportiva nas Escolas", Naoussa, Grécia, de 27 a 30 de Janeiro; Pedidos de audiência ao Presidente do COP pelo EFPM; Relatório da 9.ª Reunião do EFPM em Berna. Capa n.º 112: CIFP - Comité Internacional de Fair Play. Inclui: Envio de Ofício do COP, contendo a candidatura de Lisboa à organização da Cerimónia dos Prémios Internacionais de Fair Play de 2000 junto a este Ofício encontra-se um outro Ofício da CNED (também do COP) enviando o Plano de atividades do CNED e Proposta de Orçamento do CNED para 1998; Envio das Atas da XIª Assembleia Geral do Comité Internacional para o Fair Play realizada em Vilnius, Lituânia. Estas Atas são acompanhadas de documentos de preparação da Reunião, sobretudo no referente à alteração de Estatutos; Envio de ofício pelo ICFP relativo a prémios de Fair Play atribuídos a atletas portugueses; "Carnet des membres" nº 31 e nº 30 (boletim interno do ICFP).
O autor Marquês Estribeiro Mor atesta que Gomes Freire de Andrade, militar que esteve ao serviço do exército francês de 1808 a 1813, não regressou à Península neste período e que sempre observou nele a vontade de regressar à sua Pátria, súplica esta que lhe foi sempre negada. (Paris, 1814. 08. 13). O autor D. Pedro de Sousa e Holstein, Conde de Palmela, Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário em Espanha nos anos de 1809 até 1812 e Embaixador em Paris atesta que o Tenente General Gomes Freire de Andrade não voltou à Península depois que o General Junot o obrigou a marchar para França. Atesta que tomou conhecimento, também, que o referido Gomes Freire sempre manifestou sentimentos de lealdade e de apego à sua pátria. (Paris, 1814. 08. 25). O autor Duc de Luxembourg certifica em como o Tenente General Gomes Freire de Andrade não esteve ao serviço dos exércitos franceses da Península, mas sim nos da Prússia, onde aliás, foi feito prisioneiro em Dresden. Atesta que o mesmo Gomes Freire solicitou permissão ao Imperador Russo para regressar, mas que tal graça lhe foi negada. (Paris, 1814. 08. 10). O autor Barão d' Harvesse Legendre, Marechal de Campo e Secretário Geral do Ministério da Guerra, atesta, por ordem do Ministro da Guerra, que o Tenente General Gomes Freire de Andrade esteve ao serviço dos exércitos franceses entre 1808 e Novembro de 1813 na Alemanha e na Suiça e que recebeu ordem para se render em Grenoble, tendo sido feito prisioneiro em Dresden e por esse motivo só empreendeu o regresso a França em Maio de 1814. (Paris, 1814. 08. 29).
Informa o amigo Conde da Barca do estado em que se encontra o negócio, queixa-se que a falta de instruções mais amplas pouco tempo lhe deixa para escrever. Informa da rápida viagem que fez a Paris tendo passado por Frankfurt onde se encontrou com Mr. d'Humboldt e com um conselheiro da legação prussiana. Contudo, não pôde demorar-se em algumas cidades da Alemanha conforme desejava. Fala do seu regresso a Viena e da ansiedade da Arquiduquesa para saber do seu regresso. Defende que esta aliança trará grandes vantagens, mas que a passagem por mar da Arquiduquesa torna dificíl a negociação, tendo Navarro assumido um papel importante nesta negociação e que muito se deve a ele. O imperador desejava que Navarro residisse nesta corte como Ministro português, o que foi recusado pelo próprio, por já estar outra pessoa nomeada. Informa que depois de Navarro, foi o Conselheiro de Estado Hudelist quem mais concorreu para o feliz resultado das negociações, devendo pois receber uma comenda além dos presentes que advêm do Tratado e do Acto de entrega. Sugere uma Grã-Cruz para Metternich e uma troca de de Ordem entre o nosso soberano e o Imperador. Recomenda o envio imediato da Ordem de Santa Isabel à Arquiduquesa, à imperatriz e à Princesa de Metternich. Remete ao Marquês de Aguiar a relação dos presentes que há a fazer aqui no acto de entrega. Acha que consegue fazer em Viena uma festa mais sumptuosa e mais barata do que aquela que fez o Embaixador da Baviera. Refere-se aos preparativos para encontrar casa nova e aos comentários que circulam na Corte austríaca sobre a expedição militar que saíu do Rio de Janeiro para o Rio Grande. Expede hoje o Tratado matrimonial do Príncipe D. Pedro, esperando que agrade ao nosso amo. Pede ao destinatário que intervenha junto de Marquês de Aguiar para que tudo corra bem com os presentes. Refere-se ao negócio de Lebzeltern, que já havia referido em um dos ofícios.
Acusa a receção da carta de 3 de Fevereiro. Pelo portador desta, o Capitão Tenente António Bernardo de Almeida, Marques remete os preços dos Alambiques que se usão em Inglaterra e nas "West Indies". Apesar de não ter encontrado em Londres, nem tão pouco em casa de Sir Joseph Banks, o Jornal das Artes, o autor transmite as vantagens da utilização dos alambiques da Escócia, com base nas informações que retirou dos construtores dos mesmos, de negociantes e destiladores de bebidas espirituosas estabelecidos em Londres, e ainda dos "reports" das diferentes comissões do Parlamento [inglês] sobre as destilações dos anos de 1798, 1806 e 1808, cujas fontes possui nas suas colecções. Compara o fabrico de aguardentes no Brasil com a produção de Rum na Jamaica, aconselhando os senhores de engenhos braileiros a ali se deslocarem, sob algum pretexto, para examinar o modo como ali se processa a destilação desta bebida. Refere-se à produção de licores, podendo vir algum mestre de Martinica ou de Guadalupe que também contribuiria para para o melhoramento da produção do açucar no Brasil para posterior exportação para a Alemanha, Holanda e Itália. Aconselha a introduzir melhoramentos nas aguardentes e vinhos dos Açores. É urgente empreender uma revitalização da Companhia dos Vinhos do Alto Douro. Insurge-se contra o Tratado de Comércio Franco com o Brasil "obra infame, indigna de ser escrita por hum Português", o qual pretende abolir a referida Companhia e em seu lugar criar ilusões. Pede para que as cartas que lhe são destinadas sejam enviadas a "Dias Santos" como vêm para Marques.
O autor, Conselheiro e Secretário geral do Congresso de Viena, sabendo que à semelhança de quase todas as pessoas empregadas na Missão portuguesa do Congresso, pode S.A.R. nomeá-lo para outra missão após o final do Congresso. Neste sentido, apresenta ao "patrono" António de Araújo que os seus desejos, na avançada idade em que se encontra e sem mulher nem filhos, passam por dedicar o resto da sua vida aos trabalhos e aplicações a que sempre se dedicou no Real serviço. Propõe que finda esta comissão seja nomeado para Conselherio de Comércio nas missões estrangeiras, encarregando-se de promover oficialmente os trabalhos de rever comparativamente todos os Tratados celebrados entre Portugal e outras nações, confrontando-os com a legislação, para sugerir alterações e melhoramentos permanentes e progressivos; fornecer uma organização entre as missões e consulados portugueses no estrangeiro, para que estes apresentem relatórios anuais a S.A.R. e ao seu Ministério com informações exatas das legislações económicas e comerciais de outras nações; exercer uma rigorosa inspecção sobre estes trabalhos para que não haja lugar à relaxação enquanto se promove nas altas repartições a aplicação útil de tais trabalhos. A execução destas propostas deverão originar grande número de indivíduos habilitados para tais objectos. Se receber esta nomeação a sua residência principal deverá ser em Inglaterra, por esta ser o centro de comércio e possuir grande influência na produção de legislação comercial e financeira. Ocasionalmente poderá efectuar deslocações à França, Holanda e Alemanha para indagar elementos para os referidos trabalhos ou para negociar novos Tratados ou Convenões comerciais. Pretende continuar com o ordenado concedido pelo Decreto de 25 de Junho de 1814 inerente ao cargo de Conselheiro e Secretário Geral da Legação ao Congresso. Se esta proposta não for diferida, regressará a Londres e às funções que então exercia como Oficial da Secretaria de Estado.
Informa que depois de ter expedido as cartas de 10 e 18 de Abril, chegou um paquete do Rio sem qualquer carta de António de Araújo, o que o leva a crer que nos dois paquetes de Outubro e Novembro vinham cartas participando a solução do negócio que o autor tinha proposto, bem como os despachos que o Embaixador estava a aguardar. Como recebeu um despacho do marquês de Aguiar, ministro dos Negócios estrangeiros, expediu-lhe uma carta, cuja cópia remte em anexo, apresentando as suas propostas para continuar a proceder à preservação das suas colecções. Felicita o destinatário por estar Ministro da Marinha e do Ultramar e espera que ponha "em execução os planos que a sua reconehcida inteligência e patriotismo lhe dictarem sobre tão importantes objectos". Redobrará os esforços para que os seus trabalhos e aplicações possam ser utéis aos planos do destinatário para a marinha mercante e marinha de guerra. Alerta para os papéis públicos que publicaram a Convenção Preliminardos aliados com a França, que será em poucos dias, seguido de um Tratado de Paz definitivo, contendo as partilhas, ficando os detalhes para serem regulados um Congresso. Está ansioso para ver que destino terá Nápoles, e que segundo ouvir poderá ficar para Murat; Beauharnois terá também um estabelecimento na Alemanha. Refere-se à batalha de Toulosa que ocorreu devido ao atraso docorreio de Madrid, ignorando-se quem foi o responsável por tal manobra. Nos mesmos papéis sairam a notificação do ministério inglês para o bloqueio dos portos da Noruega. Diversas opiniões sobre se está ou não para breve a pacificação com os Estados Unidos, apesar de se estarem a preparar para transportar dez mil homens de Lord Wellington para prosseguir a guerra.
FERNANDES, Avelino. Filho de Francisco Fernandes, natural de Alvaredo, Melgaço, e de Libânia Rosa Martins Peixoto, natural de Messegães, Monção, moradores no lugar de Ferreiros, freguesia de Alvaredo. Neto paterno de Manuel José Fernandes e de Violanta da Gaia Torres; neto materno de João Martins Peixoto e de Maria Luísa Fernandes. Nasceu em Alvaredo a 7/11/1893 e foi batizado na igreja a 9 desse mês e ano. Padrinhos: José de Abreu e Maria de Abreu, solteiros, lavradores, do lugar de Ferreiros. // Casou a 5/1/1913 com Justina Domingues Caldas, filha de António Domingues Caldas e de Clara Domingues Caldas, de 23 anos de idade, sua conterrânea. // Como consequência da mobilização de infantaria 3 foi incorporado no serviço militar em Abril de 1917 – já era pai de três filhos. Foi soldado do Regimento de Infantaria n.º 3, Viana do Castelo, 4.ª Brigada de Infantaria (Brigada do Minho); embarcou para França a 18/4/1917, integrado no CEP; era portador da chapa de identificação n.º 49462. Desapareceu em combate na batalha de La Lys, ocorrida a 9/4/1918. Esteve internado no campo de prisioneiros de Dulmen, Alemanha. Em Novembro de 1918, no final do conflito, por comunicação da Comissão dos Prisioneiros de Guerra, verificou-se que ele constava nas listas de prisioneiros de guerra internados em campos alemães. A 17/12/1918 ainda ali se encontrava. Seguiria para a Holanda, a fim de regressar à sua pátria. // Depois da guerra embarcou no navio inglês Northwestern Miller, na Holanda, a 12/1/1919, desembarcando em Lisboa a 18/1/1919. // Morou no lugar de Ferreiros. // A sua esposa finou-se em Alvaredo a 1/12/1955. // Ele morreu na mesma freguesia a 6/8/1964.
GOMES, Pedro Augusto dos Santos (Dr.) Filho do eng.º Pedro Augusto dos Santos Gomes e de Adélia Augusta da Rocha Gonçalves. Nasceu na Vila de Melgaço a 7/10/1890. // Em Junho de 1912 fez exame na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra da 15.ª cadeira, 5.º ano. // Em Julho de 1912 fez exame da 18.ª cadeira, medicina legal, 5.º ano, e 19.ª cadeira, direito internacional, 5.º ano, também fez processo penal, 14.ª cadeira, 4.º ano. // Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra nesse ano de 1912. // Nesse ano de 1912 seguiu para Lisboa a fim de exercer advocacia. // Em finais de 1912 foi nomeado subdelegado do Procurador da República em Almada, mas foi exonerado no ano seguinte, assim como da 4.ª vara cível de Lisboa. // Em 1913 colaborava no «Correio de Melgaço» com poemas da sua autoria. // Nesse ano de 1913 foi nomeado ajudante do Conservador da 3.ª Conservatória de Lisboa. // Além de advogado, também foi notário em Lisboa. // Em Setembro de 1916 esteve em Melgaço. // Em 1920 era notário em Oeiras. // «Encontra-se restabelecido da prolongada doença que o reteve no leito durante bastante tempo o nosso ilustre conterrâneo e notário em Lisboa, Sr. Dr. Pedro dos Santos Gomes.» // Foi dele o prédio sito na Praça da República, Vila, na altura o mais alto do concelho, onde ia todos os anos passar férias com a família. Levava com ele o Dr. Murteira, um pintor de primeira água, e um apaixonado por esta terra minhota. Dele existem belos quadros, com paisagens melgacenses. // O Dr. Pedro Augusto morreu em Lisboa a 1/5/1963. // Um seu descendente, Dr. Pedro Joaquim dos Santos Gomes, em 1996 era Consul Geral de Portugal em Dusseldorf, Alemanha; nesse ano veio com a sua esposa, Maria do Rosário, visitar Melgaço, permanecendo alguns dias na sua vivenda “Casa de São Bento”, sita em Penso.
SOUSA, Ernestina Augusta. Filha de Ilídio de Sousa (*), artista, e de Amália Augusta Igrejas, doméstica. Neta paterna de Ilídio Vitorino de Sousa e de Maria Miquelina Esteves; neta materna de Félix Igrejas e de Conceição Costas. Nasceu na Rua Direita, Vila, a 5/3/1910, e foi batizada na igreja a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Augusto Igrejas, casado, alfaiate, e Isolina Reis, solteira, de serviço doméstico. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Melgaço a 1/11/1932 e na igreja de SMP a 18/11/1932 com Adolfo, de 24 anos de idade, natural da freguesia de Santa Maria dos Anjos, Vila de Monção, filho de Luís António Vieira e de Rosa Pereira Pinto. O noivo era negociante, e tinha como seus colaboradores Artur Teixeira e António Pedroso de Lima, residentes na Vila de Melgaço; negociavam em «tripa seca, tabaco e volfrâmio para a Espanha e depois para a Alemanha, negócio interrompido por a França ter sido libertada». No mencionado número do jornal também são mencionados José Valas e António Rodrigues. // Ela, Ernestina Augusta, também se dedicou aos negócios, sobretudo com os galegos. // «… casado com Ernestina, senhora da Vila vizinha de Melgaço, cedo abandonou o lar, deambulando atrás deste ou daquele rabo de saia.» E comenta Joaquim Brito, presidente da Junta de Freguesia de Monção: «Se calhar, porque a legítima nunca lhe pôde dar filhos.» // Ela depois da separação, ocorrida por sentença do tribunal judicial da comarca de Monção de 1/5/1955, lá se foi aguentando, tornou-se tendeira, andava de feira em feira a vender roupas e afins. // Adolfo morreu em Março de 1973 , com sessenta e dois anos de idade, num hospital, tendo apenas no banco cerca de 400 contos de réis, ele, que tivera muitos milhares. // A Ernestina continuou a morar em Monção, tendo em sua companhia duas sobrinhas, que a ajudaram no seu comércio. // Finou-se naquele concelho a 27/6/1986. /// (*) Quando Ernestina nasceu os seus pais ainda não estavam casados.
Ordem do Dia - Obras; - Proposta de alteração ao orçamento municipal para o ano de 1984; - Balancete; - Pagamentos; - Comemoração dos 130 anos sobre a publicação, em Leiria, do 1.º número do primeiro jornal da cidade "O Leiriense"; - Pacote Autárquico; - Envio de revista Forma; - Pedido de subsidio (Corpo Nacional de Escutas de Leiria); - Exposição itinerante da embaixada da República Federal da Alemanha; - Voto de congratulação (Oficialização da Diocese de Leiria e Fátima"; - Ajustamento de pelouros; - Terreno para Delegação da Caixa de Crédito Agrícola Mutúo de Leiria, em Maceira; - Voto de agradecimento (Filarmónica de S. Tiago dos Marrazes); - Novos preços médios de venda de energia elétrica; - Mapas do movimento dos Bombeiros Municipais de Leiria; - Congresso "Prevenção Rodoviária e o Futuro impacto social e económico; - Licenças de canídeos; - Fornecimento de materiais às freguesias; - Reparação do edifício dos Paços do Concelho; - Toponímia no lugar de Serra de Porto de Urso; - Centro Cultural e Recreativo das Almoinhas; - Processos de obras submetidos a despacho; - Construção do Novo Mercado Municipal de Leiria; - Escola Primária do Vidigal; - Escola Primária dos Capuchos; - Execução de passeios em Vale dos Lobos; - Planos de urbanização de Monte Real e Praia do Pedrogão; - Parque de estacionamento privativo do Tribunal Judicial de Leiria; - Estrada Nacional 1 (Reabilitação dos lanços de Batalha a Alto do Vieiro); - Estrada Nacional 356-1 (Retificação entre Azoia e Maceira); - Toponímia no lugar de Sismaria (Marrazes); - Cemitério de Leiria; - Toponímia (Rua da Matinha, Rua da Torre, Rua Engenheiro Alberto M. Zúquete e Rua da Eira); . Pista de atletismo em matéria sintética; - Proposta de retificação do muro de vedação do Convento da Portela; - Posto de abastecimento da Auto Industrial; - Reparação do Teatro José Lúcio da Silva; - Autos de embargo; - Novo Cemitério de Leiria; - Construção de passagens aéreas em Leiria; - Bairro do Casal da Cortiça; - Conclusão da ata.
Grupo dos participantes na caçada, no Salabredo, junto ao Pavilhão de Caça, após a 1ª batida. No verso, manuscrito legenda relativa à numeração manuscrita sobre cada participante: "Caçada em Mafra em 27 de Janeiro de 1955 oferecida pelo Min. da Economia./ 1- [espaço em branco]/ 2- Dr. França e Silva, D. G. dos S.[erviços] Pecuários / 3- Eng. Ulrich - Atómico e Ex. Min. das O. P./ 5- [Sub-secretário do Exército]/ 6- D. Nicolau Franco embaixador de Espanha/ 7- Dr. Supico Pinto/ 8- Dr. Ulisses Cortez - Min [istro] da Economia/ 9- Min.[istro] da Alemanha/ 10- Dr. Mário Madeira, Gov. Civil de Lisboa/ 11- Min.[istro] da Itália (o que matou 1 veado)/ 12 - Prof. Victória Pires - sub-sec.[retário] da Agric.[ultura]/ 13- Eng. Castro Caldas da Junta de Colonização Interna/ 14- [em branco]/ 15- Dr. Marchante, Pres.[idente] da J.[unta] de Prod.[utos] Pecuários/ 16- [em branco]/ 17- Eng. M. Frazão, Dir.[ector] geral dos S.[erviços] Pecuários/ 18- Cor. [espaço em branco] Comand.[ante] da EPI/ 19- Eng. Lopes da Fonseca, sec.[retário] do sub[-secretário da Agricultura]/ 20- Dr. Horta, médico do P.R. e outros que tais/ 21- Dr. Pedro S. e H. (Palmela), sec[retário] do Min[istro] da Econ.[omia]/ 22- Major Barrento, com.[andante] da E[scola] M[ilitar] de E[quitação]/ 23 - [espaço em branco]/ 24- Pres.[idente] da C[âmara] M[unicipal de] Mafra/ 25- Bebiano Correia/ 26- Conde de Nigra". O numero 27 corresponde ao Eng. José Maria Saldanha Lopes. Manuscrito ainda a carvão, o numero: "9340/1".
Contém os seguintes títulos: Vêm aí os "papa-pilhas"; Exército vai ajudar obras camarárias; Timor-Leste em Sintra; Câmaras exigem inquérito a Machado Lourenço; Gotas de água "entornam o copo"; Hotel da penha longa sem solução à vista; Dúvidas que balançam; Câmara de Sintra persiste em ignorar Mourão; Ecos da assembleia; Orçamento "realista" tem verbas para andar Orçamento: jogo do empurra; Os acessos e os transportes; Assembleia de freguesia de Santa Maria e S. Miguel; Consenso nos tostões; Câmaras municipais vão ter linha aberta; portugueses com quota superior a 55% na instalação do gás; ANMP promove seminário no Estoril; Freguesias avançam com proposta ANAFRE reivindica direito de petição; Freguesias querem recuperar a importância perdida;Simplificar é a palavra de ordem; Seminário de teatro; Prémios literários divulgados em Sintra; Ricardo Raymundo Nogueira; Viver e morrer em Sintra do séc. XIV; Reis por dois dias; Município de Sintra lança agenda cultural; Mostra de teatro amador em Sintra; Eduarda Filhó e Arménio Neves na galeria da quinta da Santa Teresa; Antonieta Roque Gameiro; Sporting derrotado em Sintra e Benfica vitorioso; Atlético de Queluz; Interessante seminário de futebol infantil; Hipismo em Sintra; Lusiteca recebeu candidatas com muito açúcar; Hospital Amadora-Sintra atrasado um ano; Condomínio vanguardista é alternativa em Nafarros; Bombeiros portugueses com pagamentos em atraso; Hospital Amadora-Sintra só abrirá em 1994; Algumas atividades da junta de freguesia em 1990; Centro de dia; Palavra à juventude cai, não cai; Prédio de apartamentos rouba vista a restaurante; Já há pousada da juventude; Assembleia de freguesia censura executivo; AR diz "pois sim" à regionalização; Penha verde de D.João de Castro vendida a alemão da imobiliária; Sintra quer mais hotéis; restaurante Wiesbaden: Alemanha em Sintra; Pousada da juventude abre em Sintra; II encontro "o turismo nas autarquias".
Segundo alguns historiadores, o fundador desta Igreja teria sido a rainha D. Mafalda, mulher do rei D. Afonso Henriques, filha da Madame Guiguone dos Condes de Albon de França e de Amadeu Conde de Moriana, descendentes dos imperadores da Alemanha e duques da Saxónia. D. Mafalda teria mandado construir esta igreja em honra da Virgem e Mártir Santa Catarina, cuja cabeça havia sido trasladada do Mosteiro de Águas Santas, por autorização do bispo de Orense D. Pedro II. Contra esta notícia existe uma carta do rei D. Sancho I, em que diz que este Mosteiro da Costa he meu e o fez meu padre e o amava muito . Este argumento faz com que D. Sancho I diga que o seu fundador foi seu pai e não sua mãe.Por volta de 1156 a rainha D. Mafalda doou este mosteiro aos cónegos regrantes de Stº. Agostinho. Estes cónegos governaram e possuíram este mosteiro mais ou menos trezentos e cinquenta anos, até ao ano de 1528. Em meados do século XV a coroa manifestava a intenção de entregar à ordem de S. Jerónimo a tutela do Convento da Costa, contudo, só em 1525 é que o Duque de Bragança, D. Jaime resolveu pedir ao Papa Clemente VII, por conselho do rei, que ordenasse a extinção do Convento dos Cónegos Regulares de Stº. Agostinho, e que, em seu lugar aí instituísse a ordem de S. Jerónimo. A bula Pontífice foi expedida a 2 de Março de 1527, seguindo-se-lhe em Novembro do mesmo ano a sentença executória emitida pelo prior da Colegiada, D. Sebastião Lopes. A ordem de S. Jerónimo ficou obrigada a dar anualmente uma quantia para a sustentação dos cónegos regrantes que foram desalojados. O acto de entrega do mosteiro aos padres Jerónimos deu-se em 27 de Janeiro de 1528, numa cerimónia em que esteve presente o provincial da ordem, Frei António de Lisboa. No período do Renascimento o Mosteiro de Santa Marinha da Costa, teve o privilégio de iniciar uma das mais importantes experiências de renovação do ensino superior em Portugal. Por volta de 1537, o rei D. João III, decide transferir o colégio do Mosteiro de Penhalonga para o Convento da Costa, para nele poder estudar o Infante D. Duarte, seu filho. Também foram lá criados o Infante D. Luís e seu filho D. António. Em relação ao plano de estudos existiam na Costa os estudos preparatórios, constituídos pelas humanidades e pelas artes, e os de ensino superior relacionados com Teologia. Por alvará do rei D. João III a 6 de Julho de 1541 concedeu-se autorização para que aos estudantes deste colégio pudessem ser atribuídos os graus de licenciados, bacharel e doutor em artes, ficando equiparados aos da Universidade de Coimbra.Após a Morte de D. Duarte, em Agosto de 1543, o Colégio da Costa deixou de ser uma escola principesca deixando por isso de beneficiar dos favores régios. Em 1553 D. João III, incorpora o Colégio de S. Jerónimo na Universidade de Coimbra.Em 1820 com a instalação do liberalismo, o convento, que tinha acabado de sair de um período brilhante de afirmação e desenvolvimento e progresso, depressa esgotará a sua capacidade de desenvolvimento e sobrevivência. Em 31 de Maio de 1834, após o decreto que extinguia as ordens religiosas, os monges recebem a intimação para abandonarem o edifício. A 9 de Junho do mesmo ano dá-se a extinção do convento. O edifício passou para a fazenda nacional e foi apresentado em hasta pública. José Ferreira Pinto Bastos, industrial, fundador da fábrica da Vista Alegre, arrematou o convento. Com o seu falecimento em 1893, a casa conventual apareceu, dois anos depois, à venda pela Junta de Crédito Público. Foram arrematantes Custódio Teixeira Pinto Bastos e Manuel Baptista Sampaio Guimarães, e o auto de posse, lavrado em 25 de Janeiro de 1842, acrescenta que ao último caberia a metade do mesmo mosteiro para a parte norte até bater na Igreja, enquanto o primeiro ficava com a metade do mesmo ao longo para a parte sul, inclusivamente a varanda. Anos mais tarde a parte de Custódio foi vendida a António Fernandes Araújo, um Vimaranense que fez fortuna no Brasil, quando este faleceu em 1888, a sua propriedade passou para três sobrinhas suas.Do outro lado do edifício viveu, até 1911, Dona Custódia Carolina Sampaio, filha de Manuel Baptista, a quem coube por herança. No entanto, por volta de 1881, esta senhora havia arrendado a sua parte a um colégio, que ali funcionou uns anos. Foi herdeiro um sobrinho neto, António Leite Castro Sampaio e Vaz Vieira que, desde 1899, já vivia na outra metade da casa, por casamento com a respectiva titular, Dona Antónia de Araújo Fernandes. Em 1936, pelo decreto nº 26450 de 24 de Março, o Mosteiro e sua Igreja foram classificados como imóvel de interesse público. Contudo um lamentável incêndio ditou-lhe um destino mais adverso, colocando-o completamente ao abandono.Por fim, em 1972, foi comprado pelo Estado que iniciou obras de restauro cinco anos depois, com vista à sua adaptação a Pousada. História Custodial: Este arquivo foi incorporado aquando da criação do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta de acordo com o decreto de lei. Nº.19.952 de 30 Julho de 1931, contudo, existem dois livros que foram oferecidos pelo Dr. Isaías Vieira Castro em Outubro de 1946.
O autor, Conselheiro e Secretário geral do Congresso de Viena, sabendo que à semelhança de quase todas as pessoas empregadas na Missão portuguesa do Congresso, pode S.A.R. nomeá-lo para outra missão após o final do Congresso. Neste sentido, apresenta ao "patrono" António de Araújo que os seus desejos, na avançada idade em que se encontra e sem mulher nem filhos, passam por dedicar o resto da sua vida aos trabalhos e aplicações a que sempre se dedicou no Real serviço. Propõe que finda esta comissão seja nomeado para Conselherio de Comércio nas missões estrangeiras, encarregando-se de promover oficialmente os trabalhos de rever comparativamente todos os Tratados celebrados entre Portugal e outras nações, confrontando-os com a legislação, para sugerir alterações e melhoramentos permanentes e progressivos; fornecer uma organização entre as missões e consulados portugueses no estrangeiro, para que estes apresentem relatórios anuais a S.A.R. e ao seu Ministério com informações exatas das legislações económicas e comerciais de outras nações; exercer uma rigorosa inspecção sobre estes trabalhos para que não haja lugar à relaxação enquanto se promove nas altas repartições a aplicação útil de tais trabalhos. A execução destas propostas deverão originar grande número de indivíduos habilitados para tais objectos. Se receber esta nomeação a sua residência principal deverá ser em Inglaterra, por esta ser o centro de comércio e possuir grande influência na produção de legislação comercial e financeira. No caso de ser aceite esta sua proposta, começará já, antes de se transferir para Londres, a trabalhar sobre as nossas relações comerciais com a Alemanha e com a Itália. Pretende continuar com o ordenado concedido pelo Decreto de 25 de Junho de 1814 inerente ao cargo de Conselheiro e Secretário Geral da Legação ao Congresso. Se esta proposta não for diferida, regressará a Londres e às funções que então exercia como Oficial da Secretaria de Estado. Em P.s. de 22 de Novembro, informa que remete uma carta em anexo ao marquês de Aguiar, Ministro dos Negócios Estrangeiros, a este respeito. A mesma carta vai com selo volante para que António de Araújo dela faça o que entender. Pede a intervenção do destinatário Para nunca mais ser nomeado para Secretário de outra missão porque quem exercita tal cargo é obrigado a escrever muito e por vezes recai sobre si a penosa tarefa de sancionar com a sua letra opiniões de outros que às vezes são contrárias às suas.
Como António de Araújo já deverá ter conhecimento de que os Plenipotenciários portugueses já foram admitidos ao Congresso e que as primeiras sessões já tiveram lugar. Limita-se a fazer algumas reflexões sobre o prospecto das negociações em gerale quais aquelas que lhe parecem dever ser as operações futuras para remediar erros passados e promover a monarquia lusa. As quatro grandes potências, Rússia, Prússia, aústria e Alemanha, "conciliabulo ou conclave das verdadeiras negociações", estão ocupadas a ajustar entre si os seus próprios interesses, não se interessando no Congresso em favor das outras potências. Pretendem excluir a França com base num artigo secreto do Tratado de Paris. A frança chama a si a missão de proteger os fracos que as outras nações pretendem despojar das ditas partilhas. Interesse das grandes potências em dissolver o Congresso o mais rápido possível para regularizar as suas finanças através da dissolução dos grandes exércitos que conservam. Prevê que não se entendam nas partilhas ficando os territórios tal e qual já estão determinados. Aconselha a que a legação portuguesa imprima no Congresso uma reforma das relações políticas e comerciais com as grandes potências, nomeadamente com a Rússia e a Aústria, desencadeando um processo que permitiria a Portugal demarcar-se da independência inglesa. Sendo que os ministros portugueses enviados ao Congresso são os que estão destinados a residirem na Rússia, Aústria, Inglaterra, deverão nessas residências prosseguir com as negociações iniciadas no Congresso. Refere-se às restituições e aquisições territoriais a que Portugal tem direito. Aconselha a preservar a independência financeira da Coroa portuguesa, substituíndo os ruinosos subsídios e empréstimos estrangeirs por sábias reformas em vários ramos da administração interna e externa para aumentar as rendas do Estado. Defende uma judiciosa e activa direcção das nossas relações exteriores; fomentar a indústria, comércio e navegações nacionais. Remeterá em anexo de uma outra carta um plano de trabalhos sobre estes assuntos contendo três pontos essenciais: 1.º Crítica ao Tratado de 1810 com a Grã-Bretanha, que foi tão lesivo a Portugal e para evitar futuras situações semelhantes, propõe o envio regular de informações e observações sobre as potências com quem Portugalvier a negociar contratos; 2.º organização das missões estrangeiras e consulados e sua sincronização como Ministério; 3.º promover uma inspecção sobre as diversas repartições públicas e evitar que façam somente trabalho de rotina ou de expediente.
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de junho de 1999 Contém os seguintes artigos: - Fadista António Costa e «O meu velho sonho»; - Ana Lains, de Montalvo vence Grande Noite do Fado; - CD do Fadista Miguel Simples editado ainda este mês; - Paulo Rosa emigrante de Sardoal vence noite de fado na Alemanha; - Associação Cultural e Recreativa de Casa Branca, Areias e Lampreia - Sede e polidesportivo na mira da Direção; - Tesoureiro do Centro Recreativo de Queixoperra «Existe um espírito de grupo»; - Grupo Aposta Jovem em Arreciadas; - Texto de opinião: Somos um país pimba...; - Com o Alto patrocínio do Gabinete de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte de Bragança - III Real Noite de fados na Vila de Constância; - José Manuel Cordeiro, da Marcha da Alegria de Tramagal «...às classificações, atribuam apenas um valor simbólico»; - Vitor Hugo presidente da direção da Sociedade União Crucifixense fala da marcha da SUC «Esperamos continuar a ter apoio da população»; - VII Fórum Camoniano em Constância; - Entrevista com o presidente do Grupo Etnográfico Os Camponeses da Golegã «...as pessoas não são tão bairristas como parecem»; - Reativação do Concurso do Vestido de Chita pelo clube União e Recreios de Moita do Norte; - Entrevista com o Presidente da Câmara Municipal de Gavião «...com a nossa gente é possível receber bem»; - VIII Mostra de Artesanato e Gastronomia de Gavião; - Grande entrevista com o líder socialista de Constância «A CDU está há demasiado tempo no poder em Constância; - António José Contente, no aniversário da Associação de Dadores de Sangue de Tramagal «...trilhamos uma filosofia própria»; - Texto de opinião: Comissão de Moradores das Sentieiras homenageia Professora Joaquina Basso; - Realização da Feira Jovem 99 em Pinheiro Grande dias 9, 10 e 11 de julho; - Artistas regionais solidários; - Rancho Folclórico de Valhascos nas Festas da Cidade de Lisboa; - Folclore: Golegã e Arreciadas; - Concurso Europeu de Cidades e Vilas Floridas - Tancos representa Portugal; - Jorge Duarte despede-se da Rádio Tágide; - Em Sentieiras - Fontes - Festa com «os pés na água»; - Tramagal Sport União - Tozé um treinador campeão; - Arado - Associação Recreativa e Cultural de Amizade e Desporto S. Bartolomeu - Gavião - 1º Torneio de Verão de Futebol de Cinco; - Torneio de Jogo da Malha em Gavião; - Inauguração de Parque Radical no dia da Cidade de Abrantes 14 de junho; - Piscina Municipal de Tomar já reabriu; - Em Martinchel - 1º Cross Country "Rota das Azenhas"; - Milreu, concelho de Vila de Rei tem salsicharia remodelada; - Campo de trabalho de arqueologia, organizado pela Escora - Associação de Jovens para a Preservação Arqueológica e Cultural de Montalvo; - Passagem de Modelos organizada pela Associação Cultural Paio de Pele em Praia do Ribatejo; - Governo aprova 20 mil contos para idosos de Constância.
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de outubro de 1997 Contém os seguintes artigos: - Farinha da Costa, em declarações à Gazeta, «Não vai ser preciso puxar pelos galões...»; - Partido Socialista/Concelhia de Constância - Comunicado; - Na Golegã: Marçal Grilo apadrinha candidatos do PS; - Orfeão de Golegã grava em CD; - Durante Encontro na Carregueira - Novos músicos da Banda recebem instrumentos; - Procom - Projeto para o Comércio - Comerciantes da Zona Histórica de Constância vão ter apoios para reestruturação e modernização; - Constância enriquece património ao adquirir planta com...235 anos; - Na Escola Prática de Engenharia - Comemorações do dia do Idoso; - Coronel Mendes Correia, na assinatura do protocolo para construção do novo cemitério de Abrantes «Podem contar com a experiência e o empenho dos nossos militares»; - Da Câmara Municipal de Abrantes - Parque Industrial de Abrantes; - Miguel Pombeiro, esclarece os que se interrogam sobre a sua juventude para ser candidato à Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha «Descansem. Este é um dos poucos defeitos que passa com a idade»; - Problematizações de Alves Jana da Palha de Abrantes numa entrevista inédita concedida ao nosso jornal «Abrantes não pode ficar presa de uma Universdade....que não avança»; - Palha de Abrantes, Associação de Desenvolvimento Cultural, dois anos de atividade; - Presidente da Junta de Freguesia de Alcaravela - Reflorestar era necessário em tempo útil para acabar com a desertificação do interior; - Sanitários Públicos de Tramagal na antiga sede da Junta de Freguesia; - Texto de Opinião: Alvega Praia Fluvial?; - Partido Socialista, concelhia do Sardoal - Esclarecer, Mudar, Vencer; - Centro de Dia de Carregueira iniciou segunda fase das obras; - Socialistas da Chamusca apresentam candidatos; - Trabalhos na Pereira, responsabilidade da Associação Os Quatro Cantos do Cisne; - Associação de Madeiras vê candidatura aprovada para acabamentos da nova sede; - Ana Laíns de Montalvo atua na Alemanha; - Em Água Travessa - Junta de Freguesia de Bemposta contestada por populares; - Na Gala do Desporto do Distrito de Castelo Branco - Tramagalense distinguido; - Campeonato Distrital da A.F. de Santarém, 2ª Jornada, dominado pela incerteza; - Prémio Gazeta do Tejo - Bar Marisqueira Pub «A Âncora» - Paulo Renato II e Gameiro na frente; - Clube Desportivo «Os Patos» comemorou o seu 15º aniversário; - Campeonatos de Futebol - Classificações; - Biblioteca de Constância abre ao sábado; - João Pombo, do Rancho de Casais de Revelhos «A maioria dos jovens não consegue entender este trabalho»; - Crónica de política: Impagável Alberto.
Sessão Ordinária: Correspondência - Comissão Executiva da Junta Geral do Distrito de Leiria a informar que deliberou contrair empréstimo ara instalação da tração elétrica no Distrito; - Dr. João Diniz de Carvalho a participar que naquela data ficou instalado sob sua Presidência o tribunal de desastres no trabalho, de Leiria; - Secretaria da Guerra a tomar atenção ao pedido para não aceder à solicitação de transferência feita pelo Major António Carlos Cortez, comandante do grupo de artilharia n.º 2; - Comissário de Policia do Distrito de Leiria solicita exemplar, existente em Arquivo Municipal, do livro Quadros da História de Portugal; - Comissão Executiva da Câmara Municipal da Marinha Grande a enviar copia do relatório da liquidação de contas com o concelho de Leiria; - Diretor da Escola Primaria e Superior a solicitar cedência dos terrenos contíguos à escola; - Divisão Hidráulica do Mondego a enviar um requerimento de António Marques da Cruz a solicitar continuar a construção do muro de vedação junto da vala de esgoto da Cidade; - Comissão Executiva da Junta Patriótica do Norte a enviar o projeto do padrão comemorativo aos Mortos da Guerra com a Alemanha; - Hospital D. Manuel de Aguiar a enviar relação de despesas referente ao ano de 1919; - Aferidor de Pesos e Medidas a solicitar autorização para conferir medidas nas segundas feiras e sábados; - Aferidor de Pesos e Medidas a solicitar colocação de torneira junto do serviço; Deliberações: - Solicitar máximo rigor no sentido de evitar pocilgas dentro da cidade; - Demolir o muro existente na frente do urinol junto às sentinas públicas; - Consertar estrada que conduz ao Cemitério de Santo António do Carrascal; - Preparar o terreno para alargamento do Cemitério; - Elevar para dezasseis escudos o preço das sepulturas reservadas para adultos e para cinquenta centavos cada dose de cal; - Colocar tampas nos poços existentes no Largo da Lagoa; Requerimentos: - Henrique Gaspar solicita licença para transformar portas em janelas; - Maria da Piedade solicita subsidio de lactação - Empresa de Cimentos de Leiria envia projetos das edificações que deseja levar a efeito para uma fábrica de cimentos e exploração de produtos similares; - Júlio Cândido de Oliveira, José Augusto Fonseca de Santos e Alfredo Alberto Caetano Rei a solicitar serem incluídos no aumento de vencimentos concedidos aos empregados da Câmara; - José Ricardo dos Santos Ramos Belo a fazer considerações acerca do alinhamento para novas construções da Rua da Graça.