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A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
Correspondência relacionada com a: Instalação da Estação de Correios e um Casino nas Caldas das Taipas; Expropriações para a construção da Avenida do Parque; Instalação de uma turbina Pelton para produção de energia elétrica; orçamentos; razões para atrasos no envio de orçamentos; copias de atas; irregularidades financeiras e administrativas; Caso “Industriais do Arquinho”; pavimentação da estrada nacional; reunião para a compra de terrenos; repovoamento aquícola do rio Ave; Zona de Pesca das Caldas das Taipas; pedidos diversos, protestos contra o novo traçado da linha de alta tensão sobre as Caldas das Taipas; e nomeações.
Afirma que a sociedade portuguesa vive um sistema político em torno de oito consensos democráticos principais: a adesão do Povo Português aos valores essenciais da Democracia e da Liberdade; o respeito pelos Direitos do Homem; a fidelidade à NATO; a opção europeia; o sindicalismo democrático; a importância das relações com a ex-colónias; a revisão constitucional de 1982; a Lei de Defesa Nacional e das Forças Armadas. Critica Ramalho Eanes e revela simpatia com Mário Soares; ataca o Conselho da Revolução e Maria de Lourdes Pintasilgo e o PCP; aponta os objectivos de Portugal para a próxima década.
Sugere que publicite a lista com o projeto de João Rocha em resposta ao convite da Câmara de Guimarães. Declara que não é necessária a sessão de propaganda da União Nacional no teatro, pois a obra de Salazar é tão evidente que supera todas as sessões de propaganda. Informa que o João Rocha lhe perguntou quando é que a Sociedade lhe mandava o discurso para o 9 de março e que lhe disse que desconhecia o assunto. Tece comentários críticos ao número especial consagrado ao Centenário da "Revista de Guimarães" e ao e o Jeromeninho por andar a recolher assinaturas para junto do ministro obter a condecoração de São Tiago.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República. Termo de abertura e encerramento datados de 1938.05.12 e assinados pelo chefe da secretaria da Câmara Municipal, Américo de Oliveira Durão, e pela Câmara Municipal, José Maria Pereira Leite de Magalhães e Couto, Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha, António José Pereira de Lima e José Ribeiro Moreira de Sá e Melo. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações Modelo n.º 2; modelo 1-A. Inclui índice.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Dossier do III Congresso da Oposição Democrática, realizado em Aveiro. Contém os seguintes documentos: 1ª secção com o tema - Desenvolvimento Económico e Social; 2ª secção com o tema - Estrutura e Transformação das Relações do Trabalho; 3ª secção com o tema - Segurança Social e Saúde; 4ª secção com o tema - Urbanismo e Habitação; 5ª secção com o tema - Educação, Cultura, e Juventude; 6ª secção com o tema - Desenvolvimento Regional e Administração Local; 7ª secção com o tema - Organização do Estado e Direitos do Homem; 8ª secção com o tema - Situação e Perspectivas Políticas, nos Planos Nacional e Internacional.
O registado: João Batista Mão de Ferro Nº registo: 719 Naturalidade (freguesia e concelho): Oliveira do Castelo Santa Maria, Guimarães Data de nascimento: 1916/04/27 Pai: Manuel Joaquim Mão de Ferro Profissão: Guarda Nacional Republicano Naturalidade (freguesia e concelho): Sé, Portalegre Mãe: Júlia da Assunção Teixeira Profissão: Domestica Naturalidade (freguesia e concelho): Britelo, Celorico de Bastos Averbamentos: Casamento em 1936 com Maria da Alegria Almeida; dissolução do casamento averbamento nº 1 por óbito o cônjuge mulher em 1951; boletim de casamento nº 252 de 1953 com Adosinda Almeida Paulo e boletim de óbito nº 198 - faleceu em 1989.
Relata o convite que lhe foi feito por França Vigon do Instituto Nacional do Trabalho para ir falar ao Teatro D. Maria II, na sessão comemorativa do 28 de Maio. Confessa que foi contrariado, critica a assistência deste tipo de sessões e esclarece que procurou servir a Ideia Monárquica. Manifesta a sua satisfação pela carta de Alfredo Pimenta. Declara o seu interesse em ouvir as opiniões de Alfredo Pimenta a quem, já tendo visto, revela não ter tido coragem para se apresentar. Contém duas cópias do discurso que proferiu.
O registado: Maria das Dores de Carvalho Nº registo: 1370 Naturalidade (freguesia e concelho): Arosa Santa Marinha, Guimarães Data de nascimento: 1917/08/13 Pai: Benjamim Fernandes Profissão: Soldado da Guarda Nacional Republicana Naturalidade (freguesia e concelho): Arosa Santa Marinha, Guimarães Mãe: Rosa Maria de Carvalho Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): Vilela, Póvoa de Lanhoso Averbamentos: Assento de casamento n.º 18 com Manuel da Silva Monteiro Júnior em 1938; dissolução do casamento por óbito do cônjuge marido em 1995; assento de óbito n.º 130 - faleceu em 2008.
Nasceu em Santo Tirso, a 20 de Setembro de 1906, faleceu em Santo Tirso, a 4 de Setembro de 1970. Foi um professor de Direito na Universidade de Coimbra, na qual se doutorou em 1930, e político durante o Estado Novo. Entre outras funções de relevo, foi Ministro da Educação Nacional (4 de Fevereiro de 1947 a 7 de Julho de 1955), Ministro da Justiça (interino, de 31 de Maio a 30 de Julho de 1955) e procurador à Câmara Corporativa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Andrade_Pires_de_Lima
Contém os seguintes documentos: relações do pessoal em serviço no quartel general que deve ser inscrito nos cadernos eleitorais (1944); mapa dos professores da Escola Francisco de Holanda (1948); relação do pessoal do Grémio da Lavoura de Guimarães (1948); relação dos funcionários do liceu (1948); correspondência (1948); alguns verbetes (1931 a 1946); cadernos do recenseamento geral dos chefes de família com direito a voto nas eleições da Junta de Freguesia (1948); relações dos indivíduos contribuintes com direito a voto (1948); relações dos eleitores da Assembleia Nacional e do Presidente da República (1948); relações dos indivíduos que devem ser inscritos ou eliminados do recenseamento dos chefes de família.
Refere-se à distribuição dos exemplares do "Contra o Comunismo", ao artigo de Alfredo Pimenta sobre o Afonso Lopes Vieira e ao 3.º livro "Estudos Filosóficos e Críticos". Presta esclarecimentos a propósito da apreensão do João Rocha a respeito do artigo de Alfredo Pimenta sobre política nacional. Fala da moção de Linhares de Lima. Alude aos trabalhos de Alfredo Pimenta "A crise de 1385" e "Elementos [de História de Portugal"]. Pedido para colocação numa escola mais perto de Guimarães. Tece comentários críticos ao artigo do Correia Marques intitulado: "A Tragédia da Europa".
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República. Termo de abertura e encerramento datados de 1941.05.10 e assinados pelo chefe da secretaria Américo de Oliveira Durão e pela Câmara Municipal, João Rocha dos Santos, José Oliveira Pinto, António José Pereira de Lima, Joaquim da Silva Ferreira Martins, Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha e Aprígio da Cunha Guimarães. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados; idades; profissões; fundamento da inscrição e observações Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República.. Termo de abertura e encerramento datados de 1940.05.10 e assinados pelo recenseador eleitoral, [Américo] de Oliveira Durão e pelos membros da Câmara Municipal, João Rocha dos Santos, António José Pereira de Lima, Joaquim da Silva Ferreira Martins; José Ribeiro Moreira de Sá e Melo; Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha e Aprígio da Cunha Guimarães. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República. Termo de abertura e encerramento datados de 1943.05.10 e assinados pelo chefe da secretaria da Câmara Municipal e pela Câmara Municipal, João Rocha dos Santos, António José Pereira de Lima, Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha; Eduardo Leite de Faria Machado; Aprígio da Cunha Guimarães e Alberto Rodrigues Milhão. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações. Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
Consumada a extinção da Imprensa da Universidade, o “cair da tarde de ontem foi crudelíssimo: todo o pessoal me caiu nos braços a chorar. Foi uma despedida fúnebre, e para além da tortura de ver marchar para o desemprego 50 pessoas, ou antes famílias, o sentimento amargo de que algo morria em Portugal”. Assegura que será o advogado de AP junto da Imprensa Nacional. Anuncia a partida para Buarcos onde permanecerá até 6 de Outubro. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
Contém: 1 - Oficio n.º 890/1911 da Repartição da Administração do Concelho de Guimarães para o Presidente da Comissão Administrativa da Câmara do concelho de Guimarães, dando conta que se está a proceder à organização da Guarda Nacional Republicana para fazer o serviço de polícia em todo o país. Refere a necessidade se ir preparando todos os elementos indispensáveis para a instalação da guarda, paralelamente com o recrutamento dos praças e fardamento para os mesmos. 2- Relação de coisas para o funcionamento da sede de sessão do posto da Guarda em Guimarães
"Álvaro Salvação Barreto, nasceu em Lisboa, Santa Catarina, 26 de Junho de 1890, e faleceu em 22 de Novembro de 1975. Foi um militar e político português. Oficial Tenente-Coronel de Artilharia do Exército Português, combatente da Primeira Guerra Mundial, contribuidor para o estabelecimento do Estado Novo ao ajudar a criar a máquina da censura, leal apoiante de Salazar e Presidente da Câmara Municipal de Lisboa de 1944 a 1959. Foi Deputado da Assembleia Nacional e Procurador da Câmara Corporativa." In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Álvaro_Salvador_Barreto https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/b/barreto_alvaro_salvacao.pdf
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Breve história do Cine-Clube de Guimarães. Anexados os seguintes documentos: - carta de Joaquim Santos Simões, datada de 21 de setembro de 1995, para o Director da Biblioteca Nacional a solicitar o Depósito Legal; - carta de Joaquim Santos Simões, datada de 21 de setembro de 1995, para Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) a solicitar om ISBN; - envelope com o timbre da Foto Beleza com negativos de algumas ilustrações do livro; - 3 fotos da Ilustração Catholica, datadas de 22 de novembro de 1913; - Ilustração Catholica de 22 de novembro de 1913 (fotocópia); - envelope contendo 9 fotografias e 2 diapositivos; - capa do livro.
O registado: Eduardo de Magalhães de Freitas Nº registo: 1898 Naturalidade (freguesia e concelho):Oliveira do Castelo Santa Maria, Guimarães Data de nascimento: 1921/11/18 Pai: Sebastião de Magalhães Profissão: Soldado da Guarda Nacional Republicana Naturalidade (freguesia e concelho): Oliveira do Castelo Santa Maria, Guimarães Mãe: Maria da Conceição Freitas Profissão: Costureira Naturalidade (freguesia e concelho): Atães Santa Maria, Guimarães Averbamentos: Assento de casamento nº 418 em 1955 com Inês Maria de Freitas ou Inês Maria de Freitas Ferreira; Assento de óbito nº 3 - faleceu em 1987.
Refere a sua colaboração na História, de D. Peres, em torno dos problemas de filosofia medieval (Pedro Hispano, Santo António). Retomou os temas espinosistas quando soube que a Junta da Educação Nacional subsidiava a viagem a Haia, e conta visitar Lovaina, Bruges e Gand. Questiona a autenticidade de um opúsculo de Leibniz mencionado por AP no contexto da complexidade da moderna bibliografia hebraica. Confirma ter ordenado a imediata composição do 2.º volume dos Estudos mal o original seja entregue. Contesta a “devastadora” posição filosófica da AP, aconselhando-o a adoptar a posição fenomenológica. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Miguel Silva, Presidente de Junta. Terceiro outorgante: Ana Maria Fontoura Vide, representante da Direção-Geral dos Recursos Florestais. Quarto outorgante: Jorge Paulo Melo Pereira, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis. Quinto outorgante: Manuel Martins Abreu e Silva, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Fajões. Sexto outorgante: António Manuel Pinheiro Tomé, Comandante da Guarda Nacional Republicana de Cucujães. Sétimo outorgante: José Lopes Sequeira, Comandante da Guarda Nacional Republicana de Oliveira de Azeméis. Oitavo outorgante: Fernando António Ferreira Albernaz, Comandante da Guarda Nacional Republicana de Cesar. Nono outorgante: Carlos Alberto Pereira Duarte, Comandante da Policia de Segurança Pública. Décimo outorgante: José Pedro Teixeira do Vale Quaresma, representante das Organizações de Produtos Florestais. Décimo primeiro outorgante: Simão José Gomes Ferreira, Presidente da Cruz Vermelha Núcleo de Cucujães.
João Alexandre Ferreira de Almeida, nasceu em 22 de novembro de 1907 na freguesia da Sé, concelho da Guarda. Filho de José de Almeida e de Francelina Augusta Ferreira, casou em 1936, com Ana Guiomar Alvarez Luizélo Godinho e faleceu a 14 de janeiro de 1997, em Campo Grande, Lisboa. Licenciou-se em direito pela Universidade de Coimbra, em 1931. Ao longo da sua via exerceu, entre outros, os seguintes cargos: Chefe de Gabinete de diversos Ministros da Educação Nacional, Presidente da Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Museus, Consultor dos serviços de educação da Fundação Calouste Gulbenkian, Secretário da Universidade de Coimbra, Diretor-geral do Ensino Superior e das Belas Artes e Presidente da Junta Nacional de Educação. In: https://adgrd.dglab.gov.pt/fundos-e-colecoes/arquivos-de-familias/
Foi um advogado, banqueiro e político, nasceu em Lisboa, a 23 de dezembro de 1912, faleceu em 1979. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, exerceu diferentes cargos públicos, nomeadamente: Secretário do Ministro Mário de Figueiredo no Ministério da Educação Nacional (1940-1944); Secretário do Ministro Cancela de Abreu no Ministério das Obras Públicas e Comunicações (1944-1947); Vice-presidente da Junta Nacional do Vinho (1946); Delegado do Governo junto do Grémio do Comércio de Exportação de Vinhos; Presidente da Junta Nacional do Vinho (1953); Subsecretário de Estado do Fomento Ultramarino (1962-1965); Governador do Banco de Angola (1971-1974); Ministro de Estado Adjunto da Presidência do Conselho (1974-03-15 a 1974-04-25). In: https://app.parlamento.pt/publicacoesonline/deputadosan_1935-1974/html/pdf/o/oliveira_mario_angelo_morais_de.pdf
Maria Baptista dos Santos Guardiola (Bragança, 13 de Janeiro de 1895 — Lisboa, 27 de Setembro de 1987) foi uma professora e política do tempo do Estado Novo, que, entre outras funções de relevo, ao ser eleita em 1934 para a I Legislatura da Assembleia Nacional foi uma das primeiras mulheres portuguesas a ocupar um assento parlamentar. Era licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra e professora e reitora do Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho e vogal do Conselho Superior de Instrução Pública. Ideologicamente próxima dos ideais do Estado Novo, desempenhou as funções de comissária nacional da Mocidade Portuguesa Feminina, organismo que dirigiu por mais de três décadas, e de vice-presidente da Obra das Mães pela Educação Nacional. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Baptista_dos_Santos_Guardiola
O Diário da Manhã: jornal de doutrina política e de grande informação era o órgão oficial da União Nacional, e publicou o seu primeiro número em 4 de Abril de 1931. Era propriedade da Companhia Nacional Editora, e esteve sedeado na Rua da Misericórdia, 95, em Lisboa. Entre os seus editores e directores encontram-se António da Fonseca e Barradas de Oliveira. Da fusão entre A Voz e o Diário da Manhã, surgiu em 1 de Fevereiro de 1971, o jornal Época que teve como director A. Fialho Rico. Também este jornal era um órgão oficioso da renomeada Acção Nacional Popular e foi publicado até Maio de 1974. In: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=1202742
Domitila Hormizinda Miranda de Carvalho (Travanca da Feira, 10 de Abril de 1871 — Lisboa, 11 de Novembro de 1966) foi médica, professora, escritora e política, sendo a primeira mulher a frequentar a Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Matemática, Filosofia e Medicina, e uma das primeiras três deputadas eleitas em Portugal ao integrar em 1934 a lista dos deputados escolhidos pela União Nacional para a I Legislatura da Assembleia Nacional. Foi poetisa e sócia da Academia das Ciências de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Domitila_de_Carvalho
António Faria de Carneiro Pacheco, nasceu em Santo Tirso, a 14 de novembro de 1887, faleceu em Cascais, a 21 de novembro de 1957, mais conhecido por Carneiro Pacheco, foi um professor de Direito na Universidade de Lisboa e político que exerceu funções como presidente da comissão executiva da União Nacional e Ministro da Educação Nacional, cargo em que se distinguiu no estabelecimento dos fundamentos da política de educação do Estado Novo, materializada na denominada Reforma Carneiro Pacheco, operada pela Lei n.º 1941, de 11 de abril de 1936 (a Lei de Bases da Educação do Estado Novo). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/António_Carneiro_Pacheco
António Correia da Oliveira foi um monárquico, próximo do Integralismo Lusitano, e apoiante do Estado Novo. Colaborou com o movimento Renascença Portuguesa e na revista "A Águia". Nos anos 30, Correia de Oliveira era já visto como o poeta oficial do regime salazarista. Na sessão plenária de encerramento do I Congresso da União Nacional, em 28 de Maio de 1934, Correia de Oliveira, presidente da 3.ª secção do congresso, recitou o seu poema "Patria Nostra", que viria a ser publicado em 1935 pelo Secretariado da Propaganda Nacional e cujo original manuscrito o autor ofereceu a Salazar. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 636-637
Aníbal de Andrade Soares foi bacharel em direito, jornalista e político. Monárquico. Chefe de redacção do Diário Ilustrado, onde iniciou a sua carreira jornalística. Defensor da ditadura de João Franco, exilou-se após a instauração da República e, ao regressar a Portugal, dirigiu em 1915 o jornal miguelista "O Nacional" e depois, com Aires de Ornelas, o Diário Nacional. Foi posteriormente director do Correio da Manhã (1921-1925). Foi deputado monárquico sob o sidonismo. Publicou um romance: Ambrósio das Mercês - Memórias (1903). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 649