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Vista parcial do palácio Nacional da Pena através de um arco mourisco na entrada.
Retábulo da capela de Nossa Senhora da Pena no palácio Nacional da Pena.
Retábulo da capela de Nossa Senhora da Pena no palácio Nacional da Pena.
Vista aérea da serra de Sintra e do palácio Nacional da Pena.
Vista parcial do pátio dos arcos e do corpo central sudoeste do palácio Nacional da Pena.
Vista parcial do pátio do tritão no palácio Nacional da Pena.
Vista parcial do palácio Nacional de Sintra, destacando-se a ala manuelina.
Vista parcial do Rio do Porto com o palácio Nacional de Sintra.
Iluminação noturna do terreiro do palácio Nacional durante as Festas de Nossa Senhora do Cabo.
Fachada principal e pátio do tritão no palácio Nacional da Pena.
Cruz Alta no parque da Pena com vista para palácio Nacional de Sintra.
Vista parcial do palácio Nacional da Pena com a porta monumental ou porta férrea.
Vista panorâmica da serra de Sintra e do palácio Nacional da Pena.
Vista panorâmica da vila de Sintra e do palácio Nacional de Sintra.
Berlinda Processional do Séc. XVIIII existente no Museu Nacional dos Coches.
Berlinda Processional da Nossa Senhora do Cabo do Século XVIIII existente no Museu Nacional dos Coches.
Série composta por diplomas doados, atribuídos a sócios do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos.
Conjunto de modelos de batas para Farmacêuticos propostos pela Comissão Administrativa do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos.
Fotocópia do Programa do Movimento das Forças Armadas Portuguesas, da Junta de Salvação Nacional.
Busto do Visconde Sérgio de Souza em exposição no Palácio Nacional da Ajuda.
Fotografia onde se pode visualizar, a placa comemorativa do quadragésimo aniversário da Revolução Nacional de 1865.
O processo de obra do lanço do Vale da Ratinha ao Monte da Âncora de Oiro inclui documentação relativa ao Pontão sobre o Ribeiro de Carazonas. Contém mapas de trabalhos, folhas de jornaes, programa de concurso de adjudicação, mapas de anúncios/avisos, edital, propostas, condições especiais de arrematação, caderno de encargos, autos de licitação, contas correntes, caderneta de medição de trabalhos, termos de adjudicação, auto de consignação e de receção, ordem de serviço, termos de compra (por expropriação), conta final.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Gonçalo Tavares Castanheira representante da firma Castanheiras Limitada.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Gonçalo Tavares Castanheira representante da firma Castanheiras Limitada.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Gonçalo Tavares Castanheira representante da empresa Castanheiras Limitada
O PSD critica a distribuição de "folhas do CDS" alusivas ao general Soares Carneiro durante um comício da Aliança Democrática.
Alerta para a necessidade em ver aprovado o Orçamento de Estado, a recondução ou exoneração dos atuais Chefes de Estado-Maior e a execução do programa legislativo, entre outros assuntos.
Contém os seguintes documentos: relação dos indivíduos que nos termos do disposto no art.º 18 e 19.º do decreto-lei n.º 27.995 devem ser inscritos ou eliminados do recenseamento dos chefes de família (1938) relativas às freguesias de São Paio, São Sebastião, Infias, Lordelo, Moreira de Cónegos, Pencelo, Santa Eufémia de Prazins, São Jorge de Selho, Serzedelo, Serzedo, Silvares, Tabuadelo, Tagilde, Azurém, Balazar,Santo Estêvão de Briteiros, São Tiago de Candoso, São João das Caldas, São Miguel das Caldas, Caldelas, Donim (1938); requerimentos para inscrição no recenseamento eleitoral (1931 e 1933); atestados de residência e de saber ler e escrever (1933); correspondência sobre recenseamento eleitoral (1938); notas sobre o recenseamento eleitoral; verbetes (1931,1933 e 1934); cadastro dos eleitores das juntas de freguesias (1932 e 1933) de Moreira de Cónegos, Oliveira, Silvares, Nespereira, Guardizela; Sande São Martinho, Aldão São Miguel do Paraíso, São Jorge de Selho; certidão de nascimento (1931); relações dos funcionários para o recenseamento da Misericórdia de Guimarães, da Direção de Estradas do Distrito de Braga, da Missão Agrícola Móvel de Guimarães, do pessoal do posto, do Liceu Martins Sarmento e da Guarda Nacional Republicana (1931); renomeação do delegado da Guarda Nacional Republicana para a Comissão Organizadora do Cadastro Eleitoral; cópia do recenseamento eleitoral de 1930; certidões de afixação de editais (1930); relações dos funcionários para o recenseamento da Guarda Nacional Republicana, da Direção de Estradas do Distrito de Braga, do Liceu Martins Sarmento, Polícia de Segurança Pública e Misericórdia de Guimarães (1930); relação dos cidadãos, maiores de 21 anos, falecidos de 1 de janeiro a 15 de de fevereiro de 1930.
Identifica-se e declara a sua admiração por Alfredo Pimenta. Conta que António Mendes, repórter do jornal "Folha do Norte", insultou Alfredo Pimenta e que ele próprio tomou a sua defesa num artigo. Revela os pseudónimos com que assina os artigos. Critica a colónia monárquica no Pará. Envia também um artigo sobre Sidónio Pais. Esclarece os conhecimentos que tem sobre a doutrina da Action Française. Transmite o interesse do diretor do jornal "Estado do Pará" numa colaboração de Alfredo Pimenta. Envia dez escudos destinados a uma assinatura do "Diário Nacional". Contém um P.S., informando que envia todos os jornais por intermédio de António Neves.
Nasceu em Santo Tirso, a 20 de Setembro de 1906, faleceu em Santo Tirso, a 4 de Setembro de 1970. Foi um professor de Direito na Universidade de Coimbra, na qual se doutorou em 1930, e político durante o Estado Novo. Entre outras funções de relevo, foi Ministro da Educação Nacional (4 de Fevereiro de 1947 a 7 de Julho de 1955), Ministro da Justiça (interino, de 31 de Maio a 30 de Julho de 1955) e procurador à Câmara Corporativa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Andrade_Pires_de_Lima
Agradece os versos de Alfredo Pimenta e promete enviar uns doces feitos por si. Escreve sobre a fotografia que envia. Faz perguntas sobre a infanta. Refere o caso das mulheres que pretendem os lugares na escola, contesta a primazia da protegida do governador civil. Tece comentários sobre os acontecimentos internacionais. Contém uma fotografia sua, ainda bebé, com a mãe e, no verso, sugere a Alfredo Pimenta que faça uns versos para a mãe. Contém um requerimento da protegida, Maria Perpétua para o ministro da Educação Nacional.
Correspondência recebida relacionada com os seguintes temas: Moradas, Propostas Congressos, Vendas, Propaganda, Publicidade, Horários CTT, jornais, pedidos, estatísticas de turismo nacional, legalização de obras, cumprimentos, prospecto dos jogos olímpicos de Munique, lotação do Hotel das Termas 1960-1965, lotação da Pensão Vilas 1960-1965, “Determinação de Ficar – Discurso de Salazar – Edição do SNI, encomendas, questionários, panfletos, licenças, convites, folha de relação do imposto de turismo, afogamentos no rio Ave, Telefones, obras na casa do guarda do Parque de Campismo, Orçamento e Plano de actividade 1966, autos de vistoria aos barcos de recreio, “Boas Festas”.
Livro de registo de contribuições para o fundo do desemprego. Contém os salários e ordenados, data e total dos descontos. Contém, ainda, 1 folheto do Ministério do Trabalho e Segurança Social com informações acerca do Fundo de Desemprego; 1 recibo das Quotizações pagas ao Ministério do Trabalho - Fundo de Desemprego; 1 grelha de salários e ordenados da Fiação e Tecelagem com os respetivos descontos para a Previdência e Fundo de Desemprego e Guias de remessa para a Caixa Nacional de Seguros de Doenças Profissionais.
Contém os seguintes documentos: relações do pessoal em serviço no quartel general que deve ser inscrito nos cadernos eleitorais (1944); mapa dos professores da Escola Francisco de Holanda (1948); relação do pessoal do Grémio da Lavoura de Guimarães (1948); relação dos funcionários do liceu (1948); correspondência (1948); alguns verbetes (1931 a 1946); cadernos do recenseamento geral dos chefes de família com direito a voto nas eleições da Junta de Freguesia (1948); relações dos indivíduos contribuintes com direito a voto (1948); relações dos eleitores da Assembleia Nacional e do Presidente da República (1948); relações dos indivíduos que devem ser inscritos ou eliminados do recenseamento dos chefes de família.
Refere-se à distribuição dos exemplares do "Contra o Comunismo", ao artigo de Alfredo Pimenta sobre o Afonso Lopes Vieira e ao 3.º livro "Estudos Filosóficos e Críticos". Presta esclarecimentos a propósito da apreensão do João Rocha a respeito do artigo de Alfredo Pimenta sobre política nacional. Fala da moção de Linhares de Lima. Alude aos trabalhos de Alfredo Pimenta "A crise de 1385" e "Elementos [de História de Portugal"]. Pedido para colocação numa escola mais perto de Guimarães. Tece comentários críticos ao artigo do Correia Marques intitulado: "A Tragédia da Europa".
Documentação relacionada com o Gabinete dos Assuntos de Timor: Ofício n.º 104/80 do Presidente do GATIMOR, Moisés da Costa Amaral, para o Secretário Nacional para as Relações com as Estruturas Governamentais, Luís Beiroco, a comentar uma notícia do semanário "Tempo" relacionada com a "expatriação" de portugueses nacionais e timorenses. Junto recorte do jornal; Informação do Presidente da GATIMOR, Moisés da Costa Amaral, dando a conhecer as diligências levadas a efeito por uma delegação timorense constituída pelo Presidente honorário da Comissão dos Refugiados de Timor Rev. Pe. Francisco Maria Fernandes, e quatro elementos chineses chegados a Timor, nos contactos desenvolvidos em Washington entre 19/01/1980 e 22/02/80.
Integra correspondência, nomeadamente com a Administrador do Concelho de Guimarães; particulares; Administração Geral de Telégrafos; Agências; Diretor-Geral dos Negócios Comerciais; diretor do Anuário Turismo; Diretor das Estradas e do Guia Turístico de Portugal; Imprensa portuguesa; Direção da Companhia de Banhos, Diretor do Guia de Hotéis de Portugal; Guia português de Hotéis e Turismo; Guia oficial de Caminhos-de-ferro de Portugal, Instituto de Hidrologia; Direção do Grémio do Minho, Comissões de Iniciativa; Conselho Nacional de Turismo; Repartição de Jogos e Turismo; Tribunal de Contas; Vitorino Nemésio; designadamente sobre: atividades culturais; orçamento e plano de atividades turísticas; propaganda turística, construção de estrada de Vizela ao S. Bento; informações sobre hotéis. Contém um índice.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República. Termo de abertura e encerramento datados de 1941.05.10 e assinados pelo chefe da secretaria Américo de Oliveira Durão e pela Câmara Municipal, João Rocha dos Santos, José Oliveira Pinto, António José Pereira de Lima, Joaquim da Silva Ferreira Martins, Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha e Aprígio da Cunha Guimarães. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados; idades; profissões; fundamento da inscrição e observações Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações. Termo de abertura e encerramento datados de 1949.04.30 e assinados pelo chefe de secretaria da Câmara Municipal, João das Neves, e pelo presidente da Câmara Municipal, João Maria Rodrigues Martins da Costa. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República. Termo de abertura e encerramento datados de 1945.05.10 e assinados pelo chefe da secretaria da Câmara Municipal e pela Câmara Municipal, José de Oliveira Pinto, Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha, Eduardo Leite de Faria Machado; António José Pereira de Lima, Joaquim da Silva Ferreira Martins; José Ribeiro Moreira de Sá e Melo e Aprígio da Cunha Guimarães. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações. Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República.. Termo de abertura e encerramento datados de 1940.05.10 e assinados pelo recenseador eleitoral, [Américo] de Oliveira Durão e pelos membros da Câmara Municipal, João Rocha dos Santos, António José Pereira de Lima, Joaquim da Silva Ferreira Martins; José Ribeiro Moreira de Sá e Melo; Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha e Aprígio da Cunha Guimarães. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República. Termo de abertura e encerramento datados de 1943.05.10 e assinados pelo chefe da secretaria da Câmara Municipal e pela Câmara Municipal, João Rocha dos Santos, António José Pereira de Lima, Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha; Eduardo Leite de Faria Machado; Aprígio da Cunha Guimarães e Alberto Rodrigues Milhão. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações. Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Inscrição dos indivíduos que, nos termos da lei, têm direito a votar nas eleições da Assembleia Nacional e do Presidente da República. Termo de abertura e encerramento datados de 1944.05.09 e assinados pelo chefe da secretaria da Câmara Municipal e pela Câmara Municipal, João Rocha dos Santos, António José Pereira de Lima, Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha; Eduardo Leite de Faria Machado; Aprígio da Cunha Guimarães e Alberto Rodrigues Milhão. Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados, idades, profissões; fundamento da inscrição e observações Modelo n.º 1 e 2. Inclui índice.
Contém os seguintes documentos: comprovativos dos Presidentes das Assembleias de Freguesia relativos à receção de documentos provenientes do recenseador eleitoral do concelho de Guimarães; títulos de nomeação de cidadãos do Governo Civil de Braga para Presidentes das Assembleias Eleitorais da Oliveira, Creixomil e São Torcato; instruções para funcionamento das Assembleias ou secções de voto do plebiscito nacional, nos termos do Decreto n.º22.229 de 21 de fevereiro de 1933; verbetes do recenseamento eleitoral; caderno do recenseamento eleitoral dos chefes de família da freguesia da Oliveira do Castelo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Conjunto de varredores no “Dia de Trabalho para a Nação”. O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.
A primeira manifestação de apoio ao "25 de Abril", em Guimarães, teve lugar na manhã do dia 26 de abril de 1974, por iniciativa dos estudantes que numa manifestação espontânea, saída do Liceu de Guimarães, percorreram várias ruas da cidade em direção à Escola Secundária Francisco de Holanda, dando vivas a Portugal, à liberdade e entoando o hino nacional. Ao longo do percurso, a manifestação foi ganhando força e amplitude, à medida que estudantes de outras escolas se juntaram, numa clara demonstração de união e solidariedade entre os jovens.