Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for lisboa and 72,703 records were found.

A Reforma em Portugal, da autoria de Diogo Cassels, constitui um marco para a fundação e princípios orientadores da Igreja Lusitana, contém os seguintes temas: - A antiga Igreja Lusitana - O Evangelho na ilha da Madeira - O Evangelho em Lisboa - O Evangelho no Porto - Organização da Igreja Lusitana, Católica, Apostólica, Evangélica
Atas da Sub-Comissão Organizadora do I Congresso da Igreja, Católica, Apostólica, Evangélica foi criada na sede do Esforço Cristão do Bonfim, anexa à igreja do Redentor, na rua Barão de S. Cosme, para apoiar à realização do congresso. No norte era presidida por Agostinho Arbiol, tendo sido nomeado pela Comissão de Lisboa. O secretário era Luís Manuel Crespo.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Manuel de Almeida e Araújo Corrêa de Lacerda, sobre a apreensão de um Brigue francês em virtude de ter descarregado trinta volumes de tabaco em frente a Montegordo, Algarve. Encontrando-se o assunto a correr os seus termos nos tribunais, entende não ser possível ao Governo dar satisfação às reclamações apresentadas pelo Ministro de França em Lisboa.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Caetano de Seixas e Vasconcelos acerca da reclamação feita por Augusto Frederico Etur sobre o foro imposto na Quinta do Casalinho, prédio rústico e urbano situado na freguesia de Sacavém, que arrematou, livre de qualquer ónus, na praça dos leilões da cidade de Lisboa, a 7 de novembro de 1851.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça, remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Setúbal, em que se mostra que já foram intimados os proprietários de pinhais e matas nas margens do rio Sado para cessarem os cortes dos mesmos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, informando que já se mandou interpor recurso da lei do despacho do magistrado de polícia correcional que não tinha indiciado o escrivão do juízo de paz da freguesia dos Mártires, pelo crime de recebimento de salários indevidos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca da suspensão pelo juiz de direito da comarca de Idanha-a-Nova do subdelegado do Procurador Régio da Relação de Lisboa de contador e distribuidor daquele julgado pela falta de pagamento dos respetivos direitos de mercê.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da relação de Lisboa com outro do seu subdelegado no julgado de Moura informando que se procedeu ao competente sumário pelos homicídios de José Romeiro e Inês Maria e que foram expedidas as ordens necessárias para serem presos os indiciados.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa e outro do seu delegado da Comarca de Alcácer do Sal em que participa a fuga de dois presos da cadeia daquela vila, na noite de 17 de novembro.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda participando que a Relação de Lisboa julgou procedente a ação proposta pela Comissão Administrativa do Hospital dos Militares Inválidos de Runa contra a Fazenda Nacional, para pagamento do preço das joias que foram compradas àquele estabelecimento pelo infante D. Miguel como administrador da Casa do Infantado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação Comercial de Lisboa em que participa que todos os processos formados nos domínios africanos pelo tráfico de escravatura, que, por apelação, sobem ao tribunal, vêm cheios de erros, faltas e nulidades, que têm de ser invalidados na segunda instância.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 5 de setembro, com cópia de outro do seu delegado, de 2 de setembro, acerca das vistorias que têm sido feitas para demarcação do pinhal do Cabeção.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa em que informa que o professor do ensino primário da vila de Arruda Manuel Joaquim da Abrunhosa, absolvido na primeira instância do crime de falsidades que lhe eram imputadas, foi também absolvido na segunda.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Marinha remetendo um ofício do Procurador Régio do Tribunal Comercial de 2.ª instância de Lisboa em que mostra que aquele tribunal anulou a causa proposta contra Oliveira Lopes, por tráfico ilícito de escravos, e mandou reformar o processo, em virtude das nulidades e irregularidades que nele intervieram.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que o processo do súbdito britânico João Alfredo Toser foi avocado para o juízo da conservatória britânica em Lisboa e que o réu Pedro da Silva, súbdito espanhol, renunciou ao seu foro para ser julgado no juízo de direito da comarca de Coimbra.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que foi proposta por Baltazar Manuel da Costa uma ação contra a Fazenda Pública no juízo de direito da 1.ª vara de Lisboa, para o pagamento da quantia de 281$000 réis de que se diz credor ao extinto Convento de São Camilo dos Olivais.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do procurador régio interino da Relação de Lisboa, acerca do processo instaurado contra José da Costa Travesseiro, que, por decreto de 10 de fevereiro de 1841, foi exonerado do ofício de escrivão e tabelião do julgado da Aldeia da Cruz.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio interino da Relação de Lisboa e cópia de um do seu delegado na comarca do Fundão com um auto de notícia das arguições contra o juiz de direito António José Barbosa Júnior.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 23 de agosto de 1844, e outro do seu subdelegado no julgado de Campo Maior participando que os presos espanhóis José e Francisco Encinas já foram soltos.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o requerimento de António Sousa, preso na cadeia civil de Lisboa, em que pede perdão das penas a que foi condenado na comarca de Torres Vedras pelos crimes de homicídio e ferimentos a Agostinho Filipe e ao filho deste, no lugar do Juncal concelho da Lourinhã.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido de perdão das penas em que foram condenados os réus, José de Almeida, Luís Pereira Remígio, João Francisco de Sousa, Joaquim de Oliveira Batista e José de Oliveira, pelos crimes de sedição e ofensas corporais nas pessoas dos agentes da autoridade pública, no concelho dos Olivais, Lisboa.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo mandado instaurar contra José Augusto Wanzeler, pelas injúrias dirigidas a um verificador da Alfândega de Lisboa, informando que o réu foi condenado na pena pecuniária correspondente a três meses de prisão, tendo o Ministério Público apelado desta sentença, por ser contrária à lei.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, no dia 12 de abril de 1845, em sessão da Relação de Lisboa, foi julgada procedente a acusação contra o bacharel Joaquim Veloso da Cruz, por não ter aceitado a transferência para o lugar de juiz de direito da comarca de Lagos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério do Reino acerca do processo em que o ministro de Inglaterra pede a extradição do súbdito inglês Mateus Sinclair, preso na Cadeia Central de Lisboa. Requer o envio da tradução autêntica dos documentos que formam o processo, para que possa ser consultado.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o requerimento de José Carlos, ex- espingardeiro de artilharia n.º 5, preso na Cadeia Central de Lisboa, pede a comutação da penas de 8 anos de prisão celular, a que foi condenado por crime de ofensas corporais de que resultou a morte a José Francisco, na cidade de Elvas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral do Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins. Sobre os requerimentos dos estudantes Eduardo Mendes Belo, António José Furtado de Mendonça Boavida, David José da Silva, e João Clemente Ramalho, em que solicitam ser dispensados de apresentarem certidão de aprovação nas línguas, alemã, inglesa e grega para se matricularem no 1.º ano da Escola Médico Cirúrgica de Lisboa.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, sobre a sentença proferida pelo tribunal da comarca de Angola que condenou João Ferreira Gomes em dois anos de degredo para o presídio de Pungo-Andongo, pelo crime de tráfico de escravos. Os outros réus, foram transportados do porto de Luanda para Lisboa no navio Princesa Real.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini. Pronuncia-se sobre o destino a dar a treze réus julgados e absolvidos no tribunal de comarca de Luanda do crime de tráfico de escravatura, em seguida enviados pelo governador-geral para Lisboa para serem presentes ao Tribunal da Relação, onde decorrerá o julgamento em segunda instância.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do processo do recurso extraordinário que Luísa Marques Moreira interpôs para a Direção-Geral dos Próprios Nacionais, a propósito da liquidação de contribuição de registo a que está a proceder no 2.º bairro de Lisboa pela herança de Domingos Martins de Sousa.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 7 de janeiro de 1847, participando que já se instaurou o processo pela simulação das vendas de cavalgaduras, com o fim de ficarem subtraídas ao alistamento, o qual vai seguindo os seus termos, apesar das dificuldades.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o bacharel José Ribeiro Neves lhe participou que, tendo sido demitido do lugar de delegado do procurador régio na comarca de Alijó pela Junta Governativa de Trás-os-Montes, partiu para Lisboa, onde se encontra desde o dia 5.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 29 de julho de 1846, participando o falecimento de Francisco Xavier de Carvalho, delegado da comarca de Alcobaça, e informando que se encontra no exercício daquela delegação Caetano de Brito e Melo.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 19 de setembro de 1846, participando que o seu delegado na comarca de Faro querelou contra Joaquim Chibantão Torneiro, por "ter levantado vivas ao ex-infante D. Miguel", naquela cidade, no dia 10 do mesmo mês.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 21 de julho de 1846, participando que o povo do julgado de Oleiros, e algum de fora, demitiu o subdelegado daquele julgado, José Lourenço Antunes, e nomeou Domingos Barata da Silva para aquele cargo.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 19 de junho de 1847, participando que, na noite de 6 para 7 do mesmo mês, se evadiram da cadeia do julgado de Benavente quatro presos, por arrombamento praticado no teto da prisão.
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, dirigida ao conselheiro procurador régio de Lisboa, sobre a documentação que recebeu do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e lhe envia, e disponibiliza-se para fornecer documentação e testemunhas, para que nos tribunais competentes possam ser julgados e condenados os autores e cúmplices do roubo de valores importantes no consulado do Brasil.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre a oportunidade de prorrogar ou não o contrato de navegação entre Lisboa e Sines e os portos do Algarve e entre Mértola e Vila Real de Santo António, aprovado por carta de lei de 6 de maio de 1884, como faculta o artigo 17.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, informando que o processo crime instaurado contra o escrivão do julgado da Pederneira, Félix Ferreira Marques, pelas injúrias irrogadas ao ex-subdelegado Alexandre Rodrigues de Matos, foi julgado e o réu foi absolvido.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça.Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando não ter sido ainda possível descobrir quem foi o assassino do súbdito francês, morto na estrada do Torrão para Odivelas e que o espólio do falecido foi entregue ao administrador do concelho de Alvito.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado da cópia de outro do seu delegado na comarca de Elvas, sobre as razões alegadas para a continuação da prisão do réu José Gargana, preso na cadeia de Elvas.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, informando que o processo investigatório instaurado sobre o naufrágio acintoso do navio português "Senhora do Carmo", está concluído com a pronúncia obrigatória dos réus Lourenço Contreiras e António Viegas, cuja prisão ainda não foi possível executar.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que o seu delegado na comarca de Cuba começou, no dia 18 de agosto de 1848, a gozar a licença que lhe foi concedida, sendo substituído por José Luciano Monteiro.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que o seu delegado na comarca de Montemor-o-Novo principiava a gozar a licença que lhe foi concedida, no dia 1 de setembro de 1848, sendo substituído por um advogado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 29 de maio de 1848, participando que o indivíduo pronunciado pelos tumultos ocorridos no dia 29 de agosto de 1844 contra Robert Reid Kalley, súbdito inglês, no Funchal, foi julgado e absolvido.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado da cópia de outro do seu delegado na comarca de Lagos, em que este participa que vai promover os termos do processo relativo ao homicídio cometido em Portimão de um indivíduo chamado Bitores.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Participa o homicídio de Manuel do Carmo da Ressurreição, maioral de gado, praticado por José Marrus, também maioral de gado, na noite de 5 para 6 de setembro de 1847, no sítio da herdade chamada de Lisboa, pequeno termo da vila da Vidigueira.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que diversos "homens turbulentos" apoiados pelas autoridades do concelho continuam a perturbar o sossego público de Odemira, cometendo excessos de todo o género, e que o procurador régio da Relação de Lisboa já expediu as convenientes ordens para que se promovam os termos judiciais do processo.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 12 de maio de 1838 acerca das dúvidas ocorridas pelo subdelegado do Procurador Régio no julgado de Campo Maior sobre a contagem dos emolumentos dos empregados públicos.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 14 de maio de 1838 acerca dos dois homicídios praticados em finais de dezembro de 1837, por ordem, segundo consta, do capitão do Guarda Nacional de Alvaiázare, João José Maria de Morais.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao delegado do Procurador Régio de Gouveia. Informa que os ofícios daquele delegado em que manifestava a impossibilidade de remeter para Lisboa várias quantias pertencentes à Fazenda Pública, depositadas nos juízos da comarca por efeito de precatórios, foram remetidos para o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao delegado do Procurador Régio de Gouveia. Acusa a receção do seu ofício sobre a recusa dos Correios assistentes dos julgados daquela comarca de segurarem os dinheiros pertencentes à Fazenda Pública a remeter para Lisboa e informa que o enviou ao Ministro da Justiça, solicitando as necessárias providências.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa e outro do seu delegado na comarca de Santarém participando que o seu subdelegado no julgado de Rio Maior abandonou o lugar, não havendo outro que possa ser proposto para ele.
Parecer do Procurador Geral da Fazenda Joaquim José da Costa e Simas, acerca do requerimento de António de Sequeira Nazaré, em que pede para fazer o pagamento na totalidade em notas do Banco de Lisboa, a sisa de umas propriedades compradas em Marvão no mês de maio e, afirma não ter pago porque não a quis pagar aos rebeldes que ocuparam essa vila.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Osório Sarmento de Figueiredo Júnior. Pronuncia-se sobre o pedido de perdão da pena de Leonel de Abreu e Vasconcelos, condenado na comarca de Arcos de Valdevez. Conclui que se o réu estivesse subordinado à Relação de Lisboa estaria em liberdade, pelo que o recomenda à clemência régia.
Registo e copiador de ofícios expedidos pela 2.ª Repartição e Secção Central da Alfândega do Consumo de Lisboa.
Anuncia o inquérito relativo aos trabalhos de apetrechamento elétrico dos postos de seccionamento e transformação n.º 101, 102, 103 e 104 e respetivos ramais de interligação da rede elétrica de 6000V, 60 c/s e apetrechamento elétrico do posto de informação n.º II e sua ligação ao posto de transformação n.º 10 da rede elétrica de 6000 v, 50 c/s da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, adjudicados à Electriténicos Reunidos, Ld.ª.
Requerimento inicial - Eduardo Rocha Carvalho. Lisboa. Murgeira, Mafra. Construir moradia. Licença de obra nº 53/1932. Planta dos alçados e interiores com escala de 0.01 p.m. Planta de localização com escaça de 1/500. Requerimento a pedir atestado de habitação de duas casas, 22 de Janeiro de 1935. Auto de vistoria de 30 de Dezembro de 1935. Requerimento a pedir atestado de habitação de duas casas, 19 de Outubro de 1936. Auto de vistoria de 24 de Novembro de 1936.
Inauguração de um caminho e/ou de estruturas de abastecimento de água, em sítio não identificado. Identificados, na primeira fila: 1- Joaquim Manuel de Oliveira; 2- Director Escolar Distrital, José Francisco de Moura; 3- Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira; 4- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes; 5- Eng. Mário Dores (?); 6- António Bento Franco do Carmo. Mais recuado: Comandante da Escola Prática de Infantaria, Coronel Mário José Pereira da Silva.
Inauguração de um caminho e/ou de estruturas de abastecimento de água, em sítio não identificado. Identificados, em primeiro plano: 1- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes; 2- Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira; 3- Director Escolar Distrital, José Francisco de Moura; 5- Joaquim Manuel de Oliveira; 6- Presidente da Direcção da Cooperativa Agrícola dos Produtores de Leite do Concelho de Mafra, Maria Augusta Teixeira Botelho.
Fotografia onde se visualiza, à chegada ao aeroporto de Lisboa, após o desembarque do avião da TAP, o Ministro do Ultramar, Capitão-de-mar-e-guerra Sarmento Rodrigues (em primeiro plano, segurando o chapéu), os seus três filhos, nomeadamente: Ana Maria Junqueiro Sarmento (primeira à esquerda), Maria Isabel Junqueiro Sarmento (usando lenço) e o menino Artur Junqueiro Sarmento; o Coronel Pinto Cardoso (segundo plano, segundo à direita), precedido de outras entidades.
Fotografia onde se visualiza, à chegada ao aeroporto de Lisboa, após o desembarque do avião da TAP, o Ministro do Ultramar, Capitão-de-mar-e-guerra Sarmento Rodrigues (ao centro, segurando o chapéu), o Ministro do Interior, Dr. Trigo de Negreiros (em primeiro plano, primeiro à direita), o Secretário-Geral do Ministério do Ultramar (segundo à esquerda), o Subsecretário de Estado do Ministro do Ultramar, Dr. Raúl Ventura (primeiro à direita).
Fotografia onde se visualiza, à chegada ao aeroporto de Lisboa, após o desembarque do avião da TAP, recebendo cumprimentos, o Ministro do Ultramar, Capitão-de-mar-e-guerra Sarmento Rodrigues (em primeiro plano, segurando o chapéu), recebendo cumprimentos do Coronel Pinto Cardoso, atrás, recebendo cumprimentos, o Ministro do Interior, Dr. Trigo de Negreiros, a menina Maria Isabel Sarmento Rodrigues (segunda à esquerda), e o menino Artur Junqueiro Sarmento Rodrigues (primeiro à esquerda), e entre eles o Prof. Dr. Paulo Quintela.
Fotografia onde se visualiza, à chegada ao aeroporto de Lisboa, após o desembarque do avião da TAP, o Ministro do Ultramar, Capitão-de-mar-e-guerra Sarmento Rodrigues (primeiro à esquerda), conversando com o [Director da Policia Internacional e Defesa do Estado, Capitão Agostinho Lourenço], o Ministro do Interior, Dr. Trigo de Negreiros (em segundo plano, primeiro à esquerda), o Subsecretário de Estado do Ultramar, Dr. Raúl Ventura (em último plano, primeiro à esquerda), e outras entidades.
Fotografia onde se visualiza, à chegada ao aeroporto de Lisboa, após o desembarque do avião da TAP, o Ministro do Ultramar, Capitão-de-mar-e-guerra Sarmento Rodrigues (terceiro à direita), o Ministro do Interior, Dr. Trigo de Negreiros (à sua direita), o Subsecretário de Estado do Ministro do Ultramar, Dr. Raúl Ventura (primeiro à direita), o Secretário-Geral do Ministério do Ultramar (em primeiro plano, segundo à esquerda), e outras entidades.
Inauguração de fontanário na Picanceira, Santo Isidoro. Identificados: 2- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes; 3- Governador Civil de Lisboa, Dr. Mário Madeira.
A Pena em Cintra – Chateau de Pena à Cintra [Material gráfico] / João Pedro Monteiro. – Lisboa : João Pedro Monteiro [18--]. – 1 litografia : papel, p & b ; 22 x 33 cm.
Incluí relação dos bens e valores causados pelos guerrilheiros de Belas durante a sua estadia em Lisboa, e auto de sumário de 14/12/1833, com testamento abonatório.
Atas da Sociedade de Esforço Cristão da Igreja de Jesus: - Organização de comissões (religião, propaganda, recreios, estudos); - Sessão inaugural da Sociedade realizada em 12.07.1920; - Regulamento para as comissões: artigo 1 - as comissões são nomeadas pela direcção do Esforço Cristão, em conformidade com os Estatutos; artigo 2 - o delegado da direcção, junto de cada direcção, é o presidente da Sociedade; artigo 3 - quando necessitar de fundos as comissões devem solicitar à direcção; artigo 4 - cada pedido deve ter mais um orçamento (acta nº 5 de 17.11.1920); - Biblioteca; - Elaboração do hino da Sociedade de Esforço Cristão apresentado por Virgínia Torres; - Assuntos diversos da Sociedade de Tratados Religiosos de Estudos Bíblicos; - Correspondência recebida da União Cristã da Mocidade; - Apresentação de contas; - Aulas noturnas; - Tomadas de posse; - Passeios; - Admissão de sócios; - Conferências; - Apresentação de relatórios; - Fusão do fundo dos pobres com o fundo de beneficência (10.09.1941); - Escola Dominical.
Temas principais deste número do Binómio: Plenário "Na Cidade Universitária, realizou-se, na quinta-feira passada, mais uma assembleia Plenária dos estudantes de Lisboa". - Noticiário Interno - Secção Cultural "Foram oferecidos à secção cultural do AEIST, pela Fundação Calouste Gulbenkian, bilhetes para o 2º Festival de Cinema de Lisboa, que serão distribuídos pelos sócios interessados" . - Porque uma secção fotográfica numa escola de engenharia? "Pois muito bem, é a isto mesmo que iremos responder, aproveitando esta ocasião que o Binómio nos oferece, para mais uma vez divulgar o que é a secção fotográfica da nossa escola". • Assuntos: Crise académica (1964-65).
Salvaguarda de pessoas e bens Fl.1-1v. Renovam-se as ordens para que sejam salvaguardadas as vidas dos negociantes ingleses e dos habitantes a Sul do Tejo, bem como os seus bens, em caso de passagem e qualquer surpresa das tropas inimigas. Povos emigrados Fl.2. Exposição do enfermeiro-mor do Hospital de São José relativa à escassez de meios para fazer face ao aumento de enfermos, “que têm acrescido pela extraordinária concorrência dos emigrados das Províncias invadidas”, pelo que pede a 4.ª parte do produto da vendagem das farinhas. Pagamento do exército Fl. 2v-3. “Sendo pagos em metal os grandes prés dos soldados sem o haver; e não tendo o Real erário feito pagamento depois da restauração com apólices grandes, que se vão recebendo na forma da lei, e se conservam no Real Erário, pelo descrédito em que as puseram os franceses, propôs o conde de redondo que também se suspendesse interinamente o recebimento delas tão somente à decima de Lisboa e Província da Estremadura, por ser este subsídio designado para pagamento do Exército. O Governo, em consideração às extraordinárias urgências do Estado, e à defesa do Reino, de que tão bem depende o crédito das mesmas apólices, deferiu com a Portaria n.º 14.”
Os Ministros dos Bairros de Lisboa devem passar a tomar conhecimento dos víveres e transportes que existem nos Povos do Termo de Lisboa, para se criarem Depósitos nos Bairros correspondentes, para que em caso de invasão do inimigo, tudo se recolha aos referidos Depósitos sem confusão, na melhor ordem, sendo necessário a este respeito entenderem-se com os Governadores Militares, a quem os povos estiverem subordinados.