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Clotário Luís Supico Ribeiro Pinto, nasceu a 28/06/1909, em Lisboa, e faleceu em 1986. Licenciado em Direito, exerceu funções como alto funcionário da Administração Pública e como político ligado à União Nacional e ao Estado Novo. Filho do general Liberato Pinto, foi secretário de Linhares de Lima de 1934 a 1936. Deputado a partir de 1938. Subsecretário das finanças de 28 de agosto de 1940 a 6 de setembro de 1944. Nesta data passa a ministro da economia, até 4 de fevereiro de 1947. Na altura, é convidado por Salazar para ministro dos negócios estrangeiros, mas prefere abandonar o governo, por oposição de Santos Costa. Presidente da Câmara Corporativa. A esposa, Cecília Supico Pinto, será a principal dirigente do Movimento Nacional Feminino, órgão de apoio ao regime que teve especial destaque no apoio à guerra das campanhas de África. Presidente da Câmara Corporativa desde 1957. Da comissão executiva da União Nacional de 1952 a 1957 e da comissão central de 1957 a 1969. Membro vitalício do Conselho de Estado desde 1966. Administrador da Companhia de Seguros Bonança. http://www.politipedia.pt/pinto-clotario-luis-supico-1909-1986/ https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/p/pinto_clotario_luis_supico_ribeiro.pdf
Primeiro outorgante: Comissão Executiva do Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética, representada por Carlos Manuel Aires Pereira de Almeida e Nunes Sanches Lacasta. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Vítor Tavares de Castro, Presidente do Conselho de Administração do Oceanário de Lisboa, S. A. . Segundo outorgante: Artur José Pontvianne Homem da Trindade, Secretário Geral da Associação Nacional de Municípios Portugueses..
Primeiro outorgante: Rede Ferroviária Nacional – REFER E.P.E. Segundo outorgante: CP – Caminhos de Ferro Portugueses E.P Terceiro outorgante: Município de São João da Madeira. Quarto outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Quinto outorgante: Município de Santa Maria da Feira.
Primeiro outorgante: Arnaldo José Ribeiro da Cruz, Presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiro outorgante: António Almeida Gomes, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Arnaldo José Ribeiro da Cruz, Presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiro outorgante: Alírio da Silva Oliveira, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões.
Primeiro outorgante: Carlos Maria Cunha Horta e Costa, Presidente do Conselho Administração dos CTT – Correios de Portugal, SA Segundo outorgante: Fernando Carvalho Ruas, Presidente do Conselho Diretivo da ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses.
Primeiro outorgante: Alda de Caetano Carvalho, Presidente do Instituto Nacional de Estatística. Segundo outorgante: Jorge Manuel Martins, Diretor do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Terceiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Arnaldo José Ribeiro da Cruz, Presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiro outorgante: António Almeida Gomes, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Arnaldo José Ribeiro da Cruz, Presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiro outorgante: Carlos Lopes de Almeida, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Carlos Manuel Silvério de Palma, Secretário-Geral da Administração Interna (SGAI). Terceiro outorgantes: Luís Francisco Botelho Miguel, Comandante General da Guarda Nacional Republicana.
Título atribuído pelo autor A prova foi submetida a 3 concursos: "6ª Exposição internacional de Arte Fotográfica. Foto Clube de Minas Gerais" de 1963, "2º Salão Nacional de Aveiro" e "Nantes - 7º Salon International".
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Marcelo Mendonça de Carvalho, Secretário Geral da Secretária-Geral do Ministério da Administração Interna. Terceiro outorgante: Luís Francisco Botelho Miguel, Comandante Geral da Guarda Nacional Republicana.
Primeiro outorgante: Hélder Azevedo, Diretor Geral da Administração Autárquica Segundo outorgante: Luís Braga Cruz, Presidente da Comissão de Coordenação da Região do Norte. Terceiro outorgante: Isabel Sousa Lobo, Coordenadora Nacional do PROSIURB. Quarto outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Sporting da Covilhã (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 3 - Sporting da Covilhã 1
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Sporting da Covilhã (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 3 - Sporting da Covilhã 1
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Fase do jogo de futebol entre o Lusitano e o Benfica (Campeonato Nacional 1ª Divisão), no Campo Estrela, e cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0 - Benfica 3
Primeiro outorgante: Luis Benttencourt Sardinha, Presidente do Instituto do Desporto de Portugal. Segundo outorgante: João Paulo de Castro e Silva Bessa, Coordenador Nacional da Intervenção Operacional Regionalmente Desconcentrada da Medida Desporto. Terceiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
A esta comissão estava cometido o recenseamento de chefes de família com direito a voto nas juntas de freguesia, eleitores da Assembleia Nacional e Presidente da República, eleitores da Câmara e Poder Legislativo e eleitores e elegíveis.
Primeiro outorgante: Carlos Manuel Mourato Nunes, Presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiro outorgante: António Almeida Gomes, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Carlos Manuel Mourato Nunes, Presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiro outorgante: Ricardo Manuel de Pinho Fernandes, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões.
Primeiro outorgante: José Manuel Duarte da Costa, Presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Terceiro outorgante: António Almeida Gomes, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis.
Propostas aprovadas em encontro nacional de direcções associativas, entre elas a criação da União Nacional dos Estudantes Portugueses. • Assuntos: Associativismo estudantil.
Aquisição, pelo Estado, de um tapete Aubusson estilo Luís XVI, com destino ao Palácio Nacional de Queluz ou Palácio Nacional da Ajuda.
Proposta de venda ao Estado de seis colchas de lhama, seda e damasco, destinadas ao Palácio Nacional da Pena e Palácio Nacional de Queluz.
Aquisição, pelo Estado, de um tapete de Arraiolos, com destino ao Palácio Nacional de Queluz, e dois tapetes orientais, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Proposta de venda ao Estado, de cadeiras de diversos estilos, com destino ao Palácio Nacional de Sintra e ao Palácio Nacional de Queluz.
Contém lista dos ex-dirigentes da ex-União Nacional e Ação Nacional Popular abrangidos pelo decreto-lei 621-B/74 de 15 de novembro de 1974.
Contem imagem em forma de bandeira nacional com o símbolo do MDP no canto superior direito com a seguinte legenda: VOTAR / na / ESQUERDA / É VOTAR NA / INDEPENDÊNCIA / NACIONAL.
Integra selo comprovativo da medalha de prata obtida no Concurso Nacional de Vinhos de Marca atribuída pela Junta Nacional de Vinhos, contém ainda número de série.
Fotocomposição ilustrando vários monumentos de Portugal como palácio Nacional de Queluz, o palácio Nacional de Sintra, a torre de Belém, cabo da Roca e a praça do Comércio.
Esta série contém brochuras relativas à Associação Nacional das Farmácias e ao Montepio Nacional das Farmácias, como estatutos e regulamentos dos planos de benefícios.
- Importância atual do Mar; - Caracterização da atividade marítima nacional; - Potencialidades e vulnerabilidades; - Relançamento do transporte marítimo nacional; - Desenvolvimento coordenado das restantes atividades marítimas nacionais; - Conclusões e recomendações.
- A importância atual do mar; - Caracterização da atividade marítima nacional; - Potencialidades e vulnerabilidades; - Relançamento do transporte marítimo nacional; - Desenvolvimento coordenado das restantes atividades marítimas nacionais;
- O desenvolvimento e a segurança nacional; - Evolução da frota mundial (navios de mais de 100 tab); - Algumas potencialidades e vulnerabilidades do território nacional numa perspetiva de defesa;
Documento
O Instituto para a Alta Cultura (1936-1952) foi uma instituição criada pelo artigo 11.º do Regimento da Junta Nacional da Educação, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 26 611, de 19 de Maio de 1936, para funcionar como a 7.ª secção (alta cultura) da Junta Nacional da Educação. A instituição foi autonomizada em 1952, passando então a constituir o Instituto de Alta Cultura. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_para_a_Alta_Cultura
A Assembleia Nacional (1933 — 1974) foi a câmara de deputados do Estado Novo, órgão de soberania ao qual nos termos do artigo 71.º da Constituição Política da República Portuguesa de 1933 cabia o poder legislativo, não tendo quaisquer competências em matéria de fiscalização da actividade governamental, já que o Governo respondia em exclusivo perante o Chefe de Estado, e só podendo assumir poderes de revisão constitucional por indicação do Chefe de Estado e apenas no âmbito por aquele indicado. A Assembleia Nacional era um órgão monocameral (embora coexistisse com uma Câmara Corporativa de carácter consultivo), eleita cada quadriénio por sufrágio directo maioritário, inicialmente em lista única num círculo nacional, depois em listas não partidárias (designadas A, B,…) em círculos distritais (Metrópole e Ilhas Adjacentes) e provinciais (no ultramar). Com uma composição que variou entre os 90 deputados da I legislatura (1934-1938) e os 150 deputados da XI e última legislatura (1973-1974), a Assembleia Nacional poucas vezes exerceu o poder legislativo que teórica e constitucionalmente lhe estava atribuído, sendo antes uma câmara de eco do regime, embora de forma meramente esporádica tivessem alguns dos seus deputados protagonizado casos de menor ortodoxia e até de claro desvio em relação à orientação política estabelecida pela ditadura.[1] Tinha a sua sede no actual Palácio de São Bento, onde funciona a Assembleia da República e que na altura foi baptizado de Palácio da Assembleia Nacional. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Assembleia_Nacional_(Portugal)
Folha de Rosto [do Processo];Cópia de Acta [da Câmara Municipal de Guimarães]; Brochura do Programa do Iº Congresso Nacional de Municípios Turísticos; Brocura do Programa [com alterações] do Iº Congresso Nacional de Municípios Turísticos; Brochura da Carta Internacional dos Municípios Turísticos (Projecto) e Organização Internacional dos Municípios Turísticos (Projecto de Estatutos); Informação [relatório] manuscrita, para ser exposto em reunião de Câmara, relatando o evento. (documento original); Conclusões tiradas no evento (8 folhas); Oficio a anunciar o envio de uma Guia de Receita passada pela CM de Portimão das despesas de representação pagas pela CM Guimarães. (1 Guia de Receita, 1 Oficio – Documento Composto); Aviso da CM de Portimão aos congressistas sobre o evento; [Rascunhos de Manuel Ferreira tirados durante o congresso contendo a visão da Câmara Municipal sobre a questão e a problemática das Juntas de Turismo] (1 folha, doc original); Conclusões tiradas no evento (5 folhas); Credencial do I Congresso Nacional de Municípios Turísticos [credencial pessoal de Manuel Ferreira]; [Marcador? Azul “Plenário]; [Marcador? Verde “Paineis”]; Proposta da CM Nazaré para que o II Congresso Nacional de Congressos Turísticos se realize na Nazaré; Proposta da CM da Figueira da Foz para que o II Congresso Nacional de Congressos Turísticos se realize na Figueira da Foz; Proposta da CM do Funchal para que o II Congresso Nacional de Congressos Turísticos se realize na Funchal; [Memorando] da Comissão Regional de Turismo do Alto-Minho (Costa Verde) com a sua visão de como define e caracteriza um Município Turístico. (5 folhas); [Memorando] do Presidente da CM de Lagos expondo a sua visão de como se como define e caracteriza um Município Turístico. (5 folhas); [Memorando] Algumas reflexões sobre uma definição operativa da autoria da Comissão Regional de Turismo do Alto-Minho (Costa Verde). (7 folhas); [Memorando] Painel A da Câmara Municipal de Portimão [com uma visão municipalista da questão do turismo] (2 folhas); [Memorando] Painel D com [Propostas] dos Direitos do Município Turístico pela CM da Figueira da Foz. (4 folhas); [Memorando] Painel D com [Propostas] dos Direitos do Município Turístico pela CM de Almada. (5 folhas); 2 Exemplares de [Memorando] Painel D com [Propostas] dos Direitos do Município Turístico pela CM de Lagoa, Algarve. (2 folhas cada); [Memorando] Painel C com [Propostas] dos Deveres do Município Turístico pela CM de Portimão(3 folhas); [Memorando] da CM de Olhão com o tema “Vila de Olhão – Município Turístico?” (5 folhas); [Memorando] da CM de Albufeira expondo a sua visão sobre os Direitos dos Municípios Turísticos. (3 folhas); Comunicação do Presidente da CM Loulé sobre a segurança nos Municípios Turísticos. (3 folhas); [Memorando] da CM de Tavira sobre o património histórico-cultural como carácter especifico do município turístico. (5 folhas); [Comunicação] por parte da firma Filipe Rodrigues – Costalgarve – Empreendimentos Turísticos Lda, relatando que há legislação que está a ser usada como força de bloqueio à expansão de empreendimentos turísticos. (3 folhas); 3 Fotocópias com imagens de praias [Riviera Francesa? Biarritz?]; Oficio da CM de Portimão com dados de alojamento e pormenores aos congressistas. (doc composto); Oficio da CM de Guimarães para a CM de Portimão notificando-a da inscrição assim como o pagamento da estadia.; Oficio – Convite da CM de Portimão dirigido à CM de Guimarães para estar presente no I Congresso Nacional de Municípios Turísticos. (doc composto); Cartaz do Evento.
Eduardo Henriques Moreira nasceu em Lisboa em 26-02-1886. Percurso académico e profissional: - Professor no Seminário Evangélico - Foi discípulo do professor Erasmo Braga - Em 1917 foi nomeado pelo Ministro da Guerra, Norton de Matos, capelão evangélico em França, missão que não cumpriu devido à revolução sidonista - Eleito vereador do município de Lisboa em 1920 onde em 1921 se torna vice-presidente do Senado - Secretário do presidente do ministério, coronel António Maria Baptista - Fundador da revista "Triângulo Vermelho" - Representante em Portugal de congressos pedagógicos protestantes (1922, 1924, 1926, 1929, 1932) - Secretário Geral da Associação de Escuteiros de Portugal, até 1922; Comissário dos escuteiros da zona do Porto, até 1926 - Iniciador do "Dia do Gaiato", em 1923 - Como procurador das missões evangélicas visitou, durante o ano 1934, cinquenta estações missionárias em Cabo Verde, Angola e Moçambique. - Colaborou no "Século" e em outros diários de Lisboa e publicações evangélicas - Publicou, entre outras obras, "A crise nacional e a solução protestante" (1910); "O Cortejo dos Heróis Desconhecidos" (1925),... Percurso religioso: - Pastor evangélico, desde 1913 - A 05.10.1947 foi ordenado pelo Arcebispo de Armagh, primaz da Irlanda, presbítero da Igreja Lusitana Eduardo Henriques Moreira was born in Lisbon on February 26, 1886. Academic and professional path: - Professor at the Evangelical Seminary - He was a disciple of Professor Erasmo Braga - In 1917, he was appointed by the Minister of War, Norton de Matos, an evangelical chaplain in France, a mission he did not fulfill due to the Sidonist revolution - Elected councilor of the municipality of Lisbon in 1920, in 1921 he became vice-president of the Senate - Secretary to the ministry president, Colonel António Maria Baptista - Founder of the magazine "Triângulo Vermelho" - Representative in Portugal of Protestant pedagogical congresses (1922, 1924, 1926, 1929, 1932) - General Secretary of the Portuguese Scout Association, until 1922; Commissioner of scouts in the Porto area, until 1926 - The initiator of "Dia do Gaiato", in 1923 - As a prosecutor for evangelical missions, he visited, during the year 1934, fifty mission stations in Cape Verde, Angola, and Mozambique. - Collaborated in "Século" and other Lisbon newspapers and evangelical publications - Published, among other works, "The national crisis and the Protestant solution" (1910); "The Procession of the Unknown Heroes" (1925), ... Religious path: - Evangelical pastor, since 1913 - 10.05.1947 he was ordained by the Archbishop of Armagh, primate of Ireland, presbyter of the Lusitanian Church
Brochuras de caráter geral coligidas ou oferecidas a José Maria Braga da Cruz, de temáticas diversas. Em alguns casos contém inclusa correspondência ou apontamentos: "Um caso de miséria moral", de Avelino de Carvalho, de 1921; "? (Psicologia de um processo-crime)", de António Gonçalves, de 1925; "Relatório da sindicância feita ao Posto Médico e Repartição de Saüde de Guimarães", de 1928; "Como se é iludido… Questão pendente no Tribunal Comercial de Braga entre a firma Manuel Carneiro & Irmão, e os reus Manuel Carmona Gonçalves, tenente da Guarda Republicana, e esposa. Documentos", de [1920]; "Relatório-memorial do Asilo de Inválidos do Trabalho de Prado", de 1930; "Jardins Escolas João de Deus", de 1942; "Caixa Sindical de Previdência do Pessoal da Indústria Têxtil. Regulamento", de 1959; "Freguesia de Santa Marinha da Nóbrega (Barral)”, do padre Avelino de Jesus da Costa, de 1960; "O comemdador António Maria Santos da Cunha. Perfil do homem, do bairrista e do político", de Aníbal Mendonça, de 1961; "A dolorosa razão duma atitude. Para a história da Sociedade Portuguesa de Escritores e do seu fim", de Joaquim de Paço d'Arcos, de 1965; "O Prof. Raúl Dória e a sua Escola", de António Álvaro Dória, de 1968; "Uma ilustre dama brasileira em Santo Tirso", de Roberto Macedo, de 1969; "Antes que um tremendo crime se consume...", de J [?] Duarte Carrilho, de 1970; "Sentença do Meritíssimo Juiz da Auditoria Administrativa do Porto que negou provimento ao recurso do vogal ao Conselho Municipal, Advogado Augusto Soares da Silva, sobre a Eleição da Nova Câmara Municipal de Braga", de dezembro de 1971; "Escola Agrícola, Florestal e Pecuária da Zona Interior do Minho", de 1971; "Homenagem ao Dr. Francisco Leite Dourado no termo das suas funções de Governador Civil de Braga. Discursos", de 18 de março de 1973; "Subsídios para o lançamento das bases do Serviço Nacional de Saúde", da Secretaria de Estado da Saúde, novembro de 1974; "Bibliografia do Doutor Luís Cabral de Moncada", de Mário Alberto dos Reis Faria, de 1975; "Desfazendo calúnias. Uma questão de honorários clínicos. Minuta de apelação por parte do autor Dr. José Simões Ferreira Figueirinhas pelo advogado António Augusto Pires de Lima" [s.d.].
Integra documentação constituída por documentos de diversas tipologias e versando sobre diversos assuntos não enquadráveis nas outras séries, da qual salientamos: circular do Governo Civil com instruções acerca da prestação de contas das corporações e instruções adicionais para regular a escrituração dos livros, a organização dos orçamentos, a fiscalização da receita e despesa e a prestação das contas das irmandades, confrarias, misericórdias e mais estabelecimentos de piedade e beneficência que estão debaixo da inspeção do Governo Civil do distrito de Lisboa; livro de registo dos falecidos na freguesia de São Nicolau e produto dos covais da Igreja de São Nicolau; "Relação dos livros, documentos e mais papéis que se acham no Cartório da Irmandade do Santíssimo da freguesia de São Nicolau, até o ano de 1850"; "Relação dos Prédios Rústicos e Urbanos pertencentes à Irmandade do Santíssimo de São Nicolau com a designação do seu atual rendimento por ano e daquele que podem produzir sendo arrendados todos os quartos"; relatórios impressos da Direção da Companhia das Lezírias do Tejo e Sado e pareceres da comissão fiscal referentes à gerência dos anos entre 1860 e 1921; vários impressos atinentes à "Assistência escolar" nos quais constam as contas da gerência de receita e despesa da cantina escolar da irmandade nos anos escolares de 1917-1918 e 1919-1920; auto de diligência levantado pela Comissão Concelhia de Inventários que "procedeu ao arrestamento dos bem mobiliários e imobiliários destinados ao culto público da religião católica" nos termos da lei da separação da Igreja do Estado de 20 de abril de 1911, no qual a irmandade procura defender a propriedade da Igreja de São Nicolau e o seu terreno (1912-06-26); ofícios do Museu Nacional de Arte Antiga solicitando a cedência de vários objetos da irmandade para compor o seu museu. Acompanha uma relação de objetos que deram entrada no citado museu; conversão em inscrições de assentamento da Junta do Crédito Publico de três por cento de ações da Companhia das Lezírias Tejo e Sado provenientes de legados; "Mapa dos exames feitos pelos alunos das escolas da Irmandade de São Nicolau, desde a sua fundação. 1865 a 1924".
Documentos de despesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau relativos ao ano económico de 1925-1926, devidamente aprovados pela Junta Geral do Distrito de Lisboa. A documentação está organizada por cofre e por verba. Cada conjunto é constituído por uma relação onde consta o cofre (do culto ou da caridade), o número da verba e a que corresponde, números das ordens de pagamento, discriminação da despesa em questão, montante despendido e a indicação se as importâncias estão consignadas no orçamento geral ou suplementar. No interior encontram-se as respetivas ordens de pagamento, segundo o número de ordem constante na relação acima mencionada. As ordens de pagamento são acompanhadas de faturas e recibos, devidamente selados, datados e assinados, talões de depósitos em numerário; relações mensais dos doentes socorridos; relações dos pobres da freguesia contemplados pelas esmolas do legado; recibos do cofre da beneficência relativos à receção das esmolas concedidas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres. Todos os documentos têm aposto um carimbo que assevera que os documentos foram restituídos à instituição por ordem da Comissão Administrativa da Junta Geral do Distrito de Lisboa. Cofre do culto: Verba 1 (Encargos de Fábrica da Igreja - gastos da sua manutenção); Verba 2 (Despesas cultuais obrigatórias, art.º 50.º dos estatutos); Verba 3 (Despesas administrativas - Sufrágios); Verba 4 (Renda da casa do prior); Verba 5 (Ordenado a dois capelães); Verba 6 (Ordenado ao menino de capela); Verba 7 (Ordenado ao organista); Verba 8 (Ordenado ao servente); Verba 9 (Ordenado ao sineiro); Verba 10 (Encargos de legados); Verba 11 (Contribuição predial); Verba 12 (Prémio dos seguros da propriedade, museu e com empregados); Verba 13 (Reparações no edifício da igreja); Verba 14 (Ao cofre da caridade a 6.ª parte das receitas orçadas); Verba 15 (Ao cofre da caridade parte dos donativos). Cofre da caridade: Verba 17 (Subsídios pecuniários, medicamentos e funerais); Verba 18 (Ordenado ao médico); Verba 19 (Encargo do legado de António de Almeida e Silva); Verba 20 (Esmolas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres); Verba 21 (Instrução - Assistência escolar e cantina); Verba 22 (Ordenado a três professores); Verba 23 (Ordenado à porteira das escolas); Verba 24 (Ordenado ao escriturário); Verba 25 (Ordenado ao contínuo-andador); Verba 26 (Conservação do edifício escolar); Verba 27 (Gastos gerais); Verba 28 (Donativo à "Assistência Nacional aos Tuberculosos"); Verba extraordinária (Ao cofre da caridade para reforço de verbas que transitaram do cofre do culto).
Contém documentos de despesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau relativos ao ano económico de 1924-1925, devidamente aprovados pela Junta Geral do Distrito de Lisboa. A documentação está organizada por cofre e por verba. Cada conjunto é constituído por uma relação onde consta o cofre (do culto ou da caridade), o número da verba e a que corresponde, números das ordens de pagamento, discriminação da despesa em questão, montante despendido e a indicação se as importâncias estão consignadas no orçamento geral ou suplementar. No interior encontram-se as respetivas ordens de pagamento, segundo o número de ordem constante na relação acima mencionada. As ordens de pagamento podem ser acompanhadas de faturas e recibos, muitos deles devidamente selados, datados e assinados; relações mensais dos doentes socorridos; relações dos pobres da freguesia contemplados pelas esmolas do legado; recibos do cofre da beneficência relativos à receção das esmolas concedidas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres, entre outros. Todos os documentos têm aposto um carimbo que assevera que os documentos foram restituídos à Instituição por ordem da Comissão Administrativa da Junta Geral do Distrito de Lisboa. Cofre do culto: Verba 1 (Encargos da Fábrica - custos da sua manutenção); Verba 2 (Despesas cultuais obrigatórias); Verba 3 (Despesas administrativas - Sufrágios); Verba 4 (Renda da casa do reverendo prior); Verba 5 (Ordenado a dois capelães); Verba 6 (Ordenado ao menino de capela); Verba 7 (Ordenado ao organista); Verba 8 (Ordenado ao servente); Verba 9 (Ordenado ao sineiro); Verba 10 (Encargos de legados); Verba 11 (Redução de encargos pios); Verba 12 (Contribuição predial); Verba 13 (Prémio dos seguros da propriedade e empregados); Verba 14 (Ao cofre da caridade a 6.ª parte das receitas orçadas); Verba 15 (Ao cofre da caridade, parte de donativos); Verba 16 (Gastos gerais). Cofre da caridade: Verba 17 (Assistência aos enfermos); Verba 18 (Ordenado ao médico); Verba 19 (Encargo do legado de António de Almeida e Silva - esmolas a paroquianos das freguesias de São Nicolau e Sé); Verba 20 (Esmolas aos irmãos); Verba 21 (Manutenção e assistência escolar e cantina anexa à escola); Verba 22 (Ordenado a três professores); Verba 23 (Ordenado à porteira das escolas); Verba 24 (Ordenado ao escriturário); Verba 25 (Ordenado ao contínuo-andador); Verba 26 (Conservação do edifício escolar); Verba 27 (Gastos gerais); Verba 28 (Donativo à "Assistência Nacional aos Tuberculosos").
Vários relatórios impressos da Direção da Companhia das Lezírias do Tejo e Sado e pareceres da comissão fiscal referente à gerência dos anos de 1860, 1861, 1868, 1869, 1883, 1885, 1886, 1890, 1893, 1894, 1903, 1904, 1907, 1909, 1910, 1921. Acompanha um "Relatório da Direção - Relatório do Engenheiro e Parecer da Comissão" acerca da obra da derivação do Rio Sorraia; "Relatório da Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento da freguesia da mesma soberana invocação: acerca das obras de restauração da sua Igreja que se fizeram durante meses de junho de 1872 a setembro de 1873, acompanhado d'uma breve notícia das mencionadas Igreja-freguesia e irmandade"; relatórios e contas de gerência da direção da confraria de Caridade da freguesia de S. José nos anos económicos de 1873-1874 e 1874-1875; "Conta da Gerência do ano económico de 1886-1887" da Venerável Ordem Terceira de S. Francisco da Cidade de Lisboa; "Estatutos do Banco de Portugal, aprovados por decreto de 11 de abril de 1888"; Assistência Nacional aos Tuberculosos -"Relatório do Concelho Central e parecer do Concelho Fiscal apresentados à Assembleia Geral de 4 de Maio de 1902"; Estatuto da Irmandade do Santíssimo Sacramento da freguesia de Santa Maria Madalena de Lisboa. "Aprovado por Alvará de 16 de julho de 1913"; "Relatório e contas do Ano Económico de 1916-1917 e parecer do Concelho fiscal" de "A Junção do Bem. Instituição de Beneficência e Assistência na freguesia de São Nicolau"; exposição "Aos Paroquianos da freguesia da Conceição Nova"; "Relatório e Contas da Gerência de 1882 a 1883" da Real Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Igreja dos Anjos; "A difamação do prior do Coração de Jesus de Lisboa e a sua coincidência com a nova entrada d'um Júlio Franco (o da polícia) para fiscal da irmandade na igreja do mesmo prior", 1896; "Busto de Prata de Santa Engrácia - Refutação que a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Real freguesia de Santa Engrácia de Lisboa, proprietária do busto, faz ao folheto publicado pela Junta de Paróquia da mesma freguesia no qual a referida junta diligencia justificar os seus pretensos direitos aquela imagem", 1898; "Ação de restituição de posse" da Irmandade do Santíssimo Sacramento da freguesia de Santa Engrácia.
Livro contendo os orçamentos de receita e despesa do cofre da irmandade, classificados por verbas. Os orçamentos dizem respeito aos anos económicos de 1900-1901 e de 1901-1902. Receita: Verba 1 (Rendas de prédios urbanos); Verba 2 (Foros); Verba 3 (Juros de inscrições); Verba 4 (Fábrica da Igreja); Verba 5 (Peditório das 5.ªs feiras); Verba 6 (Joias de irmãos novos). Despesa: Verba 1 (Um Lausperene); Verba 2 (Festa de São Nicolau); Verba 3 (Oitavário de São Nicolau); Verba 4 (Trasladação de São Nicolau); Verba 5 (Festa de 'Corpus Christi'); Verba 6 (Armação); Verba 7 (Ordenado a dois capelães; Ordenado ao escriturário; Ordenado ao menino de capela; Ordenado ao andador; Ordenado ao sineiro; Ordenado ao servente); Verba 8 (Cera para o culto); Verba 9 (Azeite, gás e petróleo); Verba 10 (Fábrica da Igreja); Verba 11 (Conserto e aquisição de paramentos e alfaias e conservação do órgão); Verba 12 (Lavagem, conserto e engomado de roupas); Verba 13 (Sufrágios pelos irmãos falecidos); Verba 14 (Redução de encargos pios das capelas); Verba 15 (Litígios); Verba 16 (Contribuição predial e impostos); Verba 17 (prémio do seguro); Verba 18 (Limpeza de chaminés), Verba 19 (Ofício e missa pela alma de D. Gertrudes Magna Bacarias Bastos); Verba 20 (Encargo do legado de D. Justiniana Maria Soares), Verba 21 (Encargo do legado do Dr. José Cândido Loureiro); Verba 22 (Ao cofre da caridade, a 4.ª parte das joias de irmãos); (Secretaria e selos de orçamentos); Verba 23 (Despesas de secretariado e selos de orçamentos); Verba 24 (Renda da casa do reverendo prior); Verba 25 (Emolumento para o julgamento das contas); Verba 26 (Missa e 'Libera me' pelos irmãos falecidos); Verba 27 (Semana Santa); Verba 28 (Procissão da eucaristia aos entrevados); Verba 29 (Missa por alma do irmão Dr. António Policarpo Ferreira); Verba 30 (Percentagem pela cobrança de cotas de irmãos); Verba 31 (Obras no edifício da Igreja); Verba 32 (Donativos À "Assistência Nacional aos Tuberculosos"). Orçamento suplementar n.º 1: Reparos, pintura, douradura e colocação de um relicário; arranjo do trono da Semana Santa e Mobília para a Casa do Despacho. No ano económico de 1901-1902 não existe orçamento suplementar. Inclui três documentos avulsos: Resumo das receitas do cofre da caridade e do da Irmandade relativos ao ano económico de 1901-1902; duas ordens de pagamento relativas a despesas com a aquisição de artigos de escrita para as escolas do sexo masculino e feminino da Irmandade.
Correspondência entre a Cáritas Portuguesa, as Cáritas lusófonas (Cabo Verde, Guiné Bissau, S. Tomé e Príncipe, Moçambique, Brasil, Angola) e entidades privadas. Cáritas Angola: publicações, bens, despesas médicas, documentos oficiais (certidão de nascimento, de batismo), livros (1984-1987). Cáritas Brasil: Assembleia Nacional da Cáritas Brasileira, financiamento comunitário (1987-1991). Cáritas Moçambique: bens, donativos, encomendas, 8.º Relatório do Programa para Emergências (1987), Ajuda e Desenvolvimento, portugueses detidos em Maputo, transportes, IV Seminário da Cáritas da Zona Lusófona em África e Assembleia Geral da Cáritas Moçambique (1986), publicações (1982), vítimas da seca em Nampula e Cabo Delgado (1982), ferramentas para Nampula, Programa de Cooperação com Guiné-Bissau (1983), X Sessão da Assembleia Geral da Cáritas Moçambique (1986), IV Seminário da Cáritas da Zona Lusófona (1986), apoio pastoral (1990), regresso de cidadãos moçambicanos (1991). Cáritas S. Tomé e Príncipe: projetos integrados (1990), donativos (1985), Projeto Cooperação e Desenvolvimento - o Contributo das ONG (1985), projeto de habitações em auto-construção (1986), Instituto Amaro da Costa, Direção do Centro de ações para a Cooperação e Desenvolvimento (1986), documento da Cáritas Internacional às Cáritas belga, alemã, holandesa, suíça, italiana e portuguesa - em favor da população são tomense mais afetada pela seca e a miséria (1985), aquisição de materiais de construção (1985), anti palúdicos (1988), Encontro sobre fornecimento de água e década do desenvolvimento sanitário (1988), missão de erradicação de paludismo (1988), Programa de Ajuda a S. Tomé e Príncipe (1986), presos políticos e seus familiares (1990-1991), Movimento pela Vida (1990).Guiné-Bissau: alunas da Escola de Formação Social de Leiria (1985), La Reconstruction Nationale, 2.º e 3.º Seminários das Cáritas Lusófonas em África (1983, 1985), mesa redonda sobre A saúde da Guiné-Bissau (Genebra, OMS, 1985), Conferência das ONG (1985), relatório do trabalho realizado pelas Irmãs da Missão Católica de Suzana (1985), projeto de desenvolvimento de Nhoma (1983), Solidami (1987), Associação Guineense de Solidariedade Social (1987), armazenamento e expedição de alimentos (1988), Secretariado pelo Desenvolvimento e pela Promoção Humana, organismo da Diocese de Bissau (1990), Fernando Freitas, relatório de viagem à Guiné-Bissau (1990), Centro de Formação de Animadoras de Desenvolvimento Rural de Brá (1990), Projeto Agrícola de Lotcher (1990), campanha a favor da Guiné Bissau (1998). Cabo Verde: plano de pastoral familiar (1982), relatório global de 1990 (1991), géneros (1984-1985), donativos (1986), relatório anual do projeto Formação para a Animação (Cáritas Austríaca, Cáritas Portuguesa e Diocese de Cabo Verde) (1987), Instituto Cabo-Verdiano de Solidariedade, relatório da 1.ª Conferência dos Parceiros Não-Governamentais (1988), Programa Sementes (1985), donativos (1990).
Com o título «Livro», Contém um conjunto de documentos de trabalho escritos por Manuela Silva em forma de artigos, notas de leitura e comentários bibliográficos para preparar diferentes palestras sobre: economia e exclusão social; política social e humanização da economia; espiritualidade e globalização; trabalho e sociedade; laicado e Povo de Deus; ética para o novo milénio; racionalidade económica; identidade da empresa; ética global; cristianismo e o terceiro milénio; liberdade individual e responsabilidade social; o paradoxo do rendimento mínimo, riqueza e nova questão social. Entre os autores consultados e comentados encontram-se: Jean-Paul Maréchal, Annette Kleinfeld, Maria de Lourdes Pintasilgo, Hans Kung, Bento Domingues, Amartya Sen, Marc Saint-Upéry, André Gorz e Pierre Rosanvallon. Além dos documentos de trabalho em causa, Contém: um índice de tópicos «para um próximo livro» sobre economia, trabalho e exclusão social e globalização; Programa a 75º Semana Social de França, ocorrida em Issy entre 17 e 19 de novembro de 2000 sobre o tema Travailler et Vivre; projecto do livro «Globalização e espiritualidade cristã na busca de uma resposta holística e proactiva»; um e-mail de Anselmo Lee Secretário Geral da Pax Romana, de 13 de novembro de 2000; uma listagem de «textos em stock (2000-2001)»; Panfleto do Observatoire de l'Ethique; Documentos de trabalho sobre a Assembleia Plenária Jubilar da Paz Romana, realizada em Paris de 17 a 24 de setembro de 2000 – «A new partnership for solidarity - a source of Hope. Final Statement of the Pax Romana ICMICA 28th Plenary/ Jubilee Assembly 2000» e «Partenaires, solidaires, source d'espoirs. Document de travail»; artigo de Bento Domingues no jornal Público sobre «O Cristianismo no limiar do III milénio»; uma carta do Director Secretariado Nacional do Apostolado de Leigos e família, Benjamim Ferreira a agradecer a Manuela Silva a enviar as Atas da IV Semana Social realizada em novembro de 2001, (30 de outubro de 2007); um e-mail de Fátima Ribeiro Diretora Geral do Emprego e Assuntos Sociais, Serviço "Igualdade de Oportunidades", dirigido a Manuela Silva a fim de a convidar a participar numa conferência organizada pela Comissão Europeia em fevereiro do ano 2000 sore a Implantação da Plataforma de Pequim, (13 de dezembro de 1999). Abrange ainda um conjunto de textos de intervenções Manuela Silva, posteriormente publicados: um exemplar de «Uma abordagem plural da acção social. Dimensões-chave para repensar a intervenção» (dezembro de 1998); três exemplares de «Haverá uma ética para a economia?» (março de 1996); um exemplar de «Economia, sociedade e ética», (março 1993); um exemplar de «O papel da sociedade civil ma resolução dos problemas sociais», (dezembro 1996); três exemplares de «Política social: uma incursão no futuro», (outubro de 1993 e junho de 1995).
Nesta série reúne-se a correspondência trocada entre o Círculo Eborense e um universo alargado de destinatários e remetentes, entidades públicas ou privadas, com as quais estabeleceu de forma regular ou pontual relações de diferente natureza no âmbito das suas atividades e competências. Os assuntos tratados caracterizam-se pela sua grande diversidade e refletem não só as diferentes dimensões da vida associativa do Círculo Eborense e do seu funcionamento, mas também os aspetos relacionados com a sua gestão da qual decorria também a comunicação com as autoridades administrativas locais e regionais. Os assuntos mais representativos que se encontram nesta série são os que se referem aos diferentes aspetos da relação entre o Círculo Eborense e os seus associados como, por exemplo, a admissão e demissão de sócios, pedido de liquidação de quotas, solicitação de espaços para a realização de eventos a organizar pelos sócios como casamentos e batizados, informação sobre a alteração do valor das quotas, comunicação de diversos atos relativos aos órgãos diretivos, como o início ou cessação de funções dos seus membro e responsáveis, etc. Entre a correspondência que se inclui nesta série, encontra-se ainda informação de natureza normativa e regulamentar sobre a orgânica e o funcionamento do Círculo Eborense e das suas atividades, bem como referência às próprias atividades recreativas e lúdicas desenvolvidas quer pela coletividade e pelos seus associados quer por outras entidades, associações ou comissões especiais, enquadrando-se também aqui os convites institucionais trocados entre si para a participação nas respetivas iniciativas. Outro volume de correspondência está diretamente relacionado quer com a administração e gestão patrimonial do edifício sede do Círculo Eborense, incluindo a interlocução com os seus proprietários, a cedência e o aluguer de espaços, quer com a própria administração económica e financeira da coletividade, em que se integra, por exemplo, a gestão de empréstimos bancários, os aspetos fiscais e tributários sobre pagamento de contribuições e impostos ou ainda a correspondência trocada com prestadores de serviços e fornecedores de bens e produtos. Deste universo de correspondentes, destacam-se, pela frequência e teor da correspondência trocada, as seguintes entidades: Sócios do Círculo Eborense, Administrador do Concelho de Évora, Governo Civil de Évora, Junta Governativa do Distrito de Évora, Câmara Municipal de Évora, Academia Eborense, Comissão executiva do Monumento Dr. Barahona, Sociedade Artística de Évora, Comissão promotora de subscrição de jazigo de João Rafael Lemos, Comissão organizadora do Baile da Pinhata, Arcebispo de Évora; Sociedade Harmonia, Bristol Club, Sociedade do Círculo Estremocense, Agencia do Banco de Portugal, União Pensionista de Évora, Caixa de Previdência, Imprensa Nacional Casa da Moeda, proprietários do edifício sede do Círculo Eborense, Rádio Diana, bancos, Empresa de material de construção Petal, etc.
Colecção de legislação e outros documentos oficiais, publicados em 1838 pela Imprensa Nacional.
Proposta de venda ao Estado, de um tapete Yuruk, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Relatórios com 2 partes: movimento associativo a nível nacional e em Coimbra. • Assuntos: Associativismo estudantil.
Julgamentos em Viana do Castelo (arguidos: Banco Nacional Ultramarino e Banco Pinto e Sotto Mayor).
Edição da Comissão Coordenadora Nacional. Proclamação Pública, breve história e descrição do Movimento BASE-FUT.
Comunicado do Secretariado Nacional Pró-Conselhos Revolucionários de Trabalhadores Soldados e Marinheiros
Comunicado aprovado em Coimbra em reunião nacional de dirigentes do movimento associativo estudantil português. • Assuntos: Repressão.
Comunicação apresentada ao 1º Congresso Nacional de Ciências Agrárias em 1943 • Assuntos: Agricultura.
Resposta de Dr. Van Bebber a uma brochura da autoria de José Arruela intitulada «Tragédia Nacional".
Inclui textos realização um Congresso de jornalistas portugueses, o I Congresso Nacional da Imprensa e outros
Apelo à criação de uma organização nacional de oposição ao Estado Novo. • Assuntos: Eleições (1958) .
Plenário Nacional de Delegados (Nivelamento, SAMS, Pensões de Reforma, Sobrevivência e Invalidez). • Assuntos: Comissões de Trabalhadores.
Distribuído na recita especial promovida pelo autor no Teatro Nacional Almeida Garrett de Lisboa.
Texto elaborado a propósito do 2.º Congresso Nacional Abolicionista promovido pela Liga Portuguesa Abolicionista • Assuntos: Abolicionismo.
Representação enviada ao ministro da Educação Nacional. • Assuntos: Lima, Fernando Andrade Pires de..
Acordão da Comissão Nacional de Pensões concedendo pensões anuais a diversos serventuários do Distrito de Santarém.
Fornecimento de cantaria, pinho de Riga para vigas, pinho da Suécia, soalho de pinho nacional.
Proposta de venda ao Estado, de um tapete turco, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Aquisição, pelo Estado, de um tapete de Arraiolos antigo, destinado ao Palácio Nacional de Queluz.
Aquisição, pelo Estado, de um tapete oriental, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Aquisição, pelo Estado, de um tapete de Arraiolos antigo, destinado ao Palácio Nacional da Ajuda.
Aquisição, pelo Estado, de seis mangas de vidro, destinadas ao Palácio Nacional da Ajuda.
Aquisição, pelo Estado, de três panos de brocado, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Aquisição, pelo Estado, de dois tapetes orientais antigos, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Aquisição, pelo Estado, de um armário do século XVII, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Reprodução pelo SEEPE de comunicado aprovado em reunião nacional de dirigentes associativos. • Assuntos: Crise académica (1968-69).
Contestação às alterações efectuadas pelo Ministério da Educação Nacional. • Assuntos: Associativismo estudantil.
Pedido de entrevista com memorando enviado ao Ministro da Educação Nacional. • Assuntos: Presos políticos / prisões políticas.
Comunicação apresentada pela Liga Abolicionista Portuguesa ao 3º Congresso da União Nacional em 1951. • Assuntos: Prostituição .