Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for dias and 102,384 records were found.

Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Fernandes, hortelão, que trazia emprazada uma horta, da referida igreja, localizada junto ao muro da cidade, nos canos de São Mamede. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, novamente, em três vidas, a referida horta, mais um ferragial, a Rui Gonçalves, neto do Quadrado, hortelão, e a Mor Eanes, moradores na cidade, por quarenta e cinco soldos antigos e quatro galinhas, pagos pela Páscoa, pelo Natal e pelo São João. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Pedro Dias Coelho e Inês Afonso, moradores em Évora, que traziam emprazada, em três vidas, uma vinha, da referida igreja, localizada no termo da cidade, no Ameixial, por oitenta reais brancos, pagos pelo São Martinho. Os foreiros pedem à igreja que lhes receba a vinha. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, novamente, em três vidas, o referido bem a Fernão Gonçalves Moreno e a Mor Eanes, moradores em Évora, pelo mesmo foro. Redactor: João Gonçalves, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
O Despertar, 31 outubro 1955, nº 16: Número comemorativo do 75.º Aniversário da Restauração da Igreja Lusitana - Restauração da Igreja Lusitana e a Reforma Religiosa do Século XVI - O grande monumento - O Livro de Oração Comum - A IGREJA LUSITANA COMO PARTE INTEGRANTE DA IGREJA CATÓLICA — Às Lições da História na vida da Igreja Lusitana — - Notas e comentários - A Margem de Climas - Factos mais notáveis da história da Igreja Lusitana até aos nossos dias - 56 anos ao serviço da Instrução Primária -D. Lavínia de Figueiredo - “O DESPERTAR" NO BRASIL - «O DESPERTAR» NO NORTE
«Echo do Tejo» (ano V, n.º 261) - Informação sobre uma acção judicial intentada por Hermano Dias Ferreira e pelo padre Joaquim José Gonçalves (capelão da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes) contra António Marques Farinha, editor do jornal «A Voz do Artista». Esta acção judicial contou com a participação de António Lino Neto, secretário-deal do Governo Civil de Portalegre, na qualidade de advogado de defesa. Contém excertos do discurso de acusação e a transcrição da sentença, com a acusação do réu e a discriminação das penas a aplicar.
Livro das notas mensais da frequência e aproveitamento dos alunos da escola de instrução primária do sexo feminino da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade de São Nicolau. Os mapas apresentam o n.º de matrícula, nome, idade, mês de admissão, classe (1.ª a 4.º), aplicação (nenhuma, pouca, sofrível, suficiente ou boa), aproveitamento (nenhum, pouco, sofrível, suficiente ou bom), comportamento (mau, regular, bom) n.º de faltas diárias, n.º de dias letivos e observações. Os mapas referem-se aos anos letivos de 1916, 1916-1917, 1917-1918, 1918-1919, 1919-1920, 1920-1921.
Livro de notas da frequência e aproveitamento dos alunos da escola de instrução primária do sexo feminino da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade de São Nicolau. Os mapas apresentam o n.º de ordem, n.º de matrícula, nome, idade, mês de admissão, classe (1.ª a 3.º), aplicação (nenhuma, pouca, sofrível, suficiente ou boa), aproveitamento (nenhum, pouco, sofrível, suficiente ou bom), n.º de faltas diárias, n.º de dias letivos e observações. Os mapas referem-se aos anos letivos de 1897-1898, 1898-1899, 1899-1900, 1900-1901, 1901-1902.
Inclui duas versões do estudo intitulado "Bases para o estabelecimento do Programa Geral da Comissão Orientadora da Investigação Científica na área a inundar pela Albufeira de Cabora Bassa", da autoria de Alfredo Falcão, Ilídio Amaral, Ruy Cinatti, Vasco Valdez e Miguel Ramos. Integra, como anexo do documento anterior, um "Índice sintético do ante-projeto do III Plano de Fomento de Moçambique. Engloba, ainda, o estudo de Kenneth L. Tinley e Alexandre Herculano Garcia de Sousa Dias, intitulado "Reconhecimento do bravio existente no Vale do Médio Zambeze antes da formação da Albufeira de Cabora-Bassa".
[5 blocos brancos; agendas pessoais; cadernos de apontamentos; duas listas de telefones internas da Universidade Católica Portuguesa; lista de cartões de visita; Francesca Ambrogetti, Sergio Rubim - Papa Francisco: conversas com Jorge Bergoglio; boneca de PVC - Assistente Social; 3 disketes; cds: Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais (2005); Entrevistas a Maria do Carmo Junqueira e Clara Dias (NDHSSP); Isabel de Freitas Vieira - A participação como instrumento hermenêutico e analítico da prática profissional do Serviço Social integrada no paradigma relacional (tese de doutoramento em Serviço Social, UCP, 2009; 2 cds em branco]
[Contém Secretaria de Estado da Segurança Social - O sistema de Segurança Social Português. Versão Provisória (1978); Fernando Maia - Segurança Social. Perspectiva de evolução em Portugal e em outras experiências nacionais (1978); Fernando Maia - Segurança Social. Perspectivas de evolução de esquemas parcelares de protecção social para o sistema unificado de Segurança Social. Processo de Transição em Portugal (1979); Manuel de Lima Dias Martins - A gestão financeira da Segurança Social nos anos 80; Fernando Maia - Segurança Social. Evolução comparada 1960-1980 (1981); Dados estatísticos da Segurança Social; Normas para a elaboração do orçamento da Segurança Social (1985); Plano da Segurança Social para 1983: objectivos e Medidas de Política]
Documentação referente à organização da XI Semana Nacional de Pastoral Social sobre "SIDA, problema e resposta social" , Fátima, 1993-08-30 a 1991-09-03, sob a responsabilidade do Secretariado Nacional da Ação Social e Caritativa. Processo composto por 3 pastas referentes à organização deste evento pelo Secretariado Nacional da Ação Social e Caritativa, com o tema "SIDA, problema e resposta social" ocorrido em Fátima entre os dias 30 de agosto e 3 de setembro de 1993. Contém: inscrições; Maria Isabel Melgado Neves, Problemática social da SIDA, [s.d.]; respostas a questionários de avaliação e recortes de imprensa.
Assunto: Obras na barra e porto de Esposende. Contém: condições de arrematação, levantamento de medições e orçamento de empreitadas, notas de trabalho, cópias de anuncios, oficios, ordens de serviço, auto de concurso, cópias de contrato, levantamentos de verbas necessárias para as obras, folhas dos jornais vencidos, folhas de dias de trabalho, cópia de auto de consignação, contas finais de empreitadas, autos de consignação, folhas de obras mensais, cópias de relatórios, autos de exame e vistoria, despachos, medição da pedra existente na doca de Esposende
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que, conforme ordenado superiormente, o processo formado no juízo de direito criminal do 2.º distrito de Lisboa contra o soldado João Simões Dias foi remetido ao foro militar, a 12 de abril de 1842, ficando, desde então, o réu na cadeia do Castelo de São Jorge desligado da autoridade civil, e que, verificando-se agora que o processo não chegou ao seu destino, foi novamente enviado um traslado dele ao foro competente.
Os requerentes são: Angélica Ermelinda Pereira de Castro Abreu Mota e filhos, Maria da Encarnação Mourão, Rosa Emília Dias, Ana Augusta de Jesus e filha, Constança de Jesus, Francisco Carlos Teixeira de Morais, André Faco, Raul Artur Catalão Pereira e Maria de Jesus e filhos. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 13 de novembro de 1903, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 30 de novembro, expedidos a 1 de dezembro.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça, em referência à portaria de 16 de outubro de 1841, que ordenava a instauração de um processo contra os escrivães da comarca de Almada Jacinto Dias do Canto e Narciso Freire Carneiro. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 19 de novembro de 1844, acompanhado da cópia de outro do seu delegado naquela comarca, participando que o réu Narciso Carneiro foi absolvido.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Justiça acerca do requerimento em que o presbítero José Joaquim Dias da Costa, pároco de São Gonçalo de Valença, solicita a importância de 71$720 réis de subsídio, além dos 53$640 réis que lhe foram concedidos por decreto de 18 de junho de 1885, alegando que não foi esta última quantia a diminuição que teve na sua côngrua, mas sim a de 125$360 réis.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca da multa aplicada a Manuel José de Carvalho Viana, por este ter assinado, em 1850, termo de fiança, em virtude do n.º 3 do art. 7º do decreto de 10 de dezembro de 1836, que proibiu o comércio de escravatura, obrigando-se a que a Escuna Rival regressasse a Luanda dentro de 60 dias, o que não aconteceu, tendo o interessado alegado a ocorrência de um naufrágio, em 1851.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo que lhe foi ordenado que fizesse promover pelo Ministério Público contra Joaquim Antunes, antigo primeiro-sargento do extinto corpo da Guarda Real da Polícia de Lisboa. Remete ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 1 de setembro de 1846, participando que se julgou justificada a incerteza da ubicação de Joaquim Antunes e se passaram éditos de 30 dias que se afixaram nos locais habituais.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre as três reclamações enviadas ao Governo contra o concurso aberto na Câmara Municipal do Porto para a adjudicação do exclusivo da viação elétrica naquela cidade e contra o contrato provisório celebrado entre a Câmara e os respetivos adjudicatários Paiva, Irmãos e Matthieu Lugan. As reclamações foram apresentadas pela Companhia Carris de Ferro do Porto, pelos acionistas da mesma companhia e por Tomás Joaquim Dias, um dos concorrentes ao exclusivo.
Recorte de jornal, "Jornal de Notícias", colado em folha branca no processo D. António Ferreira Gomes. Noticia sobre a primeira reunião do Conselho Presbiteral, nos dois dias anteriores: votação de oito moções relativas ao estatuto socio-económico do clero; análise de um esquema de diretório pastoral e um seminário sobre diferentes aspetos da vida eclesial. Transcreve a notícia consideráveis passagens da exposição de D. António, que antecedeu os trabalhos. Comentários sobre a carta pastoral coletiva, a encíclica Gaudium et spes, as experiências de modelos pastorais feitas nos últimos 5 anos na diocese e os seus resultados. A missão da hieraquia e dos leigos.
João Domingues, vaqueiro, genro do mata-mouros, morador em Évora, disse que trazia emprazado um ferragial da Sé, em dias de sua vida, do qual pagava três libras e meia, pela Páscoa, no termo de Évora, no caminho da azinhaga de Dona Enxamena. Parte com a dita azinhaga, com mestre Martinho, cirurgião, com os filhos de Rui Mendes. João Domingues deu o dito ferragial, com o encargo do foro, a Antoninho Domingues Tinhoso, morador na referida cidade. Testemunhas: Gomes Lourenço, alfageme, Afonso Vicente, enteado de Vicente Cão, João Eanes, dito das romãs, almocreve. Redactor: Giraldo Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rossio
Aviso emitido pela recebedoria particular do concelho de Évora, dirigido às religiosas do convento de São José para que estas, no prazo de 10 dias paguem a décima referente ao foro que pagavam ao extinto convento dos Remédios e à pensão que pagavam ao extinto convento de São Domingos, vencidos no ano de 1834. Este aviso provém da Lei de Maio de 1832 e da Secretaria do Thesouro de 18 de Setembro de 1835. No verso está já a liquidação destes impostos datada de 13 de Janeiro de 1836.
Alvará D. Sebastião, emitido por solicitação da rainha D. Catarina de Áustria, em que faz mercê à infante D. Isabel, sua tia, de poder por sua morte dispor dos oitocentos mil reais que tinha em cada ano da fazenda régia, para descargo da sua consciência e satisfação das suas obrigações e serviços de seus criados, repartindo pelas pessoas que tiver obrigação para que os tenham em vida somente. Após o falecimento da infante serão passados padrões, a partir deste alvará, às pessoas por quem ela repartir os oitocentos mil reais. Redactor: Duarte Dias, escrivão Localidade de redacção: Setúbal
Traslado de bula do papa Calixto III de fundação do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. O traslado é solicitado por frei Amador de Évora, padre do mosteiro, ao Dr. Domingos Álvares, arcediago de Oriola na Sé de Évora, vigário geral no espiritual e temporal no bispado de Évora por D. Afonso, cardeal infante de Portugal. Redactor: Filipe Dias, escrivão do auditório eclesiástico do bispado de Évora e notário apostólico Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas da audiência eclesiástica
Frei Martinho, frade do convento de São Francisco de Évora, apresenta uma cédula, na qual frei Martinho Afonso, enquanto procurador dos frades do referido convento, faz de Estêvão Eanes Derreado provedor da capela de Rodrigo Aires, escudeiro. Exige que, Estêvão Eanes Derreado, solicite aos herdeiros de Afonso Vasques, que foi provedor da capela, oitenta libras. Manda também que exija setenta libras a Lourenço Dias, entre outros. Redactor: Diogo Martins, tabelião geral do bispado de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de São Francisco
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora vendem a Salomão Macadano, judeu, e a sua mulher, Jamila, moradores na cidade, o domínio útil de umas casas, localizadas na judiaria nova da cidade, na rua da Milheira, por mil reais brancos, com a condição dos compradores pagarem, anualmente, ao cabido da Sé o foro estabelecido e ao referido mosteiro sete libras antigas pela Páscoa. O comprador apresentou uma carta de D. João I que o autorizava a fazer transacções com cristãos. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Dona Inês, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, nega ter feito qualquer doação ao mosteiro de Almoster. Afirma que essa doação foi feita por sua mãe, enquanto administrou os bens que recebeu de legado paterno. Dona Inês, por esta carta, afirma que pretende que todos os seus bens patrimoniais que legitimamente lhe pertencem da herança de seu pai, fiquem ao mosteiros de São Bento de Cástris. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Emprazamento, em três vidas, de um chão, da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo, localizado no termo da vila, em lugar que se chama sesmo, a Fernão Carvalho e a sua mulher, Leonor Eanes, moradores em Montemor-o-Novo, por duas galinhas ou vinte reais brancos, pagos pelo Natal. Testemunha: Martim Eanes de Aguiar, ouvidor do marques de Vila Viçosa; João Vasques, que foi tabelião Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo e Beatriz Gonçalves, viúva de Álvaro Dias que foi tabelião da vila, que trazia emprazado um ferragial, da referida igreja, localizado na vila, junto à porta de Évora, por vinte reais, pagos pelo Natal. A foreira pede autorização à igreja para renunciar à posse do bem. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, novamente, em três vidas, o ferragial a Mendo Afonso, pelo mesmo foro. Redactor: André Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues
Emprazamento, em três vidas, de um chão, da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo, localizado no termo da vila, em Vale Verde, junto à Fonte d'el Rei, a Lopo Fernandes, filho de Fernando Eanes, e a sua mulher, Isabel Lourenço, moradores em Montemor-o-Novo, por quarenta reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo pelo Condestável Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues
Rui Cotrim apresenta o documento pelo qual os clérigos da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo deram consentimento à venda do domínio útil de um olival, da referida igreja, localizado no termo de Montemor-o-Novo, no caminho de carregal, que comprou João Álvares Pintão e Bárbara Gomes, moradores na referida vila, por quatro mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Diogo Cruzado, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Rui Dias Cotrim, cavaleiro da Casa do Rei
Encampação realizado entre os raçoeiros da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo e Pedro Nunes, escudeiro, morador na referida localidade. Pedro Nunes, que trazia emprazados uns pardieiro, localizados na cerca da vila, entrega-os à referida igreja por não poder tirar deles proveito, visto que ao presente mora no arrabalde de Montemor-o-Novo. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, os referidos bens a Luís Afonso e a sua mulher, Leonor Vicente, por oito reais brancos Redactor: Álvaro Dias, tabelião de Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues
Venda que faz Fernão Martins, pedreiro, a João Gonçalves, mercador, morador em Montemor-o-Novo, e a sua mulher, Brites Gonçalves, de uma vinha com oliveiras no lugar da Reinalda. A vinha era foreira à igreja de Santa Maria do Bispo e os novos foreiros passam a pagar oitenta reais e o dízimo de toda a novidade de azeite e de vinho, pelo Natal. Na sequência da transação o foro foi elevado dez reais. Redactor: Miguel Esteves, clérigo de missa, público notário Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de Luís Dias, clérigo de missa
Escambo entre os raçoeiros de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Fernão Lourenço, telheiro, que no momento era alcaide, e sua mulher, Britez Gomes. Os raçoeiros dão um chão com suas árvores na Ribeira de Canha, ao moinho do Orivizeiro, que estava emprazado a Gomes Eanes Gumilho e a Brites Anes, sua mulher, por dez reais brancos. Recebem em troca uma vinha na Figueira que fora de João de Valongo. O foro da vinha passa a ser quinze reais brancos pagos pelo Natal. Redactor: Álvaro Dias, tabelião do condestável em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Na igreja de Santa Maria do Bispo
Emprazamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santa Maria dos Açougues de Montemor-o-Novo a João Solteiro e a sua mulher, Beatriz Martins, de uma vinha no termo de Montemor-o-Novo, por trinta e dois reais brancos. A vinha fora antes emprazada a Gomes Vaz, carpinteiro, e a sua mulher, Joana Dias, moradores na vila, mas estes renunciaram ao contrato. Redactor: Pedro (?) Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo e seu termo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nos alpendres do tabelião
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Luís Dias Pinto, cardador, e sua mulher, Isabel Anes, moradores na cidade, que traziam aforada uma vinha da referida igreja, localizada no termo da cidade, no caminho de São Bento, por quarenta reais brancos. Os foreiros pedem autorização para vender o imóvel a Fernão Gonçalves, enxerqueiro, e a sua mulher Brites Rodrigues, moradores na cidade, por seiscentos reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento, pelo mesmo foro. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Os clérigos da igreja de Santiago de Évora disseram que há certos anos que Rui Dias, clérigo de missa, beneficiado e vigário da igreja de São Salvador de Arraiolos, falecera e que à sua morte ficara uma vinha em panasqueira com oliveiras, que ele trazia emprazada à igreja de Santiago, localizada no termo de Arraiolos, onde chama o Porto do Balanco. Os clérigos aforaram o referido imóvel a Álvaro Martins, clérigo de missa, raçoeiro na igreja de Santiago, por vinte e cinco reais, pagos pelo São Martinho. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Gil Vaz, escudeiro e tabelião de Arraiolos. Este trazia emprazada, em três vidas, uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Évora, no Chafariz de Mor Mendes. O foreiro, alegando não poder cumprir as cláusulas imposta no contrato, pedem que os clérigos lhe recebam a vinha. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, a referida vinha a Diogo de Pina, escudeiro, e a Beatriz Eanes Bota, por trinta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Redactor: João Dias, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Beatriz Dias Colaça, viúva de Pedro Vaz Caeiro, moradora na cidade trazia aforadas uma casas, da igreja de Santiago, localizadas em Évora, junto à Palmeira, por trinta e um reais brancos, pagos pelo Natal. Após ter recebido autorização dos clérigos para efectuar a transacção, a foreira vende o domínio útil das casas a João Ingrês, vinhateiro, e a Catarina Vaz, moradores em Évora, por dois mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Jorge Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Vasques Zagalo, morador na cidade. Este trazia aforados uns pardieiros, da referida igreja, localizados em Évora, por três libras antigas, pagas pelo Natal. O foreiro, alegando não poder cumprir as cláusulas impostas no contrato, pede que os clérigos lhe recebam os pardieiros. Aceite a encampação, a igreja faz novo aforamento, dos pardieiros, a Gil Gonçalves Rei e a Inês Afonso, moradores em Évora, por três libras antigas, pagas pelo Natal. Redactor: Lourenço Vicente, escrivão, por João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Vasco Vicente, vigário e prior da igreja de Santiago.
João Luís, que fora escudeiro de D. Diogo da Silveira, e Isabel Dias, sua mulher, moradores na cidade traziam aforado um chão, da igreja de Santiago, localizado na cidade, perto da rua do Raimundo, por oitenta reais brancos, pagos pela Páscoa. Pedem autorização aos clérigos para vender o domínio útil do chão a Jorge Fernandes, hortelão, e a Margarida Lopes, sua mulher, moradores na cidade, na horta do Cabido, por seiscentos e cinquenta reais brancos, com a condição de se manter o mesmo foro o que lhe é concedido. Redactor: João Furtado, escudeiro, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Pedro Esteves e Senhorinha Eanes, moradores na cidade, traziam aforada uma casa, da igreja de santiago de Évora, localizada em Évora, na rua das Empardadas de São Domingos, que receberam por morte do pai de Pedro Esteves, pelo foro de sete soldos e meio antigos, pagos pela Páscoa. Solicitam aos clérigos autorização para venderem o domínio útil das casas a Vasco Martins, por três mil e quinhentas libras o que lhe é concedido. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães.
Escambo realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Gomes Farto e sua mulher, Beatriz Airas. Os primeiros cedem um ferragial, localizado no termo da cidade, junto ao Chafariz das Bravas, recebendo em troca o foro de um quintal, localizado na cidade, no Chão dos Domingueiros, que se encontrava aforado a Vasco Martins, genro de Estêvão dos Bois, por quatro reais de prata de Castela e uma galinha, pagos pelo São Miguel de Setembro. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Vasco Vicente, cónego da Sé e prior da igreja de Santiago.
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Cristóvão Dias, escudeiro, e Catarina Álvares, moradores em Lisboa, nas Pedras Negras. Os segundos traziam aforadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, na travessa que vai da Palmeira para a rua de Alconchel, por trinta e seis reais brancos, pagos pelo São Martinho. Pedem autorização à referida igreja para vender o domínio útil das casas a Fernando Rodrigues, Caeiro, e a Catarina Rodrigues de Airos, moradores em Évora, por três mil e trezentos reais brancos. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Martim Lopes, criado de Diogo Afonso. Este trazia aforadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, na rua da Aredada, por vinte cinco soldos, pagos pela Páscoa. Após ter recebido autorização dos clérigos, o foreiro vendeu o domínio útil das casas a Diogo Fernandes, azeitado, por dois mil e setecentos reais brancos. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães.
Pedido de autorização de venda realizado entre a igreja de Santiago de Évora e Lopo Afonso, escudeiro, morador ao presente em Lisboa, que trazia aforada uma vinha com seu olival da igreja, localizada no termo de Évora, em Vale de Romão, por uma libra e meia antiga. O foreiro pede autorização para vender o domínio útil do imóvel ao dito João Afonso, odreiro, por onze mil reais. Os clérigos autorizam a transacção. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Martim Afonso, dito cocheiro, morador em Avis, que trazia aforadas umas casas da igreja, localizadas em Évora, no bairro de São Mamede, por quinze reais, pagos pelo São Martinho.O foreiro pede autorização para vender o domínio útil das casas a Gonçalo Coelho, clérigo de missa, por mil e oitocentos reais. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se novo aforamento pelo mesmo valor. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Vaz Soares, cavaleiro da Casa do Rei, morador em Lisboa, que trazia aforadas umas casas e um quintal da referida igreja, localizados em Évora, ante a porta das casas que foram de Rui Cotrim, por sessenta reais e quatro galinhas. Querendo os beneficiados da igreja aumentar o foro das casas, o foreiro solicita que os clérigos lhe recebam o imóvel. Os clérigos aceitam a encampação. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Escambo realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Vasco Martins de Pavia, cavaleiro, e sua mulher, Maria de Carvalhais. Os primeiros cedem uma casa que foi chão, localizada em Évora, recebendo em troca umas casas com quintal, localizadas em Évora, na rua das casas que foram de Fernão Cotrim e o foro de cinquenta reais de uma vinha, localizada no caminho de Valverde. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Vasco Martins de Pavia, cavaleiro
Vasco de Bem, solteiro, alfageme, morador em Évora, tinha aforado um chão da igreja de São Pedro de Évora, por cinco libras, pagas pela Páscoa. Em virtude de o referido chão ser grande, o foreiro solicita ao prior e ao raçoeiros da igreja autorização para o dividir em dois, concedendo metade a Vasco Eanes de Lamego, sapateiro, e a sua mulher, com a condição pagarem metade do foro, no valor de cinquenta soldos antigos, pagos pela Páscoa. Os clérigos da igreja autorizam a partilha. Redactor: João Dias, tabelião Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Beatriz Fernandes, solteira, moradora em Montemor-o-Novo, que trazia aforada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Évora, no caminho de Arraiolos. A foreira solicita à igreja que lhe receba a vinha. Aceite a encampação, os clérigos aforaram o bem a Diogo Dias, sapateiro, e a Beatriz Fernandes, moradores em Évora, por vinte reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Miguens e Isabel Lourenço, moradores na cidade, que traziam aforada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo da cidade, em Vale de Romão. Os foreiros, alegando não poderem possuir a vinha, solicitam que a igreja lhes receba o bem. Aceite a encampação, os clérigos aforaram a vinha a Fernando Nurzelo e a Constança Lourenço, por cinquenta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da casa do tabelião
Sentença do licenciado Tomé Rodrigues de Magalhães, vigário geral no espiritual e no temporal no bispado de Évora, pelo cardeal D. Afonso, infante de Portugal, administrador e governador do arcebispado de Lisboa e bispo de Évora e de Viseu, e comendatário do mosteiro de Alcobaça e do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. É relativa a um processo que opunha Francisco Anes, clérigo de missa, e Fernão Delgado, também clérigo de missa, representantes de uma demanda entre a igreja de São Pedro de Évora e a igreja de São Mamede de Évora, sobre os dízimos das fazendas da capela de Manuel Dias Brandão. Redactor: Diogo Pires, escrivão Localidade de redacção: Évora
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Vasquez Zagalo, morador em Évora. Este trazia aforados uns pardieiros, localizados em Évora, por três libras antigas, pagas pelo Natal. Mas, por não conseguir fazer as benfeitorias a que estava obrigado, pede que os clérigos lhes recebam o referido bem. Aceite a encampação, os clérigos voltam a aforar os pardieiros, a Gil Gonçalves e a Inês Afonso, sua mulher. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas do prior da igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Vaz, que trazia emprazadas umas casas, localizadas em Évora, à Palmeira, por oito soldos antigos, pagos pelo São João. O foreiro pede autorização à igreja para vender o foro do referido bem a João Fernandes Galego, por três mil reais brancos. Os clérigos da igreja de Santiago autorizaram a venda. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Lourenço Esteves Pomares, morador na cidade, que trazia aforadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, junto à Palmeira, por vinte soldos, pagos pelo São Martinho. O foreiro pede autorização à igreja para vender o domínio útil das casas a Lourenço Afonso, caldeireiro, por mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Afonso, morador na cidade, que trazia aforada uma courela de vinha, da referida igreja, localizada no termo de Évora, no caminho de Arraiolos, junto ao Chamuscadouro, por quarenta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. O foreiro pede autorização à igreja para vender o domínio útil da courela de vinha a Cristóvão Vaz, carpinteiro, por três mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, com a condição do novo foreiro pagar o mesmo foro. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada entre os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora e Maria Vicente, viúva de João de Viseu, moradora na cidade, no bairro de São Mamede. Esta trazia emprazada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo da cidade, junto ao mosteiro de São Bento de Cástris, por vinte soldos antigos. Maria Vicente, por não conseguir cumprir as condições impostas no contrato, pede que os clérigos lhe recebam a vinha. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, o referido bem, a Diogo Afonso e a sua mulher Maria Anes. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada a igreja de São Pedro de Évora e Fernão da Costa e sua mulher Beatriz Fernandes. Estes traziam emprazada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Évora, entre o caminho de Arraiolos e o dos Álamos, por trinta soldos antigos, pagos pelo Natal. Os referidos foreiros, alegando a sua pobreza, pedem que os clérigos lhes recebam o imóvel. Aceite a encampação, a igreja emprazou o referido bem, a Afonso Eanes e a Catarina Afonso. Redactor: Pedro Dias, criado e vassalo do rei, tabelião de Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Adro da Sé
Encampação realizada entre a igreja de São Pedro de Évora e Luís Eanes, correeiro, e Mor Afonso. Estes traziam emprazados dois quartéis de vinha, da referida igreja, localizados no termo da cidade, no chafariz de Mor Mendes, por quatro libras antigas, pagas pelo Natal. Os referidos foreiros pedem que os clérigos lhes recebam os imóveis. Aceite a encampação, a igreja aforou os referidos bens, a Gomes Rodrigues e a Catarina Fernandes. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do prior da igreja de São Pedro
Encampação realizada entre a igreja de São Pedro de Évora e Luís Afonso Oraco e Beatriz Esteves. Estes traziam emprazado uma vinha, da referida igreja, localizada no caminho de Evoramonte, por quarenta reais brancos, pagos pelo Natal. Os referidos foreiros pedem que os clérigos lhes recebam o imóvel. Aceite a encampação, a igreja emprazou, em três vidas, o referido bem, a Fernão Vaz Garção. Redactor: João Dias, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do prior da igreja de São Pedro
Lopo Gil e sua mulher, Beatriz Gonçalves, moradores em Évora, traziam de foro em perpétuo uma courela de vinha da igreja de Santiago de Évora, situada no termo da cidade ao Chamuscadoiro, no caminho de Arraiolos, por cinquenta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Como agora já não a podiam ter encampavam-na à igreja com a condição desta a dar de foro a Rodrigo Anes e a sua mulher, Beatriz Rodrigues. O prior e os raçoeiros da igreja aceitam a encampação e o novo aforamento. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Venda que fazem João Afonso, morador em Évora, e sua mulher, Inês [ilegível] a João Dias de Cuba, lavrador, morador no termo de Évora, e a sua mulher, Beatriz Fernandes, de uma vinha, no termo da cidade, no caminho dos Carros, por três mil e oitocentos reais brancos. A vinha era foreira à igreja de Santiago de Évora em vinte e seis (?) reais brancos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Diogo Cruzado, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Obrigação que faz Lopo Esteves, vassalo do rei e seu tabelião em Évora, aos raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, de lhes pagar o foro de duas casas na rua onde mora Afonso Esteves de Carvalhais, escudeiro. Lopo Esteves comprara as casas a Clara Martins, mulher que fora de Antoninho das [...] com o encarrego do foro à igreja. De uma casa pagava nove soldos antigos e da outra nove soldos e meio antigos. Ambos os foros eram pagos na Páscoa. As casas confrontavam com a rua do Cendal e com a rua da Arredada. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Lourenço Anes, morador em Évora, no bairro de São Mamede, trazia aforada uma vinha da igreja de Santiago, situada além de São Bento, no caminho de Montemor-o-Velho, à mão direita, por vinte soldos, pagos pelo São Martinho. Como agora já não a podia ter, por estar velho e cansado, encampava-a ao prior e raçoeiro que a emprazam por três vidas a João Toscano e a sua mulher, Beatriz Martins, moradores no mesmo bairro. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Lopo Gil e sua mulher, Brites Gonçalves, traziam aforada e perpétuo uma courela de vinha da igreja de Santiago de Évora, situada no termo da cidade ao Chamuscadoiro, no caminho de Arraiolos, por cinquenta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Mas, agora, como a não podiam possuir, encampavam-na ao prior e aos raçoeiros da igreja com a condição que fosse aforada a Rodrigo Anes, o que se verifica. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Lançarote Gonçalves e sua mulher Beatriz Fernandes. Estes traziam aforadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, na rua do Raimundo, por vinte soldos de moeda antiga, pagos pela Páscoa. Pedem autorização à igreja para vender o referido bem a Lopo Dias Arnalho e a sua mulher Beatriz Fernandes, por quatro mil reais brancos. Os clérigos autorizam a venda. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Diogo Guisado, moço da capela do rei, que trazia aforadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, junto à porta de Avis, por cinquenta reais brancos, pagos pelo São Martinho. O foreiro, alegando a sua ausência na cidade, pede à igreja que lhe receba as casas. Aceite a encampação, os clérigos aforaram, novamente, as casas a Jorge Dias, pedreiro, e a Constança Nunes, moradores na cidade. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Fernando Gonçalves, criado de Vasco Martins de Melo, que trazia aforadas umas casas, da referida igreja, localizadas na cidade, no bairro de São Mamede, por vinte soldos antigos, pagos pelo Páscoa. O foreiro pede autorização à igreja para vender o domínio útil das casas a Fernando Álvares, atafoneiro, morador em Évora, por oitocentos reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Afirma-se que Pedro Eanes, foreiro da igreja de São Pedro de Évora, que trazia aforada uma vinha, localizada no caminho da Retorta, estabelecera, em seu testamento, que o domínio útil deste imóvel deveria ser vendido, após a sua morte, aplicando-se o dinheiro da venda em prol da sua alma. Nuno Vaz, genro e testamenteiro de Pedro Eanes, afirma que a vinha esteve em pregão e que ele a vendeu por oito mil e oitocentos reais. A igreja concede autorização para que se realize a transação, exigindo o cumprimento das cláusulas contratuais. Redactor: João Dias, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Lopo Afonso, morador na cidade, que trazia emprazada, em três vidas, uma casa, da referida igreja, localizada na cidade, por trinta e dois soldos antigos, pagos pela Páscoa. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, novamente, em três vidas, a referida casa a Pedro Eanes, almocreve, e a Catarina Rodrigues, moradores na cidade, pelo mesmo foro. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação que fazem João Fernandes, almocreve, morador em Évora, e sua mulher, Beatriz Anes, aos raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, de uns pardieiros na travessa que sai da rua do Themudo que vai para a Palmeira, que traziam pelo foro de vinte soldos da moeda antiga, pagos pela Páscoa, porque agora tinham muitos outros trabalhos. Os raçoeiros aforam em perpétuo os pardieiros a Lopo Dias Arvalho (?), filho de Diogo Afonso, caldeireiro, por o reconhecerem como bom foreiro. Redactor: Álvaro Martins, escrivão público, em lugar de Afonso Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Fernão Gonçalves, criado da duquesa, que trazia aforadas, umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, junto ao muro e torre da porta de Alconchel, por quarenta e seis soldos de moeda antiga, pagos por Santa Maria de Agosto. Pede autorização à igreja para vender o referido bem a Estêvão Anes Vaqueiro, por mil e trezentos reais. Os clérigos autorizam a venda. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Agenda encontros para todos os dias úteis a partir do dia 1 de outubro.
Postura que obriga os cabouqueiros que partem pedra, no Almaraz, a assentarem, a cada oito dias, no livro do escrivão da Câmara, as pedras que venderam ou levaram, para fora. Os Arrais são também obrigados a assentar as pedras que levam nas suas embarcações.
Contém declaração da Firma J. Simões Costa, com oficina no lugar de Arcos, Concelho da Anadia, em como vendeu um velocípede a João Dias Raimundo, de marca Sachs. Contém pedido de cancelamento do registo do seu velocípede em virtude de o ter vendido a Francisco Albino Louro Correia, morador em Odivelas. Contém o livrete de circulação.
Contém declaração de António Duarte Pombal, com estabelecimento em Sintra, em como vendeu um velocípede com motor Vitória a Júlio Fernando Dias. Contém pedido de cancelamento do registo do seu velocípede em virtude de o mesmo ter sido vendido a Manuel dos Santos, morador em Paço de Arcos.
Registo da despesa mensal dos géneros consumidos na cantina escolar da Irmandade de São Nicolau. Apresenta a quantidade em Kg., designação dos géneros, preço por Kg. e importância total. Acompanham relações anuais de despesa "miúda", designadamente com "temperos" utilizados nas cantinas. Apresentam o mês, quantidade, designação dos géneros e preço; mapas anuais dos géneros consumidos. Apresentam o mês, n.º de dias letivos, quantidades em quilos por género, temperos, vencimento dos encarregados, n.º de refeições distribuídas e importâncias; mapas mensais dos géneros consumidos diariamente. Apresentam a designação da refeição e dia em que foi servida, n.º de refeições, quantidade de géneros consumidos e importâncias. As relações e mapas referem-se aos anos letivos de 1918-1919, 1919-1920, 1920-1921, 1921-1922, 1922-1923.
Registo das despesas com as obras na Casa e Sacristia da Irmandade dos Clérigos do Porto. Os registos contêm a folha de férias, ou seja, o pagamento do salário aos trabalhadores (ex.: carpinteiros, pedreiros, rebocadores, etc.), com a indicação do número de dias que trabalharam, a quantia por dia de trabalho e a soma, assim como as despesas efectuadas com os materiais para as respectivas obras. Os registos foram organizados por anos económicos e, dentro destes, por períodos de trabalho, com indicação da data de início e fim da féria, assim como da obra em questão (ex.: consertos das pias de água, conserto dos sinos, pintura de janelas, arranjos ao telhado, etc.). No final de cada féria encontra-se a soma dos gastos e a assinatura do Procurador das Obras da Irmandade.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério das Obras Públicas sobre se no contrato aprovado pela lei de 16 de fevereiro de 1876, que aprovou o contrato celebrado com Claranges Lucotte para a construção de um muro de cais e aterro, de docas e de um caminho de ferro na margem direita do Tejo, obrigando a empresa a elevar, sob pena de o contrato ficar sem efeito, o depósito de 18 a 45000$000 réis dentro de um mês contado da publicação, deverá o prazo começar a correr no dia 28 de fevereiro ou depois dos três dias que, pela lei de 9 de outubro de 1841, devem decorrer para as leis serem obrigatórias.
Teresa Esteves, viúva de Lourenço Eanes Colhão, solicita autorização a Rodrigo Eanes, escolar, juiz ordinário e dos órfãos de Arraiolos, para vender dois quinhões de um ferragial, que ela e os seus cinco filhos têm em Arraiolos. A mesma refere ser obrigada a vender parte do referido imóvel para poder pagar a sepultura e as exéquias de seu marido, que falecera no dia anterior. O juiz autoriza a venda. Para além dos dois quinhões do ferragial pertencentes a Teresa Esteves e a seus filhos, foram também vendidos três outros quinhões do mesmo ferragial que eram de Afonso Gonçalves Goulão e de sua mulher, Beatriz Eanes. O imóvel foi vendido a Diogo Lourenço de Ferreira e a sua mulher, Leonor Martins, por mil e duzentos reais brancos. Redactor: Afonso Dias, tabelião em Arraiolos pelo duque de Bragança Localidade de redacção: Arraiolos Localização específica da redacção: Rua da Cruz
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Rui Dias Babainho, escudeiro, morador em Viana, e sua mulher, Inês Mendes, que traziam aforadas umas casas da referida igreja, localizadas na cidade, na rua de Rui Fernandes Juzarte, por trinta e seis reais braços, pagos em dia de Páscoa. Os foreiros pedem autorização para vender o domínio útil do imóvel a Isabel Fernandes, viúva de Afonso de Boim, moradora na cidade, por nove mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento por trinta e cinco reais brancos, pagos pela Páscoa. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e dona Isabel Martins, viúva de Pedro Dias, criado do rei, que trazia aforadas umas casas da igreja, localizadas na cidade, à Porta Nova, por quatro libras antigas a setecentos por uma. A foreira pede autorização à igreja para vender o domínio útil do imóvel a Afonso Anes, ferrador, e a sua mulher, Maria Afonso, por treze mil reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se novo aforamento, com a condição dos novos foreiros fazerem uma sacada com um arco para a rua sobradada, dentro de quatro anos, por oitenta soldos antigos a setecentos por um, pagos em dia de Páscoa. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago