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Filiação: Manuel Jose Araujo Cabral e Ana Cerqueira Gama Azevedo Araujo. Natural e/ou residente em CEIVAES,Sao Salvador, actual concelho de MONCAO e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Freguesias: Beiral Lima, Santa Maria e Arca, São Mamede.
Com suas devesas, sito na freguesia de Santa Maria de Souto de Sobradelo ou Sobradelo da Goma, concelho de Póvoa de Lanhoso, a favor de Domingos da Fonseca e sua mulher Senhorinha Fernandes, 1ª e 2ª vidas, e um filho, 3ª vida.
Troca a sua herdade de Vila Meã (concelho de Guimarães) por outra que o falecido arcebispo D. Paio Mendes lhe tinha cedido no mesmo lugar.
Termo de responsabilidade das quantias a pagar, a título de pensão, a José António dos Santos Branco, referente ao período compreendido entre 1 de Junho de 1814 e 1 de Junho de 1815.
Termo de responsabilidade das quantias a pagar, a título de pensão, a José António dos Santos Branco, referente ao período compreendido entre 1 de Junho de 1813 e 1 de Junho de 1814.
O autor, Oficial da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, comunica ao amigo e colega Joaquim Guilherme da Costa Posser que recebeu a carta do filho deste em que lhe comunicava os contornos da viagem até Nova Iorque e que já espera de encetar a vioagem de regresso por Halifaz e Inglaterra, mas que tem sentido dificuladades devido à guerra. Informa que o mesmo foi bem recebido em Nova Iorque e que neste momento está em Massassuchets. Está certo que apresentará um curioso diário de viagem o qual gostaria de ler se por acaso o congresso de Praga proporcionar a paz geral e o encontro de ambos. Recomenda-se a D. Maria Justina. Em P.s. informa que o marquês e Carvalho recomendam-se. Lemba-se a São Sebastião e refere-se ao hóspede de Quintela.
O autor informa ao amigo e colega que não sabe se este recebeu as cartas enviadas em Abril depois do embarque do filho. Comunica a feliz chegada da escuna americana "Delille" a Baltimore de onde passará para Halifaz e depois à outra banda. Aguarda por notícias dele e que é possível que em breve ele o faça. Os conhecimentos que ele adquirirá nesta viagem ser-lhe-ão muito utéis. Felicita o destinatário e D. Maria lembranças do dono da Quinta da Praia e do Carvalhinho.
O autor acusa a receção da carta de 17 de Dezembro do amigo e colega pela mão do Marquês de Marialva e outra de seu filho, datada de 16 do corrente, onde anunciava a sua partida de Bordéus rumo a Baltimore na América. O curto intervalo destas duas cartas fá-lo pensar que a viagem foi bem sucedida. Assim, aguarda por novas notícias do viajante e espera que o destinatário também as receba em breve. Felicita o destinatário e D. maria e espera que o filho lhes possa retribuir o cuidado e desvelo com que o educaram. Envia recomendações do Marquês [de Marialva] e do Carvalhinho. Pede que o faça lembrado em São Sebastião.
O autor, Oficial da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, informa ao amigo e colega das manifestações de satisfação e júbilo evidenciadas pelo filho deste ainda, em convalescença, devido à receção da carta de 10 de Setembro. Apesar de estar tranquilo sobre a saúde do destinatário e de D. Maria diz que já há muito tempo que não recebia notícias e que ignora se o mesmo recebeu as cartas em que o autor comunicava já ter conseguido o indulto para que o filho do destinatário começasse as viagens. Informa das dificuldades que se colocou na ida do mesmo para o Norte da América, principalmente a guerra americana, o que fez adiar a viagem ficando em Paris a frequentar a Universidade e aperfeiçoando os seus estudos enquanto não surge a oportunidade certa, conforme parece mais acertado ao Morgado da Quinta da Praia.
O autor, Oficial da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, remete ao amigo Joaquim Guilherme da Costa Posser a carta que o filho deste escreveu no fim das férias que passou consigo e antes de recolher à Pensão para continuar os estudos. Felicita o destinatário pelas grandes qualidades e empenho evidenciados pelo filho que conseguiu "este anno o grande premio na lingua Franceza e hum acessit nos elementos Mathematicos", factos que o levam a merecer a boa opinião dos Mestres e de todos que o conhecem.
O autor, oficial da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, desconhece se o amigo e colega Joaquim Guilherme da Costa Posser recebeu as cartas que lhe escreveu este ano em que anunciava as medidas que tomou para a expedição do filho do destinatário. Informa que após muito trabalho conseguiu-lhe um passaporte para Nova Iorque para fins de Maio, e que entretanto ficará hospedado no mesmo hotel em que está Verdier e seu filho, em virtude do autor não dispor, este ano, de quarto para o alojar. Informa que há quinze dias o [Manuel Maria] adoeceu de bexigas, mas que nunca esteve em perigo e foi sempre bem assistido, apesar de ter-se recusado a ser vacinado. Hoje já regista melhoras, estando livre de ter sinais de doença. Informa ao destinatário que a sua carta para o marquês de Marialva, chegou ontem mas este sóregressa amanhã.
O autor, oficial da secretaria de Estado dos Negócios do Reino, lamenta que as condições actuais perturbam a correspondência e diz que não sabe se o amigo e colega Joaquim Guilherme da Costa Posser tem recebido as suas cartas e principalmente uma em que falava sobre os estudos que o filho do destinatário podia seguir com mais proveito nas circunstâncias actuais e informa que recebeu um aviso preliminiar de que ele devia viajar para complementar a sua educação. Diz que os meios estão preparados e que só falta a faculdade. Entretanto, tem aproveitado o tempo a adquirir conhecimentos que em Portugal não existem e que lhe poderão ser utéis no futuro. Contudo, lamenta que ele não possa ficar mais tempo para poder adquirir luzes sobre alguns elementos que fazem o "homem independente das vicissitudes" ficando assim com a educação completa. Felicita o destinatário e D.Maria Justina por tal filho que todos estimam.
Oferece ao amigo António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado], um livro recentemente impresso naquela capitania, o qual gostaria que fosse visto como um ato de reconhecimento.
Dá conhecimento ao amigo António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], do teor da resposta que enviou ao Ministério sob forma de ofício, ao resultado da Comissão Ministerial ocorrida na Baía e de que foi incumbido José da Costa.
Acusa o envio pelo navio Kalmuka, dois filhos do primeiro Salgueiro Chorão do Brasil. Em P.S. informa que os dois arquitetos que estiveram em comissão na Baía para confirmar se o autor tinha falado a verdade.
Oferece ao amigo António de Araújo de Azevedo, metade da safra deste ano da sua plantação de café.
Renova os votos de respeito e gratidão e solicita ao amigo António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], que proteja o requerimento incluso em que Francisco Maria Sodré Pereira, chefe da família mais ilustre do Brasil, pede a Graduação de Coronel de Milícias. Refere-se a outros casos em que tem sido concedida esta mercê para exemplificar a injustiça que aconteceria caso este requerimento não fosse provido. Diz que assim que tiver mais saúde e mais humor voltará a escrever.
Remete a pedido do seu amigo o Cônsul português em Gibraltar os papéis inclusos. Felicita o amigo pela vitória do exército português na batalha ocorrida no dia 21 de Junho, pela tomada da estrada de Pamplona pelas tropas inglesas, pela reconquista de Tarragona, pela expedição de Alicante e pela evacuação de Valença, notícias que recebeu através de ofícios que foram impressos na Corunha e publicados no dia 27 de Junho. Em P.S. informa que Borges está no Engenho a construir as fornalhas e que por isso pediu a José Marcelino da Cunha os papéis de Feldner, mas que ainda não os recebeu.
Agradece ao amigo António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], o empenho que tem demostrado para o bom sucesso do requerimento incluso mas alerta para a necessidade de o manter em segredo para não despertar zangas. Refere-se à expedição das cartas de Sesmarias e que Borges e Osório decidiram em dar outro impulso ao negócio da nova Sesmaria que o destinatário deseja. Fará tudo o lhe solicitou a respeito do Capitão Feldner, mas necessita que venha na guia os vencimentos que devem ser declarados na Portaria que enviará a José Marcelino da Cunha, [Ouvidor de Porto Seguro]. Duvida da competência do Tenente Silveira para capitanear a cavalaria da Baía. Quando a monção o permitir, enviará um Salgueiro Chorão, que pensa será o primeiro em todo o Brasil. Junto envia comentários que bem ilustram o estado de degradação em que se encontra a Baía. Em P.S. releu o requerimento de Silveira e demonstra a sua satisfação pelo facto de ele se contentar em ir para a polícia.
Agradece as cartas que o amigo António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], lhe enviou e lamenta a tristeza do destinatário pelo estado em que se encontra o Rio de Janeiro. Informa que João Caetano já se encontra na Baía a tratar da encomenda das flores. Pede que o proteja das acusações que fazem a seu respeito na Corte a propósito dos comentários que fez sobre a Baía. Pede proteção para António da Silva Lopes para Lente da Aula de Desenho da Baía.
No verso da última folha contém cópia da posse da igreja de São Bartolomeu de Monte Redondo ao abade André Rodrigues por apresentação em solidum do visconde D. João de Lima (1578-06-11).
Refere-se a uma carta do segundo e à confusão entre uma devesa e uma bouça.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Tesouraria do Ministério da Fazenda, de 14 de abril de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 20 de abril, escrito sobre o ofício.
Ofício da Caixa Geral de Depósitos e parecer, escrito sobre o ofício
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Nacional, Francisco António Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério do Reino
Alude a um concurso a que Alfredo Pimenta concorreu e à extinção da Universidade de Lisboa.
Tece comentários críticos à visão de Adozinda sobre história da arte e da arquitetura.