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Processo da recepção provisória da empreitada dos trabalhos executados nos perfis 76 a 130 do lanço de Vila Franca de Xira a Samora Correia instruído com o anúncio, propostas e depósitos dos concorrentes, autos de abertura das propostas e de arrematação e adjudicação, lista de concorrentes, condições de arrematação, termo do contrato e pareceres da Junta de aprovação do concurso, dos autos e do contrato; requerimento de prorrogação de prazo, termo de contrato adicional, auto de exame e recepção provisória, inquérito administrativo e parecer da Junta com despacho de aprovação.
Contém traslados de provisões, avisos, privilégios, circulares, escrituras, cartas de fiança, entre outros. Destacamos registo de privilégio da Bula da Santa Cruzada a favor de Maximiliano António Primor (f. 4-39); cartas de privilégio para vender cartas de jogo (f. 42v.-46, 68v.-71v., 83-87 e 128v.-135v.); cartas de nomeação de juiz de fora (f. 59v.-62v. e 121v.-125) e médicos (f.125-128v. e 162-162v.); alvará a conceder 30.000 réis dos bens de raiz da vila para sustento dos pobres do hospital da misericórdia (f. 71v.-75v.); cartas de privilégios e imunidades a cidadãos ingleses, espanhóis e franceses e cartas de privilégio do tabaco (f. 177v.-180, 182v.-188 e 201-212v.).
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e a Companhias Reunidas de Gás e Eletricidade. Contém: 1.º - Ofício da Companhias Reunidas de Gás e Eletricidade de 13 de abril de 1927 e, em anexo, o caderno de encargos para a concessão; 2.º - Guia de depósito de 16 de abril de 1927, no valor de 1.000$00; 3.º - Certidão da ata do Conselho de Administração da Companhias Reunidas de Gás e Eletricidade de 28 de abril de 1927 que aprovou o contrato de fornecimento de energia elétrica e nomeou o administrador-delegado que deveria representar a empresa na escritura. Valor: 55.611.000$00.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Domingos António Cornélio da Silva. Contém: 1.º - Procuração passada no cartório de José António de Azevedo Borralho, em Lisboa, a 22 de novembro de 1926, por José Ribeiro de Almeida Cornélio da Silva e esposa Augusta Ferreira Cornélio da Silva a favor de seu filho Domingos António Cornélio da Silva, dando-lhe poderes para expropriação amigável da Quinta do Cevadeiro. 2.º - Ofício do chefe da Repartição de Finanças Distrital de Lisboa, de 10 de janeiro de 1927, comunicando a autorização para isenção da contribuição de registo por título oneroso; Valor: 115.000$00.
Termo de abertura: "Este livro há de servir para os acórdãos da Câmara e tem seu princípio no mês de fevereiro e todo vai numerado e rubricado por mim com o meu sinal de que uso abaixo declarado. Vila Franca de Xira. 10 de fevereiro de 1811. O Juiz de Fora, José António Soares Pinto Morais Mascarenhas CastelBranco"; F. 1-1v: Vereação de 19-02-1811. Restituição da organização da governança da vila de Vila Franca após a saída dos Franceses; F. 5-5v: Vereação de 24-04-1811. Empréstimo para cultivo das terras assoladas na sequência da Guerra Peninsular; F. 6-6v: Provisão da Real Junta da Direção de Provimentos para o Exército pela qual, por ordem de SAR, se distribuem setenta moios de trigo pelas vilas da comarca de Vila Franca de Xira e cento e cinquenta arrobas de bacalhau pelos pobres das 3 vilas desta comarca que foram invadidas pelo “inimigo comum”, nomeadamente, Povos, Vila Franca de Xira e Castanheira; F. 8v-9v: Vereação de 26-04-1811. Cumprimento de ordem da Intendência Geral da Polícia para averiguar a taxa dos fretes que devem levar os arrais de pessoas e géneros que conduzem nas suas embarcações para a cidade de Lisboa, e uma vez que se perdeu o livro no qual aquela estava fixada aquando do extravio do cartório da Câmara por ocasião da “invasão da tropa Francesa”, pede-se para se estabelecer uma nova; Por ser frequente a “paragem” de oficiais da tropa na vila, tendo em conta que por regulamento devem ser aquartelados, e uma vez que a maior parte dos habitantes ainda tinha as suas casas desprovidas, determina-se que as pessoas sejam notificadas de forma a comunicar as faltas para que sejam colmatadas; Taxa dos fretes a pagar para Lisboa; F. 13v-13v: Vereação de 15-05-1811. Requerimento relacionado com ordem da Intendência Geral da Policia relativa aos lavradores que “sofreram os estragos da última Invasão Francesa”, no qual o lavrador, não tendo possibilidade de pagar duas juntas de bois para cultivo das terras, fica acordado fazê-lo ao fim de um ano; petição de um outro morador no mesmo sentido; F. 17v-17: Vereação de 22-05-1811. Apresentação de lista das pessoas pobres a usufruir da distribuição do bacalhau remetido por Ordem da Intendência Geral da Policia; F. 23v-26v: Vereação de 06-06-1811. Referência à grande necessidade que a Câmara tem de rendimentos e aos estragos feitos pela “tropa inimiga” na Casa da Câmara e ao que lhe pertencia; referência à necessidade de reparos na Casa da Câmara; F. 27v-30: Vereação de 08-06-1811. Apresentação de petição do rendeiro das aferições a justificar a não cobrança das rendas de 1810 uma vez que nesse ano, no 1º dia de Outubro entrou na vila a “tropa inimiga” e o povo desertou, pelo que não pode fazer a cobrança até ao final do ano, estado nessa altura só ocupada a vila pela tropa inimiga e aliada; Apresentação de petição do aferidor dos pesos e das balanças na qual diz que dada a “invasão que fez a tropa inimiga” a partir do mês de Outubro de 1810, deixou de cobrar a mesma renda, não sendo justo que fosse obrigado a pagar o período em causa; F. 32-32v: Vereação de 01-07-1811. Tabelamento de preço de cereais, na sequência de aviso régio; F. 33-33v: Vereação de 08-07-1811. Tabelamento de preço de cereais, na sequência de aviso régio; F. 34v-35v: Vereação de 15-07-1811. Tabelamento de preço de cereais, na sequência de aviso régio; F. 36-37v: Vereação de 19-07-1811. Apresentação de petição do rendeiro das sisas, solicitando isenção da cobrança da mesma respeitante ao ano transato, em virtude do extravio e extinção de “todos os efeitos que são objeto da mesma cobrança” em virtude da “invasão da tropa francesa”; Nomeação de pessoas para averiguação dos prejuízos causados pela “invasão inimiga”, em cumprimento de ordem régia; Proposta do Procurador da Câmara no sentido de se averiguar o rendimento do concelho no ano de 1810 para se remeter o devido ao Juiz da Provedoria da Comarca, constatando-se que desde o mês de Outubro, dada a presença da tropa francesa, desertara a população (encontrando-se parte ainda ausente do seu domicilio ao tempo) e as autoridades, não havendo por isso feira, cuja renda, apesar de “insignificante”, era a maior que tinham, que o cartório da Câmara tinha sido totalmente “estragado pela tropa inimiga”, perdendo-se os “autos de arrematações e livro das fianças”, estando inclusive o tesoureiro do concelho ainda na cidade de Lisboa, razões que impossibilitam a averiguação proposta; Petição dos “mercantes” da vila relativa a regimento dos fretes que deviam levar pessoas e géneros nas suas embarcações para a cidade de Lisboa, definido por ordem da Intendência Geral da Polícia; F. 40-43v: Vereação de 30-07-1811. Carta do médico do partido da Câmara pretendendo despedir-se uma vez que, com a entrada dos franceses no ano transato, “cessaram os partidos particulares que cobrava, cuja falta continua ao presente” [permanecem em Lisboa], e os moradores que têm voltado vêm “desgraçados e pobres”; Emenda da taxa dos fretes; Avaliação do preço do pão em grão; F. 43v-44v: Vereação de 03-08-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 45-45v: Vereação de 12-08-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 46-47v: Vereação de 18-08-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 47v-48v: Vereação de 23-08-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 49-49v: Vereação de 03-09-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 51-52: Vereação de 10-09-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 53-54: Vereação de 17-09-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 54v-57: Vereação de 23-09-1811. Carta do desembargador João Gaudêncio Torres encarregado da distribuição do donativo britânico para benefício dos povos portugueses invadidos pela tropa francesa inimiga, oferecendo agora ferro para a construção dos carros, oferta que a vereação considera não vir a ser aproveitada por ninguém dada a falta da madeira; Avaliação do preço do pão em grão; Impedimento da cobrança da renda da casa da guarda em virtude da população se ter retirado por causa da entrada da tropa francesa a 1 de Outubro de 1810; F. 58-59: Vereação de 05-10-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 60-62. Vereação de 11-10-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 62v-663v: Vereação de 15-10-1811. Foi apresentada carta do Desembargador João Gaudêncio Torres, responsável pela distribuição do donativo britânico, em que pede relação dos carros que há no distrito e atestado dos que se estão a fabricar; Avaliação do preço do pão em grão; F. 63v-64: Vereação de 30-10-1811. Foi apresentada carta do Desembargador Bernardo Xavier Salete pela qual, por ordem régia, se manda remeter para os mais necessitados da vila e termo seis canadas de semente de nabos que devem ser repartidas na presença das pessoas e escrivão da câmara; F. 66-67: Vereação de 04-11-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 67-69v: Vereação de 15-11-1811. Eleição de tesoureiro para receber os “quatrocentos mil reis metálicos do donativo da nação inglesa destinados para o curativo dos enfermos pobres” que vivem no hospital de Vila Franca de Xira; Eleição dos lançadores da décima, contribuição e novo imposto; Avaliação do preço do pão em grão; Eleição do recebedor do donativo destinado aos lavradores pobres da comarca cujas terras foram invadidas pelo inimigo; Aceitação do cargo de tesoureiro do donativo britânico destinado aos doentes pobres do hospital de Vila Franca de Xira; F. 69v-72: Vereação de 26-11-1811. Compareceu o tesoureiro nomeado para a distribuição do donativo britânico aos lavradores pobres informando a sua realização; Avaliação do preço do pão em grão; Informação da carência de carne de porco por não haver ninguém “obrigada a dá-la”; F. 72-73: Vereação de 05-12-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 74v-77: Vereação de 12-12-1811. Carta de ofício do corregedor da comarca para promover a feitura de carros para a lavoura e transporte, recebendo o ferro necessário na sequência do ofício do desembargador João Gaudêncio Torres; Regimento dos fretes; Avaliação do preço do pão em grão; F. 78-79: Vereação de 17-12-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 79v-80: Vereação de 23-12-1811. Avaliação do preço do pão em grão; F. 88v-91. Vereação de 05-01-1812. Avaliação do preço do pão em grão; F. 91-92: Vereação de 18-01-1812. Estabelecimento do preço do azeite; Eleição do cobrador do imposto Real d’Agua; F. 94-94v: Avaliação do preço do pão em grão; F. 94v-95v: Vereação de 23-01-1812. Avaliação do preço do pão em grão; F. 97-97v: Vereação de 07-02-1812. Nomeação de lançadores para contribuição das lojas; F. 99v-101v: Vereação de 09-02-1812. Avaliação do preço do pão em grão; F. 101v-102: Vereação de 18-02-1812. Distribuição de sementes de cereal pelos lavradores mais necessitados da comarca; F. 103-103v. Avaliação do preço do pão em grão; F. 105-105v: Vereação de 25-02-1812. Determinação para se “aprontarem casas das que estão inúteis” para servirem de quartéis para os soldados, reparando-se o que for necessário; F. 107: Vereação de 14-03-1812. Preside à reunião o governador militar António Feliciano de Sousa, tratando-se do provimento de cargos de capitães de ordenanças; F. 112v-114: Vereação de 23-03-1812. Avaliação do preço do pão em grão; F. 114v-115: Vereação de 24-03-1812. Acórdão para dar “boletos” para aquartelamento das tropas; F. 116: Vereação de 02-04-1812. Na sequência de ofício do feitor do provimento de boca para o exército português em Vila Franca de Xira, promove-se a eleição de 2 peritos para fazerem o ativo para os pães; F. 112-112v: Vereação de 11-04-1812. Estabelecimento do preço do azeite; F. 118v-119: Vereação de 14-04-1812. Na sequência de um ofício do fiel responsável da Feitoria dos provimentos do exército português, procede-se à nomeação de 2 padeiros para fazerem o ativo do pão; F. 122v-123v: Vereação de 27-04-1812. Avaliação do preço do pão em grão; F. 125-126v: Vereação de 16-05-1812. Avaliação do preço do pão em grão; F. 127-128: Vereação de 22-05-1812. Avaliação do preço do pão em grão; F. 128v-129v: Vereação de 08-06-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 130-131: Vereação de 16-06-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 131v-132v: Vereação de 23-06-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; Correição dos estabelecimentos na Rua Direita; F. 136-137v: Vereação de 02-07-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 138-139: Vereação de 14-07-1812. Correição dos estabelecimentos da Rua da Ribeira e demais ruas da vila; Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 139v-141: Vereação de 18-07-1812. Correição das tabernas da vila; Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 141-142v: Vereação de 22-07-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; Subida acentuada do preço da carne por falta de gado; F. 143-144: Vereação de 27-07-1812. Eleição de cobrador do Real d’Água; F. 144v-145. Vereação de 29-07-1812. ofício do corregedor da comarca relativo a uma provisão do tribunal do Desembargo do Paço por causa de um requerimento do então marchante geral da vila que pretende que se aumente o preço da carne que arrematou; F. 147v-148v: Vereação de 12-08-1812. Lanços pertencentes à economia do aquartelamento da tropa; Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 148v-150: Vereação de 18-08-1812. Aviso do secretário do Governo do Reino dizendo que SAR enviou para a vila “vasilhas” que serão remetidas pelo desembargador Felipe Ferreira de Araújo e Castro a beneficio dos lavradores; F. 151-152v: Vereação de 25-08-1812. Coloca-se a questão do depósito das ditas vasilhas; Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 153-154: Vereação de 07-08-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 158v-160: Vereação de 16-09-1812. Entrega das vasilhas referidas; F. 160v-162: Vereação de 21-09-1812. Notícia referente à desordem em que se encontra a vila no que diz respeito à falta de carne no açougue geral, por falta de dinheiro no cofre público, pelo que o Vereador José Maria Pereira oferece-se para emprestar o dinheiro para o seu fornecimento; Manda-se fazer pregão e afixar edital referente ao benefício das referidas vasilhas; F. 162v-164: Vereação de 23-09-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 164-164v: Vereação de 26-09-1812. Preço da canada do azeite; F. 165-166v: Vereação de 27-09-1812. Requerimento do depositário das vasilhas enviadas por SAR para as colheitas, a fim de beneficiar os lavradores; Enumeração de objetos trazidos por 3 fragatas [contem pequena folha solta com a mesma enumeração], nomeadamente, pipas, tonéis e vasilhas; F. 177v-179: Vereação de 30-10-1812. Avaliação do preço do pão em grão; F. 180v-181v: Vereação de 21-11-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros; F. 183-184: Vereação de 01-12-1812. Ofício de Pedro Mello Brainer, enviado através da Misericórdia de Lisboa, referente a recebimento do produto da carne de vaca que se tinha gasto com os “execráveis “que tinham estado na vila; F. 187v-188v: Vereação de 12-12-1812. Ofício do Intendente Geral da Policia relativo a concerto da estrada que vai de Vila Franca para Alhandra por representação que fez o Assistente comissário britânico Eduardo Dillon, tendo a Câmara decidido responder que não podia dar andamento ao que se solicitava por falta de dinheiro, mas que o poderia fazer se lho arranjassem; F. 190v-191: Vereação de 19-12-1812. Nota à margem referente a nomeação do mestre-de-obras pública para examinar a ruína das estradas públicas; F. 191v-192: Vereação de 21-12-1812. Proposta do Procurador da Comarca no sentido de se providenciar o fornecimento das carnes de vaca e de porco no açougue publico para o Natal; F. 193v-195v: Vereação de 23-12-1812. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros; F. 205-206v: Vereação de 03-01-1813. Proposta do procurador do Povo para se fazer vistoria à estrada que vai de Vila Franca para Alhandra, uma vez que se encontra “incapaz em partes de transitar”; F. 212-214: Vereação de 23-01-1813. Preço do azeite, do pão em grão e de outros géneros alimentares; Ofício do desembargador do Paço, Filipe Ferreira de Araújo, referente ao produto das vasilhas que por ordem de SAR se venderam aos lavradores; F. 217-218v: Vereação de 30-01-1813. Requerimento do cabo de mar a pedir uma “meia carreira que se achava desemparelhada pelo trabalho e incomodo que tinha no cais” com as embarcações para o transporte dos exércitos; F. 223-224: Vereação de 23-02-1813. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 230-231: Vereação de 23-03-1813. Avaliação do preço do pão em grão e estabelecimento do preço de outros géneros alimentares; F. 232-234: Vereação de 27-03-1813. Atualização do preço do pão; Termo de encerramento: "Tem este livro duzentas e trinta e cinco meias folhas de papel e todas vão numeradas e rubricadas por mim e com o apelido de = Castel = Branco = de que uso. Vila Franca de Xira, 10 de fevereiro de 1811. O Juiz de Fora, José António Soares Pinto Mascarenhas CastelBranco"
Falecidos: Maria Tavares, viúva, residente em Vila, em 14.07.1981, às 18 horas._____/Agostinho Vilas, casado, residente em Assadura, Vila, em 06.04.1999, às 16 horas.
Correspondência trocada entre a Administração da Editorial Logos, a Direção Diocesana da JACF e assinantes da revista Girassol, relativa ao pagamento de assinaturas da revista.
Áreas geográficas e topónimos: Oliveira do Douro (freguesia, Vila Nova de Gaia).
Áreas geográficas e topónimos: Igreja do Bom Pastor (Vila Nova de Gaia, Portugal) • Assuntos: Transferência.
Processo relativo à estrada da Ponte do Pensil ao Alto da Bandeira à Estação das Devesas acima da Vila Nova de Gaia para comunicar esta estação com a referida Vila e com a cidade do Porto instruído com o reconhecimento e ante-projecto ( memória descritiva e justificativa do traçado, cálculos, análises de preços e sua aplicação); representação da Câmara Municipal de Gaia, informações da Direcção das Obras Públicas do Distrito de Porto e da Inspecção de Obras Públicas, parecer do Conselho aprovando a elaboração do projecto em duas direcções; expediente, notas e informações sobre o empreendimento. Peças desenhadas da variante.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua do Alegrete, em casa do padre Manuel Rodrigues de Abreu. O padre Manuel Rodrigues de Abreu declarou ter celebrado uma venda fictícia com a Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Vila Franca de Xira e nunca ter entrado na posse dos seguintes foros, de que aquela era legítima possuidora, a saber: umas casas na Rua de São Francisco, em que era enfiteuta Manuel Peixoto de Almeida e Silva; umas casas situadas no adro da igreja matriz, de que era enfiteuta Cândida Brízida; casas de João José Miguel Ferreira da Silva Amaral na Rua Direita; umas casas na Rua de Baixo, de Fortunato José Pontével; umas casas na Rua do Terreiro, de que era enfiteuta Inácio Pedro Tagarela. Foram testemunhas: Amaro António João Galvão, pasteleiro, e José Cardoso de Oliveira, ourives, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Transcrição da carta de privilégio à vila de Melgaço para a realização de feira e seus participantes. Documento de D. João III, que confirma a de D. Manuel I e a de D. João I sobre o pedido de realização de uma feira. Os homens bons da vila de Melgaço requerem que devia haver uma feira mensal, benéfica para os seus moradores, mas por vários motivos muitos têm receio de ir a essa feira, com medo de serem presos. Dessa forma a vila fica despovoada e os moradores sem rendimento e por estes motivos solicitam mercê ao monarca, livre acesso à feira sem perigo de sanção a quem quiser vender ou comprar. O documento refere os procedimentos de acesso à feira, dias, exceções e franquias. O documento emanado por D. João III refere que lhes confirma a mercê, mas manda tirar a palavra costumes do documento, porque os costumes lhes não confirma
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, no escritório de Alberto Henriques de Faria Gorjão, procurador da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo. A Venerável Ordem Terceira concedeu o empréstimo da quantia de 47.600 réis a Maria Leocádia, viúva, e sua irmã, Ana Cecília, e seu marido, Manuel Tomás, oficial de sapateiro, quantia essa pertencente à capela instituída pelo padre João Pinheiro de Lemos, de que era administradora. Os segundos outorgantes hipotecaram uma propriedade de casas situada na Rua Direita, em Vila Franca de Xira. Foram testemunhas: Felipe Néri da Caridade e José Maria dos Santos, ambos sapateiros e moradores em Vila Franca de Xira.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira procedeu à expropriação de três prédios urbanos sitos na Rua de Baixo, em Vila Franca de Xira, propriedade de Manuel Duarte Ferreira, comerciante, morador em Lisboa, e sua mulher, Maria Henriqueta Ferreira, para abertura de novos arruamentos na vila. Confrontações: n.º 52 - Norte com a dita rua; Sul com casas da Câmara Municipal; Nascente com casas dos expropriados (n.º 51); Poente com casa dos herdeiros de Joaquim Gregório Canhoto; n.º 49 - Norte com a dita rua; Sul com casas da Câmara Municipal; Nascente com casas de Augusto Curado e Silva; Poente com o Pátio do Casaleiro; n.º 51 - Norte com Rua de Baixo e com casa da expropriante; Nascente e Poente com o prédio dos expropriados (n.º 52). Valor: 1.450$00.
Contém: - Movimento da receita e despesa e apreciação da situação financeira (f. 1-13); - Informações sobre atividades da câmara municipal e acontecimentos ocorridos no concelho, com destaque para: homenagem àqueles que colaboraram na construção da ponte Marechal Carmona; homenagem a José Pereira Palha Blanco; inauguração de uma capela na Castanheira do Ribatejo; inauguração dos serviços do novo hospital; inauguração da estalagem "Gado Bravo"; passagem da relíquia de São Francisco Xavier por Vila Franca de Xira; visitas oficiais (subsecretário de estado das obras públicas, governador civil, diretor geral dos edifícios e monumentos nacionais, delegados ao congresso de oto-neuro-oftalmologia); festa do colete encarnado e feira anual de outubro; plano de urbanização de Vila Franca de Xira; instrução e edifício escolar em Vialonga; Assistência; abastecimento de leite ao concelho (f. 14-20); - Informações sobre: aquisição de imóveis; obras comparticipadas; empréstimos (f. 20-22); - Movimentos financeiros e indicadores das atividades de alguns dos serviços municipais (f. 22-28); - Relação de atividades da biblioteca e museu (f. 28-30); - Elenco das obras e melhoramentos nas várias freguesias, com indicação dos custos de cada um dos melhoramentos; mapas demonstrativos das despesas com os melhoramentos por freguesia e com serviços do Estado (f. 31-41). Assina o presidente José Araújo Martins de Sousa Nazaré.
Contém: - Movimento da receita e despesa e apreciação da situação financeira (f. 1-6); - Informações sobre atividades da câmara municipal e acontecimentos ocorridos no concelho, com destaque para: inauguração da ponte Marechal Carmona e do hospital subregional de Vila Franca de Xira; receção ao cardeal Federico Tedeschini; curso de aperfeiçoamento escolar; visitas oficiais (ministro das obras públicas, governador civil, primeiro-ministro da Rodésia do Sul, governador geral do Congo Belga); festas do colete encarnado; feira anual de outubro; plano de urbanização de Vila Franca de Xira; construção de uma central leiteira; Instrução e edifícios escolares; doentes pobres; dívidas aos hospitais e assistência; aquisição de imóveis; obras comparticipadas; fornecimentos de água; movimentos de serviços municipais; Biblioteca e Museu; inauguração da iluminação elétrica no lugar do Sobralinho; inauguração da estrada municipal de Alhandra a A-dos-Loucos; inauguração da sala do campino, no Museu Municipal; inauguração do relógio público da Calhandriz; inauguração do Mercado Municipal da Póvoa de Santa Iria (f. 6-22); - Relação detalhada dos melhoramentos nas várias freguesias, com indicação dos custos de cada um dos melhoramentos (f. 22-28); Outras relações e mapas de despesas (f. 28-29). Assina o presidente José Araújo Martins de Sousa Nazaré.
Jornal Mensageiro do Tejo referente ao mês de setembro de 2001 Contém os seguintes artigos: - Grupo de Forcados Amadores da Golegã; - Com gerência de Sara Toco abriu em Cardal o Café «A Taberna» - Moita do Norte - Clube de Instrução e Recreio com novos corpos diretivos; - Full Contact e música na associação do Cardal; - Veiga Maltez durante as homenagens do dia 8 de setembro na Golegã «Para que esta Golegã cada vez voe mais alto»; - PSD acusa Pombeiro de politizar jornal; - Associação «Cantar nosso» que futuro?; - Isabel Bonacho, professora do primeiro ciclo de Golegã «Não sei trabalhar sem os pais»; - Abílio Pombinho, após colóquio promovido pela emissora tramagalense «o desporto regional já não pode viver sem a Tágide e vice-versa»; - Vila nova da Barquinha - Escola de Natação inicia ano letivo; - Luís Filipe Júlio Diretor Técnico da Associação de Futebol de Santarém sucede a José Vasques; - Treinadores reúnem com Associação de Futebol de Santarém; - II Torneio do Vale do Tejo já mexe; - Federação Portuguesa de Futebol inspecciona relvados do distrito; - Curso de árbitros de hóquei em patins; - 5ª Edição de Snooker no Cecude; - Integração Profissional para enfermeiros; - Praia do Ribatejo e Pinhal Novo unidos em confraternização; - Obras na Capela de Tancos estão totalmente liquidadas; - Casa apalaçada de Tancos poderá ser recuperada; - Casa do Ribatejo promove jogos florais; - 53 mil semanas de férias à disposição dos cidadãos com o Turismo Sénior; - Vila Nova da Barquinha - ETAR a funcionar; - Chat do Site Oficial da Câmara de Vila Nova da Barquinha arranca com sucesso; - Comissão Especializada em Fogos Florestais da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha limpa caminhos florestais; - Grupo de Artes «Azul Cobalto» expõe na Galeria do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha; - Promoção de espetáculo pelo Ensemble de Guitarras do Algarve no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha.
REGISTO de provisao para se receberem na capela de Nossa Senhora da Lapa, sita na freguesia de Santa Maria de Vila Nova de Famalicao, a favor de Jeronimo de Melo Carneiro Ferraz e Azevedo e D. Joana Tomazia de Oliveira Vilas Boas. Localidades: VILA NOVA FAMALICAO-SANTA MARIA MADALENA, VILA NOVA FAMALICAO
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira adquiriu a Emília Leopoldina da Silva Caldeira Casaleiro, viúva, proprietária, moradora em Vila Franca de Xira, cerca de 6 m2 de terreno do saguão do prédio sito na Praça do Município, n.º 3-5. Confrontações: Norte com o dito prédio; Sul, Nascente e Poente com propriedades do Município. A Câmara Municipal obrigou-se a colocar uma escada circular de ferro, com 80 cm de raio, em substituição da de pedra, e uma bomba para retirar água no poço do saguão, a qual continuaria a ser exclusivamente da vendedora, sendo a tubagem de ferro galvanizado. Valor: 200.000 réis.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira adquiriu a João Pereira Caldas, solteiro, maior, proprietário, morador no Largo de Arroios, n.º 227, em Lisboa, um prédio composto de lojas e primeiro andar com dois quintais, poço e abegoaria, situado na Rua Serpa Pinto n.º 21-23, em Vila Franca de Xira. Confrontações: Norte com propriedades de Joaquim José da Silva Vidal e José Caetano da Silva e Brito; Sul com a Rua Serpa Pinto; Nascente com José Caetano; Poente com António Pinto Magalhães Barros. Valor: 3.500.000 réis.