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Entrega de vários bens à corporação encarregada do culto católico ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia e concelho de Figueiró dos Vinhos, distrito de Leiria. Os bens a entregar são constituídos pela igreja paroquial com seu adro, torre, casa de arrecadação e mais dependências; a residência paroquial situada na Rua do Cotovelo, com o seu quintal; a Igreja e Convento do Carmo, situados na vila de Figueiró dos Vinhos, com o seu átrio, adro, claustro, campanário e mais dependências; a Capela de São Sebastião e a Capela da Madre de Deus em Figueiró dos Vinhos; a Capela de São Pedro na Ribeira de São Pedro; a Capela de Nossa Senhora da Conceição, junto da vila; a Capela de Santo António dos Milagres no Cabeço do Peão; a Capela da Senhora da Agonia no Bairrão, a Capela da Senhora da Penha de França em Aldeia de Ana de Aviz; a Capela de Nossa Senhora do Amparo em Cabeça; a Capela de Nossa Senhora do Livramento em Santo António das Bairradas; a Capela de Nossa Senhora dos Remédios, a Capela do Senhor Jesus da Sobreira, e a Capela de Nossa Senhora da Sobreira, todas nos subúrbios da Vila de Figueiró dos Vinhos; a Capela de Nossa Senhora da Nazaré na Várzea Redonda; a Capela de Santa Luzia em Castanheira; a Capela de Santa Quitéria no Carapinhal. Igualmente são entregues os adros, alpendres, casas de arrecadação, sacristias, campanários, demais dependências das capelas, incluindo uma casa junto à Capela de Nossa Senhora do Livramento em Santo António das Bairradas, assim como as imagens, móveis, paramentos, alfaias e respectivos objectos de culto, consoante portaria publicada no "Diário do Governo" n.º 96, II série, de 25 de Abril de 1940.
Montagem e desmontagem, manutenção e reparação das estruturas de iluminação de Natal em vários freguesias do concelho Condicionamento: Largo D. Júlia Palha; Rua Palha Blanco; Largo do Machado; Largo Capitão José Maria Guedes; Largo da Igreja; Praça Afonso de Albuquerque; Avenida Pedro Victor; Rua Serpa Pinto; Largo Marquês de Pombal (largo da estação); Rua Alves Redol; Monte Gordo; Rotunda da Cimpor; Rua Cónego Joaquim Maria Pereira Botto; Rua Duque da Terceira; Rua Marquês de Rio Maior; Praça 7 de Março; Rua Salvador Marques; Bairro da Chabital – Rua Dr. Armando Nunes Diogo; Trancoso – Rua Henrique Pietra, na lateral do clube recreativo; A-dos-Loucos – Largo José António Veríssimo Silva; Largo São João Baptista; Subserra – Largo 1º de Maio (junto ao clube recreativo); Rua Dr. Francisco Gomes de Avelar; Rua 1º de Maio, junto à casa mortuária; Travessa Torre do Relógio; Rua Duque da Terceira, entroncamento desta com a EN 10; Rua José de Sousa Nazareth; Avenida Infante D. Pedro, até ao cruzamento com a Rua D. João I; Rua Brigadeiro Fernando Alberto de Oliveira; Avenida Capitão João de Almeida Meleças; Rua João Mantas – Pelourinho junto ao Núcleo Museológico de Alverca; Rotunda da Verdelha – Iluminação e mensagem de "Boas Festas/Concelho de Vila Franca de Xira”; Avenida 5 de Outubro; EN10 – Rotundas da Abrunheira e da Oliveira; Rua Fernando Pessoa, rotunda da Mulher; EN10 – Rotunda dos Caniços; Rotunda da Rua Américo Costa (junto aos bombeiros voluntários); Rotunda da Avenida Dom Vicente Afonso Valente (junto à escola/REPSOL); Rotunda da Rua do Tejo (junto à Cercipóvoa); EN10 – Rotunda da Bolonha; Rotunda da Avenida Dom Vicente Afonso Valente (junto ao Centro Comercial Serra Nova); Rotunda da Patinha; Rotunda da Avenida Ernesto Solvay; Cabo de Vialonga; Rotunda do Cabo; Rua 1º de Maio; Rua Prof. Egas Moniz; Rua 28 de Setembro; Rua Coronel Lobo da Costa; Santa Eulália – Largo D. Dinis; Granja – Largo da Igreja; Rotunda da variante de entrada na Granja/Alpriate.
Correspondência de: Henrique Barreto Nunes, Ricardo Alves, Vasco dos Santos Gonçalves, Gabinete do Presidente da República, Artur F. Coimbra, Ana Maria Barros de Brito, O Professor (revista), A. Garibáldi, Chaves de Almeida, Jorge Alves Osório, Levi António Malho, Isabel Pires de Lima, Biblioteca Municipal "Rocha Peixoto", Gaspar Martins Pereira, Algébrica, Maria da Conceição Falcão Ferreira, Maria Ondina Braga, Mário Soares, Cândido dos Santos, Círculo Universitário do Porto, Ricardo Alves, Luís de Araújo, Vicente Campinas, Alfredo Campos Matos, Associação de estudantes da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Joaquim de Montezuma de Carvalho, Congresso História da Universidade (Coimbra), Miriam Halpern Pereira, Ana Leonor P. Dwarkating, Francisco Vieira Leitão, Manuel Viegas Guerreiro, Ulpiano Fonseca Nascimento, Algébrica, Gaspar Martins Carvalho, Amadeu Carvalho Homem, Associação de Estudo e Defesa do património Histórico-Cultural de Santarém, Museu Nogueira da Silva, Ateneu Comercial do Porto, Fernanda Ribeiro, João Francisco Marques,Conselho Diretivo de Faculdade de Letras do Porto, União dos Sindicato do Porto, António Custódio Gonçalves, Universidade Autónoma de Lisboa, Maria da Conceição Falcão Ferreira, Artur F. Coimbra, Centro de Estudos da População e Família, M. Gomes da Torre, António Pedro Vicente, André Chancerel, Maria Helena Carvalho dos Santos, Mário Soares, Biblioteca Nacional, J. A. Ferreira da Silva, Celso Pontes, Hélio Alves, Associação Divulgadora Casa-Museu Abel Salazar, Alexandre Ribeiro de Almeida, Centro de História da Faculdade de Letras do Porto, Biblioteca Pública de Braga e Instituto Monsenhor Airosa, Escola Superior de Educação de Portalegre, Irmã Maria do Carmo Gonçalves, Augusto, Alice Geraldes, Rui M. Sequeira Rodrigues, A. Ferreira Alves, Eduardo Ribeiro, J. Santos Simões, Fundação Oriente, Maria Antonieta Cruz e Luís Araújo, Isaura Sampaio e José Sampaio, Associação Portugal-URSS.Rascunho de carta enviada ao presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro e cópias de cartas enviadas a M. Viegas Guerreiro e António Barreto.
A presente fotografia, com o número de inventário SIPAFOTO.00171760, foi identificada como "Castelo da Vidigueira – 1968", referindo-se em concreto à janela manuelina que foi colocada junto ao castelo. Trata-se de uma janela de estilo manuelino, lavrada em pedra e com uma fiada de quadrifólios na sua face exterior. Encontrava-se no muro da propriedade da família Passanha Pereira, em Vila de Frades, protegida por uma grade que impedia o acesso. Nos anos antecedentes à comemoração do quinto centenário do nascimento de D. Vasco da Gama, foi constituído o Grupo dos Amigos Pró-Castelo (presidido por Cândido Augusto da Costa Marrecas), cujos membros, compartilhavam objectivos e incorporavam a Comissão Municipal de Arte e Arqueologia (presidida pelo vereador José Francisco da Rosa Pires ("Zé Coelhinho") e que contava com nomes ou personalidades locais (tais como, o padre Francisco de Jesus Paulo, António José Rosa Bastos, Arlindo Maria Ruivo e José Mendes Pereira, entre outros), solicitou ao proprietário, evocando a sua importância histórica e respeito pela proveniência, que a janela fosse colocada junto da torre de menagem que, também nessa altura, foi alvo de intervenção de reconstrução e recuperação, incluindo na mesma a pedra de armas dos Gamas (que servia, na altura, de encosto de banco de jardim). O então presidente da Câmara Municipal de Vidigueira, o Dr. Joaquim Jorge de Carvalho, constituiu, igualmente, uma comissão concelhia para as celebrações do 5º centenário (com os nomes já acima indicados), que ficou responsável pela elaboração do programa. Este presidente de câmara foi sucedido pelo Dr. Constâncio Dionísio Dias que acompanhou o processo e a fase final das comemorações.
A Condessa de Oeynhausen, [D. Leonor de Almeida], [1750-1839], acusa a receção da carta de [António de Araújo]. Refere a sua tristeza e desconsolo pelo desencontro com o filho [Conde de Oeynhausen] [João Ulrico], que partiu na 2.ª feira para Londres para ir buscá-la e ela chegou na 6.ª feira seguinte a Lisboa. Foi recebida com civilidade em Lisboa, respeitando-se assim as ordens do Soberano. O governo mandou suster a venda dos prazos que lhe pertencem. Queixa-se da legislação em que se apoia o juíz do seu processo e dos discursos que em privado veiculam "axiomas de justiça, de bondade, e desejo da restauração das famílias disgraçadas", mas nos atos públicos "a linguagem é sempre feroz". Pede o auxílio do destinatário [Min. da Marinha e Conselheiro de Estado] para conseguir um novo Aviso que lhe permita entrar nas suas casas assim que o encarregado de negócios inglês de lá saia; e um decreto régio para que o fisco devolva as fazendas de Almeirim e Almada, sem que seja necessário a apresentação dos documentos que se extraviaram, queimaram e venderam a "pêzo para os confeiteiros". Está muito doente e não tem meios para pagar médicos nem criados e nem carruagem tem. A boa vontade dos Governadores do Reino não a pode salvar, porque não têm poderes para revogar as injustiças que lhe movem. A pensão que recebia foi caucionada em Londres para poder sair e que por isso não pode recuperar os papéis que estão na Torre do Tombo e que sem eles não querem entregar-lhe o Morgado. Enquanto isso destróiem tudo o que pertence a sua casa, contra a vontade de S.A.R. e dos Governadores do Reino, conforme lhe disse Morgado de Olhão. Soube pelo secretário do núncio que o destinatário não passa bem de saúde.
PUGA, Manuel de Jesus. Filho de Manuel José de Jesus de Puga e de Maria da Natividade Rodrigues, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Manuel Lourenço de Puga e de Rosa Quitéria Alves (ou Maria Rosa Quitéria), de Além, Paderne; n.m. de Francisco José Rodrigues e de Maria Josefa de Abreu, residentes intramuros. Nasceu a 26/5/1849 e foi batizado na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Frederico Justiniano de Sousa e Castro, da Quinta da Torre, Paderne, e sua cunhada, Ludovina da Cunha Araújo, do Rio do Porto. // Casou com Dalinda do Loreto Roma Lemos, nascida em Troviscoso, Monção, a 19/3/18--. // Foi recebedor do concelho de Melgaço de 22/11/1879 a 30/6/1880. Prestou boas contas, pois lê-se: «Tribunal de Contas – Julgado quite (…) Na qualidade de recebedor da comarca de Melgaço de 1/7/1880 até 30/6/1881, por acórdão de 30/5/1882, sendo a importância do débito 73.093$078 réis e do crédito 73.093$078, compreendendo o saldo de 47.416$363 réis, que passou a débito da conta imediata nas seguintes espécies: documentos para cobrar do tesouro 44.802$902 réis, documentos para cobrar da viação 1$733 réis, impressos selados 308$365 réis, estampilhas 710$240 réis, papel selado 62$960 réis, dinheiro 1.530$163 réis.» // Para ser recebedor prestara uma caução à Fazenda de 1.400$000 réis, em metal. // Foi novamente recebedor de 1/7/1882 a 30/6/1883 - julgado quite por acórdão de 13/5/1884, sendo a importância do débito 79.805$032. // Também foi tesoureiro da Fazenda Pública. // Tornou-se o sócio n.º 4261 do Montepio Geral, em sessão de 26/12/1884; subscreveu na altura a quantia de 400$000 réis, pagou 40$000 réis de jóia, e ficou obrigado a uma quota mensal de 2$008 réis. // Aposentou-se em 1908. // Morreu a 26/11/1923, deixando à esposa uma pensão de sobrevivência, paga pelo dito Montepio. // A sua viúva faleceu a 17/1/1952.
Contém os seguintes artigos: -"Novo quartel da PSP já tem lugar marcado", no Pragal; -"Natal 88 viver a paz pensar o futuro feliz 89"; -"Festa de Natal dos filhos dos trabalhadores da CMA"; -"Saudação da Presidente da Câmara aos munícipes"; -"«As populações estão ávidas de uma vida feliz» : salubridade e zonas verdes na ordem do dia : «confiantes» : o lixo é a minha profissão : espaços verdes : Quinta de Stº. Amaro"; -"Obras em várias frentes : acesso ao Mercado Abastecedor : controlo de cheias na Torre"; -"Jovens vão ter coluna aberta em «Autarquias /Povo»"; -"Passaporte Cultural Interjovem : é só vantagens! : vantagens"; -"Visita «guiada» ao concelho de Almada : Parque da Paz em construção : Palácio da Cerca : pelas ruas de Almada : espaços exteriores do Laranjeiro : cemitério de Vale Flores : o projeto da Oficina do Barro continua... (Solar dos Zagallos) : nos Capuchos"; -"Companhia de Teatro de Almada : para já : "A menina sábia" : a seguir Almeida Garrett e Eugéne O'Neil : peça de Eugéne O'Neil"; -"Margem Sul" : posto em prática um projeto importante de formação profissional : «ação positiva"; -"C.M.A. compra Quinta do Conde de Mascarenhas", em Vale Figueira; -"I Concurso de Fotografia para jovens : lista de premiados na modalidade a cores : a preto e branco : menções honrosas"; -"Música coral do Convento dos Capuchos"; -"Apoio ao associativismo juvenil"; -"Plano Diretor Municipal" em elaboração; -"Câmara de Almada cede à IMARGEM instalações na Cova da Piedade"; -"Parque da Paz : aprovada execução"; -"Almada Atlético Clube foi a Ostrava com o apoio da C.M.A."; -"Curso de Monitores de Atletismo"; -"Festa de encerramento do II Troféu da Cidade de Almada : estafeta / convívio : exposição", fotográfica no Teatro da Academia Almadense; -"Correio dos leitores : um diálogo permanente : burocracia e atendimento : idosos"; -"Prémio Literário Cidade de Almada : incentivar a produção";
Sessão ordinária: Correspondência: - Comissão Promotora da Construção de Monumento à Memória do Aviador Castilho Nobre convida a Câmara para assistir à inauguração do monumento sito no lugar onde se deu o desastre perto de Regueira de Pontes; - Associação Central da Agricultura Portuguesa de Lisboa comunica ter recebido informação sobre a graduação alcoólica; - 7.ª Circunscrição da Inspeção das Fortificações e Obras Militares lembra o acordo de divisão entre o Grupo de Artilharia N.º 2 e a Guarda Nacional Republicana do edifício do ex paço episcopal junto à torre; - Corporação dos Bombeiros Voluntários de Leiria solicita instalação de luz elétrica; - Empresa de Limas União Tomé Féteira Limitada convida a Câmara a assistir à inauguração das novas instalações no lugar de Vieira de Leiria; Deliberações: - Definição de cotas para construção nos terrenos pertencentes à cerca de fora do extinto Convento de Sant'Ana; - Dispensa temporária na Comissão Permanente de Avaliação de Prédios do Vogal Fragoso; - Congratulação pelo regresso do Presidente Dr. Correia Mateus; - Pelouros de Iluminação Elétrica e obras passem para o Vogal Fragoso e o Pelouro de Jardim passe para o Vogal Martins; - Arrematação de 200 metros cúbicos de pedra britada para colocar nas estradas municipais; Requerimentos: - Humberto dos Santos Lamego solicita aumento de vencimento; - Luis da Silva Fortunato solicita licença para construção de vedação; - José Lourenço Branco solicita reparação de valeta da estrada municipal de Leiria a Milagres; - Emília da Encarnação Teodoro da Silva solicita licença para alteração das fachadas do prédio sito na Rua Capitão Mouzinho de Albuquerque; - Augusto Romão solicita licença para colocação de campa sobre sepultura; - Leiria Ginasio Club solicita construção de campos de jogos desportivos (Ténis, Patinagem, etc); - Empresa de Cimentos de Leiria solicita mudança de caminho que liga os lugares de A-do-Barbas a Maceirinha; Presente inquérito dos serviços do Fiscal do Matadouro Municipal.
Etapa #17 Senhor Presidente Tendo em conta o que se informa nas etapas anteriores e nos documentos em anexo, concluo que: a) A minuta proposta pela Vodafone, destinada à instalação de uma estação de radiocomunicações nas instalações da DIPCB, não defende os interesses do Município, conforme resulta, aliás, do parecer técnico-jurídico em anexo à etapa 6, cuja doutrina se encontra sintetizada na etapa 13; b) Por isso, apresenta-se uma minuta alternativa, (documento anexo à etapa 13), que defende melhor o interesse público municipal, caso haja vontade da parte do Município, em concretizar o negócio; c) Assim, coloco à ponderação e decisão de V. Ex.ª se há interesse, ou não, na prossecução do desenvolvimento do pedido. d) Caso haja esse interesse, proponho que: i) seja apresentada à Vodafone a minuta corrigida pela DIJ (anexa à etapa 13), por defender melhor o interesse público municipal, com a informação de que esta será a base para um eventual deferimento da pretensão; ii) Esta minuta de contrato pressupõe que se trata de uma instalação de uma estação de radiocomunicações sujeita ao regime previsto no Decreto-Lei n.º 11/2003; iii) Deve, ainda, ser ponderada a possibilidade de instalação da estação de radiocomunicações noutro local próximo (por exemplo no CIA ou no Moinho de Papel), porque existe o risco da mesma interferir no sistema de comunicações da Protecção Civil Municipal, sedeado na DIPCB. Caso seja decidido instalar na DIPCB, deve equacionar-se a possibilidade dessa instalação ser feita em mastro independente, para salvaguardar eventuais transferências. iv) Finalmente, entendemos que deve ser reavaliado o valor da renda que a Vodafone se propõe a pagar [3.000€ anuais por 10m2 de ocupação] atendendo a que, por exemplo, consta no PO 12/06, que a Vodafone pagou o valor de 5.000€ por ano pela instalação de sistema análogo em 8m2 no Edifício Maringá, Torre 2. 2011.06.16 manuel gilberto mendes lopes (DMA)
Etapa #12 Analisadas as propostas ds firmas concorrentes, Soinca e Fabrigimno, conclui-se: 1. A firma Fabrigimno, relativamente ao equipamento de jogo "Torre", apresenta o jogo do galo isolado daquela estrutura, não correspondendo ao proposto; 2. A firma Soinca solicitou, nos termos da alínea b) e e) do n.º 1, da cláusula 2.ª do caderno de encargos, esclarecimentos à DIPGEE, acerca da superfície de impacto da EB1 de Arrabal e JI de Regueira de Pontes (desinstalação em piso de aglomerado de borracha e instalação num piso de areia), que se prendem com uma questão técnica e de segurança; Nessa conformidade a firma Soinca na sua proposta adverte para o seguuinte: "toda a estrutura será adaptada de forma a que os postes sejam chumbados a uma profundidade de mais 500mm, com maciços próprios, concebidos para o efeito e de forma a que se cumpra na integra a norma de segurança em vigor"; 3. A firma Fabrigimno informa em nota, na sua proposta de que o valor base de € 5.099,50 S/ IVA não inclui quaisquer reparações de pavimento, áreas de segurança, piso apropriado à HIC do brinquedo, ou outras situações que poderão surgir; 4. Os valores totais das prostas são: SOINCA - € 5.188,10 (cinco mil, cento e oitenta e oito euros e dez cêntimos) S/ IVA; FABRIGIMNO - € 5.099,50 (cinco mil, noventa e nove euros e cinquenta cêntimos) S/ IVA. Assim, e face ao exposto nos pontos 1,2, e 3 sou de parecer que os bens e serviço, referentes ao Ajuste Directo n.º 74/2010 deverão, para salvaguarda dos seus utilizadores, ser adjudicados à firma SOINCA. À consideração superior. Isabel Quintal (DIPGEE)
Boletim Informativo dos meses de Setembro e Outubro de 2011. Contem os seguintes artigos: - Casa do Povo de Montalvo comemorou o seu 1º aniversário de 11 a 17 de setembro; - I Encontro de Constancienses na Suiça; - Há 20 anos...os primeiros passos da Escola Luís de Camões; - Os 100 anos de Manuela de Azevedo; - Exposição em Constância - Centro Histórico de Macau - Património da Humanidade - Senhora da Boa Viagem - Constância presente nas Festas da Moita; - 1ª Edição a 7 de Dezembro - Gostar de Constância! - Noite Europeia dos investigadores em Constância; - Concessão de apoios a estratos sociais desfavorecidos; - Exposição - Venda no Posto de Turismo - Presépios do Concelho; - A queda da bela-sombra; - No Parque Ambiental - Conhecer aromas e sabores da natureza; - Percurso pedestre de observação e interpretação da natureza - A natureza no outono; - Exposições de fotografia e pintura em Constância; - Reunião da Assembleia Municipal - 30 de setembro - Ordem de Trabalhos. - Constância assinala Dia Mundial do Turismo e Jornadas Europeias do Património; - Jéssica Barroso - Campeã Júnior Nacional 2011 de Trec; - Filipe Oliveira - Vice-Campeão de Seniores 2011 de Trec; - Educação...para todos; - Inaugurado o Centro Escolar de Santa Margarida com a presença do Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar; - Antigas escolas continuam ao serviço da comunidade; - Ministro da Educação em Constância - entrega de prémios; - Da C+S à Escola Básica e Secundária Luís de Camões - A nossa escola tem 20 anos; - Torre do Relógio - Miradouro do tempo - Constância; - Rostos "O Manel do Ti'Adelino"; - Biblitoteca do Centro Escolar de Santa Margarida - Um excelente recurso para a comunidade escolar; - Constituida e a funcionar - Rede de Bibliotecas do Concelho; - Arranjos exteriores do Centro Escolar de Santa Margarida; - Intervenção nas Casas do Canto; - Obras do novo Centro Escolar de Constância; - Beneficiação da cobertura no futuro Museu Quintas do Tejo; - A importância de frequentar a Piscina; - Dia Aberto no Parque Desportivo Municipal; - Fit Pump - Nova modalidade no Ginásio Municipal; - Reuniões de Câmara - Resumo das deliberações.
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de julho de 2000 Contém os seguintes artigos: - Cónego José da Graça «A Igreja de S. Vicente está no coração de todos os Abrantinos»; - Valorização ambiental e paisagística em Santa Margarida da Coutada; - Exposição de Azulejaria, em Constância «O Avulso em mim» no Posto de Turismo; - Ateliers Pedagógicos na Biblioteca Municipal de Constância no mês de julho; - Novo horário no Posto de Turismo de Constância; - Sociedade Artística Tramagalense comemora 99 anos de existência; - Inaugurado o Observatório Astronómico...Ver os astros em Constância; - Maria José Chambel, no lançamento do livro «Escrever na Sombra» «Sinto-me recompensada e feliz»; - Idosos da Fundação Dr. Francisco Cruz, «juntam os trapinhos» «é um namoro à minha moda»; - Praia do Ribatejo - Freguesia em festa; - Gastronomia em Casa Branca, Alvega - Mostra de Pratos Tradicionais; - Tramagal - Plano de Urbanização finalmente aprovado; - Morreu mais um filho ilustre de Constância - Senhor Augusto Alves Soares; - Texto de opinião: Tradição Pascal em Alvega; - Santos populares em Tramagal; - Entrevista inédita para a Gazeta do Tejo: Beatriz Serra do Lar da Fundação Dr. Francisco Cruz, viu o milagre de Fátima; - 13º Festival de Folclore do Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Arreciadas; - Escola EB 2,3/S de Sardoal vai ter Associação de Estudantes; - Câmara de Sardoal vai editar livro sobre a Misericórdia; - Tourada e «carochas» abrem feira de Mação; - Convívio de Bandas Filarmónicas em Mouriscas; - Futsal de Mação é vice-campeão; - Constância - Escola de Natação Municipal promove festivais de natação; - Torneio de Verão de Futsal 2000 em Sardoal; - Terceira Idade de Sardoal nada em Ferreira do Zêzere; - Polidesportivo em Rossio reabre com novo visual; - Abrantes Futebol Clube com novas contratações; - Associação de Caçadores de Tolosa; - Cultura Belverense em terras da Dinamarca; - Mostra Gastronómica em Penhascoso; - Elvas: 72 mil contos para preparar a estrada da Torre da Bolsa; Paco Bandeira em nome de rua; Noites de verão; - Mosteiros - Trinta anos sem crismas; - IX Mostra de Gastronomia e Artesanato - Gavião...é festa e tradição.
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de maio de 1998 Contém os seguintes artigos: - Técnico de arqueologia concorda com eventual decisão da Assembleia Municipal de Constância - Ruínas do antigo palácio da torre aguardam «interesse concelhio»; - I Grande Prémio Cidade de Abrantes em Karting; - Avelino Manana, da CDU, em Mouriscas «Um plano de saneamento básico que não tem sido posto em prática»; - PSD de Abrantes à procura de liderança; - Mercado Mensal de Constância voltou ao Zêzere; - Secretário de Estado visita «Cantar Nosso» na Golegã; - Nas proximidades de Constância - Tráfego militar determina nova ponte sobre o Tejo; - Maria José Paulina, do Grupo «As Endyabradas» - Continuamos ignorados pela Câmara de Abrantes; - Maximino Cardoso Chaves, Provedor Municipal - Vou privilegiar o contato direto com o cidadão; - Jorge Martins, na inauguração do Polidesportivo de Comenda - Gavião «Privilegiamos o relacionamento com o mundo associativo»; - Em Praia do Ribatejo - Deputada Luísa Mesquita visita local de extração de areia; - Artigo sobre "A revolução ferroviária"; - Inauguradas as novas instalações da União Jazz Malpiquense - Um marco para a história de Malpique; - Texto de opinião - 1º de Maio em Tramagal; - I Concurso «Cantar Camões» em Constância - Um desafio aliciante aos compromissos musicais; - Vera Lourenço, da equipa de Basquete do TSU «O coletivo é essencial»; - Patinagem - A arte de Telma Elias; - Futebol - Campeonato distrital da 1ª divisão/2ª divisão; - Futebol Jovem; - Basquetebol; - Campeonato Nacional de Duatlo - Lino Barruncho campeão nacional; - Cicloturismo - Nelita a pedalar; - Adriano Figueiredo, no 23º aniversário do Cecude - «Existem forças ocultas que nos barram o caminho»; - Texto de opinião: Bemposta em Ascensão; - Crónica de política - O Zé Pobrezinho.
Ordem do Dia - Obras; - Proposta de alteração ao orçamento municipal para o ano de 1984; - Balancete; - Pagamentos; - Comemoração dos 130 anos sobre a publicação, em Leiria, do 1.º número do primeiro jornal da cidade "O Leiriense"; - Pacote Autárquico; - Envio de revista Forma; - Pedido de subsidio (Corpo Nacional de Escutas de Leiria); - Exposição itinerante da embaixada da República Federal da Alemanha; - Voto de congratulação (Oficialização da Diocese de Leiria e Fátima"; - Ajustamento de pelouros; - Terreno para Delegação da Caixa de Crédito Agrícola Mutúo de Leiria, em Maceira; - Voto de agradecimento (Filarmónica de S. Tiago dos Marrazes); - Novos preços médios de venda de energia elétrica; - Mapas do movimento dos Bombeiros Municipais de Leiria; - Congresso "Prevenção Rodoviária e o Futuro impacto social e económico; - Licenças de canídeos; - Fornecimento de materiais às freguesias; - Reparação do edifício dos Paços do Concelho; - Toponímia no lugar de Serra de Porto de Urso; - Centro Cultural e Recreativo das Almoinhas; - Processos de obras submetidos a despacho; - Construção do Novo Mercado Municipal de Leiria; - Escola Primária do Vidigal; - Escola Primária dos Capuchos; - Execução de passeios em Vale dos Lobos; - Planos de urbanização de Monte Real e Praia do Pedrogão; - Parque de estacionamento privativo do Tribunal Judicial de Leiria; - Estrada Nacional 1 (Reabilitação dos lanços de Batalha a Alto do Vieiro); - Estrada Nacional 356-1 (Retificação entre Azoia e Maceira); - Toponímia no lugar de Sismaria (Marrazes); - Cemitério de Leiria; - Toponímia (Rua da Matinha, Rua da Torre, Rua Engenheiro Alberto M. Zúquete e Rua da Eira); . Pista de atletismo em matéria sintética; - Proposta de retificação do muro de vedação do Convento da Portela; - Posto de abastecimento da Auto Industrial; - Reparação do Teatro José Lúcio da Silva; - Autos de embargo; - Novo Cemitério de Leiria; - Construção de passagens aéreas em Leiria; - Bairro do Casal da Cortiça; - Conclusão da ata.
Ordem do Dia - Obras; - Pagamentos; - Balancete; - Pedido de montagem de quiosque; - Pedido de apreciação sobre Grupos de Teatro; - Seminários regionais sobre o controle metrológico; - Regulamento interno da Comissão Concelhia de Saúde de Porto de Mós; - Envio de folheto (habitar é); - Pedido de aumento de gratificação pela conservação do Relógio da Torre; - Sorteio para angariação de fundos (Bombeiros Voluntários de S. Bartolomeu de Messines); - Classificação de edifícios e zonas urbanas de interesse; - Seminário sobre pacote legislativo em matéria de poder local e o orçamento do estado para 1984; - Lei Quadro da criação de municipios; - Reunião dos Presidentes das Câmaras do Distrito de Leiria, em Figueiró dos Vinhos; - Projeto de atribuição de novas competências às autarquias; - Venda de casas no Bairro das Almoinhas; - Pedido de apoio (Centro Cultural e Recreativo das Almoinhas); - Agradecimento e convite (Mayor de Tokushima); - Barragem do Alqueva; - Orçamento e Plano de Atividades para 1984; - Aquisição de 50 conjuntos de rodas com travão para contentores; - Aquisição de 20 cadeiras; - Concurso para aquisição de um cilindro de 2 rolos; - Aquisição de placas de corticite; - Processo de inquérito; - Pedido de instalação de quiosque para venda de livros junto ao Marachão (Largo 5 de Outubro); - Construção da Escola pré-primária de Pousos; - Construção do Edifício Sede da Junta de Freguesia de Milagres; - Construção de aquedutos no Caminho Vicinal Pernelhas-Quintas ; - Toponímia de Barosa; - Estrada da Ervideira à Lagoa da Ervideira; - Escola Pré-Primária o Centro Infantil anexo à Escola do Magistério de Leiria; - Arruamento no Bairro de S. Pedro à Calçada do Bravo; - Estação de tratamento de águas residuais ETAR de Leiria; - Processos de obras submetidas a despacho; - Construção do Caminho Vicinal da Escola de A-dos-Pretos; - Escola Preparatória da Maceira; - Arranjo das Zonas envolventes ao Novo Mercado Municipal; - Alargamento e construção do Pontão em S. Romão; - Autos de embargo; - Pedidos de subsídios (Juntas de Freguesias Azoia, Cortes, Boa Vista, Maceira e Parceiros); - Aprovação da ata em minuta.
Apresentação de várias propostas para espetáculos culturais - As Fans (Tuna Feminina da Universidade de Coimbra); - Paulo Amorim (guitarra clássica); - Torre d'Anto (Grupo de Fados de Coimbra); - Artonus (Concerto pelo Tio Tonus); - Grupo Coral Introitus; - La Maior (Agência de Espetáculos); - Companhia de Dança Contemporânea de Évora; - ERMA (Arte Pública); - Vocis (Flauta de bisel e guitarra clássica); - Ana Madalena Moreira (Cantora lírica); - III Festival de Musica do Bombarral; - Trova Nova (Grupo de Fados de Coimbra); - Encerrado para obras (Teatro e Musica); - José Hernando (Produção de Espetáculos) - Teatro Experimental de Pias; - Coro Gregoriano de Lisboa; - Orfeão de Águeda; - Lagarto Pintado; - Sociedade Recreativa Musical Trafariense (Banda Filarmónica); - Teatrinho de Santarém; - Tony Jackson (Banda musical); - Produções Efe Efe; - Grupo Etnográfico da Calheta São Jorge; - Centro Dramático Bernardo Santareno; - Inestética (Companhia Teatral); - Passos e compassos (Dançarte); - Grupo do Tio Julião; - De Pernas P'ro Ar (Sapateado); - Musicalissimo (Agência Internacional de artistas e espetáculos); - Grupo de Cantares Pinhal d'El Rei; - Academia de Música de Tomar; - Ensemble Clarinete e Modus; - Alternative Psico Funkers (banda alternatva); - Orquestra Típica de Alcains; - António Almas (Guitarra); - António de Jesus Santos (Técnico de Animação Turística); - Marco Paulo Espetáculos ldª; - Teatro de Portalegre; - Grupo Coral e Instrumental da Câmara municipal de Almodôvar; - Te-ato; - Ballet Contemporâneo do Norte; - Cantares do Minho; - Carlos Castro produções; - Encontro Internacional de Coros Universitários; - Exposição dos 300 anos de Jerusalém; - Produções Cine-Video Benjamim Falcão; - Duo Contracello (Violoncelo e Contrabaixo); - Coro da universidade de Lisboa; - Mariana Godinho (musica clássica); - Coro Polifónico de Grijó; - Coro Misto da Universidade de Coimbra; - Lide (Grupo de Música); - Sidónio Pereira (empresa de espetáculos); - OIKOS (Colóquio Rio Lis que futuro?)
A autonomia de Cascais parece dever-se à privilegiada situação da sua baía, que cedo a transformou num porto concorrido. Por carta régia de 1364-06-07, seria, então, separada do concelho de Sintra e elevada a vila, com jurisdição cível e crime, em troca de um imposto adicional de 200 libras por ano, para além dos direitos já devidos ao monarca. Este documento não definiu, porém, o território que constituiria o seu termo, pelo que, aparentemente, apenas o povoado passou a ser considerado autónomo. A carta régia de 1370-04-08 colmatou esta lacuna, delimitando uma área de quase 100 km2, muito semelhante à do atual concelho, aquando da entrega de Cascais, como feudo, a Gomes Lourenço do Avelar, poderoso valido do rei. Não obstante, esta carta de criação de senhorio nada prescrevia acerca da organização do concelho - comunidade vicinal constituída em território de extensão muito variável, cujos moradores (os vizinhos) eram dotados de maior ou menor autonomia administrativa - desconhecendo-se, assim, a data em que se terão realizado as primeiras eleições. Em 1377 já existia, pelo menos, um alvazil para os pleitos cíveis, assim como um juiz, porventura correspondente ao segundo alvazil: o dos feitos crimes. Em 1383 a organização estava completa, compondo-se de dois alvazis, dois vereadores, um procurador, um porteiro e um pregoeiro, sendo as reuniões promovidas num pequeno largo à porta do castelo, até que, no início do século XV, se encontrem referências a um «Paço do Concelho», cuja localização e características são, por ora, desconhecidas. Apesar da conquista e saque do castelo pelos castelhanos em 1373 e do bloqueio do porto em 1382 e 1384, assistir-se-ia, entretanto, ao crescimento da vila no exterior das muralhas e à criação, ainda no final do século XIV, das paróquias de Santa Maria de Cascais, de S. Vicente de Alcabideche e de S. Domingos de Rana. Mercê do aumento do movimento do seu porto, em 1488, D. João II ordenaria a edificação de uma nova torre defensiva na vila, que, em 1514-11-15, receberia o seu primeiro foral, uma vez que continuava a utilizar o de Sintra. O concelho, tal como fora primitivamente constituído, englobava, ainda, pelo facto de avançar até à «Ribeira de Oeiras», uma pequena parte do reguengo com este nome, que terminava na foz do Tejo e acabaria por adquirir individualidade própria, transformando-se, mesmo, numa circunscrição de regime equiparável ao dos verdadeiros municípios. Por alvará de 1759-08-11, o «reguengo a par de Oeiras», que veio, depois, a ser também conhecido por vila de Bucicos, seria associado a outras áreas do território do concelho de Cascais para a formação da vila de Carcavelos, não obstante se manter sob a alçada da donatária de Cascais. Recuaram, assim, até à «Ribeira de Carcavelos» os confins da extremidade oriental do concelho, que perdeu, com as povoações do Arneiro, Carcavelos, Rebelva, S. Domingos de Rana e Sassoeiros, a Torre da Aguilha e restantes lugares entre a mesma ribeira e a foz do Tejo. O projeto foi decerto gizado por Sebastião José de Carvalho e Melo, já então Conde de Oeiras e grande proprietário na vila de Bucicos, a quem interessava libertar a região do jugo alheio, sobretudo no tocante à cobrança dos tributos, tanto mais que havia alcançado, por carta régia de 1759-07-13, a elevação de Oeiras à categoria de vila. Na sequência da morte da última donatária de Cascais e Carcavelos, D. Ana José Maria da Graça de Meneses e Castro, em 1762-09-07, a Coroa apoderar-se-ia das duas vilas, aproveitando a oportunidade para extinguir, por alvará de 1764-04-09, a de Carcavelos e anexar o seu território ao de Oeiras, tanto mais que, poucos dias antes, em 1764-04-05, se assistira à independência jurídica do concelho de Cascais, com a nomeação do primeiro juiz de fora. Anos depois, em 1840-05-17 ocorreria a anexação da paróquia da Ressurreição de Cristo, cuja igreja fora destruída aquando do terramoto de 1755, à de Nossa Senhora da Assunção, surgindo, então, a paróquia de Nossa Senhora da Assunção e da Ressurreição de Cristo, em Cascais. Desta forma, por ocasião do censo populacional de 1864, o concelho compunha-se de três freguesias: Nossa Senhora da Assunção e Ressurreição de Cristo (Cascais), S. Vicente de Alcabideche e S. Domingos de Rana. Por decreto de 1895-09-26, aquando da extinção do concelho de Oeiras, Cascais passou, também, a agregar as freguesias de Carcavelos, Carnaxide, Oeiras e S. Julião da Barra. Todavia, em 1898-01-13, por ocasião da restauração do concelho de Oeiras, a freguesia de Carcavelos manter-se-ia agregada a Cascais. Pela lei n.º 447, de 1915-09-18 fundou-se, ainda, a freguesia do Estoril, que, com sede em S. João do Estoril, se compunha das «povoações do Estoril, S. João do Estoril, Cai-Água [atual S. Pedro do Estoril], Livramento, Alapraia e Galiza, do concelho de Cascais, que, para tal efeito, são desanexadas das paróquias de Cascais, Alcabideche e S. Domingos de Rana». Finalmente, pelo decreto-lei n.º 39.208, de 1953-05-14, fundou-se a freguesia da Parede, com territórios até então pertencentes à freguesia de S. Domingos de Rana. O poder administrativo detido pelos municípios constitui uma emanação do poder do Estado. Inicialmente eram os próprios interessados que proviam às necessidades da vida coletiva, buscando, em comum, as soluções e designando os magistrados que as poriam em prática. A constituição dos concelhos e a obtenção de forais confirmariam o seu regime próprio, determinando, ainda, as prestações devidas à Coroa ou ao senhor da terra. A administração municipal foi, depois, uniformizada, pelas ordenações afonsinas, de meados do século XV; pelas ordenações manuelinas, promulgadas em 1521; e pela reforma dos forais, entre 1497 e 1520. O Liberalismo conduziria a importantes alterações neste domínio, muitas vezes antagónicas, promovendo-se, então, políticas de ingerência ou de concessão de autonomia aos municípios. Desta forma, ainda que o Código Administrativo de 1832 pretendesse converter as Câmaras Municipais em simples órgãos consultivos dos Provedores, antecessores dos Administradores dos Concelhos, o de 1836 ampliaria a competência deliberativa das mesmas. Em 1842 subordinar-se-iam as deliberações camarárias à fiscalização do Administrador do Concelho, que detinha voto consultivo nas sessões, reforçando-se, ainda, a tutela do governo através das Juntas Gerais do Distrito e criando-se um Conselho Municipal, cujo voto favorável era, por exemplo, necessário para o lançamento de impostos. O Código Administrativo de 1878 suprimiria o Conselho Municipal, restringindo a tutela do Governo e alargando as faculdades tributárias dos municípios. Em 1886 estabelecer-se-ia, mesmo, a representação das minorias nas vereações. Todavia, o Código Administrativo de 1896 encarregar-se-ia de restabelecer a apertada tutela de 1842 e o poder dos magistrados administrativos, suprimindo os concelhos de 3.ª ordem. Proclamada a República, a lei n.º 88, de 1913-08-07, estabeleceria uma Câmara Municipal desdobrada em Senado e Comissão Executiva, organização que se manteria, em Cascais, pelo menos até 1926-09-06, sujeitando determinadas deliberações ao referendo da Junta de Freguesia. Por sua vez, o Código Administrativo de 1940 dividiria os concelhos em urbanos e rurais, sendo, então, Cascais definido como concelho de 1.ª ordem. A Constituição de 1976 contribuiu para a afirmação da realidade e força do poder local, apostando nas autarquias locais - freguesias, municípios e regiões administrativas - para a descentralização administrativa. As autarquias locais, pessoas coletivas de população e território, dotadas de órgãos representativos que visam a prossecução dos interesses próprios, comuns e específicos das respetivas populações, têm por objetivo a satisfação das necessidades das comunidades locais, nomeadamente no que concerne ao desenvolvimento socioeconómico, ordenamento do território, abastecimento público, saneamento básico, saúde, educação, cultura, ambiente e desporto. Dispondo de pessoal, património e finanças próprios, a sua administração compete aos respetivos órgãos, razão pela qual a tutela do Estado sobre a gestão patrimonial e financeira dos municípios e das freguesias é meramente inspetiva e só pode ser exercida segundo as formas e nos casos previstos na lei. Deste modo, encontra-se salvaguardada a democraticidade e a autonomia do poder local, cuja legitimidade das decisões decorre da eleição dos seus órgãos executivos - a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia - e deliberativos - a Assembleia Municipal e a Assembleia de Freguesia. A lei n.º 159, de 1999-09-14, e a lei n.º 169, de 1999-09-18, alterada e republicada pela lei n.º 5-A, de 2002-11-01, estabelecem, respetivamente, o quadro de atribuições e competências para as autarquias locais e as competências e regime jurídico de funcionamento dos órgãos dos municípios e das freguesias
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O padre Benevenuto de Sousa foi um dos grandes jornalistas católicos do fim do século XIX e princípio do século XX. Nacionalista assumido foi um dos fundadores do "Apostolado da Boa Imprensa", e director de alguns jornais católicos como sejam, entre outros, "Folhas Soltas" (Porto, Covilhã e Torres Novas), "O Petardo" (Porto e Lisboa) e "Luz e Fogo" (Torres Novas). Colaborou ainda em jornais como, por exemplo, "A Palavra", "O Grito do Povo", e "A Ordem", todos do Porto. In: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/FichasHistoricas/OPetardo.pdf
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 16 de novembro de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 23 de novembro, escrito sobre o ofício.
Projecto do Lanço do lugar do Furadouro ao Olival do Sargaçal na extensão de 2.396,52m da ED 72A. Memória descritiva e caderno de encargos. Perfil longitudinal.
Projecto do lanço do Alto das Lages à Casa de João Lucas na extensão de 1.692,58 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços e orçamento - e peças desenhadas - planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte.
Projecto do lanço de Alhandra ao Bulhaco, perfil 165 da estrada velha na extensão de 7.473,83 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços e orçamento - e peças desenhadas - planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte.
Projecto do lanço único da ER62 ao Sobral da Lagoa, na extensão de 4.461 m. Peças escritas: memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços e orçamento. Peças desenhadas: planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte. Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas.
Requerimento de diversos indivíduos dos lugares de Assentiz, Arrifana e Arronquel do Conselho de Rio Maior e ofício do Governo Civil de Santarém, tendo em anexo uma planta de localização solicitando a construçãode uma estrada que una estes lugares a Rio Maior.
(Lisboa) - Pedido de informação relacionado com a data de uma Assembleia-deal do Centro Católico Português, adiada devido à convocação dos colégios eleitorais. Estava prevista, nesta Assembleia, a definição das orientações do Centro relativas a trabalhos eleitorais.
Informa, que soube terem feito penhora a este, e pede ultimação da penhora já participada.