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(Vila Nova de Gaia) Pedido de intervenção para conseguir a melhoria da sua situação profissional.
(Vila Meã) Felicitações pela nomeação como diretor da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
(Cadaval) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação interina para Vila Franca de Xira.
(Vila Nova de Gaia) Agradecimento pela intervenção na sua admissão na contagem dos boletins do Totobola.
(Vila Pouca de Aguiar) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação como notário do Fundão.
(Vila Flor) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Torre de Moncorvo.
(Manta Rota) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Vila Real de Santo António.
(Vila da Feira) Referência às opções de trabalho que lhe permitem concluir os estudos.
(Ponte da Barca) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Vila Verde.
(Ponte da Barca) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação como notário em Vila Verde.
(Mirandela) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação como notária em Vila Real.
(Alcobaça) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Vila Nova de Famalicão.
(Vila do Conde) Agradecimento pela oferta da obra "O direito subsidiário na história do direito português".
(Vila Nova de Famalicão) Felicitações pela decisão do Tribunal Internacional de Justiça de Haia.
Inclui a ementa das refeições para os "Primeiros Encontros de Poesia de Vila Viçosa".
Processo referente a projeto de Colónia de Férias do Rabagão, Montalegre, Vila Real.
Processo referente a projetos de intervenção no Palácio Farrobo em Vila Franca de Xira, Lisboa.
Castelo de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Castelo de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Castelo de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Castelo de Monsaraz; paisagem envolvente. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Paisagem envolvente. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Paisagem envolvente. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Castelo de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Castelo de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Vila de Monsaraz; vista panorâmica e paisagem envolvente. Envolvência em contexto: Monsaraz.
Vila de Monsaraz; vista panorâmica e paisagem envolvente. Envolvência em contexto: Monsaraz.
Vila de Monsaraz; vista panorâmica e paisagem envolvente. Envolvência em contexto: Monsaraz.
Vila de Monsaraz; vista panorâmica e paisagem envolvente. Envolvência em contexto: Monsaraz.
Vila de Monsaraz; vista panorâmica e paisagem envolvente. Envolvência em contexto: Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Aspetos de pormenor. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Certidão do registo de provisão da décima na vila de Viana do Alentejo.
Retrato de Cruzeiro Seixas. Vila Nova de Famalicão, Seide, Casa-Museu de Camilo Castelo Branco.
Processos de concursos de médicos e professores (Vila do Alentejo e Alcáçovas)
Sobre a capela das irmãs Isabel de Oliveira e Margarida de Vila Lobos.
Ermida de São Caetano ou de Nossa Senhora da Represa. Beja, Cuba, Vila Ruiva, Junho 2005.
Ermida de São Caetano ou de Nossa Senhora da Represa. Beja, Cuba, Vila Ruiva, Junho 2005.
Cruzeiro Seixas, ao centro, João Prates e mulher. [Braga, Vila Nova de Famalicão?], Agosto 2013.
Retrato de Cruzeiro Seixas e Albano Martins [residência deste, Vila Nova de Gaia].
Retrato de Cruzeiro Seixas e Albano Martins [residência deste, Vila Nova de Gaia].
Retrato de Cruzeiro Seixas e Albano Martins [residência deste, Vila Nova de Gaia].
Palácio Nacional de Sintra. Janela manuelina do corpo lateral direito do Palácio da Vila.
Arrendamento que fez o Cabido das Searas da Vila, a Manuel António Mendes, morador na Rua atrás dos Oleiros, por três anos, pelo valor de 203 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado dos foros da Vila, a Domingos Pereira, morador em Santa Eulália de Fermentões, por três anos, pelo valor de 760 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado dos foros da vila, a Domingos Pereira, morador em Santa Eulália de Fermentões, por três anos, pelo valor de 725 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador na Rua da Infesta, por três anos, pelo valor de 161 mil reis.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Torres Novas, de 17 de janeiro de 1848, participando que, no dia 15 do mesmo mês, foi assassinado Lucas José, daquela vila, encontrando-se preso Manuel dos Santos, por ser suspeito do crime.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que na praça pública da vila de Carrazeda de Ansiães, na noite de 12 de novembro de 1843, levantaram-se gritos sediciosos a favor do usurpador, que não tiveram consequência alguma, tendo-se já mandado promover o competente processo por este crime.
A paróquia de São João Batista de Vila Chã, no termo da vila de Esposende, era abadia da apresentação da Casa de Bragança. Era visita do Arcediagado de Neiva. Em 1758, existiam na paróquia as confrarias do Santíssimo Sacramento, São João Batista, Santo Nome de Deus e Subsino, Nossa Senhora do Rosário e Benditas Almas. No monte mais alto e limite da freguesia, para ocidente, ficava a Capela de São Lourenço, com procissão e feira em dia 10 de agosto. Pertence ao concelho de Esposende. É paróquia da diocese de Braga.
Prazo que fez o Cabido do campo de Vila Pouca na Carrapatosa, nesta vila, a Bento Nogueira de Sampaio, morador no Assento, em Burgães, termo da vila de Barcelos.
Prazo que fez o Cabido de certas terras em São Mamede de Vila Marim, a João Monteiro de Azevedo e sua mulher Maria Correia de Lucena, moradores no lugar de Vila Marim, termo da vila de Mesão Frio.
Requerente: Francisca Maria da Fonseca. . Assunto: Transgressão hidráulica por ter elevado um açude com prejuízo das moendas (moinhos) superiores, na margem direita do rio Ave. Contém: requerimento, ordem de serviço e nota de serviço. Local: concelho de Vila do Conde, Freguesia de Ferreiró, lugar de Azenha do Fonseca.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Almira Vital Vila Nova, representante da firma Publicações Europa América, Lda.
Prazo que fez o Cabido de casas e terras desmembradas da quinta de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, a Teresa Luísa, viúva, e sua irmã Isabel Carvalho, solteira, moradoras no lugar de Vila Cova na dita freguesia.
Escambo efectuado entre Boa Domingues, viuva de João Anes, tabelião, e Afonso Vicente. A primeira dá em troca uns padieiros de "um lagar de fazer uvas" que se localiza da rua da Calçada, no arrabalde de Montemor-o-Novo, recebendo em troca uma vinha, na Felgueira, no termo da mesma vila. Os Clérigos da igreja de Santa Maria dos Açougues são chamados a dar autorização ao escambo uma vez que, de acordo com as decisões testamentárias de João Anes (marido da referida Boa Domingues) os pardieiros ficariam para esta igreja, para que lhe fossem cantados uns aniversários. Redactor: João Anes, tabelião de´Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Ante a igreja de Santa Maria dos Açougues
Inês Afonso afirma que, face à morte de Diogo Álvares de Carvalho, seu marido, lhe coube a administração dos bens que foram de Gonçalo Eanes Carvalho. Não podendo ela administrar os bens, deixa-os a seu filho, Nuno Gonçalves. De acordo com as disposições testamentárias de Gonçalo Eanes de Carvalho, deveria ser feita uma avença com os raçoeiros da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo para que cantassem pela sua alma e da mulher e filhos. Os clérigos da referida igreja afirmam que muitos dos bens se encontram perdidos e não se podem reparar, não podendo eles, com os rendimentos apurados fazer mais do que celebrar um trintário. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de Inês Afonso.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo uma cópia da exposição de Luís Correia Ribeiro em que se queixa do administrador do concelho de Vila Nova de Famalicão, que, por influência do oficial da Administração-Geral do distrito de Braga, António Máximo de Araújo e Cunha, deixou de proceder à prisão dos réus que estão pronunciados pelo homicídio da sua mulher, consentindo que andem livremente pela freguesia. O Procurador-Geral informa que ordenou ao Procurador Régio da Relação do Porto que faça promover a prisão dos réus, quando estiverem competentemente pronunciados, e propõe que seja dado conhecimento deste assunto ao Ministério do Reino, para mandar proceder às devidas averiguações e omissões imputadas aos funcionário administrativos.
Consulta acerca da representação que o arcebispo de Évora enviou para o Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, sobre as providências a adotar, segundo a lei, para algumas aplicações dos bens da extinta colegiada de São João Baptista da vila de Coruche, pedindo que se averbem à freguesia de Coruche fundos públicos correspondentes à côngrua do pároco. Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção dos Negócios Eclesiásticos do Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, de 8 de janeiro de 1903, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 14 de fevereiro.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Acusa a receção do seu ofício de 6 de junho de 1838 acerca da existência de um clube propagador do cisma religioso e doutrinas subversivas, na vila de Loulé, ordenando que dê ordens ao seu delegado na comarca de Faro para averiguar a veracidade do facto e promover sobre ele os termos judiciais do processo que forem competentes na conformidade das leis.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos da igreja da vila de Murça, por dois anos, a Lucas de Medina, morador na Vila de Murça.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte dos frutos da igreja da vila de Murça, por um ano, a Duarte Pereira Cales, mercador, de presente nesta vila.
Outorga que deu Isabel da Fraga, mulher de Gaspar Lobo, moradores no Campo do Paraíso, nos arrabaldes desta vila, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Arrendamento dos foros e sabidos do Priorado desta vila e seu termo, por um ano, feito a António da Fonseca Sampaio, morador na vila.
Prazo que fez o Cabido de uns pardieiros na Viela do Trespoem nesta vila, a Gregório do Amaral, morador na vila.
Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos da igreja da vila de Murça, por dois anos, a Lucas de Medina, morador na vila de Murça.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia do ofício do delegado do procurador régio na comarca de Arganil, de 19 de junho de 1846, em que participa os "excessos criminosos" praticados naquela vila na noite de 14 para 15 do mesmo mês, por alguns indivíduos, que, percorrendo as ruas com descantes, disparam muitos tiros de balas, alguns disparados junto à residência do juiz de direito, e dirigindo uma bala para uma das janelas e outra para o portão, tudo instigado por José da Costa Gomes, daquela vila. O Procurador-Geral informa que recomendou àquele delegado que promovesse os termos judiciais do processo competentes na conformidade das leis sobre aqueles crimes.
Entregue ao Tribunal de Vila Verde em 27-06-2019. Devolvido pelo mesmo tribunal em 19-09-2019.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte da renda das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador na vila,por três anos, pelo valor de 158 mil reis.
Prazo que fez o Cabido de certas propriedades desmembradas de casais em Vila Marim, a Francisco Borges de Cerqueira e sua mulher Isabel Carvalho, moradores na quinta de Vila Cova, termo de Mesão Frio.
Compra que fez Tomás Machado, mercador, morador na vila, a Domingos Gonçalves e sua mulher Catarina Gonçalves, lavradores, moradores no casal de Vila Franca em São Pedro de Queimadela, de quinze medidas de pão meado milho e centeio.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, da parte pertencente ao Priorado, em sede vacante, por um ano, a António Gonçalves, tosador, morador à Porta Nova desta vila.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Pedro Francisco.
Arrendamento que fez o Cabido dos foros do Priorado nesta vila, em sede vacante, a Francisco Jorge de Freitas, mercador.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o processo que se instaurou pelos factos criminosos ocorridos na vila de Alcácer do Sal na noite de 3 para 4 do mês de outubro de 1847, foram pronunciados dez indivíduos, "todos da classe baixa", dos quais sete foram presos, e depois de acusados, foram absolvidos por decisão do júri.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre o pedido da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim para lhe serem cedidos uns terrenos situados entre a rua Tenente Valadim e a Vala do Esteiro, com vista a realizar um melhoramento local, mudando uns casebres juntos à contraescarpa do fosso do castelo daquela vila, que era verdadeiro foco de infeção, para esses terrenos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça.