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Arrendamento que fez o Cabido da sua parte dos frutos da igreja da vila de Murça, por dois anos, a Lucas de Medina, morador na vila de Murça.
Outorga que deu Isabel da Fraga, mulher de Gaspar Lobo, moradores no Campo do Paraíso, nos arrabaldes desta vila, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Arrendamento dos foros e sabidos do Priorado desta vila e seu termo, por um ano, feito a António da Fonseca Sampaio, morador na vila.
Prazo que fez o Cabido de uns pardieiros na Viela do Trespoem nesta vila, a Gregório do Amaral, morador na vila.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, da parte pertencente ao Priorado, em sede vacante, por um ano, a António Gonçalves, tosador, morador à Porta Nova desta vila.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte da renda das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador na vila,por três anos, pelo valor de 158 mil reis.
Prazo que fez o Cabido de certas propriedades desmembradas de casais em Vila Marim, a Francisco Borges de Cerqueira e sua mulher Isabel Carvalho, moradores na quinta de Vila Cova, termo de Mesão Frio.
Compra que fez Tomás Machado, mercador, morador na vila, a Domingos Gonçalves e sua mulher Catarina Gonçalves, lavradores, moradores no casal de Vila Franca em São Pedro de Queimadela, de quinze medidas de pão meado milho e centeio.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia do ofício do delegado do procurador régio na comarca de Arganil, de 19 de junho de 1846, em que participa os "excessos criminosos" praticados naquela vila na noite de 14 para 15 do mesmo mês, por alguns indivíduos, que, percorrendo as ruas com descantes, disparam muitos tiros de balas, alguns disparados junto à residência do juiz de direito, e dirigindo uma bala para uma das janelas e outra para o portão, tudo instigado por José da Costa Gomes, daquela vila. O Procurador-Geral informa que recomendou àquele delegado que promovesse os termos judiciais do processo competentes na conformidade das leis sobre aqueles crimes.
Arrendamento que fez o Cabido dos frutos das Searas da Vila, por três anos, a Pedro Francisco.
Arrendamento que fez o Cabido dos foros do Priorado nesta vila, em sede vacante, a Francisco Jorge de Freitas, mercador.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o processo que se instaurou pelos factos criminosos ocorridos na vila de Alcácer do Sal na noite de 3 para 4 do mês de outubro de 1847, foram pronunciados dez indivíduos, "todos da classe baixa", dos quais sete foram presos, e depois de acusados, foram absolvidos por decisão do júri.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre o pedido da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim para lhe serem cedidos uns terrenos situados entre a rua Tenente Valadim e a Vala do Esteiro, com vista a realizar um melhoramento local, mudando uns casebres juntos à contraescarpa do fosso do castelo daquela vila, que era verdadeiro foco de infeção, para esses terrenos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo uma cópia da exposição de Luís Correia Ribeiro em que se queixa do administrador do concelho de Vila Nova de Famalicão, que, por influência do oficial da Administração-Geral do distrito de Braga, António Máximo de Araújo e Cunha, deixou de proceder à prisão dos réus que estão pronunciados pelo homicídio da sua mulher, consentindo que andem livremente pela freguesia. O Procurador-Geral informa que ordenou ao Procurador Régio da Relação do Porto que faça promover a prisão dos réus, quando estiverem competentemente pronunciados, e propõe que seja dado conhecimento deste assunto ao Ministério do Reino, para mandar proceder às devidas averiguações e omissões imputadas aos funcionário administrativos.
Escambo efectuado entre Boa Domingues, viuva de João Anes, tabelião, e Afonso Vicente. A primeira dá em troca uns padieiros de "um lagar de fazer uvas" que se localiza da rua da Calçada, no arrabalde de Montemor-o-Novo, recebendo em troca uma vinha, na Felgueira, no termo da mesma vila. Os Clérigos da igreja de Santa Maria dos Açougues são chamados a dar autorização ao escambo uma vez que, de acordo com as decisões testamentárias de João Anes (marido da referida Boa Domingues) os pardieiros ficariam para esta igreja, para que lhe fossem cantados uns aniversários. Redactor: João Anes, tabelião de´Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Ante a igreja de Santa Maria dos Açougues
Inês Afonso afirma que, face à morte de Diogo Álvares de Carvalho, seu marido, lhe coube a administração dos bens que foram de Gonçalo Eanes Carvalho. Não podendo ela administrar os bens, deixa-os a seu filho, Nuno Gonçalves. De acordo com as disposições testamentárias de Gonçalo Eanes de Carvalho, deveria ser feita uma avença com os raçoeiros da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo para que cantassem pela sua alma e da mulher e filhos. Os clérigos da referida igreja afirmam que muitos dos bens se encontram perdidos e não se podem reparar, não podendo eles, com os rendimentos apurados fazer mais do que celebrar um trintário. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de Inês Afonso.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre o requerimento em que Ana Adelaide Botelho de Vasconcelos solicita o pagamento do soldo em dívida a seu falecido marido, o general de brigada reformado João de Vila Nova de Vasconcelos Correia de Barros.
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca do roubo praticado na igreja matriz de Vila Cortês, na noite de 21 para 22 de março de 1838.
Legenda/ inscrição do autor: "Vista parcial, tirada da Egreja [sic] matriz", "A vila vista da torre da egreja [sic]" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Legenda/ inscrição do autor: "Vista parcial da vila, tirada da torre do relógio" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Legenda/ inscrição do autor: "Vista parcial, tirada da torre do relógio", "A vila vista da torre do relógio" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, acompanhado de outros do seu delegado na comarca de Bragança, em que participa os roubos sacrílegos perpetrados nas igrejas da matriz da vila e Santa Comba de Rossas e pede que se ponha em execução naquela comarca a lei excecional de 17 de março de 1838 e se criem os corpos de segurança pública.
Jogo entre o Vitória SC e o Vila Real em que vemos o jogador vitoriano Silva.
Outorga que deu Sebastiana, mulher de António Vieira, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila.
Fiança que deu Gualter Machado de Faria ao ofício de juiz dos órfãos desta vila.
Aceitação que fez Maria de Sousa, solteira, do prazo do casal dos Trigais extramuros desta vila.
Gravura datada de 1758 da Igreja da Misericórdia e Torre da Porta da Vila.
Auto de arrematação de alargamento da entrada da casa dos Paços do Concelho desta vila.
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca de uma porção de sabão apreendido na aldeia de Bencatel por dois homens que se denominaram escrivão e meirinho da Administração dos Tabacos. Ordena que faça promover os termos judiciais do processo que forem competentes na forma da lei, a respeito da apreensão bem como dos abusos cometidos pelos oficiais que a fizeram.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Braga, concelho de Vila Verde, constando de: Igreja Paroquial de Vila Verde; Capela de Santo António.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Flor, distrito de Bragança, concelho de Vila Flor, constando de: Igreja Paroquial de Vila Flor.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Chã, distrito de Porto, concelho de Vila do Conde, constando de: Igreja Paroquial de Vila Chã.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Meã, concelho de Vila Nova de Cerveira, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Meã.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Chã, concelho de Alijó, distrito de Vila Real, constando de: Igreja Matriz de Vila Chã.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Jusã, concelho de Mesão Frio, distrito de Vila Real, constando de: Igreja de Vila Jusã; Capela de São Sivestre.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Cova, concelho e distrito de Vila Real, constando de: Igreja Paroquial de Vila Cova; Capela em Mascoselo.
Contém ofício da 1.ª Repartição da Direção-Geral de Administração Política e Civil do Ministério do Reino, de 12 de fevereiro de 1903, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 16 de fevereiro.
Contém ofício da 1.ª Repartição da Direção-Geral de Administração Política e Civil do Ministério do Reino, de 3 de março de 1902, e minutas dos pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de março.
Prazo que fez o Cabido de certas terras desmembradas do casal de Vila Cova em Vila Marim, a Cristóvão Correia, solteiro, morador no dito casal. Foi procurador Gaspar Moreira, morador na sua quinta de Pinheiro, concelho de Celorico de Basto.
Prazo que fez o Cabido de terras da quinta de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, a António Ribeiro e sua mulher Teodósia Soares, moradores em parte da dita quinta.
Prazo que fez o Cabido de uma parte da quinta de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, a Domingos Teixeira de Miranda Borges de Azevedo, solteiro, morador no dito lugar.
Prazo que fez o Cabido de parte da quinta de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, a Pedro Esteves e sua mulher Maria Teixeira do Rosário, moradores no dito lugar.
Requerente: João António Lopes. Assunto: Pedido de licença para reconstruir um muro de defesa no seu prédio denominado Prado da Vila, na margem esquerda do ribeiro de São Bento de Varzea, afluente do rio Cávado. Contém: cópia de requerimenro, informação, esboço (planta), comunicação, alvará de licença número 90
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda remetendo cópia do libelo proposto contra a Fazenda Pública pela abadessa e demais religiosas do Convento de São João de Setúbal, à data recolhidas no Convento de Jesus da mesma vila, para a restituição dos bens pertencentes àquele primeiro convento de que a Fazenda se apossou.
Prazo que fez o Cabido de parte da quinta de Vila Cova, e terras do casal do Salgueiral em São Mamede de Vila Marim, concelho de Mesão Frio, a Domingos Lourenço Pereira e sua mulher Mariana Luísa, moradores na Aldeia de Vila Cova na dita freguesia.
Prazo que fez o Cabido de umas casas e terras na aldeia de Vila Cova em Vila Marim, termo da vila de Mesão Frio, a António Teixeira e sua mulher Violante Fernandes, moradores na dita aldeia. Foi procurador Gaspar Moreira, morador na Rua de Gatos.
Prazo que fez o Cabido da quinta e vinhas de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, a Dona Josefa Maria de Almeida Souto Maior, viúva de Luís de Moura Coutinho, moradora na sua quinta de Vila Cova na dita freguesia.
Três homens junto a ceifeira debulhadora, na Herdade dos Tojais, em Vila Nova da Baronia.
Arrendamento que fez o Cabido dos foros desta vila, pertencentes ao Priorado, em sede vacante, por um ano, a António Rodrigues, mercador, morador na Rua Nova do Muro. Apresentou por fiador Pedro Borges, barbeiro, morador na dita rua.
Arrendamento que fez o Cabido das Searas da Vila, a José da Silva, morador na Rua do Cano de Cima, por três anos, pelo valor de 182 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado dos foros da Vila, a Domingos Pereira, morador no lugar dos chãos em Santa Eulália de Fermentões, por três anos, pelo valor de 765 mil e 500 reis.
Arrendamento que fez o Cabido das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador acima do convento das freiras do Carmo, por três anos, pelo valor de 162 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado da sua parte das Searas da Vila, a Jerónimo José de Freitas, morador na Rua da Infesta, por três anos, pelo valor de 160 mil reis.
Arrendamento que fez o Priorado dos foros da Vila, a Domingos Pereira, morador no lugar das Cans em Santa Eulália de Fermentões, lavrador, por três anos, pelo valor de 765 mil e 500 reis.
Requerente: José Martins Moreira. Assunto: Pedido de licença para colocar uma caleira sobre as margens e leito do ribeiro de Guilhados, afluente do rio Donda e este desagua no mar, destinada a levar água de uma mina para irrigação de um seu prédio. Contém: cópia de alvará cedido pela Câmara Municipal de Vila do Conde, informação, plantas, notas de serviço, comunicações, despachos, esboço (planta), alvará de licença número 26
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Considera que "os emolumentos foram legalmente cobrados pelo administrador do concelho, carecendo o requerente de direito na sua reclamação".
Áreas geográficas e topónimos: Vila Nova de Gaia (cidade, Portugal) • Assuntos: Associação aos Pobres do concelho de Vila Nova de Gaia.
Trata-se do empréstimo de 1.600 contos destinado à construção de um matadouro na sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 274, II série, de 23 de Novembro de 1945.
Requerente: Maria Cassilda de Vilas Boas Pinheiro Valério. Assunto: Pedido de licença para reconstruir um muro de defesa, destruido pelas últimas cheias, junto da margem direita da vala de esgoto denominado de Laranja, afluente do ribeiro de Obra que desagua no sitio do Oló. Contém: cópia de requerimento, informação, alvará de licença número 161. comunicação. Local: concelho e vila de Esposende.; Requerente: Maria Cassilda de Vilas Boas Pinheiro Valério
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 9 de janeiro de 1845, e cópia de outro do seu delegado na Covilhã, em que participa que se evadiram dois presos da cadeia daquela vila, tendo o Procurador Régio dado ordens para se proceder contra os respetivos autores ou cúmplices.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 13 de agosto de 1847, participando que dos nove indiciados no processo instaurado pelo assassínio, em Almada, de José Joaquim do Vale, prior da freguesia de Santiago, três estão presos na cadeia daquela vila e prosseguem as diligências para a captura dos outros seis.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa em que participa que, no dia 15 de maio de 1847, a vila de Sintra foi assaltada por um bando de homens armados capitaneados por um intitulado capitão ao serviço da Junta Revolucionária do Porto, que prenderam as autoridades do concelho.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, relativo a utilização de capital da Junta de Paroquia para reparos da igreja.