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Agenda Cultural e Desportiva n.º 16 - Junho e Julho de 2002: - Nota de abertura – António Mendonça, Presidente da Câmara Municipal de Vidigueira - Sumário / Ficha Técnica - Em Destaque: Feira do Livro 2002 (feira do livro, teatro, atelier aberto, espectáculos musicais, feira de bugigangas, bailado, lançamento dos livros de Francisco Inácio, Martinho Marques, Bento de Espinosa) / Feira de S. Tiago - Programa de Junho: OTL Ocupação de Tempos Livres / Concurso de Fotografia Somincor (concelhos do Alentejo) / Comemorações do Dia Mundial da Criança / Acções de Educação Ambiental (AMCAL) / Exposição de fotografia “Alentejo: Mundo Rural” / Comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades / Abertura das Piscinas Municipais / Santos Populares (concurso de mastros) / Visita de Sua Ex.ª o Presidente da República à Vidigueira / Rota do Fresco (antigos alunos da Escola F. Borges) / Maratona Tauromáquica – 12 Horas Non-Stop (baile com Edgar Baleizão; concurso de karaoke) / Rota do Fresco (grupo Sotto Tour) - Programa de Julho: Exposição de trabalhos em madeira (artesãos do concelho-Posto de Turismo) / Feira de S. Tiago 2002 (animação de rua com “Bandinha da Alegria”; grupo coral “Os Vindimadores”; grupo coral “Amigos de Vidigueira”; grupo de música popular “Trigo Roxo”; garraiada; colóquio sobre azeite; tourada com Rui Salvador, Vitor Ribeiro, Sónia Matias; Orquestra Espanhola; Sevilhanas; musica popular do Minho; rancho folclórico de Castanheira de Pêra do Minho / Férias em Movimento (Férias sem fronteiras) / Festas de Verão – Vila de Frades (baile com “Miúdos da Rua”; grupo coral e instrumental “Voz Activa de Santana”; garraiada e largada de vacas; baile com “Forever”; actuação de “Carla Gamboa e bailarinas”; actuação de “Lizandra”) - Agenda Desportiva: Junho – XVI Escalada do Mendro; Torneio de Futebol 5; Torneio distrital de futebol 5 do Inatel (Mirante-Quintos); Torneio distrital de futebol 5 do Inatel (Mirante-Telecom); Convívio de pesca Julho – Torneio distrital de futebol 5 do Inatel (Mirante-Mombeja) - Calendário Junho-Julho - Provérbios - Os Nossos Poetas… “Só” – Quadras Modernas de Francisco Inácio - Suplemento Junho/Julho de 2002 – Vidigueira – Um Concelho a Descobrir: Pessoas com História (Bento de Espinosa) / Outros Tempos (Festa da Reedificação da Torre da Igreja Matriz de Selmes) / Rota do Fresco (Ermida de Santa Luzia) - Ambiente – “Lixo no lixo”; “O Lixo de maior volume” - Para Ouvir… Músicas - Para Ler… Livros - Para Ver em Casa… Vídeo - Para Ver no Cinema… - Aventuras na Net… - Telefones Úteis - Alentejo à Mesa… (receitas) Peixe do Rio Assado / Caracóis - Onde Comer… Restaurantes - Onde Dormir… - Passatempos… - Recolha de Informação… - Informações Úteis… - Os Nossos Artistas… Sr. Joaquim Dias - As Nossas Associações… Mirante (Associação Juvenil Cultural e Ambiental e Desportiva de Selmes) - Vamos Recordar - Agenda Mensal – Anotações: Feira do Livro; abertura do Ginásio Fitfun, Feira de S. Tiago
No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Exposição do Mundo Português, Lisboa, 1940. Pavilhões de Honra e de Lisboa vendo-se ao fundo a Nau Portugal e a esfera dos Descobrimentos”. «A Exposição do Mundo Português merece ser considerada uma das grandes iniciativas político-culturais do Estado Novo, em razão dos meios empregues e do significado ideológico que lhe estava subjacente. Decorreu em 1940, no contexto de uma dupla comemoração: oito séculos depois de 1140, data entendida como a da independência nacional, e três séculos passados sobre a Restauração. (…). A Exposição teve lugar na zona lisboeta de Belém, junto ao Rio Tejo. O certame era composto por secções de História, Etnografia e do Mundo Colonial. Entre os inúmeros pavilhões destacavam-se os seguintes: da Honra e de Lisboa (Cristino da Silva), da Fundação, Formação e Conquista, da Independência, dos Descobrimentos (Pardal Monteiro), da Colonização, dos Portugueses no Mundo (Cottinelli Telmo) e ligada a este o pavilhão de Portugal de 1940 dirigido por António Ferro; de Etnografia Metropolitana com a Reconstrução das Aldeias Portuguesas (Segurado), da Vida Popular (Veloso Reis), o colonial com a reprodução da vida ultramarina e o Pavilhão do Brasil do teorizador da Casa Portuguesa (Raul Lino), que parecia refletir o "glorioso prolongamento da nossa civilização atlântica". Do conjunto surgia a imagem de Portugal como cabeça de um majestoso império e dono de um passado de glórias invulgares. Junto da Torre de Belém foi montada uma caravela, da responsabilidade de Leitão de Barros e Martins Barata, e o "Padrão dos Descobrimentos" que, de uma forma simbólica encerravam a exposição. A direção e planificação dos trabalhos foi entregue a Cottinelli Telmo (1897-1948), um artista multifacetado, conhecido, sobretudo, pela sua obra arquitetónica. Nesta grandiosa realização cosmopolita trabalhou a maioria dos artistas modernistas (12 arquitetos, 19 escultores e 43 pintores), com a exceção de Soares, Eloy, Cassiano Branco e Keil do Amaral, numa época em que Portugal parecia alheado do resto da Europa a viver o horror da guerra. Aliás, esse era um dos objetivos do evento: demonstrar a eficácia governativa do regime, capaz de manter Portugal longe dos problemas mundiais devastadores, numa aparente atmosfera de progresso e de prosperidade». in Língua Portuguesa com Acordo Ortográfico [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2015. [consult. 2015-06-08 09:48:42]. Disponível na Internet: http://www.infopedia.pt/$exposicao-do-mundo-portugues
No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Exposição do Mundo Português, Lisboa, 1940 – Pavilhões da Vida Popular. Ao fundo, à esquerda, Padrão dos Descobrimentos”. «A Exposição do Mundo Português merece ser considerada uma das grandes iniciativas político-culturais do Estado Novo, em razão dos meios empregues e do significado ideológico que lhe estava subjacente. Decorreu em 1940, no contexto de uma dupla comemoração: oito séculos depois de 1140, data entendida como a da independência nacional, e três séculos passados sobre a Restauração. (…). A Exposição teve lugar na zona lisboeta de Belém, junto ao Rio Tejo. O certame era composto por secções de História, Etnografia e do Mundo Colonial. Entre os inúmeros pavilhões destacavam-se os seguintes: da Honra e de Lisboa (Cristino da Silva), da Fundação, Formação e Conquista, da Independência, dos Descobrimentos (Pardal Monteiro), da Colonização, dos Portugueses no Mundo (Cottinelli Telmo) e ligada a este o pavilhão de Portugal de 1940 dirigido por António Ferro; de Etnografia Metropolitana com a Reconstrução das Aldeias Portuguesas (Segurado), da Vida Popular (Veloso Reis), o colonial com a reprodução da vida ultramarina e o Pavilhão do Brasil do teorizador da Casa Portuguesa (Raul Lino), que parecia refletir o "glorioso prolongamento da nossa civilização atlântica". Do conjunto surgia a imagem de Portugal como cabeça de um majestoso império e dono de um passado de glórias invulgares. Junto da Torre de Belém foi montada uma caravela, da responsabilidade de Leitão de Barros e Martins Barata, e o "Padrão dos Descobrimentos" que, de uma forma simbólica encerravam a exposição. A direção e planificação dos trabalhos foi entregue a Cottinelli Telmo (1897-1948), um artista multifacetado, conhecido, sobretudo, pela sua obra arquitetónica. Nesta grandiosa realização cosmopolita trabalhou a maioria dos artistas modernistas (12 arquitetos, 19 escultores e 43 pintores), com a exceção de Soares, Eloy, Cassiano Branco e Keil do Amaral, numa época em que Portugal parecia alheado do resto da Europa a viver o horror da guerra. Aliás, esse era um dos objetivos do evento: demonstrar a eficácia governativa do regime, capaz de manter Portugal longe dos problemas mundiais devastadores, numa aparente atmosfera de progresso e de prosperidade». in Língua Portuguesa com Acordo Ortográfico [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2015. [consult. 2015-06-08 09:48:42]. Disponível na Internet: http://www.infopedia.pt/$exposicao-do-mundo-portugues
No verso da fotografia encontramos inscrita a seguinte informação: “Exposição do Mundo Português, Lisboa, 1940. Pavilhão dos Portugueses no Mundo. À direita está a Sala do Brasil – Colónia; à esquerda a Sala Portugal – 1940. Ao fundo, à esquerda vê-se o espelho de água e o Pavilhão da Vida Popular que está quási encoberto pela Sala Portugal – 1940”. «A Exposição do Mundo Português merece ser considerada uma das grandes iniciativas político-culturais do Estado Novo, em razão dos meios empregues e do significado ideológico que lhe estava subjacente. Decorreu em 1940, no contexto de uma dupla comemoração: oito séculos depois de 1140, data entendida como a da independência nacional, e três séculos passados sobre a Restauração. (…). A Exposição teve lugar na zona lisboeta de Belém, junto ao Rio Tejo. O certame era composto por secções de História, Etnografia e do Mundo Colonial. Entre os inúmeros pavilhões destacavam-se os seguintes: da Honra e de Lisboa (Cristino da Silva), da Fundação, Formação e Conquista, da Independência, dos Descobrimentos (Pardal Monteiro), da Colonização, dos Portugueses no Mundo (Cottinelli Telmo) e ligada a este o pavilhão de Portugal de 1940 dirigido por António Ferro; de Etnografia Metropolitana com a Reconstrução das Aldeias Portuguesas (Segurado), da Vida Popular (Veloso Reis), o colonial com a reprodução da vida ultramarina e o Pavilhão do Brasil do teorizador da Casa Portuguesa (Raul Lino), que parecia refletir o "glorioso prolongamento da nossa civilização atlântica". Do conjunto surgia a imagem de Portugal como cabeça de um majestoso império e dono de um passado de glórias invulgares. Junto da Torre de Belém foi montada uma caravela, da responsabilidade de Leitão de Barros e Martins Barata, e o "Padrão dos Descobrimentos" que, de uma forma simbólica encerravam a exposição. A direção e planificação dos trabalhos foi entregue a Cottinelli Telmo (1897-1948), um artista multifacetado, conhecido, sobretudo, pela sua obra arquitetónica. Nesta grandiosa realização cosmopolita trabalhou a maioria dos artistas modernistas (12 arquitetos, 19 escultores e 43 pintores), com a exceção de Soares, Eloy, Cassiano Branco e Keil do Amaral, numa época em que Portugal parecia alheado do resto da Europa a viver o horror da guerra. Aliás, esse era um dos objetivos do evento: demonstrar a eficácia governativa do regime, capaz de manter Portugal longe dos problemas mundiais devastadores, numa aparente atmosfera de progresso e de prosperidade». in Língua Portuguesa com Acordo Ortográfico [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2015. [consult. 2015-06-08 09:48:42]. Disponível na Internet: http://www.infopedia.pt/$exposicao-do-mundo-portugues
RODRIGUES, Daniel José. Filho de (*). Nasceu no lugar do Regueiro, Cristóval, a --/--/18--. // Emigrou para o Brasil, onde conseguiu angariar alguma fortuna. // Deve ter sido ele que mandou construir a “Casa Branca” em Cristóval. // Casou ainda no século XIX com Antónia de Sylos, brasileira. // Foi com o seu dinheiro que se construiu a torre da igreja de Cristóval, inaugurada a 20/9/1903, o que deu ensejo a enorme banquete. Lê-se em uma placa de mármore: «Mandada construir por Daniel José Rodrigues em obediência à vontade de sua esposa Antónia de Silos Rodrigues 1902.» // Em 1908 regressava de Lisboa à sua «Casa Branca», uma bela vivenda mandada construir na freguesia de Cristóval, acompanhado da família. Tinha um filho, António Daniel, nascido a 13/6/1887; nesse dia e no ano de 1912 festejou-se em sua casa o aniversário desse filho. Também era pai de Honório e de Rafael Daniel. // Os seus filhos, António Daniel e Rafael Daniel, em 1913 deslocaram-se a Coimbra a fim de contratarem técnicos que lhes fizessem a instalação elétrica na sua “Casa Branca”. // Em 1913 enviou ofício à Câmara Municipal de Melgaço a dizer que declinava a nomeação de vogal da Comissão de Assistência escolar do concelho; para o substituir nomearam José Joaquim Pereira da Costa, do lugar da Porta (ver Jornal de Melgaço n.º 717 e n.º 733, de 14/5/1908, Correio de Melgaço n.º 2, Correio de Melgaço n.º 46, de 20/4/1913, Correio de Melgaço n.º 61, de 10/8/1913, e Correio de Melgaço n.º 80, de 21/12/1913). // Morreu a --/--/1923 (**). // Pai de António Daniel, de Carlos, de Honório, de Rafael Daniel (este senhor teve um filho, de seu nome Rafael Val Rodrigues, conhecido por “Felito da Casa Branca”, de quem o Manuel Igrejas (natural da Vila de Melgaço, emigrante no Brasil) fala em “A Voz de Melgaço” n.º 933, de 15/2/1991, dizendo que se voltaram a encontrar ao cabo de 20 anos; era seu compadre, padrinho da Deise Igrejas; residia em São Paulo; era casado com Sara e já tinha cinco netos, três da filha Maria e dois do filho Rafael; Rafael Val Rodrigues morreu nesse ano de 1991). // (ver A Voz de Melgaço n.º 950, de 1/11/1991, página 8; e A Voz de Melgaço n.º 1035, de 1/9/1995, página 14). /// (*) (ver Correio de Melgaço n.º 17, de 29/9/1912). /// (**) No Notícias de Melgaço n.º 42, de 21/1/1923, diz-se que morreu em Lisboa o proprietário da “Casa Branca”.
GAMA, Luís. Filho de Luís Caetano de Sousa Gama, viúvo, capitão-mor do termo de Melgaço, natural de Prado, e de Maria Antónia da Ribera de Peina, solteira, natural de Alveios, Galiza, moradores na Casa e Quinta da Serra, Prado. Neto paterno de Pedro de Sousa Gama e de Maria Teresa de Sousa Salgado; neto materno de Domingos António Lourenço de Peina e de Maria Ventura da Ribera Geraldes. Nasceu a --/--/1790. // Assentou praça no Regimento de Artilharia de Viana em 1808. // Em princípios de 1809 foi admitido no número dos cadetes do seu regimento (artilharia). // A 16/10/1809, na situação de cadete de artilharia, entrou nas campanhas da Guerra Peninsular. // Depois embarcou para o Rio de Janeiro onde, a 14/5/1818, foi promovido a alferes da 2.ª Companhia de Caçadores, e em Outubro do mesmo ano a tenente. // A 26/2/1821, com mais dez cabecilhas, arrancou para o Rocio as forças do seu comando, com as quais, e com outras, se exigiu de D. João VI o juramento da Constituição. // Por decreto de 13/5/1821 foi nomeado capitão de infantaria e adido do Estado Maior do Rio de Janeiro. // A 26/6/1821 foi agraciado com o hábito de Cristo, cujas insígnias usou desde esse dia até à morte. // Regressou a Portugal, fazendo a sua apresentação no Quartel de São Julião da Torre. // Casou em Lisboa em 1826 com Maria Delfina, filha do “brasileiro” José Correia da Silva, de Vermoim, Famalicão, e de Rosa Grangel do Amaral, brasileira, do Rio de Janeiro, a qual foi dotada pelos pais em oito contos de réis. // Veio com a esposa para Melgaço, mas aqui viveu em sobressalto, devido à guerra civil. A maior parte dos fidalgos melgacences abraçavam a causa de D. Miguel, estando assim em campos opostos ao dele, que defendia a Carta Constitucional mandada elaborar por D. Pedro IV. Os anos passaram, e a 19/4/1834 pôde enfim aclamar D. Maria II como legítima herdeira ao trono português. // Foi provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1838 e 1839. // Reformou-se em 1843 com a patente de major, passando a adido da Companhia de Veteranos de Valença, sendo então nomeado Governador Militar da Praça de Melgaço, cargo que desempenhou enquanto foi vivo, extinguindo-se com ele. // Morreu a 31/12/1870. // Com geração.
CARDOSO, Raul. Filho de José Ferreira Alves Cardoso, natural do Porto, e de Generosa Miquelina Barreiros, solteira, natural de Monção. Nasceu na Ilha do Forno, São Nicolau, Porto, a 9/11/1901 (*). // Lê-se no “Notícias de Melgaço”: «Andou com sua avó materna (**), e seu irmão João “Cataluna”, angariando, de terra em terra, a sua subsistência até aos dez anos, idade essa com que chegou a Melgaço. Foi aqui que – graças aos corações bondosos de João Batista Reis e esposa, Laureana – acabaram os passeios turísticos do Sr. Raul…» // A partir de 1916 tornou-se músico de uma banda, tocando trombone, cujo mestre era o seu benfeitor, João Batista Reis, natural de Monção, que praticamente o adotou, ensinando-lhe o seu ofício de latoeiro e funileiro. // Casou na Vila de Melgaço, a 6/10/1924, com Maria Alzira da Costa Velho, natural da Vila de Melgaço, uma mulher dinâmica, a qual mais tarde abriu um pequeno restaurante (Casa de Pasto) na Rua Direita, Vila, perto do Solar do Alvarinho. // Depois de casado começou a trabalhar por conta própria, abrindo oficina na dita Rua Direita, nunca abandonando a banda de música dos BVM. // Trabalhou em Monção, onde fez o encanamento e esgotos do Teatro João Verde e de algumas escolas desse concelho. // Era um ótimo artista; os seus trabalhos – em folha-de-Flandres – são verdadeiras obras-primas: torre Eifel, lanternas, miniaturas diversas. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1575, de 14/11/1965, um artigo escrito por Ferreira da Silva: Morreu a 18/3/1976 e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. // A sua viúva finou-se a 10/2/1983. // Com geração. /// (*) Ver NM 1767, de 10/12/1970, e NM 1771, de 25/2/1971. /// (**) Deve ter sido com a mãe e não com a avó. // - Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 885, de 9/1/1949: «Depois de ter concluído as magníficas instalações sanitárias do hospital desta Vila e as grandiosas obras de picheleiro do Cine Teatro João Verde, de Monção, seguiu para Vila Praia de Âncora, este nosso prezado amigo, onde foi dar princípio a um trabalho de grande envergadura, da sua especialidade. As nossas felicitações.»
As terras reguengas da Caparica, propriedade do Rei desde a reconquista cristã, foram vendidas em 1593, por D. Filipe I a D. Rui Gonçalves da Câmara 1.º Conde de Vila Franca (do Campo), passando este e os seus legítimos sucessores a serem os titulares do direito tributário sobre as terras reguengas. Desde então, os sucessivos proprietários, os Marqueses de Marialva e seus rendeiros procuraram estender os limites da demarcação do reguengo, exigindo o pagamento do tributo do quarto e oitavo a fazendeiros situados fora da demarcação, dando assim origem a uma prolongada disputa judicial. A antiga demarcação do reguengo começava no lugar chamado Bicheiro e dirigia-se ao largo do Monte de Caparica, e daí prolongava-se à Torre, pelas estradas das Fontes Santas até ao Porto Brandão. No âmbito da contenda judicial que opôs os Marqueses de Marialva aos fazendeiros da Caparica, em 1758, realizou-se por solicitação do Marquês nova demarcação do reguengo, acto muito contestado por este não coincidir com os verdadeiros e antigos limites. Desde a morte de D. Rui Gonçalves da Câmara, os vários proprietários do antigo reguengo da Caparica foram: - D. Pedro de Menezes, 2.º Conde de Cantanhede, tendo herdado o reguengo por parte de sua mulher, D. Constança de Gusmão, filha de D. Rui Gonçalves da Câmara; - D. Rodrigo de Menezes e D. Guiomar de Menezes; - D. José de Menezes; - D. Pedro António de Menezes, 2.º Marquês de Marialva, 4.º Conde de Cantanhede, filho do proprietário anterior; - D. Diogo de Noronha (Angeja), 3.º Marquês de Marialva, 5.º Conde de Cantanhede; - D. Pedro de Alcântara de Menezes, 4.º Marquês de Marialva, 6.º Conde de Cantanhede, filho de D. Diogo de Noronha; - D. Diogo José Vito de Meneses Noronha Coutinho, 5.º Marquês de Marialva, 7.º Conde de Cantanhede; - D. Pedro José Joaquim Vito de Meneses Coutinho, 6.º Marquês de Marialva, 8.º Conde de Cantanhede; - O título hereditário de Marquês de Marialva e, o seu subsidiário, conde de Cantanhede foram extintos por força da Lei Mental que limita a sucessão de títulos hereditários em herdeiro varão e exclui a herança e descendência feminina bem como toda e qualquer linha colateral ou transversal do último titular. A representação do título e posse do Reguengo passa para a casa do Duque de Lafões.
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de julho de 1995 Contém os seguintes artigos: - Terraços do Tejo - Vinho produzido em Tramagal premiado a nível nacional; - Onde pára o projeto da «ponte de Tramagal»; - Banda de Rio de Moinhos faz reaparição pública; - Abrantes aprova parque industrial de Alferrarede; - Editorial «Mas o que é isto de ação social?» - Artigo sobre: Eduardo Duarte Ferreira; - Durante Orion-95, Militares preocupados com meio ambiente; - Freguesia de Alcaravela perde população; - Sardoal mais branco - Campanha da cal; - Do Entroncamento: Rua Luís Falcão Sommer reservada exclusivamente a peões; - Aproveitamento da Barragem da Lapa Para Fins Múltiplos no Sardoal - Aprovação de financiamento; - Alter do Chão, Álamo à Noite/95; - Maria Fernanda Lemos a «rainha» da chita; - Rua Dr. Francisco Nunes Correia, dois anos já passaram e os moradores esperam; - Acampamento Jobifran 95 no lugar de Madeiras, Praia do Ribatejo de 14 a 21 de agosto; - Duas entrevistas polémicas - Desertificação atinge Vila de Constância; - C+S Luís de Camões de Constância à espera de mais meios; - Andam a envenenar os pombos da Torre da Igreja Matriz de Constância; - Junta de Freguesia de Alvega - II Semana Gastronómica/Cultural; - Assembleia de Freguesia de Santa Margarida da Coutada - Moção; - Vestígios romanos em Mouriscas ameaçados pela Via Rápida - IP6; - Galinha Barreto satisfeito com festas do Gavião; - Após longa espera Santa Casa da Misericórdia de Constância vence «batalha» do Centro de Saúde; - Concerto de Trompete e Órgão na Igreja de São Vicente em Abrantes; - Contém suplemento "Quarto Crescente"; - Ambições, regulamentos e injustiças - Sport Abrantes e Benfica; - Futebol - Sorteio dos Distritais; - União Desportiva Atalaiense trinta e um anos de atividade; - Clube Desportivo de Caça e Pesca de Vila Nova da Barquinha - Informação; - Queremos jogar futebol...mas com dignidade - Praia do Ribatejo; - O futuro da Sociedade União Crucifixense - Comemoração 50 anos; - Vila de Rei - A lenda do Pego das Cancelas; - Excursão pelo Grupo Cultural e Desportivo Aldeiense e o Coral «La Passion» dia 6 de agosto; - Em Nisa, Artesanato, Gastronomia e Atividades Económicas de 28 julho a 1 agosto e Feira Regional do Alentejo; - Centro de Estudos da Universidade Internacional e os «Contactos de Cultura» - Abrantes discute cinco continentes; - Opinião: O método e o discurso de Humberto Lopes; - Vila de Constância, A mais florida da Europa? - Concurso «Vilas europeias mais floridas».
Contém os seguintes títulos: Palácio revalorizado; Tala sem passadeiras nem segurança; Polis do Cacém suscita interrogações e receios; Na abertura do ano letivo; Reprise; Praia das Maçãs em dia de festa; Querem tramar a presidente?; Figuras de Sintra na toponímia; Expo Sintra abre a 25 de Outubro; PSD/ Sintra critica gestão de Edite Estrela; Agualva Cacém vai receber estação meteorológica; Procissão ilumina noite de Aruil; Montelavar despede-se da Senhora do Cabo; Centenas correm meia maratona em S. João das Lampas; Queluz e Sintrense apresentam equipas; Queluz assume lutar por objetivos ambiciosos; Rio de Mouro recebe Senhora do Cabo; Festival de folclore na Rinchoa; Exposições; Câmara de Sintra, avido nº 14/2000; Câmara de Sintra aviso nº 15/2000; Encerramento do corredor Bus- Av. Heliodoro Salgado; Venha descobrir Sintra num dia diferente; Estrada ameaça torre; Aluimento de terras; Prejuízos de 70 por centro; Homenagem a 25 heróis; De cavalariça a restaurante; à conquista da Europa; Sexo é novidade; Bandeira azul na Praia Grande; Curso de História de arte; Folclore na Rinchoa; Cumprir a tradição; Rio de Mouro recebe Nossa Senhora do Cabo; Com garantia para dois anos; Farpa também ferem; Modas e viras; Olhar; Artesanato ao vivo; Selo de qualidade 2000; Artesãos certificados 2000; Direto ao assunto; Algueirão, obras do gás; Albarraque, buracos a mais; Pena, restaurante no Palácio; Rio de Mouro, festas de Nossa Senhora do Cabo; Junta quer casa museu em Paiões; Fogo recordado na serra; Iniciação teatral; Festival de folclore; Comerciantes perto da falência; Objetivos ambiciosos; Queijadas de Sintra; Diálogo com o leitor; Agenda cultural; Festejos de Nossa Senhora do Cabo Espichel; Ministro entrega prenda de aniversário; Formação contínua para os bombeiros; Sensações e cores em Fitares; Executivos municipais homogéneos? não obrigado!; Lixo: separar, separar; Sem lei nem segura; Paradise on earth; Sintra investe no abastecimento de água; Inicia-se uma nova fase na vida de Frederico de Almeida "Kinito"; Novo parque; Palavra ao munícipe; Nota do diretor; Pelouro da ação social e da saúde investe na qualidade de vida; Grupo de teatro UTOPIA apresenta uma mão cheia de projetos; Grupo de teatro "Tapa furos" contam "estórias elétricas"; Douglas Lima da bancada do PP na assembleia de freguesia: "Tudo seria mais fácil se as juntas tivessem mais autonomia"; Escola técnica de Aeromodelismo - os caças, com projetos ambiciosos; Vereador Matos Manso fala de novos projetos; Obras na praceta da rua Dr. João de Barros; Festejos de Nossa Senhora da Natividade; Mais dois parques totalmente recuperados; O Sintranima 2000; Recuperação da fonte de Coutinho Afonso; Notícias , rede social; Fim dos carros abandonados na freguesia; Rádio ocidente....
Os mapas apresentam a seguinte informação: Número do Distrito Administrativo; Comarca Judiciária; Divisão Militar; Freguesia; Concelho, Bispado; Denominação das aldeias, casas e mais povoações compreendidas no Distrito da freguesia; Número de fogos em cada povoação; Número de Almas em todad a freguesia; Menores até 7 anos; Número de nascimentos de um e outro sexo; casamentos; mortos. Estes documentos estão sempre assinados pelo Pároco e pelo Regedor. Apresenta os seguintes Concelhos e Freguesias: - Abrunheira: freguesias de Reveles, Verride, Vila Nova da Barca, Vinha da Rainha. - Alvares: freguesias de São Mateus, Portela do Fojo. - Ançã: freguesias de Ançã, Barcouço, Portunhos, Vila de Matos. - Arganil: freguesias de São Miguel de Celavisa, Folques, Pombeiro, Arganil, Cepos, Sarzedo, Secarias. - Avô: freguesias de Avô, Aldeia das Dez, Anceriz, Lourosa, Pomares, Piódão, Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira. - Cadima: freguesias de Cadima, Arazede, Liceia, Quintã e Tocha. - Cantanhede: freguesias de Bolho, Cantanhede, Cordinhã, Covões, Febres, Murtede, Ourentã, Outil, Pocariça, Sepins. - Coimbra: freguesias de Sé, Salvador, Santa Cruz, Santa Justa, São Bartolomeu, São Cristóvao, Almedina, São Pedro, São Tiago, Almalaguês, Ameal, Antanhol, Antuzede, Arzila, Assafarge, Botão, Brasfemes, Castelo Viegas, Ceira, Cioga do Campo, Eiras, Pampilhosa, Pedrulha, Ribeira de Frades, São Facundo, São Martinho do Bispo, São Paulo, Sernache, Souzelas, Taveiro, Torre de Vilela, Torres, Trouxemil. - Coja: freguesias de Coja, Benfeita, Cerdeira, Espariz, Meda de Mouros, Mouronho, Pinheiro, Vila Cova de Sub-Avô. - Condeixa-a-Nova: freguesias de Condeixa-a-Nova, Anobra, Belide, Bem da Fé, Condeixa-a-Velha, Sebal Grande, Vila Seca. - Fajão: freguesias de Fajão, Janeiro de Baixo, Teixeira, Unhais-O-Velho, Vidual de Cima. - Farinha Podre: freguesias de Farinha Podre, Cortiça, Covelo, Oliveira do Cunhedo e Almaça, Paradela, São Paio, Travanca. - Figueira da Foz: freguesias de São Julião da Figueira da Foz, Buarcos e Redondo, Tavarede, Vila Verde. - Góis: freguesias de Cadafaz, Colmeal, Várzea de Góis. - Lavos: freguesias de Lavos, Paião. - Maiorca: freguesias de Maiorca, Alhadas, Brenha, Quiaios, Sta. Eulália-a-Nova de Ferreira. - Lousã: freguesias de Casal de Ermio, Foz de Arouce, Serpins, Vilarinho da Lousã. - Mealhada: freguesias de Tamengos, Vacariça, Ventosa do Bairro. - Midões: freguesias de Midões, Covas e Percelada, Oliveirinha, Póvoa de Midões. - Miranda do Corvo: freguesias de Miranda do Corvo, Lamas. - Montemor-o-Velho: freguesias de Montemor-o-Velho, Gatões, Seixo de Gatões. - Oliveira do Hospital: freguesias de Oliveira do Hospital, Bobadela, Travanca de Lagos. - Pampilhosa: freguesias de Pampilhosa, Pessegueiro. - Penacova: freguesias de Penacova, Sazes do Lorvão. - Penela: freguesias de Santa Eufémia, São Miguel, Podentes. - Rabaçal: freguesias de Rabaçal, Orada, Pombalinho, Zambujal. - Santo André de Poiares: freguesias de Friumes, Lavegadas, São Miguel de Poiares. - Semide: freguesias de Semide, frações das freguesias de Ceira e de Miranda do Corvo, Rio de Vide. - Soure: freguesias de Soure, Ega, Furadouro, Vila Nova de Anços. - Tábua: freguesias de Tábua, Oliveira, Sinde. - Tentúgal: freguesias de Tentúgal e Póvoa de Sta. Cristina, São Silvestre. - Santo Varão: freguesias de: Santo Varão, Figueiró do Campo, Pereira.
Os mapas apresentam a seguinte informação: Número do Distrito Administrativo; Comarca Judiciária; Divisão Militar; Freguesia; Concelho, Bispado; Denominação das aldeias, casas e mais povoações compreendidas no Distrito da freguesia; Número de fogos em cada povoação; Número de Almas em todad a freguesia; Menores até 7 anos; Número de nascimentos de um e outro sexo; casamentos; mortos. Estes documentos estão sempre assinados pelo Pároco e pelo Regedor. Apresenta os seguintes Concelhos e Freguesias: - Almeida: freguesias de Almeida, Castelo Bom, Cinco Vilas, Freineda, Junça, Malpartida, Reigada, São Pedro de Rio Seco, Valdelamula, Vilar Formoso. - Almendra: freguesias de Almendra, Algodres, Castelo Melhor, Vilar de Amargo. - Alverca: freguesias de Alverca, Avelãs da Ribeira, Bouça Cova, Serejo, Ervas Tenras, Freixedas. - Belmonte: freguesias de Inguias, N. Sra. da Conceição. - Castelo Mendo: freguesias de Azinhal, Leomil, Parada, Porto de Ovelha. - Seia: freguesias de Paranhos, Pinhanços, Sabugueiro, São Romão, São Tiago, Tourais. - Celorico da Beira: freguesias de Rapa, Ratoeira, Vale de Azares, Velosa, Vide Entre Vinhas - Ervedal: freguesias de São Martinho, Seixo, Travancinha, Várzea. - Figueira de Castelo Rodrigo: freguesias de Penha da Águia, Quintã e Vale de Alfonsinho, Vermiosa, Vilar Torpim. - Fornos de Algodres: freguesias de Fornos de Algodres, Algodres, Casal Vasco, Cortiçô, Figueiró da Granja, Fuinhas, Infias, Matança, Queiriz, Ramirão, Sobral Pichorro, Vila Chã. - Freixo de Numão: freguesias de Cedovim, Horta, Murça, Sebadelhe, Seixas, Touça. - Gouveia: freguesias de São Julião, São Pedro, Alrote, Arcozelo da Serra, Cativelos, Folgosinho, Lagarinhos, Mangualde da Serra, Melo e Nabainhos, Moimenta da Serra, Paços, Rio Torto, São Paio, Vila Nova, Vinhó. - Guarda: freguesias de Sé, São Vicente, Adão, Aldeia do Bispo, Alvendre, Arrifana, Avelãs de Ambom, Benespera, Carvalhal Meão, Casal de Cinza, Cavadoude, Corujeira, Faia, Fernão Joanes, Maçainhas, Marmeleiro, Meios, Monte Margarida, Mizarela e Pêro Soares, Panóias, Pega, Pêra do Moço, Porcas, Porco, Pousada, Ramela, Rochoso, Santana, Seixo Amarelo, Sobral da Serra, Trinta, Vela, Vila Cortês do Mondego, Vila Fernando, Vila Franca, Vila Garcia. - Jarmelo: freguesias de São Pedro, Santa Maria e São Miguel; Castanheira e Rabaça; Codesseiro; Lamegal e Penha Forte; Pínzio, Cheiras e Trocheiros; Pomares, Argomil, Ribeira dos Carinhos e Toito. - Linhares: freguesias de Linhares, Carrapichana, Figueiró da Serra, Freixo da Serra, Juncais, Mesquitela, Prados, Salgueirais, Vide do Monte, Vila Cortês, Vila Franca e Cabra, Vila Ruiva. - Loriga: freguesias de Loriga, Alvoco da Serra, Cabeça, Teixeira, Valezim, Vide. - Manteigas: freguesias de Santa Maria, São Pedro, Sameiro. - Trancoso: freguesias de Santa Maria, N. Sra. da Fresta, São João [Baptista[ de Intra [Muros], São Pedro e anexas [S. João Extra-Muros e S. Tiago], Aldeia Nova, Aldeia Velha, Carnicães, Castanheira, Cogula, Cótimos, Fiães, Frechão, Freches, Granja e Moimentinha, Guilheiro, Moreira de Rei, Moreirinhas, Palhais, Póvoa do Concelho, Póvoa d'El Rei, Reboleiro, Rio de Mel, Sebadelhe, Souto Maior e Falachos, Tamanhos, Terrenho, Torre do Terrenho, Torres, Valdujo, Vila Franca, Vila Garcia e Freixial, Vilares e Maçal da Ribeira. - Trevões: freguesias de Santa Marinha de Trevões, Castanheiro, Espinhosa, Paredes, Penela, Pereiro, Póvoa, Riodades, Valongo, Várzea. - Valhelhas: freguesias de Valhelhas, Aldeia do Mato, Famalicão, Gonçalo, Sarzedo, Vale de Amoreira, Verdelhos. - Vila Nova de Foz Côa: freguesias de Vila Nova de Foz Côa, Muxagata. - Vilar Maior: freguesias de Vilar Maior, Rebolosa, Seixo do Côa, Vale das Éguas, Vale Longo.
Os mapas apresentam a seguinte informação: Número do Distrito Administrativo; Comarca Judiciária; Divisão Militar; Freguesia; Concelho, Bispado; Denominação das aldeias, casas e mais povoações compreendidas no Distrito da freguesia; Número de fogos em cada povoação; Número de Almas em todad a freguesia; Menores até 7 anos; Número de nascimentos de um e outro sexo; casamentos; mortos. Estes documentos estão sempre assinados pelo Pároco e pelo Regedor. Apresenta os seguintes Concelhos e Freguesias: - Almeida: freguesias de Almeida, Castelo Bom, Cinco Vilas, Freineda, Junça, Malpartida, Reigada, São Pedro de Rio Seco, Valdelamula, Vilar Formoso. - Almendra: freguesias de Almendra, Algodres, Castelo Melhor, Vilar de Amargo. - Alverca: freguesias de Alverca, Avelãs da Ribeira, Bouça Cova, Serejo, Ervas Tenras, Freixedas. - Belmonte: freguesias de Inguias, N. Sra. da Conceição. - Castelo Mendo: freguesias de Azinhal, Leomil, Parada, Porto de Ovelha. - Seia: freguesias de Paranhos, Pinhanços, Sabugueiro, São Romão, São Tiago, Tourais. - Celorico da Beira: freguesias de Rapa, Ratoeira, Vale de Azares, Velosa, Vide Entre Vinhas - Ervedal: freguesias de São Martinho, Seixo, Travancinha, Várzea. - Figueira de Castelo Rodrigo: freguesias de Penha da Águia, Quintã e Vale de Alfonsinho, Vermiosa, Vilar Torpim. - Fornos de Algodres: freguesias de Fornos de Algodres, Algodres, Casal Vasco, Cortiçô, Figueiró da Granja, Fuinhas, Infias, Matança, Queiriz, Ramirão, Sobral Pichorro, Vila Chã. - Freixo de Numão: freguesias de Cedovim, Horta, Murça, Sebadelhe, Seixas, Touça. - Gouveia: freguesias de São Julião, São Pedro, Alrote, Arcozelo da Serra, Cativelos, Folgosinho, Lagarinhos, Mangualde da Serra, Melo e Nabainhos, Moimenta da Serra, Paços, Rio Torto, São Paio, Vila Nova, Vinhó. - Guarda: freguesias de Sé, São Vicente, Adão, Aldeia do Bispo, Alvendre, Arrifana, Avelãs de Ambom, Benespera, Carvalhal Meão, Casal de Cinza, Cavadoude, Corujeira, Faia, Fernão Joanes, Maçainhas, Marmeleiro, Meios, Monte Margarida, Mizarela e Pêro Soares, Panóias, Pega, Pêra do Moço, Porcas, Porco, Pousada, Ramela, Rochoso, Santana, Seixo Amarelo, Sobral da Serra, Trinta, Vela, Vila Cortês do Mondego, Vila Fernando, Vila Franca, Vila Garcia. - Jarmelo: freguesias de São Pedro, Santa Maria e São Miguel; Castanheira e Rabaça; Codesseiro; Lamegal e Penha Forte; Pínzio, Cheiras e Trocheiros; Pomares, Argomil, Ribeira dos Carinhos e Toito. - Linhares: freguesias de Linhares, Carrapichana, Figueiró da Serra, Freixo da Serra, Juncais, Mesquitela, Prados, Salgueirais, Vide do Monte, Vila Cortês, Vila Franca e Cabra, Vila Ruiva. - Loriga: freguesias de Loriga, Alvoco da Serra, Cabeça, Teixeira, Valezim, Vide. - Manteigas: freguesias de Santa Maria, São Pedro, Sameiro. - Trancoso: freguesias de Santa Maria, N. Sra. da Fresta, São João [Baptista[ de Intra [Muros], São Pedro e anexas [S. João Extra-Muros e S. Tiago], Aldeia Nova, Aldeia Velha, Carnicães, Castanheira, Cogula, Cótimos, Fiães, Frechão, Freches, Granja e Moimentinha, Guilheiro, Moreira de Rei, Moreirinhas, Palhais, Póvoa do Concelho, Póvoa d'El Rei, Reboleiro, Rio de Mel, Sebadelhe, Souto Maior e Falachos, Tamanhos, Terrenho, Torre do Terrenho, Torres, Valdujo, Vila Franca, Vila Garcia e Freixial, Vilares e Maçal da Ribeira. - Trevões: freguesias de Santa Marinha de Trevões, Castanheiro, Espinhosa, Paredes, Penela, Pereiro, Póvoa, Riodades, Valongo, Várzea. - Valhelhas: freguesias de Valhelhas, Aldeia do Mato, Famalicão, Gonçalo, Sarzedo, Vale de Amoreira, Verdelhos. - Vila Nova de Foz Côa: freguesias de Vila Nova de Foz Côa, Muxagata. - Vilar Maior: freguesias de Vilar Maior, Rebolosa, Seixo do Côa, Vale das Éguas, Vale Longo.
Poeta de graciosa inspiração, autor de versos que ficaram dispersos por revistas e jornais literários. Grande amante de Arte foi, durante muitos anos, o animador da Sociedade Nacional de Belas-Artes, que lhe ficou a dever relevantes serviços como Secretário-Geral. Publicou. O título de 2.º Visconde de Idanha foi-lhe renovado, em verificação de segunda vida, por Decreto de D. Carlos I de Portugal. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_Rego_Correia_Freire_Manoel_Torres_de_Aboim
Projecto do perfil nº 1 ao perfil nº 178 na extensão de 4.542.80 m. Peças escritas: memória descritiva, medições, orçamento, mapa de expropriações. Relatório do projectista sobre a reelaboração do projecto.
Orçamento e medição da obras do 2º lanço de Porto de Moz à Lagoa de Alvados na extensão de 6.913,12 m.
Projecto do 2º lanço de Porto de Moz à Lagoa de Alvados na extensão de 6.913,12 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, série de preços e bases para a sua composição - e peças desenhadas - planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte.
Projecto da ponte da Fernia Grande instruído com memória, medições, bases de preços, orçamento e desenhos.
Projecto do lanço do Esteiro de Alverca às Fragosas. Variante entre o Esteiro de Alverca e o Bulhaco na extensão de 5.027,14 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços e orçamento - e peças desenhadas - planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte.
Processo do concurso para arrematação da construção de uma obra de arte situada na ED144, entre o lugar da Coutada e o Rio Sizandro. Minuta do anúncio, condições do concurso público, caderno de encargos, medições, orçamento e desenhos.
Parecer do Conselho de Obras Públicas e Minas sobre o projecto e orçamento do lanço entre a Quinta do Egipto e Parceiros de São joão, na extensão de 4.568,20 m. Outra documentação relacionada com a elaboração e aprovação do projecto.
Planta e perfil longitudinal de desvio da ER59 aos Km2 e Km3. Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas e outra documentação relacionada com a pretensão da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.
Projecto do lanço da Estação do Caminho de Ferro Americano ao Cais de São Martinho, na extensão de 692 m. Peças escritas: memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços e orçamento. Peças desenhadas: planta geral, planta parcelar, perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte. Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas.
Refere-se à recusa da licença solicitada pelo seu irmão Luís José Sampaio, para "beijar a Real Mão do Príncipe Regente e para oferecer os seus serviços em qualquer repartição de mar ou terra. O autor roga a António de Araújo de Azevedo, [Ministro da Marinha e do Ultramar], que interceda junto de S.A.R. a fim de obter a referida licença e que lhe remeta o Aviso necessário.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, propondo a comutação da pena de morte em que fora condenado um militar pelos crimes de homicídio na forma tentada e roubo.