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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério do Reino acerca da proposta feita pelo governador civil de Bragança de anexação das freguesias de Cabeça Boa e Cabeça de Mouro, no concelho de Moncorvo, por não poderem separadamente constituir administração paroquial, devido ao diminuto número de cidadãos recenseados como elegíveis para cargos paroquiais em qualquer uma das freguesias.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca dos requerimentos de José Daniel da Franca Matos em que pede a entrega do edifício onde esteve estabelecido o recolhimento de São João Batista da cidade de Tavira e o pagamento dos foros em dívida pelo referido edifício, na importância de 75 mil réis e na razão de 15 mil réis por ano.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Guerra acerca do pedido de comutação da pena a que foi condenado o réu António Bernardo, por crimes de furto, extravio de artigos militares e fuga e, encontrando-se na praça de São Julião da Barra a cumprir pena, fuga da mesma praça, em 27 de abril de 1883.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda. Pronuncia-se sobre a "reversão das pensões" ou "sobrevivência das pensões", mais concretamente sobre a interpretação do artigo 3.º da lei de 23 de junho de 1879, que determina que "as sobrevivências constantes do artigo 18.º dos atuais do montepio oficial continuarão a favor dos atuais pensionistas, mas somente entre ascendentes e descendentes".
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de comutação da pena imposta ao réu António Dias, em Coimbra, condenado, na comarca de Anadia, em 1859, a pena de morte pelos crimes de homicídio voluntário e roubo, pena comutada na de trabalhos públicos perpétuos, a cumprir pena na cadeia de Santa Cruz.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca da dúvida do provedor da Real Casa Pia de Lisboa sobre o "modo e época do pagamento das quotas" de aposentação ou reforma aos empregados daquela instituição. O ajudante do procurador-geral refere que a resposta cabal a esta questão é dada pelo decreto de 14 de outubro de 1886.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca da autorização requerida ao Governo pelo cabido da Sé Catedral do Porto para a venda de 3500$000 réis em inscrições que lhe foram averbadas na Junta do Crédito Público, Secção da Desamortização, como emprego do preço da remição de um domínio direto pertencente ao mesmo cabido.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre o requerimento em que o conde e a condessa de Lindoso se propõem comprar à Fazenda Nacional, pela quantia de 200 mil réis a quota hereditária ou legado com que a Fazenda foi contemplada no testamento de António Joaquim de Barros Lima Alpoim e Meneses.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre se a António Gomes Pólvora, atual possuidor de um prédio na vila de Sesimbra, deve ser exigida a importância dos foros de 1869 a 1874, pelo facto de o ter comprado em hasta pública na execução que a Fazenda Nacional promoveu contra o antigo enfiteuta, António da Silva Brasileiro, por foros em dívida.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca da reclamação de António Gomes Santiago, na qualidade de tutor das suas irmãs, Júlia e Augusta, contra a contribuição de registo liquidada no processo n.º 568, relativo à doação feita pelo seu falecido tio, António Lourenço, alegando ter sido já paga em março de 1883.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha acerca do pedido de perdão da pena a que foi condenado o corneteiro António Martins dos Santos, pelos crimes de coligação e ofensa corporal num superior, na insubordinação que teve lugar a bordo da corveta Mindelo, ancorada no Tejo, em estado de desarmamento. O ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda mantém o parecer emitido em 1888.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha acerca do pedido de perdão da pena a que foi condenado o grumete Manuel Bernardino, pelo crime de insubordinação que teve lugar a bordo da corveta Mindelo, ancorada no Tejo, em estado de desarmamento. O ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda mantém o parecer emitido em 1888.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha acerca do pedido de comutação da pena a que foi condenado o réu António Maria, grumete de primeira classe do corpo de marinheiros da armada, pelo crime de insubordinação praticado, no dia 5 de julho de 1887, a bordo da corveta Sagres, no Rio Douro, em Massarelos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral do Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins. Sobre o requerimento do 1.º cabo José Francisco Duarte, em que solicita ser indultado da pena de 3 anos de prisão militar em São Julião da Barra. Fora condenado por crime de embriaguez, comportamento indigno no quartel, desobediência a superior, ameaças de morte ao tenente Carvalho, abandono de posto da guarda em que era comandante, infração disciplinar e coligação com outros para abandono de posto de guarda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do processo de recurso extraordinário interposto por Maria da Glória Pereira de Magalhães e seu marido, para não pagamento da contribuição de registo que foi liquidada a Maria da Glória, filha espúria mas perfilhada pelo pai antes do código civil, pelo legado de 8000$000 réis com que foi contemplada pelo seu pai.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão da pena a que foi condenado o réu Bernardo Simões, na comarca de Arganil, pelo crime de envenenamento da sua sogra e de dois sobrinhos menores, sem ter ocorrido a morte de nenhuma das vítimas, alegando tratar-se de um erro judiciário. O pedido foi apresentado pela esposa do réu.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre o procedimento que o Governo deve adotar em vista de telegramas recebidos de Londres relativamente ao contrato celebrado em 6 de junho de 1888 com a Casa Baring Brothers e C.ª de Londres, publicado no Diário do Governo n.º 158, de 14 de julho de 1888.
Voto em separado do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca sobre o requerimento em que a viscondessa de Ruães, tendo renunciado ao usufruto da herança do seu irmão, Jácome, requer que, em virtude da cessação desse usufruto, sejam anuladas as treze prestações não vencidas da contribuição de registo que lhe foi liquidada. O relator do parecer aprovado foi o ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho.
Venda da herdade dos Álamos, localizada no termo de Évora, no caminho do Vimieiro, realizada por Lopo de Almeida, fidalgo da Casa do Rei e seu capelão, a Pedro Gomes Teixeira, licenciado, do Desembargo Régio, e a Catarina Rodrigues de Carvalho, por noventa e oito mil reais brancos. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa dos compradores
Luís Martins, dito carvoeiro, morador em Évora, vende a João Gonçalves, carreteiro, e a sua mulher, Inês Fernandes, uma casa, localizada em Évora, em frente ao curral da obra e da adega de Fernando Eanes, carreteiro, e parte com João Touregão, por sete mil e setecentos reais. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora, horta de Nuno Vaz de Vila Lobos
Emprazamento, em três vidas, de uma vinha, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada no termo da cidade, junto ao referido mosteiro, a Antão Álvares, filho de Álvaro de Aguiar, hortelão, e a Leonor Martins, moradores na cidade, por quarenta reais, pagos pelo São Miguel de Setembro. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Emprazamento, de um pomar e de dois chãos com oliveiras, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizados no termo de Arraiolos, a Gonçalo Eanes, oleiro, e a Beatriz Eanes, moradores em Arraiolos, por dois alquieres e meio de azeite, pagos no dia um de Março. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
D. Jaime, fidalgo da casa do duque, e sua mulher, Dona Leonor da Silveira vendem a João Torregão, escudeiro do rei, e a sua mulher, Beatriz Martins, a herdade do Codesal, localizada no termo de Évora, que parte com uma herdade das freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, por sessenta mil reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de D. Jaime, fidalgo da casa do duque
Emprazamento, em três vidas, de uma eira de telhal e de um chão, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizados na cidade, fora dos muros da mesma, junto à Porta de Alconchel, a Álvaro Monteiro e a Inês Dias, por trezentas telhas, pagas em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Traslado de uma carta régia de confirmação de novo aforamento em três vidas de uma vinha no sítio do Degebe, termo de Évora, a Catarina Figueira, mulher de Manuel Carvalho, moradores em Évora, pelo comendador da comenda de São Miguel da Freiria da dita cidade. Carta emitida na sequência do pedido feito por Catarina Figueira. Traslada a carta de aforamento feita em 13 de Dezembro de 1644. Redactor: Estevão Tavares, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Doação que faz Marinha Vicente, moradora em Montemor-o-Novo, criada de Domingas Anes, feira, já falecida, ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, de todos os seus bens de raiz que tem na vila de Montemor-o-Novo. Está presente a abadessa do mosteiro, Maria Anes. Redactor: Gomes Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Ante as casas de Clara Domingues, viúva de Gonçalo [...] Carvalho (?)
Dona Inês, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, afirma ter feito doação de duas herdades (herdade dos Mogos e herdade de Pardielas), localizadas no termo da cidade. Em virtude dessa doação apenas ter sido feita vocalmente, faz, através desta carta, a escritura da referida doação. Afirma que o mosteiro possui licença régia para receber os bens. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Venda de umas casas, localizadas em Évora, na rua da Freiria, por Álvaro Fernandes, escudeiro, criado de Rui Sousa, e sua mulher, Beatriz Álvares, a João Fernandes, criado de Diogo Pires, cavaleiro da casa do rei e da ordem de Santiago, e sua mulher, Maria Fernandes, por sete mil reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Emprazamento, em três vidas, de um ferragial, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizado junto da vila, no Paço da Rosa, a Fernão Dias Carvalho, escudeiro, e Catarina Fernandes, moradores na referida localidade, por vinte e oito reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: João da Costa, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casas de Álvaro Gil
Beatriz Gonçalves, viúva de Pedro de Castro, trazia aforadas umas casas da igreja de Santiago de Évora, localizadas em Évora, junto ao Muro Quebrado, por vinte reais, pagos pelo Natal. Pede autorização à igreja para vender o domínio útil das casas a Luís Álvares, escrivão perante os vigários, por dois mil reais brancos. Beatriz Gonçalves é representada por Diogo Pereira, escudeiro do duque de Viseu. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Os clérigos da igreja de São Pedro de Évora concedem autorização a Guiomar Rodrigues, filha de Rodrigo Anes da Regueira, para vender o domínio útil de uma casas, da referida igreja, localizadas na cidade, na rua dos Mercadores, a Lopo Martins, tecelão, e a Mécia Gomes. Os clérigos autorizam a venda. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Emprazamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora a Lopo Rodrigues Alcatruz e a sua mulher, Maria Marques, moradores em Évora, de quatro courelas de terra que já tinham sido vinha, no termo da cidade, no caminho do Ameixial, por quatro libras da moeda antiga, pagas pelo São Martinho. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Fernando Anes e sua mulher, Beatriz Fernandes, foreiros da igreja de São Pedro de Évora, afirmam existir um contencioso entre eles e a referida igreja, relativo à posse de dois ferragiais. Os foreiros com o objectivo de terminarem a contenda vendem o domínio útil dos ferragiais, por mil e duzentos reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Fernando Anes, vendedor
Rodrigo Anes barbeiro e sua mulher, Beatriz Fernandes, solicitam autorização aos clérigos da igreja de São Pedro de Évora para venderem, a Fernão Gonçalves, chameudo, e a Catarina Anes, o domínio útil de uns pardieiros, na travessa de São Pedro, que traziam aforados e pelos quais pagavam vinte reais e uma galinha, pelo Natal. Os clérigos autorizaram a transacção. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora. Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro.
Encampação realizada entre a igreja de São Pedro de Évora e Maria Pobre, moradora na cidade, no bairro de São Mamede. Esta trazia aforada uma vinha, da referida igreja, localizada junto ao Degebe, no caminho de Estremoz, por quarenta reais, pagos pelo Natal. A referida foreira, por não conseguirem cumprir as condições impostas no contrato, pede que os clérigos lhe recebam a propriedade. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Leonor Rodrigues, viúva de Fernão Vaz, alegando a sua velhice, renuncia à posse de umas estalagens, da igreja de São Pedro de Évora, localizadas na cidade, pelas quais pagava novecentos reais e seis galinhas. Estabelece-se que a foreira usufrua, das referidas estalagens, até à sua morte, momento em que a igreja entrará em posse real, corporal e efectiva do imóvel. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora. Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro.
Emprazamento, em três vidas, de uma horta com dois ferragiais, da igreja de São Pedro de Évora, localizada na cidade, junto à Porta de Avis onde se encontra o chafariz do concelho, a Fernão Nunes Macho e a Constança Lopes, por quatrocentos reais e cinco galinhas, pagos pelo Natal e pelo São João. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Afonso, criado de Francisco Machado e Agostinha Gomes. Estes traziam emprazadas uma casas, da referida igreja, localizadas em Évora, na rua das Empardadas. Após terem recebido autorização dos clérigos para realizarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil das casas a Guiomar Çapata, por dez mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Instrumento de posse, pelo qual os clérigos da igreja de São Pedro de Évora, na pessoa de Fernão Lourenço, prior, tomam posse em dois ferragiais, localizados no termo da cidade, pelo caminho do Redondo, que estiveram envolvidos numa contenda entre os referidos clérigos e Fernando Anes, escudeiro e criado de Dom Diogo de Castro, e sua mulher Beatriz Fernandes. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora
Mor Gonçalves, mulher de Afonso de Borba, solicita autorização, aos clérigos da igreja de São Pedro de Évora, para vender o domínio útil de uma horta com dois ferragiais, da referida igreja, localizada na cidade, junto à Porta de Avis, a Pedro Afonso, hortelão, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, por cinco mil e duzentos reais. Os clérigos da igreja autorizam a venda. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da igreja de São Pedro
Emprazamento, em uma vida, de um ferragial da igreja de São Pedro de Évora, localizado no termo da cidade, abaixo do chafariz que está à Porta de Avis, no caminho de Santa Maria do Espinheiro, a João Pires, escudeiro, criado de Gonçalo Falcão, falecido, e a sua mulher Catarina Nunes, por dois reais de prata, pagos por Santa Maria de Agosto. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Demanda entre os cónegos da Sé de Évora, os vigários do bispo e os clérigos da igreja de São Pedro por causa de uma terra, localizada no termo da cidade, aos colos caminho da Retorta. Fazendo composição amigável as ditas parte acordaram que a dita terra ficava à igreja de São Pedro, sendo por isso demarcada com marcos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do Cabido da Sé
«O Mensageiro» (ano VI, n.º 276, p. 1) - Artigo dos padres José Ferreira de Lacerda e Júlio Pereira Roque, descrevendo o entusiasmo da diocese de Leiria por ocasião da nomeação do prelado sucessor de D. Manuel de Aguiar [1790-1815]. Inclui uma carta de Joaquim José Carvalho, dirigida a António Lino Neto, com considerações sobre o padre José Ferreira de Lacerda, acusado de dirigir uma campanha contra o remetente e de ofender a autoridade eclesiástica através de informações veiculadas pelo jornal «O Mensageiro».
Cópia da inscrição latina, e sua tradução, esculpida na pedra principal lançada no alicerce da construção da nova Igreja de São Nicolau, iniciada em 1 de setembro de 1776, a qual foi benzida pelo Arcebispo de Lacedemónia, Dom António Bonifácio Coelho, tendo por ministros assistentes o Prior da patriarcal e paroquial Igreja de Santa Maria Madalena, João Álvares de Carvalho e o Prior de S. Julião, António José Palma.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Pronuncia-se sobre a legalidade da prática seguida na Diocese de Goa que exigia, para a celebração do casamento , a passagem de licenças sujeitas a comparticipação emolumentar (mandados de recebimento ou de casamento), tendo presente que em 1862 fora aprovada legislação que expressamente extinguira no Distrito Administrativo de Goa, os mandados de casamento.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Esclarece o modo como devem ser resolvidas algumas situações geradas pela aprovação da lei de 29 de abril de 1875 e do seu Regulamento de 20 de dezembro do mesmo ano, que extinguiu a condição servil dos libertos nas colónias portuguesas, mas que manteve o trabalho obrigatório para os que tinham sido escravos, obrigando-os a contratar os seus serviços por dois anos, de preferência com o antigo patrão.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Aprecia várias questões jurídicas colocadas pela circunstância de ter sido pronunciado pela prática do crime de peita, suborno e concussão, o Procurador dos Negócios Sínicos de Macau, António Feliciano Marques Pereira (natureza da Procuratura dos Negócios Sínicos e das Juntas de Justiça de Macau; eventual existência de privilégio de foro a favor António Feliciano Marques Pereira).
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre as duas propostas, do Conde de Claranges Lucotte, Hermano Frederico Moser e Henrique Maia Cardoso e de A. de Almeida Campos, procurador de John Alexander Fladgate, barão de Roeda, para construção de um muro de cais e aterros e prevendo a construção e exploração de diversas infraestruturas e edifícios.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, que examina o concurso para o provimento do lugar de substituto das cadeiras de Comércio, Economia Política, Princípios de Direito Administrativo e Comercial, da Academia Politécnica do Porto. O concurso foi objeto de protestos por dois dos concorrentes: Florido Teles de Meneses e Vasconcelos e Teófilo Braga. O parecer conclui pela inexistência de motivos que justifiquem a anulação do concurso.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa sobre os requerimentos para pagamento de vencimentos em dívida a funcionários falecidos: Nº 44 - Maria Emília Bastos de Figueiredo; Nº 45 - Maria José de Carvalho e filha; Nº 46 - Maria da Conceição e filho; Nº 47 - Joana de Faro da Costa Pereira Calheiros Barros e outros; Nº 48 - Joaquina Marques Brandão Lousada. (V. PGR/03/01/34 - Registo de processos entrados para consulta).
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Examina pedido urgente e confidencial do Ministério do Reino que comunica ter o Conde Vedor da Casa Real recebido comunicação da existência de um depósito de jóias oculto no Palácio de Queluz, por ocasião da retirada da família real em 1833. O autor da comunicação pretendia receber metade do valor do tesouro que viesse a ser encontrado.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Responde à questão de saber se os chefes de família inválidos estão obrigados à contribuição que consiste na prestação de trabalho até três dias, que nos termos legais impende sobre os proprietários, feitores, rendeiros ou colonos que forem chefes de família ou de estabelecimento e estiverem colectados em contribuição predial, industrial ou pessoal.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Abstém-se de se pronunciar sobre a legalidade das reuniões promovidas pela Associação Fraternidade Operária, por não dispor de informação sobre a finalidade dessas reuniões. Refere todavia o que defendera no parecer de 23 de junho de 1871 (Conferências do Casino): que o Governo deve impedir a realização de reuniões "onde sejam ofendidas as leis do Estado, e os princípios da ordem pública".
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. A propósito da não aprovação pelo Conselho de Distrito de Lisboa das verbas do orçamento da Câmara Municipal de Lisboa destinadas aos talhos municipais, examina a legislação portuguesa sobre "o fornecimento de carnes verdes" e aprecia a conveniência da existência de talhos municipais em concorrência com o comércio particular de carne.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Pronuncia-se sobre o pedido de dissolução da Junta Geral do Distrito de Angra do Heroísmo, em virtude de esta ter resolvido eliminar do orçamento distrital a verba destinada à manutenção da escola normal primária e ter ainda votado a extinção do corpo de polícia civil da capital do distrito.
Consulta acerca do requerimento em que Miguel da Silva Dias de Carvalho e outros pedem a entrega dos juros do depósito pertencente à falecida depositante Joaquina Pereira da Silva. Contém ofício da Repartição da Caixa Económica Portuguesa da Caixa Geral de Depósitos e Instituições de Previdência, de 15 de março de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 30 de março, expedido a 5 de abril, escrito sobre o ofício.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca do requerimento de Francisco de Azevedo e Sá e mais herdeiros do falecido Conde de Farrobo, em que pedem ao governo que se habilite com a necessária autorização do corpo legislativo para proceder a uma transação para embolso da quantia que Lino da Silva e Manuel Joaquim Pimenta e Companhia lhes movem execução pelo ágio do papel moeda.
Voto em separado do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro relativo ao parecer solicitado pelo Ministério da Fazenda, de que foi relator o Procurador-Geral João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre as dúvidas suscitadas acerca da vigência do regimento da Chancelaria-Mor da Corte e Reino de 16 de janeiro de 1589 na parte relativa aos "velhos direitos de chancelaria", após a promulgação do decreto de 31 de dezembro de 1836
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca de requerimento de António Domingues em que solicita á Junta de Crédito Público que lhe passe uma declaração, que como cidadão espanhol está isento da contribuição de registo pela herança de 1:000$000 de réis em títulos de dívida interna fundada portuguesa, que recebeu do seu falecido irmão Francisco Domingues.
Voto em separado do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Camarate relativo ao parecer de que foi relator o Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre a indemnização pedida por Luís da Costa de Oliveira Falcão, na qualidade de herdeiro do representante da empresa das obras da barra da Figueira da Foz, Jacinto da Silva Falcão.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Supremo Tribunal de Justiça acerca da requerimento em que o conselheiro de Estado efetivo João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens requer que lhe seja concedida a sua aposentação no lugar de Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, do qual ainda não foi exonerado, com o ordenado por inteiro, adicionado com o terço.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda, acerca de se proceder à liquidação dos vencimentos que deixaram de receber os cinco bacharéis demitidos no governo miguelista, Francisco de Paula Aguiar Ottolini, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, José Maria de Lemos Carvalho Sousa Beltrão, José Maria da Silva Pinto e José Luís Rangel de Quadros.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha acerca da reclamação da companhia Brazilian Submarina Telegraph contra a contribuição predial que lhe foi lançada, em São Vicente de Cavo Verde, por umas casas que mandou construir para habitação dos seus empregados, alegando ter-lhe sido concedida isenção pelo artigo 29.º do seu contrato, aprovado por decreto de 13 de novembro de 1872.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda. Refere que não existem no processo elementos suficientes que permitam apreciar a questão e requer, entre outras, informações complementares acerca do direito da Fazenda Nacional sobre o foro e sobre a execução que a Fazenda promoveu contra o representante dos condes de Melo por foros atrasados.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda. Pronuncia-se acerca da isenção de contribuição de registo nas transmissões de propriedade ou capitais existentes em país estrangeiro, a propósito do pedido de restituição de uma verba de contribuição feito por Maria Ferreira Passos Melo, relativo à transmissão operada pela morte do autor da herança em 24 de maio de 1879.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre o processo em que o delegado do Tesouro no distrito de Lisboa pede que se lhe informe "o modo como deve ser pago o selo dos anúncios postos nos panos de boca de alguns teatros, bem como o dos anúncios que se encontram em alguns estabelecimentos, de baixo de vidro e presos a bancas por aros ou molduras de metal".
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Guerra acerca do pedido de comutação da pena imposta ao soldado José de Freitas pelos crimes de não ter apresentado diversos artigos do seu fardamento na revista de 8 de dezembro de 1885 e de, nessa ocasião, ter ofendido por palavras o cabo que tinha de dar parte do extravio.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão dos réus António Neto e António Carrapato, condenados, na comarca da Figueira da Foz, em 1871, a trabalhos públicos perpétuos no Ultramar pelos crimes de fogo posto e assassínio. Por motivo de saúde, os réus não chegaram a ir para o degredo, conservando-se na Cadeia Civil de Lisboa.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho acerca do pedido de comutação da pena imposta a António Soares, condenado a dez anos de degredo pelo crime de roubo e, depois, estando a cumprir a pena na ilha do Sal, novamente processado pelo crime de arrombamento, fuga da cadeia e roubo com arrombamento, sendo condenado a mais três anos de degredo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre os requerimentos de António Júlio Ayo, José Concio Garcia, Porfírio Bolota, Manuel Jacinto Gomes, Alexandre de Carvalho, José Maria Simão, António Augusto Chaves, Manuel António Lobão e João Henriques, em que pedem perdão das penas de prisão e multa a que foram condenados pelo crime de dano na freguesia de Vilar de Amares, Castelo Rodrigo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre a liquidação da contribuição de registo relativa ao legado de 3500$000 réis em inscrições, cujo usufruto a falecida viscondessa de Azarujinha deixou a António Xavier Pinto de Campos e cuja propriedade deixou à filha deste, Maria da Luz Pinto de Campos, entretanto falecida, solteira e intestada.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do processo em que o visconde de Juromenha, João António de Lemos Pereira de Lacerda, pede melhoria de subsídio da mercê da sobrevivência da propriedade do ofício de tesoureiro da Alfândega do Porto, por motivo de falecimento da sua mãe e das suas irmãs Maria Joana, Maria da Penha e Maria do Carmo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do processo de reclamação de Francisco António Cabral de Almeida Carneiro, em que pede a restituição da contribuição de registo que lhe foi liquidada por transmissão "causa mortis" de propriedades ulteriormente reivindicadas, relativas à herança de Manuel Monteiro da Fonseca Quaresma e, posteriormente, à da mulher deste, Teresa Guilhermina, tia do requerente.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Henriqueta Rosa de Melo pede a substituição de um título provisório ao portador do empréstimo de 4% de 1888 do valor nominal de 22$500 réis, alegando que o adquiriu por compra e que o perdeu num incêndio que teve lugar na sua residência, na madrugada do dia 29 de junho de 1888.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha sobre o pedido feito pela Companhia dos Álcoois de Portugal para que, não podendo levar a efeito as obras cuja concessão foi objeto do decreto de 2 de agosto de 1888, lhe seja restituído o depósito de 3 contos de réis que fez nos termos do artigo 12 daquele decreto.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Diogo António Correia de Sequeira Pinto, dirigido ao Ministro da Justiça, remete cópias da promoção feita pelo agente do Ministério Público no processo relativo a factos pelos quais foi arguido o conselheiro Mariano Cirilo de Carvalho por António Narciso Rebelo Alves Correia. Declara ainda, não ter dado instruções ao Ministério Público para a dita promoção do processo.
Rui Martins de Carvalho, cavaleiro da Casa do Conde de Faro, refere que tem parte na quinta do Paço, localizada no termo de Arraiolos, que recebeu por via de seu casamento com uma filha de Pedro de Castro. Solicita ao monarca que lhe fosse reconhecida a posse da referida quinta. O monarca reconhece-lhe a posse da herdade. Redactor: João Mateus, escrivão Localidade de redacção: Évora
Luís de Matos, escudeiro do rei, morador em Olivença, e Joana Carvalho vendem a Lopo Vaz de Camões, fidalgo da casa do rei, e a Inês Dias, moradores em Évora, um terço de uma herdade, localizada no termo de Évora, no caminho de Sousel, por trinta e sete reais. Redactor: Álvaro Afonso, tabelião geral do reino Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Casa de Diogo Afonso de Aguiar, cavaleiro do rei e tesoureiro que foi do príncipe
Emprazamento, em duas vidas, de umas casas, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizadas na cidade, na rua de Rui Pires Gaiteiro, a Fernão Nunes, genro de Gomes Rodrigues partidor do cabido da Sé da cidade, e a Beatriz Gomes, por cem reais brancos e duas galinhas, pagos em dia de São João Baptista. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Gil Martins Vieira, barbeiro, morador na cidade trazia emprazada uma casa, da referida igreja, localizada na cidade, à Porta Nova, por cento e dezasseis reais e duas galinhas, pagos pela Páscoa. Após ter recebido autorização dos clérigos para efectuar a transacção, o foreiro vende o domínio útil da casa a Rui Fernandes, barbeiro, e a Isabel Dias, sua mulher, por treze mil reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Gonçalves Zagalo, lavrador, e sua mulher, Mor Fernandes, que traziam emprazada, em três vidas, uma vinha, da referida igreja, localizada no termo da cidade, no caminho do Álamo, por trinta reais brancos, pagos pelo São Martinho. Os foreiros pedem à igreja que aceite a vinha. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços dos tabeliães
Venda que faz João Gonçalves, raçoeiro da igreja de Santiago de Évora, a Vasco Pires, criado do rei, e a sua mulher, Beatriz Pires, moradores em Évora, de umas casas com celeiro, situadas na cidade na rua dos Ferradores, por três mil reais brancos. As casas eram foreiras à igreja de Santiago de Évora em cem reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Beatriz Gonçalves, viúva de Pedro de Castro, solicita autorização aos clérigos da igreja de São Pedro de Évora para vender, a Luís Álvares, o domínio útil de uma casa, localizada na cidade, ao Muro Quebrado, que trazia emprazada em três vidas e pela qual pagava vinte reais pela Páscoa. A casa foi vendida por mil reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Aforamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora a João Dias, tabelião, e a sua mulher, Maria Esteves, de uma só casa, por dez soldos antigos, pagos por São João Baptista, com condição de um responso cada ano para sempre em dia certo pela alma de Vasco Vicente, prior da igreja de Santiago. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento de uma adega com sua loiça de Rodrigo do Airo, clérigo de missa e [raçoeiro na igreja de São Pedro de Évora], localizada na cidade, na travessa do Muro Quebrado, à igreja de São Pedro, por quinhentos reais, pagos pelo São Martinho. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Rodrigo de Airo, clérigo de missa
Habilitação por óbito de: 1.º herança:Domingos José de Carvalho, viúvo de Maria Dias 2.º Herança:Maria da Conceição Dias de Carvalho 3.º e 4.º Herança: Olívia Dias de Carvalho e seu marido António Leite 5.º Herança: Rosa Dias de Carvalho 6.º Herança: Padre António José de Carvalho a) Manuel Lopes de Freitas b) Afonso da Costa Bravo c) Geraldino Ferreira Herdeiros da 1.º herança, filhas: a) Maria da Conceição Dias de Carvalho b) Olivia Dias de Carvalho c) Rosa Dias de Carvalho d) Padre António José de Carvalho e) Ana Dias de Carvalho casada com João Leite Herdeiros da 2.º herança, irmãos: a) Olívia Dias de Carvalho b) Rosa Dias de Carvalho c) Padre António José de Carvalho d) Ana Dias de Carvalho Herdeiros da 3.º e 4.º, herança, filhas: a) Ana Dias Leite, que também usa Ana Leite Dias b) Maria da Conceição Leite Dias de Carvalho Herdeiros da 5.º herança, A- irmãos: a) António José de Carvalho b) Ana Dias de Carvalho casada com João Leite B- sobrinhos: 1- Ana Dias Leite ou Ana Leite Dias casada com Vasco Dias Fernandes 2- Maria da Conceição Leite Dias de Carvalho Herdeiros da 6.º herança, Sobrinha: a) Maria da Conceição Leite Dias de Carvalho Livro Nº 27 B-79(V)
Remição dos foros de 0$20 e duas galinhas com vencimento a 24 Junho e do foro de 0$01,3 com vencimento a 24 de Junho e do laudémio de 8-1, impostos em dois prédios urbanos sob os n.º 96 a 98 e 100 a 106, sitos na Rua Rodrigues de Carvalho, antiga Rua do Souto, freguesia de São João do Souto, da cidade de Braga. A remissão foi requerida ao abrigo do decreto n.º 29840, de 19 de Agosto de 1939 por José da Silva Pereira de Vasconcelos.