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Admite que possam ter existido erros no que diz respeito à política do ministério Regenerador, mas diz estar de consciência tranquila.
Aconselha a recondução do General Henrique de Oliveira Rodrigues no exercício do cargo de Presidente do Supremo Tribunal Militar. Em anexo, proposta do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.
Declara que Henrique Burnay partiu para o Porto para combater a candidatura de Mariano de Carvalho; dá conta que tem conseguido reunir algum apoio financeiro; anuncia um conjunto de individualidades que auxiliarão o Partido Regenerador no Porto.
Informa que o Governo deliberou apoiar a sua candidatura por um dos círculos vagos e que é seu desejo apresentá-la pelo círculo de Braga. Pergunta se essa solução é do agrado do visconde de Margaride, Luís Cardoso Macedo.
Critica a estratégia da calúnia desenvolvida pela oposição e sugere que não seja permitido aos padres utilizarem o púlpito ou o adro para o difamarem ou injuriarem. Sugere que José Mota percorra as aldeias pedindo votos a conhecidos e desconhecidos. Pede protecção para o seu compadre que é administrador do concelho de Vila Nova de Famalicão e pretende ser transferido para Braga.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério da Fazenda, de 10 de março de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 22 de março, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 4.ª Secção da Repartição dos Correios da Direção-Geral dos Correios e Telégrafos do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 5 de maio de 1899, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 15 de junho.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 16 de janeiro de 1901, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 26 de janeiro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Repartição do Pessoal da Direção-Geral de Obras Públicas e Minas, da Secretaria de Estado dos Negócios das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de fevereiro de 1901, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 9 de março.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério da Fazenda, de 30 de junho de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de julho, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Caixa Geral de Depósitos, de 23 de agosto de 1902, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de setembro, escrito sobre o ofício.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Marinha.
Informa que Diogo Freitas do Amaral reassumirá o seu mandato de deputado, cessando os poderes de deputado de Narana Coissoró, que o substituiu.
Informa do pedido de renúncia apresentado pelo deputado Diogo Freitas do Amaral e a sua substituição por Narana Coissoró.
Acusa a receção da carta e emite os seu parecer no que refere à inserção do Serviço de Coordenação da Extinção da PIDE/DGS e LP nas Forças Armadas.
Solicita uma lista dos assuntos que deverão constar expressamente do enunciado de uma política de defesa nacional, em termos de programa de governo. Alerta para a distinção entre política de defesa e conceito estratégico de defesa nacional.
Informa que em Lisboa o Partido Regenerador teve maioria nas eleições. Acredita que houve fraude no recenseamento no Porto.
Pede ao conde de Margaride que convença Bernardino Rebelo a ir a Vila Real votar na eleição dos maiores contribuintes.
Pede para confirmar se José Moreira recebeu uma carta sua e se este fez alguns trabalhos nas eleições a favor do Partido Regenerador; afirma nada saber das candidaturas de Gonçalves e Vieira de Castro no Porto e revela surpresa com a eleição do Mariano; pede para vigiar o major Bernandes para perceber se o seu "auxílio eleitoral" é sincero.
Informa que foi discutida na Câmara eletiva a questão que opõe Guimarães a Braga e que o Governo defende uma conciliação entre as duas cidades; anuncia a exoneração do marquês de Valada
Reage aos insultos e agressões que os procuradores de Guimarães forma sujeitos em Braga e não vê inconveniente na separação do concelho de Guimarães do distrito de Braga. No entanto, pretende ouvir os representantes do distrito antes de tomar uma decisão definitiva.
Informa que já deu ordem para que se proceda à transferência de Manuel Inácio, Batalhão de Infantaria n.º 3, para caçadores do mesmo n.º em Bragança.
Apela à intervenção do conde Margaride no círculo de Guimarães, durante as eleições gerais. Relembra o envio do Batalhão de Caçadores 7 para a cidade e o mal-estar que isso causou em Valença.
Elogia o desempenho do conde Margaride no cargo de governador civil do Porto; acredita ter tomado a melhor decisão ao demitir o Governo; anuncia que o Partido Regenerador irá concorrer em toda a parte nas eleições gerais; questiona sobre os círculos no distrito de Braga e do Porto em que Partido terá mais possibilidades.
Assinala a passagem do primeiro aniversário da morte do conde de Margaride, Luís Cardoso Martins da Costa Macedo.
Realça a importância da vitória nas eleições suplementares para o Governo. Destaca os poderes que o governador civil possui para manter a ordem pública.
Revela preocupação com as noticias que dão conta de uma derrota eleitoral e sobre a possível agitação política provocada pela oposição.
Informa que houve um acentuar do conflito entre as cidades de Guimarães e de Braga. Não se opõe à anexação de Guimarães ao distrito do Porto.
Informa que os procuradores de Guimarães à Junta Distrital foram objecto de uma ação concertada que incluiu injúrias e apedrejamentos. Solicita a desanexação de Guimarães do distrito de Braga.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério da Fazenda, de 11 de setembro de 1909, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 22 de setembro, escrito sobre o ofício.
Contêm o contrato de empreitada e respetivos anexos, inclui ainda a garantia bancária
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça.
Carta de Manuel de Mello Sampayo solicitando ao Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, que receba António Cyrne, portador de todos os elementos para a organização da I. A. S. F. I..