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Contém ofício da Contabilidade de Marinha do Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar, de 27 de outubro de 1903, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 13 de novembro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral do Ultramar da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, de 18 de fevereiro de 1904, e minuta do ofício expedido pela Procuradoria-Geral da Coroa e Fazenda, em 23 de fevereiro. Tem junto outro ofício da mesma proveniência, de 30 de janeiro de 1904, e minuta do ofício expedido, em 8 de fevereiro.
Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 19 de novembro de 1903, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 16 de janeiro de 1904.
Contém ofício da Caixa Geral de Depósitos, de 21 de dezembro de 1906, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 26 de janeiro de 1907, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério da Fazenda, de 13 de março de 1907, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 23 de março, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 5.ª Repartição da Direção-Geral da Secretaria da Guerra, de 16 de março de 1907, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 23 de março, escrito sobre o ofício.
Ofício do Ministério da Fazenda - Direcção-Geral da Contabilidade Pública e parecer, escrito sobre o ofício.
Ofício do Ministério do Reino - 3ª Repartição da Direcção-Geral da Contabilidade Pública e parecer, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério da Fazenda, de 17 de fevereiro de 1908, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 24 de fevereiro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério da Fazenda, de 17 de janeiro de 1908, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 21 de janeiro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Instrução Secundária, Superior e Especial, do Ministério do Reino, de 8 de junho de 1908, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 2 de julho.
Contém ofício da 5.ª Repartição da Direção-Geral da Secretaria da Guerra, de 27 de março de 1901, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 2 de abril de 1901, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, de 21 de junho de 1844, e minuta do parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda de 13 de agosto de 1844, escrita sobre o ofício.
Contém ofício da 1.ª Repartição da Administração Militar, de 5 de janeiro de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de janeiro, escrito sobre o ofício.
Comunica a suspensão temporária do mandato de deputado de Diogo Freitas do Amaral e a sua substituição por Narana Coissoró.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera o ano de 1982 crucial porque é o ano de revisão constitucional, porque é o período decisivo para o ataque à crise económica e financeira e para as negociações de adesão à Comunidade Europeia. Aborda as estratégias da adversários da Aliança Democrática.
Comunica a suspensão temporária do mandato de deputado de Diogo Freitas do Amaral e a sua substituição por Narana Coissoró. Anexado o ofício GP/840/92 de Diogo Freitas do Amaral a solicitar a suspensão do mandato de deputado.
Aconselha o governo português a comunicar ao governo de Luanda algumas verificações e conclusões que foram retiradas da análise dos artigos do "Expresso", sobre a alegada "Operação Kubango", pela DINFO do EMGFA. Em anexo, o projecto de "aide-mémoire" elaborado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Justifica a nomeação do recebedor de Guimarães e pede ao visconde de Magaride para não se demitir das funções de governador civil de Braga.
Recomenda o seu parente, Pedro Roberto da Cunha e Silva, que visita o Minho em trabalho (chefe da Divisão Geral das Matas).
Informa que o negócio do escrivão da Fazenda será resolvido e que conta com o apoio e influência do visconde de Margaride para que a candidatura de Lopo Vaz triunfe.
Considera pouco sólido o pedido de demissão do visconde de Margaride do cargo de Governador Civil de Braga, em virtude dos resultados eleitorais no círculo de Braga.
Informa que convidou José Maria Fonseca a entrar activamente na luta eleitoral e pede ao conde de Margaride que faça o mesmo.
Relata as dificuldades em obter financiamento para o Partido Regenerador e realça o empenho na vitória do Bonfim no Porto.
Justifica a impossibilidade de aceder a um pedido do visconde de Margaride relacionado com a Recebedoria de Guimarães.
Admite que possam ter existido erros no que diz respeito à política do ministério Regenerador, mas diz estar de consciência tranquila.
Aconselha a recondução do General Henrique de Oliveira Rodrigues no exercício do cargo de Presidente do Supremo Tribunal Militar. Em anexo, proposta do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.
Declara que Henrique Burnay partiu para o Porto para combater a candidatura de Mariano de Carvalho; dá conta que tem conseguido reunir algum apoio financeiro; anuncia um conjunto de individualidades que auxiliarão o Partido Regenerador no Porto.
Informa que o Governo deliberou apoiar a sua candidatura por um dos círculos vagos e que é seu desejo apresentá-la pelo círculo de Braga. Pergunta se essa solução é do agrado do visconde de Margaride, Luís Cardoso Macedo.
Critica a estratégia da calúnia desenvolvida pela oposição e sugere que não seja permitido aos padres utilizarem o púlpito ou o adro para o difamarem ou injuriarem. Sugere que José Mota percorra as aldeias pedindo votos a conhecidos e desconhecidos. Pede protecção para o seu compadre que é administrador do concelho de Vila Nova de Famalicão e pretende ser transferido para Braga.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério da Fazenda, de 10 de março de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 22 de março, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 4.ª Secção da Repartição dos Correios da Direção-Geral dos Correios e Telégrafos do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 5 de maio de 1899, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 15 de junho.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 16 de janeiro de 1901, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 26 de janeiro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Repartição do Pessoal da Direção-Geral de Obras Públicas e Minas, da Secretaria de Estado dos Negócios das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de fevereiro de 1901, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 9 de março.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério da Fazenda, de 30 de junho de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de julho, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Caixa Geral de Depósitos, de 23 de agosto de 1902, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de setembro, escrito sobre o ofício.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Marinha.
Informa que Diogo Freitas do Amaral reassumirá o seu mandato de deputado, cessando os poderes de deputado de Narana Coissoró, que o substituiu.
Informa do pedido de renúncia apresentado pelo deputado Diogo Freitas do Amaral e a sua substituição por Narana Coissoró.
Acusa a receção da carta e emite os seu parecer no que refere à inserção do Serviço de Coordenação da Extinção da PIDE/DGS e LP nas Forças Armadas.
Solicita uma lista dos assuntos que deverão constar expressamente do enunciado de uma política de defesa nacional, em termos de programa de governo. Alerta para a distinção entre política de defesa e conceito estratégico de defesa nacional.
Informa que em Lisboa o Partido Regenerador teve maioria nas eleições. Acredita que houve fraude no recenseamento no Porto.
Pede ao conde de Margaride que convença Bernardino Rebelo a ir a Vila Real votar na eleição dos maiores contribuintes.
Pede para confirmar se José Moreira recebeu uma carta sua e se este fez alguns trabalhos nas eleições a favor do Partido Regenerador; afirma nada saber das candidaturas de Gonçalves e Vieira de Castro no Porto e revela surpresa com a eleição do Mariano; pede para vigiar o major Bernandes para perceber se o seu "auxílio eleitoral" é sincero.
Informa que foi discutida na Câmara eletiva a questão que opõe Guimarães a Braga e que o Governo defende uma conciliação entre as duas cidades; anuncia a exoneração do marquês de Valada
Reage aos insultos e agressões que os procuradores de Guimarães forma sujeitos em Braga e não vê inconveniente na separação do concelho de Guimarães do distrito de Braga. No entanto, pretende ouvir os representantes do distrito antes de tomar uma decisão definitiva.
Informa que já deu ordem para que se proceda à transferência de Manuel Inácio, Batalhão de Infantaria n.º 3, para caçadores do mesmo n.º em Bragança.
Apela à intervenção do conde Margaride no círculo de Guimarães, durante as eleições gerais. Relembra o envio do Batalhão de Caçadores 7 para a cidade e o mal-estar que isso causou em Valença.
Elogia o desempenho do conde Margaride no cargo de governador civil do Porto; acredita ter tomado a melhor decisão ao demitir o Governo; anuncia que o Partido Regenerador irá concorrer em toda a parte nas eleições gerais; questiona sobre os círculos no distrito de Braga e do Porto em que Partido terá mais possibilidades.