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Informa que envia o “Diário do Minho” com uma notícia sobre o pleito que o levou a Lisboa.
Trata do caso de Alfredo Pimento no Supremo Tribunal Administrativo.
Participa que remete as fotografias e que posteriormente enviará mais.
Alude às visitas de Alfredo Pimenta e ao seu quotidiano.
Participa que Manuel Martins foi absolvido e que gostou do artigo de Alfredo Pimenta sobre o salário, publicado n’ “A Voz”.
Participa que gostava de ler, nas férias, o livro acerca do julgamento de Laval e que envia o livro sobre o julgamento de Maurras.
Desculpa-se por não o ter visitado. Contém uma carta de Eduarda para Maria Gracinda a justificar-se por não a ter visitado.
Tece comentários elogiosos à conferência de Alfredo Pimenta.
Relata a conversa com o Henrique Cabral acerca da publicação de um artigo de Alfredo Pimenta no “Correio do Minho”.
Fala sobre um julgamento, um artigo de Alfredo Pimenta, o seu voto e o comportamento desprestigiante de alguns colaboradores do Estado Novo.
Trata de um livro de Alfredo Pimenta que o Feio elogia e da colaboração no “Correio do Minho e na Victória”.
Comunica que lhe transmitirá aquilo que o Dória, o Feio e o M. [Araújo] lhe disserem.
Agradece a tarde passada com Alfredo Pimenta e família.
Justifica o seu voto. Contém uma cópia datilografada da carta justificativa do seu voto.
Agradece a oferta do trabalho A senhora de “Pangim”, de Alfredo Pimenta.
Comunica que transmitiu a mensagem de Alfredo Pimenta ao Dr. Manuel Monteiro.
Justifica-se por não lhe ter escrito. Trata da publicação do artigo de Alfredo Pimenta na “Revista”. Agradece o jornal e refere que apreciou a ótima resposta de Alfredo Pimenta
Pergunta se é verdade que o opúsculo “António Sardinha e o Grupo Recreativo dos Trinta-e-seis” não está à venda em Lisboa porque foi proibido ou o mandou retirar da venda. Informa que já veio autorização para sair a Revista e que aguarda o artigo de A. Feio e de Almeida Braga.
Trata da suspensão da venda de um livro de Alfredo Pimenta, em Guimarães.
Tece comentários elogiosos ao último e penúltimo artigos de Alfredo Pimenta publicados n’ “A Esfera”.
Refere os motivos pelos quais não se encontrou com Alfredo Pimenta, em Lisboa.
Fala sobre a sua estadia nas termas. Tece comentários elogiosos sobre o artigo de Alfredo Pimenta publicado n’ “A Nação”. Participa o título do livro a que se referiu na casa de Alfredo Pimenta.
Tece comentários elogiosos ao último livro de Alfredo Pimenta.
Dá o seu parecer jurídico sobre o caso da Academia Portuguesa da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta acerca da fita cinematográfica sobre a vida de Luís de Camões. Fala da questão da [Academia Portuguesa da História]. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Tece comentários elogiosos ao livro “Eu e as Novidades” e ao artigo publicado no jornal “A Voz”, de Alfredo Pimenta.
Justifica-se por não lhe ter escrito nem visitado. Fala sobre a avaliação da Repartição de Finanças. Convida-o a visitá-lo. Participa que o caminho que termina no penedo de Alfredo Pimenta está concluído.
Esclarece o mal-entendido sobre o aniversário de Maria Gracinda. Participa que deverá ir a Lisboa em abril e que conversarão sobre o caso de Alfredo Pimenta.
Participa que junta as letras. Tece comentários elogiosos ao último número d’e “A Nação” e ao artigo de Alfredo Pimenta.
Justifica-se por não lhe ter agradecido pessoalmente. Tece comentários elogiosos ao livro “D. João III”, de Alfredo Pimenta.
Agradece o volume da coleção “Clássicos Portugueses” e a dedicatória. Participa que esteve em Lisboa e que o foi visitar à Torre do Tombo, não o encontrando, e, devido aos afazeres profissionais, não o pode procurar mais.
Participa que a Biblioteca Pública de Braga não tem a obra “A Velhice do Padre Eterno”.
Informa que lhe comunicará o motivo pelo qual o Luís Braga não realizou a conferência.
Trata da autorização para publicação de uma revista, do Afonso Lopes e da conversa que teve com António Dória sobre Alfredo Pimenta.
Agradece a oferta e elogia o livro “Idade-Média [(Problemas & Soluções)]”, de Alfredo Pimenta.
Justifica-se por não ter respondido à carta de Alfredo Pimenta.
Fala sobre a consideração que Abel de Andrade nutre por Alfredo Pimenta e sobre um processo judicial.
Trata do paradeiro de António da Gama Lobo Xavier e do processo judicial sobre um sinistro.
Fala da sua vida pessoal, do livro “Contra a Democracia”, de Alfredo Pimenta, do “Agora” e das eleições. Felicita-o pelo cargo de diretor da Torre do Tombo.
Informa sobre um processo judicial. Agradece o convite e lamenta não ter assistido à conferência.
Pede informações sobre o “Agora”. Tece comentários críticos aos oradores da conferência que se realizou no Teatro Circo e comenta a sua participação.
Participa que envia o recebido, espera o novo trabalho de Alfredo Pimenta e está a chegar a época do regresso à Madre Deus. Contém um recibo de liquidação de juros.
Comunica que a reunião foi adiada e por isso, vão almoçar no maravilhoso Estoril Palácio Hotel.
Aquando da visita a Guimarães para presidir às cerimónias da fundação de Guimarães e de elevação a cidade.
Desculpa-se por não acusar a receção das cartas e queixa-se por não ter um secretariado para o ajudar.
Tece comentários elogiosos ao artigo «Eleições livres, farsantes!?», de Alfredo Pimenta, no jornal “Correio da Manhã”. Destaca a frase «Esta vitória é um pouco a minha vitória». Manifesta o seu reconhecimento pelo trabalho de Alfredo Pimenta em prol da Causa Monárquica e refere o trabalho e esforço de muitos anónimos. Disserta sobre o destino de Portugal.
Trata do envio de um número do “Arquivo” pretendido por Alfredo Pimenta.
A edição de obras de Raul Brandão. Envia algumas edições da Portugália Editora.
Solicita a lista dos suplementos literários que se publicam em Portugal.
Renova o pedido a Alfredo Pimenta para que interceda a seu favor junto de Rui Ulrich, vice-presidente do Conselho de Administração da Companhia, relativamente a um lugar que pretende.
Pede a Alfredo Pimenta para o informar se a relação dos livros que lhe envia tem algum tipo de valor.
Declara-se um admirador e saúda-o pela campanha nacionalista. Critica D. Pedro IV e o liberalismo.
Agradece a oferta da conferência de Alfredo Pimenta n’ Academia.
Agradece o trabalho “Dois vimaranenses na obra de António Sardinha” e o "Boletim de Trabalhos Históricos", vol. 29, de 1978.
Agradece a Manuel Alves de Oliveira a publicação oferecida “Nas asas do “urubu” à descoberta do novo Brasil”.
Agradece a atenção dispensada por Alfredo Pimenta ao seu pedido e a intervenção junto da Direção Geral do Ensino Técnico.
Pede a intervenção de Alfredo Pimenta junto do diretor geral do Ensino Técnico.
Pede ajuda num processo disciplinar que lhe foi instaurado e que resultou na suspensão do exercício das suas funções.
Refere o corte de Alfredo Pimenta com a república e adesão à monarquia. Lamenta a opção e contesta o rumo tomado.
Declara o seu pessimismo em relação à política em Portugal; revela que está a estudar inglês e que irá aceitar um lugar em Londres, de chefe de recepção no Hotel Palace. Incita Alfredo Pimenta a arriscar e a deixar Portugal.
Critica os republicanos e os monárquicos. Declara que, em tese, prefere a república. Manifesta o seu ceticismo em relação ao futuro de Portugal, independentemente do regime.