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Agradece as esplêndidas tarde e noite na Madre Deus. Revela que envia, por correio, a “Vida Mundial “e que, afinal, não é o Rolão que se refere a Alfredo Pimenta, mas sim o jornalista. Confessa-se arreliado com a sua falha de memória.
Manda um abraço amigo. Participa que a catedral é maravilhosa.
Tece comentários elogiosos ao livro de Alfredo Pimenta. Participa que remete os livros por um cliente seu.
Agradece as provas de estima e de amizade. Manifesta o maior reconhecimento pela forma admiravelmente carinhosa com que foram tratados em Lisboa.
Alude ao envio do [Correio do Minho]. Participa que envia o artigo «Portugal e as suas Rainhas», publicado no jornal “O Primeiro de Janeiro”, que talvez interesse a Alfredo Pimenta.
Trata da conversa com Amândio César acerca da publicação da alocução e do envio do “Correio do Minho” ao Dr. João de Almeida.
Participa que, por questões inadiáveis de trabalho, teve que adiar a sua ida ao Porto para tratar do assunto de Alfredo Pimenta.
Comunica que envia, em anexo, uma carta do Dr. Jaime Dagoberto de Melo Freitas e pergunta o que lhe pode dizer sobre o assunto.
Trata dos números dos fascículos – caso de Bordéus.
Participa que envia umas fotografias, com pouca qualidade, do passeio de 5 de outubro ao Monte de São Miguel. Fala dos candidatos à presidência das Câmaras de Braga e de Amares.
Manifesta a sua satisfação por Alfredo Pimenta ir a Braga proferir uma conferência e oferece hospedagem. Revela os nomes dos presidentes para as [Câmaras] de Braga e Guimarães.
Informa Alfredo Pimenta sobre o aproveitamento escolar do Joaquim Fernandes Martins. Alude à polémica entre si e o padre Manuel Faria sobre os concertos no Círculo de Cultura Musical e à «crítica» à violinista Ginette Neveu
Participa que pode contar incondicionalmente consigo e que António Dória é um bom amigo de Alfredo Pimenta. Fala sobre a letra.
Informa sobre os ofícios da Direção Distrital de Finanças acerca das certidões passadas pelo Arquivo Municipal de Guimarães e do despacho ministerial relativo aos censos da Colegiada da Nossa Senhora da Oliveira.
Agradece a prova tipográfica com a referência a um antepassado seu. Participa que viu, na secção «Bazar [das Letras»] do jornal [A Voz], o estudo sobre a data da descoberta do Brasil e que vai acompanhando todo o percurso de Alfredo Pimenta
Envia um abraço de parabéns pela notável resposta ao Grupo Recreativo dos Trinta-e-seis acerca do caso de António Sardinha. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Agradece a oferta de “Breves Notas ao Soneto Alma Minha Gentil...” Comunica que já mandou entregar os exemplares destinados a Araújo e a António Dória.
Agradece a gentileza em ter feito seguir, para Lisboa, a recomendação.
Agradece a tarde que passaram juntos. Refere que inclui os elementos que dizem respeito à sua sobrinha.
Comunica que nada tem a agradecer e que, felizmente, se alcançou o objetivo.
Pede para o avisar logo que tenha tomado conhecimento da ida do processo para o Domingos Moreira e indicar a morada deste. Tece comentários sobre o dia que passou com Alfredo Pimenta.
Tece comentários elogiosos às fotografias. Participa que o tempo inconstante e chuvoso prejudicou o seu projeto e que, quando chegar a Braga, o informará se tiver correspondência de Lisboa.
Fala da sua vida profissional. Combina um passeio. Informa sobre um processo judicial a correr termos no S.T.A.
Fala sobre um processo e sobre o artigo acerca de acidentes de trabalho e respetiva legislação.
Agradece as referências que constam do artigo publicado n’ “A Voz”. Tece comentários sobre o artigo.
Comunica os dias em que o artigo de Alfredo Pimenta vai ser publicado e anunciado no “Correio do Minho”.Agradece a oferta do livro e a dedicatória.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta sobre a sua intervenção no processo judicial e pede permissão para as publicar no “Diário do Minho”. Fala do caso em que o pedreiro é parte no processo.
Tece comentários elogiosos ao artigo intitulado «No meu Posto» publicado no jornal “A Nação”.
Comunica o preço da telha. Fala sobre a nomeação e tomada de posse de Aurora Fernandes.
Informa sobre um processo judicial. Participa que estará presente na conferência «Palavras à Juventude», de Alfredo Pimenta.
Informa sobre carta de Augusto Cerqueira acerca do seu acidente de trabalho. Contém uma carta autógrafa de Augusto Cerqueira sobre o acidente que sofreu.
Fala sobre o impacto que causou, em Braga, a atitude d’ A Voz e do artigo de Alfredo Pimenta. Pede para enviar as fotografias a Canto e Castro.
Trata da construção de um muro. Participa que soube do passeio por M. Araújo e que quase se encontravam.
Participa que já obteve a autorização no passaporte e agradece. Revela que o Bernardo vai para Lisboa e que aparecerá para agradecer e colher ordens que ele tenha de dar para França. Refere que o cônsul em Bordéus está ao seu dispor e, por isso, agradece a indicação dos números que Alfredo Pimenta deseja obter de uma obra. Tece comentários ao artigo sobre as Cartas da D. Amélia.
Participa que tem prazer em lhe oferecer os livros e que sempre que precise de algum livro, jornal ou revista, seja o que for, de França, terá somente que escrever ao seu filho.
Trata da obtenção do «visto» no passaporte do seu filho Bernardo.
Refere que, sem falta durante a semana, irão a Lisboa, agradecer-lhe.
Tece comentários elogiosos à “Carta”, de Alfredo Pimenta. Informa que vai ver um concerto com a Orquestra Sinfónica do Porto e cantado pela russa Mascia Predit. Revela que gostou de ler as palavras de Alfredo Pimenta referentes a A. Dória.
Manifesta a sua admiração por Alfredo Pimenta. Pergunta se Alfredo Pimenta está interessado em colaborar no Diário do Minho, com uma crónica internacional, e em que condições.
Enaltece Alfredo Pimenta. Fala sobre a conversa de Alfredo Pimenta com o Bernardo.
Informa sobre os prazos judiciais das partes numa ação de acidente.
Tranquiliza Alfredo Pimenta em relação aos prazos do recurso.
Agradece as provas de amizade. Deseja as melhoras a Alfredo Pimenta.
Tece comentários elogiosos à conferência de Alfredo Pimenta proferida na Academia das Ciências e aos artigos sobre Itália.
Fala sobre o emprego para o protegido de Alfredo Pimenta.
Participa que tratará, com todo o prazer, do pedido de emprego do abade de Atães. Contém uma carta do padre de Atães a pedir um emprego para um amigo.
Trata da carta que escreveu a Alfredo Pimenta a desabafar e do julgamento do seu filho Bernardo. Oferece hospedagem e pergunta em que dia chega.
Trata do processo judicial em que Alfredo Pimenta é uma das partes.
Participa o dia do julgamento. Comunica que ficou contente com a atribuição a Alfredo Pimenta de um dos prémios instituídos pelo Secretariado da Propaganda Nacional e com o voto do Dr. Manuel Múrias.
Participa que gostou de ler e de dar a ler ao filho Bernardo a sessão na Assembleia Nacional de França. Agradece a pronta atenção de Alfredo Pimenta ao caso Melo Freitas.
Informa sobre o preço do livro “Últimas Gerações de Entre Douro e Minho”.
Agradece o telegrama a desejar boa Páscoa e participa que teve. Acusa a receção da carta com a informação que lhe pediu.
Comunica que Alfredo Pimenta está sempre presente no seu pensamento e que já adquiriu um livro para ele. Tece comentários elogiosos à catedral.
Informa sobre um processo judicial. Participa que leu, com prazer, as reportagens sobre a conferência de Alfredo Pimenta.
Comunica que vai ver se encontra o livro. Tece comentários elogiosos a Barcelona.
Comunica que teve pena de não estar no escritório para o poder abraçar. Tece comentários ao artigo sobre o juramento das testemunhas, de Alfredo Pimenta, publicado no jornal "A Voz".
Participa que entregaram as malas com os livros que eram de Sá Tinoco. Contém uma carta de Sá Tinoco a esclarecer Alfredo Pimenta sobre as malas com livros que foram devolvidas.
Comunica que só vão para Funde -Vila no início de agosto. Revela que têm muito que falar pois têm muitas vitórias para comemorar.
Tece comentários elogiosos a um opúsculo de Alfredo Pimenta.
Contém o endereço de Guimarães de Alfredo Pimenta. Participa que foi dada ordem.
Participa que envia uma cópia da carta que remeteu ao padre João Gonçalves depois de saber quais as peças do seu processo.
Tece comentários elogiosos ao discurso de Alfredo Pimenta proferido em Guimarães. Manifesta a sua satisfação com a crítica de Alfredo Pimenta a António Cabral. Fala sobre o padre João Gonçalves.
Participa a razão pela qual não lhe possível cumprimentar Alfredo Pimenta. Agradece a oferta do livro “D. João III” e participa que se referiu a ele no julgamento do Banco do Minho.
Participa que tinha intenção de ir à Madre Deus dar-lhe um abraço, mas não lhe foi possível devido ao trabalho. Revela quando vai para Funde – Vila.
Tece comentários sobre a exposição de Alfredo Pimenta à Assembleia Nacional acerca da sua contenda com a Academia Portuguesa da História. Relata a conversa com M. Araújo acerca do aniversário de Alfredo Pimenta. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Revela que, em relação ao diretor das Obras Públicas, brevemente lhe contará pois vai a Lisboa dentro de oito ou dez dias. Tece comentários elogiosos ao artigo «A Morte do Herdi», de Alfredo Pimenta.
Trata do início dos trabalhos forenses, da comunicação de Fernando Vilaça e do emprego para o protegido de Alfredo Pimenta.
Enaltece a atitude e a amizade de Alfredo Pimenta em relação ao Bernardo.
Tece comentários elogiosos à conferência de Alfredo Pimenta.
Expõe as razões pelas quais não assistiu à conferência de Alfredo Pimenta proferida no Porto.
Acusa a receção do dinheiro para o pagamento dos juros e participa que envia o recibo. Lamenta não ter estado presente na conferência de Alfredo Pimenta e participa que ainda se fala muito nela.
Agradece o número do “Diário de Lisboa” onde vinham os dois sonetos à memória do Dr. José Leite de Vasconcelos, que muito apreciou. Participa que brevemente escreverá acerca da estrada.
Acusa a receção do dinheiro para o pagamento dos juros e participa que envia o recibo. Tece comentários elogiosos à crítica de Alfredo Pimenta a Carlos Olavo
Comunica que está sempre presente. Envia um grande abraço.