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Manifesta desagrado. Elogia os artigos de Alfredo Pimenta.
Transmite a opinião negativa de Queirós. Tece comentários aos artigos da sua autoria. Manifesta desagrado por não conseguir que publiquem os seus artigos.
Participa o envio de missiva.
Evidencia a situação precária em que se encontra e comenta sobre a tentativa de colocação no “Diário de Notícias”.
Informa sobre abertura de escolas primárias em Bragança, Guarda e Faro. Manifesta vontade em conseguir nomeação para qualquer uma delas.
Agradece a oferta da edição do “Fuero”. Destaca e elogia os artigos sobre "A cruz" e os "Judeus".
Trata sobre a recomendação de Salazar ao Ministro da Educação e ao Ferro para uma vaga.
Trata do pedido de apoio a Alfredo Pimenta para ingressar no Magistério Primário.
Solicita ajuda a Alfredo Pimenta para obter colocação nas novas escolas do Magistério Primário.
Recorda para não mencionar sobre objeto e seu conteúdo na presença de J. de Almeida.
Trata sobre o pedido de apoio a Alfredo Pimenta para o ajudar a obter um cargo junto do Ministro.
Tece comentários sobre Leónidas, Lusol, Belarmino Pedro e António Cruz.
Agradecimentos pelo artigo de opinião de Alfredo Pimenta sobre a sua pessoa e o seu livro.
Comenta as suas relações com Jerónimo de Almeida e sente-se confrangido com a orientação poética dele. Participa o envio de uma certidão para a obtenção de colocação na escola. Solicita elementos sobre as obras em curso de Alfredo Pimenta para referência bibliográfica na secção literária do jornal. Pede o livro “Essai sur la Psycologie” para completar a sua tese.
Escreve um conjunto de citações religiosas.
Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Justifica com aspetos da vida o envio de uma nova missiva para Salazar. Manifesta desapontamento por Alfredo Pimenta não a ter lido. Tece críticas a Salazar.
Participa que o portador é um antigo condiscípulo.
Deseja boas festas e um ano novo cheio de prosperidades.
Apresenta cumprimentos.
Participa que envia a pretensão da sua afilhada.
Felicita pelo aniversário. Elogia os artigos publicados na "A Esfera".
Elogia a campanha presidencial de Diogo Freitas do Amaral. Existe o envelope (recortado).
Trata de um pedido de recomendações.
Agradece a oferta do opúsculo “As festas dos Centenários”.
Agradece as referências ao seu trabalho. Agradece a oferta do trabalho de Alfredo Pimenta e desvaloriza o caso da polémica com a “Novidades”.
Trata de uma nomeação para um lugar de contínuo da Câmara.
Apresenta a mais profunda solidariedade ao Grupo Parlamentar do CDS e ao governo, em virtude do acidente de Camarate.
Contesta a afirmação, publicada n’ “A Voz”, sobre a existência de católicos de esquerda.
Envia um cartão de cumprimentos e um folheto a divulgar uma festa na República Domus Quieta, de Coimbra. Contém várias assinaturas de estudantes de Coimbra.
Trata da questão dos católicos face aos conflitos.
Sabbam todos que em presença do onrrado varom dom….. e vigaijro geeral em essa meesma dado pelo onrrado padre….. pela graça de deus Bispo de Lixboa dado em Coaiutor pela Eygreia de Roma….. onrrado padre e senhor dom Johanne pola graça de deus arcebispo de Bragaa. presente mjm….. tabaliom dessa meesma e as testemunhas adeante scritas. o Religiosso varom dom Domingos dominguiz priol do mosteyro de Souto da ordem de santo Agostinho do arcebispado de Bragaa. em seu nome e do Canuento do dito mosteyro cuio procurador era per huma carta de procuraçom feita em papel e seelada do seelo do dito priol segundo em ela parecia da qual procuraçom o teor do ueruo a ueruo tal he. Sabbam todos que nos Martim paaez priol castreyro e conuento do mosteyro de Souto da ordem de santo Agostinho do arcebispado de Bragaa em nosso nome fazemos ordinhamos stabelecemos nosso uerdadeiro lydimo e sufficiente procurador o Religiosso varom dom Domingos dominguiz priol na dito mosteyro de Souto para emprazar e scambhar em nosso nome e do dito mosteyro todolos casaaes herdades vinhas e possissoens do dito mosteyro ou parte delas a quaes pessoas e com aquelas condiçoens que el por bem teuer. E nos auemos e aueremos firme e stauel para todo sempre todalas coussas e cada huma delas que em esto per o dito nosso priol e procurador fôr feito dito e procurado so outorgamento de todos nossos beens. E porque nos sobreditos priol e conuento de nosso seelo proprio non auemos. rogamos o dito dom Domingos domioguiz nosso priol que possesse em esta procuraçom o seu seelo para dar testemonho das coussas sobreditas. E eu Domingos dominguiz priol sobredito a rrogo dos ditos priol crastreyro e conuento em esta procuraçom meeu seelo puge em testemonho das coussas sobreditas. ffeita foi esta procuraçom apar de o dito mosteyro. dous dias de outubro. anno domini. millesimo CCC° XX° quarto. E Pere anes dito Sarilho scudeyro em nome seu e de ssa molher ffruylhy periz cuio procurador era per huma procuraçom feita e assinaada per maaom de Gonçale anes tabaliom de Regalados segundo em ela parecia da qual procuraçom o teor de ueruo a ueruo tal he. Sabbam quantos esta presente procuraçom virem e leer ouuirem que eu ffruilhy periz molher de Pere anes Sarilho ffaço e ordinho estabelesço meu procurador lydimo abastosso geeral assy como melhor poder seer e mais ualer o dito Pere anes meu marido e portador desta presente procuraçom que ele por mjm e em meu nome e em seu possa partir e marcar todolos herdamentos que eu ey e le se mester fazer com qualquer pessoa ou pessoas quaes eu ou ele agamos de partir e marcar todos ou parte deles e para vender escambhar escolheitas dar e ffilhar e para dar donar obrigar apenhorar mallouar tirar e para quitar e para poder poner em cenço em todos estes herdamentos ou em parte deles e para poder fazer escambho dos ditos herdamentos em todos ou em parte deles a tambem com mosteyros como com leygos em como ele por bem teuer atambem nos meus como nos seus e para receber avyr compoer comprometer e para mandar fazer carta ou cartas stromento ou stromentos das vendas ou venda ou apenhoramento ou da partiçom que fezer ou do escambho ou em qualquer maneyra que elo quiser e por bem teuer e por maaom de qual tabeliom que esta procuraçom vyr que as ffaça em qualquer maneyra que lhas o dito meu marido e meu procudor mandar ffazer e que as ponha em seus Registos como for de seu husso e para fazer e dizer e outorgar todalas coussas e cada huma delas que eu ffaria e diria e outorgaria se per minha pessoa fosse presente e eu ey e averey forte e firme e stauel para sempre que quer que for ffeito e dito e procurado pelo dito meu marido e meu procurador em todalas coussas de susso ditas e em cada huma delas a so obligamento de todolos meus beens ou parte deles. Em testemonho da qua coussa e por non uyr em duvida roguey e mandey a Gonçale anes tabelliom de nosso Senhor El-rey na terra de Regalados que fezesse esta procuraçom e que posesse hy o seu signal. ffeita a procuraçom em Paaços. quatro dias de mayo. Era de mil trezentos e saseenta e trez anos. testemunhas Pero condado. Pero matheus de Paaços e Miguel mathens clerigo e outros. e Eu dito tabaliom em presença do dito procurador ordinhato a esta procuraçom presente fuy e a rrogo e per mandado da dita ffruylhy periz esta procuraçom escreuj e meu signal hy pugj que tal he. O dito priol em seu nome e do dito seu mosteyro e em nome do conuento desse logo per poder da dita procuraçom deu para sempre ao dito Pere anes e aa dita ssa molher e a todos seus successores per maneyra de escambho o herdamento que o dito mosteyro ha em Regalados na ffreguesia de santa Vaya de Sandj no logar que chamam Paaços o qual herdamento traga esse Pere anes emprazado do dito mosteyro segundo deziam e deuem a auer para sempre o dito herdamento com todos seus dereytos e perteenças entradas e saydas per hu as melhor poderem achar. E o dito Pere anes em seu nome e da dita ssa molher e per poder da dita procuraçom deu para sempre per maneyra de escambho ao dito mosteyro o herdamento que eles ham em sam ffrancisco o uelho o qual chamam o paaço dos caualeyros o qual ora dizem que trage Martim gomez de Guymaraens emprazado na guissa que o hy os ditos Pere anes e ssa molher ham e de dereyto deuem dauer que o aia o dito mosteyro para sempre com todos seus dereytos e perteenças entradas e saydas. e demays aver em cada huum anno por dia de sam Migeel de Setembro dous maravidis pelo herdamento que o dito Pere anes e ssa molher ham em Aldam na ffreeguesia de sam Romaaom e deue logo por este sam Migeel o dito mosteyro compeçar a rreceber os ditos maravidis. E o dito priol por ssy e por o dito seu mosteyro e o dito Pere anes por ssy e por a dita ssa molhar e por todos seus successores prometerom a nunca uyr contra este
escambho e prouguelhys e mandaram que aquele que contra ele ueesse que peitasse aa parte outorgante C. libras de Port. em nome de pena e este feyto ficar em essa firmidoem para sempre. Ao qual escambho o dito Vigayro deu ssa autoridade e seu outorgamento por que lhy foy ffeita ffé par juramento da Martim periz canonigo do dito mosteyro que a esta foy dado per el por ueedor ca era a prol e a proueito do dito mosteyro. Das quaes cousas o dito priol e Pere anes pedirom a mjm tabaliom sobredito senhos publicos stromentos. testemunhas que presentes foram Domingos duraaez abbade de sam Johanne da Coua. Johanne meendes abbade de sam Johanne de Caluos e Vicente domingues procurador na audiencia de Bragaa e outros. E eu Joham domingues tabaliom sobredito a estas cousas rogado presente fuy e porque era empeçado per outros negocios este strumento de escambho segundo como per dante mjm passou em minha presença screuer fiz e em el a rogo do dito priol so screuj e meu signal pugj em testemonho de uerdade. feito foj em Bragaa. cinquo dias de mayo. Anno domini. miliesimo CCC.° XX.° quinto. +.
Discorre sobre as linhas programáticas da ação governativa da Aliança Democrática.
Apresenta as linhas de ação do governo na área da comunicação social. Contém despacho de arquivamento.
Declara ser um leitor assíduo dos escritos de autores portugueses.
Envia um cheque e pede a Alfredo Pimenta para passar uma letra.
Trata de um pedido para que Alfredo Pimenta interceda junto do Ministério da Instrução.
Descrimina os montantes gastos com o notário e conservatória.
Dá informações sobre a campanha antimaçónica que andam a levar a cabo pelo país. Pede a Alfredo Pimenta um artigo de ataque à maçonaria para o jornal que pretendem distribuir.
Elogia a criação de um Festival de Música Internacional, no entanto considera excessivo regulá-lo por Decreto-Lei. Anexada a proposta de Decreto-Lei
Esclarece uma questão relativa a uma equação matemática.
Esclarece o enunciado de um teorema. Faz referência a vários matemáticos. Desvaloriza Comte como matemático e salienta Descartes e Leibniz como grandes filósofos e matemáticos.
Deseja que o congresso do CDS seja um debate de ideias.
Lamenta e pede desculpa a Diogo Freitas do Amaral pelo teor de uma entrevista concedida ao vespertino "A Capital". Salienta que a maioria do que foi escrito não foi dito por ele.
Tece considerações sobre a relação entre a religião e a política. Considera que o maior crime do liberalismo foi lançar o clero na política.
Agradece o interesse de Alfredo Pimenta pelo seu pedido. Contém duas cartas, uma de L. Schoter e outra de Ruy Ulrich, sobre um pedido para ajudante de cobrador.
O registado: Joaquina Rosa
Naturalidade (freguesia e concelho): [São Pedro Fins de Gominhães, Guimarães]
Data de nascimento: 1795-11-01
Pai: Silvestre Fernandes
Naturalidade (freguesia e concelho): [desconhecida]
Mãe: Maria da Costa
Naturalidade (freguesia e concelho): [desconhecida]
Avós paternos: João Fernandes e Senhorinha Lopes
Avós maternos: Silvestre da Costa e Maria Fernandes
Tece comentários aos versos de Alfredo Pimenta.
Felicita Alfredo Pimenta [pelo seu aniversário].
Expressa a sua estima por Alfredo Pimenta. Agradece a tarde.
Informa que Eurico de Barros pretende agendar uma reunião com Diogo Freitas do Amaral.
O governo informa que o Procurado-Geral da República resolveu instaurar um inquérito público ao Caso Camarate. Em anexo, o despacho do Procurador-Geral da República.
Pede para entregar à portadora o chapéu, o relógio e a caneta e tudo o que Alfredo Pimenta quiser.
Comunica que vem do tribunal e traz consigo o processo pois é um caso diferente e, como está quase na hora da camioneta, escreve de Funde-Vila. Participa que não se esquece do dia em que visitaram Alfredo Pimenta.
Trata do engano na camioneta.
Participa que é impossível que alguém o iguale na amizade. Manda um grande abraço.
Trata do percurso escolar dos seus filhos, Henrique e Bernardo, e da possível visita de Alfredo Pimenta
Adia a visita de Alfredo Pimenta a Funde-Vila. Fala da passagem do neto de Alfredo Pimenta por Funde-Vila. Tece comentários críticos à atitude de Aníbal Mendonça.
Tece comentários críticos a Aníbal Mendonça por não publicar o artigo de Alfredo Pimenta no “Correio do Minho” e por ter publicado uma crítica ao referido artigo.
Comenta a visita dos netos de Alfredo Pimenta a Funde – Vila e a sua indisposição.
Tece comentários elogiosos ao livro “Duarte Darmas e o seu Livro das Fortalezas”, de Alfredo Pimenta. Informa sobre o livro do jesuíta March.
Trata de um mancebo.
Pede para devolver a cópia que Alfredo Pimenta lhe enviou porque a estima e ficou de a ler a uns amigos.
Agradece o livro “O Descobrimento do Brasil”, de Alfredo Pimenta, e participa que é uma boa lição a Manuel Múrias.
Acusa a receção da carta e participa que meteu imediatamente no correio o postal para a «Portugália Editora Lda.». Coloca-se ao dispor de Alfredo Pimenta. Alude à surpresa para Manuel de Araújo.
Trata do aniversário de Alfredo Pimenta.
Informa sobre o estado de saúde de António Valadares Botelho. Relata a conversa com o Dr. Domingos José Soares sobre a ausência de notícias deste para Alfredo Pimenta. Fala sobre Fernando Vilaça.
Participa que não estão doentes. Lamenta não ter felicitado Alfredo Pimenta pela vitória.
Comunica que está ao dispor de Alfredo Pimenta.
Informa sobre ao estado de saúde do Bernardo. Participa que envia duas fotografias para Maria Gracinda e o número do “O Primeiro de Janeiro” que Alfredo Pimenta pretendia. Tece comentários elogiosos ao artigo a criticar o «Sol» e Lelo Portela.
Comunica que foi com grande prazer que os tiveram em Funde-Vila. Refere que teve satisfação em conseguir os livros e que se esforçará para obter os livros que faltam.
Informa sobre o seu volume de “A Aliança Peninsular - Antecedentes & Possibilidades”. Pergunta qual é a editora e a obra do Dr. José Bruno sobre Antero de Quental se já está à venda.
Comunica que Manuel de Araújo lhe telefonou a pedir para remeter a Alfredo Pimenta os exemplares da “Representação”. Tece comentários sobre o estado dos exemplares.
Tece comentários elogiosos à representação à Assembleia Nacional e comentários críticos à atitude de José Alberto dos Reis sobre a prisão de Alfredo Pimenta. Aplaude a crítica de Alfredo Pimenta a Torcato de Sousa.
Trata de um empréstimo para Alfredo Pimenta.
Relata a conversa com a credora. Revela que leu, com agrado, o artigo de Alfredo Pimenta publicado no jornal A Nação. Pergunta se já viu o prefácio do Prof. Costa Pimpão no 3.º volume d’ Os Gatos. Refere que também diz respeito a Barros Gomes. Comunica que já tinha comprado e lido o livro de F. A. Oliveira Martins.
Acusa a receção das cartas e do dinheiro que entregou à interessada. Contém o recibo da credora.
Trata da publicação de uns artigos de Alfredo Pimenta no “Diário de Notícias e no Diário Popular”. Questiona Alfredo Pimenta sobre a sua relação com António Dória. Informa sobre o convite da Câmara.
Refere que retardou a carta porque a credora esteve ausente e que logo que ela lhe apareça para regularizar, como deseja Alfredo Pimenta, lhe escreverá.
Fala sobre o convite de Alfredo Pimenta para escrever uns artigos sobre música e as condições da credora.
