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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto. Requer que se proceda a exame médico para se conhecer a impossibilidade física do magistrado.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Diogo António Correia de Sequeira Pinto.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Justiça.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Justiça.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Diogo António Correia de Sequeira Pinto.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Justiça.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido do soldo em dívida.
Fornecedor da Casa de S. M. a Rainha e Comissario da Academia Real das Sciencias, de Lisboa. Recibo no valor de 3125 réis, resultante do pagamento dos dois (2) volumes da obra de Cournot Traité de l’enchainement des idées fondamentales, acrescido do porte de correio. Em nota consta a informação que o título Essais et les fondements de nos connaissances, do mesmo autor, se encontra esgotado.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra, que informa que Anselmo Sousa Botelho não tem aproveitamento na disciplina de Matemática, no Seminário de Coimbra.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra, que informa que Anselmo Sousa Botelho é indisciplinado no Seminário de Coimbra.
Minuta de carta manuscrita, em papel timbrado da Légation Royale de Potugal en Allemagne.
Solicita proteção na prova oral para o filho, Armando Teixeira de Faria, aluno do 2.º ano de Direito.
Informa que o nome de Alfredo Pimenta consta da lista a quem serão enviadas as publicações subsidiadas pela Junta [de Educação Nacional]. Refere que o estudo de Parreaux já seguiu para o correio.
Participa que envia dois exemplares das notas em português que serviram quatro das dezasseis conferências realizadas na Sorbonne.
Tece comentários sobre as relações entre a Igreja e o comunismo, a propósito do livro de Alfredo Pimenta. Desvaloriza o facto de Alfredo Pimenta não ter sido convidado para o congresso de Braga, ao contrário de João Ameal. Dá um conselho sobre o caso com o cardeal patriarca.
Agradece a oferta de três volumes dos “Estudos Históricos”. Refere que o padre Miguel de Oliveira foi seu discípulo no Seminário do Porto. Elogia o artigo de Alfredo Pimenta publicado n’ “A Voz” e escrito em Guimarães. Relembra os amigos de Aldão.
Tece comentários sobre a palavra «lusitanidade». Pede a Alfredo Pimenta para ver e corrigir um trabalho seu (Nós só temos um caminho) que pretende apresentar em Lisboa, Porto e Coimbra. Dá informações sobre a revista que pretendem fundar. Revela as novidades editoriais de Coimbra. Pede a Alfredo Pimenta que interceda para que saia uma crítica n’ “A Voz” ao seu trabalho “Expressão da Lusitanidade”.
Tece comentários à crítica que saiu n’ “A Voz” à sua conferência “Expressão da Lusitanidade”. Informa sobre a saída de mais uma revista em Coimbra. Critica a nova secção «Futuro» d’ [A Voz]. Conta que comprou um livro de Alfredo Pimenta e que a revista dos rapazes monárquicos ainda não saiu por impedimento da censura de Lisboa.
Declara que não pode salvar Rodrigo Pimenta e refere que a dívida ronda os quatrocentos contos. Acusa Rodrigo Pimenta de cavar a ruína da mulher e das filhas.
Pergunta onde se encontra publicado o trabalho crítico de Joaquim de Carvalho sobre o Azurara e a sua “Crónica da Guiné”. Faz referência a várias obras relacionadas com os cancioneiros.
Felicita Alfredo Pimenta pelo artigo «Mocidade Portuguesa». Tece comentários elogiosos. Faz referência à questão da bandeira e à necessidade de surgir um novo símbolo da nacionalidade. Confessa que, por vezes, esteve em desacordo com Alfredo Pimenta e destaca a crítica feita por este ao livro do tio, marquês do Lavradio.
Disponibiliza-se para fazer uma referência a Alfredo Pimenta a propósito de este se ter mostrado magoado por não ter sido mencionado no grupo dos especialistas na questão do início da navegação astronómica.
Lamenta ter voltado de Lisboa sem ter estado com Alfredo Pimenta. Informa que vai escrever a Hourcade por causa do pedido de Alfredo Pimenta. Refere um encontro que teve com Cândido Guerreiro. Envia um folheto seu como lembrança.
Avalia o problema auditivo de Alfredo Pimenta. Deseja as melhoras.
Envia a transcrição que Crino dá da carta do duque de Ferrara. Informa que discorda da transcrição. Analisa os documentos.
Manifesta a sua surpresa pela reação de Alfredo Pimenta a propósito da breve nota sobre o plano henriquino das Índias, pelo facto de não ter sido citado. Esclarece o assunto. Contém um P.S. comunicando o envio de três fotografias.
Dá informações sobre o processo disciplinar da mulher, Rosa Maria Martins.
Pede a Alfredo Pimenta que escreva uma declaração em seu abono para juntar ao processo em que é acusado de escrever uma carta anónima ao diretor escolar. Refere que, apesar de a carta não ter sido confirmada pelo Instituto de Medicina Legal, foi-lhe lançada nota de culpa. Contém um modelo de declaração, mas deixa à consideração de Alfredo Pimenta.
Informa que ainda não foi publicado e pede a intervenção de Alfredo Pimenta.
Refere que a magistratura do ultramar constitui um poder independente no qual o ministro das Colónias não pode intervir. Lamenta não poder ser útil a Alfredo Pimenta.
Informa que a portaria foi publicada no “Diário do Governo”.
Agradece a conferência de Alfredo Pimenta e a dedicatória.
Responde a uma carta de um amigo de Alfredo Pimenta, de Cabo Verde, na qual são feitas acusações a um funcionário. Afirma que não dará seguimento nenhum à carta por esta se esconder na indicação «Particular». Esclarece que não pode proceder a inquéritos ou processos baseado em cartas particulares. Afirma ter os maiores escrúpulos quando se trata de aplicar um castigo. Declara que está pronto a proceder a um inquérito caso o amigo de Alfredo Pimenta autorize a que se faça uso da carta para o efeito.
Contesta a opinião de Alfredo Pimenta em relação a uma data. Expõe os seus argumentos.
Participa que pode considerar-se deferido o pedido relativo ao subsídio para o Boletim do “Arquivo Municipal”. Pede para não publicar a parte do discurso proferido por Alfredo Pimenta, no ato de abertura do Arquivo [Municipal de Guimarães], sobre a Sociedade Martins Sarmento.
Agradece a Alfredo Pimenta as considerações sobre o seu livro sobre o caso Oliveira Martins.
Faz referência à sua estadia nas termas e à Segunda Guerra Mundial.
Desculpa-se com a sua preguiça pelo atraso na resposta a Alfredo Pimenta. Relembra os tempos agradáveis que passaram em Lisboa e apela à amizade. Revela que tem seguido o percurso de Alfredo Pimenta e faz referência a publicações no "Diário de Notícias". Informa que as notas de Alfredo Pimenta sobre política internacional são traduzidas em França. Pede que lhe confirme o número de volumes publicados da "História", de Gama Barros. Pergunta se Armindo Monteiro já publicou o 2.º volume de "Ornamento Português".
Trata de um almoço desmarcado. Faz referência aos livros de Alfredo Pimenta. Comenta as reações à nota de Armindo [Monteiro].
Verso do postal contém a seguinte informação: "Edição do "O Comércio de Guimarães. Reprodução proibida". Ilustrações de Piairo Pantaleão.
Exprime o seu amor por Portugal e o seu desprezo pela burguesia e aristocracia. Critica as classes dirigentes.
Agradece as felicitações pela aprovação do filho e retribui, felicitando o filho de Alfredo Pimenta pelos bons resultados obtidos no 3.º ano.
Felicita Alfredo Pimenta pelo artigo publicado n’ “A Nação”.
Recepção no Largo da Oliveira, nos antigos paços do Concelho.
Pede desculpas pela insignificante lembrança e por não o ter ido visitar.
Declara evidente a injustiça da atitude do Cardeal Patriarca de Lisboa em relação a Alfredo Pimenta. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Revela satisfação por saber que o silêncio de Alfredo Pimenta se deve ao facto de estar absorvido em trabalho.
Trata da questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Trata do pedido de livro da História de Portugal, da autoria de Alfredo Pimenta.
Participa que não conseguiu entregar a carta ao funcionário do secretariado. Sugere que comunique com ele para o receber.