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Manifesta a sua satisfação pelas melhoras de Alfredo Pimenta.
Participa que o Bernardo não expediu os livros porque excediam o peso e chegariam depois dele.
Alude aos livros "Cartulaire de l’Abbaye deSavigny suivi du petit cartulaire de l’Abbaye d’Ainay".
Tece comentários elogiosos a um livro de Alfredo Pimenta. Fala das férias.
Tece elogios ao artigo de Alfredo Pimenta publicado n’ “A Esfera”. Alude ao artigo sobre o comunismo, também de Alfredo Pimenta, publicado n’ “A Voz”.
Participa que foi bem recebido pelo ministro, apesar de este não ter deferido a sua pretensão.
Fala sobre a vida escolar do Bernardo e do seu regresso a Funde-Vila nas férias. Informa que a Polícia da Defesa e Vigilância do Estado tem um recorte da «local» publicada n’ “A Nação”.
Fala sobre os momentos de angústia que viveu com o Bernardo.
Participa que não pode aceitar a procuração de Alfredo Pimenta porque é advogado do “Jornal de Notícias”. Agradece a oferta do estudo histórico de Alfredo Pimenta.
Acusa a receção das cartas. Participa que esteve num julgamento que decorreu no Tribunal Militar Especial do Porto.
Agradece e comenta uma frase do livro de Alfredo Pimenta.
Comunica que envia o recibo e que gostou de ver o Ciana castigado pela sua traição.
Tece comentários elogiosos aos livros “A propósito de António Sardinha e Paiva Couceiro”, de Alfredo Pimenta.
Agradece a carta sobre o caso do Instituto e participa que já informou a interessada.
Agradece a oferta do trabalho de Alfredo Pimenta e tece comentários elogiosos.
A distribuição dos prémios literários de 1936, do Secretariado de Propaganda Nacional. No verso da carta datada de 21-11-1937 está a resposta manuscrita de Alfredo Pimenta. Questão dos Prémios Literários de 1936 do Secretariado de Propaganda Nacional - Em 1936, A. P. contesta, evocando o regulamento que presidia a este concurso, cujo júri tinha como presidente António Ferro do S. P. N. a preterição do seu livro "D. João III" a favor do II tomo da "Etnografia Portuguesa" do Prof. Leite de Vasconcelos que, na opinião de A. P. não obedecia às regras do concurso pelo facto de ter sido publicado vinte e três dias depois de prazo estipulado, 31-10-36. Contesta o argumento do júri “de que às palavras "livro publicado" corresponda à ideia de livro editado, ou seja volume concluído”. Ora “não tendo sido distribuído ao público, posto à venda, tornado público, feito público e manifesto a todos antes do dia 23 de Novembro de 1936 (…) é indiscutível, queira ou não queira o snr António Ferro, que este livro não foi publicado antes dessa data”. Acrescenta que o teor do livro então premiado não cabia no âmbito do concurso por não se tratar, como fora definido no ano anterior, do estudo de uma figura histórica ou de um período histórico, critério então seguido para preterir os seus "Elementos da História de Portugal", que viriam no entanto a receber o prémio Ramalho Ortigão, pelo mesmo SPN, nesse ano de 1936.
A distribuição dos prémios literários de 1936, do Secretariado de Propaganda Nacional. Questão dos Prémios Literários de 1936 do Secretariado de Propaganda Nacional - Em 1936, A. P. contesta, evocando o regulamento que presidia a este concurso, cujo júri tinha como presidente António Ferro do S. P. N. a preterição do seu livro "D. João III" a favor do II tomo da "Etnografia Portuguesa" do Prof. Leite de Vasconcelos que, na opinião de A. P. não obedecia às regras do concurso pelo facto de ter sido publicado vinte e três dias depois de prazo estipulado, 31-10-36. Contesta o argumento do júri “de que às palavras "livro publicado" corresponda à ideia de livro editado, ou seja volume concluído”. Ora “não tendo sido distribuído ao público, posto à venda, tornado público, feito público e manifesto a todos antes do dia 23 de Novembro de 1936 (…) é indiscutível, queira ou não queira o snr António Ferro, que este livro não foi publicado antes dessa data”. Acrescenta que o teor do livro então premiado não cabia no âmbito do concurso por não se tratar, como fora definido no ano anterior, do estudo de uma figura histórica ou de um período histórico, critério então seguido para preterir os seus "Elementos da História de Portugal", que viriam no entanto a receber o prémio Ramalho Ortigão, pelo mesmo SPN, nesse ano de 1936.
Refere que envia a revista "Theologia" para permuta com o "Boletim de Trabalhos Históricos".
Agradece a oferta do livro "Contribuição para a História da Associação Académica de Coimbra -1936 a 1951".
Justifica "o silêncio" e elogia as fotos tiradas por Santos Simões.
Circular dirigida aos reitores dos liceus pela Direção Geral do Ensino Liceal, com instruções sobre as matérias e os programas escolares. Em anexo, cópia da circular.
Agradece o reconhecimento de Alfredo Pimenta, tendo em conta o facto de se considerar um humilde e incipiente estudioso do neotomismo.
Revela a sua profunda admiração por Alfredo Pimenta e critica a censura na imprensa.
Faz referência à honra sentida por ter sido apresentado ao ministro [do Fomento].
Trata do projecto de organização da Escola Técnica Média.
Revela receio por Alfredo Pimenta ser prejudicado por trocar correspondência consigo.
Esclarece uma informação que lhe foi transmitida a propósito de um artigo de Alfredo Pimenta.
Agradece a interferência e as informações de Alfredo Pimenta para a resolução de um caso. Associa-se a uma homenagem prestada a Alfredo Pimenta.
Agradece as palavras de conforto por ocasião da morte do pai.
Pede a Alfredo Pimenta proteção para o filho que está a fazer concurso para delegado.
Apresenta as contas e os valores do empréstimo e das despesas.
Informa sobre a realização do registo provisório e da escritura, sobre o pagamento de uma letra e sobre um empréstimo.
Acusa a receção da carta e do vale. Informa que deu o recado a Manuel Alves de Oliveira e que este referiu que ia enviar os livros.
Dá informações sobre o julgamento em que a família Costa Guimarães tomou parte.
Responde a Alfredo Pimenta, dizendo que tudo se cumpriu conforme desejava. Combina uma conversa para o dia em que for ouvir Alfredo Pimenta à Sociedade Martins Sarmento.
Felicita Alfredo Pimenta pela justiça feita no despacho emanado pelo Ministro da Educação Nacional. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Dá informações sobre Joaquim Martins Lima, professor em S. Torcato.
Dá informações sobre o processo disciplinar da mulher, Rosa Maria Martins.
Informa que não pode nomear o recomendado de Alfredo Pimenta para uma vaga existente de 5.º oficial do Ministério porque tem que respeitar as indicações do Tribunal de Contas.
Pede a Alfredo Pimenta que o esclareça sobre uma data dum facto histórico.
Informa que tem uma reprodução de um documento que indica que, em 1459, Toscanelli esteve em Florença com embaixadores do rei de Portugal a quem terá mostrado um certo mapa-mundo. Pergunta se Alfredo Pimenta tem mais informações a respeito desta embaixada. Refere o papel do Infante D. Henrique e relaciona com a carta do cosmógrafo F. Martins.
Tece comentários sobre um trabalho de Alfredo Pimenta e felicita-o. Dá informações sobre um inquilino.
O reaparecimento da revista “Ideia Nova” e o convite para Alfredo Pimenta colaborar.
Matriz de Carimbo, com pega em madeira pintada a preto, suporte da matriz em latão, e matriz de borracha vulcanizada. Imagem em relevo com assinatura do Presidente da Comissão de Iniciativa da Estância Termal das Taipas, destinado a servir de chancela na validação de documentação.
Salienta os principais objetivos do CDS, ações e pontos programáticos para as eleições europeias.
Apresenta as seguintes sugestões: um debate franco no seio do IX Congresso do CDS, um partido forte, dinâmico, sem coligações com o PS ou partidos que estejam à esquerda do PSD, a discussão das eleições presidenciais, a definição do posicionamento do partido.