Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 14 de Agosto de 1934, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 14 a 28 de Julho daquele ano, altura em que efectuou a reflutuação do vapor cisterna “Alviela”, que se afundara quando atracado à “Quanza” que se encontrava amarrada à ponte do Arsenal da Marinha.
Nota n.º 20 de 15 de Agosto de 1934 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório.
Na p. 3B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 12,5x17,5 cm com a seguinte legenda: “No primeiro plano vê-se uma das almofadas empregadas na vedação da escotilha da casa da máquina e caldeira do ‘Alviela’, sustentando o chupadôr [sic], pronta a ser arriada para o fundo e colocada no seu logar [sic]. A lancha do mergulhador [sic] da A.G.P.L. e a do N.S. ‘Patrão Lopes’ com o material e pessoal respectivo do serviço de mergulhação [sic].”
Na p. 8B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 10x12 cm, com a seguinte legenda: “O primeiro cofferdam que foi colocado na chaminé do ‘Alviela’”.
Na p. 12B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia mostra a perfeição com que o mergulhadôr [sic] Joaquim Sabino fez a vedação das frinchas da união das quarteladas dos ventiladôres [sic] utilizando lona e merlim. Retirada uma das almofadas é introduzido um chupadôr [sic] que é levado até ao fundo da casa da máquina a fim de ultimar o esgoto dêsse [sic] compartimento”.
Na p. 13B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Bomba submersível eléctrica esgotando a casa da máquina e caldeira do Alviela”.
Na p. 20B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,7x8,7 cm e 12,5x17,5 cm, com as seguintes legendas: “A bomba centrifuga transportável n.º 3 procedendo ao esgoto da casa da máquina do Alviela” e “ A manobra da colocação do 2.º cofferdam na chaminé do ‘Alviela’. No segundo plano da fotografia vê-se a falua n.º 1 e nela instalada a bomba centrifuga transportável nº 3 que foi empregada no esgôto [sic] da casa da máquina e caldeira daquele vapôr [sic]”.
Na p. 22B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia, tirada na noite de 26/27, mostra nitidamente a deformação sofrida pela escotilha da casa da máquina do Alviela”.
Na p. 24B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O mergulhadôr [sic] da A.G.P.L. executando o trabalho de vedação da casa da máquina e caldeira do ‘Alviela’. Na fotografia, além da barca que ainda conserva dados os cabos d’aço passados na clara da hélice da embarcação afundada, vê-se, também, a falua nº 1, onde se instalou a bomba centrifugadora transportável nº 3 à qual é fornecido vapor de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ por intermédio do tubo flexível de cobre, constituído por várias quarteladas”.
Na p. 25B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O conjunto formado pelo N.S. ‘Patrão Lopes’, cábrea ‘António Augusto de Aguiar”, draga ‘Mondego’, barca de amarrações ‘Alfeite’ e outras embarcações, do Arsenal da Marinha, durante o serviço de salvação do ‘Alviela’.”
Na p. 28B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Estrôpos [sic] de corrente e de cabo d’aço, de 5”, passados na clara da hélice e nos quais engatavam os aparelhos da cábrea “António Augusto de Aguiar”, para suspensão da pôpa [sic] do ‘Alviela’”.
Na p. 29B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x15 cm, com a seguinte legenda: “A fotografia apresenta o mastro do ‘Alviela’ ao qual foi arroteado o mastro duma embarcação, do N.S. ‘Patrão Lopes’, para sustentar os tubos de entrada de ar na cisterna, de forma a ficarem com a extremidade fora de água em qualquer altura da maré". A barcaça ‘Alfeite’ sustentando os cabos manilhados aos estropos passados aos escovéns daquele vapor-cisterna e a draga ‘Mondego’.”
Na p. 32B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “A draga ‘Mondego’, aspirando o lôdo [sic] na altura da prôa [sic] do ‘Alviela’ a fim de poder passar por debaixo deste um estrôpo [sic]. No gaviete da barcaça ‘Alfeite’ veem-se gurnidas [sic] as duas espias manilhadas nos estropos passados aos escovéns do vapôr [sic] afundado.”
Na p. 33B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x18 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27 o ‘Alviela’, pela acção do esgôto [sic] da casa da máquina e caldeira e, também, da cisterna e esforços exercidos pela cábrea ‘António Augusto Aguiar’, na pôpa [sic] daquele vapôr [sic] e pela barcaça ‘Alfeite’ na prôa [sic], vai sendo trazido à superfície, apresentando a fotografia já parte da chaminé fora d’agua”.
Na p. 33C, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27 depois da chaminé e ventiladores [sic], emerge da água a escotilha da casa da máquina na qual se veem as almofadas utilizadas na vedação e colocação dos chupadôres [sic] que fizeram o esgôto [sic]”.
Na p. 33D, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x18 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27, aspecto tomado quando emergia a casa do leme do Alviel”.
Na p. 34B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia mostra como os cabos d’aço manilhados aos estropos passados aos escovéns do ‘Alviela’ gurniam [sic] no gaviete da ‘Alfeite’ do que resultava qualquer aboço ou manilha de ligação oferecer tal resistência à passagem no rolete daquele gaviete que provocava o seu rebentamento.”
Na p. 35B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 6x9 cm com as seguintes legendas: “A almofada (face interior) que chegou a ser feita para vedar a entrada da água nos alojamentos da guarnição do ‘Alviela’ com o orifício para passagem do chupadôr [sic] destnado ao esgôto [sic]” e “A face exterior da almofada”.
Na p. 36B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 6x9 cm com as seguintes legendas: “Na fotografia vê-se a deformação sofrida pela manilha do estrôpo [sic] de corrente passado à clara do hélice do ‘Alviela’ depois do esforço sobre ela exercido por intermédio dos aparelhos da cábrea ‘António Augusto de Aguiar’ e “Nesta fotografia vê-se ainda a deformação da manilha e os elos dos estropos passados aos escovéns do ‘Alviela’ e que partiram na noite de 26/27 sendo causa de que nessa noite não tivesse sido reflutuado aquele navio cisterna”.
Na p. 37B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,6x18 cm, com a seguinte legenda: “A prôa [sic] do ‘Alviela’ no convez [sic] do qual e dados para a cisterna, se veem os chupadôres [sic] utilizados no esgôto [sic]. Esta fotografia mostra a forma como abre para o convez [sic] a porta do alojamento da tripulação que tornou impossível a colocação da vedação para poder ser feito o esgôto [sic] dêsse [sic] alojamento. No castelo vê-se ainda estabelecido o chupadôr [sic] que fêz [sic] o esgôto [sic] do peack-tank, quando a escotilha deste emergiu.”
Na p. 37C, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12x17,5 cm, com a seguinte legenda: “No dia 28, o ‘Alviela’ prolongado com o N.S. Patrão Lopes”.
Na p. 37D, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”.