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Contém minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 29 de março de 1898.
Contém minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 29 de março de 1898.
Contém ofício da Procuradoria Régia da Relação de Lisboa, de 28 de março de 1898, e minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 30 de março.
Contém minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 24 de janeiro de 1894.
Contém ofício da Procuradoria Régia da Relação de Lisboa, de 22 de novembro de 1893, e minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 27 de janeiro de 1894.
Contém ofício da Procuradoria Régia da Relação de Lisboa, de 6 de dezembro de 1893, e minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 27 de janeiro de 1894.
Contém ofício da Procuradoria Régia dos Açores, de 21 de dezembro de 1896, e minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 6 de abril de 1897.
Contém minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 28 de janeiro de 1897.
Tece comentários sobre a conferência e sobre o livro “O Padre-Nosso”. Destaca a erudição de Alfredo Pimenta.
Expressa a sua admiração e amizade por Alfredo Pimenta. Acusa a receção do trabalho “A Igreja e os regimes políticos” e tece comentários. Elogia as “Páginas Minhotas”. Valoriza a proximidade com a sua terra e o contacto com os pobres, comparando-os ao contacto com Deus. Agradece o postal com a Casa da Madre Deus.
Acusa a receção dos três folhetos, que agradece. Agradece o cuidado manifestado e informa que está a melhorar.
Tece comentários elogiosos sobre a conferência de Alfredo Pimenta, no Porto. Indica o desagrado que a referência às “Novidades” provocou em alguns padres. Revela informações sobre uma conversa telefónica, entre o ministro do Interior e o governador civil, tida depois da conferência. Conta que vai ver José de Arruela, seu condiscípulo, que lhe escreveu a dizer que estava doente, numa pensão do Porto.
Dá informações sobre as obras de Coelho da Silva e sobre a colaboração que com ele manteve. Faz referência ao artigo de Alfredo Pimenta "Lei da Separação".
Reafirma a sinceridade dos comentários da carta anterior. Desvaloriza os inimigos de Alfredo Pimenta. Sugere a Alfredo Pimenta que manifeste, a Ferreira Pinto, o interesse em ter um exemplar do seu livro para que este lho oferecerá.
Agradece os esclarecimentos prestados por Alfredo Pimenta. Faz referência a um boato que ouviu sobre a prisão de Alfredo Pimenta. Conta um episódio passado entre um caloiro de Letras e um professor. Queixa-se do preço do novo livro de Caetano Beirão sobre D. Miguel. Informa que, no dia 1 de dezembro, apareceu nas montras um papel com acusações a José de Arruela e que este escreveu um artigo no jornal “Gazeta de Coimbra”. Aconselha Alfredo Pimenta a ler o artigo.
Informa que tem em mãos um novo trabalho sobre o “Atlântico através da Monarquia e da República”, o qual depois remeterá datilografado. Pede uma indicação sobre D. João IV e faz referência a um livro de António Sardinha, do qual transcreve um trecho. Refere que, em Coimbra, se mantém a estagnação mental. Informa que a Câmara Municipal de Coimbra vai realizar um curso de orientação política dirigido por catedráticos e que foi escolhido para assistir.
Nasceu em Curopos, Vinhais, a 18 de fevereiro de 1864, faleceu em Coimbra, a 29 de abril de 1945. Foi professor da Faculdade de Ciências e astrónomo. Lecionou as cadeiras de Mecânica e Astronomia, Geodesia, Mecânica Racional, Astronomia e Mecânica Celeste. Exerceu os cargos de 1º Astrónomo do Observatório Astronómico (1914-1922), de diretor da Faculdade de Ciências (1930-1933) e diretor de Honra do Observatório Astronómico (21.3.1933). Foi galardoado com a Medalha Janssen de 1926. In: https://www.uc.pt/org/historia_ciencia_na_uc/autores/LOBO_franciscodemirandadacosta
Responde à mágoa manifestada por Alfredo Pimenta ao considerar que não o citou. Faz referência à polémica entre Alfredo Pimenta e Câmara Reis e transcreve a opinião deste em relação a Alfredo Pimenta. Desvaloriza a questão.
Envia uma carta escrita anteriormente e não enviada por esquecimento. Manifesta a sua estranheza por não haver reações à carta aberta que enviou para o “Diário de Lisboa”. Faz referência ao capítulo de Álvaro Pimpão, no “Bazar”, dedicado a Alfredo Pimenta. Contém uma carta de 23 de abril fazendo várias perguntas sobre a publicação do manuscrito de Munich.
Manifesta a sua estranheza pelo artigo de Alfredo Pimenta relativo à reedição da "Crónica da Guiné". Chama a atenção para a carta aberta que enviou para o "Diário de Lisboa" sobre o assunto.
Esclarece um equívoco relacionado com os manuscritos de Munich e de Vasco Fernandes.
Pergunta se Alfredo Pimenta já fez referência aos trabalhos de A. Magnaghi sobre Vespúcio. Indica um artigo de Alfredo Pimenta sobre o assunto. Pergunta se conhece a crítica de Magnaghi ao artigo de Duarte Leite nos “Descobridores do Brasil”.
Pergunta qual é a livraria onde está à venda o livro História da civilização, de Oliveira Lima, e qual é o preço. Sugere o livro “Les temps modernes”, de A. Mallet, a propósito da referência feita na crítica de Alfredo Pimenta ao orçamento francês no tempo do Cardeal Fleury.
Critica Alfredo Pimenta pelo artigo que este escreveu contra Sebastião José da Costa. Analisa todo o procedimento de Alfredo Pimenta e critica a forma como atacou Sebastião da Costa.
Dá informações sobre o processo disciplinar da mulher, Rosa Maria Martins. Faz referência à leitura da defesa e aos erros que esta tem.
Informa que tomou conhecimento, por intermédio de João Martins Aldão, da proteção dada por Alfredo Pimenta ao seu caso no Ministério da Educação Nacional. Agradece e pede autorização para ir cumprimentar pessoalmente Alfredo Pimenta quando este vier para Guimarães.
Responde à carta de Alfredo Pimenta sobre um caso exposto pelo advogado da Praia, em Cabo Verde, José Maria da Rosa Jr.
Agradece os artigos de Alfredo Pimenta. Concorda com Alfredo Pimenta sobre a rapidez com que lhe são mostrados artigos desagradáveis e, no caso em questão, como são agradáveis, ninguém lhe chamou a atenção.
Agradece a oferta da separata sobre Guimarães do “Mundo Português” e a respetiva dedicatória.
Renova os agradecimentos a Alfredo Pimenta e informa sobre a suspensão do diploma de Cabo Verde.
Agradece a Alfredo Pimenta por ter acedido a realizar a conferência. Indica a data da conferência.
Participa que o Ministério das Colónias vai fazer uma série de conferências na Academia de Ciências sobre assuntos coloniais e convida Alfredo Pimenta para o efeito. No fim da carta, Alfredo Pimenta escreveu «O Império colonial, factor de civilização». Contém um cartão de Júlio de Almeida de Gama Lobo Cayolla, remetendo a carta a pedido do ministro.
Refere que tem várias cartas de Alfredo Pimenta a que deve resposta e avisa que precisa de lhe falar. Pede a Alfredo Pimenta para lhe dizer onde podem encontrar-se.
Esclarece uma resposta que deu a Alfredo Pimenta. Contesta a posição de Alfredo Pimenta de cortar relações consigo e afirma a sua disponibilidade para fazer tudo o que puder. Contém um P.S. relativo à portaria.
Agradece a oferta dos opúsculos. Esclarece o equívoco sobre o livro acerca do conceito de cultura e indica que se trata de uma dissertação de licenciatura de Alberto Pimenta. Anuncia a sua última publicação e promete enviar separatas.
Pede a Alfredo Pimenta que o esclareça sobre o que publicou acerca do conceito de cultura, passando em revista a moderna filosofia germânica. Pergunta onde poderá encontrar a publicação sobre António Sardinha.
Dá notícias sobre os efeitos do tornado ou tromba marítima que afetou o Algarve.
Lamenta o estado de espírito de Alfredo Pimenta e o desânimo que exprimiu. Esclarece o lapso que ocorreu com a omissão do nome de Alfredo Pimenta.
Aconselha Alfredo Pimenta a reeditar os livros esgotados. Considera que seria uma forma de equilibrar o défice confessado por Alfredo Pimenta. Queixa-se do mesmo e acusa o Estado corporativo e a Ordem dos Médicos. Faz referência a um livro de Costa Brochado que critica duramente e manifesta-se indignado pelo facto de lhe ter sido atribuído o prémio de história do S.P.N.
Refere que um amigo seu tem tentado obter os trabalhos de Alfredo Pimenta, sem êxito. Pede que envie os trabalhos indicados contra reembolso. Contém um P.S. com uma retificação a um trabalho seu.
Pergunta a Alfredo Pimenta se conhece um Elaine- Sanceon(? ) autor de dois volumes – "Albuquerque" e "Preste João" – e com um terceiro acabado sobre o Infante, cujo tradutor é J. F. dos Santos, reitor do Liceu Martins Sarmento.
Informa que entregou, nos “Ecos de Guimarães”, a carta de Alfredo Pimenta.
Informa que esteve com Sebastião Resende e que este lhe enviará o seu estudo sobre Teologia Eucarística.
Felicita pela justiça que lhe foi feita pelo Ministro [da Educação Nacional]. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Informa que leu, com muita atenção, a «Tribuna Livre». Tece comentários sobre de que lado está o interesse nacional. Exorta Alfredo Pimenta a publicar a «Tribuna Livre» para esclarecer.
Declara a sua desorientação em relação aos acontecimentos internacionais e não saber quem deve apoiar. Pede a Alfredo Pimenta que o esclareça, por intermédio de uma resposta pública, na «Tribuna Livre». Analisa os vários intervenientes no conflito.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta, deseja boas festas e as melhoras para a filha.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta e deseja boas festas a toda a família.
Elogia um livro de Alfredo Pimenta. Pede um memorial sobre a estrada de Guimarães a São Torcato
Pedido para continuar a ocupar o lugar de auxiliar da oficina de Trabalhos Manuais da Escola Industrial e Comercial de Guimarães.
Trata da questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Pede a intervenção de Alfredo Pimenta para que o recurso seja atendido pelo Ministro da Economia.
Acusa a receção e agradece o postal de Alfredo Pimenta. Participa que continua em Sesimbra a descansar.
A distribuição dos prémios literários de 1936, do Secretariado de Propaganda Nacional. No verso da carta datada de 21-11-1937 está a resposta manuscrita de Alfredo Pimenta. Questão dos Prémios Literários de 1936 do Secretariado de Propaganda Nacional - Em 1936, A. P. contesta, evocando o regulamento que presidia a este concurso, cujo júri tinha como presidente António Ferro do S. P. N. a preterição do seu livro "D. João III" a favor do II tomo da "Etnografia Portuguesa" do Prof. Leite de Vasconcelos que, na opinião de A. P. não obedecia às regras do concurso pelo facto de ter sido publicado vinte e três dias depois de prazo estipulado, 31-10-36. Contesta o argumento do júri “de que às palavras "livro publicado" corresponda à ideia de livro editado, ou seja volume concluído”. Ora “não tendo sido distribuído ao público, posto à venda, tornado público, feito público e manifesto a todos antes do dia 23 de Novembro de 1936 (…) é indiscutível, queira ou não queira o snr António Ferro, que este livro não foi publicado antes dessa data”. Acrescenta que o teor do livro então premiado não cabia no âmbito do concurso por não se tratar, como fora definido no ano anterior, do estudo de uma figura histórica ou de um período histórico, critério então seguido para preterir os seus "Elementos da História de Portugal", que viriam no entanto a receber o prémio Ramalho Ortigão, pelo mesmo SPN, nesse ano de 1936.
Solicita a sua intervenção, junto do Dr. A. Manuel Pimenta, para que os honorários não sejam elevados no processo movido pelo Padre Ricardo Gonçalves contra ele.
Sugere diretrizes para a elaboração do artigo sobre o pedido de admissão de Portugal na ONU. Participa que as suas palavras é levar Alfredo Pimenta a escrever o artigo fora da “Tribuna Livre”. Contém carta assinada por Alfredo Pimenta onde esclarece a sua posição. Contém folheto intitulado “O M.U.D. perante a admissão de Portugal na ONU”.