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Filiação: Joao Batista Gomes e Marquesa Dias Sousa. Natural da freguesia de RUIVOS, Santa Eulalia, concelho de PONTE BARCA
Filiação: Domingos Faria Macedo e Antonia Goncalves. Natural da freguesia de UCHA, Sao Romao, concelho de BARCELOS
Filiação: Jose Afonso Lopes Reis e Beatriz Exposta Anjos. Natural da freguesia de GARFE, Sao Cosme e Sao Damiao, concelho de POVOA LANHOSO
Felicita António de Araújo de Azevedo pelas melhoras da sua saúde, notícias que recebeu pelo coronel João José Maria de Brito.
Refere-se à última carta que enviou a desejar as melhoras a António de Araújo de Azevedo. Solicita ao destinatário [Min. da Marinha e do Ultramar] que proteja o requerimento incluso em que o Padre João da Costa Faria pede o benefício da vigararia de Nossa Senhora do Pilar do Ouro Preto. Informa que este requerimento já foi apresentado à Mesa da Consciência e Ordens, por intermédio do tio do autor [o 2.º Marquês de Aguiar], mas que ficou sem resultado.
Agradece a carta e os favores recebidos. Diz que apesar de não escreve mais vezes para não lhe roubar o tempo, solicita sempre à irmã que o recomende ao destinatário. Agradece a António de Araújo de Azevedo por não se ter esquecido do Caetano.
O autor, [Sargento-mor graduado do regimento de Milícias da Repartição do Rio Grande, comandante do Distrito da Capela de Santo António], envia ao Conde da Barca a cópia de um Memorial [do seu Plano] e um requerimento despachado pelo Conde de Rio Pardo, para que o Conde da Barca constate a dedicação do autor a S.A.R. e o seu fervoroso patriotismo. Oferece ao Governador da capitania de Rio grande o seu Plano de defesa de fronteiras, fruto da sua experiência, e refere que o mesmo tem sido muito aplaudido, mas que ainda não obteve êxito devido às circunstâncias da época.
O autor, sargento-mor graduado do regimento de Milícias da Repartição do Rio Grande e Comandante do Distrito da Capela de Santo António de Palma, apresenta [ao Conde da Barca] o Plano, da sua autoria, de criação de Companhias de Milicianos para a defesa das fronteiras e das populações locais.
O autor, "como cabessa de minha molher" D. Maria Leonor de Carvalho e Mello, única herdeira do seu falecido pai, concede a António de Araújo de Azevedo plenos poderes para tratar de todos os bens que lhe cabem pela herança do Marquês de Pombal. Assinatura autógrafa da co-autora, D. Maria Leonor de Carvalho e Mello. Possui o reconhecimento das assinaturas pelo tabelião José Teotónio de Oliveira em Cidade do Natal, 16 de Agosto de 1812. Possui o reconhecimento no sinal do tabelião José Teotónio de Oliveira, pelo Desembargador da Baía, Manuel José Baptista Filgueiras em 14 de Agosto de 1812.
O autor, "como cabessa de minha molher" D. Maria Leonor de Carvalho e Mello, única herdeira do seu falecido pai, concede ao Conselheiro de Estado António de Araújo de Azevedo plenos poderes para tratar de todos os bens que lhe cabem pela herança do Marquês de Pombal. Assinatura autógrafa da co-autora, D. Maria Leonor de Carvalho e Mello. Possui o reconhecimento das assinaturas pelo Tabelião José Teotónio de Oliveira em Cidade do Natal, 16 de Agosto de 1812. Possui o reconhecimento no asinal do tabelião José Teotónio de Oliveira, pelo Desembargador da Baía, Manuel José Baptista Filgueiras em 14 de Agosto de 1812.
O autor, natural de Goa, dirige-se ao [Conde da Barca], única pessoa que pode suspender a sua adversa fortuna, para suplicar por um Decreto que o nomeie Ouvidor da alfândega de Diu ou Damão, por dois triénios, ou para Procurador do senado da Câmara, com ordenados dobrados e carruagem perpetua.
Acusa a receção da carta de 25 do mês presente e com ela o requerimento para a Junta da Companhia dos Vinhos o qual mandou entregar ontem, e segundo sabe foi visto mas não recebeu qualquer despacho. Tem tomado o negócio do destinatário como se fosse seu, mas vê que as suas diligências têm sido frustradas. Aconselha João Correia de Paiva a aproveitar as relações que mantém com o Governador do Reino Ricardo Raimundo e pedir-lhe que interceda junto do irmão João Nogueira, ara que este concorra para o despacho. Caso contrário, só fazendo queixa ao Soberano é que o destinatário verá desagravada a insolência que os Agentes de Londres têm usado com o consentimento dos actuais deputados.
Transcreve a sua carta de 27 do mês passado, que enviou pelo conde de Palmela. Espera que os seus pedidos sejam aceites como indemnidade das diversas perdas sofridas em consequência do desterro injusto de que foi vítima. Sustenta que sempre foi um vassalo fiel de S.A.R. e informa que enviará, pela via de Portugal, os documentos referidos na carta anterior e que comprovam os motivos que o retiveram na França como também o seu cuidado pelos interesses da Coroa. Informa que este "hemisfério" ainda não está tão tranquilo como se esperava em Abril e que as pessoas desejam a chegada do Inverno.
Informa que não conseguiu empreender o regresso a Portugal, autorizado pelo Aviso que o destinatário lhe enviou, devido ao facto de não ter dinheiro para pagar a viagem, apesar de ter efectuado diligências junto do testamenteiro de seu pai que foi sócio das Pescarias em Montegordo e Administrador das Reais Obras da fundação da Vila Real de Santo António até Março de 1778, e depositário da sua fortuna. Só em Novembro de 1808 é que recebeu a letra de câmbio, mas a falta de navio impediu-o de regressar. Por terra não se atreve a fazer a viagem devido às circunstâncias actuais. As dificuldades com o passaporte, as dívidas acumuladas que o colocam na ruína, sem trabalho e sem amigos, a convalescença da terrível doença que o atacou já este ano foram os principais motivos de não ter regressado. Em breve enviará todos os documentos que comprovam esta situação. Manifesta a sua total fidelidade ao rei, apesar de ter estado sujeito ao terrível captiveiro juntamente com os portugueses que residem em Paris. Expõe todo o sucedido à fortuna de seu pai e após a prisão do autor, em 4 de Março de 1779, motivada por uma falsa acusação da sua mulher e irmãos esta que fez reavivar antigos ódios do Intendente Geral da Polícia que o submeteu a uma intensa vexação pública antes de o desterrar como um verdadeiro criminoso. Solicita ao destinatário, único protector que tem, que lhe alcance a nomeação para Cônsul Geral de Portugal em Rouen e Departamentos do Norte do mesmo modo que foi feito a Eusébio de Sousa.
Informações sobre Ambrosio Dufrayer, cidadão e antigo marinheiro francês, bonapartista assumido, que pretende estabelecer-se no Brasil para se empregar na marinha comercial e dali contribuir para o retorno do imperador a França, e sobre o amigo deste Carlos Durand des Maisons que pretende instalar-se na Baía.
Informa que soube pelo Marquês de Nizieu, que acompanhava o Embaixador de França, que o Conde da Barca considerava as sua últimas instâncias como excessivas. Expõe todo o sucedido desde a receção do Aviso de António de Araújo datado de Julho de 1807, em que o autorizava a regressar a Portugal. O desconhecimento da existência deste documento emPortugal, nomeadamente dos Desembargadores da Relação do Porto que o acusaram de falsário, impediram-no de regressar. Informa que o seu objectivo é segurar a posse à sua filha do que restados seus bens e recuperar a sua honra após um desterro injusto. Deseja conhecer a decisão do destinatário. Informa, ainda, que como não recebeu resposta a nenhuma das suas cartas que escreveu ao destinatário e a cada dia que passa está mais aflito, necessitado e envergonhado, escreveu ao marquês de Aguiar em 18 de Agosto, 12 de Setembro e 4 de Novembro de 1816. Como o falecimento deste "fez passar a V. Exc.ª os Negocos de que hera encarregado" talvez o destinatário tenha visto estas cartas.
Pede ao Conde da Barca "protector dos pobres e opprimidos" que interceda junto de Sua Majestade o rei [D. João VI] a fim de lhe alcançar um sustento para o resto da vida, o qual procurará merecer, trabalhando enquanto as suas forças o permitirem.
Apresenta relatos diários das ocorrências em França: as deliberações saídas da reunião dos Templários em 21 do corrente para restabelecerem a Ordem; a entrada das tropas aliadas em Paris; a abertura do teatro italiano de que é empresária a célebre actriz Catalani, e que contou com a presença de Lord Wellignton e seu irmão que foram apupados pela assistência tendo-se retirado; os motins contra os Bourbons, as aclamções a Napoleão, proclamações e panfletos pró-Napoleão que ali circulam, a estadia da mulher e secretário de José bonaparte em Paris, a intensa luta para tentar purificar a Polícia, a ruína em que se encontra o país e que foi motivado pelos estragos das tropas aliadas. Acha que se não se tentar remediar este mal, em breve a bomba pode estalar. Em anexo envia uma participação que considera de extrema importância. Apesar das diligências, ser-lhe-á muito difícil partir. Suplica a António de Araújo, Ministro da Marinha no Rio de Janeiro, que não o abandone e que lhe permita a viagem para o Rio de Janeiro.
Apesar de já ter escrito no dia 6 do presente, volta a fazê-lo em virtude das notícias ultimamente recebidas. Lamenta que o seu nome não conste da lista de nomeações de Cônsules de Portugal que foi publicada nos jornais no dia 20 so corrente. Sustentando que "até aos estrangeiros parece estranho, que os agentes de uma nação sejaó escolhidos entre os que a ella naó pertencem". Vai fazer todps os esforços para ir a essa capital [do Rio de Janeiro]. Roga ao destinatário para que o empregue, por forma a não passar o resto da sua vida em mendigo depois de 16 anos injustamente expatriado, oprimido e atormentado. Comenta as mudanças verificadas no ministério francês e que se não se adoptarem outras medidas o Rei será mal servido. Circulam moedas com a efígie de Napoleão II, suspeitando-se que as mesmas são feitas em Inglaterra e na Aústria; grande circulação de proclamações e outros escritos incendiários; não há um só oficial da polícia que seja fiel ao rei; por todo o lado encontram-se indivíduos que, com palavras e distribuição de bebidas, procuram seduzir o povo tal como aconteceu umas semanas antes de Napoleão desembarcar em Cannes. Em face destes acontecimentos teme um acontecimento funesto para breve.
Relembra as cartas que escreveu a António de Araújo em 27 de Agosto e 3 de Setembro em que lhe pedia protecção para ser nomeado Cônsul Geral de Portugal em Roüen e portos adjacentes, nos mesmos moldes em que já havia sido atribuído anteriormente a Eusébio de Sousa. No caso de não ser possível obtê-lo suplicava por outro qualquer escolhido pelo destinatário. Informa que a justificação para este pedido seguirá dentro de quinze dias, via Porto, com instruções para serem entregues a V. Exa. quer esteja no Brasil, quer esteja de regresso a Portugal. Espera ser atendido neste pedido e assim fazer desaparecer a vergonhosa mancha de uma inculpação injusta e um degredo não merecido. Defende que aos Cônsules não deveria ser permitido comerciarem em virtude de usarem o estatuto do cargo para introduzirem em Portugal fazendas de lei extraviadas aos reais direitos e preocuparem-se mais com os interesses pessoais do que com os dos vassalos do Príncipe-regente, principal razão para a sua nomeação. Este tipo de comércio sempre foi ruinoso para a indústria nacional impedindo o seu progresso ao introduzir a concorrência desleal.
Informa que recebeu a carta do Conde da Barca de 29 de Janeiro em que lhe recomendava o portador Mr. Alexis Svertchkoff, Conselheiro da legação Russa na Corte do Rio de Janeiro. Informa que o mesmo senhor chegou no dia 13 do corrente e hospedou-se em casa do autor e que brevemente partirá para a Fábrica de Ferro. Agradece as expressões de amizade que o dest. lhe dirigiu na referida carta.
Recomenda à protecção do Conde da Barca o Tenente-Coronel António Leite, a quem concedeu dois meses de licença para poder deslocar-se à Corte, em razão de estar bastante enfermo.
Recomenda à protecção do Conde da Barcao Capitão Tenente da Armada Real José Caetano Filgueiras Negrão que regressa à Corte após ter cumprido com grande honra e dignidade os exames às madeiras cortadas e compradas pelos agentes do governo inglês nod Distritos de São Sebastião, Vila Bela e Ubatuba.
Pede ao Conde da Barca para acolher e proteger os pedidos do Capitão de Cavalaria da Legião de São Paulo, Bernardo José Pinto Gavião, filho do Brigadeiro Ajudante de Ordens José Joaquim da Costa Gavião, o qual regressará agora ao Rio de Janeiro. Pretende o dito Bernardo José unir-se ao seu corpo ou a passagem para o Estado Maior do Exército, que lhe permitiria ser empregado nesta capitania.
Informa a António de Araújo de Azevedo que, na sequeência da carta de 20 do presente, passa a escrever ao Comadante da 7.ª Divisão, Julião Fernandes, para que sejam cumpridas as recomendações. Pede ao destinatário que lembre ao Conde de Aguiar o deferimento da justa pretensão do oficial [João José] Brito.
Informa a António de Araújo de Azevedo que o Barão de Eschewege vai à Corte e que lhe exporá a fomra como foi recebido pelo autor e os motivos que o levaram até aquela capitania. Espera que o mesmo regresse brevemente devido aos trabalhos que tem a seu cargo.
Em resposta à carta de António de Araújo de Azevedo de 19 do corrente, informa das medidas que tomará para resolver o caso de suborno que opõe António de Almeida Lima e o Coronel Barbosa. Em P.s. autógrafo, o Conde de Palma, informa que João José está mortificado com a demora dos seus negócios e que a sua situação é lamentável visto que está cercado de credores e não consegue satisafazê-los.
Agradece a carta do conde da Barca datada de 17 do passado, onde constatou as melhoras de saúde do mesmo e a amizade que continua a dedicar-lhe. Diz que se não lhe escreve mais vezes é por receio de incomodar. Refere-se ao Tratado de 22 de Janeiro de 1815, que felizmente pôs termo à autorização dada aos ingleses para procederm aos cortes de madeira para construção, que se tivessem continuidade causariam à capitania uma grande perda. Informa dos progressos verificados na fábrica que Varnhagen dirige, os quais são superiores às expectativas que detinha. Diz que quando o destinatário lhe fala nestes assuntos dá-lhe uma prova decisiva da sua consideração e amizade.
Aproveita a ida do Sargento Mor Inácio de Sá Sotomaior ao Rio de Janeiro para dar conta da Comissão de que esteve encarregado na Comarca de Curitiba sobre a plantação de Vinhas. Refere que tem recebido as melhores informações sobre as Fábricas de ferro, as quais dão muito crédito a Varnhagen, esperando poder ir verificar pessoalmente dentro de dias para depois comunicar as conclusões ao Conde da Barca.
Relação dos manuscritos remetidos em carta de 24 de Maio deste ano de 1812.
A respeito das demarcações dos reais domínios portugueses na América.
Apresenta proposta para a direção da Fábrica da Quinta da Prova e suas condições.
Sobre alguns presos que pretendem ser mandados para as naus.
"...Da Ordem de São Bento de Avis, Fidalgo da Casa Real, Brigadeiro Graduado e Comandante das Tropas de Macao".
Contém documento com os preços das máquinas para fiação de algodão e instruções para o uso de moinhos.
Por ter contraído casamento clandestino com Catarina Pinto do lugar de Cabaços.