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Boletim Municipal do mês de Dezembro de 1993. Possui os seguintes artigos: - Editorial - Boas Festas - Fotografias legendadas representando a síntese do trabalho realizado pelas autarquias do concelho: Prova Desportiva realizada em Vidigueira; Férias Desportivas para as crianças do concelho; Festival Desportivo 92; Exibição de ginástica rítmica e desportiva pelas classes de ginástica; Festa de Natal das Escolas do Ensino Primário do Concelho; Exposição de escultura do Mestre Isaclino Morais; Atelier de cerâmica com os alunos das escolas de Vidigueira; Concerto de violino para os alunos das escolas de música (Igrejinha Nova); Pavilhão para exposições em Vidigueira; Centro de dia, posto médico, e delegação da Junta de Freguesia de Pedrógão em Marmelar; Posto médico de Selmes; Escola para o ensino primário de Vidigueira (vista parcial do pátio interior); Escola para o ensino primário de Vidigueira (polidesportivo); Escola para o ensino primário de Vidigueira (vista parcial); Torre do relógio e casa mortuária de Alcaria da Serra; Casa mortuária e torre do relógio de Marmelar; Casa mortuária de Selmes; Construção do posto médico de Vila de Frades; Construção do centro de dia, posto médico e delegação da Junta de Freguesia de Selmes em Alcaria da Serra; Arranjo da Igreja da Misericórdia de Vila de Frades; Arranjo da zona envolvente da Igreja de Marmelar; Conjunto de equipamento colectivo (aquecimento das piscinas; estação de tratamento das piscinas cobertas e descobertas); Viatura para recolha de resíduos sólidos; Sessão em Vidigueira com o Secretário de Estado do Ambiente e Recursos Naturais para a assinatura do protocolo para a entrega da zona envolvente da barragem do Alvito às câmaras da A.M.C.A.V.; Sessão para assinatura do protocolo de geminação com Sines e Nisa; Férias em Sines ao abrigo do protocolo de geminação; Encontro internacional sobre desenvolvimento económico em Vidigueira; Fase de construção da adutora do Pequito para abastecimento de água a Pedrógão do Alentejo; Nova captação de água para Pedrógão do Alentejo (Barranco do Boeiro); Nova captação dos Pisões para abastecimento do sistema de Vidigueira e de Selmes; Encontro de reformados do concelho; Grupo coral dos reformados de Vidigueira
CASTRO, Frederico Justiniano. Filho de Luís José de Sousa e Castro, capitão da Casa Real, e de Rita Rosa de Sousa e Castro, dama da Real Câmara, da Casa e Quinta da Torre, sita em Paderne. Nasceu (*) em Lisboa (ver assento de óbito de sua filha Aurélia Augusta, falecida na Vila a 7/10/1902), por volta de 1809. // A 14/8/1836 foi padrinho (juntamente com sua irmã Adelaide) de Albano Augusto Gonçalves, nascido no lugar do Souto dois dias antes. // A 11/5/1838 foi padrinho de Justiniano Augusto da Silva, nascido no lugar da Várzea a sete desse mês e ano. // A 16/5/1839 foi padrinho de Lucinda de Castro, nascida na Várzea a onze desse mês e ano. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 7/2/1843 com Mariana Carolina, filha do capitão-mor João António de Abreu Cunha Araújo e de Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto, SMP, ele presente e ela por procuração passada a seu irmão, José Albano de Abreu Cunha Araújo. Testemunhas: João António de Abreu Cunha Araújo, da Vila de Melgaço, e Manuel António de Sousa, natural de Chaviães, empregado na administração. // A 30/7/1851 foi padrinho de Justina Augusta Vaz, nascida dois dias antes. // Em 1874 pertencia ao grupo dos quarenta maiores contribuintes de Melgaço. // A 17/6/1878, na igreja do mosteiro, ele e a esposa foram padrinhos de batismo de Albina da Glória de Sousa Monteiro. // Estava viúvo de Mariana Carolina quando voltou a casar, na igreja da freguesia de Remoães, a 10/4/1892, desta vez com Prudência Rosa, solteira, de 47 anos de idade, filha de Adão de Sousa e Castro e de Maria Vitória Marques, do lugar da Várzea, freguesia de Paderne. Testemunhas: Manuel Francisco Gonçalves, casado, lavrador, da Quinta da Torre, Paderne, e JAM, solteiro, do lugar de Canle, Remoães. // Foi recebedor do concelho de Melgaço, advogado nos auditórios do julgado, secretário da Câmara Municipal de Melgaço, de cujo cargo se aposentou em 1890. // Foi abastado proprietário na Calçada, SMP, possuindo, entre outros bens, a casa que depois seria do “brasileiro” João Pires Teixeira, e mais tarde do comerciante Miguel Pereira (Macarrão). // Faleceu em sua casa de morada, sita na Quinta da Várzea, Paderne, a 28/7/1894, com todos os sacramentos, com 85 anos de idade, no estado de casado com Prudência Rosa de Castro, com testamento, com filhos, e foi sepultado dentro da igreja paroquial. // Só teve filhos da primeira esposa. /// (*) No seu assento de óbito diz-se que ele era natural de Paderne.
OPERAÇÃO "CHICUELINA" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "SALTITERA" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "MARCA" - RELIM OPERAÇÃO "MARCA" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "MARCA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO (OPERAÇÃO "MARCA" E "TORRE") OPERAÇÃO "MARCA" - INFORMAÇÃO 1/66 (OPERAÇÃO "MARCA" E "TORRE") OPERAÇÃO "ESTRELA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO (ANEXO ALFA) OPERAÇÃO "BICA" - RELATÓRIO ABREVIADO 1165 OPERAÇÃO "BICA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO (ANEXO BRAVO) OPERAÇÃO "BICA" - INFORMAÇÃO 36/65 (OPERAÇÃO "ESTRELA" E "BICA") OPERAÇÃO "BICA" - COM. (OPERAÇÃO "ESTRELA" E "BICA") OPERAÇÃO "BRUMA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO OPERAÇÃO "FÓSFORO" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO E RELATÓRIO ABREV. 47/65 OPERAÇÃO "GUADIANA" - RELATÓRIO DA OPERAÇAO OPERAÇÃO "MIRADA" - RELATÓRIO DA OPERAÇAO E RELATÓRIO ABREV. 54/65 OPERAÇÃO "MIRADA" - INFORMAÇÃO 7/66 (OPERAÇÃO "GUADIANA", "MIRADA", "BRUMA", "FÓSFORO") OPERAÇÃO "SCANIA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO E RELATÓRIO ABREV. 57/65 OPERAÇÃO "SAFARI" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "SAFARI" - RELATÓRIO OPERAÇÃO OPERAÇÃO "SAFARI" - FICHA OPERAÇÃO OPERAÇÃO "SAFARI" - INFORMAÇÃO 15/66 OPERAÇÃO "SAFARI" - COM OPERAÇÃO "ESCUNA" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "PALHABOTE" - FICHA OP. OPERAÇÃO "SAMPANA" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "SAMPANA" - FICHA OP. OPERAÇÃO "GALERA" - RELIM OPERAÇÃO "GALERA" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "GALERA" - FICHA OP. OPERAÇÃO "PATACHO" OPERAÇÃO "JUNCO" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "ÓRBITA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO OPERAÇÃO "CARAVELA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO, RELATÓRIO ABREV. 24/66 OPERAÇÃO "CARAVELA" - INFORMAÇÃO 14/66 OPERAÇÃO "BARCA" - RELATÓRIO ABREV. 26/66 OPERAÇÃO "SONDA 1" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "SONDA 2" - RELATÓRIO ABREV. 29/66 OPERAÇÃO "SONDA 3" - RELATÓRIO ABREV. 31/66 OPERAÇÃO "SONDA 4" - RELATÓRIO ABREV. 34/66 OPERAÇÃO "SONDA 5" - RELATÓRIO ABREV. 35/66 OPERAÇÃO "TANCAR" - RELATÓRIO ABREV. 37/66 OPERAÇÃO "FALUA" - RELATÓRIO ABREV. 38/66 OPERAÇÃO "SONDA 6" - RELATÓRIO ABREV. 39/66 OPERAÇÃO "PEQUISA 2" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "PEQUISA 5" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "SONDA 7" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "SONDA 8" - RELATÓRIO ABREV. 49/66 OPERAÇÃO "PRUMO 1" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "PRUMO 2" - RELATÓRIO ABREV. OPERAÇÃO "CLIPPER" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO OPERAÇÃO "CLIPPER" - PERINTREP 30/66 OPERAÇÃO "CUTTER" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO, RELATÓRIO ABREV. 58/66 OPERAÇÃO "CARRAÇA" - RELATÓRIO ABREV. 63/66 OPERAÇÃO "CHALUPA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO AÇÃO CORDENADA OPERAÇÃO "BOTE" - RELATÓRIO ABREV. 67/66 OPERAÇÃO "BRIGUE" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO , RELATÓRIO ABREV. 72/66 OPERAÇÃO "BRIGUE" - FICHA OP. OPERAÇÃO "IATE" - RELATÓRIO ABREV. 74/66 OPERAÇÃO "ESCALER" - RELIM, RELATÓRIO ABREV. 77/66 OPERAÇÃO "CORVETA" - RELIM, RELATÓRIO ABREV. 80/66 OPERAÇÃO "CORVETA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO OPERAÇÃO "CORVETA" - FICHA OP. OPERAÇÃO "ARGOS" - RELATÓRIO ABREV. 84/66, RELATÓRIO DA OPERAÇÃO OPERAÇÃO "CANHONEIRA" - RELIM OPERAÇÃO "CANHONEIRA" - RELATÓRIO ABREV. 1/67 OPERAÇÃO "PÉGASO" - ORDEM DE OPERAÇÕES 3/67, RELATÓRIO ABREV. 3/67 OPERAÇÃO "PÉGASO" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO OPERAÇÃO "PÉGASO" - FICHA OP. OPERAÇÃO "CRUZEIRO DO SUL" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO, RELATÓRIO ABREV. 6/67 OPERAÇÃO "FALUA" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO, RELATÓRIO ABREV. 10/67 OPERAÇÃO "FALUA" - FICHA DA OPERAÇÃO OPERAÇÃO "ESCORPIÃO" - RELATÓRIO DA OPERAÇÃO, RELATÓRIO ABREV. 12/67 OPERAÇÃO "ESCORPIÃO" - FICHA OP. OPERAÇÃO "BALEEIRA" - RELATÓRIO ABREV. 14/67 OPERAÇÃO "LOBO" - ORDEM DE OPERAÇÕES 12/67
Registo da imagem em nome de Manoel Ferreira Pessoas identificadas: Fernando Luis Ribeiro, Manuel João Cutileiro Ferreira, LuIs Alves Martins, José Alberto Esquivel Pereira, António Descalço de Torres Vaz Freire, Maria Noémia Ribeiro Alves Martins de Torres Vaz Freire, Maria Alice Ribeiro Alves Martins Esquivel Pereira, Alice Candida Espadeiro Ribeiro Alves Martins, Maria Luisa Ribeiro Alves Martins Cutileiro Ferreira, Maria Manuela Alves Martins Cutileiro Ferreira (criança), Maria Luisa Alves Martins Cutileiro Ferreira (criança), José Luis Martins Esquivel Pereira (criança), Artur Luis Martins Cutileiro Ferreira (criança), Rosa Maria Martins Esquivel Pereira (criança), Mariana de Jesus Martins de Torres Vaz Freire (criança)
Com destino a: Brasil Naturalidade do requerente: Apúlia- Esposende Data de Nascimento: 24/04/1926 Pai: Rodrigo Gonçalves Serra Mãe: Teresa Maria Estado Civil: Casada Cônjuge: Manuel de Almeida Torres Pai do Cônjuge: N/a Acompanhantes : Manuel Serra de Almeida Torres, Cândido Serra de Almeida Torres e Maria Serra de Almeida Torres Filhos: Manuel Serra de Almeida Torres, Cândido Serra de Almeida Torres e Maria Serra de Almeida Torres Processo: 16/63/41/E
Em 1258, nas inquirições de D. Afonos III efetuadas no julgado de Guimarães, há referência a 4 casais pertencentes a Urraca Nunes Manteiga, que terão sido o núcleo originário da Quinta da Pousada. Dona Urraca deixa as terras de Pousada à sua filha, Auzenda Annes de Guimarães, casada com Gonçalo Gomes Peixoto, da família dos Peixotos, senhor de Pardelhas, de Fafe que aqui construíra a Torre da Pousada. Estas terras foram deixadas a seu filho, Gonçalo Gonçalves Peixoto, cónego da Sé de Braga e da Colegiada de Guimarães, abade de Tolões e de vila Cova, que por sua vez, instituiu o morgado em seu filho, legitimado em 1292, Gomes Gonçalves, cónego da Colegiada de Guimarães e 1º administrador do morgado da Pousada. Além deste, foram legitimados, por Dom Dinis, em 1323, mais quatro filhos: Álvaro Gomes Peixoto, Vasco Gomes Peixoto, Rui Gomes Peixoto, Gil Gomes Peixoto. Gil Gomes Peixoto, clérigo de missa, sucede no vínculo a seu pai, Gomes Gonçalves que, por sua vez, o transmitiu a seu filho, Álvaro Gil Peixoto, abade de Unhão. Mais tarde, Álvaro Gil Peixoto passa o morgado a Diogo Álvares Peixoto, filho legitimado por D. João I, em 2 de agosto de 1401 e último descendente desta linha. Apesar de ser ténue a documentação sobre este a Casa da Pousada, existe um pergaminho que dá conta que Vasco Gonçalo Peixoto, um dos filhos do 1º administrador da Casa da Pousada, dá posse a seu filho, Gonçalo Vasques Peixoto, de umas casas em Miragaia e de todos os bens que lhe couberam por morte da sua mãe, Maria Airas, sua primeira mulher (pergaminho nº 36). Vasco Gonçalo Peixoto teve mais filhos: João Vasques Peixoto, Comendador de Faia e administrador da Casa Da Pousada, Rui Vasques Peixoto, filho do 2º casamento com Maria Nicolas, Violante Vasques Peixoto, casada com Martim Esteves Barbato, a quem o irmão, comendador de Faia, emprazou em 3 vidas a Quinta da Pousada, Isabel Vasques Peixoto, mulher de Gil Lourenço. Em 1451, Rui Vasques Peixoto transmite o morgado a seu irmão, Rui Vasques Peixoto, contudo Violante Vasques Peixoto a quem lhe tinha sido emprazada as terras da Casa da Pousada pretende valer os seus direitos e contesta a posse destas terras. Em 1453, Dom Afonso I, Duque de Bragança e Conde de Barcelos, divide os rendimentos da quinta da Pousada entre os dois irmãos, por sentença datada de 1453 (pergaminho nº 38). Apesar das querelas, Rui Vasques Peixoto deixa o senhorio da Pousada a seu filho primogénito, Álvaro Vaz Peixoto. A sucessão destas terras vai-se efetuando, até que, em 1894, último descendente, João Gonçalo Francisco de Borja Pacheco Pereira de Sousa Peixoto de Carvalho, vende a Casa da Pousada a Domingos José Ribeiro Guimarães, membro do senado vimaranense, Presidente da Associação Comercial de Guimarães, que a deixa a sua filha D. Rita Martins Moura Machado, moradora na Casa dos Laranjais, casada com José Maria Francisco Moura Machado, médico militar, oriundo da Casa de Chelo, Celorico de Bastos. D. Rita Moura Machado fez obras na Casa da Pousada, mas deixa-a ao abandono. Em 1922, dá-se um incêndio na Casa da Pousada e quem a herda é seu filho, Dr. José Moura Machado. Este deu início às obras de restauro e dá à Casa da Pousada “o que há muito lhe faltava: o calor do lar a iluminar, a proteger, a amar estas velhas pedras, vínculo mais antigo das terras de Guimarães” . Adelaide Moraes – Velhas Casas: Casa da Pousada - freguesia de Azurém. In Boletim Trabalhos Históricos Vol. XXVIII (1975-1977), p.2-108.
É um dos mais antigos conventos fundados em Guimarães. Segundo Frei Luís de Sousa, na história de S. Domingos, a então vila de Guimarães, no ano de 1270, convidou os dominicanos a fundarem uma casa conventual. Com esse fim, chegam à vila em Dezembro quatro religiosos dominicanos, entre os quais o Prior de S. Domingos do Porto, tendo reunido com as pessoas mais notáveis da vila e do povo, na capela de S. Tiago na Praça, sendo-lhes ali concedida a licença para a fundação, demarcando-se-lhe um local perto da porta da vila, junto à Torre da Nossa Senhora da Piedade, hoje no Toural à entrada da Rua da Rainha.Com esmolas e ajudas compram casas e quintas, começando a obra junto ao muro novo, em 1271, no reinado de Afonso III, concluindo-se oito anos mais tarde. No entanto, em 1323, D. Dinis manda derrubar o convento, devido ao perigo que podia acarretar para a defesa da vila, como se comprovou aquando da rebelião do Infante D. Afonso, que quase conquistou a vila aproveitando-se da vizinhança do seu muro de defesa.Desalentados, só mais tarde é que os frades, marcado novo local para edificação, a cerca de 130 passos a Poente do antigo convento, principiaram a construção do novo convento. As obras vão sendo feitas com ajuda de esmolas, principalmente do arcebispo de Braga, D. Lourenço Vicente, do fidalgo D. Afonso de Briteiros e dos bispos de Burgos, que lhes deixou a sua livraria. Este edifício foi durante muitos anos um seminário.Em 1297, juntamente com os franciscanos, fazem um acordo com a Colegiada para regulamentar a pregação nas igrejas de Guimarães. Este acordo foi depois renovado em 1 de Abril de 1409.A igreja de três naves e dez altares laterais, uma das mais espaçosas e elegantes de Guimarães, sofreu profundas alterações durante os séculos XVIII e XIX. No ano de 1744 a câmara, em sessão de 3 de Março, deu verbas para substituir a capela-mor primitiva por uma outra, certamente, mais ampla, mas sem qualquer beleza arquitectónica. Em 1770, por diligências de Rodrigo de Sousa da Silva Alcoforado, da Casa de Vila Pouca, fez-se uma nova porta principal barroca. Em 1874, a Ordem Terceira e irmandades ali constituídas, reformam toda a igreja, que ameaçava ruir, com pinturas, dourados e estuques, sendo restituída ao culto cinco anos mais tarde. Todas estas sucessivas obras desfiguraram inteiramente a velha igreja gótica. Com a extinção das ordens religiosas a igreja ficou abandonada, sendo mais tarde cedida à Ordem Terceira de S. Domingos, por D. Maria II, em 24 de Janeiro de 1851 e dado o convento à câmara por decreto de 25 de Abril de 1842, tendo servido em 1839 de quartel militar e, em 1842 foi convertido no Tribunal Judicial.Em 1888 parte do convento foi ocupada pela Sociedade Martins Sarmento, com o fim de nele se estabelecerem os museus, biblioteca e demais dependências da instituição. Hoje a igreja é a paroquial da freguesia de S. Paio.
Da esquerda para a direita: José Manuel Moura, Maria Margarida Ventura, Alice Pinto Basto, Jaime Pinto Basto, José Silveira, Rosa Bragança Gil, José Manuel Moreno, Maria Cristina Calhau Cidade, Maria Luísa Carreira e Joaquim Maria Torres
Pedido de entrega de bens à corporação encarregada do culto católico na freguesia de Santo António da Serra, concelho de Santa Cruz, distrito do Funchal, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, nomeadamente a igreja paroquial, com suas dependências, torre, sinos, sacristias e adro; a Capela dos Imaculados Corações de Jesus e Maria, no sítio da Ribeira de João Gonçalves, com suas dependências e adro ajardinado; a residência paroquial e seu quintal ou passal com 70 metros quadrados, palheiros, lavadouros, depósitos de água e canalizações respectivas; a Casa dos Romeiros, anexa à igreja; móveis, paramentos, alfaias e demais objectos de culto, incluindo os de ouro e prata; quintal anexo à residência paroquial e à Casa dos Romeiros com 25 metros quadrados. A Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou que todos os bens solicitados estavam em condições de serem entregues, exceptuando-se a Capela dos Imaculados Corações de Jesus e Maria, por ser propriedade de um particular, assim como a Casa dos Romeiros e seu quintal, cuja cedência havia sido pedida anteriormente pela Câmara Municipal de Santa Cruz, para ali instalar uma escola.
Correspondência e recibos relativos à incorporação nos arquivos distritais, regulamentada pelo Decreto n.º 19.952, de 27 de Junho de 1931, dos espólios dos cartórios dos mosteiros suprimidos que se foram extinguindo pelo falecimento das últimas freiras que haviam sido entregues nas direcções distritais e secções de finanças. Inclui telegramas e ofícios contendo as respostas das várias direcções de finanças à solicitação do Director Geral da Fazenda Pública sobre a necessidade de saber se "ainda existem papéis, e livros provenientes da extinção dos mosteiros, e se o seu estado de conservação é bom e se estão bem acondicionados". Por despacho ministerial de 4 de Janeiro de 1937 foi autorizada a entrega à Inspecção Superior das Bibliotecas e Arquivos para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo e arquivos distritais, conforme o caso, dos livros e papéis dos conventos extintos ainda existentes nas direcções distritais ou secções de finanças concelhias, estando nessas condições as direcções de finanças de Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Santarém, Viana do Castelo e Horta, assim como as secções de finanças de Barcelos, Esposende, Guimarães, Silves e Loures. Exceptuou-se a entrega dos livros e documentos que ainda se tornaram indispensáveis para o serviço de cobrança de rendimentos e de administração dos bens desses conventos, administrados pela Fazenda Pública. Inclui inventários e autos de entrega dos livros, papéis e documentos pertencentes aos conventos extintos ou suprimidos.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja e ao benefício paroquial da freguesia de Girabolhos, do concelho de Seia e distrito da Guarda. Ao benefício paroquial foi entregue uma morada de casas de altos e baixos sita ao Sabugal, de acordo com auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 24 de Outubro de 1953. À fábrica da igreja paroquial de Girabolhos foi entregue a igreja matriz com o seu adro, torre, sinos, relógio, imagens e alfaias; a Capela da Senhora da Cabeça com o seu adro, imagens e alfaias; a Capela de São Nicolau com o seu adro, imagens e alfaias; a Capela de São Simão edificada no lugar da Ortigueira com seu campanário e sino, adro, imagens e alfaias; uma terra com oliveiras sita ao Mondego, denominada Horta do Carneiro; uma terra de oliveiras denominada Moleana; diversas oliveiras dispersas detalhadamente identificadas no auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 24 de Outubro de 1953.
Entrega de bens ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 16 de Julho de 1940, à fábrica da igreja paroquial da freguesia de Sobrado, concelho de Castelo de Paiva, distrito de Aveiro, nomeadamente a igreja paroquial, adro, móveis, alfaias, paramentos e objectos de culto; a Capela de Gandra; a Capela de Pejão; a Capela de Nossa Senhora do Alívio de Regueira; a Capela de Nossa Senhora do Carmo de Labais com os seus móveis, alfaias e paramentos e objectos de culto, alguns dos quais em prata, de acordo com o auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 4 de Maio de 1945. Entrega de bens ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 16 de Julho de 1940, à fábrica da igreja paroquial da freguesia de São Pedro do Paraíso, concelho de Castelo de Paiva, distrito de Aveiro, nomeadamente a igreja paroquial, com dois sinos e relógio da torre, de acordo com o auto de entrega lavrado a 12 de Janeiro de 1946; e o adro que circunda a igreja e sacristias e casas de arrumação implantada no adro; os móveis, paramentos, alfaias e objectos de prata de acordo com o auto de entrega lavrado a 15 de Setembro de 1945.
Trata-se do empréstimo de 100.000 contos destinado a: 1) Aeroporto (20.000 contos); 2) Prolongamento da Av. Almirante Reis e à Estrada da Encarnação (10.000 contos); 3) Parque florestal de Monsanto - fase inicial (20.000 contos); 4) Urbanização da zona do novo Hospital Escolar (6.000 contos); 5) Transferência da fábrica de gás das proximidades da Torre de Belém para a Matinha (6.000 contos); 6) Arranjo da Av. da Índia e da Praça do Império (8.000 contos); 7) Urbanização da encosta da Ajuda e do Restelo - fase inicial (15.000 contos); 8) Saneamento do caneiro de Alcântara e Av. de Ceuta - fase inicial (7.000 contos); 9) Urbanização das casas económicas a construir pelo Governo (8.000 contos); 10) Construção de 1.000 casas desmontáveis em colaboração com o Estado (5.000 contos); 11) Ligação da auto-estrada a Lisboa (8.000 contos); 12) Construção de novos mercados: S. Bento, Belém, Poço dos Mouros, etc. (6.000 contos); 13) Estrada da circunvalação de acesso aos novos aquartelamentos a construir na periferia de Lisboa (6.000 contos); 14) Construção das grandes artérias radiais e transversais destinadas a descongestionar o tráfego na parte central da cidade, incluindo a ligação do aeroporto à base de aviação de Cabo Ruivo (10.000 contos); 15) Trabalhos de urbanização (10.000 contos); 16) Material para aperfeiçoamento do serviço de limpeza e regas e de transporte de carnes (5.000 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo, II série, de 17 de Novembro de 1939.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja da freguesia de Lagos da Beira, concelho de Oliveira do Hospital e distrito de Coimbra, nomeadamente uma casa que serve de forno - o forno do Senhor -, sito à Rua do Eirô; uma casa de serve de forno - o forno do Senhor - sito à Rua da Amargura; um olival sito ao Casal; uma terra de semeadura sita à Leira do Chão ou Cão, devidamente identificados no auto de entrega lavrado a 18 de Maio de 1944. Por auto lavrado a 28 de Julho de 1954 foi entregue à fábrica da igreja paroquial de Lagos da Beira o edifício da igreja com adro murado, torre, relógio de ferro e dois sinos assim como os respectivos bens cultuais devida e detalhadamente identificados no auto de entrega; uma capela com invocação de São Miguel, no cemitério paroquial de Lagos da Beira; uma propriedade de terra regadia e seca com oliveiras e árvores de fruto denominada o passal; o local de uma morada de casas de habitação com altos e baixos, lojas e pátio que foi residência paroquial; a Capela de Nossa Senhora da Conceição de Lagos da Chamusca com os respectivos objectos cultuais devidamente identificados; a Capela de Santo António no lugar de Póvoa das Quartas com os respectivos objectos cultuais identificados; a Capela de São Roque, ao cimo da povoação de Lagos da Beira, mandada construir pelo Dr. António de Carvalho Monteiro.
Trata-se do empréstimo de 1.900 contos destinado a: 1) Amortização do último empréstimo contraído na CGDCP (23.247$86); 2) Abastecimento de água à vila de Trancoso (600 contos); 3) Electrificação da vila de Trancoso (520 contos); 4) Electrificação da povoação de Freches (100 contos); 5) Electrificação da estação ferroviária de Vila Franca das Naves (50 contos); 6) Electrificação da povoação de Cogula (50 contos); 7) Construção do matadouro municipal na sede do concelho (250 contos); 8) Abastecimento de água à povoação de Granja (15 contos); 9) Abastecimento de água à povoação de Torre de Terrenho (15 contos); 10) Abastecimento de água à povoação de Venda do Cepo (20 contos); 11) Conclusão da obra da estrada municipal de Vila Franca das Naves a estrada nacional n.º 102, passando pelas povoações de Póvoa do Concelho, Vale do Seixo e Cogula (50 contos); 12) Conclusão da estrada municipal Trancoso-Meda (100 contos); 13) Conclusão da estrada Trancoso-Aldeia Nova, passando por Fiães e Aldeia Velha (106.752$14). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 109, II série, de 12 de Maio de 1948.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de São João da Ribeira, concelho de Rio Maior, distrito de Santarém, diocese de Lisboa, nomeadamente a igreja paroquial com a sua sacristia, torre, sinos e todas as dependências; a Capela de Nossa Senhora da Encarnação; a Capela de Arrouquelas; a Capela de Nossa Senhora das Barreiras, com todas as suas dependências, imagens, móveis, paramentos, alfaias e objectos de culto, de acordo com auto de entrega lavrado a 22 de Setembro de 1942. Pelo auto de entrega lavrado a 29 de Abril de 1943 foi entregue a Capela de São Braz, no lugar de Malaqueijo; a Capela de Nossa Senhora no lugar de Escusa. Pelo auto de entrega lavrado a 20 de Setembro de 1945 foi entregue a Capela de Nossa Senhora da Barreira, no lugar de Ribeira de São João; umas casas e quintal com a reserva temporária à sua utilização como escola primária, ficando a fábrica da igreja a receber a renda a estabelecer com a Câmara Municipal; duas oliveiras no sítio da Cerrada da Joana.
Estrada Real (ER) nº 24 de S. Pedro da Torre a Paredes de Coura - 3º lanço, de S. Bento da Porta Aberta a S. Sebastião de Formariz. Projecto da estrada de ligação das Almas de Padroso (ER) nº 23 com Laceiras (EM de Cerveira a Covas). Projecto e orçamento dos reparos dn edifício da Repartição de Fazenda e mais repartições públicas do distrito de Viana. Projecto definitivo da estrada de serviço de Moledo (centro) à estação de caminho de ferro do Minho em Moledo. Estrada de ligação do embarcadouro do Darque na margem esquerda do Rio Lima com a estação do mesmo nome - Caminho de Ferro do Minho. Projecto da estrada de ligação da ER nº 24 com a ED nº 1, próximo a Felgueiras. Peças desenhadas. Estrada Real (ER) nº 3 do Porto dos Arcos - Ramal do Alto da Prova ao Souto (ER nº 25) - antiga estrada municipal. Projecto de reforma da Ponte de Santar. Estrada de Campos com a Estrada Distrital (ED) nº 8, passando por Cornes. Projecto da estrada de ligação das Almas de Pedroso (ER nº 23) com Laceiras (EM de Vila Nova de Cerveira a Covas) - planta geral, planta parcelar, perfis. Peças escritas e desenhadas.
Estrada Distrital (ED) nº 3, de Orbacém a Meadela. Lanço da Portela de Guilhade à estrada municipal de Meadela a Perre. Mapas de arrematação de tarefas. Mapas de tarefas dos trabalhadores. Processo de licença a concder a Fortunato barbosa para circulação de duas carreiras de automóveis entre Monção e Melgaço. Processo de licença a conceder à Empresa de Transportes Courense para transitar com carreira de camionetas entre S. Pedro da Torre e Paredes de Coura. Auto de vistoria de reconstrução de pavimento da Estrada Municipal de Seixas a Vilar de Mouros, de calçada portuguesa e britagem. Planta do coreto da Junta de Paróquia de S. Martinho da Gandara. mapas de viação referindo o estado das estradas do Distrito (30 de Junho 1915). Relação de cabos e cantoneiros. Processo de licenças a conceder à Empresa de Transportes Mecânicos com sede em Lisboa para transitar com a carreira de Auto-omnibus entre Arcos de Valdevez e Viana. Processo de licença de José de Magalhães Queirós para uma carreira de camioneta entre Viana do Castelo e Ponte de Lima. Processo de licença a conceder à Empresa de Transportes Mecânicos com sede em Lisboa para a carreira de omnibus entre Ponte de Lima em Braga.
Relatórios de deficiências encontradas nas estradas: Estrada Nacional (EN) nº1, 2, 3 e 5. lanço da Esplanada do Rio Minho e Ponte Internacional de Valença. Lanço de Covas da Breia. Lanço de S. Bento da Porta Aberta. Extracção de areia do Rio Minho e Ribeiro da Gadanha para reparação da Estrada Nacional nº 1. Comparticipação de obras pelo Fundo do Desemprego. Estimativa de trabalhos de reparaçãoe conclusão dos passeios da Estrada Nacional nº 1 na Avenida da República em Moledo. Pintura de marcos. Lanço Porto a Monção por Braga (EN nº 2); de Caminha a Melgaço por Arcos de Valdevez (EN nº 3); Gontinhães a Lanhezes (EN nº 5); Paredes de Coura (EN nº 3); Breia (EN nº 1); Meadela a Perre (EN nº 3); Braga a S. Pedro da Torre por Ponte de Lima (EN nº 1); S. Bento da Porta Aberta (EN nº 1); Portela do Extremo (EN nº 2). Reparação em casas de cantoneiros. Estimativas para as reparações urgentes dos estragos causados pelos últimos temporais.
Arrolamento e entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja e ao benefício paroquial da freguesia de Santa Catarina, concelho de Calheta e distrito de Angra do Heroísmo, nomeadamente ao benefício paroquial uma casa alta, telhada, com dois andares sita no Outeiro, lugar da Fajã Grande; à fábrica da igreja paroquial duas sacristias, uma torre com quatro sinos e um adro da igreja paroquial de invocação a Santa Catarina; uma Capela paroquial sob a invocação de Nossa Senhora do Socorro na povoação dos Biscoitos com as suas dependências; a Capela paroquial de invocação do Senhor Jesus da Fajã Grande com os respectivos móveis, paramentos e objectos de culto devidamente identificados no auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 14 de Dezembro de 1944. Por auto lavrado a 6 de Maio de 1946 foi entregue ao benefício paroquial da freguesia de Santa Catarina uma casa alta telhada com dois andares, sita no Outeiro, lugar da Fajã Grande, da freguesia de Calheta.
Arrolamento e entrega de bens ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de Parada do Pinhão, concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, nomeadamente de um monte e terrado no sítio do Cardacedo; um monte no sítio do Outurral; um monte no sítio da Serrinha, um monte no sítio da Seixosa; um monte no Vale Derradeiro; um monte no Cerdeiral; um monte no Vale da Dona; um monte na Acoutada; um monte no Seixo; um monte na Fraga do Calvo; um monte na Fonte Nova,; um monte no Castelo; um monte no Valongo; um monte na Mouta; uma casa de sobrado em mau estado na Rua da Residência, em Parada do Pinhão; uma casa que ameaça ruínas, na Rua do Adro; a igreja paroquial com as duas sacristias, adro, torre com dois sinos; a Capela dedicada ao Divino Espírito Santo, sita na Parada do Pinhão; a Capela dedicada ao Senhor do Calvário, no sítio do Valongo; a Capela dedicada a São Salvador, no lugar de Vilarinho; assim como imagens, paramentos e alfaias devidamente identificadas no auto de entrega lavrado a 16 de Outubro de 1945.
Arrolamento e entrega de bens ao abrigo do Decreto n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, na freguesia de Pereiro, concelho de Tabuaço, distrito de Viseu, nomeadamente à fábrica da igreja da freguesia, a igreja com o seu adro, sacristia, três altares e torre com sinos; a Capela do Senhor dos Matosinhos, em Vale de Estucada; a Capela de Santa Bárbara com adro no sítio do Fundo do Povo de Pereiro, assim como várias alfaias e objectos de culto devidamente identificados no auto de entrega lavrado a 28 de Junho de 1950. A 2 de Dezembro de 1950 foi lavrado um auto que entregou à Confraria do Santíssimo Sacramento da freguesia de Pereiro uma terra na Fonte; uma terra no Chão da Senhora; uma terra nos Sobreiros; um quintal e horta no Vale de Figueirinha; uma tapada do Leitão; uma terra de monte no Muro; uma terra no Tumbio; uma terra na Lameira; uma terra nas Gândaras; uma terra no Vale de Estercado, assim como diversas oliveiras dispersas por 30 propriedades identificadas no respectivo auto de entrega.
Arrolamento e entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, ao benefício paroquial da freguesia de Calvão, concelho de Chaves e distrito de Vila Real, nomeadamente uma terra no sítio da Lama Redonda; duas terras no sítio da Lama Trema; um lameiro no sítio de Marinha Rigueira; um lameiro no sítio de Teuriz; uma horta no sítio do lugar da Costa; uma terra no sítio de Calhe; uma terra no sítio das Lagas; uma casa com um andar e uma divisão e baixo correspondente, que confronta com o adro da capela; um lameiro no sítio das Olgas; uma terra no Grou de Baixo; uma terra na Lavourada; uma morada de casas inscrita sob o artigo n.º 26; uma terra no sítio do Outeiro da Bandeira; uma terra no sítio da Lama das Poldras; uma terra no sítio do Carvalhal de Cima; uma terra no sítio do Outeiro da Torre e uma terra no sítio das Laboradas, de acordo com o auto de entrega lavrado a 20 de Julho de 1944.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Avelar, concelho de Ansião, distrito de Leiria, nomeadamente a Capela de Nossa Senhora da Guia que serve de igreja paroquial com a sua torre, sinos, sacristia e arrecadações anexas; as alfaias, paramentos, vasos sagrados e móveis constantes de inventário da Junta de Freguesia de Avelar e da Comissão Administrativa de Nossa Senhora da Guia; todos os cofres e caixas; todas as jóias e adornos das imagens; a casa de Nossa Senhora da Guia, como residência paroquial, com suas dependências, logradouro e jardim; a Capela de São Roque, da Rapoula e a Capela de Santo Amaro da Rascóia com imagens e objectos de culto; o terreiro de Nossa Senhora da Guia, com coreto, alpendres e barracas; o adro da igreja velha, no Pelourinho e as oliveiras do Santíssimo dispersas pela freguesia, de acordo com o auto de entrega lavrado a 7 de Abril de 1936. Inclui ainda um processo judicial contra José Augusto Medeiros e mulher, Palmira de Figueiredo Medeiros, proprietários de um prédio urbano na qual fizeram uma varanda, que excedeu os limites do seu prédio e abriu janelas sobre uns alpendres de Nossa Senhora da Guia. Contém fotografias a preto e branco do referido alpendre.
Realização de montagem e desmontagem, manutenção e reparação das estruturas de iluminação de Natal 2021; Largo D. Júlia Palha; Rua Palha Blanco; Largo do Machado; Largo Capitão José Maria Guedes; Largo da Igreja; Rotunda da Cimpor; Rua Cónego Joaquim Maria Pereira Botto; Rua Duque da Terceira; Rua Marquês de Rio Maior; Praça 7 de Março; Rua Salvador Marques; Rua São João Batista; Rua Henrique Pietra; Rua Dr. Armando Nunes Diogo; Largo José António Veríssimo Silva; Largo 1.º de Maio; Rua Dr. Francisco Gomes de Avelar; Rua 1.º de Maio; Travessa Torre do Relógio; Rua Duque da Terceira; Rua José de Sousa Nazareth; Avenida Infante D. Pedro; Rua Brigadeiro Fernando Alberto de Oliveira; Avenida Capitão João de Almeida Meleças; Rua João Mantas; Rotunda da Verdelha; Avenida 5 de Outubro; Rotunda da Abrunheira; Rotunda da Oliveira; Rua Fernando Pessoa; Rotunda da Mulher; Rotunda dos Caniços; Rotunda da Rua Américo Costa; Rotunda da Avenida Dom Vicente Afonso Valente; Rotunda da Rua do Tejo; Rotunda da Bolonha; Rotunda da Avenida Dom Vicente Afonso Valente; Rotunda da Patinha; Rotunda da Avenida Ernesto Solvay; Cabo de Vialonga; Rotunda do Cabo; Rua 1º de Maio; Rua Prof. Egas Moniz; Rua 28 de Setembro; Rua Coronel Lobo da Costa; Largo D. Dinis; Granja; Rotunda da Variante de entrada na Granja/Alpriate; Praça Afonso Albuquerque; Avenida Pedro Victor; Rua Serpa Pinto; Largo Marquês de Pombal; Rua Alves Redol; Monte Gordo.
Ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, foi determinado entregar à corporação encarregada do culto católico na freguesia de Monforte da Beira, concelho de distrito de Castelo Branco, por despacho ministerial de 27 de Fevereiro de 1932, os seguintes bens: a igreja paroquial e todas as capelas públicas com todas as suas dependências, adros e terrenos adjacentes, os objectos de culto, torre do relógio e sinos; o nicho de Santa Cruz e a igreja da misericódia, dependências, alfaias, terreno adjacente e casa térrea adstrita a esta igreja; a Capela de São Pedro e terreno adjacente, excluindo o cemitério e o prédio denominado "Curral". Posteriormente, foram apresentadas reclamações pela Junta de Freguesia de Monforte da Beira e pela Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia daquela povoação, revindicando como seus, determinados bens incluídos naquela entrega. Deste modo, foram excluídos da entrega os seguintes bens: o Curral do Concelho, por se reconhecer que é logradouro da freguesia; o Largo da Misericórdia por não existir e estar então ocupado por edificação e pavimentos de ruas públicas; a Capela do Espírito Santo, a Sala do Cabido junto a essa capela e o Palheiro ou casa térrea, sita na Rua do Espírito Santo, por serem pertença da Santa Casa da Misericórdia.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja paroquial na freguesia de Enguias, concelho de Belmonte, distrito de Castelo Branco e diocese da Guarda, nomeadamente 11 oliveiras dispersas em diversos terrenos devidamente identificadas no auto de entrega lavrado a 21 de Março de 1944. Neste processo encontra-se um auto de entrega lavrado a 20 de Janeiro de 1934 (que supomos ter sido lavrado no ano de 1944, uma vez que no seu conteúdo faz referência ao decreto de 25 de Julho de 1940), e que determinou a entrega da igreja paroquial, com todas as suas dependências, torre, sino, adro e cava do coveiro; a Capela de Nossa Senhora da Estrela, cerca anexa e casa do fogo, situada no limite das Enguias; a Capela de São José situada no lugar do Carvalhal; os respectivos móveis, imagens, paramentos, alfaias e objectos de culto; seis oliveiras sendo quadro no Adro, uma nas Lages e uma na Quelha da Urgeira.
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias da igreja de São Bernardo, extinto Seminário de Portalegre, que teve lugar nos dias 13 a 15 de Novembro de 1921, de que se obteve o montante de 23.748$30. Inclui relatório do oficial da Secretaria da Comissão Central de Execução da Lei da Separação sobre aquela venda bem como da situação de outros bens da Capela de Santo André, da Capela de São Bartolomeu, da igreja do Recolhimento de São Braz e da Irmandade da Ordem Terceira de São Francisco. Inclui páginas de jornais com anúncios do leilão; listagem dos móveis, utensílios e alfaias da igreja do extinto Seminário de São Bernardo de Portalegre, com a designação, o nome do adjudicatário, a avaliação e o montante pelo qual foi vendido; assim como referência aos objectos que deveriam dar entrada no Museu Regional e os sinos da torre da igreja pretendidos por cedência pelo Grémio Planetário para serem fundidos a fim de integrarem um monumento aos mortos da Grande Guerra.
Localidades: Concelho de Paredes de Coura: Vascões, São Pedro; Insalde, Santa Maria; Ferreira, São Mamede; Rubiães, São Pedro; Formariz, São Pedro; Cossourado, Santa Maria; Coura, São Martinho; Padornelo, Santa Marinha; Paredes de Coura-Santa Maria; Castanheira, São Pedro; Resende, São Salvador; Bico, São João Batista; Parada, São Pedro Fins; Mozelos, São Paio; Linhares, Santa Marinha; Porreiras, São Miguel; Agualonga, São Paio; Cunha, Santa Maria; Cristelo, São Miguel. Concelho de Monção: Portela, São João Batista; Pinheiros, São Cipriano; Lara, Santa Eulália; Barrocas e Taias, Santo André; Tangil, São Salvador; Abedim, Santa Maria; Cambeses, São Salvador; Troviscoso, São Mamede; Lapela, São Lourenço; Lordelo, Nossa Senhora do Ó; Barbeita, São Salvador; Parada, São Martinho; Trute, Santa Eulália; Sago, São Miguel; Pias, Santiago; Luzio, São Veríssimo; Troporiz, Santa Maria; Moreira, Santa Maria; Anhões, São Tiago. Concelho de Valença: Gondomil, São Cristóvão; Silva, Santa Maria; São Pedro da Torre; Friestas, São Mamede; Verdoejo, Santa Marinha; Arão, São Salvador; Silva, São Julião; Cristelo Covo, Santa Maria; Cerdal, Santa Eulália; Fontoura, São Miguel; Boivão, São Tiago; Taião, Santa Marinha. Concelho de Vila Nova de Cerveira: Candemil, São Félix; Covas, São Salvador; Gondar, Santa Eulália; Vila Meã, São Paio; Mentrestido, Santa Cristina; Cornes, São Pantaleão; Campos, São João Batista; Reboreda, São João Batista; Gondarém, São Pedro; Lovelhe, Santa Maria; Vila Nova de Cerveira-São Cipriano; Sopo, Santiago; Sapardos, São Miguel. Concelho de Caminha: Seixas, São Pedro; Lanhelas, São Martinho. Concelho de Amares: Caires, Santa Maria.
Os livros de termos de visitas registam a “inspeção” feita às igrejas (nomeadamente às alfaias, livros, obras de arte e relíquias de circunscrição paroquial), às capelas e aos oratórios. Tratam ainda da observância da liturgia, do direito católico, da punição dos reincidentes, da promoção do clero, do número de pessoas e fogos das paróquias, da profissão das testemunhas e culpados, dos costumes locais, dos direitos dos visitadores (em géneros e dinheiro), da construção e destruição de igrejas, da sua reparação e restauro e da colocação dos objetos de culto. Com vista à realização destes objetivos, a diocese encontrava-se dividida em quatro zonas: a) Basto, Chaves, Nóbrega e Neiva, Sousa e Ferreira, Torre de Moncorvo, Valença, Vermoim e Faria, Vila Real e as cidades de Braga e Guimarães, pertencentes ao Arcebispo Iure Ordinário. b) Entre Homem e Cávado, Lanhoso e Vieira, Montelongo e Guimarães pertencentes ao Cabido de Braga. c) Chantrado, Deado, Mestre Escolado, Vila Nova de Cerveira, o arciprestado de Louredo e os arcediagados do Barroso, Braga ou Couto, Fonte Arcada ou Labruja, Neiva e vermoim pertencentes às Dignidades da Sé de Braga. d) O tesourado de Valença e o arciprestado da Vinha pertencentes à Colegiada de Valença.
Original. Exemplar assinado pelo Arquiteto Januário Godinho. Exemplar igual JG 159(1), JG 160(1) e JG 157(1). Transcrição: "O segundo adicional relativo à empreitada geral de construção civil compreende diversos trabalhos complementares da empreitada base, não previstos no respectivo contrato. A medição descrimina em pormenor e por ordem de pisos a natureza e quantidades de trabalhos executados a mais e a menos, destacando-se entre as verbas mais importantes a instalação de um ascensor, a casa da máquinas, relógios da torre, iluminação da arcada com cátodo frio, substituição de lambris de marmorite por azulejo decorativo, azulejo especial na galeria dos passos perdidos, encargos gerais, etc., etc. […] Trabalhos de urbanização: Também a empreitada geral de urbanização dos espaços exteriores sofrem diversas alterações impostas pela própria evolução dos trabalhos de construção civil, nomeadamente, reconstrução de muros de suporte, monumento a Camilo, jardinagem, aumento das redes de rega e de iluminação, encargos gerais, etc., etc. […] Resumindo: a) construção civil 777.743$10 b) urbanização 244.650$80 Total 1.022.393$90 Porto, 3 de Junho de 1961 O ARQUITECTO, Januário Godinho"
Boletim Municipal do mês de Outubro de 1984. Possui os seguintes artigos: - Irresponsabilidade responsável - Actividade das Juntas de Freguesia – Os frutos da descentralização autárquica - Assembleia Municipal nomeou comissão de trânsito - Comissão de saúde - Mercado Municipal de Vidigueira (regulamento – horário) - Bolsas de estudo (novas normas) - Câmara contratou médica para atendimento aos trabalhadores - As povoações do concelho estão mais próximas (ponte sobre a ribeira da Casa Branca, Marmelar) - Câmara abastece-se de materiais e poupa verbas - Barreira vegetal de protecção à ETAR de Vidigueira continua a crescer - S. Cucufate: um passo em frente à descoberta do nosso passado colectivo (Quatro mil anos de história / Recolha de elementos) – Jorge de Alarcão - Torre do Relógio (ponteiros, projectores, mecanismo, mostrador, sino) - Obras da Câmara – Um trabalho que não cessa (Pedrógão do Alentejo [Etar], Selmes [Igreja, Largo José Lampreia de Gusmão, Etar, esgotos, ponte], Alcaria da Serra [Igreja]) - Manuel da Fonseca prefaciou «Antologia de Fialho de Almeida» - Os «Aliados» de Sintra: a música, a qualidade, o espectáculo - Construção das piscinas municipais já arrancou
Boletim Municipal do mês de Abril de 1990. Possui os seguintes artigos: - O Dia dos Relógios de Sol - Obras, aquisições e subsídios concedidos pela Câmara no anterior mandato – Obras; Bens patrimoniais/aquisições; Bolsas de estudo e subsídios - Na Vidigueira só abrem cafés (entrevista) - Noticiário: subsídio à Liga dos Amigos da Vidigueira; subsídio ao Clube de Futebol Vasco da Gama para pagamento de obras no pavilhão gimnodesportivo; construção da capela mortuária e torre do relógio de Marmelar; instalação da iluminação pública na estrada que atravessa a vila; conclusão do Centro de Dia de Marmelar, bem como, da delegação da Junta de Freguesia de Pedrógão e do posto médico; subsídio à Sociedade Recreativa União Vila Fradense; pagamento de transportes escolares; inauguração das novas instalações da Repartição de Finanças e da Tesouraria da Fazenda Pública; actividades na área desportiva; Jogos Concelhios; escola de natação; cinema e exposições na Biblioteca (exposição de jornais); II Mostra de Doçaria Regional no Centro de Dia de Vila de Frades; Mostra de Artesanato - Piscinas são prioridade - Calendarização das reuniões ordinárias de Câmara - Câmara aguarda actividade da nova cooperativa (Cooperativa Agrícola Fruti-Horticultura do concelho de Vidigueira) - Pelouros
Boletim Municipal do mês de Junho de 1990. Possui os seguintes artigos: - Plano Director Municipal - Aprovado novo plano de transportes escolares - Subsídios municipais atribuídos - Lotes na zona industrial - Luz chega a Santo António - Plano Desenvolvimento do Distrito - Energias alternativas nas Piscinas - Relatório de S. Cucufate vai ser editado - Noticiário: Ante-projecto para a nova escola primária de Vidigueira; obras de conservação nas estradas municipais; parecer técnico sobre construção de fogos junto ao Dispensário; construção da torre do relógio e capela mortuária de Marmelar; parque florestal de Marmelar; prossecução da construção do Conjunto de Equipamento Colectivo (piscinas); urbanização dos Quintalões; aquisição de dois edifícios em Selmes para construção da casa mortuária; conclusão do posto médico e centro de dia de Marmelar; associação do nome de Frei António das Chagas à Escola C+S de Vidigueira; adaptação do átrio dos Paços do Concelho a sala de exposições; conclusão das instalações da estação elevatória electro-mecânica do sistema de reforço de água a partir das Sesmarias; início das obras de construção da estação de tratamento de água da Herdade Grande; conclusão da instalação de rede de esgotos pluviais dos Quintalões, pela rua da Hortinha. - Alterações ao trânsito na vila
Registo fílmico da atribuição do título Honoris Causa pela Universidade de Coimbra a várias personalidades no ano de 1955. Entre elas estavam presentes John Cockcroft e Café Filho, como constava na identificação/descrição do conteúdo da fita. Visualiza-se a saída dos doutores honoris causa da Biblioteca Joanina em direcção à escadaria que ladeia a Torre setecentista característica da Universidade. É possível observarmos também a Via Latina, com o seu imponente frontão que domina o Paço das Escolas onde vemos estacionados vários veículos. John Douglas Cockcroft foi um físico britânico que, em 1951, recebeu o prémio Nobel de Física, por trabalhos pioneiros sobre transmutação de núcleos atómicos através de partículas aceleradas artificialmente. João Fernandes Campos Café Filho foi um advogado e político brasileiro, que foi também presidente do Brasil entre 24 de agosto de 1954 e 8 de novembro de 1955. Vídeo produzido por Carlos Pulido. Para a sua introdução neste contexto, foi reproduzido na máquina projectora da marca “Paillard”, modelo “Bolex M8” (onde era feita habitualmente a sua reprodução) e captado com uma máquina digital. Som inexistente.
A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe em Vila de Frades hoje em estado de ruínas, remonta aos meados do século XVII, período de intenso culto mariano da padroeira da extremadura castelhana. Esta Ermida sofreu avultados estragos durante o sismo de 1 de novembro de 1755, que se corrigiram com obras de restauro após essa data, mas o abandono do culto é bastante antigo e no ano de 1896 já ameaçava ruína. Hoje, profanada, mostra o seu devastamento geral, uma ruína confrangedora. A fachada como vemos nesta foto está virada para sul da Vila e mostra a ossatura da reforma setecentista. Esta Ermida está hoje despida da imagem padroeira, que se venera na Igreja da Misericórdia no centro da Vila. In www.viladefrades.pt em 14-10-2015. O avançado estado de degradação em que se encontra actualmente não permite visualizar a torre sineira ou campanário que possuía e que conseguimos observar na fotografia. No canto superior esquerdo, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Guadalupe, 1952”. Este registo, provavelmente, foi captado da propriedade que a família da doadora detinha nas proximidades da ermida.
O autor aproveita a primeira ocasião para felicitar [António de Araújo de Azevedo], pelo título de Grã-Cruz da [Ordem] de Torre e Espada [recebido em 1814.12.17]. Comenta a retirada do Alemão que liderava a comissão de abrir a estrada de Mucuri e informa que já terminou a de Ilhéus em 14 de Outubro, tendo inclusive já passado os primeiros viajantes. Lamenta se a estrada tiver de ser fechada por falta de habitantes, após tanto trabalho e despesa, e que por isso é altura de o governo prestar também algum auxílio. Comenta a proposta do Desembargador Baltasar da Silva Lisboa, sobre o empréstimo das terças da Baía e que seriam suficientes para estabelecer os fazendeiros na estrada. Acha que seguindo a prática usada pelo Marquês de Aguiar seria possível estabelecer para sempre a ligação entre as duas capitanias. Sugere a povoação imediata dos cinco pontos já escolhidos, visto que com a densa vegetação do país a estrada estaria fechada num ano. Como suspeita que até ao presente o Marquês de Aguiar nada deliberou a este respeito, o autor solicita ao destinatário que providencie o que lhe parecer mais adequado. Informa da chegada da máquina de vapor no dia 15 de Janeiro, a qual estará a trabalhar segundo o artista inglês, no dia 19 do corrente.
O autor, José Pereira da Silva Leite de Berredo, [Comandante do Corpo da Guarda Real da Polícia do Porto], participa ao compadre António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar], o nascimento de outra filha. Solicita a proteção do destinatário para o portador da carta, seu sobrinho, o qual ofereceu-se para o serviço voluntário na América. Lembra a requisição da Patente, que apresentou em 1814, acompanhada da Planta Baixa da Cidade do Porto e de uma Memória da Força Militar da Polícia, semelhante à que o defunto Patriarca mandou ofercer a José Egídio Alvares de Almeida, [secretário Particular o Príncipe-regente] e compadre e condiscípulo académico do autor. Pede ao destinatário que patrocine o seu requerimento onde solicitava o recebimento da remuneração dos seus serviços, pelo Registo de Mercês, ao qual ficou habilitado pelo Decreto de 13 de Maio de 1813, onde recebeu também o Hábito de Torre e Espada. Comunica que pelo portador, o destinatário poderá receber informações sobre a fuga de Napoleão de Elba e sua chegada a Paris, da reorganização dos seus exércitos e consequente batalha com o Duque de Wellington, após a qual abdicou em favor do seu filho Napoleão II.
Informa o amigo António de Araújo de Azevedo que esta é a última carta que escreverá de Paris, visto que partirá em breve para Göttingen, para se juntar à família, e onde aguardará pela decisão do seu futuro. O Marquês escreverá a António de Araújo sobre a súplica do autor. Pede o hábito da Ordem de Cristo para Gustavo Beyer, Cônsul-Geral português na Suécia, ou o de Torre e Espada se o primeiro não for possível devido ao facto de ser protestante. Informa que os quatro amigos do destinatário que estão em Paris, têm recebido cartas que afianção o restabelecimento deste. Aguarda, com impaciência, pela chegada da ratificação do Tratado provisório de navegação e de comércio com a Prússia e cada vez mais se persuade com a utilidade deste, sugerindo até outra aliança com a Casa de Bradenburgo. Aguarda pelo rapaz que o destinatário lhe recomendou para secretário de legação. Informa que Berzeliu deu o nome de "Loboit", em honra do autor, a um mineral. informará da chegada a Göttingen.
O autor acusa a receção da carta do conde da Barca de 29 de Janeiro de 1817, pela mão de [Alexis] Svertchkoff. Informa das circunstâncias em que decorreu a visita deste juntamente com dois franceses. Faz um balanço da administração da obra que agora terminou onde realça o apoio constante do conde da Palma e dos seus dois coadjuvantes, o Brigadeiro Arouche de Toledo e o Ouvidor de São Paulo Paulo Miguel Afonso de Azevedo Veiga. Aguarda com impaciência a chegada dos fundidores alemães. Comunica que já recebeu notícia da vinda da Companhia dos espingardeiros alemães. Sugere uma reforma geral da Real Fábrica de São João do Ipanema. Fala dos seus conflitos com os seus subalternos. Recomenda Francisco Vieira Goulart para efetuar uma inspeção final à fábrica e o Tenente Conrado Niemeyer para Ofcial subalterno Engenheiro. Solicita ao destinatário proteção para o requerimento dirigido a S.A.R. a fim de obter o Hábito de Torre Espada. Informa da presença de Eschwege na Corte onde pretende encontrar-se com ele.
Acusa a receção da carta de António de Araújo de 2 de Julho pela mão de António de Saldanha [da Gama], assim como o despacho com que S. A. R. honrou o autor. Agradece a promoção do seu despacho. Todavia, preferia ficar com a mercê dos 500 $ réis, a qual também deve ao destinatário, continuando a empregar-se em objectos de comércio e economia política do que ver-se agora envolvido "no labirinto ou chaos dos nossos negocios políticos deixados por tanto tempo à revelia". Diz que quando aconselhou a nomeação de pessoas de saber e experimentadas para acompanhar os ministros portugueses em missões exteriores, nunca lhe passou pela cabeça que fosse um dos escolhidos. Concorda com o destinatário quando lhe diz ter chegado o momento de "alcançar mos a independencia". Os ministros das grandes potências já estão em Viena e se eles estão a tratar com frieza das partilhas da Alemanha, Polónia, Itália, muito receia o autor Que podem fazer o mesmo com outros territórios sobre os quais não tenham instruções. Louva o sacrifício pessoal de António de Araújo para estar ao serviço de S.A.R., sendo este o maior estímulo que podia receber. O novo emprego obriga-o a expôr uma circunstância , enquanto foi Oficial da Secretaria de Estado e apesar de ter direito à insígnia da Ordem de Cristo, nunca pediu tal mercê, mas com o novo emprego desejaria usar a decoração ou do Hábito de Cristo ou de Torre e Espada.
CASTRO, Ermelinda da Glória. Filha de Frederico Justiniano de Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. N.p. de Luís José de Sousa e Castro e de Rita Rosa de Sousa, da Casa e Quinta da Torre, Paderne; n.m. de João António de Abreu Cunha Araújo e de Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto, SMP. Nasceu a 15/12/1843 e foi batizada dois dias depois: «batizei-a solene e condicionalmente na pia batismal de São João Batista de Remoães». Padrinhos: a avó materna e seu filho, João António de Abreu… // Casou na igreja de Paderne a 1/10/1858 com Francisco Joaquim, “brasileiro”, filho de Manuel Caetano Alves Lobato e de Ana Maria Esteves, de Riba de Mouro. Testemunhas: João António de Abreu Cunha Araújo e Luís de Sousa Gama, da Vila de Melgaço. // Moraram no lugar da Várzea, salvo erro. // O seu marido em 1859 foi provedor da SCMM, mas depois reembarcou para o Brasil. // Foi do casal a casa e campos anexos na Rua da Calçada, que João Pires Teixeira comprou a 8/12/1903. // Penso que morreram ambos nesse país da América do Sul, deixando numerosa geração.
MONTEIRO, Marcelina Rosa. Filha de Bento Manuel Monteiro, de Remoães, e de Maria José de Sousa Lobato, de Paderne, proprietários, moradores na Quinta da Torre, Paderne. N.p. de Ana Joaquina Monteiro, solteira, lavradora, residente em Remoães; n.m. de Vitorino José de Sousa Lobato e de Maria Benedita Durães, lavradores, residentes em Gondomar, Remoães. Nasceu em Paderne a 5/8/1886 e foi batizada a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António de Sousa Lobato, de Remoães, e esposa, Marcelina Rosa Rodrigues, de Paderne, rurais, moradores no lugar do Convento, Paderne. // Casou na igreja do mosteiro a 8/2/1909 com Rodrigo António de Jesus Ferreira, de 22 anos de idade, solteiro, proprietário, nascido e batizado na freguesia do Senhor do Bonfim, Porto, onde residia, filho natural de António Manuel Junior, proprietário, e de Margarida Rosa de Jesus, doméstica, naturais do Bonfim. Testemunhas: José Maria de Sousa Pinto, proprietário, morador em Remoães, e António Rodrigues de Oliveira, casado, professor oficial. // Foi decretado o divórcio definitivo por sentença de 15/3/1923, proferida no juízo de direito da comarca de Melgaço. // Faleceu em Paderne a 28/10/1948. // Mãe de Alberto Ferreira.
RODRIGUES, José Manuel. Filho de Maria Joaquina Rodrigues, viúva, jornaleira, de Desteriz, Ourense, moradora no lugar de Queirão. Neto materno de José Rodrigues e de Maria do Carmo. Nasceu a 27/10/1877 e foi batizado pelo padre António José Rodrigues, cura de Paderne, a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Durães e Maria Vaz, solteiros, lavradores, padernenses. // A sua mãe fugiu para a Galiza, levando com ela dois filhos, e abandonando este, a 15/1/1878, no lugar do Pico, Cristóval. No dia seguinte o regedor dessa freguesia apresentou-o à Câmara Municipal, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 317. // Nesse dia, 16/1/1878, foi entregue à ama-de-leite, Maria da Conceição Sanches, do lugar de Fonte, Alvaredo. // A 15/1/1885 findou a época da criação, e ficou com a dita ama, por ela assim o desejar. // Lavrador. // Casou na igreja de Remoães a 20/9/1909 com Ludovina Rosa Rei, natural de Remoães. // Morreu no lugar da Quinta da Torre, Paderne, onde residia, no estado de viúvo, a 21/1/1957, e foi sepultado no cemitério de Remoães. // Pai de António de Lurdes (ver em Paderne). // Nota: o pároco de SMP, não sabendo que a criança fora batizada, batizou-o novamente, dando-lhe o nome de Manuel Justino, mas verificando-se o lapso, esse batismo ficou sem efeito.
MONTEIRO, Bento Manuel. Filho de Ana Joaquina Monteiro, camponesa, moradora na Portela de Remoães. Neto materno de Agostinho José Monteiro e de Isabel Maria Domingues. Nasceu a 15/10/1848 e foi batizado três dias depois. Padrinho: Vitorino Inácio Monteiro, solteiro, primo do neófito, do dito lugar. // Professor. // Casou na igreja de Remoães a 22/1/1874 com Esménia Petronila, de 31 anos de idade, costureira, filha de Francisco José Gonçalves e de Miquelina Luísa de Sousa e Castro, da Quinta da Torre, Paderne. Testemunhas presentes: Bernardo António de Sousa e Castro, casado, rural, e JAM, solteiro. // Tinha 32 anos de idade, estava viúvo de Esménia Petronila, quando voltou a casar, na igreja de Remoães, a 9/1/1881, com Maria José, de 21 anos de idade, filha de Vitorino José de Sousa Lobato, de Paderne, e de Maria Benedita Durães, de Gondomar, Remoães, lavradores. Testemunhas presentes: JAM e João Batista Gonçalves, casado. // Gerou filhos em ambas as esposas (ver a sua descendência em Paderne). // Morreu a 3/2/1925, repentinamente. // Nota: deve ser o mesmo senhor que foi jurado pela freguesia de Paderne no 2.º semestre de 1907.
ARAÚJO, Maria Angélica. Filha de António Luís de Araújo Pereira da Cunha da Rosa e de Maria Rosa Rodrigues Couto, da Quinta da Gaia. N.p. do padre Dr. João Luís de Araújo da Cunha e de Maria dos Passos Mosqueira; n.m. do Dr. Manuel Rodrigues Couto e de Ana Alves. Nasceu na Casa da Gaia a 6/1/1804 e foi batizada a 11 desse mês pelo padre Dr. António José de Araújo, abade de Cristóval, por comissão do padre João José do Couto. Os pais da criança invocaram para padrinho o anjo da guarda, representado pelo capitão-mor do termo, João António de Araújo, e por madrinha a Senhora das Dores, sendo representada por Maria Rosa Gomes Pinheiro, solteira, da Quinta da Torre, Paderne. // Proprietária. // Casou com Manuel Inácio Gomes Pinheiro, de quem ficou viúva. // Morou no Barral, salvo erro. // Faleceu na Casa da Gaia a 13/3/1885, somente com o sacramento da penitência, e foi sepultada no adro da igreja de São Paio, junto à eucaristia. // Não fizera testamento. // Deixou filhos.
Fichas dos sócios Adelina da Encarnação Pico Simões, Adelina Ermelinda, Adelina de Jesus Ferreira, Adelino Alberto do Sacramento Valido de Sousa, Adelino Alves Gomes, Adelino Antunes Simões, Adelino Augusto Azevedo Camacho, Adelino Besogo Algarvio, Adelino Campos Abranches, Adelino da Conceição do Amaral, Adelino Fialho Barona, Adelino Gonçalves de Castro, Adelino Grencho, Adelino Henriques da Costa, Adelino Jacinto Vieira, Adelino Jesus Tavares, Adelino João de Sousa Teixeira, Adelino Jorge Marinheiro Azenha, Adelino Jorge Rosa Carmo, Adelino Lobato Correia, Adelino Lucas Saraiva, Adelino Luís, Adelino Martins Dias, Adelino Moreira, Adelino Moreira Tavares, Adelino Nunes Lopes, Adelino Pires Figueira Traça, Adelino Ramos Martinho, Adelino dos Santos Oliveira Batata, Adelino Serra de Almeida, Adelino Tito Fernandes, Adelino Vieira de Araújo Guimarães, Adelino Vilela, Adélio Borges Leite, Adélio Marques de Queirós, Ademar dos Santos Pais, Adília Maria Vermelho M. André, Adília Neffe dos Santos Vieira, Adília dos Santos Russo, Administração do Condomínio Torre das Argolas, Administração do Prédio, Administração do Condomínio do Prédio, Adolfo Augusto Serra, Adolfo de Jesus Batista Santa Maria, Andorinda Rosa Tavares Silva, Adorindo Justiniano da Silva, Adriana de Oliveira Legas Gomes, Adriano António de Almeida Martins, Adriano António Gomes e Adriano Augusto Mateus.
Reportagem feita pelo fotógrafo Armindo Cardoso, em Almada, da Ireja de Nossa Senhora do Monte de Caparica, era no início uma ermida no cimo de um monte, dedicada a Santa Maria. Em 1472, após obras de melhoramento, passou a ser igreja paroquial. No interior, a igreja é de uma única nave de espaço amplo, sendo a capela-mor ladeada por outras duas pequenas capelas com os respetivos altares. Na fachada frontal vemos três portas sobrepostas por três janelas, as portas em moldura reta, a janela central em arco completo e as laterais em arco abatido. Destruída pelo terramoto de 1755, foi depois reconstruida com o apoio da Irmandade de Nossa Senhora da Concórdia. A fachada é típica das reconstruções após o terramoto de 1755. Contém no altar uma coleção de azulejaria neoclássica decorada com medalhões em amarelo e sépia sobre fundo branco. Os azulejos das paredes apresentam cenas em azul e branco com molduras policromadas, pormenor da fachada e torre sineira. In.(https://www.cm-almada.pt/conhecer/patrimonio-religioso/igreja-paroquial-de-nossa-senhora-do-monte-da-caparica).
Aspetos do exterior do edifício dos Paços do Concelho da Câmara Municipal, no largo Luís de Camões, em Almada. A construção do edifício foi iniciada em 1795, para servir como Câmara, Tribunal, Finanças e Cadeia, e concluída em cerca de 1832. Apresenta um escudo de D. Maria I (1777-1799) e mostra-nos um curioso traçado, resultante do possível reaproveitamento da torre e de outros elementos, num difícil compromisso com o estilo Pombalino. Foi neste local que no dia 4 de outubro de 1910 foi proclamada a República, a véspera da proclamação oficial, com o desfraldar da bandeira republicana. Trabalhos arqueológicos realizados em 1983, numa pequena área do seu interior, revelaram uma cisterna abobadada em tijoleira, datada do século XVII, à qual se sobrepunha um esgoto em caixa de finais do século XIX ou inícios do século XX. Noutra zona foram identificadas diversas estruturas desconexas, enquadradas no século XVII. Surgiu ainda um pequeno silo, eventualmente de época árabe, completamente entulhado com restos de alimentos, fragmentos de cerâmica e materiais de construção.
Arnold Casimir Roessinger (1854, Couvet, Suiça -1913, Les Planches), fotógrafo, conhecido na sua carreira de fotógrafo por Roessinger-Jeanneret, em virtude de se ter casado com Marie Jeanneret, no ano de 1878, altura em que já aparece como fotógrafo na Comuna de Couvet. Em 1881, muda-se com a familia para Davos-Platz, onde fica com o atelier de Richard Friedel, em Villa Anna. Mais tarde, em 1891, vem a estabelecer-se em Montreaux, onde funda o Atelier de Fotografia Roessinger-Jeanneret, sita na Avenue du Kursaal, nº 23, a qual funcionará até à sua morte (1913). Participou em várias exposições, nomeadamente, Bruxelas (1893, medalha de ouro), Londres (1893, medalha de ouro, e 1894, Diploma de Honra) e Chicago (1894, Grande Prémio de Honra).
Arnold Casimir Roessinger (1854, Couvet, Suiça -1913, Les Planches), fotógrafo, conhecido na sua carreira de fotógrafo por Roessinger-Jeanneret, em virtude de se ter casado com Marie Jeanneret, no ano de 1878, altura em que já aparece como fotógrafo na Comuna de Couvet. Em 1881, muda-se com a familia para Davos-Platz, onde fica com o atelier de Richard Friedel, em Villa Anna. Mais tarde, em 1891, vem a estabelecer-se em Montreaux, onde funda o Atelier de Fotografia Roessinger-Jeanneret, sita na Avenue du Kursaal, nº 23, a qual funcionará até à sua morte (1913). Participou em várias exposições, nomeadamente, Bruxelas (1893, medalha de ouro), Londres (1893, medalha de ouro, e 1894, Diploma de Honra) e Chicago (1894, Grande Prémio de Honra).
Arnold Casimir Roessinger (1854, Couvet, Suiça -1913, Les Planches), fotógrafo, conhecido na sua carreira de fotógrafo por Roessinger-Jeanneret, em virtude de se ter casado com Marie Jeanneret, no ano de 1878, altura em que já aparece como fotógrafo na Comuna de Couvet. Em 1881, muda-se com a familia para Davos-Platz, onde fica com o atelier de Richard Friedel, em Villa Anna. Mais tarde, em 1891, vem a estabelecer-se em Montreaux, onde funda o Atelier de Fotografia Roessinger-Jeanneret, sita na Avenue du Kursaal, nº 23, o qual funcionará até à sua morte (1913). Participou em várias exposições, nomeadamente, Bruxelas (1893, medalha de ouro), Londres (1893, medalha de ouro, e 1894, Diploma de Honra) e Chicago (1894, Grande Prémio de Honra).
Correspondência recebida das Juntas de Freguesia: Arrabal - Limpeza de valetas e taludes; - Construção de fontes; - Ocupação de terreno público; - Reparação dos lavadouro do lugar de Soutocico; - Criação de mercado aos domingos, no largo publico paroquial; Barosa - Pedido para estrumar caminho público; Caranguejeira - Serviço braçal; - Partido Médico; - Pedido para estrumar caminho publico; - Ampliação de alguns serviços no Antigo Cemitério; - Reparação de caminhos d freguesia; Carvide - Reparações na Fonte do Corgo; - Atestado de pobreza Colmeias - criação de nova freguesia com sede na Quinta da Igreja Velha; Leiria - Construção de edifício para Jardim Escola; - Limpeza e Caiação da torre sineira Maceira - Cedência de sala para médico contratado; - Saudação à Comissão Administrativa Marrazes - Construção da fonte para abastecimento de água ao lugar de Pinheiros; Monte Real - Informação sobre os membros que constituíam a junta transata; - Cedência da sala para médico contratado; Monte Redondo Parceiros - Reparação das fontes; Pousos - Serviço Braçal Obrigatório; Regueira de Pontes - Aplicação de subsídios; Souto da Carpalhosa - Caminho do Casal das Várzeas; - Reparação do ramal da estrada do Souto, Fonte da Carreira e Souto da Marinha; - Reparações nos espaços da freguesia; - Subsidio para reparação da estrada que liga a sede de freguesia à Estrada Nacional n.º 58 Vieira de Leiria - Arrolamento realizado à Igreja desta freguesia
Etapa #7 A necessidade de aquisição é óbvia, atendendo às necessidades dos espaços "versus" funcionalidade. Desde o início do projecto museológico da Torre de Menagem que se verificou a necessidade de controlar o ambiente (temperatura e humidade relativa) para preservação dos objectos expostos. Para responder a essa exigência minimizou-se o equipamento para utilização de aquecedores, descartando a utilização de desumidificadores. Assim, é necessário um aquecedor por piso, ou seja, (quatro) no total. Em relação à Portaria do castelo, trata-se de um edifício antigo com bastante humidade e sem exposição solar, o que o torna húmido e bastante frio no Inverno. Neste sentido é necessário assegurar o conforto mínimo das três divisões onde existem pessoas a trabalhar. Qualquer indicação contrária ao exposto anteriormente, poderá afectar o material museológico assim como o conforto mínimo dos funcionários. Mais ainda, e em jeito de sugestão, a maior percentagem de contenção de despesas neste tipo de equipamentos é mais eficaz pelo controlo do consumo, isto é, informar/formar os utentes acerca das funções dos aquecedores (termóstato e diferentes níveis de potência) À consideração Superior, Pedro Ferreira tsp
Boletim Informativo dos meses de Maio/Junho de 2012. Contem os seguintes artigos: - No Parque Ambiental - VI Feira da Primavera; - Roda de Livros - III Concurso Concelhio de Leitura; - Dia Mundial da Criança - Exposição do Lixo ao Brinquedo; - Há 20 Anos... A Casa João Chagas e a Aposta no Turismo; - Comandante dos Bombeiros de Constância Recebeu Crachá de Ouro; - Sessão de Sensibilização no Jardim de Infância de Montalvo - Regras e Valores - Que Equilíbrio? - Ideia Mais Inovadora - Premiado o Empreendedorismo dos Alunos; - Apresentação Pública - Portal da Rede de Bibliotecas do Concelho de Constância; - Município e Agrupamento de Escolas acolheram o 10.º Seminário ESCXEL; - Encerramento do Ano Letivo nas Escolas do Concelho; - Noite de Canções e 20 Anos da Escola Luís de Camões; - Viagem de Estudo por Portugal e Espanha de 20 a 26 de Julho; - Campos de Férias 2012 - O Teu Verão de Sonho! - Jogos Concelhios 2012 - Maio - Mês das Coletividades e do Associativismo; - XVII Pomonas Camonianas - Animação em Honra de Camões; - Festival Luís de Camões - Fomenta Cultura Camoniana na Vila; - Dia Internacional dos Museus; - Parque Ambiental de Santa Margarida - Santa Margarida da Coutada; - Sebastião Franklim Pires Lopes - Padeiro - Montalvo; - Recuperação do N.º 12 da Azinhaga da Fonte; - Centro Ciência Viva - Instalações de Planetário; - Reparação da Torre do Parque Ambiental de Santa Margarida; - Instalações Sanitárias Públicas - POMTEZE; - Promovido pelo Parque Desportivo Municipal - III Aquafest; - Idosos do Concelho no 7.º Séniorgym; - Orientação Noturna - Classificação; - Concurso de Fotografia - Retratos da Festa 2012 - Categorias a Cores e a Preto & Branco.
Ordem do dia: - Deliberado retificar a ata na parte que diz respeito ao Arquiteto Ernesto Korrodi esclarecendo que o mesmo não foi somente dispensado da direção das obras da Central Elétrica, mas sim de todos os serviços do Município; Correspondência: - Comissário Geral de Policia a participar que a Policia Sanitária de Leiria toma a seu cargo a condução do material de desinfeção. - Oficio do Arquiteto Ernesto Korrodi a remeter documentos de despesas com o fornecimento de diversos materiais para obras da Central Elétrica Municipal; - Oficio da Junta de Freguesia de Leiria a informar que deu cumprimento a limpeza e caiação da torre desta cidade; - Oficio do Fiscal do Matadouro Municipal a informar a reparação do carro de condução das carnes; - Oficio do Fiscal do Matadouro a solicitar substituição de balança; - Oficio da Câmara Municipal do Cartaxo a informar a realização de representação ao Parlamento sobre o estado decadente em que se encontram as estradas do Pais; - Oficio da Junta de Freguesia do Souto da Carpalhosa a solicitar subsidio destinado à reparação da estrada que liga a sede de freguesia a estrada nacional n.º 58; - Oficio do Chefe dos Serviços Elétricos a acusar a receção do oficio sobre o andamento dos serviços de ampliação da Central Elétrica; Deliberações: - Tomar a responsabilidade do tratamento de doentes pobres; Requerimentos: - António Francisco a solicitar subsidio de latação; - Maria Pereira a solicitar subsidio.
Sessão ordinária - Ofício do Hospital D. Manuel de Aguiar a solicitar cedência de terreno, no Largo D. Manuel de Aguiar; - Ofício do Presidente do Tribunal de desastres no Trabalho, de Leiria a solicitar cedência de sala para audiências; - Ofício do Aferidor de Pesos e Medidas do Concelho a solicitar aumento de três dia por semana para verificação; - Ofício da Comissão Promotora para Comemoração da Revolta de 1891 no Porto a solicitar arranjos no jardim público para realização da festa comemorativa; - Ofício do Chefe dos Serviços Elétricos a comunicar a existência de instalação elétrica sem autorização; - Ofício do Fiscal do Matadouro Municipal a comunicar que as contas do Talho Regulador Municipal apresenta deficit; - Ofício do Sr. Tenente Coronel Jaime Campos Ramalho a comunicar ter assumido as funções de Comissario dos Abastecimentos deste distrito; - Ofício da Companhia de Caminhos de Ferro Portugueses a esclarecer o imposto "Ad-Valorum"; Informação - O Sr. Presidente solicitou autorização junto do Comissario Geral da Policia, para deslocar um preso que está em S. Francisco, para a prisão de baixo da torre, dado que a Companhia Leiriense de Moagem necessitar fazer obras naquela prisão; Pagamentos Requerimentos - António da Costa Amaral a solicitar atestado de comportamento moral e civil; - Dr. José Coelho Pereira a solicitar alinhamento das Ruas da Liberdade e rua do Alcaide para poder elaborar projeto de reedificação; - José de Sousa Rodrigues a solicitar licença para colocar vedação; - Manuel da Costa Boavida, António da Costa Santos e Joaquim Ramos Pinto, Comissão para organização em Leiria do grupo Sport (jogos ao Ar Livre);
Arnold Casimir Roessinger (1854, Couvet, Suiça -1913, Les Planches), fotógrafo, conhecido na sua carreira de fotógrafo por Roessinger-Jeanneret, em virtude de se ter casado com Marie Jeanneret, no ano de 1878, altura em que já aparece como fotógrafo na Comuna de Couvet. Em 1881, muda-se com a familia para Davos-Platz, onde fica com o atelier de Richard Friedel, em Villa Anna. Mais tarde, em 1891, vem a estabelecer-se em Montreaux, onde funda o Atelier de Fotografia Roessinger-Jeanneret, sita na Avenue du Kursaal, nº 23, a qual funcionará até à sua morte (1913). Participou em várias exposições, nomeadamente, Bruxelas (1893, medalha de ouro), Londres (1893, medalha de ouro, e 1894, Diploma de Honra) e Chicago (1894, Grande Prémio de Honra). (Fonte: http://www.badrutt.org/PiBa-NE-604.htm; http://www.badrutt.org/PiBa-VD-611.htm)
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de duas senhoras sentadas em cadeiras, com cão aos pés. A comparação com fotografias existentes neste espólio e outras, permite identificar as pessoas fotografadas como sendo Claire Salles e Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena. Ao nível inferior, à esquerda, no cartão secundário, carimbo do fotógrafo "L. da Costa". Claire Salles (1863-1934), a filha mais velha de Gustav Eiffel, casada (1885) com Adolphe Salles, engenheiro de minas que trabalhou com Eiffel no projecto e construção da Torre Eiffel. Pais de Georges Salles (1889-1966), filho mais novo de Claire e Adolphe Salles, proeminente Historiador de Arte, que veio a ser Director dos Museus de França (1945 a 1957) e Presidente do ICOM (Conselho Internacional dos Museus, entre 1953 e 1959). Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (Leiria, 1864 - ?), filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo, casou com Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, em Santarém, no ano de 1886. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886-1974).
Conjunto de 51 provas referentes aos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952, viagem a bordo do paquete "Serpa Pinto" e participação Portuguesa. Várias imagens, tais como: aspeto da abertura dos Jogos Olímpicos no Estádio e discurso inaugural, com a presença das várias comitivas; aspeto de reuniões/comunicações da Comitiva Portuguesa dentro do "Serpa Pinto"; receção do Comité Olímpico pelo Presidente da Câmara Municipal de Helsínquia; aspeto de oferta de refeição no paquete "Serpa Pinto"; retrato de vista do paquete; equipa portuguesa a fazer ensaio de desfile de inauguração, dentro do paquete; membros da equipa portuguesa a bordo do paquete; vários aspetos de confraternização no paquete; retratos de atletas de ginástica a treinar; de atletas da esgrima; desfile das comitivas no Estádio Olímpico; aspeto das várias bandeiras e da torre do Estádio Olímpico; vários atletas a assistir a treinos; aspetos de provas de hipismo; imagem do porto de Lisboa repleto de gente e imagem da entrada da comitiva no paquete. Este conjunto de provas apresenta algumas repetições de imagens.
Conjunto de 62 negativos referentes aos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952, viagem a bordo do paquete "Serpa Pinto" e participação Portuguesa. Várias imagens, tais como: aspeto da abertura dos Jogos Olímpicos no Estádio e discurso inaugural, com a presença das várias comitivas; aspeto de reuniões/comunicações da Comitiva Portuguesa dentro do "Serpa Pinto"; receção do Comité Olímpico pelo Presidente da Câmara Municipal de Helsínquia; aspeto de oferta de refeição no paquete "Serpa Pinto"; aspeto de prova de atletismo; retrato de vista do paquete; equipa portuguesa a fazer ensaio de desfile de inauguração, dentro do paquete; membros da equipa portuguesa a bordo do paquete; vários aspetos de confraternização no paquete; retratos de atletas de ginástica a treinar; desfile das comitivas no Estádio Olímpico; aspeto das várias bandeiras e da torre do Estádio Olímpico; vários atletas a assistir a treinos; Comitiva Portuguesa em local de cerimonial; aspetos de provas de hipismo, de futebol, polo-aquático; imagem do porto de Lisboa repleto de gente e imagem da entrada da comitiva no paquete.
Conjunto de 52 provas referentes aos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952, viagem a bordo do paquete "Serpa Pinto" e participação Portuguesa. Várias imagens, tais como: aspeto da abertura dos Jogos Olímpicos no Estádio e discurso inaugural, com a presença das várias comitivas; aspeto de reuniões/comunicações da Comitiva Portuguesa dentro do "Serpa Pinto"; receção do Comité Olímpico pelo Presidente da Câmara Municipal de Helsínquia; aspeto de oferta de refeição no paquete "Serpa Pinto"; aspeto de prova de atletismo; retrato de vista do paquete; equipa portuguesa a fazer ensaio de desfile de inauguração, dentro do paquete; membros da equipa portuguesa a bordo do paquete; vários aspetos de confraternização no paquete; retratos de atletas de ginástica a treinar; desfile das comitivas no Estádio Olímpico; aspeto das várias bandeiras e da torre do Estádio Olímpico; vários atletas a assistir a treinos; Comitiva Portuguesa em local de cerimonial; aspetos de provas de hipismo, de futebol; imagem do porto de Lisboa repleto de gente e imagem da entrada da comitiva no paquete. Este conjunto de provas apresenta algumas repetições de imagens.
Contém 4 Capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Sidney 2000, numerada e organizada temática e cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada entre o Comité Olímpico de Portugal e Instituições, organizações e indivíduos relacionados com o assunto indicado no título da U.I.: J.O. de Sydney (Vol. XXII); Capa n.º 1015: Apresentação dos trajes oficiais da Missão Olímpica de Portugal no Convento do Beato, a 25 de Julho de 2000; correspondência com os patrocinadores (contém algumas imagens do evento); Capa n.º 1016: Traje oficial de equipamento da Missão Olímpica a Sidney: correspondência com os patrocinadores; apresentação dos trajes em publico e a patrocinadores; Capa n.º 1017: Provas do traje oficial por atletas; All Sports preparação da apresentação oficial de 25/07 no Convento do Beato; Apresentação do traje na Torre de Belém; Listagens de convidados para: inauguração da Sede do COP (11.05.2000) e dos trajes Olímpicos (25.07.2000); listagens de convites para os trajes da Missão por Modalidade; convites e ofícios de felicitações; jantar da apresentação do traje Olímpico; correspondência com os patrocinadores relativamente ao traje olímpico e sua apresentação; Ofícios às federações relativamente ao traje oficial; Capa n.º 1018: Selos comemorativos dos Jogos Olímpicos de Sydney: emissão e venda: correspondência com o COI e os CTT relativamente à emissão de selos comemorativos dos Jogos de Sidney; INCM: Emissão de moedas comemorativas: autorização do uso do símbolo olímpico e aspetos legais da cunhagem e venda da moeda; emissão de moeda comemorativa dos Jogos Olímpicos.
Este livro tem apenas 22 registos de inscrições marítimas, nas páginas 1 a 3, as restantes folhas encontram-se em branco: Nº 1- Arnaud Pereira dos Reis - pág. Nº1 Nº 2 -Joaquim Maria d' Amor - pág. Nº1 Nº 3 - Alexandre Maria Jalles - pág. Nº1 Nº 4 - Manoel Natário - pág. Nº1 Nº 5 - Thomas José Franco - pág. Nº1 Nº 6 - Graciano Vicente Marques - pág. Nº1 Nº 7 - José Santos da Torre - pág. Nº 1 Nº 8 - Bernardino José da Costa - pág. Nº1 Nº 9 - José Guilherme - pág. Nº 2 Nº 10 -José Francisco de Azevedo - pág. Nº 2 Nº 11 -João Júlio Guerra - pág. Nº 2 Nº 12 - Manuel Rafael Thomaz - pág. Nº2 Nº 13 - Joaquim Fernandes - pág. Nº2 Nº 14 - José da Cruz Ferreira - pág. Nº 2 Nº 15 - Joaquim Gomes - pág. Nº 2 Nº 16 - António d' Assunção Costa - pág. Nº 2 Nº 17 - Manuel da Cruz - pág. Nº 3 Nº 18 - António Luís Martins - pág. Nº 3 Nº 19 - António Cândido do Vale - pág. Nº 3 Nº 20 - António Joaquim - pág. Nº 3 Nº 21 - Salvador Lopes - pág. Nº 3 Nº 22 - João Rua Branco - pág. Nº3
Inclui: Missões e Comissões: Recordações de viagens em navegação, outubro de 1927; A viagem de instrução do I e II ano 1928 - 1929 ao Funchal; Embarque e desembarque em Porto Santo; Instrução no Navio-Escola Italiano "Cristóvão Colombo" , agosto de 1928; Exercícios de artilharia a bordo em Porto Santo; a viagem a bordo do vapor Lisboa julho de 1929. O Juramento de bandeira na Escola naval, 1930; A imposição da Ordem Torre e Espada à Bandeira da Escola Naval. 1930; A "baldeação dos corpos" a bordo do Navio "Carvalho Araújo" na Guné O embarque dos Guardas- Marinha no Navio "Carvalho Araújo" em agosto 1931; Viagem no "Bolama" à Guiné, agosto de 1931 O "batismo" na passagem da Linha do Equador, em 18-01-1932; Chegada ao Brasil e avistamento do "CRISTO CORCOVADO". Na Guiné nas Palhotas com um casal da tribo "Papéis com o respetivo rebento", agosto de 1931; "Mulheres Tribo Papéis" Guiné; Na Granja "Guiné" com a macaca "Joana". Regatas: Participação nas regatas Lisboa - Santarém e Volta a remos em abril de 1930; Guarnição que se classificou em segundo lugar nas regatas de Cascais em 14-09-1930; Corrida de "Monotipos", abril de 1930. A Baleeira do "5 de Outubro" nas regatas de 14-09-1930. Lazer: Companhia com amigos "Os Reis do Mundo" na Praia na Cova do Vapor na Costa da Caparica. Passeio às Furnas depois de um almoço com senhoras civis numa visita a bordo. Baile "Masqué" a bordo do "Paquete João Belo", abril de 1932.
1.º outorgantes: Manuel de Freitas Meira e mulher Maria do Céu Pinto Carreira; Virgínia de Freitas Torres e marido Fernando de Meira; Mário de Freitas Torres; Maria do Carmo de Freitas Torres; Laura de Freitas Torres 2.º outorgante: José de Freitas Torres Livro Nº 455-39(v)
Com destino a: França Naturalidade do requerente: Vila Cova - Barcelos Data de Nascimento: 02/10/1939 Pai: António Gomes Meira Mãe: Justina Martins Estado Civil: casado Cônjuge: Maria Dolores Rodrigues Torres Pai do Cônjuge: N/a Acompanhantes : Não vai acompanhado por família Filhos: Maria Alzira Torres Meira, Isidro Torres Meira, Maria Gorete Torres Meira, António Torres Meira Processo: 16/70/E
Com destino a: França Naturalidade do requerente: Forjães - Esposende Data de Nascimento: 12/11/1925 Pai: N/a Mãe: Olívia Ribeiro do Vale Estado Civil: casado Cônjuge: Inocência Almeida Torres Pai do Cônjuge: N/a Acompanhantes : Não vai acompanhado por família Filhos: Maria Emília Almeida Torres, José Albino Almeida Torres, José Augusto Torres do Vale, Porfírio Almeida do Vale João Manuel Torres do Vale Processo: 16/70/E
Contém ofício da 7.ª Repartição da Direção-Geral de Contabilidade Pública, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, de 11 de outubro de 1909, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 30 de outubro, escrito sobre o ofício.
Loures: fl. 42-42v: 31-5-1811. Conclusão da reedificação da Estrada Real de Loures para o Sobral; fl. 101: 11-3-1811. Reedificação das estradas desde Santo Antão do Tojal até Enxara dos Cavaleiros; fl. 168: 30-7-1812. Fogo em Bucelas. Mafra: fl. 70: 31-7-1811. Continuidade da ausência do Juiz de Fora de Mafra; fl. 96v: 22-10-1811. Processo de devassa realizado pelo Juiz Ordinário de Enxara dos Cavaleiros; fl. 101: 11-3-1811. Reedificação das estradas desde Santo Antão do Tojal até Enxara dos Cavaleiros; fl. 152v-153: 1-6-1812. Deserção do Tenente Francisco Carneiro Homem; fl. 195v: 3-12-1812. Envio do preso Bernardo Nunes para o Depósito de Mafra para assentar praça. Sobral de Monte Agraço: fl. 42-42v: 31-5-1811. Conclusão da reedificação da Estrada Real de Loures para o Sobral. Torres Vedras: fl. 14: 1-4-1811. Controlo das moléstias epidémicas; fl. 23v: 25-4-1811. Permanência do médico de Torres Vedras, Manuel Tavares de Macedo, em Lisboa; fl. 25; fl. 35: 20-5-1811. Continuidade da ausência do Corregedor de Torres Vedras; fl. 169v: 4-8-1812. Relação dos réus apurados no processo de devassa; fl. 183: 30-9-1812. Sobre o estado de ruína em que se encontram todos os caminhos públicos que têm ligação com a Primeira Linha de Defesa, especialmente a Estrada Real de Torres Vedras; fl. 203: 23-12-1812. Requerimento dos moradores de várias freguesias do concelho de Torre Vedras solicitando o não embargo de 6 cavalgaduras utilizadas pelo almocreve Gregório Francisco para transporte de géneros para sustentação destes povos; fl. 204: 28-12-1812. Requerimento dos negociantes da Vila de Torres Vedras pedindo o não embargo de 6 machos usados pelo almocreve António Gomes Tevelim para condução de géneros para aquela Vila. Vila Franca de Xira: fl. 22: 19-4-1811. Má qualidade do pão consumido pelo povo; autorização para se usar os sobejos das sisas na ajuda aos pobres e para promover a limpeza da Vila; fl. 25v: 29-4-1811. Envio de doentes em estado grave de saúde para Lisboa; fl. 79: 28-8-1811. Queixa do Comissário Inglês sobre o Juiz Vereador (que serve de Juiz de Fora); fl. 83: 9-9-1811. Processo de devassa realizado pelo Juiz de Fora de Alhandra para conhecimento dos réus que se aproveitaram da insavão do inimigo para cometerem furtos; fl. 89: 18-9-1811. Enfermidades que grassam na Vila da Castanheira; fl. 95v: 23-10-1811. Processo de devassa realizado pelo Corregedor da Comarca do Ribatejo; fl. 111: 16-12-1811. Trabalhos nas fortificações); fl. 111v: 14-12-1811. Cobrança da Contribuição Extraordinária de Defesa; fl. 112v: 23-12-1811. Furto do papéis importantes do Real Arquivo da Torre do Tombo. Assuntos diversos: fl. 4v (aumento da cultura da batata no sul do Tejo); fl. 6v-7 (controlo de epidemias a Norte e Sul do Tejo; operários para a confecção de sapatos); fl. 10v, 12v (relação circunstaciada e documentada de todas as atrocidades cometidas pelos Franceses nas terras invadidas); fl. 13v, 16v (prorrogação da isenção sobre os gados comprados pelos lavradores até Junho de 1811); fl. 17v, 20v, 23, 25-25v, 26v (remessa de gados para a lavoura das terras evacuadas); fl. 29 (distribuição de bacalhau); fl. 29v-30, 32v (proclamação do Lord Wellington de 10 de Abril e 4 de Maio de 1811); 33-33v, 137 (distribuição do Donativo Britânico pelas terras invadidas); fl. 35v-36 (desertores do Exército); fl. 38 (desembarque do Donativo de Bacalhau); fl. 42 (distribuição de enchadas pelos pobres das terras invadidas); fl. 45, 46-47, 61-61v (distribuição do Donativo de Bacalhau); fl. 52v (recrutamento para o exército); 56v, 65v (relação dos moradores pobres das terras invadidas que precisam de vasilhas); fl. 57, 60-60v, 62 (distribuição dos mapas para registo das perdas que sofreram as terras invadidas); fl. 67 (numeração de todos os carros do Reino); fl. 77 (perdão concedido aos lavradores pelo empréstimo das batatas); fl. 100-101 (evacuação da Península a Sul do Tejo); fl. 110 (Contribuição Extraordinária de Defesa e respectivos prémios concedidos aos oficiais encarregados da sua escrituração e recebimento); fl. 111 (trabalhos nas fortificações); fl. 112v (cobrança e remessa da Contribuição Extraordinária de Defesa); fl. 118 (devassa a que procedeu o Juiz de Fora de Alenquer); fl. 118v (indagação dos trigos e cevadas nas terras da Estremadura); fl. 119 (fornecimento de 400 garrafas de Água de Inglaterra); fl. 123 (gado pertencente ao Donativo Britânico); fl. 123v, 133-133v e 136v (requisição de 600 cavalgaduras pelo marechal Beresford para servirem o Exército); fl. 125v-126 (evacuação dos gados dos sítios em que estão ao alcance do inimigo); fl. 130v (reformulação do nome da Água de Inglaterra para Real Água de Inglaterra); fl. 131, 167 (regulação dos transportes que servem o Exército); fl. 133v (Contribuição Extraordinária de Defesa); fl. 134-135 (quartéis em Lisboa para o Estado Maior do Comandante em Chefe do Exército, marechal Beresford); fl. 139v-141, 144v-145, 149v-150, 158 (transportes para o Exército); fl. 147 (restabelecimento da Casa Pia); fl. 151-151v (abandono dos cargos públicos por parte dos Ministros e Autoridades); fl. 155v-158 (crianças órfãs e engeitadas); fl. 165v-166 (penas aplicadas aos desertores, nomeadamente o trabalho nas fortificações do Reino); fl. 174v-175 (recrutamento da Tropa de Linha); fl. 183v-184, 187v-188v (requisição de 500 cavalgaduras para serviço do Exército); fl. 186v (marcação e alistamento dos transportes de mar e terra); fl. 194 (requisição de transportes para utilização na criação de depósitos de géneros no Tejo, Montego e Douro); fl. 196v (rumores sobre uma próxima invasão - Dezembro de 1812); fl. 200v-201, 211-211v, 215v-217 (quadrilhas de ladrões na Província do Alentejo); fl. 204v-206 (escassez de transportes para o Exército); fl. 222v-223 (falta de bestas para servirem as Brigadas do Exército); fl. 235v-236 (proibição de armas em estradas e povoados pelos moradores do Reino); fl. 239v, 244v, 247v-248 (proibição de matar vacas de criação e vitelas); fl. 243v (requisição de 100 cavalgaduras para o Exército); fl. 260 (órfãos das Comarcas invadidas).
Agricultura P.182-185: 6.5.1814. Aprovação de providências tendentes ao restauro da lavoura no reino, nomeadamente que se convidem "os proprietários, capitalistas e rendeiros a abrirem e esgotarem os Pauis, como o meio mais pronto para promover uma maior produção dos frutos da primeira necessidade, que tanto tem diminuido, causando a necessária saca de dinheiro empregado na compra dos que são importados pelos estrangeiros, com especialidade os americanos"; P.268-269: 25.8.1814. Aprovação da portaria relativa ao aumento do preço das farinhas estrangeiras de modo a incentivar a diminuição da sua importação e o aumento da produção nacional; P.345-348: 5.4.1815. Abundância de cereais, em particular, de farinhas estrangeiras o que causa prejuizo à agricultura e moinhos do Reino. Contribuição Extraordinária de Defesa P.129-131:29.10.1813. Isenção, em 1813, dos negociantes ingleses da contribuição extraordinária "em consequência do oferecimento do donativo voluntário que para as despesas do Estado fizeram"; P.267-268: 25.8.1811. Aprovação da resolução relativa à extinção da contribuição extraordinária mas só a partir de 1 de Janeiro de 1815, "para se poderem fazer as despesas do regresso da tropa, transportes de bagagens, artilharia e mais apetrechos de campanha". Despesa da guerra P.209-213: 21.5.1814. Aprovação da portaria relativa a exame a fazer a terrenos baldios, maninhos, charnecas e outros terrenos incultos, com averiguação da propriedade e, em particular, da coroa, nomeando-se visitadores acompanhados de engenheiros para o efeito, com vista a obter dos baldios, distribuídos em lotes, os recursos indispensáveis para a guerra; reformar os tombos da coroa e fisco que não têm títulos em virtude de terem sido queimados os cartórios nas terras invadidas, bem como para tirar plantas dos terrenos que possam ser "destinados para pagamento das dividas do Estado". Estremadura P.126-128: 29.10.1813. Aprovação da portaria referente a "jornaleiros maliciosos em beneficio da Agricultura da Província da Estremadura"; P.380-383: 8.7.1815. Notícia do desembargador João Gaudêncio Torres relativa aos muitos reparos já feitos aos edifícios arruinados da Província da Estremadura. Fornecimento da tropa P.129-131: 29.10.1813. As fábricas da Covilhã e Fundão continuam a fornecer o fardamento da tropa. Junta "dos Prováveis" P.149-157: Transcrição de uma denuncia feita por João Francisco Achard, "francês de nação" já enviada com carta de 1 de Setembro de 1809, referente à existência de uma Junta chamada "dos Prováveis", instituída por Junot, em Lisboa. Mafra P.472-473: 22.4.1816. Aprovação régia, dando permissão "ao guardião do Real Convento de Mafra para admitir ao noviciado e Profissão religiosa a José Maria de Bastos, seminarista da Basilica de Santa Maria, visto a necessidade de um organista para aquele convento". Moinho P.228-229: 4.7.1814. Chega ao Rio de Janeiro o moinho construído pelo modelo do Piamontez Arnaud, que os governadores do reino remeteram, com o moleiro e o carpinteiro, o qual foi colocado na Real Quinta da Boa Vista. Ordem de Torre e Espada P.161-163: 7.1.1814. Relação dos oficiais que foram condecorados com a Ordem de Torre e Espada em virtude da informação prestada pelo marechal [Beresford], Marquês de Campo Maior. Povos invadidos P.322-324: 23.1.1815. Consignação estabelecida em socorro dos povos invadidos. Recuperação de património arquitectónico e paisagístico P.420-423: 22.11.1815. Aprovação das providências propostas pelos governadores do reino com vista a reparação do estrago da "povoação, ruina das igrejas, pontes, fontes, estradas, casas, aldeias dos concelhos e destroço de arvoredos, mandando à Mesa do Desembargo pôr em execução as leis e ordens a este respeito".
Outorgantes: Elvira Torres Almeida, solteira, Braga e irma Ernestina Torres Almeida, solteira, Porto; Marcia Ramos Torres Almeida, viuva, Braga; segundos outorgantes: Manuel Domingues Ferreira, casado, Prado, Vila Verde. Notário: Antonio Augusto Menici Silva
Outorgantes: Maria Amélia Soares Torres; Eugénia Torres Cunha; Dario Carlos Cunha; Alfredo Rodrigues Costa Pinheiro; João António Lopes Castro Torres; Adelaide Almeida; António Alberto Amorim Almeida. Notário: Gaspar Augusto Teles.
1.º outorgantes: Eduardo de Araújo Abreu Pinheiro Torres, que também usa Eduardo Pinheiro Torres e esposa Ana Maria Machado Pereira e Cunha Pinheiro Torres 2.º outorgante: Francisco Mendes Livro Nº A-520-91
Processo: 16/66/E Com destino a: Seine-Maritime, Normandia, França Naturalidade do requerente: Apúlia, Esposende Data de Nascimento: 27/01/1932 Pai: Luís Martins Palmeira Mãe: Carolina Gonçalves Lourenço Estado Civil: Casado Cônjuge: Maria Inácio Torres Pai do Cônjuge: n/a Acompanhantes: n/a Filhos: Maria da Conceição Torres Palmeira, Manuel Torres Palmeira, Maria de Fátima Torres Palmeira, Isabel Torres Palmeira, Amélia Torres Palmeira Deseja seguir viagem com: n/a
Ofício da administração do concelho de Torres Novas, indicando os indivíduos que compõem a Comissão Concelhia de Torres Novas do distrito de Santarém.
Solteira, 54 anos de idade. Filiação: Jose Antonio Barrao. Natural de TORRES NOVAS-SANTIAGO-TORRES NOVAS, residente em BRAGA-BRAGA. Destino Espanha.