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A favor de André Veloso, abade da dita igreja. Localidades: Sendim, Santiago, Felgueiras.
Livro manuscrito muito deteriorado com capas de couro também danificadas.
Concelho de Via Nova de Famalicão.
Concelho de Vieira do Minho.
Concelho de Vila Nova de Famalicão.
Concelho de Póvoa de Varzim.
Concelho de Ponte da Barca.
Concelho de Felgueiras.
Concelho de Ponte de Lima.
Concelho de Ponte de Lima.
Concelho de Ponte da Barca.
Concelho de Vila Pouca de Aguiar.
Concelho de Póvoa de Lanhoso.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Requerido por Nuno Pereira da Cunha, morador na vila de Ponte de Lima.
Emília da Anunciação Carvalho Félix era filha do então, 1.º sargento de artilharia 3, Joaquim Félix e de Emília da Anunciação Carvalho Félix e irmã da escritora e tradutora Adelaide da Piedade Carvalho Félix, In: https://adstr.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/3/2015/05/Adelaide-F%C3%A9lix-bio.pdf
Contém o inventário do património Concelho da Ericeira
O livro encontra-se em branco. Constam apenas os termos de abertura e de encerramento, lendo-se naquele: "Servirá este livro para nele se descreverem todos os bens, pertenças e móveis do Celeiro Comum do concelho de Mértola, como determina o artigo 41º do Decreto Regulamentar de 20 de Julho de 1854. Vai por mim numerado e rubricado e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 8 de Agosto de 1855. O Presidente da Junta, José Francisco Pereira".
Etapa #5 À DRH, para que informem quanto ao valor da MO, referente à intervenção dos Assistentes Operacionais: - Miguel Carlos Raimundo Mendes (30min.) e - Mário Augusto Carvalho Camponês (30 min.). 2009.10.14 SusanaVieira TS
Etapa #6 Ao SVAA para os devidos efeitos. Elsa Marques CDRH, em regime de substituição
Etapa #7 O valor da mão de obra é o seguinte: - Miguel Carlos Raimundo Mendes (30min.) - €1,405 - Mário Augusto Carvalho Camponês (30 min.)- €1,705 A TSGE Teresa Santos
Etapa #12 Para efeitos de emissão da Factura, solicitou-se o NIF da municípe envolvida, através do Nosso Ofício 20653/2009, ao Serviço Local de Finanças de Leiria, 2. O Sector de Património tomou conhecimento da informação solicitada, em 18/12/2009, através do Registo: ENT-2009/27618. Procedeu-se à emissão e envio da Nossa Factura 30872/2009, através do Nosso Ofício 21852/2009. No dia 28/12/2009, verificou-se o pagamento do documento indicado, pelo que o Município se encontra ressarcido pelos danos em causa. Assim, procede-se ao encerramento e arquivo do presente Registo. José Santos | AT Sector de património
Etapa #11 Para os devidos efeitos. 2009.11.11 SusanaVieira TS
Etapa #10 O valor do "poste de 3,50 m em tubo galvanizado, série média, c/ 3mm de espessura de parede, de 2 polegadas" é de € 19,64, acrescido de IVA à taxa de 20%. 2009.11.10. Francisco José
Etapa #9 Enviar informação solicitada pelo Sector de Património. manuelavieira
Etapa #8 Solicito que informem o Sector Património quanto ao valor do tubo com 3,5 metros e 2" (2 polegadas) colocado no referido sinal. 2009.10.23 SusanaVieira TS
Etapa #2 Solicito que informem o Sector de Património, para efeitos de pedido de indemnização, se houve lugar a quaisquer reparações e/ou substituições de equipamentos municipais na sequência daquele acidente e que estejam sob a gestão da DCEVOA. Em caso afirmativo solicito, também, que enumere os materiais utilizados, a mão-de-obra e outros recursos que tenham sido utilizados para reparar os danos causados. Susana Margarido|TS (PE) Sector de Património 2009/08/17
Etapa #4 Informo que foi colocado um tubo novo com 3,5 metros e 2" (2 polegadas) no sinal referida na missiva em anexo. Foram intervenientes neste serviço os trabalhadores: - Miguel Carlos Raimundo Mendes e Mário Augusto Carvalho Camponês, ambos Assistentes Operacionais, durante 30 minutos cada um. Abílio Paulos Encarregado Operacional
Etapa #3 Ao Sector de Conservação de Vias para análise e informação. Tiago Sismeiro (Técnico Superior – TS/MG) [De acordo com informação datada de 10.08.2009 – Registo INT 2009/9558]
ENT - Entrada de Correspondência Diversa CT/OF - Oficio
Livro misto, possui também registos referentes à conta corrente das propriedades da Irmandade (Ver ref.ª PT-INSE-ISSIE/GP/PR/01-02). Apresenta vários tipos de registos e mapas: “Mapa dos irmãos que têm entrado para esta Irmandade e não tem pago (…) ficando por isso devedores das quantias abaixo mencionadas”, que refere o livro de "Assentos dos Irmãos" (ano e folha), o nome e a quantia em dívida (f. 85-86), abrangendo os livros das "Presidências" entre 1771 e 1803; mapa dos devedores e credores da Irmandade, abrangendo o período entre 1805-12-31 e 1807-12-31, referindo o livro de tombo (f. 90). Contém índice inicial com indicação da morada e folha e remetendo também para os registos descritos atrás (“Irmãos que não têm pago jóia” e “por outras contas que se seguem").
Traslado de uma carta de padrão de quinze mil reais de tença, emitida pelo Cardeal D. Henrique a 16 de Dezembro de 1578, a qual transcreve o alvará de D. Sebastião de 26 de Junho do mesmo ano, que autoriza o referido rendimento ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O valor veio a pertencer ao mosteiro por meio de Branca do Cem que aí foi religiosa e morreu em Odivelas e seria pago na alfândega da cidade de Lisboa aos quartéis. O padrão tinha vindo a ser sucessivamente confirmado por Filipe I. O documento aqui trasladado por ordem de Filipe II estava registado em livro da chancelaria régia existente na Torre do Tombo e foi copiado por provisão régia de 02 de Dezembro de 1614 na sequência de petição do mosteiro. Redactor: Nicolau Pereira da Mota, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Corresponde a época de Sede Vacante. Uma parte do livro corresponde ao período entre 1649 e 1669. Em sentido inverso corresponde ao período entre 1638 e 1655 onde regista o que foi designado por receita e despesa da mitra, em Sede Vacante, cujas contas eram supervisionadas pelo rei. Inclui despesas, feitas em 1652, com o ornamento de tela branca da Sé que constou de: sete capas, vestimenta, duas dalmáticas, frontal, pano de púlpito, pano de sacrário, pano de estante, pano de missal, véu de ombros, mantão da senhora e manga de cruz; e despesa com peças para a sacristia. Designado " Livro de tombo de uma precatória com decretos e ordens de Sua Majestade em que fez mercê de socorrer o cabido com 450.000 reis por ano consignados da mesa pontifical, onde se hão-de fazer as folhas do que se for recebendo".
Pede a Alfredo Pimenta para lhe conseguir uma autorização da direção da Torre do Tombo para que lhe seja passada uma certidão do nobre português Joaquim José Lobo da Silveira, no Registo Civil de Alvito. Queixa-se que um funcionário se negou a fazê-lo sem licença especial.
Refere que, no discurso proferido pelo ministro [da Educação], na Torre do Tombo, não houve qualquer referência ao livro único. Informa que ainda não há resoluções sobre o assunto e que apareceram mais duas Histórias de Portugal que aguardam por parecer da J.N.E.
Informa sobre o Tombo antigo de Tolões e S. Gens. Declara que remete o Livro das Vereações mais antigo do Arquivo. Presta esclarecimentos sobre a "História Genealógica" e o Te Deum. Afirma que o discurso de Alfredo Pimenta podia estar mais destacado no "Correio do Minho".
Apresenta as contas. Agradece o conselho de Alfredo Pimenta sobre a devolução dos livros. Pergunta onde pode encontrar em Lisboa um livro do Coelho Neto que uma pessoa lhe pediu para comprar. Pergunta se se cruza na Torre do Tombo com o Baião e quando publica um artigo sobre a Academia.
Tece comentários elogiosos ao discurso de tomada de posse de Alfredo Pimenta do cargo de diretor da Torre do Tombo. Alude ao livro “Nos Escombros da Nação”. Informa sobre os novos titulares dos cargos de governador civil do Porto e de presidente da Câmara do Porto.
Fala do edifício onde está instalado o Arquivo de Madrid, da vontade do seu diretor de visitar a Torre do Tombo e da documentação que está a consultar. Contém um bilhete-postal sobre a publicação do artigo de Alfredo Pimenta na secção «Cultura [Estrangeira - Cultura Portuguesa»].
Expõe as dúvidas que lhe surgem, enquanto estudioso da cultura da região de Penela, distrito de Coimbra, sobre a palavra «Ladera» ou «Ladeya» mencionada num documento. Contesta a interpretação de Viterbo. Refere o interesse que tem por uns documentos existentes na Torre do Tombo.
Justifica o atraso em acusar a receção das obras oferecidas por Alfredo Pimenta. Faz referência à variedade de transcrições para o nome «Diogo de Sunis». Comenta o trabalho “Jorge Botelho Moniz e Juliana Couceiro Tavira”. Pergunta onde pode encontrar o discurso proferido por Alfredo Pimenta ao assumir a direção da Torre do Tombo.
Incentivo ao labor na Torre do Tombo; pensa que a ditadura em Portugal está morta e que a marcha para a esquerda é irresistível, no sentido socializante. Anuncia um estudo sobre o socialismo de Antero e Oliveira Martins. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere que corrigiu as segundas provas do artigo que a "Revista de Arquivos, Bibliotecas e Museus" dedicou à tomada de posse de Alfredo Pimenta como diretor da Torre do Tombo. Informa que enviará a 6.ª edição da "História da Literatura Espanhola".
Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação como diretor da Torre do Tombo. Divulga o esforço que teve com a campanha eleitoral em prol da consolidação da política de Salazar. Revela a intenção de criar um movimento para o regresso d’ “A Nação”.
Faz referência à situação dos alemães no pós-guerra. Relata a vida e o trabalho que desenvolve na Biblioteca do Instituto Superior de Agronomia. Conta que tem andado a ler o livro de Alfredo Pimenta. Expõe a sua proposta para uma passagem de um livro mostrado por Alfredo Pimenta, na Torre do Tombo.
Resposta de João de Bianchi a um ofício de Alfredo Pimenta que, na qualidade de diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, indigna-se com o tratamento de conservador em vez de diretor. Na resposta, João de Bianchi insurge-se contra a forma descortês como é tratado no ofício, o qual devolve.
Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação para Diretor da Torre do Tombo. Revela satisfação pela leitura do livro “Contra a Democracia”. Tece comentários ao resultado das eleições. Refere a descoberta do “ninho dos bolchevistas”. Comenta sobre a sua família e a vida na quinta, em Carregadouro. Lastima o que está acontecer à Alemanha e aos compatriotas.
Pede a indicação sobre a existência de elementos sobre a atribuição de carta ou alvará de uso de brasão, na Torre do Tombo. Declara que pretende também saber a data da instituição do vínculo de Sergude, solar da família Teixeira Coelho.
Refere-se à vaga do lugar 2.º Conservador da Torre do Tombo, à sua ida ao Porto para fotografar uns documentos da Sociedade Martins Sarmento, ao encontro com o dono da Litografia e à sua passagem na casa da Madre de Deus. Alerta para a existência de roedores na Casa Sarmento para onde foi transferido o Arquivo.
Declara que envia toda a legislação que tem sobre o Arquivo de Guimarães. Comenta o comício do General [Norton de Matos]. Refere-se aos comícios do Reviralho e da União Nacional e à nomeação de Alfredo Pimenta [para o cargo de diretor da Torre do Tombo].
Esclarece um assunto de natureza financeira. Pede informações sobre a localização dos mosteiro de S. Domingos de Silos e de S. Pedro de Arlanza e sobre o motivo pelo qual não se fez uma homenagem de despedida ao diretor da Torre do Tombo [António Baião].
Refere-se à nomeação de Alfredo Pimenta para o cargo de diretor da Torre do Tombo. Tece comentários críticos ao João Semana. Informa que o Sá Tinoco vai discursar em Braga e que no Teatro Jordão há um comício do reviralho.
Trata de um assunto de natureza financeira. Questiona-o sobre o seu cargo a diretor da Torre do Tombo. Declara que deu uma descompostura ao G. D. das "Novidades" por não falar de Alfredo Pimenta na sua resenha de atividade literária. Tece comentários críticos ao João de Neiva. Comenta a notícia do João de Deus sobre a morte do Alberto Jorge.
Trata do orçamento para o Livro da Mumadona. Desfaz um equívoco sobre o Comendador Gordo. Fala da promoção de Alfredo Pimenta a primeiro conservador na Torre do Tombo, do futuro marido de uma filha e do ofício ao Diretor Geral da Fazenda Pública.
Trata da atualização dos valores do seguro, da tomada de posse do novo presidente J. Martins, do Índice do Boletim, do desentendimento entre Alfredo Pimenta e o jornal "Século" sobre a Torre do Tombo e do jornal com a referência à data da descoberta do Brasil.
Pergunta se quer que envie o caderno das dignidades da Colegiada. Refere-se às obras na casa de Alfredo Pimenta, à publicação do decreto do Arquivo, ao comentário de Alfredo de Alfredo Pimenta ao discurso do Salazar e à ida do dono da tipografia à Torre do Tombo.
Trata da permuta do "Boletim [de Trabalhos Históricos"] com a "Revista Archivos Bibliotecas y Museos", de Madrid. Participa que envia os artigos dos Dantas. Questiona-o sobre as vagas na Torre do Tombo. Informa que o seu opúsculo está à venda na Livraria Moreira.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre as festas centenárias, publicado no jornal "A Voz". Pergunta que série de conferências vai a União Nacional Fazer. Refere-se às obras na Torre do Tombo. Reporta-se ao orçamento para o Arquivo Municipal de Guimarães.
Pedido sobre deferimento de um requerimento. Consulta-o sobre como inventariar uns códices trasladados a mando de D. Pedro em 1721 com data de 1688, cujos originais foram para a Torre do Tombo. Participa que vai separar as Cartas de Reis para lhas remeter. Refere-se à nomeação do Leonardo Coimbra para o cargo de [ministro da Instrução Pública].
Condena os autores do atentado a [Salazar]. Alude às obras de J. P. Ribeiro, nomeadamente à dos foreiros e foros, e critica-as. Tece comentários elogiosos ao opúsculo de Alfredo Pimenta. Manifesta a sua opinião sobre a recolha da documentação da [Colegiada de Guimarães] na Torre do Tombo. Participa que ficou admirado com os números de fábricas, oficinas e população fabril de Guimarães.
Agradece o trabalho “Co[elho] da Rocha e C[amilo] Cast[elo] Branco”, de Alfredo Pimenta. Pergunta se Alfredo Pimenta recebeu a sua última carta, em resposta à de Alfredo Pimenta, onde relatava o que se passava na Torre do Tombo.